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Aprenda 7 dicas para motivar os liderados

No dicionário, a palavra motivação significa o processo de iniciação de uma ação consciente e voluntária. Porém, nem sempre é tão simples estar motivado e, mais ainda, conseguir passar esse sentimento adiante, de acordo com Carlos Aldan, CEO do Grupo Kronberg, empresa especialista em desenvolvimento de líderes e profissionais da linha de frente, assessment e coaching.

É possível trabalhar para que o ambiente tenha boas relações entre subordinados e, assim, a automotivação comece a florescer. Para o CEO, em algumas situações pequenos atos levam à automotivação e podem prevenir uma série de situações desgastantes, como intrigas entre colegas, que por sua vez geram problemas quanto ao trabalho em equipe e rendimento.

Confira as sete dicas do Grupo Kronberg para motivar os liderados:
1 – Encontre um propósito e visão de futuro comum. Existem tarefas rotineiras que podem se tornar maçantes. Por esse motivo, é necessário designar um propósito maior para elas. A tarefa realizada pode ter mais valor se for analisada de uma forma mais abrangente além das metas coletivas e profissionais. Entender o real valor por trás das tarefas é primordial para a motivação.

2 – Demonstre segurança. Se você mostra segurança no que faz, acaba por inspirar o mesmo sentimento em seu colaborador. Ajudá-lo a desenvolver essa segurança é necessário em seu desenvolvimento e essa característica pode ser desenvolvida por meio de treinamentos.
3 – Desenvolva o sentimento de autonomia. Para liderar excepcionalmente é preciso ter as competências básicas de um líder inspirador. Por isso é importante desenvolver o sentimento de autonomia em seu liderado. Dar liberdade para o colaborador criar e mostrar que ele pode assumir as responsabilidades sozinho são ferramentas fundamentais para o engajamento e automotivação.

4 – Relacione-se com o seu liderado. Sem uma boa comunicação, o relacionamento saudável entre colaboradores e líderes pode ser ameaçado. Uma boa comunicação pode ser útil para que o líder veja novos pontos de vista e saiba quais são os desafios internos e externos, o que gera um sentido de “fazer parte da equipe” para o colaborador.

5 – Reconheça trabalhos bem feitos. É preciso reconhecer a tarefa que foi executada corretamente pelo colaborador. Quando isso acontece, ele se sente satisfeito com o serviço realizado, o que engaja seu desenvolvimento e gera melhores resultados para a corporação.
6 – Não seja severo com os erros. É importante que o líder entenda que o “erro” do funcionário é na verdade uma experiência em que ele pode aprender. Penalizá-lo severamente por isso pode ser desmotivador. A ideia é entender o motivo que fez com que ele agisse de forma diferente da esperada e direcioná-lo no caminho certo.

7 – Faça com que os desafios sejam uma motivação na vida da sua equipe. Mostrar para o liderado que existem desafios e há possibilidade de superá-los é uma forma de motivá-lo a seguir em frente, esquecer as diferenças com os colegas e se dedicar para alcançar seus objetivos.

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Como evitar a depressão no ambiente corporativo

Baixo-astral, perda de interesse, dificuldade em planejar e se concentrar nas atividades diárias, esquecimento, problemas para dormir e choro sem razão são acontecimentos que muitas vezes ocorrem no cotidiano das pessoas, principalmente quando têm que desempenhar muitas tarefas no trabalho. De acordo com estudo realizado pelo Instituto Ipsos MORI, 50% dos profissionais que têm depressão possuem pelo menos duas dessas sensações. O Grupo Kronberg, empresa especialista em desenvolvimento de líderes e profissionais de linha de frente, pontua que o equilíbrio das sensações no dia a dia pode prevenir esse tipo de doença e tornar as pessoas mais felizes na vida profissional e pessoal.

De acordo com o CEO do Grupo Kronberg, Carlos Aldan, que também é antropólogo e sociólogo, a empatia (habilidade de colocar-se no lugar do outro) caiu 2,1% nos últimos anos, segundo pesquisa da SixSeconds e da Academia de Inteligência. “Possuímos tecnologias que melhoram a interação do ser humano com o mundo, como a comunicação via internet, por meio de smartphones dotados de aplicativos como Facebook e WhatsApp, que facilitam o contato entre pessoas. Porém, essas mesmas tecnologias acabam por afastar as pessoas que estão mais próximas, como familiares.”

Com base em palestras ministradas no Brasil inteiro pelo CEO, é possível prevenir a depressão por meio de alguns passos. “Entender as emoções, pensar positivamente, trabalhar a empatia e encontrar uma meta de vida são as dicas que auxiliam no aumento da felicidade”, diz Aldan.

Saber discernir os sentimentos, como aprender que paixão é diferente de amor, ajudará a seguir no próximo passo. Essa etapa consiste na pessoa aprender a lidar com os tipos de sensações que poderiam prejudicar a vida em alguns momentos. “Quando uma pessoa tem um comportamento ríspido, aprende que não se deve descontar os problemas nos outros e que isso não sanará o desafio de melhorar a situação, mas sim piorá-la. No momento em que se cria um recurso estratégico para melhorar a forma de lidar com determinadas emoções, a pessoa começa a conciliar essas atitudes com o conhecimento e reagirá de forma assertiva” explica o CEO.

Otimismo, investimento em empatia e estabelecimento de uma meta nobre de vida são outros segredos para alcançar a plenitude. Para Aldan, o pessimismo limita o ser humano da realização de grandes feitos, o impede de subir na vida e desenvolver-se como pessoa e profissional. Por esse motivo, o otimismo deve estar sempre presente em nosso cotidiano. A empatia também é essencial, pois auxilia a entender melhor o próximo, ao se colocar em seu lugar. Já a meta nobre de vida tem o papel de conexão do ser humano com um propósito maior, ou seja, o motivo pelo qual se acorda todos os dias e que ajuda a superar os desafios.

Sinais vitais de líderes

Abrangem de modo consistente tanto os fatores de desempenho organizacional como estratégia, operação, organização, pessoas, confiança, motivação, mudança, teamwork e execução assim como a perspectiva relacional como autoconhecimento, autocontrole, autodeterminação, autodireção, além da influência, eficácia, tomada de decisão, qualidade de vida, saúde e relacionamentos.

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Confira 7 dicas que podem melhorar sua vida pessoal e profissional com ferramentas de coaching

De acordo com Carlos Aldan, CEO do Grupo Kronberg, empresa especialista em Inteligência Emocional e que representa em solo brasileiro a primeira e maior organização de desenvolvimento da Inteligência Emocional, a Six Seconds, existem vários tipos de coaching tais como o executivo, de liderança, o life coaching (coaching de vida) & wellness coaching (coaching de bem-estar) e todos eles têm como objetivo elevar o grau de autoconsciência e autocontrole, trazer maior eficácia interpessoal e otimizar o desempenho de quem participa do treinamento.

Sobre o coaching no âmbito pessoal, Aldan explica que as ferramentas utilizadas podem ajudar no alcance das metas e trazer a autorrealização. “O coaching de vida tem como função tornar o dia a dia mais harmonioso, endereçando todos os domínios da nossa existência para melhorar como pessoa, a fim de eliminar a tensão e ansiedade. Com o treinamento também se pode aprender a distribuir metas para conciliar todos os pontos da vida”.

Confira abaixo sete dicas do CEO do Grupo Kronberg baseadas em ferramentas que são utilizadas no life coaching e aprenda como alcançar um grau de felicidade maior no dia a dia.

1 – Escolha um motivo e propósito de viver. Ter uma meta nobre, além das metas intermediárias de vida é fundamental para obter significado e propósito. Sem uma meta nobre, que funciona como uma bússola, a vida fica sem direção e acaba sendo conduzida como que por um piloto automático, apenas reativo aos eventos cotidianos.
Também é necessário definir metas específicas dentro da realidade vivenciada, para que seja possível ter um motivo que impulsionará o indivíduo a prosseguir mesmo nas horas mais desafiadoras. Essas metas também tem a função de ajudar a enfrentar os desafios de frente, com o objetivo de minimizá-los e viver melhor.

2 – Encare a vida como um caleidoscópio. O caleidoscópio é um cubo de metal formado por espelhos em sua parte interior, estes espelhos refletem uns aos outros. Se as pessoas estiverem em harmonia em todos os pontos da vida, um refletirá no outro em consonância.

3 – Zele pela vida íntima. Os relacionamentos pessoais alimentam diretamente o seu comportamento profissional, portanto, se algo não estiver indo bem com a família, amigos ou com a saúde, isso certamente refletirá no trabalho.

4 – Dê importância também para o lado espiritual. O ser humano costuma se questionar sobre os motivos de estar no mundo e refletir sobre a finitude da vida. Esta espiritualidade é necessária porque ajuda a encontrar o equilíbrio, que é essencial para ser mais feliz.

5 – Viva por felicidade além do dinheiro. O dinheiro paga as contas e compra objetos de desejo, porém não compra a felicidade. Para alcançá-la é preciso cultivá-la diariamente com pequenas ações que trazem prazer e sentido à vida. De acordo com um estudo da Universidade de Princeton, com aproximadamente 450 mil moradores dos EUA, dinheiro compra felicidade até certo ponto, pois o ser humano sente emoções no dia a dia e esses sentimentos afetam o bem-estar e a saúde.

6 – Equilíbrio é fundamental. Ter equilíbrio pode ser uma tarefa desafiadora, porém, é possível harmonizar e equilibrar os eventos cotidianos. Conciliar a família, o trabalho, a saúde e a espiritualidade é necessário para seguir na direção da paz interior e da felicidade.

7 – É preciso enfrentar as dificuldades. A busca para realização de sonhos deve acontecer apesar das dificuldades. Um sentimento que costuma impedir o ser humano de continuar é o medo. Essa sensação atrapalha e resulta na possível perda de oportunidades. Uma forma de navegar melhor nesse sentimento é encará-lo de frente, utilizando-o como aliado. Por exemplo, se uma pessoa tem medo de ir mal em uma prova, estudar irá ajudar a preparar-se mais e isso dará confiança para enfrentar o desafio.

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Conheça as 8 competências da Inteligência Emocional

Inteligência emocional (IE) é a habilidade de integrar pensamentos e sentimentos com o objetivo de otimizar nossas decisões. Este conceito vem sendo difundido ao redor do mundo e grandes organizações têm compreendido a importância que a IE tem tanto na vida profissional quanto pessoal.

De acordo com o CEO do Grupo Kronberg, Carlos Aldan, compreender os mecanismos do quociente emocional propicia à pessoa aprender a lidar melhor com os sentimentos em momentos de stress. “Se você usar a IE de forma eficaz, será mais capaz de influenciar os outros de maneira positiva, de se comunicar e manter-se concentrado durante momentos críticos”.

Confira o modelo das oito competências da Inteligência Emocional elaborado pela Six Seconds, a maior organização do mundo especializada em quociente emocional, representada pelo Grupo Kronberg no Brasil:

1 – Melhorar o aprendizado emocional – reconhecer com precisão sentimentos;
2 – Reconhecer padrões – identificar reações e comportamentos recorrentes;
3 – Refletir consequências – avaliar os custos e benefícios de suas escolhas;
4 – Navegar emoções – medir, aproveitar e transformar emoções como um recurso estratégico;
5 – Motivação interna – obter energia de valores pessoais em compromissos ao invés de ser conduzido por forças externas;
6 – Otimismo – ter uma perspectiva pró-ativa de esperança e possibilidades;
7 – Melhorar a empatia – reconhecer e responder apropriadamente às emoções dos outros;
8 – Buscar metas nobres – conectar suas escolhas diárias com o seu senso de propósito geral.

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Resiliência no trabalho pode ser o diferencial para manter um cargo de chefia

A resiliência é um conceito psicológico definido como a capacidade de o indivíduo lidar com problemas, superar obstáculos ou resistir à pressão de situações adversas como choque e estresse sem entrar em surto psicológico. Para o CEO do Grupo Kronberg, Carlos Aldan, a inteligência emocional , habilidade de integrar pensamentos e sentimentos com o objetivo de otimizar decisões, auxilia os líderes a obterem o equilíbrio, o que consequentemente os mantêm em seus cargos, já que é imprescindível o bom relacionamento entre os líderes e seus liderados.

“Quando o executivo assume essa nova posição suas expectativas mudam, por isso é tão importante o alinhamento imediato dos esforços de todos em torno da visão de futuro para a organização. A grande parte dos profissionais em posições de alta liderança carece dos principais componentes da inteligência emocional, principalmente da autoconsciência”, conta o CEO.

Ainda de acordo com Aldan, quanto maior for a autoconsciência (competência que nos possibilita identificar nossas emoções, inclinações, temperamentos, comportamentos e como estes nos afetam e afetam as pessoas à nossa volta) do líder, mais rapidamente conseguirá entender as próprias expectativas e de seus stakeholders.

Portanto, os líderes que têm desenvolvido os componentes da inteligência emocional, possuem uma capacidade de resiliência mais aflorada e produzem melhores resultados na sua vida pessoal e profissional.

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