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BT tem novo diretor geral no Brasil

Alex Inglês é o novo Diretor Geral da BT (British Telecom) no Brasil. Ele ingressou na empresa há oito anos, quatro baseado em Londres e os últimos quatro em São Paulo. Antes de assumir o novo cargo, atuava como Diretor de Atacado para América Latina, à frente dos negócios da BT com operadoras de telecomunicações em toda a região.

Em Londres, exerceu diversas funções, tendo trabalhado inclusive na preparação da infraestrutura de telecomunicações para os Jogos Olímpicos e Paralímpicos de Londres 2012. Mudou-se para São Paulo para assumir o posto de Diretor de Operações (COO) para a América Latina, e depois o de Diretor de Desenvolvimento de Negócios e Operação de Vendas para a região.

Antes de trabalhar na BT, Alex acumulou na Accenture vasta experiência em consultoria para a área de Tecnologia da Informação.

Alex possui MBA pela London Business School e é formado em Engenharia da Computação pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro. Trabalhou em 15 países e é fluente em quatro idiomas. Alex nasceu no Rio de Janeiro e atualmente vive em São Paulo.

Jorge Najera, que acumulava a função de Diretor Geral da empresa no Brasil e de Vice-Presidente para o sul da América Latina, continua no cargo de VP, com responsabilidade por Brasil, Argentina, Bolívia, Chile, Paraguai e Uruguai. Jorge também vive em São Paulo.

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Komatsu escolhe a BT para fornecer sua infraestrutura global de TI

A BT anuncia contrato com a Komatsu, empresa internacional fabricante de equipamentos de mineração e construção, para criar uma nova infraestrutura global de TI cobrindo 26 localidades em 15 países da Europa, Ásia-Pacífico e América do Sul.

A BT irá projetar, implementar e gerenciar uma rede híbrida resiliente, combinando o serviço BT IP Connect Global com serviços híbridos (hVPN) para locais menores, permitindo aos funcionários que trabalham nos escritórios da empresa a utilização da Internet para acessar com segurança a rede corporativa.

O tráfego de voz, um item crítico para a Komatsu, envolvendo cerca de 1.100 funcionários, será roteado com o serviço de SIP trunking centralizado do portfólio One Voice da BT – substituindo os serviços de voz tradicionais pela tecnologia de voz sobre IP. Os maiores clientes da BT têm reduzido seus custos em até 34% com os serviços One Voice.

Pertence ao escopo dos serviços da BT melhorar o desempenho das aplicações de uso corporativo da Komatsu – entre elas o tráfego de voz – por meio do BT Connect Intelligence, medindo-se a qualidade do serviço em termos de resultados de negócios, e não de acordo com os tradicionais SLAs (Service Level Agreement).

É importante para a Komatsu que seu novo provedor possa integrar serviços de data center e de nuvem, já que a empresa pretende migar para a nuvem, nos próximos anos, uma série de aplicações corporativas.

Numa primeira fase, a BT Advise, equipe de serviços profissionais da BT, consolidará a infraestrutura de TI da Komatsu em dois data centers da BT. Os serviços de datacenter BT Compute que a BT prestará à Komatsu compreendem telehousing, acesso à Internet e balanceamento de carga, aprimorando a distribuição da carga entre diferentes equipamentos.

Para Chris Borremans, CIO da Komatsu Europa, “o acordo com a BT representa o início de uma jornada rumo a serviços flexíveis e baseados em nuvem, voltados ao suporte de ​​nossas operações, clientes e funcionários em todo o mundo. Acreditamos que a BT seja a integradora de serviços de nuvem certa para trabalhar conosco em um roadmap capaz de tornar realidade nossa visão”.

Fabrice De Windt, CEO da BT para o Benelux, comenta: “estamos muito orgulhosos de a Komatsu nos haver escolhido para prover sua infraestrutura global de TI, iniciando assim uma ambiciosa jornada de transformação digital que se apoia em nossa estratégia Cloud of Clouds de portfólio. E estamos certos de poder demonstrar como nossos serviços e recursos globais irão colaborar decisivamente na geração de grandes resultados de negócio para a Komatsu”.

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Profissionalização do cibercrime provoca disrupções em empresas digitais

Novo relatório da BT e da KPMG adverte sobre as ameaças emergentes que têm origem em empresas cibercriminosas altamente organizadas, visando o lucro

Apenas um quinto dos executivos de TI das grandes empresas multinacionais afirmam que suas organizações estão realmente preparadas para combater a ameaça do cibercrime. A grande maioria das empresas se sente limitada por regulamentações, disponibilidade de recursos e a dependência de terceiros quando se trata de reagir a esses ataques, segundo nova pesquisa da BT e da KPMG.

O estudo – “Taking the Offensive – Working Together to disrupt digital crime” – identificou que, embora 94% dos responsáveis pelas decisões em TI estejam cientes de que empresários criminosos chantageiam e subornam funcionários para ter acesso a suas organizações, cerca de metade deles (47%) admite que suas empresas não implementaram qualquer estratégia para impedir essas ações.

O estudo também verificou que 97% dos entrevistados já foram alvo de ataques cibernéticos, que, segundo metade deles, vêm se intensificando nos últimos dois anos. Além disso, 91% dos entrevistados acreditam que enfrentam obstáculos em suas defesas contra os ataques digitais: muitos deles citam entraves regulatórios, e 44% se mostram preocupados com a dependência de terceiros para ações de resposta que são de sua responsabilidade.

Mark Hughes, CEO da área de Security da BT, destaca que “estamos agora em uma corrida armamentista contra gangues de criminosos profissionais e contra estados que possuem recursos avançados. No século 21, os cibercriminosos são empresários cruéis e eficientes, atuando em um mercado negro altamente sofisticado e em rápida evolução.

“A contínua escalada do cibercrime exige uma nova abordagem em relação ao risco digital – e isso significa, em primeiro lugar, colocar-se na pele dos atacantes. Não basta as empresas se defenderem dos ataques. É preciso também interromper as atividades das organizações criminosas que lançam esses ataques. As empresas precisam contar com leis aplicadas contra os criminosos, e também com a competência de parceiros especializados em segurança cibernética”.

Paul Taylor, que está à frente da área de segurança cibernética da KPMG no Reino Unido, ressalta que “é tempo de pensar o risco cibernético sob outro ângulo, retirando o foco exclusivamente dos hackers, e reconhecendo que nossas organizações estão sendo alvo de empresários criminosos e impiedosos, que têm planos de negócio e utilizam amplos recursos com intenção de fraudar, extorquir e roubar a propriedade intelectual do que lutamos para conquistar.

“Falar de forma genérica sobre o risco digital não vai apresentar soluções. É necessário pensar em possíveis cenários de ataque à sua empresa e considerar como a segurança cibernética, controle de fraude e resiliência podem ser combinados para lidar com essas ameaças de modo eficiente. Dessa forma, a segurança cibernética se torna uma estratégia corporativa importante para os negócios no mundo digital”.

O estudo da BT/KPMG indica que os Chief Digital Risk Officers (CDROs) agora estão sendo chamados a assumir um papel estratégico, somando experiência no mundo digital e competência gerencial de alto nível. Entre os entrevistados, 26% disseram já contar com um profissional nessa função, o que sugere que a área de segurança e as responsabilidades inerentes a ela estão sendo reavaliadas.

A pesquisa também sinaliza a necessidade de ajuste dos orçamentos, e 60% dos entrevistados indicaram que, nas suas empresas, a segurança cibernética faz parte do orçamento de TI. Metade deles (50%) acredita que deveria haver um orçamento específico para segurança. Um dos maiores desafios identificados pelo relatório é o volume de financiamento e investimentos em P&D que os criminosos conseguem reunir para minar as defesas das empresas alvo.

Participaram do estudo “Taking the Offensive – Working together to disrupt digital crime” profissionais responsáveis pela área de segurança de conhecidas organizações globais. A pesquisa relata exemplos de diversas formas de ataques criminosos identificados por essas organizações, incluindo diferentes tipos de malware e ataques de phishing. Também descreve os principais modelos de negócio dos criminosos e o mercado negro que permeia suas atividades – sejam sofisticados ataques ao sistema financeiro; ataques a empresas ou indivíduos com alta renda, ou até mesmo ataques que já se tornaram commodities, afetando a todos nós.

As conclusões da pesquisa apontam para a necessidade de uma nova mentalidade, considerando a segurança não mais apenas como um exercício de defesa. A segurança, na verdade, é ponto crucial para a inovação digital e, em última instância, para a lucratividade das empresas.

A BT e a KPMG estão agora em contato com grandes organizações em todo o mundo para promover um debate sobre as conclusões da pesquisa e colaborar nas mudanças que devem ser realizadas. Veja a íntegra do relatório.

Nota:
As conclusões e recomendações do relatório “Taking the Offensive – Disrupting Cyber Crime” são baseadas em entrevistas realizadas em parceria com a Vason Bourne, com diretores responsáveis pela TI, resiliência e operações de negócio das maiores empresas nos Estados Unidos, Reino Unido, Singapura, Índia e Austrália. Para fazer o download do relatório, visite: http://www.bt.com/taking-the-offensive

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BT acelera “Cloud of clouds” com novo serviço hospedado da Riverbed

A BT anuncia que, como parte de sua estratégia “Cloud of Clouds”, irá utilizar a tecnologia Riverbed SteelHead, para aceleração de aplicativos, em sua rede global. Assim, os clientes passam a contar com o melhor de seus aplicativos, quer estejam acessando os serviços de nuvem da própria BT ou de ofertas de outros provedores de software como serviço (SaaS – Software as a Service). Esta é a primeira vez que a tecnologia Riverbed foi implementada no núcleo de uma rede global.

A BT e a Riverbed está integrando seus serviços em instalações daEuropa, América do Norte e Ásia onde a BT possua links diretos para os principais provedores de serviços de nuvem e acesso de alta capacidade à Internet. O serviço estará disponível globalmente a partir do início de 2016, com acesso em 198 países e territórios por meio da solução IP Connect VPN da BT.

Uma série de pilotos da novo serviço mostraram um substancial aprimoramento do desempenho em rede de aplicativos SaaS, como o Microsoft Office 365.

Além de aceleração de aplicativos e otimização de largura de banda de rede, os clientes também ganham maior controle sobre suas aplicações, melhor visibilidade de sua performance, confiabilidade e segurança bem maiores do que as oferecidas pela entrega de aplicativos via Internet.

Utilizando a virtualização de funções de rede (NFV – Network Function Virtualisation), o novo serviço permitirá que os clientes se beneficiem mais amplamente de funções virtualizados, como o gerenciamento de desempenho de aplicações e o gerenciamento de acesso de alta velocidade a nuvens privadas e públicas.

Keith Langridge, vice-presidente de serviços de rede da BT Global Services, afirma: “nosso conceito de ‘Clous of clouds’ rapidamente se traduz em vantagens concretas. Ao incluir Riverbed-como-um-serviço em nossa oferta, estamos respondendo a questões fundamentais enfrentadas pelos nossos clientes, que são o desempenho e a confiabilidade de aplicativos na nuvem. O novo serviço baseia-se na conectividade direta à rede que já oferecemos aos principais prestadores de serviços em nuvem, e proporciona maior velocidade, desempenho e controle dos aplicativos hospedados por esses provedores. Esta oferta conjunta com a Riverbed é um marco na jornada para as redes definidas por software e representa mais um diferencial em relação a nossos concorrentes”.

Para Paul O’Farrell, vice-presidente sênior e diretor-geral na Riverbed para Steelhead e SteelFusion, “os CIOs querem desfrutar de todos os benefícios da empresa híbrida, solucionando, nesse ambiente complexo, os desafios de entrega de aplicativos. A Riverbed inventou a otimização de WAN (Wide Area Network) em 2004, com o lançamento do Steelhead, e é hoje líder em infraestrutura de desempenho de aplicativos. A nova solução integrada da BT e Riverbed fornecerá a disponibilidade e aceleração de aplicativos e como serviço, facilitando a adição da computação em nuvem por meio do serviço de Cloud Connect da BT”.

A visão BT da tecnologia: ‘Cloud of Clouds’

A nuvem está criando opções antes inexistentes. Entender essas opções é fundamental para que essas novas opções sejam utilizadas com eficiência pelas empresas, propiciando, por exemplo, mais agilidade na implementação de inovações e na entrega de novos produtos e serviços ao mercado, reduzindo custos e assegurando a satisfação dos clientes.

A visão ‘Cloud of Clouds’ da BT permite que os clientes se conectem com facilidade e segurança às aplicações e dados de que precisam, independentemente de onde estejam hospedados.

Como integradores de serviços em nuvem, nós ajudamos os clientes a se movimentarem com confiança e sucesso no seu caminho para a adoção dos serviços em nuvem, minimizando complexidade, risco e custos, além de oferecer às organizações roadmaps para chegar aos resultados desejados.

Gerenciamos todo o processo, desde a rede até a nuvem, gerenciamos outros fornecedores e entregamos desempenho e segurança e preços reunidos em um único SLA (Service Level Agreement).

Para mais informações sobre Cloud of Clouds:http://silviahelenaeditora2.mktnaweb.com/registra_clique.php?id=H%7C708012%7C212314%7C4494&url=http%3A%2F%2Fwww.globalservices.bt.com%2Fuk%2Fen%2Fpoint-of-view%2Ffast-facts%3Fcid%3Dname%3Aaoc%7Csrc%3Apoint-of-view%7Cmed%3Afastfacts%7Cnote%3Adesktop

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