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5 dicas para um profissional chamar a atenção na Internet

A maioria dos profissionais liberais e autônomos utilizam a Internet para buscar oportunidades e serem encontrados por clientes, mas muitos não estão empregando os recursos certos para isso!

Quando se fala em Internet já se imagina milhões de pessoas conectadas pelo mundo, com muitas informações circulando. Mas como ser encontrado nessa multidão de IPs e, ainda, dizer algo notável no meio de tantas informações?

Foi pensando nisso que o doutor Paulo Salem – criador do Liberalis – desenvolveu o site que ajuda profissionais liberais e autônomos a encontrarem oportunidades e, principalmente, a serem achados por elas. No Liberalis o profissional pode criar seu site profissional individual, com o seu nome no próprio endereço da página, utilizando vários recursos gratuitos ou pagando só 15 reais por mês pela versão completa. A ideia é que qualquer pessoa tenha a sua página profissional e faça dela o seu melhor cartão de visitas virtual.

Porém, como qualquer ferramenta na Web, ela precisa ser bem utilizada para ser eficaz. Mesmo com tantas facilidades técnicas, muitas pessoas se esquecem ou menosprezam detalhes básicos que ajudariam, e muito, na sua visibilidade digital. “Tenho observado que muita gente tem deixado de colocar coisas essenciais, inclusive – inacreditável – o nome!” afirma Paulo. Foi com esses dados em mãos e aproveitando a crescente procura pelos serviços do site, que Paulo separou algumas dicas importantes para aumentar a visibilidade do profissional na rede:

1. Dê (muitas) informações corretas. Quanto mais informações houver na sua página, mais fácil ficará para os clientes potenciais lhe encontrarem para resolverem problemas específicos. Lembre-se que as pessoas muitas vezes usam termos de buscas surpreendentes e às vezes nem sequer sabem exatamente o que querem. Por exemplo, uma pessoa que deseje resolver suas crises de ansiedade possivelmente buscará por informações relacionadas aos seus sintomas na Internet, e não necessariamente por um psicólogo. Porém, se um psicólogo tomou o cuidado de mencionar que é capaz de tratar o transtorno, o paciente talvez o encontre e, eventualmente, o consulte. Clientes do Liberalis já nos contaram que foram contatados por questões muito específicas, como o título de uma monografia colocada no portfolio de trabalhos!

2. Acrescente conteúdo periodicamente (em blogs, por exemplo). O próprio Liberalis dá a oportunidade de ter um blog exclusivo no qual o profissional pode escrever artigos ou comentar assuntos relacionados a sua profissão. Esse conteúdo regular tem vários propósitos. Primeiramente, ele mostra aos visitantes do site que o profissional sabe do que está falando e preocupa-se com seu ramo. Em segundo lugar, ele mantém os visitantes interessados, retornando sempre ao site e talvez algum dia contratando-o. E, finalmente, quanto mais conteúdo, maior a chance de ser encontrado numa busca orgânica do Google, pelos mesmos motivos do ítem acima.

3. Monitore os acessos. Fique ligado nos acessos que a sua página vem tendo. Isso sinaliza o sucesso ou o baixo desempenho das suas ações virtuais. Existem ferramentas gratuítas que ajudam nesse ponto. O Liberalis já inclui um monitor simples de acessos e visitantes, mas existem outras opções mais sofisticadas, como por exemplo o Google Analytics. Se o site estiver com poucos acessos, significa que está na hora de acrescentar mais conteúdo, divulgar melhor com os colegas e amigos, e talvez fazer uso de publicidade. A qualidade do site é importante para trazer mais acessos, mas não apenas por causa das buscas feitas por clientes. No Liberalis, por exemplo, damos destaque na nossa home page aos sites mais bem acabados e completos, que apenas por isso acabam tendo muito mais acessos. Pense bem: se você fosse um portal como o Liberalis, ou um buscador como o Google, você não iria tentar colocar os melhores sites na sua vitrine?

4. Faça uso da publicidade online. Há várias maneiras de utilizar-se a publicidade online, e há vários preços bem acessíveis para isso também. Por exemplo, é possível anunciar tanto no Google (AdWords) quanto no Facebook. Normalmente paga-se bem pouco por cada clique no anúncio (em torno de R$ 0.50) e pode-se focá-lo em clientes específicos, como pessoas buscando por, digamos, advogados. Mas atenção, não basta anunciar o seu site e achar que todos que clicarem nos anúncios se tornarão clientes: uma vez que a pessoa encontre o site, é preciso que ele esteja bem arrumado para motivá-la a contratar o profissional. Caso contrário, o dinheiro colocado em anúncios será jogado fora e não se converterá em negócios. No Liberalis, temos uma forma sutil de publicidade paga: os assinantes Premium são colocados em destaque dentro do nosso diretório de usuários em suas respectivas categorias profissionais.

5. Destaque-se da crescente concorrência, mas com decoro. Fique atento aos seus concorrentes e faça melhor. Coloque fotos atuais e de acordo com a imagem que queira passar. Se você é especialista em algo difícil de se encontrar, tenha certeza de divulgar o fato. Se tem algo novo a dizer, escreva um artigo e coloque online. Se formou-se numa universidade de prestígio, coloque no seu currículo. Faça do seu nome a sua MARCA. Contudo, mantenha sempre a sobriedade e o decoro. Não gabe-se das coisas, apenas relate os fatos concretos que o destacam dos demais. Além de ser uma demonstraç ão de respeito para com seus clientes e colegas, é importante para não ter problemas legais: diversos órgãos reguladores profissionais (como a OAB) exigem uma conduta ética exemplar de seus membros, o que inclui manter a seriedade na divulgação (tanto online quanto offline).

Essas dicas são importantes para profissionais que queiram aumentar sua visibilidade na Internet e consequentemente sua credibilidade diante da concorrência, por isso é fundamental não esquecer da regra mais básica e simples: a de ser verdadeiro! Mentir não “pega bem” em nenhum meio, principalmente no online, e pode colocar todos os seus esforços por terra.

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Sete coisas que podem atrapalhar sua carreira

Por Christian Barbosa

Você sabe quais são as atitudes que aos poucos podem destruir a sua carreira? Tem gente que investe um bom tempo desenvolvendo certas “competências” para se autodestruir profissionalmente. Listei sete ações, que aparentemente são atos simples, mas que são perigosos:

Falta de comunicação – Quem não se comunica, tem dificuldade em delegar ou não é claro em suas posições, pode perder a confiança e a credibilidade. Uma comunicação aberta, produtiva e honesta é essencial, desde simples delegações, reuniões até negociações que fazemos todos os dias em nosso trabalho.

Não desenvolver networking – Ninguém chega a lugar algum sozinho, por mais inteligente e brilhante que seja. A habilidade de criar e manter relacionamentos profissionais e pessoais é essencial para quem quer desenvolver uma carreira de sucesso.

Ser incapaz de fazer apresentações – A capacidade de fazer apresentações, sejam públicas ou privadas, é uma característica comum que executivos e líderes de sucesso têm. Não precisa ser perfeito nem estar totalmente confortável com a situação, o importante é fazer. Já vi gestores perderem oportunidades de crescer na carreira pelo fato de não serem capazes de apresentar projetos dentro da própria empresa.

Ser desleal – Existem certos valores que não precisam ser discutidos, mas existem pessoas que tentam crescer a qualquer custo. Quem acha que vale a pena derrubar o outro para subir, uma hora pode sofrer o mesmo. O mundo é pequeno e rápido demais. Ser íntegro, leal e honesto são coisas que deveriam ser indiscutíveis.

Achar que sabe tudo – Aqueles que acham que sabem de tudo e não precisam mais aprender, conseguiram descobrir a forma perfeita de enterrar a carreira. Aprender é uma constante, nunca acaba. Eu tive a maior lição de humildade e sabedoria da minha vida, quando um CEO de uma multinacional se dispôs a passar 4h comigo para um treinamento de produtividade. Ele não estava apenas aprendendo a ser produtivo, estava dando uma lição de como liderar: pelo próprio exemplo.

Marcar território – Existem aqueles que querem dominar todos os lugares que convivem. E, com certeza, você deve conhecer pessoas que “marcam território” no trabalho. Geralmente fazem coisas estúpidas ou inexplicáveis querendo mostrar ou dizer quem é que manda ou quem esta ali há mais tempo.

Improdutividade – Sem dúvida uma coisa que deixa uma marca na carreira é a falta de produtividade. É quem está sempre atrasado, não entrega, cheio de e-mails, desorganizado, perdido e que coloca todo mundo na urgência. Você chamaria uma pessoa assim para gerenciar uma equipe?

Competências são desenvolvidas com treinamento, mentoring, coaching, atitudes e oportunidades. Você cria padrões de comportamento que dizem muito sobre você e sobre sua carreira. Pare e pensa, será que a sua carreira estacionou porque a empresa não o enxerga ou será que são as suas competências que andam enterrando você?

Christian Barbosa – Maior especialista no Brasil em administração de tempo e produtividade, é CEO da Triad PS, empresa multinacional especializada em programas e consultoria na área de produtividade, colaboração e administração do tempo. Ministra treinamentos e palestras para as maiores empresas do país e da Fortune 100. Autor dos livros A Tríade do Tempo; Você, Dona do Seu Tempo; e Estou em Reunião; e co-autor do Mais Tempo, Mais Dinheiro. Sua mais nova obra: Equilíbrio e resultado – Por que as pessoas não fazem o que deveriam fazer?

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LinkedIn apresenta o "Dia de Levar os Pais ao Trabalho", uma campanha global que aproxima gerações

LinkedIn, a maior rede professional da internet, anunciou hoje a campanha Dia de Levar os Pais ao Trabalho (Bring In Your Parents Day), um evento global que acontecerá em 7 de novembro de 2013. O LinkedIn incentiva os profissionais a convidarem seus pais para uma visita ao local de trabalho de seus filhos, para que possam conferir com seus próprios olhos e compreender melhor o que eles realmente fazem todos os dias. Os pais podem ser uma parte valiosa da rede de contatos de um profissional, tendo enfrentado desafios e importantes lições ao longo da carreira. Contudo, um em cada três pais admite que não tem familiaridade com o trabalho dos filhos e, então, acham complicado dar os conselhos corretos para suas carreiras. O Dia de Levar os Pais ao Trabalho, do LinkedIn, é uma maneira de ajudar a diminuir essa lacuna, reunindo pais e filhos no ambiente de trabalho, para que, dessa forma, aprendam uns com os outros.

“Considerando todas as novas profissões que foram criadas nos últimos anos, é compreensível que muitos pais realmente não entendam o trabalho dos filhos”, diz Pat Wadors, Vice-Presidente de Talentos no LinkedIn. “Criamos o Dia de Levar os Pais ao Trabalho para que profissionais de todo o mundo possam mostrar aos seus pais um pouco do que eles realmente fazem no trabalho e, em troca, aprendam lições valiosas e tenham ainda mais a admiração dos pais.”

Em uma recente pesquisa global, o LinkedIn descobriu que dois terços dos pais querem aprender mais sobre o trabalho de seus filhos, e metade dos pais pesquisados acreditam que seria benéfico para a carreira de seus filhos se tivessem melhor entendimento do trabalho deles. Carreiras como Produtos de Rádio, Gerente de Mídias Sociais, e Designer de Moda estão no ranking das 15 profissões menos entendidas pelos pais.

No Brasil, as 15 profissões menos compreendidas pelos pais são:
1. Atuário – 72%
2. Designer de IU (interface de usuário) – 68%
3. Subeditor – 65%
4. Produtor de radio – 64%
5. Gerente de time de esportes – 64%
6. Cientista de dados – 60%
7. Designer de moda – 60%
8. Gerente de mídias sociais – 59%
9. Técnico de laboratório – 56%
10. Assistente pessoal – 52%
11. Banqueiro de investimentos – 52%
12. Gerente de relações públicas – 52%
13. Sociólogo – 51%
14. Piloto – 50%
15. Bombeiro – 49%

O Dia de Levar os Pais ao Trabalho, do LinkedIn, será realizado em 14 países – Inglaterra, Estados Unidos, França, Holanda, Suécia, Alemanha, Itália, Espanha, Brasil, Austrália, Índia, Canadá, Cingapura e Hong Kong – e incentiva organizações ao redor do mundo a participarem desta ação. Empresas como a fabricante de software Mindjet, o banco de investimentos líder mundial Deutsche Bank, Regus, a maior fornecedora global de locais de trabalho flexíveis, e Trulia, a líder de venda online para compradores de imóveis residenciais, vendedores, locatários e profissionais do setor imobiliário, já estão participando. Pais, funcionários e empresas podem descobrir como se juntar ao LinkedIn pelo site www.LinkedInBringInYourParents.com.br. Participe das conversas no Twitter usando as hashtags #LinkedIn #BIYP.

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Como pequenas soluções podem contribuir para grandes reduções de custos

Algumas práticas foram criadas nas empresas e ninguém sabe dizer quem foi ou porque a regra foi criada assim. O fato é que, por comodismo, hábito ou resistência a mudanças, muitas empresas não se dão conta de que possuem grandes “ralos”, com uma série de desperdícios e custos desnecessários que comprometem a lucratividade. Muitas vezes, pode ser uma simples compra de papelaria ou cafezinho – pequenas despesas que acumulam milhões ao longo dos anos.

Para fazer uma boa revisão nos custos das empresas, Fernando Macedo, especialista em redução de custos da ERA – Expense Reduction Analysts, consultoria de origem inglesa que está no Brasil desde 2009, dá algumas dicas:

1- Cotações com fornecedores

Quando a equipe de compras está acostumada a fazer a famosa “cotação com 3 fornecedores para escolher o melhor”, cuidado! Este é um processo vicioso e nem sempre eficiente, principalmente se os fornecedores são sempre os mesmos. Faça um rodízio entre os colaboradores que realizam cotações periodicamente. Caso alguém se sinta incomodado com isso, aumente a vigilância, pois pode estar havendo favorecimento de fornecedores em sua empresa.

2- Compras repetidas

Não é difícil encontrar empresas cujos departamentos têm autonomia para compras isoladas ou contratação de serviços e dis ou mais departamentos compram a mesma coisa em momentos diferentes e com fornecedores diferentes. O ideal é centralizar as compras para ganhar no volume e diminuir a margem de preços. Estabelecer uma política de pagamentos mensais no lugar de pagamentos a cada compra também ajuda a ter mais controle.

3- Redução de água

Pouca gente lembra, mas o custo da água mensal é o mesmo também para o esgoto. Uma redução inteligente da água também reduz o custo do esgoto e é possível utilizar o sistema de reaproveitamento da água de maneira bem simples. Numa escola, por exemplo, foi possível coletar a água após o uso em bebedouros e pias de lavagem das mãos e reutilizá-la nos vasos sanitários gerando economias de 12,5%. Para mais informações sobre a reutilização de água para economia nas empresas, basta buscar orientação no serviço de abastecimento de água e esgoto de cada cidade .

4- Redução de Energia Elétrica

Dependendo do porte da empresa, é possível optar por tarifas diferenciadas e é necessário um planejamento para isso. Mas é possível reduzir bem esse custo, com a instalação de sensores de presença, células fotoelétricas para acionamento sem a luz do dia, relés de tempo, etc.

5- Limpeza

Se o serviço for terceirizado, esteja atento ao escopo do trabalho contratado e respectiva equipe comprometida. Às vezes, as empresas optam por contratar serviços noturnos, encarecendo os contratos de limpeza, enquanto em certas horas do dia o fluxo de pessoas circulando é menor e a limpeza poderia ser feita bem mais em conta. Caso o serviço seja desenvolvido por funcionários da empresa, fique atento aos turnos de trabalho e áreas de maior circulação de pessoas. Nunca tente economizar suprimindo o encarregado ou supervisor.

6- Material de escritório

Esse é o item normalmente quase esquecido quando se fala em redução de custos, por ser formado de diversos materiais de baixo custo unitário. A possibilidade de reduzir o volume de itens pode ser feita agrupando-os por similaridade e gerando processos de compra em lotes e períodos regulares. Os custos com “tonners” ou terceirização de impressoras podem esconder armadilhas, portanto é importante a correta avaliação dos volumes de cópias P&B e/ou coloridas, aliada aos níveis de qualidade.

7- Telecomunicações

A grande vilã do desperdício nas empresas. Alguns cuidados básicos para reduzir as tarifas: 1)evite ligar de telefone fixo para móvel, é sempre mais caro; 2) cuidado com promoções milagrosas, verifique todas as exceções para não ter decepções; 3) procure sempre identificar o perfil de consumo da sua operação, cuidado ao comparar apenas o valor total da conta na hora de avaliar propostas; 4) não confunda telefonia móvel com serviço de rádio; 5) nunca contrate planos corporativos de telefonia móvel em função da hierarquia, tenha em mente que nem sempre os gerentes e diretores da empresa estão em trânsito gerando receitas.

8- Cafezinho

O cafezinho é uma tradição cultural e nem sempre recebe a devida atenção. Existem muitos fornecedores com boas propostas comerciais e é possível conseguir ainda melhores negociações, se a política da empresa autorizar a inclusão de itens complementares em equipamentos de auto-serviço, tais como: achocolatados, sucos, etc.

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8 aplicativos que aumentam a sua produtividade

Fonte: Universia Brasil

As redes sociais, hoje em dia, têm sido um dos maiores motivos da falta de foco de muitos funcionários. Se você está sentindo que precisa melhorar a sua concentração, veja a lista de 8 aplicativos que podem ajudar:

1 – StayFocused
Este aplicativo está disponível para usuários do Chrome. Você instala como uma extensão, e você pode cadastrar quais são os sites que você mais acha que diminuem a sua produtividade. Depois disso, você limita a quantidade de tempo que você pode ficar nesses sites por dia e, após atingir esse limite, o aplicativo bloqueia o acesso.

2 – LazyMeter
É uma lista de afazeres online que representa o seu avanço em uma tarefa, além de permitir que você risque as tarefas terminadas. O site possui uma interface gráfica que facilita a sua visão de como está indo o seu trabalho e quais metas ainda faltam serem atingidas. Você pode acessar o aplicativo do seu computador ou do seu smartphone.

3 – Wonderlist
Outra lista de afazeres online. Permite que você crie uma agenda de tarefas a serem realizadas, e ainda divide as tarefas em “áreas” da sua vida. Dessa forma, ela se torna uma ótima ferramenta para aqueles que sempre se esquecem se fizeram uma coisa, ou não.

4 – LeechBlock
É uma extensão para o Firefox, similar ao StayFocused. Também permite que você selecione quais sites deseja bloquear, além de mostrar quanto tempo do seu dia você desperdiça nas suas redes sociais e outros sites de entretenimento.

5 – Lumosity
Se você acha que a sua capacidade de atenção está diminuindo e que você não tem mais a memória que costumava ter, essa ferramenta pode ser uma boa saída. Ele disponibiliza jogos e testes online que prometem desenvolver a sua capacidade de focar em coisas e aumenta a sua memória.

6 – Fit Brains
O Fit Brains é um site que promete desenvolver o seu cérebro, aumentar a sua memória e melhorar a sua capacidade de manter o foco. Além disso, o site mostra onde você tem falhado e criar exercícios específicos para o seu cérebro.

7 – Self Control
Este aplicativo gratuito é uma maneira de realmente focar no que você precisa, pois ele bloqueia o seu navegador para receber informações de certos sites. Ele é ótimo caso você tenha um deadline quase impossível ou precise bloquear a internet para desenvolver um projeto.

8 – Focus Booster
Outro aplicativo gratuito que irá ajudar na sua concentração. Ele utiliza uma técnica que promete manter o seu foco – 25 minutos produtivos, com 4 pausas de 5 minutos entre eles. Após as 4 pausas, você pode ter um descanso mais longo.

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Gerentes de Projetos estão em alta no mercado de trabalho

Um profissional certificado que entrega projetos com qualidade, dentro do prazo, escopo e custos definidos, é uma peça rara no mercado de trabalho mundial. Segundo o Project Management Institute (PMI), associação que reúne e certifica profissionais do setor, serão criados 13 milhões de novos postos para gerente de projetos globalmente até 2020. “A demanda está cada vez mais farta. Os profissionais que vão bem nessa área são disputados acirradamente pelo mercado”, comenta Clovis Bergamo, Presidente da Six Sigma Brasil – empresa que oferece treinamentos de aprimoramento e certificação, bem como realiza eventos na área de Gerenciamento de Projetos, Processos e Qualidade.

Responsável por garantir a entrega das diversas obras em andamento nas empresas, o gerente de projetos é o profissional que tem vaga em praticamente todos os mercados. Com a Copa do Mundo, reservas de petróleo no pré-sal a serem exploradas, obras de infraestrutura a todo vapor, softwares, empreendimentos civis, novos produtos em um mercado competitivo e diversas outras justificativas, o Brasil ostenta uma coleção de projetos a serem entregues.

Diante da escassez de profissionais e alta demanda, a recompensa também aumenta. O salário médio de um gerente de projetos no Brasil, segundo levantamento do PMI, é de 12 mil reais mensais.

Porém, para que o profissional seja reconhecido e respeitado no mercado, deve aprimorar seus conhecimentos, obter certificações e estar sempre alinhado às tendências mundiais. “A certificação é de extrema importância, pois atesta que o profissional possui os conhecimentos e experiências que comprovam sua atividade como Gerente de Projetos”, comenta Bergamo, que conta hoje com quase 10 mil associados na empresa. “Nós, da Six Sigma Brasil, buscamos oferecer o conhecimento necessário e experimentos práticos para o dia a dia das empresas e dos profissionais, agregando valores e aprendizado. Essa é a nossa missão, a nossa razão de existir”, finaliza ele.
Para saber mais sobre os cursos, eventos da Six Sigma Brasil e associação (gratuita), acesse: www.leansixsigma.com.br.
Six Sigma Brasil – A SIX SIGMA BRASIL Consultoria e Treinamento foi criada com objetivo de integrar organizações e profissionais e aperfeiçoar a eficiência e excelência na gestão das empresas brasileiras. A empresa agrega quase 10 mil associados atuantes na comunidade brasileira de profissionais interessados em discutir, compartilhar, fomentar conhecimento e buscar oportunidades de trabalho.
Fornece à área de Gestão as certificações mais procuradas, que são: Gestão de Projetos do PMI – CAPM (para membros e iniciantes em equipe de projeto) ou PMP (líder de projeto), Prince2 – Foundation (módulo básico) e Practitioners (avançado). Já na área de melhoria contínua, os eleitos são: Yellow Belt, Green Belt e Black Belt.

Seja qual for a certificação conquistada, o sucesso é garantido se os métodos forem aplicados no dia a dia. “O medo de enfrentar as provas é recompensado pelo retorno. Devemos encarar a prova como um desafio pessoal. Se não conseguirmos em um primeiro momento, tentamos novamente. A dica é não ter medo, para isso existem os cursos de capacitação e os preparatórios. É fundamental ser persistente, sempre”, comenta Clovis Bergamo, Presidente da Six Sigma Brasil.

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Empresa de call center com missão social mantém baixa rotatividade entre colaboradores

O mercado de teleatendimento tem apontado crescimento importante na contratação de profissionais. Levantamento feito pela E-Consulting Corp, revelou que o setor de call center deve crescer 14,13% esse ano, gerando faturamento aproximado em R$ 40,4 bilhões. Esse cenário é ainda mais expressivo quando relacionado à empregabilidade de pessoas com deficiência, afinal, as habilidades exigidas para a função podem ser facilmente compatibilizadas com a realidade de profissionais com este perfil, a partir da adoção, por parte do empregador, de tecnologias de inclusão, metodologias de capacitação e adaptação de ambientes e equipamentos.
A Avape Net Contact Center, empreendimento mantido pela Avape – Associação para Valorização de Pessoas com Deficiência, com apoio do BID – Banco Interamericano de Desenvolvimento, tem mostrado eficiência na retenção de talentos e na geração de novas oportunidades de trabalho neste segmento. A empresa social, que emprega prioritariamente pessoas com deficiência e em situação de vulnerabilidade, incluiu cerca de 700 pessoas no setor no último ano.

É interessante observar o baixo índice de rotatividade entre os colaboradores da Avape Net, situado na faixa de 4%, segundo estatísticas internas, enquanto índices do mercado mostram que o turn over deste setor está no patamar de 10%, de acordo com pesquisa realizada pelo Guia Call Center.

Para o gerente de relacionamento da Avape Net, Mário Jorge, o modelo de empreendimento criado favorece a diminuição da rotatividade dos colaboradores, uma vez que a empresa foi projetada segundo as melhores práticas de planejamento, implantação e operação de negócios, buscando atuar de forma competitiva e diferenciada no mercado em termos de tecnologia, soluções, processos e especialmente recursos humanos. “Por meio da definição de salários e benefícios adequados, asseguramos um turn over abaixo da média entre nossos funcionários e, consequentemente, aumentamos a satisfação interna e a qualidade dos serviços prestados”, explica Jorge.

Vale pontuar que a Avape Net oferece as mais modernas ferramentas de gestão disponíveis no mercado, entre elas um mecanismo de CRM (relacionamento com o cliente) que permite à empresa parceira acompanhar e controlar online os atendimentos, o que facilita ajustes, tomadas de decisões, relatórios e informações gerenciais para subsidiar ações estratégicas de marketing de nossos clientes.

A seleção de pessoas para atuarem na empresa envolve etapas na busca dos perfis profissionais, considerando, além dos requerimentos do serviço, aspectos técnicos, psicológicos, comportamentais, formação e experiência. Os profissionais passam ainda por um processo de capacitação bastante abrangente, envolvendo primeiramente o treinamento comportamental sob a ótica social, ética, missão, visão, valores e políticas de RH. Em seguida, é realizado o treinamento técnico envolvendo os recursos tecnológicos, políticas de qualidade, segurança e outros.

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Livro explica todas as novas regras do trabalho doméstico no Brasil

País com a maior população de trabalhadores domésticos do mundo de acordo com pesquisa da Organização Internacional do Trabalho (OIT), o Brasil ganhou neste ano novas regras para o trabalho doméstico com a aprovação da PEC 72/2013, a “PEC das Domésticas”.

Ao mesmo tempo em que as mudanças foram comemoradas pelos empregados domésticos, elas também geraram uma série de dúvidas entre empregados e empregadores sobre a aplicação das novas regras na prática.

Para por fim às dúvidas, agora todas as questões são explicadas de forma acessível no livro “Trabalho Doméstico: um guia prático para empregados e empregadores”, do advogado especializado em direito trabalhista, Afonso Paciléo Neto, que acaba de ser lançado no país pela editora Sensus.

A publicação é um guia de fácil leitura que além de explicar todas as mudanças das leis trabalhistas, conta com uma série de exemplos práticos de situações reais vividas por empregados e empregadores no dia a dia.

O livro traz ainda diversos modelos de documentos para facilitar a vida do empregador e deixar tudo dentro da lei, como por exemplo:
• Contratos de trabalho;
• Forma de preenchimento da carteira profissional;
• Folha de ponto, e muitos outros.

A obra esclarece ainda as principais dúvidas de empregados e empregadores domésticos, tais como:
• A diferença entre a definição de empregadas domésticas e diaristas de acordo com a lei;
• Direitos dos caseiros, babás, e dos empregados que dormem no trabalho.

De maneira muito didática, todos os cálculos de jornada e de pagamentos são explicados nos quadros “Como calcular”, sempre partindo da explicação do conceito, seguida de um exemplo prático e com campos para o leitor preencher com o seu caso real, na parte “Agora calcule o seu”. São apresentadas diversas situações:
• Cálculo de férias e férias proporcionais;
• Cálculo de 13º salário e 13º proporcional;
• Cálculo de horas extras, e outros benefícios.

Sobre o autor:
Com mais de 10 anos de experiência na área, e a coordenação de mais de 45 mil causas trabalhistas em seu escritório de advocacia, o advogado Afonso Paciléo Neto adquiriu uma larga experiência nas situações que envolvem o doméstico também por coordenar o departamento jurídico da agência de empregos Marias & Cia, o que levou o autor a lidar em seu dia a dia com inúmeras situações envolvendo empregados domésticos e seus empregadores.

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Quais são as competências fundamentais do líder atual?

Na busca de maior competitividade e superação, o mundo corporativo aposta cada vez mais em lideranças capazes de influenciar pessoas, para que estas atuem de forma eficaz no negócio e nos processos de modo a alavancar os resultados organizacionais. Mas dispomos de lideranças preparadas para isso?

Há excelentes profissionais que, muitas vezes, enfatizam suas competências técnicas em detrimento das emocionais. Saber lidar com esta variável sempre presente no âmbito da liderança – a emoção – denota a verdadeira medida de inteligência do líder.

Com base em dados empíricos coletados nos programas de liderança da Fundação Dom Cabral e em uma pesquisa com 1.200 gestores sobre o ‘status das competências de liderança emocional’, a escola de negócios destaca as cinco competências fundamentais que os líderes precisam urgentemente desenvolver:

COMPETÊNCIA O QUE É?
1º Autoconhecimento Refere-se à autoanálise contínua do líder, revendo suas possibilidades, valores, pontos críticos e fortes, e avaliando o impacto de suas atitudes nas outras pessoas. É uma competência central dentro da constelação de características da Liderança Emocional.
2º Desenvolvedor de pessoas Refere-se à capacidade do líder de não só atender às necessidades dos colaboradores e demais membros da cadeia de valor da organização, mas, sobretudo, desenvolver novas lideranças e talentos no ambiente em que atua. É o líder educador, o líder transformador, o líder criador de líderes.
3º Autocontrole emocional É a capacidade do líder de reconhecer suas emoções destrutivas e impulsos e mantê-los sob controle, de modo a se manter em condições de administrar adequadamente as diversas situações de conflito e tensão.
4º Comunicador É a capacidade do líder de expressar ideias, orientações e diretrizes com clareza e assertividade, preocupando-se em perceber seu impacto sobre as pessoas e fazer os ajustes necessários.
5º Inspirador É a capacidade que o líder tem de inspirar e engajar os demais, criando um alinhamento com os valores da organização, uma visão mais ampliada e com significado acerca dos objetivos da organização, evidenciando assim que o líder é um exemplo a ser seguido.

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Seu chefe é um bom líder? Conheça seis estilos de liderança

Fonte: iG

Você já sentiu que não recebeu o reconhecimento merecido quando atingiu uma meta imposta por seu chefe ou realizou uma tarefa com sucesso? E, no entanto, quando você comete um erro, o seu líder não demora nem um minuto para criticar o seu modo de trabalho? Pois saiba que esta situação é mais comum do que se pensa.

Segundo estudo da consultoria global de gestão de negócios Hay Group, realizado a partir de um banco de dados com informações de 95 mil líderes de mais de 2.200 organizações ao redor do mundo, a maioria dos chefes cria climas desmotivadores entre seus colaboradores. No Brasil, 63% de 3.089 dos líderes pesquisados não conseguem criar um clima harmonioso em suas equipes.

A consequência da liderança inflexível é um desempenho organizacional abaixo do que seria alcançado caso a equipe fosse motivada por um chefe eficiente. A consultoria utilizou como base para o estudo a pesquisa realizada pela Universidade de Harvard, que definiu seis estilos de liderança predominantes entre os chefes – o coercitivo, o dirigente, o democrático, o afetivo, o modelador e o treinador.

OS SEIS ESTILOS

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Médicos farão mobilização nacional em 3 de julho

Os médicos brasileiros decidiram realizar uma mobilização nacional no dia 3 de julho, em protesto as recentes medidas do governo na área de saúde pública. A decisão foi apoiada por lideranças médicas nacionais e estaduais, representando as áreas associativa, sindical, conselhal, sociedades médicas de especialidade, residentes e estudantes de medicina, reunidas na manhã desta terça-feira (26) na sede da AMB em São Paulo.

Dentre as principais reivindicações das entidades, frente ao cenário atual que se encontra a medicina e a saúde pública nacional, estão a criação de carreira de estado para médicos, visando a interiorização de profissionais, remuneração de forma justa aos profissionais, atuação contra a importação de médicos estrangeiros sem a revalidação de seus diplomas; melhor financiamento para a saúde; melhoria nas estruturas de atendimento à população; reestruturação do decreto presidencial 7562, que alterou a Comissão Nacional de Residência Médicas. Veja abaixo a íntegra da carta aberta divulgada aos médicos e à população brasileira pelas entidades médicas.

CARTA ABERTA AOS MÉDICOS E À POPULAÇÃO BRASILEIRA
OS MEDICOS NA LUTA EM DEFESA DA SAÚDE PÚBLICA

As decisões anunciadas pelo Governo que afetam a saúde pública brasileira demonstram a incompreensão das autoridades ao apelo manifestado nas ruas. A vinda de médicos estrangeiros e a abertura de mais vagas em escolas médicas são medidas irresponsáveis, por expor a parcela mais carente e vulnerável da nossa população a profissionais mal formados e desqualificados.
A reação das entidades médicas simboliza a resistência dos profissionais e dos cidadãos ao estado de total abandono que afeta a rede pública. Não é possível acreditar que medidas midiáticas dessa ordem resolverão o acesso e a qualidade do atendimento nos serviços de saúde. Não se trata de ação corporativista, mas corporativa, no sentido de unir a força das entidades em prol do bem comum e da vida dos brasileiros.
Por isso, nesta terça-feira (26), os representantes de conselhos, associações, sindicatos e sociedades de especialidades médicas, reunidos em São Paulo, decidiram por consenso intensificar a luta em defesa do Sistema Único de Saúde (SUS) e pelas condições para o pleno exercício da Medicina. Portanto, seguem medidas que deverão ser colocadas em prática e que, sob nenhum aspecto, querem a penalização do paciente, já tão prejudicado pelo abandono do Governo. Dentre as ações constam:
1) Mobilização nacional dos médicos e da sociedade no dia 3 de julho (quarta-feira) em defesa do SUS e da Medicina de qualidade. Estão previstos passeatas, protestos, caminhadas, atos públicos e assembleias em todos os Estados para alertar a população para o problema. Locais e horários serão divulgados pelas entidades estaduais;
2) Apoiar a aprovação urgente da PEC 454 em tramitação na Câmara dos Deputados, que prevê uma carreira de Estado para o médico (semelhante ao que ocorre no Judiciário), único caminho para estimular a interiorização da assistência com a ida e fixação de médicos em áreas de difícil provimento;
3) Incentivar a coleta de 1,5 milhão de assinaturas para tornar viável a apresentação do Projeto de Lei de Iniciativa Popular Saúde + 10, que prevê mínimo de 10% da receita bruta da União em investimentos na saúde;
4) Defender a derrubada do Decreto Presidencial 7562, de 15 de dezembro de 2011, que modificou a Comissão Nacional de Residência Médica, tornando-a não representativa e refém dos interesses do Governo, o que sucateou a formação de médicos especialistas no país;
5) Atuar contra a importação de médicos estrangeiros sem revalidação de seus diplomas com critérios claros e rigorosos, conforme a prática mundial e o previsto na legislação vigente. Defendemos o uso do Programa Revalida, do Governo Federal, em seus moldes atuais;
6) Vistoriar as principais unidades de saúde do país, encaminhando denúncias ao Ministério Público e outros órgãos de fiscalização, revelando a precariedade da infraestrutura de atendimento que afeta pacientes e profissionais.

As entidades médicas informam que nesta semana estará disponível o site SOS Saúde (www.sossaude.org.br), onde médicos, profissionais da saúde e a população poderão apresentar denúncias (com relatos, fotos e filmes). Este será um espaço público para divulgar a situação precária da rede pública em todo o país.
Finalmente, as entidades declaram o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, como persona non grata para a sociedade por adotar medidas eleitoreiras que colocam em risco a vida e a saúde dos brasileiros.

São Paulo, 26 de junho de 2013.
ASSOCIAÇÃO MÉDICA BRASILEIRA (AMB) – ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE MÉDICOS RESIDENTES (ANMR) – CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA (CFM) – FEDERAÇÃO NACIONAL DOS MÉDICOS (FENAM)

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O LinkedIn e as demandas do RH

“A publicação de uma vaga de diretor operacional no LinkedIn, por exemplo, vai atrair algo ao redor de 1.000 candidatos no Brasil. Se a vaga for para analistas, no entanto, a quantidade de candidatos pode superar a casa dos 5.000. Algo que parecia uma solução, ou seja, atrair muitos candidatos, tornou-se rapidamente um problema. Os currículos exigem que as áreas de RH os analisem de maneira artesanal, ou seja os imprimam e façam uma análise individualizada, tornado esse tipo de ação improdutiva”, explica Cezar Tegon, presidente da Elancers, maior empresa de sistemas de recrutamento e seleção do país, com mais de 12 milhões de currículos em sua base de dados, muitos deles de profissionais também cadastrados no LinkedIn.

A falta de ferramentas automatizadas de análise de currículos está levando ao surgimento de sistemas que lêem os dados do LinkedIn, mas trazem esses currículos para bancos de dados privativos, onde é possível uma análise automatizada das informações. Um exemplo é a solução que a Elancers acaba de lançar para as mais de 9.000 empresas que adotam suas soluções, ou seja, a possibilidade de que o candidato, ao cadastrar seu currículo no site de empresas como Volkswagen, Toyota, Gol, TAM, Azul, Martin Brower, Comgas, Ability, OI, Grupo Algar e BRF, entre muitas outras, importem as informações do LinkedIn:

“Criamos este aplicativo que permite aos candidatos importarem as informações que eles já cadastraram no LinkedIn: dados cadastrais, experiência profissional, educação e competências e especialidades. No entanto, para que as informações do LinkedIn sejam úteis para as empresas, o candidato precisará acrescentar alguns dados cruciais como endereço, salário e cargo pretendidos, CPF entre algumas outras. Estes dados são vitais para que a área de RH possa fazer uma boa análise do candidato potencial, mas eles não são encontrados no LinkedIn. Além disso, ao trazer seus dados do LinkedIn para o banco de currículos da empresa, o candidato sabe que estará sendo considerado para uma determinada vaga e para vagas futuras dentro do seu perfil. Empresas que se preocupam com o histórico dos processos e da participação dos candidatos, não fazem mais avaliações de currículos que chegam por e-mail”, assinala Tegon.

Para as empresas, a possibilidade do uso de sistemas inteligentes para a análise de currículos é a diferença entre o céu e o inferno. Segundo Tegon, avaliar 1.000 currículos que chegam por e-mail, por exemplo, exigiria grandes equipes de RH, com resultados precários e pouco confiáveis:

“Já quando a análise é feita via um sistema, a empresa pode aplicar parâmetros como fluência em determinado idioma, proximidade de residência do candidato, qualificações específicas e até mesmo formação em universidades específicas para definir os candidatos que seguem para a próxima fase. Isso é feito em poucos segundos através de pesquisas por palavras chave semelhante ao Google que varrem todas as informações do currículo, permitindo que a área de RH foque naquilo que é mais importante, ou seja, selecionar o melhor candidato para determinada vaga”, assinala Tegon.

O aplicativo que importa os dados do LinkedIn para os sites de emprego das 9.000 empresas que usam o sistema de recrutamento e seleção da Elancers é útil, também, para os candidatos, uma vez que facilita o preenchimento de informações cada vez mais detalhadas e complexas:

“Uma coisa que irrita as pessoas é ter que repetir as mesmas informações em vários sites de currículos. Com a possibilidade de importação dos dados do LinkedIn, o candidato terá que acrescentar apenas aquilo que falta. Com isso, ele pode atualizar apenas o LinkedIn e, a partir daí, importar suas informações para as bases de currículos das empresas clientes da Elancers apenas clicando num botão”, explica Tegon.
Essa solução evidencia um dado pouco conhecido no mercado de trabalho brasileiro: um currículo apenas no LinkedIn não é garantia de um bom emprego. Isso porque as empresas, especialmente mais organizadas, com melhores salários e benefícios, não avaliam mais currículos que chegam por e-mail ou em papel, dada a impossibilidade de análise de milhares de currículos por vaga:
“As empresas que investiram em bons sistemas de recrutamento e seleção, que analisam perfis de candidatos, permitem a aplicação de provas online, marcam entrevistas e outros benefícios, exigem que os profissionais cadastrem seus currículos em suas bases exclusivas de currículos. Por essa razão, acreditamos que a possibilidade de importar os dados do LinkedIn para as áreas de emprego das empresas que atendemos vai ajudar os candidatos a terem acesso a vagas realmente significativas para suas carreiras”, acrescenta Tegon.

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Mercado paulista de Contact Center projeta crescimento em média de 20% de profissionais acima dos 40 anos até o final de 2013

O setor de serviços está aquecido e em constante desenvolvimento em São Paulo. A expansão deste segmento impacta na ascensão do mercado paulista de Contact Center, e consequentemente, na oferta de vagas. Como está faltando profissionais qualificados nesta área, a solução encontrada por muitas empresas é a contratação de colaboradores acima dos 40 anos. “A expectativa é que entre 2011 e 2013, a participação desta faixa etária apresente crescimento em média de 20% afirma Stan Braz, diretor presidente executivo do Sintelmark (Sindicato Paulista das Empresas de Telemarketing, Marketing Direto e Conexos).

“A experiência e maturidade destas pessoas e a necessidade de qualificação, e responsabilidade são os principais motivos desta busca pelas empresas”, ressalta Braz. O executivo ainda complementa “para este público, trabalhar significa que estão ativos, motivados e que realizam tarefas importantes no seu dia-a-dia”.

A Trade Call Service tem iniciativas para estes profissionais mais experientes “nós tivemos uma grata surpresa, porque constatamos que os mais velhos ouvem mais e, por isso, apreendem muito mais”, afirma Moracy das Dores – Consultor da empresa.

O executivo ainda acrescenta: “estes colaboradores não costumam faltar, nem costumam atrasar. Também constatamos que o turn over da empresa diminuiu em 75% e o comprometimento desses profissionais é bem maior, se comparado às novas gerações. Informamos que, atualmente, em todas as empresas que damos Consultoria de Implantação e/ou Reorganização de Contact Center, orientamos que se contratem profissionais com mais de 35 anos. Mas, de preferência, com mais de 45 anos, sem limite de idade máxima. Basta, em qualquer faixa etária, selecionar e treinar bem. Estamos comprovando que se um quadro de Teleoperadores for mesclado, com ‘jovens’ e ‘não tão jovens’, tendo a maioria de profissionais maduros, os resultados são excelentes, porque parece que nasce uma cumplicidade entre as gerações e, consequentemente, uma maior integração da Equipe”.

Somente no estado de São Paulo foram contabilizados em 2012, 356 mil profissionais atuam na área.

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Cresce 300% o número de CEOs mulheres no Brasil

A quantidade de mulheres ocupando o posto de CEO no Brasil cresceu consideravelmente no último ano, segundo o International Business Report 2013 (IBR). Os dados revelam que, em 2013, 14% das mulheres em cargos de liderança são CEOs, 300% acima do registrado no ano passado, quando apenas 3% possuíam essa posição. A movimentação no mundo mostrou a mesma tendência. Globalmente 14% das mulheres são CEOs atualmente, ante 9% apurado em 2012. A pesquisa foi feita com 12.500 empresas em 44 economias. No Brasil foram pesquisadas 300 empresas.

O País com maior número de CEOs mulheres é Tailândia (49%), seguida pela Dinamarca (45%), Alemanha (40%), Latvia (38%), Estônia (30%) e Itália (29%). Na contramão, aparecem Reino Unido, Polônia, Hong Kong e Índia (todos com 4%).
De acordo com o IBR, no Brasil apenas 23% das mulheres ocupam cargos de liderança, percentual semelhante ao resultado global (24%) e menor (3 p.p) do apresentado no passado.

Apenas 14% das companhias pesquisas revelaram ter planos específicos para contratar ou promover mulheres para cargos de liderança nos próximos 12 meses. Além disso, 33% disseram não ter nenhuma mulher em posição de liderança.
“Na prática ainda é um dilema a mulher assumir cargos de liderança, tendo em vista seu perfil multitarefas. O mercado ainda exige que as mulheres tenham um perfil masculino para chegar lá. No entanto as mulheres estão correndo atrás e buscando se aperfeiçoar cada vez mais para galgar melhores colocações dentro das empresas.”, diz Ana Claudia Oliveira, sócia da Grant Thornton Brasil.

Dentre as que estão no alto escalão no País, grande parte ocupa cargos em Recursos Humanos (32%) e como diretora de vendas e Chief Finance Officer (CFO) (ambos com 27%). A pesquisa mostrou também que apenas 13% de mulheres ocupam posição no conselho das empresas brasileiras. Ainda sim, 57% apoiam a introdução de quotas em grandes companhias abertas para participação de mulheres nos boards.

Globalmente, o setor de saúde é o que possui maior percentual de mulheres em posição de liderança (45%), seguido pelo de educação e serviços sociais (44%) e hospitalidade (41%). Os segmentos de construção e imobiliário e mineração são os que menos possuem mulheres liderando (ambos com 19%).

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Carreira: seis caminhos para a liderança

Quem não quer ser promovido ou chegar a um cargo mais alto? Liderar é o sonho de muitos, mas é possível capacitar-se para chegar à liderança? Afinal, essa habilidade precisa ser vista de forma mais ampla e exercitada todos os dias. Conheça os passos certos apresentados por especialista para se tornar um bom líder

Pergunte a um gerente o que ele almeja para a carreira em 2013. Ou até mesmo a um diretor. Sempre haverá o desejo de alcançar cargos mais altos. Faz parte da ambição do ser humano, e até do plano de carreira a desenvolver ao longo da vida. No entanto, não adianta conquistar o tão almejado upgrade sem desenvolver competências importantes, como a da liderança. Afinal, responsabilidades mais elevadas significam gerir pessoas, e esse desafio não é nada fácil.

Segundo Eduardo Shinyashiki, presidente da Sociedade Cre Ser Treinamentos e especializado no desenvolvimento das competências de liderança, essa habilidade pode ser adquirida, aprendida, aprimorada e treinada e, mesmo tendo dons naturais, talentos e potenciais de liderança não são suficientes se não forem aperfeiçoados, direcionados, treinados e colocados a serviço de um objetivo.

O especialista aponta, então, as seis características essenciais para ser um líder que faz a diferença nas empresas, e conquistar, em passos mais largos, o lugar ao sol.
1) Saber liderar a si mesmo: que significa cuidar e fortalecer as competências pessoais para manter o foco e para que as interferências não desviem do resultado e da realidade desejada.
2) Ter atenção ao capital humano: para o líder, reconhecer as experiências e competências das pessoas da sua equipe é fundamental à concretização de resultados. A valorização de um ideal, um sonho, a capacidade de estimular nas pessoas entusiasmo, criatividade, dedicação, o sentimento de pertencer a algo, enfim, os valores chamados intangíveis, que não se medem em números ou com calculadoras, são considerados essenciais na construção e na manutenção de equipes sólidas e bem sucedidas.
3) Inspirar a equipe: Isso acontece quando se consegue partilhar com os colaboradores uma identidade comum que direciona atitudes e catalisa energias. O líder indica a direção e verifica a rota, transmite a missão e o significado da tarefa e das ações, orientando e, consequentemente, harmonizando os objetivos e metas individuais com a coletiva, sendo este equilíbrio a principal fonte de impulso para o sucesso da equipe.

4) Fazer acontecer: o foco do líder é manter vivas nos colaboradores as extraordinárias forças criativas, inovadoras e sinérgicas capazes de fazer planos saírem do papel. É por meio de atitudes e palavras motivadoras e inspiradoras que ele consegue manter a equipe focada nos objetivos, criando um equilíbrio que contribui para ultrapassar os limites individuais e, juntos, alcançar os resultados escolhidos.

5) Estar aberto a aprender: o líder precisa estar atento e aberto ao novo, às mudanças dos contextos, à analise dos cenários e sempre disposto a aprender. Isso permite se reinventar quando necessário e inovar, criando as estratégias adequadas para alcançar as metas.

6) Alcançar a maestria na comunicação: a comunicação é uma habilidade fundamental para alguém que lidera pessoas com a finalidade de uma maior compreensão, entendimento e alinhamento com os colaboradores. Por meio de uma comunicação eficaz, o líder fortalece nas relações interpessoais e no seu time um contexto de cooperação e integração. Aprimorar e potencializar a comunicação verbal e não verbal, permite compreender, reconhecer e acompanhar os critérios pelos quais o ser humano pensa, age e decide.

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Chefias são um dos principais problemas nas empresas brasileiras

No mundo do RH brasileiro costuma-se dizer que existem várias razões pelas quais uma pessoa escolhe uma empresa para trabalhar: salário, proximidade de casa, carreira desafiadora, oportunidade de estudo e até os benefícios como plano de saúde, possibilidade de viajar, entre muitas outras. Mas há só uma razão pela qual as pessoas resolvem deixar o emprego: a péssima relação com os chefes.

Segundo um levantamento do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE), na década entre 2001 e 2010, a taxa de turnonver (saída de empregados das empresas por iniciativa da empresa ou do empregado) saltou de 45% para 53% ao ano. Isso significa que, para algumas empresas, em dois anos haverá uma troca quase que completa do número de empregados, o que provoca efeitos dramáticos no bom andamento dos negócios e na própria competitividade das empresas. Apenas para se ter uma ideia da magnitude desse número, nos Estados Unidos, segundo dados do Departamento de Trabalho (Bureau of Labor Statistics) em 2010 o turnover naquele país foi estimado em 3,5% no setor privado.

A perda de profissionais pode ser explicada por várias razões, mas segundo Eduardo Carmello, Diretor da consultoria Entheusiasmos e um dos 5 palestrantes no segmento de gestão de pessoas mais importantes do país, segundo o Top of Mind do jornal O Estado de São Paulo, essa elevada sangria de profissionais das empresas brasileiras tem muito a ver com o despreparo das chefias:

“De modo geral, os chefes nas empresas brasileiras se formaram há 15 ou 20 anos, em meio a uma realidade empresarial muito diversa da atual. É comum que as empresas coloquem em posição de chefia ou alguém da família controladora do negócio ou um bom técnico, alguém que fez carreira no âmbito operacional da empresa. Ocorreque nenhum destes dois perfis profissionais garantem os requisitos para alguém ser um bom chefe”, explica Carmello.

O palestrante cita como exemplo da ineficácia dessas lideranças, que leva ao êxodo de profissionais, o modo como os tipos mais comuns de chefias brasileiras chamam a atenção de sua equipe quando as coisas não vão bem. “Via de regra, eles temem personalizar a crítica e reúnem todos em uma sala, tanto os de bom quanto os de mau desempenhos. Esses chefes acham que aqueles de mau desempenho vão vestir a carapuça e os de bom desempenho não vão se importar com as críticas. Mas a verdade é que os de bom desempenho se sentem desprestigiados e terminam buscando outras oportunidades e os de mau desempenho simplesmente ignoram as críticas”, comenta o especialista.

De modo geral, as empresas não compreendem os elevados custos provocados pela perda de profissionais. Seja demitindo ou acatando um pedido de demissão, as empresas têm custos com a saída de trabalhadores. No entanto, os custos do turnover não param por aí: a empresa terá que investir tempo e dinheiro na busca de um novo profissional e, adicionalmente, gastar ainda mais no treinamento dessa pessoa. Outro custo invisível no processo: as perdas de produtividade decorrentes do período em que a empresa fica sem o profissional, assim como o período em que o substituto está sendo preparado.

Os dados do turnover de empregados no Brasil, dramáticos por si só, ajudam a explicar outro fenômeno: segundo um estudo publicado pela revista Exame em outubro de 2012, o trabalhador brasileiro gera em média perto de US$ 22.000,00 de riqueza por ano, enquanto o norte americano gera cerca de US$ 100.000,00, ou quase cinco vezes mais. Essa brutal diferença de produtividade, alerta Carmello, se explica por várias razões, como acesso a tecnologias mais modernas, melhor infra-estrutura de telecomunicações e, também, pelo elevado turnover no Brasil, que faz com que as empresas tenham que conviver com profissionais pouco experientes toda vez que um profissional melhor qualificado sai em busca de melhores oportunidades.

Segundo Luciana Tegon, Presidente da Tegon Consultoria, empresa especializada em recrutamento e seleção e programas de trainees para grandes empresas brasileiras, a alta rotatividade de profissionais afeta, também, os programas de recrutamento de jovens talentos:

“Em média, as empresas que fazem programas de trainees no Brasil perdem até 50% dos jovens selecionados a duras penas em até 18 meses após a contratação”, explica Luciana.

Segundo ela, as razões para essa perda tão elevada de jovens que entram para assumir posições de chefia no futuro se devem ao desencanto dos jovens com a cultura da organização. Muitos profissionais recém-saídos das faculdades decidem trabalhar em uma grande empresa em função de sua marca e da força que transparece. No entanto, assinala Luciana, assim que começam a trabalhar na empresa eles percebem que estão diante de uma cultura centralizadora, burocrática, engessada, que não vai permitir o avanço na carreira esperado. Muitos jovens se decepcionam, também, com as proibições que lhes são impostas como bloqueio ao uso de Internet, horário de trabalho inflexível, entre outras.

“O resultado é que mais da metade dos trainees contratados pelas grandes empresas deixam as organizações antes de se passarem dois anos. As perdas para as empresas são imensas, uma vez que elas precisam recomeçar as contratações do zero”, finaliza Luciana.

Eduardo Carmello é palestrante, consultor e Diretor da Entheusiasmos, consultoria em gestão de talentos. É reconhecido pelo Top of Mind do jornal O Estado de S. Paulo como um dos cinco mais importantes palestrantes em gestão de pessoas do Brasil, tendo aparecido no Top 5 nos últimos 5 anos.

Luciana Tegon é Presidente da Tegon Consultoria, empresa especializada em recrutamento e seleção para grandes empresas, bem como pela gestão de programas de trainees baseados na adaptação à cultura da empresa.

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Excesso de faltas = Empresa Doente

Não é força de expressão, considerarmos o Absenteísmo Médico Elevado – a popular falta de assiduidade – como uma “Doença Institucional”, da qual padecem empresas dos mais variados ramos da economia. É uma doença silenciosa que vai consumindo as energias da empresa sem que ela se dê conta disso. Uma doença que atenta contra a imagem da empresa junto à sociedade e ao INSS. Sendo então penalizada duplamente por isso. Primeiro, porque paga pelo trabalho não executado e tem de repor o faltante com outro trabalhador e segundo, acumula o ônus da Doença não curada, persistente e muitas vezes objeto de ação judicial.

O Dr. Armando Lepore Junior, diretor Médico da SAFE Saúde e Segurança – parceira da Pactum Consultoria Empresarial – destaca que essa doença tem cura. Em alguns pontos anacrônico, o ordenamento legal brasileiro existe e deve ser usado a favor da empresa em sua plenitude. Dotada de um Serviço Médico atuante, ético e preparado, a empresa pode “se tratar deste mal”, o remédio às vezes pode ser amargo, mas pode curar. E depois de passada a fase mais dolorosa da doença, o monitoramento constante garante a longevidade do processo, afastando as recaídas. Lepore ressalta que “se a empresa investe em prevenção, um bom nível de comunicação interna e uma equipe médica capacitada, são a melhor vacina contra esse mal.”

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Conheça as 35 melhores empresas para jovem começar carreira

A Embraer foi eleita a Empresa do Ano na premiação do Guia Você S/A – As Melhores Empresas para Começar Carreira. A Embraer disputou com 35 empresas classificadas no ranking do guia (veja lista abaixo), também eleitas como as melhores para os jovens brasileiros iniciarem suas carreiras.

A Embraer teve as notas mais altas em todas as categorias da pesquisa realizada para se chegar ao resultado. Além de um programa de incentivo à inovação que premiou autores de mais de 7211 ideias, a empresa investiu 9 milhões de reais em treinamento. Há ainda um programa para incentivar os funcionários a se tornarem instrutores internos. Hoje, são mais de 700 voluntários. Na campeã do ano, eles têm real oportunidade de aprender com os mais renomados profissionais do setor.

Quem recebeu o prêmio foi o vice-presidente executivo de pessoas, relações institucionais e sustentabilidade, Jackson Schneider,e a diretora de RH, Daniela Sena Bettini.

Vagas para trainee cresceram 56%
Juntas, as 35 empresas que entraram no Guia este ano somam 405 mil empregados — dos quais, 96,8 mil são jovens entre 18 e 26 anos. Quase 10 mil deles responderam aos questionários da Você S/A. Os resultados indicam que as empresas nunca contrataram tantos jovens com agora. O número de vagas para trainee cresceu 56% de 2011 para 2012. Da mesma forma cresceu a oferta para estagiários: as vagas dobraram no último ano. Essa movimentação das empresas em busca de talentos que ainda estão na universidade ou que acabaram de deixar os bancos escolares é uma necessidade em tempos de pleno emprego e maior competição por mão de obra qualificada.

Trinta por cento dos profissionais que responderam à pesquisa este ano gostariam de passar mais de dez anos no emprego atual. Outros 21% gostariam de permanecer entre cinco a dez anos na mesma empresa. Ou seja, cinco em cada dez respondentes da pesquisa pretendem investir em um ciclo longo de aprendizado.

Pesquisa é a única voltada para jovens funcionários
A pesquisa é feita em parceria com a Fundação Instituto de Administração (FIA) e a Cia de Talentos. O levantamento é o único desse tipo no mundo voltado exclusivamente ao público jovem, de 18 a 26 anos, e que avalia tanto o ambiente de trabalho quanto as práticas e políticas de gestão de pessoas das empresas para estes profissionais.

O estudo aponta que os homens ainda são maioria no quadro de funcionários jovens das empresas – eles representam 56% do total. A remuneração vai de R$ 610 a R$ 8.160. O salário geral médio dos jovens é de R$ 2.463, contra R$ 4.373 da média geral. A maioria (60%) ocupa cargo técnico operacional.

Destaques
Também foram premiadas as empresas que se destacaram em seis categorias: Carreira e Reconhecimento, Desenvolvimento Profissional, Identidade, Qualidade de Vida, Liderança e Inovação em RH.

Vencedores por Categoria
Carreira e reconhecimento – Itaú Unibanco
Desenvolvimento Profissional – Laboratório Sabin
Identidade – Ticket
Inovação em RH – MAN LatinAmerica
Liderança – Accenture
Qualidade de vida – Instituto de Pesquisas Eldorado
Melhor Empresa para começar a Carreira 2013 – Embraer

Lista completa das 35 premiadas
Embraer
Laboratório Sabin
Ticket
Man LatinAmerica
Dow Brasil s.a.
Accenture
Telefônica vivo
Accor
Cielo
Promon
Kimberly-clarkbrasil
Inec
Alcoa
Dupont
Itaú Unibanco
Ecorodovias
Instituto de Pesquisas Eldorado
Lojas Renner
Banco Bradesco
Suzano Papel e Celulose
Coca-Cola Guararapes
Grupo Boticário
Ipiranga
HSBC
Deloitte
Glaxosmithkline
Anglo American – unidade de negócio Níquel
Central nacional unimed
3m
Sanofi-aventisfarmaceuticaltda
Ambev
Aes Sul
Basf
Banco Santander
Ale Combustíveis

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