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Comércio eletrônico brasileiro deve faturar R$ 236 milhões na 3ª edição do Dia do Consumidor Brasil

O Buscapé Company, plataforma completa de digital commerce, promove, no dia 16 de março, a terceira edição do Dia do Consumidor Brasil. A ação anual tem como objetivo incentivar as compras no comércio eletrônico, num período carente de datas sazonais fortes em vendas. Para isso, as lojas virtuais oferecem grandes descontos nos mais diversos produtos. Este ano, mais de 650 sites irão participar, entre eles, Americanas.com, Extra, Magazine Luiza, Netshoes, Pontofrio.com, Ricardo Eletro, Saraiva, Submarino e Walmart.com.

De acordo com a E-bit/Buscapé, unidade especializada em informações de comércio eletrônico do Buscapé Company, o faturamento deve chegar a R$ 236 milhões, 18% de crescimento nominal em relação à edição de 2015. A expectativa é de que 513 mil pedidos sejam realizados nas 24 horas de promoções, com tíquete médio de R$ 460. As categorias mais vendidas devem ser “Cosméticos, Perfumaria e Saúde”, “Livros”, “Eletrodomésticos”, “Moda e Acessórios”, “Casa e Decoração”, “Telefonia e Celulares”, “Informática e Eletrônicos”.

“Tanto para os lojistas quanto para os consumidores, o Dia do Consumidor representa uma grande oportunidade. Nesta edição, especificamente, essa ideia fica ainda mais forte. Estamos passando por um momento econômico que exige cautela e as pessoas estão mais receosas. Os descontos vão contribuir para viabilizar as compras, especialmente de produtos de maior valor agregado, como eletrônicos e smartphones”, comenta André Ricardo Dias, diretor executivo da E-bit.

Dados do 33º relatório WebShoppers, da E-bit/Buscapé, divulgados em fevereiro, indicam que, apesar do cenário econômico desfavorável, o comércio eletrônico deve continuar a crescer, sendo uma alternativa para os varejistas. Em 2015, o setor de compras online registrou um crescimento nominal de 15% no faturamento, movimentando R$ 41,3 bilhões. A previsão é de que, até o final de 2016, esse número alcance R$ 44,6 bilhões, o que representa um aumento de 8%.

O Dia do Consumidor Brasil acontece sempre na quarta-feira mais próxima ao dia 15 de março, quando se comemora o Dia Internacional do Consumidor. A data, celebrada pela primeira vez em 1983, tem como objetivo informar as pessoas de seus direitos e promover o consumo consciente.

A iniciativa do Buscapé Company conta com o apoio da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (Câmara-e.net), da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP), da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), da Associação Brasileira de Lojistas de Shopping (Alshop), do E-Commerce Brasil, da Digitalks e da Boa Vista.

Serviços no hotsite do Buscapé

Para o Dia do Consumidor, o Buscapé terá um hotsite, no qual serão destacadas as melhores ofertas dos lojistas que participam da ação, selecionadas pela curadoria do próprio site. Os produtos atestados com o menor preço receberão o selo identificador de Dia do Consumidor e, dessa maneira, o usuário reconhecerá, seja pela web ou aplicativo, os itens que tiverem redução de preço mais significativa.

O Buscapé também vai oferecer outros serviços nesta data, tais como envio de alertas de preços, que avisam o consumidor quando alguma loja abaixa o valor de um determinado item; além da avaliação de produtos por especialistas e usuários que já compraram.

Os consumidores já podem se inscrever no site do Buscapé (www.buscape.com.br/dia-do-consumidor) para receber e-mails sobre o Dia do Consumidor.

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E-bit/Buscapé aponta que comércio eletrônico brasileiro deve crescer 8% em 2016

A E-bit/Buscapé (www.ebit.com.br), unidade especializada em informações de comércio eletrônico do Buscapé Company, lançou, nesta quarta-feira (24/02), a 33ª edição do relatório WebShoppers. A pesquisa traz um panorama completo do comércio eletrônico em 2015 e aponta as expectativas para 2016, além disso, também apresenta o resultado de estudos específicos sobre compras em sites estrangeiros (cross- border), omnichannel e a análise de preços do Índice FIPE/Buscapé.

De acordo com o relatório, apesar do cenário econômico desfavorável, no ano passado, o setor registrou um crescimento nominal de 15% no faturamento, movimentando R$ 41,3 bilhões. A previsão é de que, até o final do ano, o e- commerce nacional fature R$ 44,6 bilhões, o que representa um acréscimo nominal de 8%, em relação ao período anterior.

Dentro do cenário de crise econômica, com aumento de inflação, desemprego e incertezas ao longo de 2015, o e-commerce se mostrou uma excelente alternativa na busca de bons negócios para o consumidor, apresentando faturamento muito acima do registrado no varejo tradicional”, afirma o fundador da E-bit, presidente do Conselho de Comércio Eletrônico da FecomercioSP e vice-presidente de Relações Institucionais do Buscapé Company, Pedro Guasti.

O ano de 2015 reservou resultados positivos para o setor. Entre os pontos fortes, o crescimento expressivo das vendas feitas por dispositivos móveis, que passaram a representar 12% do faturamento, na média do ano, e 14,3%, em dezembro. O número de consumidores que realizaram pelo menos uma compra via Internet chegou a 39,1 milhões, volume 3% maior, se comparado a 2014. A quantidade de pedidos cresceu 3%, atingindo 106,2 milhões. Já o tíquete médio das compras ficou em R$ 388, valor 12% mais alto, se comparado ao ano anterior. Para 2016, estima-se que o tíquete médio das compras gire em torno de R$ 419, o que representa um crescimento de 8%, em relação ao ano passado.

“O crescimento no número de consumidores ativos foi menor se comparado a outros anos. Isso tem relação com a redução da participação da classe C nas compras online nesse período. Em contrapartida, o público de renda mais elevada comprou mais pela Internet. Essa é uma das explicações para o crescimento do tíquete médio. Outro fatores que justificam esse quadro são o aumento de 8,94% nos preços praticados, segundo o Índice FIPE/Buscapé, e a preferência dos consumidores por produtos recém-lançados e de alto valor agregado”, explica o diretor executivo da E-bit/Buscapé André Ricardo Dias.

Um ponto de destaque no ano passado foi a elevação no NPS (Net Promoter Score), que mensura a satisfação e a fidelizacão dos clientes no comércio eletrônico. No segundo semestre, o índice apresentou seu melhor resultado desde 2013, com 65% de satisfação. Isso aconteceu em virtude da diminuição no atraso das entregas e da melhoria dos serviços prestados pelas lojas. Mesmo a diminuição da oferta de frete grátis pelas lojas, durante o período, não interferiu nesse resultado. Em 2015, apenas 39% das compras (dezembro/2015) não tiveram cobrança de entrega.

Aumento de compras em sites internacionais

Em dezembro de 2015, a E-bit/Buscapé realizou nova pesquisa com os e-consumidores para estudar seus hábitos de compra em sites internacionais (cross-border). Mesmo com toda a incerteza da economia e o impacto da desvalorização do real, houve um crescimento expressivo de usuários brasileiros em sites estrangeiros, em relação aos dois anos anteriores. Se em 2014, a quantidade de compradores nesses sites chegou a 38%, em 2015, esse número avançou para 54%.

Foram 14,9 milhões de consumidores únicos que realizaram compras em sites fora do Brasil (como Aliexpress, Amazon e eBay, entre outros), tendo gasto no total US$ 2,02 bilhões, 18% a mais que em 2014. As categorias mais procuradas foram “Eletrônicos”, “Moda e Acessórios” e “Informática”, respectivamente.

Integração dos canais on e off

A convergência de todos os canais utilizados pela empresa, com o objetivo de integrar as vendas entre as lojas físicas e a virtual, é o que se chama de omnichannel, uma conveniência ao consumidor no processo de atendimento. Em pesquisa realizada entre dezembro/2015 e janeiro/2016, a E-bit/Buscapé procurou entender as percepções de quem está presente nos diferentes meios, como a preferência em adquirir determinadas categorias de produto, no canal onde o comprador entende que existe maior conveniência.

O estudo revela que, no meio online, as categorias mais populares são “Viagens e Turismo”, “Eletrônicos” e “Assinatura de Revistas”. Isso acontece muito em virtude do alto valor agregado dos produtos, que faz com que os consumidores usem a Internet como ferramenta de pesquisa e busca pelo melhor preço. A preferência pelo varejo físico ocorre nas categorias “Petshop”,”Alimentos e Bebidas” e “Joalheria”, pelo fato de muitos produtos requererem a necessidade de visualização ou por causa da dificuldade na logística para produtos alimentícios perecíveis, por exemplo.

Entretanto, há categorias nas quais não há muita distinção entre canal digital ou tradicional É o caso de “Ingressos”, “Brinquedos e Games” e “Esporte e Lazer”, que já tem uma boa participação online, mas que, de acordo com os participantes da pesquisa, ainda carecem de investimentos com foco em melhorias, como redução dos prazos de entrega e maior facilidade para troca e devolução dos produtos.

Alta no Índice FIPE/Buscapé

No ano de 2015, a alta dos preços no varejo atingiu também o comércio eletrônico brasileiro. O Índice FIPE/Buscapé registrou valores 8,94% mais caros que o ano anterior. A alta da inflação ajudou a diminuir o poder de compra dos trabalhadores, principalmente os de menor renda. A classe C terminou o ano com 39% de participação nas compras (dezembro/2015), diferente dos 54% anteriores (novembro/2013).

O relatório WebShoppers tem o apoio premium da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP), além da IAB, Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net) e do E-Commerce Brasil, na divulgação dos dados para o mercado.

O relatório completo estará disponível para download gratuito a partir desta quinta-feira, 25 de fevereiro, no site www.ebit.com.br/webshoppers.

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Black Friday vende R$ 1,6 bilhão no e-commerce, 38% a mais que em 2014, segundo e-Bit/Buscapé

A Black Friday atingiu seu maior faturamento desde o início da chegada ao e-commerce brasileiro e alcançou a quantia de R$ 1,6 bilhão na sexta-feira, informa a E-bit/Buscapé (www.ebit.com.br), unidade especializada em informações do comércio eletrônico do Buscapé Company. O dado representa um crescimento nominal de 38% em relação à edição de 2014, quando chegou a R$ 1,16 bilhão.

Foram 2,77 milhões de pedidos no total, um volume 24% maior que o ano passado no período, com ticket médio de R$ 580, uma alta de 11%. Outro destaque da data foram as vendas realizadas por dispositivos móveis (smartphones e tablets), que representaram 9% do resultado ou R$ 140 milhões e 11% dos pedidos, 311 mil.
No total, 1,64 milhão de e-consumidores fizeram pelo menos uma compra nas 24 horas da sexta-feira e o prazo médio de entrega prometido pelas lojas foi de 13 dias corridos para as ofertas de Black Friday.

A E-bit/Buscapé também levantou as categorias com maior volume de pedidos e faturamento no período:

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Confira o perfil do e-consumidor na Black Friday:

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Produtos, categorias e termos mais pesquisados no Buscapé

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As 6 categorias mais acessadas:

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Os 17 termos mais buscados (em ordem alfabética):

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Entidades apoiadoras na Black Friday 2015 – O Buscapé Company conta em 2015 com o apoio de diversas entidades de respeito na realização e informações divulgadas sobre a Black Friday. São elas: Associação Brasileira de Lojistas de Shopping (Alshop), Associação Comercial de São Paulo (ACSP), Digitalks (empresa líder do setor de marketing digital), E-Commerce Brasil (maior portal brasileiro de e-commerce), Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP), IAB Brasil (Interactive Advertising Bureau, mais importante rede de associações de mídia interativa) e Boa Vista (administradora do SCPC – Serviço Central de Proteção ao Crédito).

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Aplicativo facilita a gestão financeira e fiscal de Microempreendedores Individuais

Para facilitar a vida dos quase 5 milhões de microempreendedores individuais (MEI) do Brasil, o Sebrae e o Buscapé Company assinaram parceria para lançar, em uma iniciativa inédita, o Qipu (www.qipu.com.br), aplicativo gratuito disponível para iOS, Android e Windows Phone, que ajudará a controlar pelo celular ou pela sua versão web todas as obrigações das microempresas. O aplicativo é de fácil navegação, pensado segundo a realidade do MEI, que normalmente trabalha sozinho e tem pouco tempo para dedicar à gestão financeira.

“Os microempreendedores ainda não contavam com uma ferramenta amigável e gratuita para organizar a movimentação e para lembrá-los das obrigações, como o Documento de Arrecadação do Simples Nacional (DAS) e a declaração anual”, assinala o presidente do Sebrae Nacional, Luiz Barretto. Para ele, além de ser uma ferramenta financeira, o Qipu atua como processo de inclusão digital. “O Sebrae já oferece capacitação em gestão via smartphones para os Microempreendedores Individuais. Por isso, é muito natural também ajudá-los a organizar as vendas e controlar as despesas usando o celular”, completa.

“Com o Qipu, o microempreendedor individual poderá fazer a declaração anual com maior facilidade. O aplicativo controla as vendas e compras durante todo o ano e já prepara a declaração anual para o empreendedor. Em breve, os MEI de comércio também poderão listar seus produtos em destaque no aplicativo do Buscapé”, acrescenta Romero Rodrigues, CEO Global do Buscapé Company.

Principais features do aplicativo Qipu:

– Mais de 40 notificações inteligentes, como lembrete para pagamento do DAS-MEI, para fazer entrega da declaração anual, do direito a benefícios previdenciários (salário maternidade, aposentadoria etc) e outras obrigações.

– Domínio de toda movimentação financeira (receitas e despesas) e elaboração da declaração anual para envio no prazo correto.

– Controle e educação sobre os benefícios previdenciários.

Sobre o MEI

Para se tornar um MEI, é preciso ter faturamento de até R$ 60 mil por ano e o empreendedor não pode ter participação em outro negócio como sócio ou titular. Para emitir o CNPJ é muito simples. Basta acessar o Portal do Empreendedor, fazer a inscrição e a microempresa está pronta para emitir notas fiscais, abrir conta bancária e pedir empréstimos. O MEI pode contratar um empregado com um salário mínimo ou piso da categoria.

A obrigação tributária também é simplificada: apenas deve pagar uma guia mensal (DAS-MEI), que varia de R$ 40,40 a R$ 45,40, dependendo da área de atuação, valor destinado a Previdência Social e ICMS ou ISS. Os valores são atualizados anualmente de acordo com o salário mínimo. O MEI se enquadra no Simples Nacional e é isento do pagamento dos tributos federais (Imposto de Renda, PIS, Cofins, IPI e CSLL). Além da guia mensal, a única outra obrigação é a entrega da declaração anual.

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Saiba quem são os grandes profissionais de tecnologia do Brasil

Blogueira da PSafe analisa e comenta cenário de CEOs Brasileiros

O Brasil não é muito conhecido por incentivar o empreendedorismo. Muito pelo contrário. A quantidade de burocracias e impostos costumam dificultar e muito a vida dos empresários. Por isso mesmo, aqueles que conseguem se destacar em solo tupiniquim merecem reverência. Muitos começaram do nada, com uma simples ideia, e hoje ocupam cargos de importância ou são donos de grandes corporações.

Romero Rodrigues
Romero Rodrigues é fundador do Buscapé Company e membro do conselho da Fundação Endeavor. É também o CEO global de Comparação de Preços do grupo sul-africano Naspers, que comprou 91% de sua empresa em 2009 por US$ 342 milhões, o maior negócio da internet no Brasil depois do estouro da bolha pontocom.

Para muitos, é o brasileiro mais influente da internet, com 100 solicitações de amizade por dia no Facebook. O grupo que ele lidera conta atualmente com mais de mil funcionários.

Bel Pesce
Bel Pesce é fundadora da FazINOVA, escola de empreendedorismo e habilidades. Aos 26 anos, já escreveu três livros, foi considerada uma das “100 pessoas mais influentes do Brasil”, pela Revista Época, eleita um dos “30 jovens mais promissores do Brasil”, pela Revista Forbes, e entrou na seleta lista dos “10 líderes brasileiros mais admirados pelos jovens”, da Cia. de Talentos.
Bel estudou no renomado Massachusetts Institute of Technology (MIT), trabalhou em grandes empresas, como Microsoft, Google e Deutsche Bank, e morou no Vale do Silício, onde respirou empreendedorismo, liderou equipes e fundou empresas. Ela se tornou um grande sucesso em 2012, com o lançamento de “A Menina do Vale”, que rapidamente se tornou um fenômeno de vendas.

Marco DeMello
O carioca Marco DeMello, de 44 anos, é CEO da PSafe Tecnologia e do Grupo Xangô. Começou a programar com 12 anos, fez segundo grau técnico no Instituto de Tecnologia ORT e se formou em Engenharia de Computação na PUC-Rio. Depois saiu do Brasil para fazer um curso de extensão no MIT (Cambridge) e Executive MBA na Wharton School of Business.

DeMello foi o pioneiro em comunicação via vídeo pela internet em 1996 nos Jogos Olímpicos de Atlanta, com a criação de um CODEC inovador que permitiu os fãs falarem via vídeo com os atletas na Vila Olímpica com conexão discada. Ele também trabalhou diretamente com Bill Gates durante os “anos embriônicos” da internet, e foi o responsável pela aquisição e escalonamento da Hotmail na Microsoft, no fim de 1996.

Além disso, Marco foi o arquiteto de segurança do Windows XP SP3 (Springboard), que se tornou a versão mais segura e mais instalada do OS até o lançamento do Windows 7. O executivo ainda inovou no mercado de mídia norte-americano com a plataforma Malibu.

No Brasil, fundou e escalonou a PSafe no Brasil, ajudando a torná-la a maior empresa de segurança online latino-americana, com o aplicativo brasileiro para Android de maior sucesso de todos os tempos, e com o maior número de usuários satisfeitos.

Diego Torres Martins
O jovem paulistano Diego Torres Martins, 30 anos, é dono da Acesso Digital e criou o chamado de “Google” interno para empresas. Ele reuniu scanners e softwares de digitalização de diferentes fornecedores, além de investir em um datacenter para armazenar arquivos eletrônicos.

Com isso, começou a oferecer o pacote combinado para empresas de diferentes ramos de atividade copiarem e indexarem todos os documentos. Está entre as 20 empresas pequenas e médias que mais crescem no Brasil e, ao mesmo tempo, em primeiro lugar na lista de 2013 das Melhores Empresas Para Trabalhar no Brasil na categoria “Médio Porte – Nacionais”.

Marcel Fukayama
Dono da CDI Global, Marcel Fukayama foi eleito em 2014 pela revista “Forbes Brasil” um dos 30 brasileiros até 30 anos que está “reinventando o país e assumindo as rédeas do futuro”. Em 2001, o paulistano de 29 anos abriu uma das primeiras lan houses de São Paulo, para democratizar a internet, numa época em que o celular e o acesso residencial não eram tão comuns. Em 2003, criou o Aula Digital, primeiro programa de alfabetização que usava as lans e que, durante cinco anos, contemplou anualmente mais de 300 crianças de creches e escolas municipais de São Paulo. Até que, em 2008, conheceu Rodrigo Baggio, fundador do CDI (Comitê para Democratização da Internet), ONG que já beneficiou mais de 1,5 milhão de pessoas.

Marcel também foi selecionado pela Skoll Foundation entre 12 empreendedores sociais de destaque no mundo, com menos de 30 anos.

Claudio Emanuel de Menezes
Claudio Emanuel de Menezes é líder no segmento de software para leasing. Sua empresa, a Disoft, foi fundada em 1984 com a proposta de ser uma empresa diferente, que compartilhasse motivação e socializasse resultados.

A Disoft conta com 120 funcionários. Pela sexta vez consecutiva está na lista das melhores empresas de TI para se trabalhar.

Fabio Coelho
Fabio Coelho é o presidente do Google no Brasil. Engenheiro civil capixaba, com MBA em marketing e planejamento estratégico, o empresário passou mais de 25 de seus 50 anos em posições gerenciais, em empresas como Gillette, Pepsico, Citibank e AT&T.
O executivo já foi alvo de muitas polêmicas no que diz respeito à liberdade na rede. Em 2012, foi detido pela Polícia Federal por se negar a tirar do YouTube vídeos que supostamente caluniavam um candidato a prefeito de Campo Grande. De lá para cá, Fabio tem se tornado uma espécie de porta-voz da tese de que ainda é possível navegar anonimamente na internet.

por Ana Clara Nogueira

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Buscapé Company se torna o maior player global de comparação de preço

Após um processo de amadurecimento do negócio de comparação de preço no Brasil e na América Latina, o Buscapé Company atinge uma nova fase e se torna o principal player global do setor, confirmando o sucesso do modelo brasileiro de negócio criado há 16 anos. Com a mudança, Romero Rodrigues assume o posto de CEO Global de Comparação de Preço e Rodrigo Borer ocupa seu lugar no Buscapé como CEO para América Latina.

A partir da mudança na estrutura dos negócios, o Buscapé Company se transforma em uma holding global composta por 15 comparadores de preços que faziam parte do Grupo Naspers: Buscapé (América Latina), Ceneo (Polônia), Heureka (República Tcheca e Eslováquia), Vcene (Ucrânia) Ucuzu (Turquia), Arukereso (Hungria), Compari (Romênia), Pazaruvaj (Bulgária), Shoppydoo, Trovaprezzi e Misshobby (Itália), Shoppydoo (Espanha), Pricecheck (África do Sul e Nigéria).

“É com imenso orgulho que comemoramos a expansão internacional do Buscapé Company. Sabemos que as responsabilidades aumentaram e que o nosso desafio, a partir de agora, consiste em dar ainda mais poder ao consumidor em esfera global. Para tanto, contamos com uma equipe compromissada e integralmente dedicada ao aprimoramento das relações de consumo em países com altas taxas de crescimento”, reforça Romero Rodrigues.

“Enxergamos com bastante entusiasmo este processo de internacionalização da companhia em função de propiciar o intercâmbio das melhores práticas globais entre os diversos mercados e países. Para 2014, continuaremos focando esforços na consolidação do segmento de comparação de preço para aproveitar oportunidades de mercado que se mostrem promissoras como, por exemplo, o mobile commerce”, completa Rodrigo Borer.

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