Page

Tag Carreira

Re) Start Me Up traz reflexões sobre propósitos de vida e carreira

Quantas vezes você ouviu alguém dizer que quer largar tudo e mudar de vida? Se reinventar! Em uma sociedade que passa por uma fase de transição comportamental, esse tipo reclamação é cada vez mais frequente e comum entre pessoas das mais diversas faixas etárias. Foi com base nessa realidade que os autores Alexandre Campos – Executivo, André Chaves – Publicitário e Marcio Ogliara – Administrador, se uniram em um projeto iniciado com o livro Re) Start Me Up – Dê uma nova chance para sua carreira. O evento de lançamento acontece no próximo dia 01 de junho, das 19h às 22h na livraria Saraiva Mega Store do Shopping Vila Olímpia.

Com trajetórias profissionais distintas o trio reúne, no livro, ideias para ajudar o leitor a repensar sobre a própria vida, pessoal e profissional. O objetivo é gerar uma profunda reflexão sobre vida, propósito, carreira, trabalho e ambições, com o apoio de insights e referências de grandes pensadores. Longe de ser considerado “um guia de autoajuda”, o conteúdo segue a premissa de ser uma fonte inspiradora para que o leitor possa, enfim, promover um start de si mesmo. A proposta é provocar o público a uma reflexão sobre seu momento de vida e profissional, dando estímulos para que ele seja protagonista de suas decisões, ao avaliar o momento em que está hoje e para onde quer ir.

Para André Chaves, o projeto já nasce moderno na concepção. “Cada vez mais vemos guias com fórmulas ou cases de sucesso, sempre tive uma visão muito crítica quanto a isso, pois todo case é uma história que você conta como lhe convém. O mais legal é você poder ler um livro que não é tendencioso. Teoricamente você tem algo pragmático e as pessoas podem pegar somente o que faz sentido para vida de cada uma delas”, diz.

Com quatro temáticas centrais, Trabalho, Autoconhecimento, O que é Sucesso e Futuro, Re) Start Me Up aborda questionamentos importantes sobre como o indivíduo pode se tornar o protagonista da sua própria história, ao ter a liberdade de fazer inúmeras escolhas que lhe tragam felicidade e realização. “O leitor consegue usar esses quatro espaços como base para refletir e tomar decisões melhores independente da idade. Esse leitor pode ser um jovem no início de carreira, ou estar aos 30 querendo saber se tomou o caminho certo. Pode ter 40 buscando como crescer a partir dali, ou seja, em qualquer etapa que você esteja em sua vida”, diz Marcio Ogliara.

O projeto também fala da capacidade do ser humano de se reinventar diante das adversidades, inspira o leitor a autoanálise de sua vida pessoal e escolhas profissionais. “O livro propõe ação, que você possa experimentar, se lançar no mercado e assim ver se as coisas funcionam ou não em seus projetos. Uma parte importante tratada no livro fala sobre o autoconhecimento, quer dizer, quanto mais a gente experimenta, mais se conhece em situações boas ou em tempos de crise”, destaca Alexandre Campos.

Re) Start Me UP traz a tona o debate sobre o sentido de realização profissional para cada indivíduo e questões como o que realmente traz a felicidade, ao propor que o público encontre a sintonia entre os momentos em família, de lazer e cultura, com a rotina do trabalho. Siga as páginas oficiais do projeto, fique por dentro das novidades e dicas: Facebbok www.fb.com/Restartmeup Instagram @restartmeup, Canal no Youtube e LinkedIn – ReStart Me Up.

Lançamento do livro Re) Start Me Up

Quando: 01/06/2017

Local: Livraria Saraiva Mega Store – Shopping Vila Olímpia

Endereço: Rua Olimpíadas, 360 – Vila Olímpia – São Paulo – SP

Horário: das 19h às 22h

Tags, , , , , ,

Empresa líder em soluções para empregabilidade chega ao Brasil

A Symplicity, empresa norte-americana especialista em soluções para empregabilidade, inicia suas atividades no Brasil. A companhia entra no país “pelas mãos” do Grupo A Educação, uma holding de soluções educacionais, que também representa a Blackboard no Brasil (tecnologia para educação), e que criou a SAGAH (soluções educacionais integradas).

A Symplicity traz ao mercado uma plataforma que une empregadores em potencial, com estudantes em busca de uma oportunidade, cujo principal diferencial é a geração de indicadores relevantes de empregabilidade. “O momento é crítico para o mercado educacional brasileiro, dominado por instituições privadas que, em meio à crise gerada pela redução do FIES, se viram obrigadas a entrar numa disputa acirrada para atrair e reter os estudantes. Com essas informações geradas pela plataforma a instituição de ensino se destaca, pois se aproxima mais dos seus alunos e os fideliza, além de o ajudar a entrar no mercado de trabalho e/ou a encontrar uma oportunidade onde ele possa ter um salário melhor”, afirma Bruno Weiblen, diretor comercial do Grupo A.

Outra vantagem, é que as estatísticas geradas pela plataforma ajudam a instituição a adaptar sua matriz curricular para atender àquilo que o mercado realmente procura. “Geralmente a universidade se pauta pelas diretrizes nacionais do Ministério da Educação (MEC), e pelos indicadores que ele divulga: performance do aluno em testes como o ENADE, e qualificação docente. Falta para ela, dados concretos que mostrem se ela está no caminho certo quando o assunto é formar estudantes para o mercado de trabalho, o que, na verdade, é o objetivo principal do seu negócio. Nos EUA utilizar estatísticas de empregabilidade já é uma prática comum, inclusive para instituição conseguir se habilitar para o crédito estudantil governamental. E queremos trazer esse benefício também para o mercado brasileiro”, enfatiza o diretor.

A Symplicity oferece uma solução em nuvem e tem fácil integração com portais acadêmicos e ambientes virtuais de aprendizagem. Com o objetivo de apoiar o estudante na gestão da sua carreira, orientar com questões comportamentais que podem ajudar no desempenho como profissional, a companhia tem o potencial de alavancar os índices de empregabilidade no meio acadêmico. Líder de mercado nos EUA, onde começou sua atuação em 1997, a empresa atende mais de 1.200 IES, entre elas, a Harvard, Columbia University, UCLA, London Business School, INSEAD, Northwestern University e New York University, em que aproxima mais de 40 milhões de estudantes e empresas.

Tags, , , , , ,

Provider IT realiza programa de trainee para recrutar novos talentos

Marcia Fernandez é coordenadora responsável pela área de Desenvolvimento e Atração da Provider IT

Marcia Fernandez é coordenadora responsável pela área de Desenvolvimento e Atração da Provider IT

A Provider IT, uma das principais consultorias e provedoras de serviços de TI do país, promove regularmente um Programa de Trainee, iniciativa que vem sendo muito bem sucedida e uma porta de entrada para novos talentos na empresa. Neste ano de 2017, durante todo o mês de março, nove jovens profissionais – entre recém-formados ou alunos do último ano da universidade – receberam uma preparação técnica com o objetivo de aperfeiçoar seus conhecimentos para serem integrados às equipes de projetos em andamento na companhia, especialmente relacionados à tecnologia da informação aplicada às indústrias de Bancos e Finanças e Seguro e Saúde.

“A Provider IT acredita no sucesso desta troca entre a companhia, que investe no desenvolvimento de seus trainees, e os novos profissionais, que ganham conhecimento e experiência com a proposta de seguirem carreira na empresa. Este programa conta com um processo de busca por profissionais que, além de boa base técnica, identifiquem-se com os valores da empresa, fortalecendo assim a cultura organizacional”, explica Marcia Fernandez, coordenadora responsável pela área de Desenvolvimento e Atração da Provider IT.

O programa da Provider IT foi criado em 2015 com o objetivo de desenvolver e iniciar talentos em uma projeção profissional, oferecendo oportunidade para que os profissionais no começo ou mudança de carreira tornem-se mais preparados para o mercado de trabalho. O resultado vem sendo muito positivo no que diz respeito ao amadurecimento dos participantes do programa dentro da área que atuam. Em menos de dois anos, mais de 30 trainees já foram contratados pela companhia, distribuídos em diversas equipes da área técnica.

Ao impulsionar esses profissionais na direção de uma base sólida e capacitação voltadas para as necessidades de mercado, a Provider IT procura complementar a formação e a base de conhecimento de novos talentos. “A experiência é sempre muito rica tanto para a organização quanto para as equipes. As novas gerações contribuem com ideias surgidas no dinâmico ambiente acadêmico e os profissionais seniores com a experiência, fortalecendo as equipes e promovendo as melhores soluções e projetos”, ressalta a coordenadora.

Atuando desde 1996, a Provider IT consolidou-se como uma das mais importantes consultorias de TI para o setor de seguros, mantendo desde a sua fundação clientes líderes de mercado. A companhia vem expandindo sua oferta para beneficiar grandes empresas de diversas indústrias. Com um time altamente qualificado de 400 profissionais, a Provider IT oferece atendimento ágil, soluções inteligentes e personalizadas, alinhadas às demandas digitais. Com sedes no Rio de Janeiro e em São Paulo, a Provider IT atende companhias de médio e grande porte, em todo o Brasil.

Tags, ,

Unisys lança Programa de Trainee internacional para as áreas de Cloud Computing e Consultoria

A Unisys Brasil,em parceria com a Cia de Estágios, lança seu novo Programa de Trainee, o Eagles Trainee Program, com vagas para a operação da companhia em São Paulo. As oportunidades são direcionadas para graduados entre dezembro de 2015 e junho de 2017, nos cursos de Engenharia da Computação, Ciências da Computação, Matemática, Estatística e outras áreas correlatas à Tecnologia da Informação.

As inscrições tiveram início no dia 03 de abril e podem ser feitas somente pelo site: www.ciadeestagios.com.br/unisys.O prazo final para registro dos candidatos vai até o dia 07 de maio.

“Estou muito entusiasmada em lançar esta iniciativa começando pelo Brasil, por tratar-se de um mercado no qual a Unisys está investindo nas áreas de Cloud Computing e Consultoria de TI para o crescimento e a diversificação de seus negócios”, explica Laura Lafayette, Diretora Sênior de Recursos Humanos da Unisys para América Latina.

“O Programa de Trainee é importante porque desenvolve e capacita os profissionais contratados para que possam trilhar uma trajetória de sucesso na indústria de tecnologia. Trata- se de uma oportunidade muito interessante para os candidatos, por prever uma experiência internacional que os concederá ainda mais bagagem para o início de suas carreiras”, completa Laura.

O processo de seleção será realizado em cinco etapas:

1- Inscrições online pelo site www.ciadeestagios.com.br/unisys

2- Testes online de inglês e raciocínio lógico;

3- Dinâmica de grupo;

4- Painel com o Board da Unisys

5- Entrevistas individuais com os finalistas.

Ao fim do processo seletivo, dois profissionais serão contratados pela Unisys Brasil. Os candidatos finalistas terão os currículos cadastrados no banco de talentos da empresa, para que possam participar de oportunidades futuras. Para mais informações, basta acessar o hotsite www.ciadeestagios.com.br/unisys.

Tags, , , ,

O conceito de Digital Workplace pode levar a uma jornada de trabalho mais curta?

Dias de trabalho mais curtos dificilmente acontecem na rotina corporativa. Pelo contrário: é comum que o dia a dia das empresas se transforme em um modelo de “sempre disponível”, em que seus funcionários ficam “de plantão”, podendo ser contatados a qualquer momento por meio de smartphones e laptops, independentemente do horário de trabalho oficial. Segundo uma pesquisa do Instituto Gallup feita em 2014 nos Estados Unidos, a média semanal é de 47 horas trabalhadas. Ainda assim, um alto número de horas trabalhadas não está relacionado à alta produtividade. Na verdade, percebeu-se um claro declínio de produtividade à medida que aumentou o número de horas trabalhadas.

Então, um dia de trabalho mais curto seria uma inovação na vida empresarial. Mas será que um número menor de horas trabalhadas poderia manter os negócios tão produtivos quanto as 40 ou mais horas semanais padrão? Isso poderia levar a uma inovação nos modelos de negócio? E será que esta inovação não pode ser alavancada pelo conceito de digital workplace, ou seja, uma maior mobilidade e trabalhos realizados remotamente? E será que estes smartphones e laptops pessoais, até então responsáveis por colaboradores ligados 24 horas em seus trabalhos, não permitiriam justamente uma jornada de trabalho mais curta?

Fomentando a inovação para otimizar a produtividade

A BroadSoft acredita que sim. A companhia é líder mundial em serviços de comunicações unificadas na nuvem, tem como clientes 26 das 30 maiores operadoras de telecomunicações (telcos) do mundo e acredita na expansão da comunicação unificada mundialmente e no território nacional. Esta ‘comunicação unificada’ representa perfeitamente o conceito de digital workplace, mobilidade e trabalhos remotos.

A empresa oferece soluções de Comunicações Unificadas na Nuvem (UCaaS) para o segmento corporativo. Por meio de um único aplicativo instalado no PC e no celular, usuários podem usufruir de uma experiência de voz totalmente integrada entre estes dispositivos e também entre seu ramal PABX e suas ferramentas de colaboração do trabalho (chat corporativo, áudio e vídeo conferencia, compartilhamento de arquivos e de tela etc).

“Dispor do seu ramal do PABX do trabalho “tocando” no seu telefone celular em horários determinados por você, e ferramentas de colaboração corporativa como chat, áudio e vídeo conferência também disponíveis no celular, permitem ao usuário uma experiência de mobilidade e flexibilidade inédita no mercado brasileiro”, explica Tábata Romero, Diretora de Go-To-Market da BroadSoft para Brasil e América Latina.

Colaboradores no Brasil da BroadSoft, cuja sede fica em Washington, DC (EUA) trabalham em sistema remoto, comprovando a eficácia da solução.

E como anda o Digital Workplace no Brasil?

A adesão das empresas aqui no Brasil à prática do home office está progredindo. É o que mostrou uma pesquisa divulgada neste ano, realizada pela SAP Consultoria RH. O estudo ouviu mais de 300 companhias de diferentes segmentos, entre setembro de 2015 e março deste ano e apontou que 37% das corporações do país já permitem que os funcionários trabalhem de casa. O número é maior do que o registrado em 2014, quando a primeira edição do levantamento foi realizada.

A pesquisa apresentou três movimentos distintos de crescimento da prática em comparação ao estudo de 2014:

50% de aumento no número de empresas que estão implantando a prática;

15% de aumento no número de empresas que estão estudando a implantação da prática;

28% de aumento na formalização da prática.

Basicamente, o digital workplace permite maior economia para a empresa e menos desgaste ao colaborador, que não precisará se preocupar com deslocamentos de trânsito – problema das grandes metrópoles mundiais. Paralelamente, por meio da inovação, pode propiciar maior produtividade à companhia e encurtar a jornada de trabalho do colaborador.

Tags, ,

Pesquisa revela os principais desafios e tendências de RH para 2017

A consultoria organizacional global Korn Ferry (NYSE:KFY), por meio da divisão Hay Group, voltou a campo para produzir a pesquisa anual de Tendências e Práticas de Recursos Humanos. O estudo, que conta com a participação de 309 empresas, expõe os principais desafios, sobretudo dentro da área de RH, nas organizações para o ano de 2017.

Dentro de um cenário econômico brasileiro um pouco menos hostil, o estudo mostra que mais da metade das empresas respondentes (52%) acreditam que as perspectivas macro de negócios serão melhores este ano do que foram em 2016. “Dessas organizações mais otimistas, 60% esperam que os seus faturamentos sejam maiores em relação ao ano passado, mesmo que apresentem crescimento de apenas um dígito”, afirma Lucimar Carvalho, gerente da Korn Ferry Hay Group.

A pesquisa apresenta, ainda, que os principais desafios para a área de Recursos Humanos serão atrair, reter e desenvolver talentos com orçamentos cada vez menores. Em 2016, por exemplo, 62% das empresas reduziram seu orçamento em RH. Para esse ano, 71% reportaram que deverão manter ou diminuir os seus orçamentos na área.

“Além disso, 86% das empresas continuam com problemas de atração e retenção nos níveis profissionais e técnicos, o que indica uma falta de mão de obra mais especializada no mercado brasileiro. Em paralelo, ressalta uma cultura, especialmente dentro das organizações brasileiras, de não desenvolver e/ou reter talentos”, ressalta Lucimar.

A boa notícia, especialmente para os profissionais, é que apenas 38% das empresas ainda planejam medidas de contenção de custos trabalhistas. Ou seja, diferentemente do que aconteceu em 2016, haverá menos demissões em massa e ajustes em pacotes de benefícios. Além disso, 27% das organizações prometem que aumentarão seus quadros de funcionários para este ano.

Em contrapartida, 25% das empresas analisadas ainda deverão efetuar ajustes em suas estruturas de colaboradores para 2017 – 47% delas diminuíram também em 2016. “Algumas dessas empresas estão dentro de setores que vêm sofrendo um pouco mais por conta da crise, como, por exemplo, os segmentos de construção civil, indústria e serviços”, finaliza Lucimar.

Prioridades de Recursos Humanos para 2017

– Treinamento & Desenvolvimento da Liderança: 59%;
– Dimensionamento da Estrutura: 32%;
– Gestão de Desempenho/ Competências: 30%;
– Atração e Retenção: 29%;
– Clima: 26%

Tags, ,

Transforme seus empregados em donos

Por Javier Kreiner, Head of Data da CargoX

Faça de seus colaboradores donos de sua empresa. É isso mesmo! Você não leu errado e pode ficar despreocupado, você não está lendo nenhuma propaganda de algum sindicato qualquer. Alguns dos maiores líderes de empresa do Brasil seguem esse raciocínio, um exemplo é Jorge Paulo Lemann, que tem como pilares de suas empresas sempre dar espaço para as pessoas boas e comprometidas, permitindo assim que elas construam e cresçam dentro da organização. Um dos maiores sócios dele, o carioca Marcel Telles, começou trabalhando para Lemann, no Banco Garantia, como office boy, a posição mais júnior das empresas. Ele se destacou, contribuiu e subiu nos cargos. Anos depois ele acabou virando sócio do banco e um dos homens mais ricos do Brasil. Ele se transformou em dono.

Estabelecer os incentivos corretos é fundamental para o sucesso de uma companhia. Isso ajuda a separar as empresas que fazem sucesso daquelas que veem o seu valor estagnar ou mesmo cair. Um dos fatores determinantes é o engajamento da força de trabalho. Um estudo da Aon Hewitt que analisou 6,7 milhões de colaboradores e 2.900 organizações no mundo inteiro identificou que as corporações que apresentavam, no período analisado, alto grau de engajamento, tiveram um retorno 22% superior à média do mercado, enquanto aquelas nas que o engajamento era baixo performaram 28% abaixo da média. Não há dúvidas, então, que estamos na presença de um efeito fundamental.

É preciso saber, também, como é gerado esse engajamento que faz uma diferença tão grande nos resultados. Um elemento chave é a mentalidade de dono, na verdade, dos diversos donos: dono das responsabilidades, dono de missões relevantes, dono dos sucessos e reconhecimento, dono do orgulho de pertencer a uma empresa bem-sucedida e ter ajudado na sua criação. Em última instância ele será dono de parte dos lucros, ou mesmo de parte da empresa.

Esse conceito foi entendido não só pelos grandes empresários brasileiros, mas é pedra fundamental da cultura no Vale do Silício. Os sofisticados investidores dessas terras colocam como requerimento essencial, para realizar um investimento, que a empresa aportada reserve uma parcela de ações para seus empregados. A motivação para essa exigência é o aumento do valor da companhia, pois reter e incentivar as pessoas certas determina o destino do empreendimento.

Embora a participação acionária ou nos lucros seja um elemento importante, nos últimos anos um crescente número de estudos vem demonstrando que o sentido de propriedade não é determinado só por isso. Os elementos ‘soft’ ou psicológicos são tão importantes quanto. Os colaboradores têm que ter liberdade e influência na resolução dos problemas e melhoria dos processos relativos à própria atuação. Os projetos e as ideias devem ser estimulados e as conquistas reconhecidas, sem isso nenhuma empresa chega a lugar algum.

Quando essa responsabilidade é designada aos colaboradores, quando se esperam grandes coisas das pessoas e elas são devidamente recompensadas por um trabalho bem feito, se inicia um círculo virtuoso que leva ao sucesso. Então sim, converta os empregados em donos. Converta a sua empresa numa plataforma para que eles virem donos do próprio destino.

Tags, ,

Geração Y – Desafios e anseios na era das startups – Por Guilherme Junqueira

A geração Y, também conhecida como Millennials ou Geração da Internet, se refere as pessoas nascidas após os anos 80. Esses jovens vivenciaram a revolução tecnológica que ocorreu no mundo e a explosão da internet. Conectados, engajados, impacientes e preocupados em mudar o mundo ao seu redor, essas pessoas não ficam “acomodadas” e buscam desenvolver suas realizações. Dessa forma, descartam empregos que não consideram tão interessantes e procuram conciliar gostos pessoais com a profissão.

Por isso, muitos deles optam por trabalhar em startups, que são empresas que buscam inovar em seus serviços ou produtos e possuem um grande apelo tecnológico. Boa parte dos CEOs das startups brasileiras também fazem parte dessa geração e isso se reflete na cultura no ambiente profissional. Os Millennials não querem mais aquele trabalho monótono e sem novidades, como os empregos tradicionais, e estão migrando cada vez mais para startups pelas possibilidades de desenvolver sua carreira, aprender múltiplas funções e participar ativamente de seu crescimento.

Um dos benefícios desse tipo de empresa é a cultura que foca na meritocracia, que é o reconhecimento de acordo com as metas batidas. É um ambiente de constante melhoria e desenvolvimento pessoal. Além disso, as startups se empenham para que o clima do escritório seja agradável adotando alguns benefícios, como o No Dress Code (liberdade para trabalhar com a roupa que quiser, em alguns casos até calçando chinelos), horários flexíveis, convênios com academias, momentos de descontração (happy hours, sinuca, fliperama), menos burocracia, autogerenciamento, guloseimas e, dependendo do desempenho do colaborador, ele pode até receber ações da empresa. Para quem sonha em empreender, é um ambiente perfeito para aprender todos os processos com a gestão focada em resultados.

Para os jovens que pensam em trabalhar com esse segmento, as startups procuram pessoas “fora da curva”. Isso não quer dizer que eles procuram gênios da engenharia, nada disso! É preciso mostrar engajamento, criatividade na resolução de problemas, empreendedorismo e, é claro, habilidades técnicas no que se propõe a trabalhar.

Se você tem essas características, trabalhar em uma startup pode ser seu caminho para sucesso!

Guilherme Junqueira, CEO da Gama Academy, escola de transformação tecnológica que cria programas educacionais para os profissionais do futuro.

Tags,

Outplacement: como esse processo tem salvado executivos brasileiros

A atual crise econômica brasileira, que se instalou no país de forma brusca e inesperada em 2015, é considerada por economistas como a pior crise da história do Brasil. Com uma estimativa de, no mínimo, cinco anos para se recuperar, o país terá 27% de suas empresas jovens e de marcas não consolidadas fechando no primeiro ano de vida. Apesar de melhoras nos dados macroeconômicos apresentados já no início de 2017, a retomada do emprego parece que não vai vir da maneira rápida e energética que muitos gostariam, portanto a reconstrução do país está apontando para acontecer de forma gradual e vai depender de muitas variáveis que estão em pauta como reforma da previdência e eleições presidenciais em 2018, sem contar o rumo da economia internacional com muito foco na China e na administração do Donald Trump, que começou há pouco ditar o tom do quem por aí nos Estados Unidos.

William Monteath, diretor da DNA Outplacement no Brasil, parte do grupo, também presente no Chile, Peru e Estados Unidos, comenta a atual situação empregatícia no Brasil “Sem renda e sem receita, o profissional algumas vezes até tem uma boa reserva, mas na maioria das vezes, pouco capital sobrando e alto padrão de vida para manter. Filhos na escola e inumerável lista de contas para pagar, pode ser mais difícil para um executivo ficar desempregado, do que para um profissional de cargo mais baixo na empresa. Essa é a preocupante realidade que muitos gestores brasileiros estão vivendo atualmente”, diz.

Ex-headhunter com mais de 10 anos de experiência no mercado brasileiro e latino americano, William afirma que a principal diferença e o que torna ainda mais difícil para esses gestores, é o fato de estarem competindo com profissionais altamente qualificados “O profissional não está sozinho. Assim como ele, que tem mestrado, MBA, outros idiomas e experiência em grandes multinacionais, os outros também tem”, comenta “Por isso a DNA decidiu expandir para o Brasil com a nossa área de Outplacement. Com a crise brasileira, os profissionais brasileiros estão realmente precisando de toda ajuda que puderem conseguir”, explica.

O Grupo DNA é uma multinacional originária de Santiago, no Chile, com escritórios de Outplacement no Peru, Estados Unidos, e agora no Brasil. O diferencial da DNA é que alia nos programa de Outplacement no Brasil a experiencia e a participação ativa de headhunters, coaches e diretores de empresas, além de terem um inovador programa internacional, para profissionais que buscam carreira no exterior.

De acordo com o especialista, duas mudanças são inevitáveis quando um profissional de alto calão se vê desempregado “Primeiro é cortar gastos. Para quem não está acostumado a economizar, pode ser difícil, principalmente quando há outros membros da família. Isso vale desde viagens ao exterior até o happy hour da sexta. Todos os supérfluos, mesmo que pequenos, somam no fim do mês. E o segundo é, definitivamente, tentar aumentar ao máximo o networking. Ser ativo nas redes sociais, principalmente nas que agregam valor profissional, como o LinkedIn”, aconselha Monteath.

Segundo William, esse profissional pode ter algumas outras opções, como empreender, investir em franquias ou virar consultor “Mas não é o mais recomendável. Com a instabilidade da crise, fazer grandes investimentos pode piorar a situação. O ideal é tentar voltar ao mercado de trabalho e garantir novamente a estabilidade de antes”, afirma.

Outplacement é um processo de reinserção no mercado de trabalho, onde o profissional recebe ajuda de coaches especializados em transição de carreira, sobre como elaborar o currículo, se portar em entrevistas, o que dizer, como agir, além de um auxílio na procura de empregos “Na DNA, além disso, nossos clientes também já trabalham com headhunters e diretores de empresas. É uma ajuda de diversos profissionais, que trabalham anos do outro lado da mesa e que realmente faz a diferença”, finaliza o diretor.

Tags, , , ,

SheWorks! é a primeira e única plataforma digital para mulheres que conecta profissionais ao mercado de trabalho

lcstrip_81809_0_full

A SheWorks!, primeira e única plataforma on-line a utilizar a tecnologia em nuvem daTransparent Business para conectar mulheres em busca de oportunidades de emprego flexíveis, foi apresentada ontem na Cúpula Mundial dos Princípios do Empoderamento das Mulheres. A tecnologia combina inteligência artificial e algoritmos que permitem a pesquisa de talentos, baseados em experiências e habilidades,com ferramentas de gerenciamento de trabalho remoto para conectar profissionais mundialmente em busca de oportunidades de emprego flexíveis e na nuvem.

Calcula-se que 43% das mulheres americanas deixam suas carreiras ao tornarem-se mães para se dedicarem aos cuidados de filhos, em virtude, principalmente, de modelos de trabalho inflexíveis. A SheWorks! ajuda mulheres profissionais a encontrarem oportunidades flexíveis de trabalho à distância, ao mesmo tempo em que permite às empresas encontrar talentos qualificados e contratarem facilmente profissionais pré-selecionadas de qualquer lugar do mundo.

Ao mudar a forma de encontrar um talento e ao eliminar barreiras geográficas no mercado de trabalho, a plataforma também contribui para a redução da desigualdade de gênero, ajudando mulheres em todo o mundo a se tornarem economicamente independentes. “Nossa visão tem impacto social em vários níveis: nos países, ajudando a reduzir o desemprego e a incrementar o PIB; na vida das mulheres, que por meio da tecnologia são empoderadas ao acessarem treinamentos digitais, permitindo-as crescer profissionalmente; e nas empresas, que poderão contar com diversas equipes, captar o melhor talento do mundo e colaborar on-line, como se trabalha na economia digital”, afirmou Silvina Moschini, fundadora e CEO da SheWorks!.

“Estima-se que US$ 17 bilhões sejam perdidos em nível global como resultado do gargalo de gênero e que mulheres abandonem seus empregos por falta de opções flexíveis, transparentes e viáveis de trabalho. O mundo precisa de soluções inovadoras para transformar o mercado de trabalho e é isto o que criamos com a SheWorks!”. A SheWorks! conecta mulheres profissionais apostos de trabalho flexíveis, que se adaptam às suas vidas, ao mesmo tempo em que ajudam empresas a expandirem seu canal de diversidade e a gerenciarem suas equipes remotas de forma eficiente”. ­­­­­

Em 2020, cerca de 50% da força de trabalho será remota. Os objetivos da SheWorks! estão totalmente alinhados à abordagem da Women’s Empowerment Principles Forumde 2017, cujo tema é o “Empoderamento Econômico no Novo Mundo do Trabalho”.

Este evento, atualmente em sua sétima edição, é uma convocatória conjunta da Fundação da Câmara de Comércio dos Estados Unidos, do Escritório das Nações Unidas, da ONU Mulheres e da ONU Global Compact (UNGC). A Cúpula abordará as maneiras como a comunidade empresarial e os governos podem desempenhar um papel fundamental como defensores do empoderamento de mulheres e meninas. Também vai abordar formas sobre como medir os resultados de iniciativas para apoiar mulheres e meninas e como usar os dados para impulsionar o discurso e a ação.

O encontro acontece durante a reunião da Comissão do Estatuto da Mulher (CSW, na sigla em inglês), principal órgão intergovernamental mundial dedicado exclusivamente à promoção da igualdade entre os gêneros e o empoderamento da mulher da ONU. O tema para a sexagésima primeira sessão do CSW é o empoderamento econômico das mulheres no mercado de trabalho em transformação, o que coincide com o objetivo da SheWorks!.

Durante seu pré-lançamento, a SheWorks! trabalhou com clientes de alto nível, incluindo a Univisión, a Criteo e a MasterCard; formou alianças com organizações multilaterais, como o Banco Interamericano de Desenvolvimento e o Fundo Multilateral de Investimentos; ONGs,como a Vital Voices Argentina e Miami; empresas, incluindo a Cisco Systems e a Microsoft, startups de educação on-line, como a Platzi e Crehana; também estabeleceu parcerias com os governos do México, Argentina, República Dominicana e Colômbia, onde o programa será implementado durante o ano de 2017. Além disso, empresas líderes na área criativa, como a DDB Latina, Alma e LLORENTE & CUENCA uniram-se à iniciativa para liderar a estratégia de comunicação destinada a empoderar mulheres em todo o mundo.

Tags, , ,

O papel do RH nas empresas do futuro – Por Claudia Santos

O cenário futuro é desafiador para as empresas, e se reestruturar já não basta para as que querem ser competitivas: é preciso haver um alinhamento na cultura organizacional com a estratégia de negócio. Mas será que as companhias sabem qual a sua estratégia? Elas têm uma? Seus líderes estão conectados com a estratégia? Sua equipe possui as habilidades, atitudes e competências para enfrentar o momento desafiador que está chegando?

Quando falamos em alinhamento entre a cultura organizacional e a estratégia, falamos sobre rever o aspecto estrutural das organizações. Ou seja, a gestão deve ser mais horizontal e com menos níveis hierárquicos. A empresa do amanhã tem que viver, de fato, o seu DNA e a sua proposta de valor. Do contrário, será mais uma nadando no oceano vermelho, e não no azul.

Uma organização que foca e revê os seus propósitos e cria conexão direta com os propósitos dos seus colaboradores faz com que a sua equipe seja engajada. Somente com metas e processos definidos, é possível traduzir a estratégia para a força de trabalho e, consequentemente, melhorar a eficiência operacional.

A empresa do futuro não terá hierarquia, mas sim heterarquia – uma estrutura informal que muda conforme a necessidade e que, para funcionar, exige que todos os colaboradores sejam importantes. Assim como o cérebro humano não é hierárquico, as diferentes áreas e capacidades são recrutadas em combinações diferentes, conforme a tarefa. Nas organizações sistêmicas e criativas, todas as pessoas têm valor e o que as rege não é o cargo, mas sim a responsabilidade enquanto liderança mais fluída.

As companhias precisam compreender, desde já, que é necessário estabelecer um ambiente colaborativo capaz de estimular a criação e a inovação. E isso só é possível em uma cultura justa e de confiança, descentralizada, sem barreiras hierárquicas, em que se permita o erro como parte do processo evolutivo e de aprendizado.

Sabemos que a internet das coisas e a inteligência artificial já estão entre nós e ocuparão cada vez mais o papel trabalho humano, sendo a nova mão de obra para fins operacionais dentro das organizações. Organizações que, por sua vez, precisarão tornar seus processos cada vez mais eficientes, dinâmicos e ágeis, para atender tanto a velocidade oriunda dessas tecnologias quanto a pressão do mercado consumidor.

O fato é que o capital humano sempre será o motor competitivo das companhias, e esse motor só girará com força total, com um RH estratégico e inovador. O talento, a energia, o insight e a oportunidade estarão cada vez mais centrados nas pessoas. Afinal, é delas que surgem as ideias, são elas o melhor sistema de alarme e todos os riscos e todas as oportunidades estarão na força do trabalho.

A empresa é um sistema e, como tal, deve haver congruência da teoria com a prática, do que se prega como valor, propósito, missão e visão com o que se vê no dia a dia. Os colaboradores serão diferenciados somente se forem tratados como seres humanos integrais, se a companhia demonstrar que confia neles e os reconhece. Desse modo, os membros das equipes darão mais de si no trabalho e toda energia, imaginação e ideias ficarão disponíveis para todos na organização. Se um colaborador se perguntar “por que devo me dedicar a um sistema que não se preocupa comigo?”, a empresa não estará preparada para ser competitiva e para esse futuro interdependente. Pois todos sabemos que Independência hoje e no futuro é morte!

O seu RH e a sua empresa estão preparados para sobreviver nesse cenário novo que o século 21 está exigindo ou ainda estão operando no século passado? Que tal começar a criar equipe engajadas e um capital social na sua companhia?

Claudia Santos, especialista em gestão estratégica de pessoas, coach executiva e diretora da Emovere You

Tags, , , ,

52% das empresas brasileiras não têm programas de igualdade entre mulheres e homens, segundo estudo da Amcham

Pesquisa da Amcham (Câmara Americana de Comércio) com 350 altos executivos e executivas aponta que 52% deles consideram que as empresas não têm programas formais de igualdade entre homens e mulheres ou ação de incentivo à equidade de gênero. Na sondagem realizada em outubro de 2016, 48% dos entrevistados revelaram ter um programa estruturado de igualdade de gênero. Desse universo, 63% avaliaram os resultados de incentivo à igualdade como “regulares”, com mudanças pontuais na cultura da empresa. Só 19% dos respondentes se disseram satisfeitos com as ações e estágio atual dos respectivos programas de equidade. Os entrevistados são, na sua maioria, gestores de recursos humanos de empresas dos mais variados portes e segmentos. Para 76% deles, as empresas ainda não tratam homens e mulheres de forma igualitária na estrutura organizacional e de gestão. Só 24% deles avaliam de forma satisfatória a temática e tratamento de gênero na sua companhia.

Na avaliação de 80%, a diferença de tratamento é percebida em maior escala na promoção de novas lideranças, com maior número de homens em nível gerencial. Outros 12% consideram a seleção o momento de maior diferenciação, com maior preferência por gênero e não por competência. E 8% apontam o estágio do desenvolvimento, com investimentos em treinamento desigual entre sexo na companhia.
Para promover em maior nível a equidade de gênero, existem três aspectos prioritários a serem trabalhados: (47%) financeiro, igualando salários e benefícios entre gêneros do mesmo cargo; (30%) recursos humanos, aumentando o número de mulheres no quadro de funcionários; e (23%) jurídico, igualando diretos e benefícios independente de gêneros.

“Quando, para 47% dos empresários, igualar salários entre gêneros ainda é o maior obstáculo, percebemos o quanto falta avançar”, comenta Deborah Vieitas, CEO da Amcham Brasil, e primeira mulher a comandar, em 98 anos, a maior Câmara Americana, entre 114 existentes fora dos Estados Unidos.

Tags, , ,

Executivo do Fórum Econômico Mundial discute a 4ª Revolução Industrial no CONARH 2017

O CONARH 2017, um dos maiores eventos sobre Gestão de Pessoas da América Latina e o segundo maior do mundo, receberá o italiano Paolo Gallo, Executivo Principal de RH do Fórum Econômico Mundial e Membro do Comitê Executivo. O conferencista irá ministrar a palestra “A 4ª Revolução Industrial e a Nova Bússola do Sucesso”, que abordará os efeitos dessa recente e impressionante revolução e como eles mudarão nossas vidas por completo: desde o que fazemos até quem somos e como nos relacionamos. O evento acontece entre 15 e 17 de agosto, no São Paulo Expo.

Formado em Desenvolvimento Organizacional pela Universidade Bocconi, na Itália, Paolo atua na Suíça e já trabalhou em mais de 70 países, passando por organizações como Citigroup, European Bank e Banco Mundial.

As inscrições para o CONARH 2017 já estão abertas, e podem ser feitas no site www.conarh.com.br/ ou pelo e-mail congressista@conarh.com.br.

43º Congresso Nacional sobre Gestão de Pessoas

Data: 15, 16 e 17 de agosto de 2017
Local: São Paulo Expo
Endereço: Rodovia dos Imigrantes, s/n – Km 1,5 – Vila Água Funda

Tags, ,

Startup de Gestão e RH se apresenta na Open Innovation Week

bef06aec-23b0-4b33-ae33-05180dbede01

Frente à natureza tecnológica baseada em People Analytics para atrair e reter talentos, a Pin People participa, pelo segundo ano consecutivo, da Open Innovation Week. Além de promover o encontro e união de startups, grandes empresas e da comunidade científica, o evento incentiva o debate em torno de novas práticas e metodologias pautadas em modelos inovadores de negócio no Brasil e no exterior. O evento está em sua nona edição e acontece na capital paulista.

“Participamos mais uma vez do evento, pois o mesmo nos abriu muitas portas no ano passado. Na ocasião, conversamos com quase 20 empresas de peso e queremos seguir nesse ritmo de novo. Afinal, acreditamos no potencial das conexões entre as comunidades e, por isso, estaremos à disposição, durante todo o evento, para prover conhecimento a respeito no segmento de Gestão e RH no qual atuamos. Temos uma solução poderosa de People Analytics em mãos, que permite o matching entre a cultura e os valores da empresa e do candidato, tanto na fase de contratação, como na etapa de retenção desse talento no dia-a-dia corporativo”, explica Isabella Botelho, CEO da Pin People.

A Pin People participa do evento como uma das 100 Open Startups selecionadas pela Wenovate, organizadora do evento, tendo a oportunidade de se conectar com dezenas de grandes empresas ao longo dos dias 21 e 22 de fevereiro. Na ocasião, os fundadores da Pin People, Isabella Botelho e Frederico Lacerda, apresentarão as soluções baseadas em People Analytics com o objetivo de encontrar novos parceiros para o desenvolvimento de projetos-piloto.

Open Innovation Week 2017

Data: 21 a 22 de fevereiro
Horário: 8h às 19h
Local: Centro de Convenções Rebouças
Endereço: Av. Rebouças, 600 – Pinheiros
Inscrições: http://www.oiweek.com.br/2017/

Tags, , , , ,

Como as redes sociais podem ajudá-lo a conquistar um emprego?

O recrutamento online oferece muitas vantagens para as empresas e para os candidatos, entre elas a agilidade e a assertividade. Mas como utilizar a visibilidade no meio digital em benefício da carreira, inclusive para conquistar um novo emprego?

“As redes sociais são a porta de entrada para se chegar a um candidato. É a primeira fonte de contato e coleta de informações”, afirma Marcelo Braga, consultor de Recursos Humanos e sócio da REACHR, plataforma digital inédita e gratuita, voltada a vendedores e estagiários, que usa algoritmos para analisar dados de candidatos e de vagas e a expertise de headhunters para conectar empresas e pessoas.

Segundo o especialista, entre as informações que os recrutadores costumam buscar nos perfis das redes sociais estão empresa, setor, tempo de experiência, formação acadêmica, idiomas e cargo que ocupa ou já ocupou. Entretanto, apenas a presença em mídias sociais não é suficiente para conquistar essa visibilidade.

“A REACHR é uma plataforma que busca ter claro quais são os objetivos dos candidatos, o seu perfil em todas as frentes, o momento de carreira. Ciente disto, e ciente do que a empresa busca para cada vaga é possível fazer a conexão adequada, gerando assertividade para empresas e para os candidatos. Também é possível fazer diversas comparações de carreira, identificando quais perfis são mais aceitos, quais os aspectos a desenvolver que o profissional deve focar. Estes feedbacks são essenciais para que os candidatos concentrem seus esforços de desenvolvimento onde de fato precisam, evitando dispêndio de recursos financeiros desnecessários”, explica.

Nesse sentido, quanto mais detalhado o perfil online do candidato na plataforma, mais chances existirão de o avaliador tomar a decisão correta. “O cadastro deve ser o mais completo possível, passando por dados cadastrais, acadêmicos, cursos realizados, histórico profissional, mas também deve trazer os objetivos de carreira para o momento, remuneração, aspectos comportamentais, interesses e hobbies”, explica.

Etiqueta digital ‒ Com isso, surge também uma preocupação: até que ponto as postagens nas redes sociais influenciam a opinião/decisão das empresas sobre a contratação ou não de um candidato?

Para o consultor, a não ser que a pessoa tenha um posicionamento muito radical sobre algum assunto e o perfil da empresa seja mais conservador, são raros os casos em que haverá uma pré-seleção. Entretanto, é preciso cautela para não prejudicar a carreira profissional, visto que geralmente o que é publicado torna-se público e em alguns casos não pode ser removido.

“Ter uma noção do que publicar e para quem publicar é importante. Há redes sociais mais voltadas para o trabalho, outras para os amigos. Você pode ainda fazer parte de comunidades especificas. Tudo que é colocado nas redes sociais torna-se público. Nunca sabemos o dia de amanhã. Imagina fazer um comentário grosseiro sobre uma empresa e depois se candidatar para uma vaga na mesma empresa? Portanto, todos devem buscar um uso adequado para os públicos adequados.”

Outro ponto que o consultor aconselha evitar é copiar o job description na descrição das atividades para se parecer mais atrativo para uma vaga. “Mentiras só atrapalham o processo de seleção. O candidato pode avançar uma etapa a mais, pode inclusive ser contratado, mas uma hora a ‘máscara cai’ e ele será prejudicado. Apenas ter informação sobre a empresa ou compartilhar com ela opiniões não é suficiente para se destacar, pode no máximo gerar mais interesse para uma avaliação. O perfil para uma contratação é algo completo, passa pelo aspecto técnico, acadêmico, comportamental, perspectivas futuras, momento atual, remuneração, empatia, fit cultural, etc.”

O uso excessivo das redes sociais é visto como algo negativo pelas empresas? Nem sempre, diz o consultor. “Existem empresas e gestores de todos os estilos e culturas. Sem dúvida para alguns, dependendo de suas crenças, da dinâmica do trabalho, do nível de exposição que o candidato tem e o quanto seu comportamento pode espelhar um comportamento da empresa, pode sim ser visto como prejudicial”, afirma. “Entretanto, em outros casos pode ser visto como positivo. O certo é que cada vez mais empresas autorizam seus funcionários ao usar as redes sociais para o trabalho, inclusive para se relacionar com clientes e fornecedores”, completa.

Saiba mais sobre a REACHR e cadastre-se gratuitamente: www.reachr.com.br

Tags, , , ,

Empresas optam por juniorização como estratégia na crise

Segundo dados da consultoria britânica de recursos humanos Hays em parceria com a ESPM, 20% dos gerentes, analistas e presidentes de empresas instaladas no Brasil chegaram ao final de 2015 desempregados. Em busca de profissionais com mais energia e que demandem menor salário, as corporações estão renovando os cargos de chefia e gerência para profissionais mais jovens. Este processo, conhecido como Juniorização de Empresas, é uma solução prática para reduzir gastos, porém pode ter custos altos quanto se trata de produtividade e qualidade, de acordo com a consultora Carla Beck, diretora da Infinita Engenharia do Potencial Humano.

A juniorização é uma tendência no Brasil e no mundo. No entanto, ao se notar a necessidade de contenção de gastos, não basta renovar o quadro de funcionários, substituindo uma mão de obra cara porém eficiente por um novo colaborador, ágil porém despreparado. Qualquer mudança na empresa deve ser analisada com cautela. Ao se deparar com essa situação, deve-se fazer um levantamento de processos que possam estar impedindo o bom andamento da companhia.

Em algumas empresas, esta análise profunda pode alertar a necessidade de uma atualização dos processos internos, ou até problemas logísticos. Entretanto, se o caso for o quadro de funcionários, deve-se analisar a produtividade de cada colaborador: quanto ele custa e quanto ele agrega valor? \”Em certos casos, não é necessário demitir, e sim reavaliar as funções desempenhadas, levando em consideração uma possibilidade de trocar o profissional de área\”, afirma Carla Beck.

Na situação, porém, da necessidade da renovação de parte do quadro de funcionários, a consultora alerta: a mudança deve ser feita de forma gradual e estratégica. Os novos profissionais, principalmente que assumirão cargos de liderança, devem ser inseridos na organização com acompanhamento e cuidado. Eles chegarão com novo ânimo, novos conhecimentos teóricos e novas ideias, mas devem ser inseridos no fluxo da organização de modo que não comprometam negativamente sua produtividade e qualidade.

Felipe Roca, gerente do Premium Hotel em Campinas, recentemente necessitou reavaliar os processos e funcionários de seu estabelecimento para melhorar a performance, devido ao crescimento de suas vendas e de sua infraestrutura. Para isso, reuniu um comitê estratégico que discutiu e deliberou as mudanças, garantindo um consenso de liderança e direção. No entanto, clareza nos objetivos não é suficiente para mudar. É necessário engajar todo o time. \”Às vezes não sabia o que fazer com determinadas situações, ou seja, precisava de ajuda, por isto optei pela contratação da consultoria, hoje tenho mais sustentação nas tomadas de decisões pois são em conjunto, consequentemente houve melhorias nas habilidades gerenciais, principalmente a confiança e uma visão positiva de futuro para nosso hotel\”, comenta.

“A Infinita é importante no processo pois fornece experiência, conhecimento e direção para a gestão e todo o corpo de liderança. A participação da Carla Beck e Mauro Caramori nos comitês foi fundamental para encorajamento diante das necessidades de mudanças, dúvidas e todo tipo de adversidade que o hotel enfrenta no seu dia a dia. Outro ponto a destacar é o comprometimento com o resultado pois se empenham para que as coisas aconteçam”, completa Roca.

Reestruturar uma empresa em momentos de baixa produtividade não é tarefa fácil, e envolve análise profunda de cada processo, costume ou colaborador. Entretanto, com a atenção e cuidado necessários, pode definir entre o fundo do poço ou um novo começo para a empresa.

Tags, , , , ,

Primeiros meses do ano são bons para buscar novas oportunidades de trabalho

O início do ano é o momento ideal para muitos profissionais buscarem novas oportunidades de trabalho, atingir metas e alcançar novos objetivos na carreira. Muitas empresas utilizam os primeiros meses do ano para avaliar o tamanho da equipe e procurar novos perfis para ajustar o time para os desafios do novo ano.

“É ritual: todo janeiro e fevereiro, as empresas se auto-avaliam e percebem que, passado um ano, continuam com algumas equipes menores do que precisam. Certamente é um momento para ficar de olho nas oportunidades que aparecerem e se preparar para os processos seletivos que abrirão ao longo do ano”, explica Paulo Silveira, sócio-fundador da Alura, instituição de ensino com cursos online em tecnologia.

Para isso, na opinião do especialista, é necessário estar atento às novidades e aprimorar constantemente as habilidades. Paulo explica que cursos livres e pontuais ajudam bastante nessa busca, pois atualiza os conhecimentos e as habilidades, mantendo o profissional sempre alerta às novas tecnologias.

“Quem respira tecnologia sabe que esse estudo acaba se tornando em diversão e uma forma de ser um grande profissional, e não apenas um dever para obter um emprego melhor,” diz.

Caso o profissional deseje ingressar em uma nova área, a dica é procurar as tecnologias mais quentes e demandadas pelo mercado. “É preciso encontrar e focar em algo com o seu perfil e, para isso, você pode se questionar: eu prefiro o lado do design? sou mais curioso em saber como os aplicativos são feitos? quero entender como aumentar minhas vendas online? como posso aprimorar a experiência do usuário em alguma plataforma?. A partir daí, você consegue definir o que precisa estudar para se destacar no mercado de trabalho,” orienta.

Tags, , ,

Atos lista carreiras promissoras em TI para 2017

Não é de hoje que o segmento de tecnologia é visto como um campo de trabalho estável e com boa remuneração. Mesmo num momento de crise econômica, é possível projetar um cenário positivo para o setor nos próximos meses. Segundo dados do Gartner, por exemplo, a expectativa de crescimento para o mercado de TI em 2017 é de 1,6%. Isso significa que existem boas oportunidades de trabalho na área, desde que os profissionais estejam preparados.

Segundo Francisco Fay, diretor de Recursos Humanos da Atos na América do Sul, a carreira que ganha mais destaque no momento na região é a de consultor SAP, em seus diferentes módulos, como Hybris, SD e FI. Além desse nicho, também continua alta a procura por desenvolvedores nas linguagens de programação JAVA e .NET e administradores de bancos de dados. “São áreas nas quais o mercado continua com dificuldade de encontrar mão de obra qualificada”, observa Fay.

No entanto, só capacitação técnica não basta. Para se destacar num ambiente de negócios cada vez mais dinâmico e exigente, o profissional de TI precisa se manter atualizado e também deve desenvolver competências comportamentais, como flexibilidade, autonomia, influencia e colaboração. “Aquele estereótipo do funcionário de TI introvertido, que trabalha isolado é cada vez mais distante da realidade”, analisa o diretor.

A habilidade de se comunicar em outros idiomas é outro predicado fundamental para seguir em frente na carreira. “Inglês e espanhol deixaram de ser um diferencial e passaram a ser uma exigência de mercado, pois temos muitos projetos e clientes internacionais que demandam essa capacidade”, acrescenta Francisco Fay.

Por fim, também devem estar no radar do novo profissional de TI a flexibilidade para se adaptar a cenários de pressão por resultados, que podem demandar jornadas de trabalho com alta demanda de atividades e projetos, por exemplo, ou mesmo para aceitar oportunidades de carreira fora dos grandes centros. “Essa descentralização é uma tendência do mercado e há muitas oportunidades de crescimento para quem estiver disposto a buscar novos horizontes”, finaliza Fay.

Tags, , , , , , , , ,