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Camara-e.net cria programa que aproxima insurtechs de investidores

A Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net) vai promover uma aproximação entre insurtechs, hubs de inovação, aceleradoras e investidores. A ação faz parte do Programa de Cadastro de Insurtechs, versão ampliada do Mapeamento do Ecossistema de Insurtechs que a entidade criou há um ano.

“O mapa se tornou um organismo vivo, com a qualificação das empresas cadastradas e com a promoção de eventos, rodadas de negócios e chamadas de startups para estimular esse segmento de mercado”, diz Beatriz Rocha Pinto, coordenadora do Comitê de Insurtechs. “Por isso, foi reposicionado como Programa de Cadastro de Insurtechs e vai ter como um de seus objetivos gerar conexões de negócios”.

Até o final de julho, o comitê tinha mapeado 78 insurtechs no país, sendo que das insurtechs cadastradas, 64% atuam no mercado B2B, 28% no B2C e 8% no B2B2C. As categorias em que se enquadram essas insurtechs são Produtos (40%), Data & Analytics (28%), Jornada do usuário (12%), Internet das Coisas (8%), Regulação & Leis (4%), Segurança da Informação (4%) e Investimentos (4%).

Com as evoluções do programa, além desses dados será possível saber, por exemplo, que dores essas insurtechs resolvem, como elas fazem isso, que tecnologias utilizam para desenvolver o seu negócio e quais são suas necessidades e principais desafios. “A próxima fase do comitê será pautada nos dados levantados, direcionando melhor as ações para as carências do ecossistema”, afirma Beatriz.

No dia 24/10, o comitê, que é fechado para associados da camara-e.net, irá realizar um novo encontro aberto no inovaBra, coworking do Bradesco. Assim como nas edições anteriores, o encontro contará com a participação de seguradoras, executivos, aceleradoras, investidores e insurtechs e terá um painel de debates com especialistas. Algumas startups cadastradas serão escolhidas para apresentar seus negócios, e novos dados sobre o mapeamento das insurtechs serão divulgados.

“Será uma oportunidade para as empresas do mercado segurador debaterem e conhecerem os desafios do ecossistema, trocarem experiências e gerarem novas conexões”, diz Beatriz.

Uma das ações do programa em andamento são as parcerias com aceleradoras, fundos e hubs de inovação que atuam com insurtechs. O comitê já fechou parceria com a ACE Startups, uma das principais aceleradoras da América Latina e um dos mais importantes hubs de inovação do país. “A ideia é convidar as insurtechs cadastradas a participar dos processos de chamadas de startups conduzidos pelos nossos parceiros e, com isso, colocá-las em contato com programas de aceleração e corporate venturing”.

As empresas que quiserem entrar no Programa de Cadastro de Insurtechs da camara-e.net devem acessar o link: http://pt.surveymonkey.com/r/cadastro-nacional-de-insurtechs-brasileiras-menu-site-camaraenet. O cadastro é gratuito.

O Comitê de Insurtechs da camara-e.net é uma iniciativa inovadora no Brasil e tem como missão ser o hub de referência colaborativo para impulsionar o desenvolvimento das insurtechs brasileiras. Criado em junho de 2017, ele tem, entre seus associados, várias empresas que compõem o ecossistema do setor, o que dá à equipe um leque maior de conhecimento e de atuação.

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A proteção dos dados pessoais é o dever por trás da criptografia

A Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net) pretende iniciar, ainda este ano, um fórum permanente sobre “A segurança do cidadão na era digital”. Serão realizados seminários e palestras presenciais e digitais para disseminar a importância da assinatura digital, proteção de dados, respeito à privacidade e direito à proteção das informações pessoais. As conferências com especialistas da entidade e convidados serão divulgadas com antecedência e disponibilizadas no site da entidade e no Youtube. A camara-e.net pretende produzir filmes educativos para divulgação nas redes sociais. O objetivo da iniciativa é atingir o maior número de pessoas. A assinatura digital e a proteção de dados são assuntos de segurança nacional, que interessam a todos, tanto ao cidadão diretamente quanto às instâncias de segurança e inteligência do País.

Segundo o presidente da camara-e.net, Leonardo Palhares, um dos projetos prioritários da entidade é disseminar junto aos brasileiros a “cultura da cidadania digital”. Palhares considera fundamental que todos saibam que o compartilhamento, empréstimo, guarda ou qualquer forma de utilização das chaves privadas de certificados digitais por terceiros devem ser vedados. Tratam-se de formas que expõem os seus titulares aos riscos de utilização indevida, contratações e acessos não autorizados, podendo gerar prejuízos de ordem patrimonial e extrapatrimonial e, por fim, quebrar os requisitos mínimos necessários para suportar toda a criptografia e tecnologia empenhadas no processo de geração dos certificados digitais: o segredo e o controle das chaves privadas.

De acordo com Leonardo Palhares, “a identificação inequívoca de pessoas físicas ou jurídicas nas transações eletrônicas, tanto para os contratantes quanto para os contratados, se faz imprescindível para a confiabilidade de uma relação estabelecida em meio remoto. Como exemplo, cite-se que os consumidores se sentem muito mais confortáveis em contratar serviços e produtos de plataformas eletrônicas devidamente identificadas, com mecanismos de contato disponíveis para soluções de problemas e outras tantas informações necessárias para a segurança de uma contratação eletrônica. Portanto, o emprego de assinaturas digitais com certificação digital nos padrões da ICP-Brasil é um importante aliado para a confiabilidade mútua dos contratantes em meio remoto”.

Com o fórum permanente “A segurança do cidadão na era digital”, a camara-e.net objetiva construir uma cultura de cidadania digital. Percebe-se que há pouco conhecimento sobre os efeitos do uso do certificado digital e, principalmente, sobre a relevância da proteção de dados. No Brasil, dado pessoal é aquele “relacionado à pessoa natural identificada ou identificável, inclusive números identificativos, dados locacionais ou identificadores eletrônicos, quando estes estiverem relacionados a uma pessoa” (Decreto nº 8.771, de 11 de maio de 2016). Logo, uma imensidão de dados pode ser considerada pessoal, desde que permita sua correlação a uma pessoa, sendo, portanto, objeto de proteção por parte daqueles que venham a utilizá-la. A identificação de uma pessoa pode se dar mediante apresentação de documentos de identificação civil, dados cadastrais, informações pessoais, características físicas, biométricas, estéticas ou até mesmo de opiniões. Em meio eletrônico, uma boa parte de dados pessoais são fornecidos voluntariamente pelas pessoas, como contrapartida para um serviço ou produto oferecido ou como mecanismo de atribuição de segurança às transações realizadas em meio eletrônico.

As assinaturas digitais (ou certificação digital) nos padrões da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira – ICP-Brasil (instituída pela Medida Provisória nº 2.200-2/2001), são baseadas em chaves criptográficas (chaves públicas – de conhecimento público – e chave privada – de conhecimento e acesso exclusivos do cidadão), de modo que a chave privada, para que os atributos de integridade e autenticidade sejam garantidos, deve ser gerada e controlada exclusivamente por seus titulares. Portanto, a segurança das transações eletrônicas que se utilizam dos certificados digitais depende da manutenção dos atributos mínimos garantidores do não repúdio das assinaturas digitais. Estas, uma vez associadas a dados de identificação de pessoas físicas (ou jurídicas, muito embora as discussões sobre privacidade estejam atreladas às pessoas naturais) passam a ser enquadradas como dados pessoais e, por isto, merecem proteção absoluta, iniciando-se pela guarda, posse e uso exclusivo das mesmas por parte de seu titular.

A camara-e.net participa ativamente das discussões sobre proteção de dados no âmbito do Legislativo para regulamentação das medidas voltadas a proteção do cidadão. A garantia da privacidade e da autoria de atos eletrônicos dos cidadãos está sob avaliação do Congresso Nacional, que atualmente analisa o projeto de lei nº 7.316/2002. O novo regulamento visa substituição da Medida Provisória que instituiu a ICP-Brasil. A entidade considera que, sem prejuízo à apresentação de emendas que visam a defesa do cidadão compete à sociedade e aos parlamentares repisarem a importância do livre arbítrio sob controle dos seus titulares e jamais sob controle de terceiros. A criptografia, a chave privada e a segurança do cidadão em meio eletrônico dependem de sua manutenção no controle de seus atos e de sua vontade. Sem controle e guarda exclusivos das chaves privadas, não há proteção do cidadão contra as interferências de terceiros, de empresas e do Estado.

A camara-e.net vem se posicionando no âmbito do órgão regulador da ICP-Brasil, do qual participa como integrante do colegiado há mais de 10 anos. A entidade, que é a maior associação multissetorial da América Latina e com maior representatividade na economia digital no País, vem reiterando em seus votos, estudos e fundamentações a imprescindibilidade do controle e guarda exclusiva das chaves privadas por seus titulares, buscando a mais rigorosa e estrita confiabilidade das transações eletrônicas e da segurança técnica e jurídica dos titulares de certificados digitais da ICP-Brasil.

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Congresso finalmente aprova lei de proteção de dados

O Senado Federal aprovou nesta terça-feira (10), em caráter de urgência, Projeto de Lei que define regras específicas de proteção à privacidade de dados pessoais coletados e gerados pelos meios digitais. “A nova lei de proteção de dados representa um necessário avanço e traz benefícios à sociedade e à economia do país”, afirma Leonardo Palhares, presidente da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net) e sócio do Almeida Advogados.

Para o grupo de instituições acadêmicas, empresas, entidades representativas e cidadãos que discutiu e apoiou o texto do PLC 53/2018, a lei traz segurança jurídica para cidadãos e agentes econômicos, pois é clara e principiológica, equilibrando a posição central do indivíduo com o dinamismo econômico do Brasil.

De acordo com a nova lei, dados pessoais como nome, endereço, e-mail, idade, estado civil e situação patrimonial, só podem ser usados com o consentimento do titular. Isso quer dizer que eles não podem ser vendidos, divulgados ou repassados sem a autorização do usuário. Assim como os dados de menores de idade não podem ser mantidos nas bases de dados das empresas sem o consentimento dos pais. A lei também protege os dados relativos à saúde das pessoas, que só poderão ser usados para pesquisas.

Um ponto importante da lei é o que trata do vazamento de dados. As empresas são responsáveis pela segurança dos dados em suas bases ou nas de seus fornecedores e devem comunicar vazamentos imediatamente, sob pena de multa no valor de 2% do faturamento. A multa também vale para quem descumprir qualquer uma das regras.

A lei prevê, ainda, a criação da Autoridade Nacional de Proteção de Dados, autarquia cuja principal atribuição será fiscalizar o cumprimento da legislação e aplicar as sanções, e do Conselho Nacional de Proteção de Dados Pessoais e da Privacidade, formado por 23 representantes titulares de diversos órgãos do governo e da sociedade civil e que será responsável pela disseminação do conhecimento sobre o tema, por meio de estudos, debate ou outras ações pertinentes.

O texto segue agora para sanção da Presidência da República.

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Leonardo Palhares é reeleito presidente da camara-e.net

O advogado Leonardo Palhares, do Almeida Advogados, foi reeleito para a presidência da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net), em assembleia geral de associados da entidade, nesta quarta-feira (14). Flavio Jansen, da Locaweb, segue como vice-presidente de Estratégia e Paulo Kulikovsky, da Acesso Card, substitui Marcelo Coelho na vice-presidência de Finanças e Controle.

Palhares, que está no cargo desde agosto de 2016, diz que seu primeiro ano de gestão foi de consolidação do papel importante que a entidade exerce na Economia Digital do país e de, ao mesmo tempo, que segue com o papel de reinvenção do setor em que atua. “Para 2018, a Câmara continuará a readequar a entidade e suas ações a um setor que está em constante movimento, procurando solidificar sua atuação dentro das searas regulatórias e assessorar mais os associados e o setor na garantia de que as regulações que existem hoje permitam o desenvolvimento do mercado, a geração de divisas e empregos”, afirma ele.

“Para nós ficou muito claro nesse último ano que, em épocas de retração da economia e altas taxas de desemprego, a Economia Digital mantém o seu crescimento, mais de 10% em um ano em que todos os demais indicadores econômicos ficaram negativos”. O presidente cita ainda o papel importante do comércio eletrônico para pessoas que passaram a contar com ele, dado seu caráter democrático, para o seu sustento, em substituição em emprego formal perdido como complementação da renda familiar.

Segundo Palhares, a camara-e.net vai intensificar seu papel de capacitação dos micro e pequenos empresários, que hoje somam mais de 200 mil operações no país. A entidade também vai intensificar o desenvolvimento do crossborder na América Latina, uma frente que ainda é muito pouco utilizada pelo empresário brasileiro. “É papel da camara-e.net ajudar esses empresários a romper as dificuldades linguísticas, legais e culturais nas transações transfronteiriças com os demais países latino-americanos”.

Fazem parte do novo conselho administrativo da camara-e.net os seguintes associados:

Presidente – Leonardo A. F. Palhares (Almeida Advogados)

Vice-Presidente de Estratégia – Flávio Jansen (Locaweb)

Vice-Presidente de Finanças e Controle – Paulo Kulikovsky (Acesso Card)

Vice-Presidentes: Anahi Llop (OLX), Antônio José Ludovino Lopes (Ludovino Lopes Advogados), François Martins (Mercado Livre), Gastão Cezar de Mattos Jr (Braspag), Gustavo Zobaran (Youse), João Paulo Foini (Imprensa Oficial) e Leonardo Elias Moreno da Silva (Rede ICP Seguros).

Suplentes: Flávio Franco (Netshoes), Sérgio Herz (Livraria Cultura) e Stephane Engelhard (Carrefour).

Secretário Executivo – ex officio – Fernando Ricci (camara-e.net) .

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Como preparar a logística da loja virtual para a Black Friday

O analista de comércio eletrônico dos Correios Anderson Martins costuma dizer aos seus clientes que o visual de uma loja virtual e a rapidez da compra não são garantia de sucesso nos negócios nem fidelizam o consumidor. “Se no momento da expedição do produto houver algum problema, toda a imagem positiva que ficou da loja no processo de compra vai por água abaixo”, observa ele.

Essa é apenas uma das várias dicas aos lojistas virtuais que fazem parte série de vídeos preparada pela Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net) e pela Braspag para auxiliar quem vai participar da Black Friday e de outras campanhas promocionais. “Gestão de estoque deve ser encarada de maneira profissional. Nada de planilhas, de controle manual. O lojista precisa de uma ferramenta que indique, em tempo real, como está o seu estoque, para que o comprador não tenha sua experiência frustrada”, ensina Martins.

Ele também fala sobre a lucratividade dos produtos, os produtos que vendem mais, dois itens fundamentais na composição do estoque, para que não haja encalhe ou falta de produtos. Martins cita para isso a ferramenta Curva ABC.

Além desses tópicos, o analista dos Correios fala sobre a estimativa de preço do frete e prazos de entrega tanto em períodos promocionais quanto em datas de grande movimento do comércio eletrônico, como Dia das Mães, Dia das Crianças e Natal; margem de lucro do produto para oferta de frete grátis; política de trocas e devoluções; e logística reversa. “O custo deve levar em consideração não apenas o transporte, mas também os insumos necessários para embalar e entregar o produto”.

Se as dicas do vídeo pudessem ser resumidas, seriam as seguintes:

Organize e conheça o seu estoque para entender quais são os produtos que são mais vendidos e quais dão maior lucratividade;

Conheça os custos de envio para não ter surpresa com preços subestimados;

Profissionalize a preparação do envio do produto. Uma boa embalagem garante a integridade do produto até o destinatário;

Conheça os direitos e deveres do e-consumidor, definindo, a partir daí, sua política de trocas e devoluções para não ter problemas no pós-venda.

[embedyt] http://www.youtube.com/watch?v=9cNt5sYnUYE[/embedyt]

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Camara-e.net dá dicas em vídeo sobre planejamento para a Black Friday

“Toda promoção, seja ela online, seja ela offline, é uma empreitada empresarial e deve ser planejada”. Assim Jairo Lobo, consultor do Sebrae-SP, inicia o vídeo produzido pela Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net) com dicas de planejamento para a Black Friday e outras datas promocionais. “O planejamento é importante para minimizar os riscos e ter mais sucesso na promoção”, alerta ele.

O vídeo faz parte de uma série de minicursos de capacitação que a camara-e.net, com o patrocínio da Braspag, preparou para os lojistas que participam da Black Friday e de outras campanhas em datas especiais do varejo. O consultor do Sebrae-SP mostra como o empresário deve se preparar para atender a um volume de vendas três vezes maior do que o normal nas 24 horas da promoção. “Ele precisa avaliar se o volume adicional de pedidos da Black Friday pede a contratação de mais gente no atendimento, no controle do estoque, no preparo do produto para o envio, no próprio envio e no pós-venda”, ensina.

“O objetivo do lojista não pode ser só vender. Ele tem que proporcionar uma boa experiência de compra para que o cliente volte à sua loja durante o ano todo”, diz ele, que ainda fala sobre gerenciamento de estoque e definição de descontos.

Se as dicas do vídeo pudessem ser resumidas, seriam as seguintes:

Planejar, planejar e planejar;

Inventariar o estoque;

Fazer uma boa política comercial;

Revisar a navegação do site e os meios de pagamento;

Definir uma estratégia de divulgação da sua campanha promocional.

[embedyt] http://www.youtube.com/watch?v=1IVyHH1wKxA[/embedyt]

A série de vídeos inaugurada no ano passado faz parte do programa Black Friday Legal. Para acessar este e os demais vídeos, visite o canal da camara-e.net no YouTube.

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Especialistas em seguros e tecnologia debatem sobre Insurtechs em evento da camara-e.net

Apresentar o ecossistema das Insurtechs, lançar o primeiro mapeamento do setor no Brasil e discutir as inovações desse segmento do mercado segurador. Esses são os objetivos do evento a Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net), por meio do Comitê de Insurtechs, realiza na próxima quarta-feira (30), das 9h às 12h, em São Paulo.

O evento acontece no Cubo Coworking, hub de empreendedorismo que, assim como as Insurtechs, traz em seu DNA o gene da transformação digital ao conectar ideias, pessoas e tecnologia. Tanto que duas startups com projetos voltados para o mercado segurador terão espaço para apresentar suas propostas durante a reunião.

Além das startups, Alessandro Maracajá, da Solutions One, e Roberto Ciccone, da Everis, irão discorrer, respectivamente, sobre a importância da tecnologia para as Insurtechs e a realidade atual do segmento.

Evento: Reunião do Comitê de Insurtechs – camara-e.net
Quando: 30/08
Horário: das 9h às 11h30
Local: Cubo Coworking
Rua Casa do Ator , 919, Vila Olímpia – São Paulo, SP

PROGRAMAÇÃO

09h00 às 09h20 – Welcome Coffee
09h20 às 09h30 – Empreendedorismo (Flavio Pripas, Cubo)¨
09h30 às 10h10 – Comitê de Insurtechs (Gustavo Zobaran, coordenador)
Apresentação do Ecossistema de InsurTechs
Lançamento do 1o Mapeamento InsurTechs Brasil
10h10 às 10h30 – Coffee e Networking
10h30 às 10h40 – Startup 1
10h40 às 11h00 – “Tecnologia como chave para as InsurTechs” (Alessandro Maracajá, sócio diretor da Solutions One)
11h00 às 11h10 – Startup 2
11h10 às 11h50 – “InsurTechs, o futuro que já é presente” (Roberto Ciccone, head of insurance da Everis Américas)
11h50 às 12h00 – Encerramento

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10 milhões de pessoas buscam informação sobre seguros na internet, diz pesquisa

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No primeiro trimestre de 2017, foram registradas na internet 12 milhões de buscas sobre seguros ao mês. Dessas, 10 milhões foram sobre seguro saúde e 2 milhões, sobre as empresas seguradoras. Esses dados foram apresentados pelo Google na primeira reunião do Comitê de Insurtechs da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net), na semana passada. “Mais do que revelar um crescimento de 11% no segmento, esses números nos mostram que há uma oportunidade nesse mercado que não pode ser ignorada”, diz Gustavo Zobaran, coordenador do comitê.

Segundo ele, para atingir esses 10 milhões de pessoas, as seguradoras terão que se reinventar, oferecendo produtos cada vez mais personalizados, com uma experiência diferenciada e com preços ajustados de acordo com cada perfil, entregando ao consumidor exatamente o que ele precisa, no momento em que ele necessita.

O levantamento do Google revelou ainda que 31% dessas buscas foram realizadas a partir de dispositivos móveis, contra 48% de telecom, 57% de automóveis e 42% de viagem. Isso mostra a predisposição do brasileiro às inovações tecnológicas. “As empresas devem olhar para esses números e identificar o potencial de crescimento do setor dentro do seu segmento”, afirma Zobaran. “E aquelas que oferecerem a facilidade de contratação de um seguro a partir de um celular ou um tablet ou que investirem em tecnologia levam vantagem”.

Nas buscas feitas por meio de dispositivos móveis, as categorias de seguro mais procuradas são Celular (45%), Aluguel/Fiança (44%), Vida e Acidentes Pessoais (43%), Auto (42%) e Residencial (39%).

O Comitê de Insurtechs da camara-e.net foi criado para acompanhar a tendência mundial de transformação dos serviços seguradores com o uso da tecnologia.

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E-commerce fechará 2017 com crescimento de dois dígitos mesmo com PIB abaixo de 1%, diz especialista

A recuperação da economia vai ser mais lenta do que o esperado, segundo especialistas. Em 2016, o PIB teve retração de 3,6%, e a previsão para 2017 é de menos de 1%. Mas há um setor que, apesar desse cenário pouco animador, continua dando mostras de que tem fôlego de maratonista. O comércio eletrônico registrou crescimento nominal de 7,4% em 2016, mas quando se leva em conta o PIB desse ano, o percentual sobe para 11%. No acumulado dos últimos cinco anos, o setor cresceu 156%. A expectativa para 2017 é ainda melhor. De acordo com Gerson Rolim, diretor de comunicação da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net) e consultor do comitê de varejo online da entidade, o setor deve fechar o ano com alta de 12% a 13%, mesmo diante da perspectiva de PIB negativo. E isso é muito.

Para se ter uma ideia do dinamismo do e-commerce, a melhor base de avaliação não é o comparativo do desempenho com os macrossetores da economia, mas sim com os setores de atividades afins. A indústria recuou 6,6% no ano passado. E só a indústria eletroeletrônica, da qual depende muito o comércio eletrônico, registrou queda de 11%, muito em função da retração nas vendas de celulares e tablets (-10%), de desktops e notebooks (-23%) e de infraestrutura de telecomunicações (-15%). No mesmo período, o varejo registrou baixa de 6,2%.

“Diante desse cenário de recessão e elevadíssimas taxas de desemprego, que incapacitam para o consumo quase 13 milhões de brasileiros, o desempenho do e-commerce tem que ser festejado”, avalia Rolim. O motivo para tal desempenho, segundo ele, é um só: o e-commerce possibilita ao consumidor economizar numa época em que cada centavo vale muito dinheiro.

Rolim cita como aliadas dessa economia as novas tecnologias que permitem o acesso a lojas virtuais e a compra de produtos por dispositivos móveis, as ferramentas que permitem a comparação de preços em várias lojas simultaneamente e a popularização da internet móvel de alta velocidade.

Esse desempenho positivo está atraindo para o setor cada vez mais novos empreendedores. Por dia, são criadas 500 lojas virtuais no país, segundo as empresas de plataformas de e-commerce. A maioria dessas lojas é comandada por micro e pequenos empresários que buscam uma alternativa de renda diante da dificuldade em se recolocarem no mercado de trabalho formal. “Se apenas 25% desses novos empreendimentos forem bem-sucedidos, ainda assim será benéfico para o setor e para a economia como um todo”, conclui Rolim.

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Comércio eletrônico: mais de 45 mil lojas virtuais foram criadas em 2016 só no estado de São Paulo

Número de pedidos online mais que dobrou e chegou a quase 1 milhão no ano passado em SP, segundo levantamento

Para quem quer investir na área, no dia 16 de fevereiro acontece em São Paulo o Ciclo MPE.net, evento gratuito realizado pela Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico para capacitar micros e pequenos empreendedores

Em 2016, o número de pessoas que abriram uma loja virtual no estado de São Paulo cresceu quase 30% comparado com 2015. Segundo levantamento feito pela Loja Integrada – plataforma para a criação de lojas virtuais mais popular do país com mais de 400 mil lojas hospedadas –, só em 2016 foram criadas 45.362 lojas online. O número de pedidos na internet também deu um salto: de 388.852 em 2015 para 911.298 no ano passado, quase o triplo.

O levantamento mostrou ainda que o segmento que mais se destacou em São Paulo durante o ano passado foi o de cosméticos, perfumaria e cuidados pessoais. Em 2016, esse nicho faturou quase 30 milhões de reais só na plataforma. Outros segmentos que também apresentaram bons resultados foram Moda e Acessórios, com crescimento de 14,67% e Casa e Decoração com um faturamento 10,37% maior que em 2015.

“O e-commerce vive um bom momento no país porque cada vez mais as pessoas compram pela internet. A economia e a praticidade são algumas das vantagens para quem compra. Para quem vende, o investimento inicial e o risco são muito baixos. Abrir uma loja virtual é simples e prático”, conta Adriano Caetano, especialista em comércio eletrônico e diretor da Loja Integrada.
Quem achou no comércio eletrônico uma “grande saída” foi a lojista Sibelle Alves de Assis, da Sibelle Modas. A empresária está há 19 anos no mercado, mas só há três abriu a loja virtual. “Eu vendia de porta em porta e não tinha um retorno tão bom. Com as vendas pela internet, o negócio prosperou de um jeito que eu tive que, além de alugar uma sala para perto das confecções para o estoque, também tive que contratar mais duas pessoas para me ajudar”, conta.

Para quem pretende investir no e-commerce em 2017, acontece em São Paulo, no próximo dia 16 de fevereiro, o Ciclo MPE.net. Durante todo o evento, serão ministrados seminários gratuitos para capacitar micros e pequenos empreendedores interessados em abrir uma loja na internet ou aprimorar o seu negócio.

Entre as palestras, o especialista em comércio eletrônico Adriano Caetano vai falar de como escolher a plataforma ideal para o seu e-commerce. O Ciclo MPE é iniciativa da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net) e as inscrições podem ser feitas gratuitamente pela internet.

Ciclo MPE SP

Onde:?São Paulo
Quando: 16 de fevereiro às 8h
Campus do Mercado Livre – Melicidade
Av. das Nações Unidas, 3003, Bonfim, São Paulo/SP
Inscrições: http://www.ciclo-mpe.net/web/inscricao/index?eventid=142

Palestra: Como escolher a plataforma ideal para o seu e-commerce

Palestrante:?Adriano Caetano, especialista em comércio eletrônico e diretor da Loja Integrada
Horário:10h50 às 11h35
Local: ?Auditório

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Inscrições para obter o selo Black Friday Legal 2016 terminam no próximo dia 18

Terminam dia 18 de novembro as inscrições para o Black Friday Legal 2016, programa da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net) criado para dar credibilidade à Black Friday e às lojas participantes e contribuir para a criação de um ambiente de confiança no comércio eletrônico durante o período promocional.

Para participar, a loja deve:

– Associar-se ao Movimento e-MPE, iniciativa criada pela camara-e.net para reduzir a mortalidade dos pequenos negócios do comércio eletrônico, por meio da difusão de conhecimento estratégico sobre o setor e da promoção de benefícios

– Inscrever-se no site da campanha: http://blackfridaylegal2016.com.br/registro

– Aceitar o Termo e Condição de Uso do Black Friday Legal

– Passar na análise cadastral que a equipe da camara-e.net faz

A análise cadastral avalia, entre outros itens, a situação da empresa junto à Receita Federal e o cumprimento do Decreto do Comércio Eletrônico, que estabelece que o site deve informar, em local visível, CNPJ, razão social e formas de contato físico e eletrônico (endereço completo e meios de contato, como telefone, e-mail, chat ou SAC). A equipe da camara-e.net também verifica se a empresa está citada pelo Procon na lista de lojas a serem evitadas.

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Vídeo da camara-e.net dá a lojistas dicas de planejamento para a Black Friday

“Toda promoção, seja ela online, seja ela offline, é uma empreitada empresarial e deve ser planejada”. Assim Jairo Lobo, o consultor do Sebrae-SP inicia o vídeo da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net) com dicas de planejamento para a Black Friday e outras datas promocionais. “O planejamento é importante para minimizar os riscos e ter mais sucesso na promoção”, alerta ele.

O vídeo faz parte de uma série de minicursos de capacitação que a camara-e.net, com o patrocínio da Braspag, preparou para os lojistas que vão participar da Black Friday 2016, em 25 de novembro. O consultor mostra como o empresário deve se preparar para atender a um volume de vendas três vezes maior do que o normal nas 24 horas da promoção. “Ele precisa avaliar se o volume adicional de pedidos da Black Friday pede a contratação de mais gente no atendimento, no controle do estoque, no preparo do produto para o envio, no próprio envio e no pós-venda”, ensina.

“O objetivo do lojista não pode ser só vender. Ele tem que proporcionar uma boa experiência de compra para que o cliente volte à sua loja durante o ano todo”, diz ele, que ainda fala sobre gerenciamento de estoque e definição de descontos.

Se as dicas do vídeo pudessem ser resumidas, seriam as seguintes:

– Planejar, planejar e planejar;

– Inventariar o estoque;

– Fazer uma boa política comercial;

– Revisar a navegação do site e os meios de pagamento;

– Definir uma estratégia de divulgação da sua campanha promocional.

A série de vídeos faz parte do programa Black Friday Legal 2016, cujas inscrições ficam abertas até o dia 18/11. Para acessar esse e os demais vídeos do BFL 2016, visite o canal da camara-e.net no YouTube (http://youtube.com/camaraenet). As inscrições para participar da Black Friday com o selo BFL 2016 podem ser feitas no site blackfridaylegal2016.com.br.

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