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Gerente de Projetos está entre profissões mais promissoras

O mercado pede os melhores profissionais. Clama pelas profissões mais consagradas. Valoriza os que detêm o conhecimento e que investem em desenvolvimento. Amplia as possibilidades de sucesso em negócios e em carreira. O mercado demanda. O profissional opta se ele será bem-sucedido ou não em sua vida. É uma questão de escolha!

Quando a demanda de mercado é constante para uma função e sua visibilidade e importância é reconhecida pelos profissionais e pelas organizações, uma profissão é classificada como promissora. Nesse caso, porém, os profissionais que a adotarem como direção de carreira, investirem em seu desenvolvimento e focarem esforços para serem bons em uma profissão consagrada terão sua probabilidade de sucesso e possibilidade de realização profissional maximizadas. Quem não sonha em ser assim?

Segundo a Revista Exame, entre as 40 profissões mais promissoras para o ano de 2014 está à profissão de Gerentes de Projetos, ocupando o 12º lugar. Na pesquisa, porém, a Exame justifica a classificação pela capacidade de organização dos profissionais especializados em projetos e por serem considerados demandas das empresas de todos os setores.

A revista explica que, responsáveis pela gestão de qualquer projeto em nível macro, os Gerentes de Projetos decidem e interagem com as áreas envolvidas, estabelecem o cronograma de ação, fazem a apresentação e o acompanhamento dos projetos, além de estabelecerem as implementações necessárias para a execução e finalização. Segundo a publicação, para trabalhar com esse segmento os profissionais precisam de certificações na área de Gerenciamento de Projetos. O profissional que deseja atuar em Gerenciamento de Projetos deve procurar os melhores institutos e treinamentos.

Para apoiar no início da carreira ou desenvolver os profissionais que já atuam na área e que desejam agregar conhecimentos e experiência, a Six Sigma Brasil traz um vasto portfolio de treinamentos em Gestão de Projetos, Processos e Qualidade, ministrados por profissionais renomados e reconhecidos pelo mercado.

Além disso, a empresa possui um portal que facilita a discussão, obtenção de informações sobre eventos, melhores práticas, certificados, treinamentos, publicações e vagas de trabalho na área. No portal, é possível também encontrar uma agenda dos próximos acontecimentos e saber mais sobre o VI Congresso Internacional Six Sigma Brasil 2014, que acontece nos dias 21 e 22 de maio e figura como uma ótima oportunidade para quem deseja se desenvolver profissionalmente e estiver antenado a tudo o que acontece nesse segmento.

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Solução de TI facilita melhoria salarial de servidores municipais em Curitiba

Parte da equipe responsável pelo projeto

Servidores da Prefeitura Municipal de Curitiba migraram de faixa salarial neste início de ano. O processo que beneficiou os servidores municipais que participaram do crescimento horizontal e os profissionais do magistério, que em 2013 se inscreveram para o crescimento vertical, foi feito por meio de sistema desenvolvido pelo ICI.

No caso específico dos professores, já que todos os servidores municipais tiveram a inscrição para o crescimento horizontal feita automaticamente pelo sistema, as inscrições para o crescimento vertical ocorreram pelo Gurhu Online (Gol), em versão atualizada especialmente para o processo. O acesso ao sistema se dá por meio de nome de usuário e senha, o que garante a confiabilidade do processo.

Após a fase de inscrições, cada servidor informou pelo Gol os cursos que fez fora da Prefeitura de Curitiba – os cursos feitos dentro da estrutura da prefeitura foram cadastrados automaticamente pelo sistema Aprendere, também criado pelo ICI.

Esses cursos realizados pelos profissionais foram avaliados na fase de validação e seleção das competências. Em seguida, ocorreu a etapa dos impedimentos, gerados a partir de regras sobre número de faltas, lotações em que se encontra, entre outras. Esta qualificação dos servidores para os crescimentos gerou pontuações, disponibilizadas virtualmente no formulário do Gol.

Com todo o processo finalizado, inclusive após a apresentação de recurso pelos interessados, o procedimento de crescimento horizontal e vertical foi encerrado na quinta-feira (8), o que gerou uma nova situação funcional para o servidor que subiu de faixa salarial. A classificação do crescimento vertical e a lista de todos os servidores contemplados com o horizontal foram publicadas no Diário Oficial do Município.

Fonte: ICI – Instituto Curitiba de Informática

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60% das empresas na América Latina acreditam que BYOD é ameaça para segurança corporativa

A maioria das empresas considera a tendência Bring your own device (BYOD), em que os funcionários usam seus dispositivos móveis pessoais no trabalho, como uma ameaça crescente para a companhia. Mesmo assim, a porcentagem que toma medidas para minimizar essas ameaças é relativamente pequena, de acordo com os resultados da Pesquisa de Riscos Globais de Segurança Corporativa de TI de 2013, realizada pela B2B International em colaboração com a Kaspersky Lab. Essa pesquisa envolveu entrevistas com representantes de empresas em 24 países, incluindo Brasil, Chile, Colômbia, México e Peru.

Globalmente, os entrevistados do Japão expressaram a maior preocupação em relação a essa tendência crescente e as ameaças associadas: 93% concordaram que o BYOD é uma ameaça para suas empresas. As empresas da América do Norte (69%) também mostraram um alto nível de preocupação, assim como os do Oriente Médio (65%),da Europa Ocidental (62%) e América Latina (60%). As empresas Russas foram as menos preocupadas, com 57% dos participantes reconhecendo a ameaça que as políticas BYOD representam.

Ao mesmo tempo, a maioria das empresas não planeja introduzir nenhuma medida de proibição contra o uso de dispositivos pessoais no local de trabalho. Pelo contrário, cerca de 31% dos entrevistados globais disseram que pretendem incentivar o uso de smartphones e tablets, já na América Latina essa porcentagem chega a 39%. 34% disseram que não acreditam que medidas proibitivas impediriam os funcionários de usar seus próprios dispositivos, na região latino-americana esse índice fica em 33%.

No entanto, o percentual de empresas que pretendem restringir o uso de dispositivos pessoais para fins de trabalho está em ascensão: o número de entrevistados na região que relatam planos para impor restrições cresceu de 22% em 2012 para 23% em 2013. A porcentagem de empresas que pretendem impor restrições mais severas contra o uso de dispositivos pessoais no trabalho subiu de 4% para 5%.

É fácil ver por que as empresas se preocupam cada vez mais com as ameaças que os dispositivos móveis representam: a pesquisa também mostra que o uso indevido desses dispositivos é uma causa frequente de incidentes de segurança de TI, resultando na perda de dados críticos da empresa. Quase 21% (2% a mais que em 2012) dos entrevistados na América Latina disseram que suas empresas sofreram vazamentos de dados confidenciais por meio de clientes de email para dispositivos móveis, mensagens de texto e outros canais disponíveis para os proprietários de smartphones e tablets.

Mas relativamente poucas empresas estão adotando produtos de software especializados para se proteger contra essas ameaças. Cerca de 38% das empresas usam soluções antivírus para integrar, proteger e gerenciar os dispositivos móveis na rede corporativa, e apenas 20% usam soluções de Gerenciamento de Dispositivos Móveis.

Conforme o BYOD torna-se mais comum e aumenta o número de incidentes envolvendo dispositivos móveis, assegurar o gerenciamento centralizado desses dispositivos e mantê-los seguros tornou-se uma necessidade importante e relevante. É igualmente importante que as soluções que executam essas funções sejam fáceis de usar, fáceis de gerenciar e fáceis de integrar na rede corporativa.

O Kaspersky Security for Mobile está disponível como uma solução direcionada ou como um componente do Kaspersky Endpoint Security for Business. Um agente móvel é instalado em nível de dispositivo para oferecer proteção avançada contra ameaças de malware, enquanto o Gerenciamento de Dispositivos Móveis faz com que a configuração segura dos dispositivos móveis seja simples e direta. Os dados corporativos podem ser isolados e criptografados em um contêiner no dispositivo pessoal e, graças às funções de Localização, Bloqueio e Limpeza Remota, esses dados poderão ser apagados, caso o dispositivo seja perdido ou roubado. Um único console administrativo unificado significa que todos os endpoints corporativos, incluindo dispositivos móveis BYOD, podem ser gerenciados em conjunto em uma única plataforma de segurança integrada.

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Conheça as 8 competências da Inteligência Emocional

Inteligência emocional (IE) é a habilidade de integrar pensamentos e sentimentos com o objetivo de otimizar nossas decisões. Este conceito vem sendo difundido ao redor do mundo e grandes organizações têm compreendido a importância que a IE tem tanto na vida profissional quanto pessoal.

De acordo com o CEO do Grupo Kronberg, Carlos Aldan, compreender os mecanismos do quociente emocional propicia à pessoa aprender a lidar melhor com os sentimentos em momentos de stress. “Se você usar a IE de forma eficaz, será mais capaz de influenciar os outros de maneira positiva, de se comunicar e manter-se concentrado durante momentos críticos”.

Confira o modelo das oito competências da Inteligência Emocional elaborado pela Six Seconds, a maior organização do mundo especializada em quociente emocional, representada pelo Grupo Kronberg no Brasil:

1 – Melhorar o aprendizado emocional – reconhecer com precisão sentimentos;
2 – Reconhecer padrões – identificar reações e comportamentos recorrentes;
3 – Refletir consequências – avaliar os custos e benefícios de suas escolhas;
4 – Navegar emoções – medir, aproveitar e transformar emoções como um recurso estratégico;
5 – Motivação interna – obter energia de valores pessoais em compromissos ao invés de ser conduzido por forças externas;
6 – Otimismo – ter uma perspectiva pró-ativa de esperança e possibilidades;
7 – Melhorar a empatia – reconhecer e responder apropriadamente às emoções dos outros;
8 – Buscar metas nobres – conectar suas escolhas diárias com o seu senso de propósito geral.

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Pesquisa da Catho aponta que brasileiro não quer ficar acomodado em 2014

Com a chegada de um ano novo é natural fazer promessas e evitar algumas posturas do ano anterior. Pelo menos no que se refere à carreira, o brasileiro já está bem seguro do que não quer fazer de novo em 2014: ficar acomodado.

Foi o que apontou pesquisa feita pela Catho, site de empregos líder no Brasil, no fim de 2013 com 416 profissionais. Quase 70% dos respondentes, empregados e desempregados, escolheram esta como a primeira opção à pergunta: o que você promete não repetir em 2014? Trabalhar em algo que não gosta ficou em segundo lugar no ranking, seguido por trabalhar muito além do horário.

O levantamento também quis saber o que o profissional espera da carreira este ano. Os trabalhadores empregados ficaram divididos entre mudar de emprego (50,2%) e equilibrar vida pessoal e profissional (50,2%). Receber um aumento (33,7%) e ser promovido (25,1%) eram os itens seguintes. Já os desempregados querem, naturalmente, conseguir um novo emprego (73,2%). Equilíbrio entre trabalho e vida pessoal também ficou em segundo lugar (53,5%), seguido de conquistar um cargo mais alto (19,7%) e abrir o próprio negócio (16,9%).

Depois da expectativa para 2014 e do que não repetir no ano que chega, a pergunta era sobre promessas: “Que compromisso você pretende assumir?”. A resposta principal para esta pergunta foi investir em qualificação profissional, tanto para empregados, quanto para desempregados.

EMPREGADOS

DESEMPREGADOS

A última pergunta era sobre a empresa dos sonhos. A valorização profissional ainda é o sonho buscado pela maioria. “Importante que esta valorização não é apenas financeira. Atualmente o funcionário quer se sentir útil e desafiado e perceber que a empresa vê valor naquilo que ele exerce”, ressalta Angélica Nogueira, gerente de RH da Catho.

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Mercado de recrutamento e seleção não sabe o que é crise

Na opinião da Talent Group, empresa de recrutamento, seleção e terceirização de mão de obra, o ano do setor foi positivo, mesmo com o relativamente fraco desempenho da economia brasileira. Um indicativo desse cenário seria o nível de emprego do Brasil. No acumulado de janeiro a outubro desse ano, segundo dados do Ministério do Trabalho, a geração de colocações formais somou 1,46 milhão de vagas, representando um aumento de 18,29% em comparação com o mesmo período de 2012.

“Percebemos nitidamente que o departamento de Recursos Humanos das empresas está cada dia mais preocupado com as questões estratégicas das organizações, focando o desenvolvimento de seus funcionários e a redução do turnover, que é elevada no Brasil”, conta Luiz Carlos Manni, diretor de estratégia e marketing da Talent Group.

Ele aponta que as consultorias de R&S já são vistas como parceiras do RH para o preenchimento dessas vagas, justificando o crescimento na carteira de consultoria da Talent Group, que teve um aumento real de 36,2% em comparação com 2012.

Retrospectiva
Como não poderia deixar de ser, o mercado ainda se recente da crise financeira internacional, que teve efeitos danosos na Europa. Menos abalados, os Estados Unidos demonstram sinais de reação e a China tem registrado expansão inferior aos últimos anos.

Manni lembra que, no caso do Brasil, o governo adotou uma série de medidas para estimular a economia ainda em 2012, gerando reflexos durante todo esse ano. Alguns exemplos são a desoneração de folha de pagamento em vários setores, a redução do IOF para empréstimos de pessoas físicas e a desoneração da linha branca e de automóveis.

Dificuldades
O diretor de estratégia e marketing da Talent Group ressalta que o principal desafio enfrentado na área de R&S durante o ano foi a escassez de mão e obra. Segundo um relatório divulgado recentemente pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), as empresas enfrentam dificuldades para contratar pessoal qualificado às suas necessidades em diferentes níveis, do mais básico à gerência. A pesquisa constatou que 81% das empresas de grande porte estão insatisfeitas com a oferta de profissionais no mercado, mesma queixa apontada por 77% das médias e 64% das pequenas.

“Complementarmente, o maior desafio de empresas como a Talent Group sempre será acompanhar de perto o seu mercado e buscar a mais rápida e consistente formação de seus novos profissionais, para poder acompanhar o crescimento da demanda de seus clientes”, conta Manni.

Expectativas para o próximo ano
O mercado de R&S em 2014 deve ser marcado pela estabilidade, tanto no que diz respeito aos salários como ao número de vagas, excetuando-se os setores envolvidos mais diretamente com a Copa do Mundo. Segundo a Talent Group, as empresas continuarão a lutar pela retenção de talentos e pela contratação de profissionais com perfil adequado às suas necessidades. Nesse sentido, identificar os fatores que motivam o profissional na busca da felicidade e realização pode representar a diferença entre ter ou não ter a mão de obra necessária para os objetivos empresariais.

Nesse mercado, Manni aponta que a Talent Group encara 2014 como uma oportunidade de crescimento. “Nossa meta para 2014 é ter um crescimento de ao menos 10%, focando inicialmente no crescimento interno, já necessário para atender à atual demanda crescente do nosso mercado. Pretendemos ter uma equipe interna maior e cada vez mais forte, mais preparada, e mais coesa, o que resultará na percepção de nossos clientes, nos nossos resultados e no crescimento das parcerias”, finaliza.

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Resiliência no trabalho pode ser o diferencial para manter um cargo de chefia

A resiliência é um conceito psicológico definido como a capacidade de o indivíduo lidar com problemas, superar obstáculos ou resistir à pressão de situações adversas como choque e estresse sem entrar em surto psicológico. Para o CEO do Grupo Kronberg, Carlos Aldan, a inteligência emocional , habilidade de integrar pensamentos e sentimentos com o objetivo de otimizar decisões, auxilia os líderes a obterem o equilíbrio, o que consequentemente os mantêm em seus cargos, já que é imprescindível o bom relacionamento entre os líderes e seus liderados.

“Quando o executivo assume essa nova posição suas expectativas mudam, por isso é tão importante o alinhamento imediato dos esforços de todos em torno da visão de futuro para a organização. A grande parte dos profissionais em posições de alta liderança carece dos principais componentes da inteligência emocional, principalmente da autoconsciência”, conta o CEO.

Ainda de acordo com Aldan, quanto maior for a autoconsciência (competência que nos possibilita identificar nossas emoções, inclinações, temperamentos, comportamentos e como estes nos afetam e afetam as pessoas à nossa volta) do líder, mais rapidamente conseguirá entender as próprias expectativas e de seus stakeholders.

Portanto, os líderes que têm desenvolvido os componentes da inteligência emocional, possuem uma capacidade de resiliência mais aflorada e produzem melhores resultados na sua vida pessoal e profissional.

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O que os homens de negócios podem aprender com as mulheres

A busca por igualdades salariais continua, mas a verdade é que como profissionais de vendas, as mulheres são mais eficazes do que os homens. Segundo Cláudio Tomanini, Professor de MBA da FGV e especialista em Vendas e Marketing, isso acontece por conta das características intrínsecas da mulher, inclusive aquelas provenientes da herança pré-histórica que tornam homens e mulheres tão diferentes. “Em meus trabalhos de consultoria e palestras, instigo os homens a aprenderem mais com suas colegas e a desenvolverem características essencialmente femininas, mas que se usadas no trabalho, são armas extremamente eficazes de networking e vendas”, diz Tomanini.

Visão periférica

Por ser biologicamente programada para proteger a prole, a mulher desenvolve a visão periférica, enquanto o homem, que tinha como dever ir à caça de comida, desenvolveu a visão de mira, linear e focada em um único ponto. Para as mulheres essa é uma arma e tanto nas vendas. “Com mais pessoas em um ambiente ou em eventos sociais, as mulheres são capazes de identificar oportunidades em todo o seu redor, dosando conversas e otimizando o tempo de contato com cada interlocutor. Por isso elas são excelentes fazendo networking.”, explica Tomanini.

Mais delicadeza e atenção

O instinto feminino de cuidar, sempre com delicadeza e atenção aos detalhes (no caso de bebês, por exemplo), as torna extremamente flexíveis na hora de lidar com diferentes perfis de clientes. Vendedores agressivos costumam ter sua parcela de clientes fiéis, porém, a atenção que as mulheres dedicam às regras é imbatível e transforma seu trabalho em uma atividade super profissional.

Emoção

As mulheres são mais emotivas que os homens, o que significa que elas agem mais movidas a emoção do que razão – o contrário dos homens, que possuem o lado pragmático muito mais desenvolvido.

“É essa emoção que move as conquistas femininas. Elas sabem usufruir de suas realizações, gostam de assumir suas vitórias e se deleitam em querer mais, justamente por saberem aproveitar o prazer da conquista”, diz Tomanini. “Além disso, atender um cliente com emoção aumenta as chances do vendedor de proporcionar uma verdadeira experiência de compra e não uma simples transação comercial”. Ou seja, a emoção ajuda na geração de Relacionamento – fundamental para a manutenção da fidelidade do cliente.

Empatia

Condicionadas a compreender as necessidades da família mesmo antes da capacidade de verbalizar dos filhos, as mulheres têm o poder de ler nas entrelinhas das atitudes e linguagem corporal das pessoas. Essa característica possibilita que durante uma venda, a mulher consiga se alinhar mais rapidamente e objetivamente com o cliente, acertando em cheio ao ler suas reais necessidades. “Vender pelas características do produto nunca foi suficiente. É preciso vender pelas necessidades do consumidor, entendê-lo e saber o que o seu produto pode oferecer para ajudá-lo a atingir seus objetivos”, explica Cláudio Tomanini.

Saber ouvir

Mulheres sabem ouvir. Falam muito, mas também ouvem mais. “Ouvir é uma condição básica nas vendas. Como é que você vai dizer que o cliente precisa daquilo, se não sabe o que ele quer?”, completa Tomanini. “Só por isso, as mulheres já saem na frente”.

A boa notícia é que estudos recentes comprovam que tanto homens quanto mulheres podem ter comportamentos mais femininos ou mais masculinos de acordo com a quantidade de testosterona a qual são expostos durante a gravidez. A ideia de que as mulheres desenvolvem mais o lado direito do cérebro e os homens o esquerdo já não é tão contundente assim. “Ou seja, muitos homens possuem essas habilidades tipicamente femininas, e eles devem colocá-las em prática no trabalho e no relacionamento com clientes”.

Enquanto os homens aprendem a elaborar certos comportamentos e estratégias de vendas baseados em características tipicamente femininas, Cláudio aconselha todos fazerem o mesmo em suas palestras e aulas.

* Cláudio Tomanini é professor de MBA da Fundação Getúlio Vargas e autor do livro “Venda Muito Mais” (Editora Gente, 2012). Tem mais 25 anos de experiência nas áreas de vendas e marketing. Atuou em empresas como Johnson & Johnson, ADP Systems, Grupo Verdi e VR. Tomanini possui uma peculiar visão do mercado, criando novos conceitos e desenvolvendo soluções, utilizadas e adaptadas por diversas empresas e outros consultores.

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Brasil é o país que melhor remunera os gerentes na América Latina

Apesar do baixo crescimento do PIB brasileiro e o ritmo mais conservador da economia, o Brasil ainda é o país que melhor remunera os profissionais de gestão na América Latina. É o que aponta o Estudo de Remuneração da Michael Page 2013/14, que avaliou a remuneração de 31 cargos nos países que a empresa atua na América Latina – Brasil, México, Argentina, Chile, Peru e Colômbia. De acordo com a pesquisa, em 48% de todas as posições avaliadas, o Brasil tem as melhores remunerações para a média e alta gerência, seguido do Chile, com 29% e Peru, com 10% das posições avaliadas. Na contramão, a Colômbia apresentou os menores salários nas posições avaliadas pelo estudo.Os valores apresentados foram retirados dos Estudos de Remuneração e desenvolvidos por cada um dos países pesquisados. Na pesquisa, foram avaliados 14 setores: Bancos, Engenharia e Manufatura, Finanças, Saúde, RH, Seguros, Jurídico, Óleo e Gás, Propriedade e Construção, Varejo, Vendas, Suprimentos, Tributos e TI.

Segundo Patrick Hollard, diretor do PageGroup para América Latina, mesmo com as incertezas econômicas que o país enfrentou, o Brasil tem setores que vão muito bem e que demandam profissionais em grande escala, o que impulsiona os salários dos executivos. Nas áreas de construção e impostos, por exemplo, os profissionais chegam a ter remunerações muito maiores que os outros países da AL.Outro ponto de destaque segundo Hollard é a economia mexicana, que apresentou crescimento de 4% no PIB em 2012. “O México embora tenha uma economia 50% menor que a nossa vem apresentando bons resultados e isso estimula as empresas a contratarem os melhores profissionais”, explica.

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5 motivos para melhorar o desempenho profissional

Um profissional que faz bom uso da inteligência é capaz de contagiar o ambiente de trabalho e influenciar nos resultados financeiros da organização, segundo Carlos Aldan, CEO do grupo Kronberg.
Para ilustrar a ideia, Aldan destaca cinco motivos para melhorar o desempenho profissional:
1- Destaque no mercado – Funcionários e líderes que permitem oportunidades de escolhas e mudanças de comportamento aprendem a gerenciar suas emoções e o estresse. Dessa maneira, conseguem manter o foco nas prioridades, otimizando os resultados.

2- Bom relacionamento com os colegas de trabalho – Por saber administrar as emoções, o profissional adquire a capacidade de driblar o contágio negativo, tanto os próprios, quanto dos outros, criando assim um ambiente harmonioso e suscetível a melhores lucros.

3- Sucesso – Estudos comprovam que as pessoas mais bem-sucedidas dentro de uma definição ampla de sucesso (não somente na esfera profissional, mas também física, espiritual, realização, conquistas e legados), detêm índices mais desenvolvidos de Inteligência Emocional. Os líderes que produzem resultados de 25 a 30% superiores à média, também têm em comum índices avançados de Inteligência emocional.

4- Sem datas de validade – Inteligência emocional, independentemente do esforço consciente para aprimorá-la, para a maioria das pessoas, melhora com o resultado das experiências de vida. É possível aprimorar conscientemente todos os componentes da Inteligência Emocional independente da faixa etária.

5- Autoconfiança – Exercitar a Inteligência Emocional também prepara o indivíduo para enfrentar com mais resiliência as inevitáveis adversidades, retrocessos e perdas na vida. A identificação, o constante aprimoramento e a aplicação de competências, forças de caráter, valores e compromissos nos permite aumentar a motivação intrínseca. Quanto maior a motivação intrínseca, maior nossa autoconfiança.

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HSM Expomanagement é marcado por debates sobre sustentabilidade e tecnologia

A ExpoManagement 2013, maior evento de gestão da América Latina, teve início na manhã desta segunda-feira com a presença de especialistas, executivos e empresas dos mais diversos setores da economia de todo país apresentando os conceitos mais atuais, cases inspiradores e práticas de sucesso do mundo corporativo. O evento acontece entre hoje e quarta-feira (6/11), no Transamérica Expo Center, em São Paulo.

A primeria palestra do dia foi de Paul Dickinson, especialista em sustentabilidade, diretor e fundador do Carbon Disclosure Project (CDP), entidade que trabalha de perto com as maiores empresas do mundo para reduzir as emissões de carbono e melhorar a gestão da água no planeta. Dickinson iniciou sua fala apresentaqndo o trabalho do CDP, que possui o maior banco de dados com informações sobre sobre mudanças climáticas do mundo. Para o especialista, sustentabilidade é o nome que damos para problemas que o governo não consegue solucionar. “Algumas pessoas acreditam que a sustentabilidade é uma prioridade menor, mas estamos falado do futuro que deixaremos para as próximas gerações. Desta forma, eu acredito que as corporações podem e devem ser a solução para os problemas climáticos”, afirma.

Para Dickinson, negócios e política hoje são a mesma coisa. “Os negócios são a nova democracia mundial. Qualdo as pessoas compram um produto ou investem em uma empresa, elas também estão votando no mundo que elas desejam para si mesmas e para seus filhos”. Ele também acredita que os riscos apresentados pelo aquecimento global são, na verdade, uma enorme oportunidade para que o mundo dê um novo salto tecnológico. “A sustentabilidade não é um peso. Os consumidores querem cada vez mais fazer negócios com empresas façam parte da solução, e não do problema, e é aí que residem as oportunidades de negócios do futuro. Estamos experimentando uma evolução no capitalismo, em que passamos da necessidade de maximizar o valor para os acionistas shareholders a necessidade de maximizar o valor das ações que desempenhamos” finalizou.

Wesley Batista, presidente global do Grupo JBS, maior empresa privada do Brasil e líder mundial em processamento de carne bovina, ovina e de aves, abordou os desafios de liderança que uma empresa familiar de atuação global enfrenta. Para o executivo, nada substitui ter as pessoas certas nos lugares certos. “Esse é o segredo da boa gestão de um grupo tão grande. Acreditamos que a simplicidade é essencial, não só na forma de ser, mas na forma de agir.” Ele lembra que o maior desafio do JBS é ser a maior empresa do setor sem sem perder a essência – ser simples e eficiente.

“Muitas empresas começam de uma forma simples e quando crescem, criam uma burocracia que por vezes traz problemas sérios para a sobrevivência da organização. Lutamos muito para evitar que isso aconteça, para não aumentar a burocracia, para não criar feudos.”

Mas Batista também acredita que para que a governança nas empresas seja algo real e palpável é preciso que as estruturas atuem de fato. “Em muitas empresas o que se vê são estruturas criadas desnecessariamente, o que serve somente para satisfazer uma necessidade dos executivos, e que no fim das contas acaba por não produzir resultados palpáveis para a empresa” finaliza.

A presidente e CEO da IBM, Ginni Rometty, apresentou uma palestra sobre a importância do Big Data para as empresas do século 21. De acordo com a executiva, “estamos finalmente presenciando a convergência de multiplas tecnologias. Atualmente 2,7 bilhões de pessoas estão conectadas à internet e um quarto da população mundial utiliza alguma rede social. Cerca de 80% de todos os dados existentes foram criados nos últimos 2 anos”. Ela diz que há tanta informação sendo criada diariamente que é impossível que as pessoas tenham condições de analisar todos os dados disponíveis.

Segundo Rometty, o principal desafio desta nova era de tecnologia será filtrar as informações relevante nesse mar de dados. Ela acredita que estamos vendo a criação de uma ‘tecnologia mais inteligente’, que irá transformar as empresas, sua natureza e suas atividades com base em três características fundamentais:

A maior parte das decisões serão tomadas com base em dados e na análise de informações;
As empresas irão infundir inteligência em tudo o que fazem, e na forma com que fazem;
O ‘valor’ deverá ser entregue diretamente aos indivíduos, e não mais para grupos.

“Sou bastante esperançosa sobre o futuro e acredito que a informação vai ser o principal recurso natural do século 21. Mas há uma diferença fundamental entre esse recusro e aqueles que movimentaram a economia das nações em séculos passados: a produção de informação é ilimitada. Tudo o que precisamos é de uma forma eficiente de refiná-la. E é isso que as empresas mais inteligentes do mercado já estão fazendo em todo o mundo”

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Dinheiro é o mais importante para ser feliz no trabalho?

Uma rápida busca no Google sobre “felicidade” traz inúmeros resultados, desde livros – de autoria do Dalai Lama e Eduardo Giannetti a Lair Ribeiro e Gabriel Chalita –, seminários, workshops, palestras a reportagens jornalísticas sobre o tema. A questão ganhou tanta relevância que a ONU mantém, desde 1972, o indicador de Felicidade Interna Bruta (FIB), e há até uma companhia multinacional que possui seu próprio índice, que mede bimestralmente o nível de felicidade dos seus funcionários. Ou seja, querem quantificar o nível da “qualidade ou estado de feliz; estado de uma consciência plenamente satisfeita; satisfação, contentamento e bem-estar” deles, de acordo com a definição do Grande Dicionário Houaiss de Língua Portuguesa para o vocábulo.

Atualmente, o tema felicidade no trabalho é a bola da vez no mundo corporativo e uma das prioridades das áreas de Recursos Humanos. Muitas pesquisas têm sido feitas por diversas instituições exatamente para lançar algum entendimento sobre o tema que, por ser uma novidade, é bastante abstrato e até cercado de muito romantismo. Isso ocorre porque o assunto é de grande complexidade e invariavelmente é incluído entre os conceitos e melhores práticas de RH, como clima organizacional, engajamento e política de retenção de talentos profissionais.

Para tentar desvendar o significado de felicidade no trabalho, o Ateliê de Pesquisa Organizacional (www.ateliedepesquisa.com.br) divulga um estudo inédito sobre o tema. Com abordagens qualitativas (quatro grupos de discussão) e quantitativas (200 entrevistas), gestores e não gestores de companhias estabelecidas em São Paulo e no Rio de Janeiro responderam e indicaram o entendimento e a experiência que possuem da própria felicidade no trabalho. O propósito central do estudo foi conhecer e abordar, de forma dinâmica e profunda, como esses profissionais percebem e caracterizam a condição de felicidade nas empresas em que trabalham.

Em síntese ( veja mais detalhes da pesquisa, abaixo), o que a pesquisa revela sobre felicidade no trabalho para os profissionais ouvidos? Eles mesmos apontam: é ganhar dinheiro, relacionar-se com pessoas, ter desafios, trabalhar em equipe. É contar com relações seguras e confiáveis entre colegas, ser reconhecido, sentir-se motivado, satisfeito, competente e alegre na empresa, entre outros sentimentos.

Outro tema pesquisado, e também relevante, diz respeito à infelicidade no trabalho. Os participantes da pesquisa apontaram várias compreensões: ter disputas internas, sofrer pressões, ambiente tenso, colegas fingidos, adoecimentos, pouco tempo para coisas pessoais, ausência de reconhecimento e líderes inadequados, entre outros fatores.

O estudo produziu algumas conclusões. Uma delas indica os fatores individuais bastante presentes na determinação do estado de (in)felicidade dos profissionais, e também a influência dos fatores externos e coletivos, com ênfase, porém, um pouco menor do que se costuma considerar. Outra conclusão provoca uma reflexão sobre a novidade (ou não) do conceito de felicidade no trabalho, uma vez que os próprios profissionais quando a definem usam conceitos como motivação, realização no trabalho, clima e ambiente, que são velhos conhecidos da área de Recursos Humanos.
A seguir, os principais resultados e a metodologia do estudo inédito sobre felicidade no trabalho, desenvolvido pelo Ateliê de Pesquisa Organizacional.

PESQUISA “FELICIDADE NO TRABALHO” – PRINCIPAIS RESULTADOS

Felicidade em relação ao trabalho

– Para 78%, o dinheiro é um fator que se sobrepõe a todos os outros.

– Para 79% dos entrevistados, eles estão felizes ou muito felizes em relação ao trabalho; apenas 7% consideram-se infelizes ou muito infelizes.

– Para 46%, eles são os responsáveis e não a empresa pela própria felicidade no trabalho.

Mulheres vs. homens

– Entre as mulheres, 84% consideram-se felizes ou muito felizes em relação ao trabalho. – Entre os homens, 75% consideram-se felizes ou muito felizes em relação ao trabalho.

Paulistas vs. cariocas

– Os cariocas (85%) consideram-se felizes ou muito felizes em relação ao trabalho.

– Os paulistas (71%) consideram-se felizes ou muito felizes em relação ao trabalho.

– O dinheiro tem muito mais peso para os cariocas (84%) do que para os paulistas (73%).

Excesso de trabalho

– Trabalhar é importante para o crescimento pessoal e profissional, disseram 45% dos entrevistados; 44% disseram que trabalham para sentir-se realizado.

– Para 57%, trabalhar mais de 8 horas por dia é motivo de satisfação. Apenas 17% responderam que trabalhar além do horário é motivo de insatisfação.

O que deixa feliz no trabalho

– Para 49%, relacionar-se com pessoas é uma das situações que deixa feliz no trabalho. Para 41%, trabalhar em equipe é a principal situação.

– Para 68%, quando estão felizes no trabalho, sentem-se motivados.

– Para 36% (60% deles do Rio de Janeiro), nada os deixa infelizes no trabalho.

– Para 48%, a infelicidade no trabalho traz o sentimento de desmotivação.

Saúde

– A maioria dos entrevistados (63%), não tiveram qualquer problema de saúde nos últimos meses. Mas 37% deles apontaram estar sofrendo de dor de cabeça (43%), cansaço exagerado (25%) e dor de estômago (18%), entre outros adoecimentos.

Percepção dos entrevistados (Qualitativa)

Os profissionais entrevistados na etapa qualitativa expressaram sua percepção a respeito do tema felicidade e infelicidade, por meio de 80 fotos. Cada participante elegeu entre duas e três imagens que melhor representavam o sentimento de felicidade no trabalho. Depois, cada um explicava suas escolhas e associações.

– Imagens de dinheiro e sucesso foram selecionadas em todos os grupos.

– Houve total consenso de que as imagens traziam símbolos de felicidade.

Metodologia

– Entrevistados, por gênero: 40% mulheres e 60% homens.

– Faixa etária: 28 e 45 anos.

– Tempo de trabalho na empresa:8 a25 anos.

– Empresas com mais de mil funcionários (65%) e500 a1.000 funcionários (35%).

– Grau de instrução: 100% com formação superior.

– Segmento das empresas: indústria (51%), comércio (31%) e serviços (18%).

– Remuneração anual: R$ 50 mil a R$ 150 mil (84%); R$ 150 mil a mais de R$ 300 mil (16%).

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Catho é eleita pelo 6º ano seguido TOP of Mind de RH

A Catho, site líder de empregos no Brasil, conquistou pela sexta vez consecutiva o prêmio Top of Mind Estadão de RH na categoria Site de Recrutamento. A premiação ocorreu na noite de ontem durante evento na casa de shows HSBC Brasil, em São Paulo, numa promoção da Fênix Editora em parceria com o Grupo Estado. O prêmio, considerado o Oscar do RH, chegou a sua 16ª edição e tem como objetivo identificar e reconhecer as empresas e profissionais mais lembrados do setor.
Esta premiação ocorre no momento em que a Catho acaba de consolidar sua unidade de negócios Catho Empresas. Com o slogan “Recrutar é um Talento”, a Catho Empresas chega para reforçar ainda mais a relação com os recrutadores, com uma equipe comercial de atendimento segmentada, nova estrutura de treinamento de recrutadores e de suporte e pós-venda, além de mais ferramentas e serviços exclusivos que vão facilitar o dia a dia do profissional de RH.

“Receber seis vezes seguidas este prêmio consolida nossa posição de liderança neste mercado e evidencia o reconhecimento por parte dos nossos clientes, o que nos impulsiona a cada vez mais investir para facilitar o dia a dia destes profissionais em busca de talentos e também daqueles que procuram a vaga ideal”, ressaltou Luis Testa, diretor de Marketing e Estratégia da Catho.

A votação do Top of Mind Estadão de RH foi realizada em três etapas: na primeira, foi levantada a indicação por lembrança espontânea, com a eleição no período de janeiro a março; na segunda, já com os cinco melhores de cada categoria selecionados, foi realizado o voto pela preferência, entre os meses de maio e setembro; na terceira e última, foi feita a nomeação das marcas e profissionais mais lembrados.

“A premiação é resultado de diversos fatores, mas, de modo geral, podemos destacar a preocupação da Catho em inovar constantemente para atender às necessidades e demandas dos RHs, e, o nosso time, que se empenha para oferecer um serviço que faça a diferença”, complementou Sandra Lucena, diretora Comercial B2B da Catho.

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Direitos e deveres da contratação de empregados temporários

Por Adriana Saab

Com a chegada das festas de final de ano, novas oportunidades de emprego surgem. São as chamadas contratações de mão de obra temporária. Em São Paulo, a previsão é de que 46.794 trabalhadores temporários sejam contratados em 2013. Entretanto, 19 mil têm chance de serem efetivados no emprego, segundo o Sindicato das Empresas de Serviços Terceirizáveis e de Trabalho Temporário do Estado de São Paulo (Sindeprestem).

A contratação de trabalhadores temporários é uma alternativa que a lei confere em caso de necessidade transitória de substituição de empregado regular e permanente ou de acréscimo extraordinário de serviços. Ela está prevista na Lei 6019, de 3 de janeiro de 1974, regulamentada pelo Decreto 73.841, de 13 de março de 1974.

Para que a empresa possa contratar este tipo de profissional, deve ter o registro prévio como empresa de trabalho temporário no Ministério do Trabalho e Emprego, estando habilitada para contratação e registro de pessoal especializado para atender às necessidades transitórias da empresa cliente.

O contrato de trabalho temporário entre a empresa especializada e a empresa cliente, em relação a um mesmo empregado, deve ser necessariamente por escrito e conter expressamente todos os direitos assegurados pela referida Lei. Importante, também, que conste o prazo de duração, que não poderá exceder três meses, conforme preceitua o artigo 2º, da Portaria 550/2010 do Ministério do Trabalho e Emprego, bem como, o motivo justificador da demanda da mão de obra temporária.

O prazo de vigência poderá ser ampliado para até seis meses em apenas duas hipóteses: a) prorrogação do contrato de trabalho temporário, limitada a uma única vez, ou, b) na ocorrência de circunstâncias que justifiquem a celebração do contrato de trabalho temporário por período superior a três meses. Em ambas as situações, a empresa deverá obter autorização prévia junto à Seção ou Setor de Relações do Trabalho – SERET – da Superintendência Regional do Trabalho e Emprego do Estado da Federação onde for prestado o serviço.

A ausência destes requisitos formais do contrato temporário implica a conversão automática para contrato de trabalho por tempo indeterminado entre o trabalhador e a empresa tomadora de serviços.

Os direitos dos trabalhadores temporários estão definidos no artigo 12 da Lei 6.019/74, que prevê:

– Remuneração equivalente à percebida pelos empregados da mesma categoria da empresa cliente;
– Jornada regular diária de oito horas;
– Adicional de horas extras não excedentes de duas, com acréscimo de 50%;
– Férias proporcionais de 1/12 por mês de serviço ou fração igual ou superior a 15 dias;
– Repouso semanal remunerado;
– Adicional noturno;
– Seguro contra acidentes do trabalho;
– Proteção previdenciária;
– Indenização por dispensa sem justa causa ou término normal do contrato de trabalho.

Além desses direitos, a Constituição Federal contemplou outros à categoria de trabalhadores temporários, como o FGTS. Alguns doutrinadores e juristas entendem que a indenização por dispensa no término normal do contrato de trabalho, que trata a alínea “f” do artigo 12º, da Lei 6.019/74, foi revogada, por ter sido substituída pelo depósito do FGTS, que poderá ser sacado pelo empregado ao término do contrato, conforme inciso IX, do artigo 20, da Lei 8.036/90.

Por outro lado, na hipótese de dispensa sem justa causa, antes do término do contrato, mantém-se a aplicação da indenização da alínea “f”, do artigo 12, da lei em conformidade com a Súmula 125 do Tribunal Superior do Trabalho, que firmou entendimento pela compatibilidade entre as verbas da indenização por dispensa antecipada (artigo 479 da CLT) e o FGTS.

Ressalte-se, ainda, que o trabalhador temporário que sofrer acidente do trabalho, ou tiver reconhecida doença profissional pelo INSS, ou ainda estiver gestante antes do término do contrato, será detentor de estabilidade provisória, de acordo com a nova redação do item III da Súmula 378, bem como da Súmula 244, ambas do Tribunal Superior do Trabalho (TST).

Ademais, na hipótese de falência da empresa de trabalho temporário, a empresa tomadora é solidariamente responsável pelo pagamento da remuneração e da indenização devidas ao trabalhador.

Portanto, os empresários que pretendem a contratação de mão de obra temporária devem observar as relevâncias atinentes a esse tipo de contrato. Diante no não cumprimento de quaisquer dos requisitos impostos pela Lei 6.019/74, o contrato de trabalho temporário será convertido automaticamente em contrato por prazo indeterminado, com formação de vínculo de emprego diretamente com a empresa tomadora de serviços, bem como com o pagamento dos direitos legais assegurados ao empregado comum.

Adriana Saab é sócia do escritório Rodrigues Jr. Advogados e pós-graduada em MBA em Direito Empresarial pela Faculdade Getúlio Vargas (FGV/RJ)

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Dobra o número de dissídios em discussão na Justiça

As negociações trabalhistas endureceram em 2013, refletindo a aceleração da inflação e o baixo crescimento econômico. Segundo a desembargadora do TRT da 2ª Região, Rilma Aparecida Hemetério, somente neste ano 109 dissídios coletivos foram parar no Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região – que engloba a Grande São Paulo e a Baixada Santista. O número é o dobro do ano passado, quando o Tribunal registrou 55 ações, refletindo as dificuldades nas negociações coletivas. “O Brasil sempre prefere resolver seus conflitos pela via judicial. Embora tenha se tentado as negociações coletivas, os sindicatos não conseguem utilizar o direito de mediar as negociações trabalhistas de maneira uniforme”, defendeu.

Segundo o professor da PUC-SP, Renato Rua de Almeida, parte do problema decorre de restrições que dificultam a representatividade. “Ainda não temos sindicatos com total autonomia. Eles ainda defendem interesses individuais”, afirmou.

Rilma e Almeida participaram nesta sexta-feira (4) do 2º Simpósio Internacional de Direito Sindical e Individual do Trabalho, promovido pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) e pela União Geral dos Trabalhadores (UGT). O evento debateu as estruturas sindicais do Brasil, da Espanha e de Portugal.

O cenário brasileiro é diferente do que ocorre na Espanha, embora o país apresente uma das maiores taxas de desemprego da zona do euro, atualmente no meio de uma crise econômica. “Na Espanha, as negociações coletivas são asseguradas pelo sistema, os sindicatos estão presentes nas empresas e no governo e há atuação ativa na tomada de decisão”, afirma o jurista espanhol Manuel Carlos Palomeque. Ele conta que, ao contrário do Brasil, os sindicatos espanhóis não têm sedes próprias porque atuam diretamente nas companhias.

No entanto, o modelo espanhol de sindicalização não obrigatória conta com baixa adesão. A cada cem trabalhadores, apenas 20 são sindicalizados e os sindicatos são mantidos pelo governo, pois de acordo com a Constituição do país, eles são peça necessária para o funcionamento do sistema produtivo.

Em Portugal, todos os trabalhadores têm o direito de se filiar ao sindicato que mais se aproxime de seus interesses e também de formar sua própria entidade, caso esteja descontente. Segundo o professor associado da Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra, João Leal Amado, isso dificulta muito a representatividade. “Temos uma grande lacuna no direto sindical, com a presença de muitos sindicatos que competem entre si. Poderíamos criar um único sindicato para cada categoria”, afirmou.

O presidente do Conselho de Assuntos Sindicais da FecomercioSP, Ivo Dall’Acqua Junior, salientou a importância da realização do simpósio para o desenvolvimento do direito sindical brasileiro. “Tanto a FecomercioSP como a UGT entendem que o papel das duas entidades vai além de discutir as regulações das relações do trabalho. Precisamos ser protagonistas do desenvolvimento do processo das relações de cidadãos”, defendeu.

Segundo o presidente da UGT, Ricardo Patah, o diálogo sobre Direito Sindical é fundamental para o Brasil traçar cenários futuros e aprender com experiências internacionais. “A UGT representa a base da pirâmide e o papel dos atores sociais deve ser valorizado”, concluiu.

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Redes sociais: 51,4% utilizam para fins corporativos na América Latina

Pesquisa realizada pela ESET América Latina revela que o uso das redes sociais para estudar e trabalhar se aproximou ao uso para entrar em contato com amigos e familiares. A pesquisa afirma que 51,4% dos usuários da região utilizam suas redes para fins corporativos.

Embora comunicação com amigos e família (85,6%) e estudo (53,6%) serem as razões mais mencionadas de uso pelos usuários pesquisados, um pouco mais da metade (51,4%) compartilha dados corporativos e dizem que o uso para trabalho está como terceiro motivo mais importante, demonstrando que as empresas e os usuários também utilizam esses meios para desenvolver suas tarefas de trabalho diárias.

Diante da pergunta “que tipo de dados você compartilha em redes sociais?”, 49,1% afirmaram que compartilham informações de trabalho comparados a 55,3% que enviam informações pessoais e 53,4% que publicam notícias. As redes sociais podem ser utilizadas de forma positiva e proveitosa pelas empresas devido a características como massividade e instantaneidade, entre outras.
No entanto, implementar políticas de segurança adequadas para limitar o uso dessa tecnologia nos meios corporativos é fundamental para resguardar os ativos mais importantes de todo negócio: a informação.

“Na ESET América Latina acreditamos que o posicionamento que as companhias devem adotar é de respeito ao uso livre de smartphones (BYOD – Bring your own device – Traga seu próprio aparelho) e redes sociais, e da mesma forma a empresa deverá avaliar os benefícios e riscos; Além disso, é imprescindível que independentemente de permitir ou restringir uso dessas tecnologias, se adotem medidas de segurança permanentes” conta André Goujon, Especialista de Awareness & Research de ESET América Latina.

Levando em conta que 70,5% dos entrevistados usam algum tipo de dispositivo móvel para acessar as redes sociais, no caso de permitir o seu uso, a gestão de segurança implica na utilização de uma solução de segurança configurada adequadamente para as contas corporativas nas redes sociais com ativação por dupla autenticação. Em caso contrário deve se utilizar, por exemplo, um software que facilite a restrição do acesso a este tipo de serviço.

Existem muitas ameaças que podem atacar usuários de redes sociais, entre elas códigos maliciosos, phishing, scam (fraudes), publicações/posts maliciosos e identidade falsa, entre outros.

Dessa forma, 41,1% dos entrevistados confirmaram ter encontrado publicações suspeitas em suas contas. “Não necessariamente se trata de um ataque, mas é importante ter cuidado com publicações estranhas e evitar clicar nos links desconhecidos. Por exemplo, existe um malware como o Dorkbot que utiliza o chat de conversação do facebook para se propagar”, completa Goujon.

O guia completo de segurança em redes sociais produzido pela ESET América Latina está disponível em http://www.slideshare.net/ESET_Brasil/guia-de-segurana-em-redes-sociais-eset. Contém dicas úteis e orientações para se proteger nesse tipo de redes sociais.

A análise completa dos resultados da pesquisa se encontra em http://blogs.eset-la.com/laboratorio/2013/08/21/51-usuarios-latinoamericanos-utiliza-redes-sociales-fines-corporativos.

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Networking virtual já supera presencial, aponta pesquisa da Robert Half

A porcentagem de brasileiros adeptos ao networking virtual já ultrapassou a daqueles que costumam fazer o presencial (83% versus 72%), de acordo com pesquisa realizada pela Robert Half com 651 executivos brasileiros. Apesar de os números mostrarem essa nova realidade, 80% afirmaram não recomendar para oportunidades de emprego profissionais que conhecem apenas virtualmente.

Quando questionados se deixaram de realizar o networking presencial depois de aderirem ao virtual, 19% responderam que sim e 81% disseram que passaram a realizar as duas formas de contato. Para Fábio Saad, gerente sênior da Divisão de Finanças da Robert Half, a conciliação das duas práticas é a mais indicada. “Muitas pessoas, por timidez, optam por fazer o primeiro contato pelas redes sociais para depois iniciar uma aproximação maior. E quando já se tem um contato pessoal, fica mais fácil estabelecer o virtual depois”, afirma o executivo.

Em relação ao meio mais eficiente de networking, 57% dos entrevistados afirmaram que o contato presencial era o melhor para ampliar e fortalecer suas redes de contato, ante 21% que optaram pelo virtual e outros 21% que disseram optar pelas redes sociais. “As três opções se complementam e os profissionais precisam apenas saber como utilizá-las corretamente para tirar o melhor de cada uma”, ressalta Saad.

A pesquisa mostra que metade dos executivos tenta realizar encontros presenciais com os amigos e conhecer novas pessoas de um a três dias por mês, enquanto 20% afirmaram que a frequência varia de três a cinco vezes e cerca de 15% fazem essas reuniões mais de dez dias por mês.

Além de ampliar a rede de contatos, parcerias e negócios, o networking é uma ótima ferramenta para profissionais em busca de oportunidade de trabalho ou recolocação no mercado. “O indicado é listar pessoas interessantes para conhecer e fazer o contato. Algumas vão ignorar e outras não. Em uma dessas tentativas pode ser que o profissional encontre um recrutador que esteja em busca de um perfil como o dele”, conclui Saad.

O levantamento da Robert Half foi realizado com 651 executivos, entre junho e agosto deste ano, sendo 82% deste total composto por gerentes e diretores, 15,3% por analistas e coordenadores e 3,7% por C-Levels. Já em relação à faixa etária, 40% dos entrevistados tinham entre 41 e 50 anos, 37% de 31 a 40, 20% com 51 anos ou mais, 2,8% entre 25 e 30 e 0,2% até 24 anos.

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Você tem medo de perder o emprego?

Por Meiry Kamia

É comum, e até esperado, que empresas que passem por processos de fusões, aquisições ou mesmo estruturações profundas, sofram mudanças no quadro de funcionários. O grande problema é quando você faz parte desse quadro. As empresas anunciam as mudanças e os problemas começam: diante do cenário de incertezas o nível de ansiedade e nervosismo aumenta, tornando as pessoas mais irritadiças. As tensões e atritos entre os funcionários crescem e, com eles, os erros no trabalho. A liderança se vê acuada tendo que lidar com funcionários insatisfeitos, irritados e pressionados por uma carga de trabalho maior, principalmente quando têm que trabalhar com pessoas novas e inexperientes.

Quando se está do lado de fora da situação a solução sempre parece mais fácil. O problema é quando se está passando pela situação. Lidar com o estresse, a frustração, a irritabilidade sua e dos colegas e, ao mesmo tempo, ter que alcançar as metas da empresa, torna-se cansativo e desgastante.

Mas saiba que é possível amenizar os efeitos negativos que um processo de mudanças no trabalho pode trazer. Veja algumas dicas para reduzir o estresse e ser feliz mesmo quando as situações externas se mostram adversas à nossa vontade.

1. Mantenha atitude positiva: atitude é uma predisposição interna, que nos ajuda a tomar decisões e que nos levam à ação. Manter uma atitude positiva nos processos de crise significa manter-se otimista. O que diferencia as pessoas que enxergam oportunidades enquanto outras só enxergam problemas em momentos de crise é justamente a forma como elas enxergam a situação e se posicionam frente a elas. Os que enxergam oportunidades são otimistas, enquanto os que só enxergam problemas são pessimistas. Problemas todos nós teremos em algum momento na vida, mas a forma como iremos passar pelas dificuldades é uma questão de escolha. Uma forma saudável de manter a atitude positiva é refletir sobre o que se ganha com a situação. Toda experiência traz um aprendizado, você pode se perguntar “que virtude estou aprendendo e/ou exercitando por meio dessa experiência?”, “será que estou tendo que aprender a ser mais paciente? Mais determinado? Mais humilde? Mais confiante? Como essa experiência me torna mais sábio e como ela me fortalece?”

2. Evite valorizar os problemas: num processo de mudança organizacional é natural que surjam mais problemas do que o normal. Entretanto, reclamar o tempo todo não ajudará a solucionar os problemas, ao contrário, quanto mais você pensar e falar sobre os problemas maiores eles se tornarão. Procure focar na solução dos problemas, pense de forma proativa e seja prático. Escolha fazer parte da solução e não dos problemas. Ao fazer parte da solução você, mesmo sem perceber, fez a escolha de ter sucesso profissional. Você deixa a sua marca no mundo pelo que faz e não pelo que tem intenção de fazer. E sempre existe um “caça-talentos” em busca de um funcionário proativo e com perfil empreendedor.

3. Não misture problemas da empresa com problemas pessoais: não permita que o medo de não conseguir pagar suas contas atrapalhem o seu desempenho no trabalho. Da mesma forma, não carregue as preocupações e chateações para dentro do seu lar. Em momentos de crise, procure focar no que tem que ser feito. Faça e pronto. Procure não “ruminar” situações. A praticidade nessas horas é importante. Foque no momento presente, se está em casa, foque nos seus familiares e curta o conforto do seu lar. Descanse. Se estiver no trabalho, foque no que tem ser feito e esqueça-se dos problemas domésticos. O estresse ocorre justamente quando a pessoa não consegue se desvencilhar dos pensamentos e preocupações, de forma que quando está no trabalho mantém o pensamento em casa, e quando está em casa pensa no trabalho. Quando isso ocorre aumenta as chances de cometer erros porque o corpo está presente, mas a mente está vagando.

4. Controle a ansiedade: as situações de mudanças causam insegurança. É normal que haja preocupações do tipo “será que serei o próximo a ser dispensado?”, “até quando durará tudo isso?”, etc. A ansiedade é causada pelo medo da incerteza do futuro. A ansiedade pode trazer pensamentos catastróficos e irreais. Há pessoas que só de pensarem em perder o emprego já se vêm debaixo da ponte e passando fome. Esse tipo de pensamento é irreal. Mas o problema é que se esse tipo de pensamento não for controlado ele pode desencadear problemas de saúde reais como síndrome do pânico, depressão, problemas cardíacos, pressão alta, etc. A ansiedade surge pela sensação de falta de controle sobre a situação. Uma das formas de amenizar a ansiedade é focar no momento presente. O momento presente dá sensação de controle e isso ameniza a ansiedade. Toda vez que os pensamentos catastróficos ameaçarem sua mente, afaste-os! Respire fundo e foque a atenção para o que estiver fazendo.

5. Faça o seu melhor sempre e confie!: mesmo sem perceber você está sendo observado. Mesmo que a empresa tenha anunciado cortes e que você esteja no meio deles, procure entregar o melhor trabalho até o período final. O mercado carece de trabalhadores proativos, com iniciativa, que entregam bons resultados. Se você faz um bom trabalho, você deixa uma marca positiva por onde passa. Sem você saber as pessoas comentam sobre você. Isso é marketing pessoal. Essas informações, com certeza, chegarão às pessoas interessadas em você. Sendo assim, a preocupação só ocorre para quem não tem certeza sobre a qualidade do seu próprio trabalho. Lembre-se: o bom trabalhador nunca fica desempregado.

Meire Kamya: Palestrante, Psicóloga, Mestre em Administração de Empresas e Consultora Organizacional. Site: www.meirykamia.com.

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