Tag Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico

Congresso finalmente aprova lei de proteção de dados

O Senado Federal aprovou nesta terça-feira (10), em caráter de urgência, Projeto de Lei que define regras específicas de proteção à privacidade de dados pessoais coletados e gerados pelos meios digitais. “A nova lei de proteção de dados representa um necessário avanço e traz benefícios à sociedade e à economia do país”, afirma Leonardo Palhares, presidente da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net) e sócio do Almeida Advogados.

Para o grupo de instituições acadêmicas, empresas, entidades representativas e cidadãos que discutiu e apoiou o texto do PLC 53/2018, a lei traz segurança jurídica para cidadãos e agentes econômicos, pois é clara e principiológica, equilibrando a posição central do indivíduo com o dinamismo econômico do Brasil.

De acordo com a nova lei, dados pessoais como nome, endereço, e-mail, idade, estado civil e situação patrimonial, só podem ser usados com o consentimento do titular. Isso quer dizer que eles não podem ser vendidos, divulgados ou repassados sem a autorização do usuário. Assim como os dados de menores de idade não podem ser mantidos nas bases de dados das empresas sem o consentimento dos pais. A lei também protege os dados relativos à saúde das pessoas, que só poderão ser usados para pesquisas.

Um ponto importante da lei é o que trata do vazamento de dados. As empresas são responsáveis pela segurança dos dados em suas bases ou nas de seus fornecedores e devem comunicar vazamentos imediatamente, sob pena de multa no valor de 2% do faturamento. A multa também vale para quem descumprir qualquer uma das regras.

A lei prevê, ainda, a criação da Autoridade Nacional de Proteção de Dados, autarquia cuja principal atribuição será fiscalizar o cumprimento da legislação e aplicar as sanções, e do Conselho Nacional de Proteção de Dados Pessoais e da Privacidade, formado por 23 representantes titulares de diversos órgãos do governo e da sociedade civil e que será responsável pela disseminação do conhecimento sobre o tema, por meio de estudos, debate ou outras ações pertinentes.

O texto segue agora para sanção da Presidência da República.

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Leonardo Palhares é reeleito presidente da camara-e.net

O advogado Leonardo Palhares, do Almeida Advogados, foi reeleito para a presidência da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net), em assembleia geral de associados da entidade, nesta quarta-feira (14). Flavio Jansen, da Locaweb, segue como vice-presidente de Estratégia e Paulo Kulikovsky, da Acesso Card, substitui Marcelo Coelho na vice-presidência de Finanças e Controle.

Palhares, que está no cargo desde agosto de 2016, diz que seu primeiro ano de gestão foi de consolidação do papel importante que a entidade exerce na Economia Digital do país e de, ao mesmo tempo, que segue com o papel de reinvenção do setor em que atua. “Para 2018, a Câmara continuará a readequar a entidade e suas ações a um setor que está em constante movimento, procurando solidificar sua atuação dentro das searas regulatórias e assessorar mais os associados e o setor na garantia de que as regulações que existem hoje permitam o desenvolvimento do mercado, a geração de divisas e empregos”, afirma ele.

“Para nós ficou muito claro nesse último ano que, em épocas de retração da economia e altas taxas de desemprego, a Economia Digital mantém o seu crescimento, mais de 10% em um ano em que todos os demais indicadores econômicos ficaram negativos”. O presidente cita ainda o papel importante do comércio eletrônico para pessoas que passaram a contar com ele, dado seu caráter democrático, para o seu sustento, em substituição em emprego formal perdido como complementação da renda familiar.

Segundo Palhares, a camara-e.net vai intensificar seu papel de capacitação dos micro e pequenos empresários, que hoje somam mais de 200 mil operações no país. A entidade também vai intensificar o desenvolvimento do crossborder na América Latina, uma frente que ainda é muito pouco utilizada pelo empresário brasileiro. “É papel da camara-e.net ajudar esses empresários a romper as dificuldades linguísticas, legais e culturais nas transações transfronteiriças com os demais países latino-americanos”.

Fazem parte do novo conselho administrativo da camara-e.net os seguintes associados:

Presidente – Leonardo A. F. Palhares (Almeida Advogados)

Vice-Presidente de Estratégia – Flávio Jansen (Locaweb)

Vice-Presidente de Finanças e Controle – Paulo Kulikovsky (Acesso Card)

Vice-Presidentes: Anahi Llop (OLX), Antônio José Ludovino Lopes (Ludovino Lopes Advogados), François Martins (Mercado Livre), Gastão Cezar de Mattos Jr (Braspag), Gustavo Zobaran (Youse), João Paulo Foini (Imprensa Oficial) e Leonardo Elias Moreno da Silva (Rede ICP Seguros).

Suplentes: Flávio Franco (Netshoes), Sérgio Herz (Livraria Cultura) e Stephane Engelhard (Carrefour).

Secretário Executivo – ex officio – Fernando Ricci (camara-e.net) .

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Como preparar a logística da loja virtual para a Black Friday

O analista de comércio eletrônico dos Correios Anderson Martins costuma dizer aos seus clientes que o visual de uma loja virtual e a rapidez da compra não são garantia de sucesso nos negócios nem fidelizam o consumidor. “Se no momento da expedição do produto houver algum problema, toda a imagem positiva que ficou da loja no processo de compra vai por água abaixo”, observa ele.

Essa é apenas uma das várias dicas aos lojistas virtuais que fazem parte série de vídeos preparada pela Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net) e pela Braspag para auxiliar quem vai participar da Black Friday e de outras campanhas promocionais. “Gestão de estoque deve ser encarada de maneira profissional. Nada de planilhas, de controle manual. O lojista precisa de uma ferramenta que indique, em tempo real, como está o seu estoque, para que o comprador não tenha sua experiência frustrada”, ensina Martins.

Ele também fala sobre a lucratividade dos produtos, os produtos que vendem mais, dois itens fundamentais na composição do estoque, para que não haja encalhe ou falta de produtos. Martins cita para isso a ferramenta Curva ABC.

Além desses tópicos, o analista dos Correios fala sobre a estimativa de preço do frete e prazos de entrega tanto em períodos promocionais quanto em datas de grande movimento do comércio eletrônico, como Dia das Mães, Dia das Crianças e Natal; margem de lucro do produto para oferta de frete grátis; política de trocas e devoluções; e logística reversa. “O custo deve levar em consideração não apenas o transporte, mas também os insumos necessários para embalar e entregar o produto”.

Se as dicas do vídeo pudessem ser resumidas, seriam as seguintes:

Organize e conheça o seu estoque para entender quais são os produtos que são mais vendidos e quais dão maior lucratividade;

Conheça os custos de envio para não ter surpresa com preços subestimados;

Profissionalize a preparação do envio do produto. Uma boa embalagem garante a integridade do produto até o destinatário;

Conheça os direitos e deveres do e-consumidor, definindo, a partir daí, sua política de trocas e devoluções para não ter problemas no pós-venda.

[embedyt] http://www.youtube.com/watch?v=9cNt5sYnUYE[/embedyt]

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Camara-e.net dá dicas em vídeo sobre planejamento para a Black Friday

“Toda promoção, seja ela online, seja ela offline, é uma empreitada empresarial e deve ser planejada”. Assim Jairo Lobo, consultor do Sebrae-SP, inicia o vídeo produzido pela Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net) com dicas de planejamento para a Black Friday e outras datas promocionais. “O planejamento é importante para minimizar os riscos e ter mais sucesso na promoção”, alerta ele.

O vídeo faz parte de uma série de minicursos de capacitação que a camara-e.net, com o patrocínio da Braspag, preparou para os lojistas que participam da Black Friday e de outras campanhas em datas especiais do varejo. O consultor do Sebrae-SP mostra como o empresário deve se preparar para atender a um volume de vendas três vezes maior do que o normal nas 24 horas da promoção. “Ele precisa avaliar se o volume adicional de pedidos da Black Friday pede a contratação de mais gente no atendimento, no controle do estoque, no preparo do produto para o envio, no próprio envio e no pós-venda”, ensina.

“O objetivo do lojista não pode ser só vender. Ele tem que proporcionar uma boa experiência de compra para que o cliente volte à sua loja durante o ano todo”, diz ele, que ainda fala sobre gerenciamento de estoque e definição de descontos.

Se as dicas do vídeo pudessem ser resumidas, seriam as seguintes:

Planejar, planejar e planejar;

Inventariar o estoque;

Fazer uma boa política comercial;

Revisar a navegação do site e os meios de pagamento;

Definir uma estratégia de divulgação da sua campanha promocional.

[embedyt] http://www.youtube.com/watch?v=1IVyHH1wKxA[/embedyt]

A série de vídeos inaugurada no ano passado faz parte do programa Black Friday Legal. Para acessar este e os demais vídeos, visite o canal da camara-e.net no YouTube.

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Especialistas em seguros e tecnologia debatem sobre Insurtechs em evento da camara-e.net

Apresentar o ecossistema das Insurtechs, lançar o primeiro mapeamento do setor no Brasil e discutir as inovações desse segmento do mercado segurador. Esses são os objetivos do evento a Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net), por meio do Comitê de Insurtechs, realiza na próxima quarta-feira (30), das 9h às 12h, em São Paulo.

O evento acontece no Cubo Coworking, hub de empreendedorismo que, assim como as Insurtechs, traz em seu DNA o gene da transformação digital ao conectar ideias, pessoas e tecnologia. Tanto que duas startups com projetos voltados para o mercado segurador terão espaço para apresentar suas propostas durante a reunião.

Além das startups, Alessandro Maracajá, da Solutions One, e Roberto Ciccone, da Everis, irão discorrer, respectivamente, sobre a importância da tecnologia para as Insurtechs e a realidade atual do segmento.

Evento: Reunião do Comitê de Insurtechs – camara-e.net
Quando: 30/08
Horário: das 9h às 11h30
Local: Cubo Coworking
Rua Casa do Ator , 919, Vila Olímpia – São Paulo, SP

PROGRAMAÇÃO

09h00 às 09h20 – Welcome Coffee
09h20 às 09h30 – Empreendedorismo (Flavio Pripas, Cubo)¨
09h30 às 10h10 – Comitê de Insurtechs (Gustavo Zobaran, coordenador)
Apresentação do Ecossistema de InsurTechs
Lançamento do 1o Mapeamento InsurTechs Brasil
10h10 às 10h30 – Coffee e Networking
10h30 às 10h40 – Startup 1
10h40 às 11h00 – “Tecnologia como chave para as InsurTechs” (Alessandro Maracajá, sócio diretor da Solutions One)
11h00 às 11h10 – Startup 2
11h10 às 11h50 – “InsurTechs, o futuro que já é presente” (Roberto Ciccone, head of insurance da Everis Américas)
11h50 às 12h00 – Encerramento

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10 milhões de pessoas buscam informação sobre seguros na internet, diz pesquisa

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No primeiro trimestre de 2017, foram registradas na internet 12 milhões de buscas sobre seguros ao mês. Dessas, 10 milhões foram sobre seguro saúde e 2 milhões, sobre as empresas seguradoras. Esses dados foram apresentados pelo Google na primeira reunião do Comitê de Insurtechs da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net), na semana passada. “Mais do que revelar um crescimento de 11% no segmento, esses números nos mostram que há uma oportunidade nesse mercado que não pode ser ignorada”, diz Gustavo Zobaran, coordenador do comitê.

Segundo ele, para atingir esses 10 milhões de pessoas, as seguradoras terão que se reinventar, oferecendo produtos cada vez mais personalizados, com uma experiência diferenciada e com preços ajustados de acordo com cada perfil, entregando ao consumidor exatamente o que ele precisa, no momento em que ele necessita.

O levantamento do Google revelou ainda que 31% dessas buscas foram realizadas a partir de dispositivos móveis, contra 48% de telecom, 57% de automóveis e 42% de viagem. Isso mostra a predisposição do brasileiro às inovações tecnológicas. “As empresas devem olhar para esses números e identificar o potencial de crescimento do setor dentro do seu segmento”, afirma Zobaran. “E aquelas que oferecerem a facilidade de contratação de um seguro a partir de um celular ou um tablet ou que investirem em tecnologia levam vantagem”.

Nas buscas feitas por meio de dispositivos móveis, as categorias de seguro mais procuradas são Celular (45%), Aluguel/Fiança (44%), Vida e Acidentes Pessoais (43%), Auto (42%) e Residencial (39%).

O Comitê de Insurtechs da camara-e.net foi criado para acompanhar a tendência mundial de transformação dos serviços seguradores com o uso da tecnologia.

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E-commerce fechará 2017 com crescimento de dois dígitos mesmo com PIB abaixo de 1%, diz especialista

A recuperação da economia vai ser mais lenta do que o esperado, segundo especialistas. Em 2016, o PIB teve retração de 3,6%, e a previsão para 2017 é de menos de 1%. Mas há um setor que, apesar desse cenário pouco animador, continua dando mostras de que tem fôlego de maratonista. O comércio eletrônico registrou crescimento nominal de 7,4% em 2016, mas quando se leva em conta o PIB desse ano, o percentual sobe para 11%. No acumulado dos últimos cinco anos, o setor cresceu 156%. A expectativa para 2017 é ainda melhor. De acordo com Gerson Rolim, diretor de comunicação da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net) e consultor do comitê de varejo online da entidade, o setor deve fechar o ano com alta de 12% a 13%, mesmo diante da perspectiva de PIB negativo. E isso é muito.

Para se ter uma ideia do dinamismo do e-commerce, a melhor base de avaliação não é o comparativo do desempenho com os macrossetores da economia, mas sim com os setores de atividades afins. A indústria recuou 6,6% no ano passado. E só a indústria eletroeletrônica, da qual depende muito o comércio eletrônico, registrou queda de 11%, muito em função da retração nas vendas de celulares e tablets (-10%), de desktops e notebooks (-23%) e de infraestrutura de telecomunicações (-15%). No mesmo período, o varejo registrou baixa de 6,2%.

“Diante desse cenário de recessão e elevadíssimas taxas de desemprego, que incapacitam para o consumo quase 13 milhões de brasileiros, o desempenho do e-commerce tem que ser festejado”, avalia Rolim. O motivo para tal desempenho, segundo ele, é um só: o e-commerce possibilita ao consumidor economizar numa época em que cada centavo vale muito dinheiro.

Rolim cita como aliadas dessa economia as novas tecnologias que permitem o acesso a lojas virtuais e a compra de produtos por dispositivos móveis, as ferramentas que permitem a comparação de preços em várias lojas simultaneamente e a popularização da internet móvel de alta velocidade.

Esse desempenho positivo está atraindo para o setor cada vez mais novos empreendedores. Por dia, são criadas 500 lojas virtuais no país, segundo as empresas de plataformas de e-commerce. A maioria dessas lojas é comandada por micro e pequenos empresários que buscam uma alternativa de renda diante da dificuldade em se recolocarem no mercado de trabalho formal. “Se apenas 25% desses novos empreendimentos forem bem-sucedidos, ainda assim será benéfico para o setor e para a economia como um todo”, conclui Rolim.

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Comércio eletrônico: mais de 45 mil lojas virtuais foram criadas em 2016 só no estado de São Paulo

Número de pedidos online mais que dobrou e chegou a quase 1 milhão no ano passado em SP, segundo levantamento

Para quem quer investir na área, no dia 16 de fevereiro acontece em São Paulo o Ciclo MPE.net, evento gratuito realizado pela Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico para capacitar micros e pequenos empreendedores

Em 2016, o número de pessoas que abriram uma loja virtual no estado de São Paulo cresceu quase 30% comparado com 2015. Segundo levantamento feito pela Loja Integrada – plataforma para a criação de lojas virtuais mais popular do país com mais de 400 mil lojas hospedadas –, só em 2016 foram criadas 45.362 lojas online. O número de pedidos na internet também deu um salto: de 388.852 em 2015 para 911.298 no ano passado, quase o triplo.

O levantamento mostrou ainda que o segmento que mais se destacou em São Paulo durante o ano passado foi o de cosméticos, perfumaria e cuidados pessoais. Em 2016, esse nicho faturou quase 30 milhões de reais só na plataforma. Outros segmentos que também apresentaram bons resultados foram Moda e Acessórios, com crescimento de 14,67% e Casa e Decoração com um faturamento 10,37% maior que em 2015.

“O e-commerce vive um bom momento no país porque cada vez mais as pessoas compram pela internet. A economia e a praticidade são algumas das vantagens para quem compra. Para quem vende, o investimento inicial e o risco são muito baixos. Abrir uma loja virtual é simples e prático”, conta Adriano Caetano, especialista em comércio eletrônico e diretor da Loja Integrada.
Quem achou no comércio eletrônico uma “grande saída” foi a lojista Sibelle Alves de Assis, da Sibelle Modas. A empresária está há 19 anos no mercado, mas só há três abriu a loja virtual. “Eu vendia de porta em porta e não tinha um retorno tão bom. Com as vendas pela internet, o negócio prosperou de um jeito que eu tive que, além de alugar uma sala para perto das confecções para o estoque, também tive que contratar mais duas pessoas para me ajudar”, conta.

Para quem pretende investir no e-commerce em 2017, acontece em São Paulo, no próximo dia 16 de fevereiro, o Ciclo MPE.net. Durante todo o evento, serão ministrados seminários gratuitos para capacitar micros e pequenos empreendedores interessados em abrir uma loja na internet ou aprimorar o seu negócio.

Entre as palestras, o especialista em comércio eletrônico Adriano Caetano vai falar de como escolher a plataforma ideal para o seu e-commerce. O Ciclo MPE é iniciativa da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net) e as inscrições podem ser feitas gratuitamente pela internet.

Ciclo MPE SP

Onde:?São Paulo
Quando: 16 de fevereiro às 8h
Campus do Mercado Livre – Melicidade
Av. das Nações Unidas, 3003, Bonfim, São Paulo/SP
Inscrições: http://www.ciclo-mpe.net/web/inscricao/index?eventid=142

Palestra: Como escolher a plataforma ideal para o seu e-commerce

Palestrante:?Adriano Caetano, especialista em comércio eletrônico e diretor da Loja Integrada
Horário:10h50 às 11h35
Local: ?Auditório

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Inscrições para obter o selo Black Friday Legal 2016 terminam no próximo dia 18

Terminam dia 18 de novembro as inscrições para o Black Friday Legal 2016, programa da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net) criado para dar credibilidade à Black Friday e às lojas participantes e contribuir para a criação de um ambiente de confiança no comércio eletrônico durante o período promocional.

Para participar, a loja deve:

– Associar-se ao Movimento e-MPE, iniciativa criada pela camara-e.net para reduzir a mortalidade dos pequenos negócios do comércio eletrônico, por meio da difusão de conhecimento estratégico sobre o setor e da promoção de benefícios

– Inscrever-se no site da campanha: http://blackfridaylegal2016.com.br/registro

– Aceitar o Termo e Condição de Uso do Black Friday Legal

– Passar na análise cadastral que a equipe da camara-e.net faz

A análise cadastral avalia, entre outros itens, a situação da empresa junto à Receita Federal e o cumprimento do Decreto do Comércio Eletrônico, que estabelece que o site deve informar, em local visível, CNPJ, razão social e formas de contato físico e eletrônico (endereço completo e meios de contato, como telefone, e-mail, chat ou SAC). A equipe da camara-e.net também verifica se a empresa está citada pelo Procon na lista de lojas a serem evitadas.

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Vídeo da camara-e.net dá a lojistas dicas de planejamento para a Black Friday

“Toda promoção, seja ela online, seja ela offline, é uma empreitada empresarial e deve ser planejada”. Assim Jairo Lobo, o consultor do Sebrae-SP inicia o vídeo da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net) com dicas de planejamento para a Black Friday e outras datas promocionais. “O planejamento é importante para minimizar os riscos e ter mais sucesso na promoção”, alerta ele.

O vídeo faz parte de uma série de minicursos de capacitação que a camara-e.net, com o patrocínio da Braspag, preparou para os lojistas que vão participar da Black Friday 2016, em 25 de novembro. O consultor mostra como o empresário deve se preparar para atender a um volume de vendas três vezes maior do que o normal nas 24 horas da promoção. “Ele precisa avaliar se o volume adicional de pedidos da Black Friday pede a contratação de mais gente no atendimento, no controle do estoque, no preparo do produto para o envio, no próprio envio e no pós-venda”, ensina.

“O objetivo do lojista não pode ser só vender. Ele tem que proporcionar uma boa experiência de compra para que o cliente volte à sua loja durante o ano todo”, diz ele, que ainda fala sobre gerenciamento de estoque e definição de descontos.

Se as dicas do vídeo pudessem ser resumidas, seriam as seguintes:

– Planejar, planejar e planejar;

– Inventariar o estoque;

– Fazer uma boa política comercial;

– Revisar a navegação do site e os meios de pagamento;

– Definir uma estratégia de divulgação da sua campanha promocional.

A série de vídeos faz parte do programa Black Friday Legal 2016, cujas inscrições ficam abertas até o dia 18/11. Para acessar esse e os demais vídeos do BFL 2016, visite o canal da camara-e.net no YouTube (http://youtube.com/camaraenet). As inscrições para participar da Black Friday com o selo BFL 2016 podem ser feitas no site blackfridaylegal2016.com.br.

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Crise afeta comércio eletrônico no país, mas desempenho ainda segue positivo

O comércio eletrônico não escapou da crise político-econômica no primeiro semestre deste ano segundo o último relatório Webshoppers, da E-bit. O setor faturou R$ 19,6 bilhões e teve crescimento nominal de 5,2% sobre o mesmo período de 2015. “Apesar de estar abaixo dos resultados de anos anteriores, o desempenho do setor ainda segue positivo, se compararmos com outras atividades da economia”, diz Leonardo Palhares, presidente da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net). “Vamos fechar o ano com crescimento de 8%”.

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Nas últimas duas décadas, o comércio eletrônico no país cresceu anualmente na casa dos dois dígitos. E mesmo o ano passado, com o agravamento da crise no país, o setor evoluiu 15%. “Com todos os indicadores econômicos no negativo, era natural que o e-commerce também sentisse”, explica Palhares. “No entanto, esse declínio é passageiro, se deve em parte ao enfraquecimento das compras da classe C, e será revertido à medida que a economia for se estabilizando”.

A previsão é que o comércio eletrônico feche 2016 com crescimento de 8%, atingindo R$ 44,6 bilhões de faturamento. Esses dados constam da 34ª edição do relatório Webshoppers, elaborado pela E-bit com o apoio da camara-e.net.

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Número de lojas virtuais criadas no estado de São Paulo cresceu 89% em 2015

Segmento que mais se destacou durante o ano passado foi o de artigos para bebê, faturando cerca de R$ 1.2 milhão só na plataforma da Loja Integrada.

Investimento inicial e riscos baixos motivaram as pessoas a investirem no e-commerce

Para quem quer investir na área, no dia 4 de maio acontece em São Paulo o Ciclo MPE.net, evento gratuito realizado pela Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico para capacitar micros e pequenos empreendedores

Em 2015, o número de pessoas que abriram uma loja virtual no estado de São Paulo cresceu 89%, comparado com o ano de 2014. Segundo levantamento realizado em março deste ano, foram 13.146 novas lojas abertas só na Loja Integrada, (www.lojaintegrada.com.br), plataforma de e-commerce mais popular do Brasil, com 280 mil lojas criadas.

O levantamento mostrou ainda que o segmento que mais se destacou em São Paulo durante o ano passado foi o de artigos para bebê, ficando pela primeira vez entre os 5 que mais venderam no ano. Em 2015, esse nicho faturou cerca de R$ 1.2 milhão só na plataforma da Loja Integrada. Outros segmentos que também apresentaram bons resultados foram: Moda e Acessórios, com crescimento de 17%, e Perfumaria e Cosmético, com 16%.

“O consumidor está em busca de economia e comprar do pequeno lojista virtual é uma opção mais vantajosa para produtos de nichos, como artigos para bebês, por exemplo”, diz Adriano Caetano, especialista em comércio eletrônico e Diretor da Loja Integrada.

A Lojista Daniela Cabrera, da loja Letiti identificou um nicho de mercado que ainda não existia no Brasil. Começou a produzir um acessório para bebês conhecido como “meias sapatinhos” e vender pela internet. “Abri minha loja virtual de roupas personalizadas para bebês em junho de 2015. Com o e-commerce, consegui trabalhar de casa e ficar perto da minha filha. Mesmo com a crise, após 9 meses de loja virtual consegui capital para montar meu quiosque e expor minhas peças. Hoje atendemos o Brasil todo e temos pedidos até internacionais. Estamos crescendo” conta Daniela.

Para quem pretende investir no e-commerce em 2016, acontece em São Paulo, no próximo dia 4 de maio, (quarta-feira) o Ciclo MPE.net. Durante todo o evento, serão ministrados seminários gratuitos para capacitar micro e pequenos empreendedores interessados em abrir uma loja na internet ou aprimorar o seu negócio.

Entre as palestras, o especialista em comércio eletrônico Adriano Caetano apresenta as principais dicas para quer abrir um e-commerce mas não entende da tecnologia. O Ciclo MPE é iniciativa da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net) e as inscrições podem ser feitas gratuitamente pela internet.

Ciclo MPE SP

Endereço:
Quando: 4 de maio às 8h
Auditório da escola de negócios do Sebrae-SP
Alameda Nothmann, 598, Campos Elíseos, São Paulo/SP, CEP: 01216-000

Palestra: Escolhendo a sua plataforma de e-commerce
Palestrante: Adriano Caetano – Diretor da Loja Integrada

Horário: 10h50 às 11h35
Local: Auditório
Ciclo MPE é iniciativa da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net)

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Limite e tarifação da banda larga fixa aumentam divisão digital no Brasil, diz presidente da camara-e.net

A venda de internet banda larga fixa com limite de consumo pode aumentar ainda mais o abismo digital no Brasil entre os que têm e os que não têm acesso à rede de alta velocidade. Quem tem não vai poder pagar o custo e vai sair da inclusão digital, representando um retrocesso para um país que, ao menos nesse campo, é reconhecidamente inovador. É o que afirma Ludovino Lopes, presidente da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net). Segundo ele, os consumidores menos favorecidos, que contratam pacote de internet básico em suas casas, serão os mais afetados pela decisão das operadoras de deixar de oferecer planos ilimitados para cobrar por franquia de dados. Eles teriam que pagar mais para ter acesso ao YouTube ou Netflix, dois dos serviços de streaming mais consumidos pelos brasileiros.

“O Brasil é reconhecido internacionalmente por promover a inclusão, a liberdade e a diversidade na Internet”, diz Lopes. “Implantar a cobrança por franquia é quase como voltar à época da internet dial-up, limitando a capacidade de acesso à cultura, à informação e a serviços na web”.

Em março, a Agência Nacional das Telecomunicações (Anatel) divulgou os resultados de uma pesquisa de satisfação do consumidor de telefonia fixa, banda larga fixa e internet móvel pré e pós-paga. O serviço de banda larga fixa foi o mais mal avaliado.

No modelo que querem as operadoras, caso o limite da franquia seja ultrapassado, a empresa poderá diminuir a velocidade e até cortar a internet. Além disso, o acesso ficará mais caro, pois os planos básicos oferecidos pelas operadoras dificilmente permitirão assistir a um filme on-line.

Também os negócios de determinados segmentos seriam seriamente afetados pela cobrança diferenciada do acesso à Internet. Empresas que exploram e tornam acessíveis via web vídeos on-line – segmento que vem registrando crescimento considerável no Brasil – não resistiriam ao impacto. “As pequenas e médias empresas serão igualmente afetadas pelo encarecimento do custo dos serviços e, com isso, sua capacidade e competitividade seriam reduzidas drasticamente”, diz Lopes.

A economia digital, incluindo aplicativos de mensagens interativos já nacionalmente adotados (Whatsapp e Facebook, por exemplo) e seus usuários, seriam diretamente afetados, já que os consumidores de banda móvel veriam substancialmente diminuída a sua capacidade de utilização em razão da redução do pacote de dados com as operadoras.

A ideia de cobrança por pacotes de consumo de dados – semelhante à que já ocorre com a internet móvel – começou em fevereiro, quando a Vivo anunciou que colocaria limite mensal no acesso à internet banda larga fixa em seus serviços de fibra ótica e ADSL. Ganhou força quando as operadoras Oi, Net, Claro e TIM aderiram à ideia. O assunto correu as redes sociais, esquentando o debate sobre a neutralidade da rede, um dos pontos do Marco Civil da Internet, aprovado em 2014, que carecem de regulamentação.

O debate culminou com a declaração do presidente da Anatel, João Rezende, de que a “era da banda larga fixa ilimitada tinha acabado”. Nas redes sociais, o barulho foi tão grande que o ministério das Comunicações, André Figueiredo, declarou quem as operadoras terão de continuar com a venda do serviço sem limitação de consumo.

A situação traz à tona novamente a discussão sobre a necessidade de respeito às disposições do Marco Civil. Principalmente na questão da neutralidade da rede. Pelo Marco, as operadoras não podem diferenciar o tipo de dado que está sendo trafegado. Ou seja, conteúdo multimídia servidos por empresas de streaming teriam o mesmo tratamento de um dado gerado por um simples site.

A camara-e.net vem discutindo esse tema em reuniões com seus associados e representantes do governo desde a aprovação do Marco Civil e mantém a posição de que para que a internet no Brasil seja de fato inclusiva, todos os dados que trafegam pela rede devem receber igual tratamento. Propõe, por isso, que esse tema seja amplamente discutido – e de forma transparente – com a sociedade brasileira, incluindo, reguladores, empresas e consumidores, de forma que o espírito da lei seja mantido e o Brasil possa continuar o caminho para construir um sociedade digitalmente inclusiva e respeitadora dos seus mais importantes princípios constitucionais.

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Brasileiros gastam US$ 2,02 bilhões em sites estrangeiros em 2015 apesar do dólar alto

US$ 2,02 bilhões. Foi quanto 14,9 milhões de brasileiros desembolsaram em 2015 em compras em sites internacionais, apesar da alta do dólar. Essa cifra é 18% maior do que a contabilizada em 2014. O número de compradores também aumentou. Segundo dados do 33º Webshoppers, 11 milhões de consumidores únicos efetuaram compras online em sites estrangeiros em 2014 – 36% a menos que em 2015. Cartões de crédito intrnacionais e PayPal foram a opção de pagamento de 89% dos consumidores crossborder.

“O faturamento das transações crossborder teve muito mais a ver com o aumento do número de compradores do que com o valor do tíquete médio”, explica Ludovino Lopes, presidente da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net). “Pensando no valor do dólar, o brasileiro comprou produtos de menor valor, mas mais vezes (em média 3,8 aquisições por comprador)”. Tanto que o valor do tíquete médio das compras internacionais de 2014 para 2015 apresentou queda de 26,7% (de US$ 48,36 para US$ 35,46).

Os sites chineses continuam sendo os preferidos dos brasileiros. Eletrônicos, Moda & Acessórios, Informática, Telefonia & Celulares, e Livros lideram o ranking das categorias preferidas pelos consumidores nacionais. No entanto, Moda & Acessórios foi a que apresentou a maior queda de 2014 para 2015: -3,7%. Já Livros teve alta de 7,7% de um ano para outro.

O relatório Webshoppers analisa a evolução do e-commerce, tendências, estimativas, mudanças de comportamento e preferências dos e-consumidores, traçando um perfil do setor. É realizado pela E-bit com apoio da camara-e.net e outras entidades e associações.

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Detonaweb eleva vendas em 30%

A Detonaweb, realizada pela Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net) e patrocinada pela Braspag apresentou resultados positivos após 4 anos de hiato da primeira promoção online do e-commerce brasileiro.

Segundo estimativas da Câmara, as lojas participantes da Detonaweb atingiram 50% de crescimento em relação ao mesmo período de 2014. O crescimento orgânico do comércio eletrônico é, em média, 20% em função da expansão do mercado, sem promoções. De acordo com Gastão Mattos, CEO da Braspag, “a expectativa do setor se manteve este mês, ou seja, quem aderiu à campanha apresentou um crescimento bastante significativo, 30% superior à média do mercado”.

“A Detonaweb é uma vez mais a prova de que o esforço comprometido do varejo online e o reconhecimento do consumidor brasileiro são uma combinação virtuosa para o incremento e desenvolvimento da economia”, diz Ludovino Lopes, presidente da camara-e.net. Segundo ele, a Detonaweb agregou volume de venda e demanda para os lojistas participantes, evidenciando a importância de ações como esta para fomentar o setor.

“O relançamento da Detonaweb superou nossas expectativas. Certamente podemos afirmar que o Brasil agora possui uma mega liquidação online no 1º semestre”, completa Gerson Rolim, diretor de comunicação da entidade.

Criada em 2003 pela camara-e.net, a Detonaweb é considerada a primeira promoção do e-commerce no país. Inicialmente chamada de Liquidaweb, a campanha foi realizada anualmente até 2011. Em 2015 a campanha foi retomada entre 14 e 16 de abril para comemorar os 20 anos de e-commerce no Brasil, sendo também uma oportunidade para antecipar as compras para o dia das mães. Neste retorno, participaram somente lojas associadas ao Comitê de Varejo da camara-e.net: Americanas.com, Dafiti, eFácil, Magazine Luiza, Marisa, MercadoLivre, Saraiva, Shoptime, SouBarato e Submarino.

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Pesquisar é a palavra-chave nas compras online, recomenda camara-e.net

As compras online estão se tornando cada vez mais comuns no Brasil. Só no primeiro semestre deste ano, 5,09 novos milhões de usuários compraram pela Internet pela primeira vez, e o setor faturou no período R$ 16,06 bilhões (dados da 30ª edição do relatório Webshoppers). Com a popularidade crescendo a cada dia, é natural que aumente o número de lojas virtuais e o consumidor se sinta atraído pelas ofertas tentadoras de preços baixos. “Mas para fazer uma compra segura, é aconselhável pesquisar muito”, recomenda Elizabeth Andreoli, coordenadora do Comitê de Varejo Online da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net). “Principalmente nos períodos que antecedem datas comerciais, como o Dia das Crianças, Dia das Mães, dos Pais e Natal”.

Para o Dia das Crianças, que está se aproximando, as ofertas em brinquedos, videogames, roupas e acessórios para a garotada já começam a aparecer. Para não cair em ciladas, a palavra-chave é pesquisar. E isso vale tanto para as lojas físicas, quanto para as lojas virtuais. No caso do comércio eletrônico, Elisabeth explica alguns passos importantes para aproveitar o melhor das promoções sem levar uma dor de cabeça de brinde:

1) Pesquise sobre a reputação da loja ou site que você escolheu. O Procon traz uma lista atualizada mensalmente de sites não recomendados (http://sistemas.procon.sp.gov.br/evitesite/list/evitesites.php).

2) Consulte os sites que comparam preços, produtos e serviços. Eles são excelentes fontes de informação, e os melhores estão constantemente atualizados.

3) Tenha antivírus, antispyware, firewall e tudo o que for possível para evitar que qualquer usuário mal-intencionado tenha acesso a suas informações.

4) Procure usar sites que tragam serviços de pagamento de renome.

5) Faça contato telefônico com a loja e verifique se ela tem endereço, telefone fixo ou filial física. Observe informações como razão social, CNPJ e confirme esses dados no site da Receita Federal (www.receita.fazenda.gov.br). Se a situação estiver “baixada”, “cancelada” ou “inativa”, desista da compra.

6) Leia as condições de prazos de entrega e a política de trocas e devoluções antes de fechar a compra. Se tiver dúvidas, ligue para a loja para saná-las.

7) Verifique se a loja possui conexão de segurança nas páginas em que são informados os dados pessoais do cliente como nome, endereço, documentos e número do cartão de crédito. Geralmente essas páginas são iniciadas por https:// e o cadeado está ativado (ícone visualizado em uma das extremidades da página). Clique no cadeado e observe se a informação do certificado corresponde ao endereço na barra de navegação do computador.

8) Procure imprimir todos os passos da compra, inclusive o e-mail de confirmação.

9) Use o bom senso. Ofertas milagrosas ou muito diferentes dos preços praticados no mercado podem trazer armadilhas para o comprador.

Observados estes cuidados, o e-consumidor poderá realizar sua compra de forma segura e com um risco baixo de sofrer qualquer percalço. “Os varejistas têm se esmerado no planejamento de cada etapa do processo de comercialização na rede. O resultado é uma melhora expressiva no relacionamento com o consumidor. Nos últimos anos, a partir de pesquisas e inputs dos próprios compradores, avançamos muito. Mas vamos melhorar muito ainda”, completa Elizabeth.

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