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CA Technologies apresenta plataforma exclusiva para serviços financeiros digitais com foco na experiência do usuário

Para atender às demandas do consumidor moderno, que além de ser totalmente digital exige que as empresas com quem transaciona garantam a segurança dos seus dados pessoais, a CA Technologies lança no CIAB Febraban 2018 a CA Digital Banking, plataforma de serviços que atuam de forma modular e de maneira integrada ao sistema legado de seus clientes. Voltado para todas as companhias com operações financeiras, de pagamentos com cartões de crédito à programas de fidelização por aplicativos, o pacote de soluções moderniza a arquitetura bancária permitindo realizar novos projetos de maneira mais rápida, enquanto protege o acesso digital dos clientes às suas informações de maneira transparente e contextual com base em riscos.

“Consumidores procuram mais dinamismo e controle na interação com suas finanças. As instituições financeiras precisam ser mais ágeis para atender novas necessidades do mercado e garantir segurança e confiança na proteção de dados sem criar atrito para seus clientes”, comenta Julio Carvalho, Diretor de Cibersegurança e API na CA Technologies para América Latina. O executivo explica ainda que, com a novidade, a segurança começa desde o momento em que usuário faz download de um app em seu dispositivo móvel, que é reconhecido para comparações em futuras operações com o mesmo aparelho.

O CA Digital Banking é uma plataforma modular que habilita a infraestrutura das empresas do setor financeiro a oferecer serviços digitais com uma experiência fantástica, alinhada ao que o consumidor digital tem como expectativa. Da integração de sistemas legados como mainframes a canais modernos como as redes sociais, os módulos da plataforma são compostos por soluções reconhecidas pela indústria e que podem ser habilitados por fases, alinhado às prioridades de cada negócio.

Temas como OpenBanking, abertura de contas via aplicativos e novos canais acessando dados bancários geram preocupação, por isso a plataforma também inclui a segurança dos diversos canais, com proteção a ataques e autenticação contextual baseada em riscos. Para agilizar novas demandas de negócio, um kit de ferramentas simplifica a experiência do desenvolvedor. Este lançamento, e a forma como a plataforma é ofertada ao mercado, são exclusividade da CA Technologies, que desenvolveu esta nova abordagem ao escutar as necessidades específicas de clientes corporativos da América Latina. O time de Serviços da CA conta ainda com profissionais com expertise bancário local e que entendem os desafios regulatórios do sistema financeiro na região.

Segundo informações da Mckinsey, as finanças digitais têm o potencial de atingir mais de 1,6 bilhão de novos clientes de varejo em mercados emergentes e obter um aumento de faturamento de até US$4,2 trilhões para as companhias do setor. Até por esse potencial, a plataforma CA Digital Banking não é uma solução exclusiva para bancos e sim voltada para qualquer companhia do mercado financeiro, como operadoras de cartão de crédito ou corretoras.

“Apesar de serem amplamente reconhecidos como um hub de serviços financeiros, os bancos dividem os holofotes com diversas instituições, de todos os portes, que estão atentas às necessidades do consumidor exigente de hoje, que sabe que não precisa ter de vínculo ou até mesmo de uma agência para efetuar transações ou pagar suas contas. Com mais autonomia e poder de escolha, a pressão se volta para quão rápido uma empresa consegue lançar um novo serviço de maneira segura e escalável”, conclui o executivo.

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Diego Garcia assume liderança de Parcerias e Alianças da CA Technologies para o Brasil

Responsável pelo departamento de vendas para a segmento Commercial da CA Technologies no Brasil, Diego Garcia assume também a liderança de parcerias e alianças no país. A movimentação visa maior colaboração e alinhamento entre a companhia e seus parceiros de negócios, que visualizam maior potencial no mercado.

“Hoje o segmento commercial tem uma base sólida e uma estratégia clara, baseada em trabalho colaborativo com parceiros e apoiada na conquista de novos logos. No último ano fiscal, conquistamos mais de 20 novos clientes para a CA”, comenta Sandro de Camargo, VP LATAM de Canais e Alianças.

Com a nova posição, Diego tem como principal objetivo desenvolver a estratégia de canais, mantendo os parceiros como foco central e aumentando o engajamento e oportunidades de negócio.

Com mais de 15 anos de experiência em tecnologia, negócios e vendas, Diego está na CA Technologies há 8 anos, tem formação em Sistemas de Informação, pela Universidade Paulista, e ampla vivência no segmento de vendas indiretas.

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CA Technologies promove Eduardo Pedrinha a Vice-Presidente de vendas Latam para o setor público

A CA Technologies, uma das principais empresas no desenvolvimento de tecnologia corporativa do mundo, apresenta Eduardo Pedrinha como o novo Vice-Presidente de vendas Latam para setor público. Atuando de maneira consultiva e colaborativa junto a diversos órgãos do Governo brasileiro, o executivo liderou projetos para a adoção de tecnologias, buscando elevar o nível de produtividade e qualidade dos clientes e melhorar as relações entre governo e cidadãos, focando na transparência e melhores práticas comerciais.

Destaca-se entre as iniciativas lideradas por Pedrinha o projeto Governo na Palma da Mão (GPM), que possibilita integrar diferentes entidades governamentais, como secretarias estaduais, municipais, Cias de Processamentos de Dados federais e estaduais, e criar uma visão única do cidadão, dando agilidade, acessibilidade aos serviços prestados à sociedade e inclusão digital.

“Meu foco continuará sendo em ajudar os clientes e parceiros da CA Technologies a prosperarem na economia das aplicações e na jornada de transformação digital. O desafio aumentou, mas, junto com minha equipe, poderemos desenvolver ainda mais o relacionamento com os governos da América Latina”, comenta Pedrinha, que responderá diretamente para Cláudia Vásquez, Presidente e Diretora-Geral da CA Technologies na América Latina.

“É sempre importante reconhecer o incrível trabalho realizado todos os dias por nossa equipe. Poder promover nossos melhores profissionais transmite uma mensagem clara de que, na CA Technologies, todos podem prosperar e crescer”, comenta Cláudia.

O cargo de Diretor de vendas para o setor público no Brasil, será ocupado por Fabio Mucci, que integra a equipe da CA Technologies desde 2011 e fica baseado em Brasília. Fábio responderá diretamente a Eduardo Pedrinha.

Pedrinha é formado em Processamento de Dados pela Instituição Faculdades Reunidas Professor Nuno Lisboa e possui MBA em Gestão e Vendas pelo IBMEC. Antes de ingressar na CA, o executivo atuou em empresas como Rational Software e IBM.

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Uso de Agile e DevOps gera aumento de até 60% nos lucros de produtoras de software

Empresas estão comprometidas com a adoção de Agile e DevOps, mas ainda não aproveitam os benefícios que as práticas podem fornecer. Esta é uma das principais conclusões do estudo realizado pela CA Technologies, que entrevistou mais de 1200 executivos de TI sobre o uso de Agile e DevOps na transformação digital. Entre os dados sobre o Brasil, destaca-se que 84% dos entrevistados reconhecem que as abordagens Agile e DevOps colaboram para o sucesso significativo nos negócios quando implementadas juntas.

O estudo apresenta as características dos “Mestres em Agilidade” (18% dos entrevistados), da qual fazem parte as organizações mais próximas à adoção total e que realizam as principais, ou quase todas, ações para tornar Agile e DevOps uma parte essencial de suas operações diárias. Estes “Mestres em Agilidade” também estão mais propensos a usar práticas da abordagem Agile em outras funções da empresa, por isso o aumento de 60% na receita e nos lucros e a probabilidade de expandir seus negócios 2,4 vezes maior – com uma taxa de aumento acima de 20% -, não é apenas uma coincidência.

“O aumento de demanda no mercado de aplicativos não justifica a entrega de produtos de baixa qualidade. Para isso, práticas como Agile são essenciais para que as Modernas Fábricas de Software atendam às exigências de seus clientes”, comenta Francisco Dal Fabbro, VP Latam de Agile da CA Technologies. Segundo ele, a flexibilidade é essencial para se adaptar às transformações do cliente, expectativas dos usuários, mudanças regulatórias e as oportunidades de negócio.

Nem tudo se refere a tecnologias e processos: a perspectiva das pessoas

O estudo também mostra que as organizações têm desafios semelhantes: cultura, capacidades, investimento em programas e alinhamento da liderança. A pesquisa destaca um reconhecimento geral de que a adoção de práticas Agile e DevOps ao longo do ciclo de vida do software não é apenas uma questão de novas capacidades e padrões de trabalho. Para alguns, isso também exige uma mudança importante na mentalidade e no comportamento; isto é, essas mudanças são uma questão relacionada às pessoas, mesmo no nível de diretoria.

O Brasil acompanha as tendências mundiais em relação as principais prioridades para melhorar a eficácia identificada pelos entrevistados incluem:

– Melhorar a cultura da organização para incentivar e recompensar a colaboração (94%);

– Mais apoio e compromisso da administração em todos os níveis (85%);

– Treinamento para as equipes de TI sobre como colaborar e incorporar as melhores práticas em suas atividades diárias no trabalho (86%) e mais suporte e comprometimento da gestão (85%), e

– Aliviar as pressões de tempo para que as equipes possam adotar práticas Agile e DevOps efetivas (85%).

Os entrevistados também disseram que é muito difícil ou desafiador encontrar profissionais familiarizados com os métodos Agile (63%), que tenham experiência com DevOps (80%) e/ou tiveram experiência de trabalho colaborativo em sua equipe (52%). Isso indica claramente uma falta de capacidades na maioria das organizações, o que exige recursos disponíveis, principalmente treinamentos.

Segundo Fabbro, quando há aumento de demanda para atender uma nova tendência de mercado, as empresas têm dificuldade para encontrar profissionais capacitados. “Os cursos de formação não se adaptam tão rápido quanto as empresas. Por isso, elas também precisam apostar em seus talentos, desenvolver profissionais e aumentar sua capacidade de atender o cliente final”, explica.

Conexão entre execução e resultados dos negócios

A conexão entre as abordagens Agile e DevOps e os resultados dos negócios se concentra no ciclo de feedback contínuo de experiências de clientes em tempo real para a engenharia de requisitos, mostrando o desempenho de entrega de software e apoiando o próprio negócio. Assim, para aproveitar ainda mais os benefícios das abordagens Agile e DevOps, as organizações também devem usar a rapidez e a flexibilidade dos ambientes na nuvem, em contêineres e outras novas arquiteturas de desenvolvimento e entrega de códigos, com uma leve mudança em todas as atividades – como testes contínuos – e granularidade mais fina da iteração em todo o ciclo de operações e entrega de software.

Método da pesquisa

A pesquisa global online com 1.279 diretores de TI e executivos foi patrocinada pela CA Technologies e realizada pela empresa de análise de mercado Freeform Dynamics. A pesquisa também contou com entrevistas por telefone com executivos importantes do setor. Veja todos os detalhes sobre a metodologia da pesquisa no relatório How Agile and DevOps enable digital readiness and transformation.

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A prática de DevSecOps é tida como crítica por 89% dos líderes de TI no Brasil, aponta pesquisa

A CA Technologies apresentou os resultados da segunda fase de uma pesquisa global com mais de 1,2 mil líderes de TI sobre desenvolvimento de software seguro. Conduzido pela empresa de análise Freeform Dynamics, o novo relatório destaca a influência da cultura de uma organização em sua capacidade de incorporar práticas de segurança às iniciativas de desenvolvimento de software, uma prática e abordagem mais conhecida como DevSecOps.

Entre os resultados da pesquisa, destaca-que 86% dos gestores brasileiros já entendem a importância de não comprometer a qualidade ou a segurança para que o produto chegue logo ao mercado e afirmam que suas companhias já possuem processos consolidados para testar vulnerabilidades de segurança em seus aplicativos. Ainda assim, é necessário um esforço a respeito das novas metodologias e técnicas de desenvolvimento e gestão para garantir a qualidade do software. “Precisamos focar no desenvolvimento da cultura e políticas de proteção aos dados, porque sempre haverá novas ameaças e formas de ataque”, afirma Denyson Machado, VP de Cibersegurança e Gerenciamento de API na CA Technologies para a América Latina.

A importância de integração de práticas de segurança nos estágios iniciais da produção, DevSecOps, é considerada crítica para 89% dos entrevistados. E ainda que não seja incluída nos no início do desenvolvimento do software, a segurança é considerada essencial (59%) ou importante (34%) para profissionais de TI no Brasil, garantindo que a quase totalidade dos respondentes (97%) afirme que suas companhias são eficazes ou muito eficazes em segurança.

Por outro lado, um alarmante: 21% das companhias ainda trocam qualidade da segurança pelo time-to-market. “A pesquisa nos mostra que as empresas sabem que a segurança é um pilar essencial na construção do software, porém é crucial colocar as convicções em prática para que de fato o consumidor e as operações dessas organizações estejam protegidos. Outro ponto a destacar é o perfil das companhias brasileiras entrevistadas, todas grandes e com um nível de maturidade maior que a média do mercado local “, ressalta Denyson.

A decisão sobre a qualidade e segurança dos aplicativos está nas mãos dos profissionais de tecnologia. De acordo com o resultado da pesquisa, as ações de 68% dos CIOs e CTOs e 94% das equipes operacionais geram enorme impacto para segurança dos dados. Enquanto isso, menos da metade (48%) das atitudes de líderes e equipes de áreas jurídicas e de compliance causam o mesmo impacto.

“Buscar a qualidade da segurança é um desafio de todos os níveis das empresas e deve ser algo implantado na cultura de toda Moderna Fábrica de Software. A equipe de TI tem o conhecimento técnico da produção de um software, mas as áreas jurídica, financeira, marketing e vendas devem entender todo impacto negativo que pode ser causado por um software de qualidade indesejável”, completa Denyson.

No mundo

A maioria dos entrevistados confirmou que o desenvolvimento de software apoia o crescimento e a expansão e ajuda as empresas a competir e promover a transformação digital. Porém, os resultados mostram que, como o software se tornou fundamental para o sucesso da empresa na economia digital, as preocupações globais com a segurança aumentaram muito. Na verdade, 74% dos entrevistados concordaram que ameaças de segurança devido a problemas de software e código são uma preocupação crescente.

A maioria (58%) dos respondentes mencionou que a cultura e a falta de habilidades técnicas como obstáculos para incorporar testes e avaliação de segurança nos processos de desenvolvimento de software. Apenas 24% concordaram que a cultura e as práticas da organização apoiaram a colaboração durante o desenvolvimento, as operações e a segurança. Além das limitações culturais, menos de um quarto dos entrevistados concordou que a alta administração sacrificaria o tempo para chegar ao mercado para avaliar e reparar as vulnerabilidades de segurança do software.

O relatório apresenta as características do “Mestres de Segurança de Software” (34% dos entrevistados), que são as organizações capazes de integrar a segurança em seus ciclos de vida de desenvolvimento de software. Isso inclui a realização de testes iniciais e contínuos nos aplicativos para verificar vulnerabilidades de segurança, além de incluir a prática de DevSecOps.

Quando comparados ao restante, os Mestres de Segurança de Software apresentam as seguintes características:

– Aumento de 50% nos lucros;

– Aumento de 40% na receita;
– Estão 2,6 vezes mais propensos a realizar testes de segurança para acompanhar as frequentes atualizações de aplicativos, e

– Estão 2,5 vezes mais propensos a superar seus concorrentes.

“As organizações chamadas de Mestres da Segurança de Software são a esperança na economia digital atual. Elas não só ilustram e representam a mentalidade cultural necessária para se adaptar e prosperar no mercado dinâmico atual, como também estão influenciando mudanças na indústria ao moldar o local de trabalho do futuro”, conclui Ayman Sayed, presidente e CPO da CA Technologies.

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Três motivos para que os CIOs considerem o GDPR enquanto o prazo se aproxima

Por Aruna Ravichandran, VP de Product Marketing da CA Technologies

Com o prazo de adaptação ao Regulamento Geral de Proteção de Dados (GDPR – General Data Protection Regulation) da União Europeia chegando ao fim, os CIOs estão correndo para mitigar riscos de multa por não cumprirem com as exigências. GDPR é uma regulamentação que exige que as empresas protegam os dados pessoais e a privacidade dos cidadão europeus para todas as transações realizadas entre membros da União Europeia.

Este é um exercício tático necessário, mas os CIOs não devem pensar sobre o GDPR apenas por este viés. Na verdade, existem três razões importantes para que todos os CIOs vejam o GDPR também de forma estratégica.

Razão nº 1: A responsabilidade futura pelo uso de dados pessoais irá além do GDPR

O prazo final para adaptação ao GDPR (25 de maio de 2018) é uma data importante. Porém, não será a última.

À medida que as organizações acumulam mais dados do cliente, exploram e monetizam esses dados das mais diversas formas, e considerando possíveis usos inadequados dessas informações que expõe os clientes a maiores riscos, é importante que as agências reguladoras e os formuladores de políticas tomem medidas apropriadas.

O GDPR pode ser a resposta atual de maior destaque às preocupações relacionadas aos dados dos clientes, mas é apenas um indicativo das mudanças que estão por vir. Uma nova evolução da economia digital global inevitavelmente levará a outras regulamentações relacionadas à gestão de dados, e não apenas na União Europeia e nos Estados Unidos, mas em todo o mundo. Na verdade, o GDPR foi amplamente discutido em vários fóruns legislativos e regulatórios em Washington DC, inclusive quando Julie Brill, da Comissão Federal de Comércio dos Estados Unidos, escreveu: “O GDPR terá efeitos abrangentes sobre todos nós… [e] parte do seu objetivo foi definir um padrão global.”

Esta é uma mudança estratégica, não apenas tática. Historicamente, os CIOs consideravam os dados armazenados na infraestrutura corporativa como propriedade corporativa. O modelo tradicional considera os dados como uma propriedade de quem os coleta.

O GDPR sinaliza uma mudança radical neste modelo. No futuro, as empresas apenas pegarão “emprestado” os dados dos seus proprietários (leia-se, dos cidadãos), que terão os direitos específicos relacionados ao ciclo de vida dos mesmos. Os CIOs devem repensar todos os aspectos da empresa digital neste contexto.

Razão nº 2: A conformidade com o GDPR é mais do que apenas a governança de dados

A visão simplista do GDPR é a de que você estará em conformidade se gastar dinheiro com ferramentas de governança de dados e encontrar um agente de dados suficientemente engajado para impor as políticas internas de governança de dados de uma organização.

Mas isso é apenas parcialmente correto. Para cumprir com o GDPR e outros regulamentos relacionados, você precisa da tecnologia certa e das pessoas certas para ficarem de olho nos dados em toda a empresa.

Mas existem muitas outras fontes de dados na empresa digital atual além dos aplicativos e bancos de dados em produção. A pressão para colocar rapidamente novos recursos digitais inovadores no mercado, por exemplo, está fazendo com que muitas equipes de DevOps acelerem e não analisem bem os dados de teste que elas usam para realizar o trabalho. Às vezes, esses dados são enviados para fora da empresa para contratar desenvolvedores e QA shops sem qualquer mascaramento.

Por outro lado, muitas empresas recebem dados de terceiros sem investigar suficientemente as práticas de limpeza dessas informações. Essas ações podem expor uma companhia a responsabilidades graves relacionadas a dados, independente de se achar segura ou em conformidade.

Os CIOs devem considerar a conformidade como uma regra empresarial estratégica. São necessárias políticas fortes, transparentes e eficazes de descoberta, de coleta, de teste, de gerenciamento e remoção de dados, não apenas para garantir o cumprimento, mas também como parte integral da construção de relações digitais confiáveis e duradouras com os clientes.

Razão nº 3: O GDPR é uma oportunidade para a marca, não apenas uma carga imposta externamente.

Quando surge um regulamento complexo e de alto impacto, como o GDPR, é comum vê-lo um fardo. Afinal, para se adaptar ao GDPR, as organizações geralmente usam recursos de outras iniciativas e a atenção do CIO é desviada de outros assuntos urgentes.

Então, por que não considerar transformar os custos que você não pode evitar em investimentos que compensam no longo prazo? Uma boa administração de dados não deve ser apenas algo que fazemos porque somos obrigados. Deve ser algo que fazemos porque é ético e de valor para nossos clientes. Além disso, o GDPR oferece um campo de atuação igual entre as empresas internacionais, incentivando o desenvolvimento de tecnologias inovadoras que podem beneficiar a todos.

Muitas empresas usam a responsabilidade corporativa a seu favor. A rede varejista Whole Foods e a fabricante de roupas e acessórios esportivos Patagonia são exemplos clássicos de empresas que elevam suas marcas e o envolvimento de clientes ao contextualizar as compras como mais do que meras transações financeiras. Quem pode dizer que a administração de dados não pode se tornar um equivalente digital da proteção ambiental ou impacto social do tipo “na compra de um produto, doamos outro para caridade”?

Além disso, a administração insuficiente pode trazer consequências estratégicas além das multas por descumprimento. Se os clientes não acham que podem confiar em você com seus dados, eles provavelmente não confiarão em você com seu dinheiro.

Mas isso sugere que os CIOs que consideram a administração de dados de forma estratégica serão superiores aos que não colocam isso em prática. Então, por que não se juntar a eles?

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CA Technologies aumenta nível de confiança digital com IA e automação inteligente

A CA Technologies anunciou no primeiro dia do CA World’17 suas novas soluções de mainframe, que ajudam as organizações a obter informações para prever e corrigir automaticamente problemas de desempenho, proteger a privacidade do cliente, aumentar a agilidade e diminuir os custos. Com as soluções CA Mainframe Operational Intelligence, CA Trusted Access Manager for Z e CA Dynamic Capacity Intelligence, as empresas podem aproveitar as técnicas de análise de dados e aprendizagem de máquina para aumentar a confiança digital de seus clientes.

“É fundamental estabelecer bases de confiança digital, uma vez que 80% dos dados corporativos do mundo armazenados em mainframes processam 68% das cargas de trabalho da produção global”, disse Ashok Reddy, gerente geral de Mainframe da CA Technologies. “A confiança digital é essencial para que as empresas comprovem a identidade das pessoas, protejam dados e garantam a integridade e o desempenho de aplicativos. Com I.A. (inteligência artificial) e automação inteligente, baseada em aprendizagem de máquina, as novas soluções de mainframe da CA Technologies permitem informações aprimoradas de conjuntos de dados mais amplos. Isso ajudará as empresas no gerenciamento de dados por meio de automação inteligente, além de aumentar a segurança, a escalabilidade e a flexibilidade de suas plataformas atuais, incluindo a IBM Z, em um ambiente seguro e confiável.”

Quanto antes a prevenção, mais rápida a resolução com aprendizado de máquina

A solução CA Mainframe Operational Intelligence utiliza aprendizado de máquina e automação para captar padrões, ativando resoluções dinâmicas e confiáveis, e tem como base a detecção de anomalias, para que os usuários possam prever problemas mais cedo e automatizar a resolução antes de qualquer impacto nos acordos de nível de serviço (SLAs).

Com o adaptador IBM System Management Facilities (SMF) disponível na solução, os clientes podem absorver dados adicionais diretamente do ambiente IBM Z para produzir inteligência a partir de dados do mainframe fora dos produtos da CA Technologies. Isso é fundamental, pois, quando se trata de aprendizado de máquina e inteligência, quanto mais amplo o conjunto de dados, mais precisa é a previsão.

“Com o apoio a uma série de novas iniciativas da empresa, nosso ambiente de TI está cada vez mais complexo”, disse Seth Miller, diretor de Planejamento e Automação de Recursos de Servidores Corporativos da AIG. “Buscamos incorporar aprendizado de máquina e inteligência para simplificar e melhorar nossas operações de TI e assim reduzir ainda mais os custos, garantindo uma excelente experiência do cliente.”

Confiança reforçada na próxima era de ciberameaças

Quase dois bilhões de registros de dados do mundo inteiro foram perdidos ou roubados em ciberataques no primeiro semestre de 2017, de acordo com as informações mais recentes do provedor de segurança digital Gemalto1 e das 65 empresas avaliadas. Os ataques custaram aos acionistas mais de US$ 52,40 bilhões no total.

Para ajudar a gerenciar riscos e manter a confiança do cliente, a CA está aprimorando a segurança corporativa com a solução CA Trusted Access Manager for Z, a única solução de mainframe no mercado que restringe e monitora todas as atividades de identidades privilegiadas no mainframe. As organizações podem gerenciar melhor seus dados e atender às necessidades de segurança e conformidade com as soluções de segurança de mainframe da CA Technologies, que incluem CA Data Content Discovery e CA Compliance Event Manager, que também protegem novas classes de dados e atendem às novas exigências de regulamentos dos Estados Unidos e da Europa.

“A segurança e o risco associados ao cibercrime são uma preocupação crescente para todas as empresas”, disse Mark Anzani, vice-presidente de estratégia da IBM Z. “Com o mainframe IBM z14 e as soluções da CA, nossos clientes em comum podem enfrentar esses desafios de segurança e complience e inovar rapidamente para melhorar seus negócios.”

Controle de gastos na economia de aplicativos

Com a solução CA Dynamic Capacity Intelligence, as empresas podem evitar picos não planejados no uso da capacidade para gerenciar melhor os custos, atingindo os objetivos de SLA com taxas previsíveis de licença mensal. Os clientes podem analisar continuamente as cargas de trabalho e transferir de forma dinâmica a capacidade para onde e quando for necessário, fornecendo aos profissionais de TI e aos acionistas das empresas uma forma previsível e proativa de garantir que as cargas de trabalho fundamentais sejam realizadas.

“Embora a redução dos custos seja importante, o departamento de TI precisa, sem dúvida alguma, garantir os objetivos de SLA para as cargas de trabalho fundamentais”, disse Manfred Hartmann, diretor-gerente da MHB IT Consulting. “A solução CA Dynamic Capacity Intelligence fornece valor rápido ao cliente, simplificando as operações e garantindo a capacidade necessária às cargas de trabalho fundamentais. Além disso, a solução ajudou a prever os custos de forma mais precisa, o que, para uma empresa, resultou em redução de custo de quase 10%.”

A CA Technologies está apresentando mais de vinte inovações e aprimoramentos em seu portfólio na CA World ’17. Essas soluções oferecem às empresas a capacidade de responder e se adaptar às mudanças e ajudam a desenvolver os investimentos tecnológicos atuais para obter sucesso no futuro. A CA fornece soluções internas, na nuvem, e muito mais, com produtos, soluções e conhecimento líderes da indústria, que eliminam as barreiras para começar a competir e obter sucesso.

Para obter mais informações sobre todas as novidades anunciadas na CA World ’17, visite a sala de imprensa do CA World ’17. Para acessar as apresentações da CA World ’17, clique aqui.

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CA Technologies anuncia Carlos Jacobsen como novo vice-presidente da unidade de negócios de Mainframe para a América Latina

A CA Technologies, umas das principais empresas de tecnologia corporativa do mundo, apresenta Carlos Jacobsen como vice-presidente da unidade de negócios de Mainframe e Renewals para a América Latina. A chegada do executivo faz parte da movimentação da companhia para alinhar a estrutura operacional com as demandas de mercado em toda a região.

Com mais de 20 anos de experiência no mercado de TI, Jacobsen fortalecerá uma das áreas mais importantes para operações da CA Technologies. Formado em Engenharia pela Mackenzie, Jacobsen é especialista em Desenvolvimento de Negócios no Mercado de Software. Em sua trajetória profissional, o executivo passou pela Ernst & Young, Enterasys Networks, Compuware e, mais recente, pela BMC, onde liderava a área de vendas de Mainframe para América Latina.

“Estou motivado com este desafio e pela oportunidade de colaborar com o desenvolvimento da CA Technologies. Nosso foco é no cliente e como podemos maximizar os benefícios da plataforma para o seu negócio”.

De acordo com a IDC, as empresas que adotaram o mainframe conectado estão obtendo um ROI de 300% em um prazo de 10 meses e mais US$ 200 milhões em receita de aplicativos.

Com 41 anos de atuação global, sendo 37 deles no Brasil, a CA Technologies emprega 11.000 funcionários espalhados em 40 países. A América Latina é uma das regiões estratégicas da companhia, estando presente, além do Brasil, no México, Colômbia, Argentina, Chile e Peru. Exclusivamente focada em software, a CA atende a grande parte das corporações listadas na Global Fortune 500 e dez dos maiores bancos do Brasil, oferecendo as ferramentas e tecnologia para que forneçam aplicativos e serviços de alta qualidade para seus clientes. A receita da companhia no ano fiscal de 2017 foi de US$ 4.036 bilhões e a previsão é que obtenha um aumento de 4% no ano fiscal de 2018.

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Estudo mostra que 78% das empresas brasileiras não aproveitam todos os benefícios do uso de testes contínuos na entrega de software

Apesar de 71% das organizações brasileiras apontarem o uso de teste contínuo como essencial ou importante, somente 22% adotam esta prática de última geração, que permite executar testes com antecedência e com frequência, de forma automática e constante, no desenvolvimento de software e aplicações. Esta é a principal conclusão do estudo global da CA Technologies, uma das maiores fornecedoras de tecnologia corporativa do mundo, sobre a adoção de testes contínuos na entrega de software.

De acordo com o levantamento “Testes Contínuos como um elemento fundamental da empresa digital”, esses 22% fazem parte dos chamados líderes globais que se beneficiam de aumento na velocidade, qualidade e eficiência na entrega de software, resultando em um melhor retorno dos investimentos e entrega contínua, conforme os seguintes números:

– Probabilidade 2,6x maior de redução de defeitos acima de 50%;

– Confiança 1,9x maior na velocidade de entrega;

– Confiança 2,4x maior na qualidade do produto;

– A probabilidade de os líderes trabalharem em organizações com aumento rápido de receita é 3,9x maior.

Embora 93% dos entrevistados globais tenham relatado que a automação de testes é importante na entrega das soluções gerais da empresa, apenas 1 a cada 5 disse que atingiu um bom nível de cobertura na automação de testes (80% ou mais). A maioria dos entrevistados atribuiu a dependência de processos manuais a dificuldades à falta de ferramentas e automação em quase todos os aspectos do processo de teste: desde a geração de testes, até atividades fundamentais, como o gerenciamento rápido, seguro e eficiente de dados do processo.

“Para assegurar a entrega de aplicações com qualidade e agilidade, é fundamentar adotar a prática de testes contínuos – testes e QA não devem ser apenas uma fase sequencial e isolada no desenvolvimento de software, mas sim permear todo o ciclo e ser realizada de forma contínua”, afirma João Fábio Valentin, VP de Solution Sales para DevOps da CA Technologies para América Latina. “A pressão que TI tem recebido de negócios para inovar, prover serviços e aplicações mais rápido e entregar uma experiência excepcional aos clientes nunca foi tão grande. Por isso, utilizar tecnologias modernas, como geração sintética de massa de dados e dar capacidade ao desenvolvedor de testar suas aplicações (teste de stress e segurança) durante o ciclo desenvolvimento – o que chamamos de SecDevOps – devem ser consideradas”, conclui Valentin.

A importância de automatizar os dados dos testes também foi apontada como uma grande necessidade para garantir que estejam disponíveis quando necessário e evitem informações pessoalmente identificáveis. Contudo, a maioria dos entrevistados sentiu que não era eficiente nesta área, mesmo que isso facilitasse a proteção de dados pessoais nos ambientes de desenvolvimento e teste e atendesse à legislação cada vez mais rígida de privacidade de dados.

Em todo o estudo, os entrevistados realçaram a importância das metodologias modernas, como a implementação de Desenvolvimento Ágil, Entrega Contínua e DevOps. Quando solicitados a escolher as ferramentas mais relevantes na entrega de software, 57% dos entrevistados brasileiros apontaram a combinação de Desenvolvimento Ágil e Entrega Contínua, que juntas otimizam a integração das atividades no decorrer do ciclo de vida de desenvolvimento do software. No geral, uma abordagem holística e balanceada de práticas e ferramentas modernas está mudando a forma como o software é desenvolvido e promovendo a transformação dos negócios de múltiplos setores.

Testes contínuos aplicados às telecomunicações

Um exemplo de empresa brasileira que foi pioneira na adoção de testes contínuos é a Oi, que, junto com a prestação de serviços convergentes de telecomunicações, oferece um portfólio de soluções de TI hospedadas em plataforma de computação em nuvem para empresas de todos os portes. Cerca de 50% dos casos de testes executados na companhia estão relacionados à geração de massa de dados, um volume considerável, tanto no plano de execução quanto no orçamento e cronograma de testes.

“Precisávamos aumentar a velocidade dos testes e, possivelmente, reduzir seus custos”, conta Alcino Vieira, Gerente de Qualidade de Sistemas da Oi. No final de 2015, o time de TI da Oi estruturou uma frente de trabalho com a missão de reposicionar a área de Qualidade de Sistemas e, com isso, solucionar os problemas com geração de massa de dados, automação de testes, virtualização de serviços e orientação de testes ao negócio. Com estas premissas, a companhia realizou um processo de seleção funcional e técnico, escolhendo a solução CA Data Test Manager que, de acordo com o executivo, se diferenciou das demais na geração de dados sintéticos. “Com a decisão, estruturamos um time dedicado e centralizado. Esta equipe, além do desenvolvimento e manutenção dos scripts, é responsável pela capacitação e preparação de novos times”, explica Vieira.

Com a implementação, a solução da CA Technologies foi integrada a outras ferramentas, como HP ALM, CA Agile Requirements Designer e CA Service Virtualization. “Depois que a solução CA Test Data Manager entrou em operação, iniciamos as primeiras ondas de automação de massa de dados a partir dos grupos de casos de testes com maior recorrência em 2016”, afirma o executivo, ressaltando que a praticidade de desenvolvimento e a usabilidade da solução chamaram a atenção do time.

Com a solução da CA Technologies, o tempo de geração de massa de dados teste relacionados à criação e análise de crédito de um cliente caiu de 15 horas para 40 segundos, permitindo a otimização dos processos para maior cobertura e qualidade dos testes.

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CA Technologies anuncia Alciomara Kukla como vice-presidente de Serviços e Educação para América Latina

A CA Technologies, umas das principais empresas de tecnologia corporativa do mundo, apresenta Alciomara Kukla (Mara) como a nova vice-presidente para a área de Serviços e Educação na América Latina.

Com mais de 20 anos de atuação no setor, sendo boa parte deles na gestão de companhias de porte internacional como Dell EMC, KPMG, PwC, ACCENTURE e ORACLE, a executiva chega à companhia para ampliar ainda mais as oportunidades de negócios da CA Technologies no mercado latino americano. No decorrer de sua trajetória profissional, Mara liderou uma série de estratégias direcionadas à melhoria de performance e inovação tecnológica em grandes empresas multinacionais.

A nova VP ficará alocada no escritório de São Paulo e reportará diretamente ao gerente-geral de Serviços e Educação, Billy O’Riordan. A contratação reforça o compromisso da companhia com a oferta de serviços inovadores e capacitação atrelada às suas ofertas para Agile, DevOps, Segurança e Mainframe.

“Estou muito orgulhosa com este novo desafio. A CA já possui um grande prestigio e meu objetivo é trabalhar com muita determinação para que nossos clientes tenham uma excelente experiência na transformação digital de seus negócios. ”

Com 41 anos de atuação global, sendo 37 deles no Brasil, a CA Technologies emprega 11.000 funcionários espalhados em 40 países. A América Latina é uma das regiões estratégicas da companhia, estando presente, além do Brasil, no México, Colômbia, Argentina, Chile e Peru.

Exclusivamente focada em software, a CA atende grande parte das corporações listadas na Global Fortune 500 e dez dos maiores bancos do Brasil, oferecendo as ferramentas e tecnologia para que forneçam aplicativos e serviços de alta qualidade para seus clientes. A receita da companhia no ano fiscal de 2017 foi de US$ 4.036 bilhões e a previsão é que obtenha um aumento de 4% no ano fiscal de 2018.

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CA Technologies lança nova plataforma online sobre tendências e inovações na TI para América Latina

A CA Technologies, umas das principais empresas de tecnologia corporativa do mundo, lança o seu primeiro blog oficial na América Latina. Com a nova plataforma, a companhia amplia a comunicação com seus diferentes públicos e passa a ser uma nova fonte de pesquisa e informação para os profissionais do setor.

O Blog Tech Ideas aborda as mais recentes soluções e tendências do mercado e publicará periodicamente artigos de opinião assinados por seus executivos sobre os mais variados temas, como transformação digital, gestão de pessoas e os desafios da indústria. Já no lançamento estão disponíveis artigos sobre diferentes áreas como o desenvolvimento de aplicações, segurança, automação e mainframe.

A plataforma também será uma vitrine dos casos de sucesso da companhia, que atende hoje grande parte das corporações listadas na Global Fortune 500 e dez dos maiores bancos do Brasil. Esta seção também mostrará como as empresas da América Latina e do mundo estão driblando os desafios trazidos pelos novos consumidores digitais.

“Sabemos que obter sucesso em um mundo onde o software deixou de ser apenas um mecanismo para se tornar o coração dos negócios exige uma série de conhecimentos que não vem com facilidade. A transformação digital é um divisor de águas, e nesse caso, a diferença entre o sucesso e o fracasso pode se resumir em um click”, afirma Claudia Vásquez, CEO e gerente-geral da CA para América Latina.

O Tech Ideas já está no ar com conteúdo em português e espanhol. Para se inscrever e receber as novidades, clique aqui.

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CA Technologies redesenha programa de canais e introduz vantagens para garantir maior rentabilidade a parceiros

A CA Technologies (NASDAQ:CA), empresa de software presente há mais de 35 anos no Brasil, anuncia o lançamento da nova versão do CA Advantage Partner Program, seu programa global de canais. Foram adicionadas duas novas categorias – Focus e Global – às categorias existentes anteriormente: Premier, Advanced e Member.

Criado há 6 anos, o programa foi redesenhado para atender ao desejo dos parceiros por maior simplicidade, lucratividade, proteção e vantagem competitiva, bem como para refletir a estratégia de crescimento acelerado da companhia por meio de táticas de route-to-marketing, apoiado na excelência de seus parceiros. Na América Latina, a CA conta atualmente com 153 parceiros, 54 deles no Brasil.

“Por meio de pesquisa com mais de 20% da nossa comunidade mundial de parceiros, identificamos que a maioria deles buscava um modelo mais intuitivo de parceria, no qual pudessem ver com mais clareza os benefícios e recompensas ligados à busca por novos clientes, principalmente nos quesitos lucratividade e proteção”, afirma Sandro de Camargo, vice-presidente de Canais da CA para a América Latina.

A CA dará maior apoio aos parceiros por meio de treinamentos da companhia e certificações do mercado, convites para participação em eventos, concursos e atividades como Provas de Conceito, além de consultoria na criação e execução de planos de negócio e de marketing, incluindo campanhas conjuntas.

Para parceiros de todos os níveis, o novo CA Advantage Partner Program proporciona:

– Maiores oportunidades de lucro: Com margens convincentes e rentabilidade, o novo programa oferece maior potencial de ganhos devido à simplificação dos pagamentos de recompensas e a uma variedade de iniciativas de geração de demanda. Estas iniciativas são apoiadas por uma nova Plataforma de Experiência de Parceiros, que proporciona um melhor acesso aos ativos necessários para criar programas de marketing integrados alinhados a soluções específicas e uma ferramenta de gestão de campanhas de autosserviço, com campanhas pré-construídas. Os novos parceiros Global e Focus serão recompensados com as maiores margens e os demais parceiros progressivamente recompensados à medida que avançarem para níveis mais elevados.

– Incentivos claros e simples: O programa possui um quadro de programação simplificado, no qual incentivos e descontos são baseados no desempenho – o que torna preços, benefícios e recompensas mais claros. Os parceiros podem prever com mais facilidade a sua posição financeira durante a pré e pós-venda e entender a rentabilidade geral das soluções da CA Technologies.

– Proteção para busca de oportunidades: Os parceiros podem buscar oportunidades com garantia de que seu investimento de tempo e recursos será recompensado.

– Recompensas diferenciadas: Pela primeira vez, a CA fornecerá a alguns parceiros a opção de recompensas de back-end alinhadas com seus modelos de negócios, para que tenham flexibilidade de optar por reinvestir com fundos de desenvolvimento de negócios ou receber um desconto direto.

“Construir parcerias está no DNA da CA, por isso foi crucial para nós engajar parceiros em todo o mundo para entender e lidar com seus desafios de negócios. O programa redesenhado reflete a preocupação da companhia em proporcionar benefícios que garantam o crescimento rentável e sustentável de nossos parceiros”, afirma John Eldh, vice-presidente sênior global de Parcerias e Vendas Digitais da CA.

Os atuais parceiros atuais da CA Technologies serão incorporados ao CA Advantage Partner Program e poderão fazer login à plataforma para acessar as ferramentas mais recentes de vendas e marketing, treinamentos e recursos da CA. Os parceiros Global, Focus e Premier também terão acesso a um suporte de vendas dedicado, habilitação, atribuição de gerenciamento de conta e fundos de desenvolvimento de marketing e negócios. Para saber mais ou participar do CA Advantage Partner Program, visite http://www.ca.com/partner.

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Uma fábrica de software é a chave para o sucesso nos negócios – Por Otto Berkes

Há décadas, o software é parte fundamental de qualquer negócio, estando presente todas as áreas de uma empresa, como vendas, marketing, desenvolvimento, recursos humanos e finanças. Mas, na economia digital, o software deixou de ser apenas um mecanismo para aumentar a eficiência do negócio e se tornou uma ferramenta primordial no engajamento dos clientes. Hoje, a entrega contínua e a alta qualidade da experiência digital dos clientes são a base do sucesso de marcas e dos negócios.

Mesmo diante deste cenário, muitas companhias ainda não se estruturaram tecnologicamente para conseguir atender às demandas de seus clientes. O antigo processo de abordagem em cascata – focado em estabilidade, em detrimento da evolução rápida – simplesmente não oferece mais os resultados que os clientes desejam. Também não cria a escala de entrega de software necessária para satisfazer as necessidades de um negócio verdadeiramente digital. O processo de desenvolvimento e entrega de software deve ser transformado para atingir os objetivos de qualquer operação de produção atual, com ênfase em alto rendimento, consistência, qualidade, automação e eficiência de recursos. E, para alcançar esses objetivos, é fundamental desenvolver o que chamamos de uma Moderna Fábrica de Software. Importante ressaltar: o termo não tem relação com os prestadores de serviços de desenvolvimento de código terceirizado. A Moderna Fábrica de Software é uma abstração que coloca o software no centro de todos os tipos de empresas, como forma de permitir respostas rápidas, assertivas e flexíveis aos desafios de negócios.

Qualquer organização que planeja prosperar nos próximos anos deve ter uma nova fábrica de software em construção. Uma pesquisa recente conduzida pela CA, em parceria com a Coleman Parkes, apontou que quanto mais as empresas adotam novas abordagens, como Agile e DevOps, maior é o impacto positivo identificado em seus negócios. Por exemplo, expandir práticas ágeis para toda a empresa, ultrapassando os limites do desenvolvimento, aumenta o desempenho em 33%. E, ao adotar práticas de DevOps na cultura da organização, a performance das companhias aumenta em 35%. É por meio destes recursos tecnológicos que uma empresa digital pode entregar serviços de maior valor, velocidade e confiabilidade para seus clientes.

Uma jornada da fábrica de software demanda talento, ferramentas e processos bem definidos. Um bom ponto de partida é agilizar o sequenciamento e a orquestração da construção, teste e implementação de software. Essa mudança tornará possível melhorar a entrega das experiências do usuário. Além disso, é importante reconhecer que vestígios do método antigo de desenvolvimento podem ser encontrados e isso não necessariamente representará um problema. Faz parte da jornada da transformação digital reconhecer que o caminho é tortuoso.

O passo seguinte é avaliar a situação atual de sua fábrica. Você conhece os detalhes de como o software é criado e distribuído em sua organização? Você tem os processos e ferramentas para suportar o desenvolvimento de alta velocidade? Para ter uma visão real, recue e busque uma ampla gama de opiniões, incluindo de céticos. Todas as restrições no sistema precisam ser visíveis para que a companhia entenda claramente suas lacunas e determine onde seu precioso tempo e recursos serão melhor aproveitados.

Por fim, o último passo é mapear o futuro. A chave para a transformação digital começa com a compreensão de que o foco principal está fora, em seus clientes. O software que você constrói e entrega não é um ajuste para o seu negócio; ele é a essência de como você cria valor e diferencia sua marca.

Otto Berkes, CTO da CA Technologies

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Por que toda companhia precisa modernizar sua fábrica de software? – Por Otto Berkes

Há décadas, o software é parte fundamental de qualquer negócio, estando presente todas as áreas de uma empresa, como vendas, marketing, desenvolvimento, recursos humanos e finanças. Mas, na economia digital, o software deixou de ser apenas um mecanismo para aumentar a eficiência do negócio e se tornou uma ferramenta primordial no engajamento dos clientes. Hoje, a entrega contínua e a alta qualidade da experiência digital dos clientes são a base do sucesso de marcas e dos negócios.

Mesmo diante deste cenário, muitas companhias ainda não se estruturaram tecnologicamente para conseguir atender às demandas de seus clientes. O antigo processo de abordagem em cascata – focado em estabilidade, em detrimento da evolução rápida – simplesmente não oferece mais os resultados que os clientes desejam. Também não cria a escala de entrega de software necessária para satisfazer as necessidades de um negócio verdadeiramente digital. O processo de desenvolvimento e entrega de software deve ser transformado para atingir os objetivos de qualquer operação de produção atual, com ênfase em alto rendimento, consistência, qualidade, automação e eficiência de recursos. E, para alcançar esses objetivos, é fundamental desenvolver o que chamamos de uma Moderna Fábrica de Software. Importante ressaltar: o termo não tem relação com os prestadores de serviços de desenvolvimento de código terceirizado. A Moderna Fábrica de Software é uma abstração que coloca o software no centro de todos os tipos de empresas, como forma de permitir respostas rápidas, assertivas e flexíveis aos desafios de negócios.

Qualquer organização que planeja prosperar nos próximos anos deve ter uma nova fábrica de software em construção. Uma pesquisa recente conduzida pela CA, em parceria com a Coleman Parkes, apontou que quanto mais as empresas adotam novas abordagens, como Agile e DevOps, maior é o impacto positivo identificado em seus negócios. Por exemplo, expandir práticas ágeis para toda a empresa, ultrapassando os limites do desenvolvimento, aumenta o desempenho em 33%. E, ao adotar práticas de DevOps na cultura da organização, a performance das companhias aumenta em 35%. É por meio destes recursos tecnológicos que uma empresa digital pode entregar serviços de maior valor, velocidade e confiabilidade para seus clientes.

Uma jornada da fábrica de software demanda talento, ferramentas e processos bem definidos. Um bom ponto de partida é agilizar o sequenciamento e a orquestração da construção, teste e implementação de software. Essa mudança tornará possível melhorar a entrega das experiências do usuário. Além disso, é importante reconhecer que vestígios do método antigo de desenvolvimento podem ser encontrados e isso não necessariamente representará um problema. Faz parte da jornada da transformação digital reconhecer que o caminho é tortuoso.

O passo seguinte é avaliar a situação atual de sua fábrica. Você conhece os detalhes de como o software é criado e distribuído em sua organização? Você tem os processos e ferramentas para suportar o desenvolvimento de alta velocidade? Para ter uma visão real, recue e busque uma ampla gama de opiniões, incluindo de céticos. Todas as restrições no sistema precisam ser visíveis para que a companhia entenda claramente suas lacunas e determine onde seu precioso tempo e recursos serão melhor aproveitados.

Por fim, o último passo é mapear o futuro. A chave para a transformação digital começa com a compreensão de que o foco principal está fora, em seus clientes. O software que você constrói e entrega não é um ajuste para o seu negócio; ele é a essência de como você cria valor e diferencia sua marca.

Otto Berkes, CTO da CA Technologies

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Transformação digital eleva em 50% receita de empresas no Brasil

A CA Technologies, empresa norte-americana especialista em softwares para impulsionar a transformação digital de empresas, anunciou ontem os resultados de um estudo global que mensurou os ganhos das corporações com a adoção de tecnologia. A pesquisa foi conduzida pela Coleman Parkes a pedido da CA e ouviu 1.770 executivos de TI em 21 países, incluindo 76 profissionais brasileiros.

O estudo apontou que os investimentos em transformação digital aumentaram em 37% a receita de empresas globais e em 50% a das brasileiras. Isso é reflexo do incremento da eficiência operacional nessas companhias: os processos de trabalho fluem melhor, os funcionários trabalham estimulados e há economia em custos.

“A transformação digital mudou de uma vez por todas o papel da tecnologia dentro das empresas. Se antes as companhias eram feitas para durar, hoje, são feitas para mudar. A experiência do usuário está no centro desse movimento”, afirma João Fábio Valentin, vice-presidente de DevOps da CA na América Latina.

Francisco Dal Fabbro, vice-presidente de Agile Management da CA na região, reforça que a transformação não é só digital, mas cultural. “A inovação tem de chegar a produtos, processos, serviços e operações, de forma ágil. A transformação digital determina quem vai vencer os concorrentes e quem vai ser ultrapassado. ” A pesquisa aponta que 88% das empresas entrevistadas já adotaram Agile em algum nível, porém somente 6% o utilizam em toda a organização.

Mas nenhuma estrutura de tecnologia é suficiente se não for segura – e a segurança hoje não é mais aquela das barreiras, mas sim a que dá acesso de maneira rápida às informações exatas, para as pessoas certas, tendo como base a identidade do usuário e dispositivos, que acabam sendo os únicos pontos de controle confiáveis. A pesquisa da CA mostra que empresas que adotam segurança centrada em identidades, de forma transparente, têm clientes mais satisfeitos e fiéis, além de colaboradores mais produtivos.

“A visão moderna da segurança corporativa é de uma camada transparente que abrange todo o processo de criação e operação de um sistema ou aplicativo de forma automática e sem gerar dificuldades. Ela é construída para se auto conectar e, assim, proteger o que deve ser protegido. Com a diversidade de ambientes, dispositivos e tipos de dados crescendo cada vez mais, assegurar a confidencialidade e o acesso às informações é vital”, diz Denyson Machado, diretor sênior de Segurança da CA na América Latina.

Segundo o estudo, 82% dos entrevistados concordam que uma solução de segurança centrada em identidade é crítica para o negócio, porém apenas 25% já usam esse approach. Por outro lado, 75% admitem que seus ambientes são protegidos por sistemas de segurança básicos ou muito limitados.

VEJA OS DESTAQUES DO ESTUDO DA CA:

A Transformação digital:

• Aumentou em 37% Global / 50% Brasil as receitas das empresas;
• Aumentou a eficiência operacional em 38% Global / 52% Brasil;
• Proporcionou 40% Global / 58% Brasil clientes mais satisfeitos; E 38% Global / 50% Brasil de clientes mais fiéis;
• Tornou possível ter 38% Global/ 52% Brasil funcionários mais produtivos;
• Reduziu em 37% Global / 48% Brasil os custos com TI;
• 39% Global / 52% Brasil mais qualidade no desenvolvimento de apps;

Agile

• Usuários avançados de Agile agem 40% Global/ 28% Brasil mais rápido diante de oportunidades
• A pesquisa aponta que 88% das empresas entrevistadas já adotaram Agile em algum nível, porém somente 6% o utilizam em toda a organização

Devops

• Usuários avançados de Devops agem 42% Global/ 36% Brasil mais rápido diante de oportunidades;

Segurança

• Empresas que usam segurança centrada em identidade têm:
o Negócios que crescem 69% Global ;
o Empregados 67% Global / 65% Brasil mais produtivos;
o Clientes 69% Global / 78% Brasil mais satisfeitos;
• 82% dos entrevistados concordam que uma solução de segurança centrada em identidade é crítica para o negócio, porém apenas 25% já usam esse approach
• 75% admitem que seus ambientes são protegidos por sistemas de segurança básicos ou muito limitados

Dados gerais

• 71% Global / 78% Brasil das empresas aumentou alcance digital;
• 69% Global / 83% Brasil das companhias melhorou experiência do cliente;
• 66% Global/ 78% Brasil das empresas aumentou retenção do cliente;
• Para 82% Global / 88% Brasil segurança tem de ser centrada em identidade, mas só 25% Global / 23% Brasil são avançados nessa modalidade.

A pesquisa completa está disponível neste link: https://www.ca.com/us/rewrite/articles/agile/accelerating-velocity-and-customer-value-with-agile-and-devops.register.html

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CA Technologies anuncia Alexandre Scaglia para comunicação da América Latina

A CA Technologies, empresa de tecnologia presente no Brasil há mais de 35 anos, anunciou a contratação de Alexandre Scaglia para o cargo de diretor de comunicações para a América Latina. Jornalista formado pela PUC-SP, Alexandre possui mais de 20 anos de experiência no setor de tecnologia, com passagens pelo Diário do Grande ABC, Caderno Informática, do jornal O Estado de São Paulo, e revistas InformationWeek Brasil e Computerworld.

Em 2007, passou a atuar em comunicação corporativa, como gerente de relações com a imprensa da TIM Brasil.

Mais recentemente, gerenciava a área de relações com a imprensa da Hewlett Packard Enterprise, fruto da separação da HP Brasil, onde estava há cerca de 6 anos.

Alexandre coordenará as áreas de relações com a imprensa, comunicação interna, social media e responsabilidade social para toda a região.

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CA Technologies reforça portfólio de Segurança com Analytics e Identity-as-a-Service

A CA Technologies (NASDAQ:CA) anuncia uma nova solução de análise de comportamento que se integra ao CA Privileged Access Manager (PAM). Chamado de CA Threat Analytics for PAM, o produto possui capacidade de aprendizagem automática (machine-learning) para uma maior detecção e prevenção de ameaças a usuários privilegiados. A CA também anunciou o CA Identity Service, uma nova solução identity-as-a-service para solucionar as necessidades de identidade e acesso (IAM) de aplicativos locais e baseadas em nuvem.

“Ao aplicar o aprendizado e a análise de comportamento da CA à atividade do usuário, a companhia pode ajudar CISOs (Chief Information Security Officers) com seu maior desafio: permanecer um passo à frente dos bad actors (cibercriminosos)”, disse Mordecai Rosen, vice-presidente sênior e gerente geral de Segurança da CA Technologies. “Além de proteção, a CA está estendendo as operações de seu negócio de segurança com o CA Identity Service, a fim de suportar sistemas locais enraizados enquanto lança mão de agilidade de aplicativos e serviços de nuvem.

Novos padrões na detecção de ameaças, prevenção de violações e IDaaS para ambientes híbridos de TI

Disponível a partir de hoje, os modelos de CA Threat Analytics for PAM privilegiam o comportamento do usuário e avaliam o risco baseando-se em fatores como localidade, tempo e duração da atividade, dados acessados e o histórico de acesso do usuário, fazendo comparativos com comportamentos passados. Quando uma ameaça é detectada, o sistema aciona automaticamente os controles a fim de mitigar riscos, tais como iniciar a gravação da sessão, dando início a um procedimento de autenticação mais forte ou, então, alertando o sistema de segurança e operações.

O CA Identity Service satisfaz a necessidade de uma solução de IAM moderna e híbrida, dando ao negócio agilidade e a segurança para adotar aplicações em nuvem e outros serviços controlados pela CA Single Sign-On. “Vemos os negócios dos nossos clientes se movendo cada vez mais para um ambiente de TI híbrido. Por isso, precisamos ajudá-los com uma solução de gerenciamento de identidade e acesso que suporte seus aplicativos baseados na nuvem e ou localmente”, disse Ed Pascua, vice-presidente sênior da Simeio Solutions. “O Identity Service CA é uma excelente ferramenta que ajuda a Simeio Solutions a entregar um alto nível de satisfação do cliente”, completa.
O CA Identity Service está disponível a partir de hoje e pode ser acessado para teste.

Estes novos produtos fazem parte do portfólio de software da CA que permite que as empresas sintam, reajam e se adaptem às mudanças do mercado e necessidades de segurança operacional, resultando na vantagem competitiva que uma postura de segurança deste tipo provém. Eles conseguem proteger seus negócios enquanto permitem a construção dos relacionamentos digitais confiáveis necessários para competir e vencer na Economia dos Aplicativos.

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Só as empresas ágeis irão sobreviver – Por Claudia Vásquez

A economia compartilhada não é um conceito que está longe ou atado ao futuro. É uma realidade que já está em curso. Para as companhias, isso se traduz em grandes inovações e em uma forma de gerenciamento cada vez mais ágil. Todos os empresários precisam ter um olho no que estão fazendo as startups e o outro no que está sendo criado nos centros acadêmicos, mas também precisam trazer ideias criativas e inovadoras à mesa. Aqui é, precisamente, onde “agilidade” se converte em uma palavra fundamental. A agilidade permite que diversos membros de uma mesma comunidade se reúnam de lugares distintos do mundo para compartilhar suas perspectivas e ações em tempo real, podendo, assim, inovar de uma maneira muito mais rápida e eficaz.

A rapidez se converteu em um requisito. As companhias que tiverem uma aproximação apenas tímida da Economia do Aplicativos estão destinadas a fracassar. A agilidade é a única que pode responder, por parte das companhias, às demandas dessa nova geração que procura serviços novos e personalizados.

Os usuários já não esperam nem 6 segundos para que um aplicativo rode seu conteúdo, tampouco querem perder tempo ao telefone até que alguém resolva atendê-los em seus bancos. Os millenials já não temem a mudança e estão cada vez mais ávidos por tecnologia. O que temem, na verdade, é perder tempo com burocracia ou com outras atividades que não lhes traga nenhum prazer. É por isso que as companhias que querem prosperar nessa nova era têm de aprender como se transformar de maneira rápida para melhorar constantemente a experiência que oferecem a seus clientes.

Além disso, os millenials estão cada vez mais dispostos a alugar do que a comprar produtos ou serviços, por duas razões básicas: o aluguel mensal é mais barato e pode ser interrompido a qualquer momento quando o produto/serviço deixar de ser usado. E é aqui que as empresas devem seguir essa lógica e maximizar o aluguel de serviços na nuvem, por exemplo – são escaláveis, seguros e mais econômicos. Os prestadores de gestão de serviços têm feito com que esses serviços estejam disponíveis para companhias de médio porte também. Todos saem ganhando.

Os negócios estão usando a Gestão Ágil, o DevOps e diversas metodologias de entrega como uma forma de encurtar o time-to-market daqueles produtos que são totalmente influenciados pela retroalimentação de seus clientes. Ainda que seja um fenômeno recente na América Latina, está se tornando cada vez mais importante porque as companhias da região têm facilidade para se adaptarem de maneira rápida a novas realidades – e também, é claro, pelas notórias habilidades de comunicação dos latinos

Estou segura de que a Economia dos Aplicativos tem um papel social importante, já que permite às empresas chegarem a consumidores aos quais antes não tinham acesso. A nuvem, a mobilidade e as redes sociais são os principais motores desta Economia dos Aplicativos.

É obrigação das companhias entender que os consumidores têm agora mais opções e, além de tudo, se consultam entre si – mesmo além das fronteiras geográficas – e que, dessa maneira, somente sobreviverão as marcas que realmente entendam e respeitem suas necessidades.

Claudia Vásquez, presidente da CA Technologies na América Latina

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