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Gigante brasileira de tecnologia investe em HRTech de vídeo recrutamento

A Jobecam, plataforma de empregos que busca otimizar os processos de recrutamento e seleção, por meio da ferramenta de vídeo e uso de algoritmos inteligentes, acaba de receber aporte financeiro da BRQ Digital Solutions. A empresa, uma das gigantes da área de tecnologia no país, trabalha há 26 anos apaixonada por transformar negócios no setor.

Antes do investimento e da parceria, a marca é cliente da startup. A instituição faz uso da plataforma de vídeo e oferece vagas desde tecnologia a backoffice.

Para Cammila Yochabell, fundadora e CEO da Jobecam, a atuação da BRQ vai além do investimento financeiro. A executiva destaca que o modo de atuação da nova parceira na transformação digital das empresas, unindo a paixão em transformar negócios, está alinhado com as crenças da Jobecam, que, segundo ela, vem alterando positivamente os processos de recrutamento nas organizações.

“A BRQ por meio do BRQ Labs já vem atuando em decisões estratégicas junto ao board da Jobecam, com o foco de melhorias contínuas na tecnologia para que a plataforma escale de forma sustentável e segura, principalmente por já ser reconhecida como a melhor plataforma de vídeo recrutamento do mercado brasileiro”, afirma a empresária.

Já para BRQ, uma das principais razões para o investimento é acreditar em um recrutamento mais assertivo e ágil. “Vimos na Jobecam uma oportunidade de aprimorar o recrutamento do século 21 e conectar de forma eficiente candidatos e contratantes”, destaca Antonio Pimentel, sócio diretor da empresa.

Além do novo aporte, a Jobecam acaba de ser selecionada para o programa de aceleração do Facebook com a Artemísia, na Estação Hack, primeiro centro para inovação criado pela rede social americana no mundo para impulsionar startups de impacto social.

“Parcerias como estas espelham o crescimento da Jobecam no mercado, onde tem se consolidado como referência e sustentado a ideia de um recrutamento mais humanizado dentro das corporações”, analisa Cammila Yochabell.

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TI brasileira participa do MWC 2018

Com os objetivos de gerar novos negócios e também mapear tendências e inovação em Internet das Coisas (IoT), o Brasil estará presente uma vez mais ao Mobile World Congress (MWC). O maior encontro mundial da indústria móvel começou ontem (25) em Barcelona, na Espanha, e prossegue até a próxima quinta-feira, 1º de março.

Em mais uma ação do Brasil IT+, iniciativa de cooperação desenvolvida pela Softex e pela Apex-Brasil (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos), 17 empresas de software e serviços de tecnologia da informação estarão presentes ao evento pelo quinto ano consecutivo.

“O MWC projetará para o mundo a proposta de valor das soluções móveis desenvolvidas no Brasil e que estão totalmente aderentes às últimas tendências em BI, Big Data e inteligência artificial, pilares da revolução tecnológica d IoT”, destaca Ruben Delgado, presidente da Softex. Ele acompanhará a delegação nacional e também o Secretário de Política de Informática do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), Thiago Camargo.

Os visitantes do estande Brasil IT + encontrarão um portfólio robusto e diversificado integrado por soluções de segurança e criptografia produtos de conteúdo para operadoras e plataformas de mídia digital. O espaço contempla sala de reuniões para encontros formais e um longe para encontros casuais e apresentações rápidas.

Irão compor o pavilhão brasileiro no MWC 2018 BRQ, Bwtech, Certisign, Control Informática, EiTV, EveryTI, Icaro Tech, MT4, MC1, Navita, RocketChat, Senior, Sikur, Tokenlab, Vortigo, W5 e a Wavy, recentemente criada pelo Grupo Movile.

“Projetamos cerca de U$ 30 milhões em negócios para empresas participantes nos próximos 12 meses, o que representa um retorno de 80 vezes sobre o investimento aportado pelos envolvidos nesta ação do Brasil IT+”, conclui o presidente da Softex.

Reuniões de negócios já estão pré-agendadas com players globais que visitarão o estande. A agenda contempla também visitas à Qualcomm e à operadora de telefonia francesa Orange e a apresentação de conteúdos da Oracle, Ericson e Banco do Brasil, além de representantes do MCTIC e do Banco Nacional do Desenvolvimento (BNDES) explicando o Plano Nacional de IoT.

Considerado o principal encontro mundial da indústria de comunicação móvel, o MWC recebeu no ano passado mais de 108 mil visitantes e tem confirmada a participação de 2.300 expositores de 40 países.

Brasil IT+ no Mobile World Congress

Data: 25 de fevereiro a 1 de março
Local: Fira Gran Via – Av. Joan Carles I, 64 – Barcelona
Estande: Hall 8.1 E11

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Fim de desoneração da folha pode desempregar mais de 83 mil pessoas no setor de TI

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As maiores empresas de TI, com o apoio da Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom), estão empenhadas em mostrar ao Governo Federal e ao legislativo a importância da manutenção da política de desoneração da folha de pagamento para o setor. Na semana passada, aconteceu a audiência pública de nº 216, requerida pelo deputado Sandro Alex (PSD-PR), para discutir na Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática os impactos da reoneração para o setor de tecnologia da informação (TI). Outras audiências sobre o tema também foram realizadas no âmbito da Comissão Mista e da Comissão de Finanças e Tributação.

As associações e empresas do setor estão alertando as autoridades de que o fim da desoneração pode gerar uma série de demissões – 83 mil profissionais de TI nos próximos três anos, segundo estudo da Brasscom, o que representa quase 15% do total da força de trabalho atual. Os reflexos da desoneração não impactam apenas o setor, mas também o governo, já que existe uma previsão de queda de 2% ao ano na arrecadação federal com o segmento, somando-se as receitas agregadas decorrentes do IRPF, FGTS e INSS, além de um aumento nos gastos, uma vez que o governo é o segundo maior contratante de TI, atrás apenas do setor financeiro.

A Medida Provisória 774 determina o fim da tributação substitutiva, visando minimizar o crescente déficit das contas públicas. Embora o governo entenda que a desoneração da folha não contribuiu para a recuperação da economia, a Brasscom realizou um estudo que destaca que foram gerados mais de 95 mil empregos[1] no setor de TI, com forte formalização de mão de obra. A remuneração cresceu 14,3% ao ano no período, atingindo R$ 28,8 bilhões, entre 2010 e 2015, enquanto a receita bruta[2] chegava a R$ 78,1 bilhões, experimentando um crescimento anual de 12%.

De acordo com as empresas, a política de desoneração permitiu que muitos trabalhadores contratados como pessoas jurídicas fossem formalizados com carteira assinada. Para Sergio Paulo Gallindo, presidente executivo da Brasscom, “os números mostram que a desoneração foi estruturante para o setor na medida em que aumentamos o faturamento das empresas, elevamos a remuneração dos nossos trabalhadores e, principalmente, crescemos e formalizamos a força de trabalho, o que redundou em maior arrecadação para o governo”.

A revisão da política de desonerações, no entanto, não é consenso no governo e no Legislativo. Alguns argumentam que o Brasil vai fechar uma janela de oportunidades se não apoiar fortemente o setor de Tecnologia da Informação. De acordo com o Secretário de Política de Informática do Ministério da Ciência e Tecnologia, Maximiliano Martinhão, 65% das crianças de hoje exercerão, no futuro, profissões que não existem agora e que estarão ligadas ao desenvolvimento do setor.

Os parlamentares presentes na última audiência pública foram unânimes em criticar a Medida Provisória. O deputado Sandro Alex (PSD-PR), autor do requerimento junto à CCTCI, tem negociado o assunto com o relator da MP, senador Airton Sandoval (PMDB-SP). O parecer do relator deve ser apresentado em reunião agendada para hoje às 15h45.

“O setor de tecnologia, que é um dos que mais empregam no País, está sendo penalizado, mesmo tendo cumprido sua parte na formalização e geração de empregos. Precisamos mudar este cenário para que a oneração não seja prejudicial a todos”, afirma Marco Stefanini, CEO Global e fundador da Stefanini.

Segundo os executivos das empresas de TI, a política de desoneração não se trata de protecionismo, mas sim de equilibrar os custos tributários na produção para estimular a competitividade da indústria doméstica. Para eles, o ideal para garantir isonomia competitiva e menos informalidade nas relações trabalhistas é que a alíquota seja mantida em 4,5% sobre o faturamento de softwares e serviços consumidos no Brasil, independentemente da sua origem e obrigatória para todos, pois a contribuição social se daria no momento do consumo e não em cima do trabalho.

“Com a oneração da folha, regrediremos os avanços conquistados ao longo destes anos, fazendo o setor voltar para clandestinidade e informalidade, perdendo os investimentos no setor e reduzindo a arrecadação”, afirma Benjamin Quadros, CEO e fundador da BRQ.

A reoneração da folha coloca em risco um dos segmentos de maior valor agregado na cadeia produtiva, com impactos e sinergias positivas sobre toda a atividade econômica no país. É a partir do desenvolvimento de novos produtos e serviços que a tecnologia da informação impulsiona a produtividade, a competitividade e a inserção do Brasil nas cadeias globais de inovação, garantindo mais emprego e renda.

“O mundo está vivendo um momento de transformação e o Brasil não pode ficar para trás, pois tecnologia é o motor propulsor dessas mudanças. O setor de TI deseja preservar empregos e contribuir para a retomada da economia”, enfatiza Paulo Marcelo, CEO da Resource.

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Empresas de TI se unem pela competitividade e preservação de empregos e investimentos no Brasil

Stefanini, TOTVS, BRQ e Resource defendem a permanência do setor na política de desoneração da folha de pagamento e a obrigatoriedade da tributação pelo faturamento

As maiores empresas brasileiras de TI, Stefanini, TOTVS, BRQ e Resource, com o apoio da Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom), se uniram para sensibilizar a sociedade e o Governo Federal quanto à manutenção da política de desoneração da folha de pagamento para o setor. O objetivo deste movimento é garantir que o setor permaneça com a incidência da contribuição previdenciária patronal sobre a receita bruta, mantendo assim a competitividade das empresas e as perspectivas de crescimento e geração de empregos.

No último dia 30 de março, foi publicada Medida Provisória determinando o fim da tributação substitutiva, visando minimizar o crescente déficit das contas públicas. Conforme veiculado, o governo entende que a desoneração da folha não contribuiu para a recuperação da economia. No entanto, a desoneração da folha de pagamento foi instituída como política pública estruturante para TI e TIC, que foi um dos setores piloto. De acordo com dados consolidados pela Brasscom, enquanto esse regime tributário vigorou, entre 2010 e 2015, foram gerados mais de 95 mil empregos[1] no setor de TI, com forte formalização de mão de obra. A remuneração cresceu 14,3% ao ano, no período, atingindo R$ 28,8 bilhões, enquanto a receita bruta[2] chegava a R$ 78,1 bilhões, experimentando um crescimento anual de 12%.

Para Sergio Paulo Gallindo, Presidente Executivo da Brasscom, “os números mostram que a desoneração foi estruturante para o setor na medida em que aumentamos o faturamento das empresas, elevamos a remuneração dos nossos trabalhadores e, principalmente, crescemos e formalizamos a força de trabalho, o que redundou em maior arrecadação para o Governo”.

Caso a decisão não seja revista, o setor, que emprega aproximadamente 600 mil pessoas, pode perder mais de 83 mil postos de trabalho nos próximos três anos – o que representa quase 15% do total de seus trabalhadores, afirmam as quatro empresas. Com efeito, a folha de pagamento de companhias de serviços do setor pode alcançar uma expressiva proporção de seus custos totais, remetendo à dificuldade de absorção de um abrupto choque de custos decorrente do aumento da carga tributária.

“A lei da desoneração não foi um benefício e, sim, um planejamento do Governo, que cumprimos à risca. O setor de tecnologia, que é um dos que mais empregam no país, está sendo penalizado, mesmo tendo cumprido sua parte na formalização e geração de empregos. Precisamos mudar este cenário para que a oneração não seja prejudicial a todos”, afirma Marco Stefanini, CEO Global e fundador da Stefanini.

Risco externo

Se forem obrigadas a se submeter ao encargo proposto de 20% na folha de pagamento, as empresas perdem competitividade perante concorrentes externos. “O setor de TI pode retroceder 10 anos. Sendo um dos mercados com melhor qualificação, remuneração e que investe alto em P&D – só a TOTVS investiu R$ 1,4 bilhão nos últimos seis anos -, queremos igualdade de condições para software produzido localmente e fora do país para continuarmos gerando empregos de alto valor agregado, aumento de renda e preservarmos a competitividade do Brasil no âmbito global”, destaca Laércio Cosentino, CEO da TOTVS.

Segundo os executivos dessas empresas, não se trata de protecionismo, mas sim de equilibrar os custos tributários na produção para estimular a competitividade da indústria doméstica. Para eles, o ideal para garantir isonomia competitiva e menos informalidade nas relações trabalhistas seria a taxa em torno de 4,5% sobre o faturamento de softwares e serviços consumidos no Brasil, independentemente da sua origem e como obrigatoriedade para todos, pois a contribuição social se daria no momento do consumo e não em cima do trabalhador.

“Desde 2011, quando a mudança da incidência tributária foi implantada, até hoje, o setor de TI aumentou a arrecadação, gerou empregos, reduziu a informalidade e gerou igualdade nos softwares e serviços fabricados aqui frente aos desenvolvidos fora do país. Todos esses movimentos fortaleceram o setor de tecnologia no Brasil. Com a oneração da folha, regrediremos os avanços conquistados ao longo destes anos, fazendo o setor voltar para clandestinidade e informalidade, perdendo os investimentos no setor e reduzindo a arrecadação”, afirma Benjamin Quadros, CEO e fundador da BRQ.

Inovação sob ameaça

A reoneração da folha coloca em risco um dos segmentos de maior valor agregado na cadeia produtiva, com impactos e sinergias positivas sobre toda a atividade econômica no país. É a partir do desenvolvimento de novos produtos e serviços que a tecnologia da informação impulsiona a produtividade, a competitividade e a inserção do Brasil nas cadeias globais de inovação, garantindo mais emprego e renda.

“Provamos numericamente a vantagem da desoneração. O mundo está vivendo um momento de transformação e o Brasil não pode ficar para trás, pois tecnologia é o motor propulsor dessas mudanças. O setor de TI deseja preservar empregos e contribuir para a retomada da economia” Paulo Marcelo, CEO da Resource.

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Brasil participará da Mobile World Congress 2017

A Softex, em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) através do Brasil IT+, leva uma delegação de 16 empresas para participar do Mobile World Congress (MWC) 2017, o encontro mundial da indústria de mobilidade, que acontecerá de 27 de fevereiro a 02 de março em Barcelona – Espanha.

Há anos o evento reúne a comunidade global de líderes e as maiores empresas do segmento de tecnologia e telecomunicações. A expectativa dos organizadores é receber mais de 100 mil visitantes e mais de 2.200 organizações. Os executivos levam desses quatro dias de feira internacional as últimas tendências, avanços tecnológicos e as melhores práticas inovadoras necessárias para construir as futuras estratégias de TI.

A delegação do Brasil será representada pelas empresas: BWTECH, EiTV, Icaro Tech, Navita, Reddrummer, Sikur, Tokenlab, Vortigo, W5 Soluções, BRQ, Every TI, FH Cosultoria, Muxi, NEKIT, Senior e Stefanini.

Com um diversificado portfólio voltado para as necessidades e desafios de negócios em variadas indústrias e geografias, juntas as empresas ofertarão consultoria em TI, soluções empresariais móveis, desenvolvimento de apps, segurança e criptografia, sistema de controle de acesso, sistema de suporte a operações (OSS), gestão de dispositivos móveis (MDM) , gestão de custos de telecom (TEM), soluções para pagamentos, plataforma para mídia digital, análise e visualização dinâmica de dados, dashboards cognitivos e, é claro, não poderia faltar, internet das coisas (IOT).

Ruben Delgado, Presidente da Softex, estará presente no evento e comenta: “Devido às mudanças que estão ocorrendo ao redor do mundo, a participação Brasileira no Mobile World Congress deste ano é estratégica, cada dia mais os países estão se posicionando no que se refere a tecnologia de comunicação e o Brasil não fica de fora. A participação além de estratégica é obrigatória pois é uma vitrine de apresentação da nossa tecnologia para o mundo na maior feira do segmento, onde todos os países estarão presentes e nós estaremos lá.”

O Brasil também será representado pelo ministro de Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Gilberto Kassab, que fará a abertura oficial do estande do Brasil, no dia 27 de fevereiro às 18h.

Gilberto Kassab comenta que participar do GSMA Mobile World Congress, principal evento de tecnologia móvel do mundo, é muito importante para o ministro responsável pelas políticas públicas e as diretrizes de telecomunicações, inovações e tecnologia, pois esse “mundo” vai muito além do celular, e tem ganho importância, força e proporção cada vez maiores na vida das pessoas. “Estamos atentos aos avanços tecnológicos ao ponto de estarmos elaborando um Plano Nacional de Internet das Coisas (IoT), o qual, aproveitaremos a MWC, para apresentar alguns pontos já definidos desta regulamentação e discuti-los, inclusive com um foco social. No evento aproveitaremos para prestigiar o espaço da Softex, que neste cenário de conectividade, é essencial para o crescimento das empresas brasileiras de software e serviços de TI nos mercados nacional e internacional, especialmente por ser num setor tão competitivo e importante para o desenvolvimento econômico e social do país” completa o ministro.

A Softex prevê gerar USD 30 milhões de dólares em negócios em 12 meses, para o Brasil em mais de 100 reuniões de negócios que ocorrerão no evento, muitas delas já agendadas com players globais que visitarão o estande do Brasil.

Brasil no Mobile World Congress

Local: Fira Gran Via – Av. Joan Carles I, 64 – Barcelona
Estande: Hall 8.1 – estande E33

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Brasil IT+ apresenta amplo portfolio de soluções no Gartner Symposium/ITxpo 2014

Com um pavilhão integrado por 18 empresas, o Brasil terá uma participação de destaque em seu 11° ano consecutivo como patrocinador do Gartner Symposium/ITXPO, o maior e mais importante encontro anual de chief information officers (CIOs) e de líderes da indústria de TI dos Estados Unidos. O evento será realizado de 5 a 9 de outubro em Orlando, Flórida, e deverá receber mais de 9.000 visitantes entre formadores de opinião, analistas, consultores, executivos com poder decisório em grandes e médias companhias norte-americanas, incluindo 2.700 chief executive officers (CIOs) e mais de 290 fornecedores.

A iniciativa integra o programa de internacionalização competitiva de software e serviços de TI gerenciado pela Softex em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) e com o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). Seu objetivo é fomentar novas oportunidades de negócios no mercado internacional e fortalecer a imagem de competência da indústria nacional de software e serviços de TI, identificada no exterior pela marca Brasil IT+.

Irão compor o pavilhão brasileiro Brasil IT+ no Gartner Symposium/ITXPO as empresas Actminds, Apdata, Aurus, BRQ, Grupo HDI, Icaro, Ilegra, MC1, Mercado Eletrônico, Milldesk, Navita, Siena Idea, Sikur, Softexpert, STA Holding, Stefanini, Tokenlab e TOTVS. Elas levarão para a mostra um portfolio robusto contemplando desde aplicações de segurança, mobilidade e big data, até Business Process Management (BPM), Enterprise Resource Planning (ERP), e-Procurement, help desk e service desk, até soluções baseadas em nuvem, desenvolvidas sob demanda e serviços de consultoria.

“Recebemos este ano o reforço de duas companhias de peso em nosso pavilhão, a TOTVS e o Mercado Eletrônico. Além disso, cinco das empresas que compõem a delegação brasileira já estão presentes nos relatórios do Gartner, gerando um círculo virtuoso entre a organização, o analista e o cliente final. Outro ponto de destaque é que 11 já mantêm escritórios próprios nos Estados Unidos”, ressalta Fernando Cariello, consultor da Softex responsável pela participação do país no evento.

Considerado um mercado-alvo estratégico, os Estados Unidos vivem um momento de aumento em investimentos em TI superior à projeção de crescimento econômico. “É um mercado verdadeiramente global. A origem do fornecedor realmente não importa. Os clientes estão procurando a solução, sendo ela um produto ou serviço que reflita as melhores práticas da indústria, siga as normas exigidas e possa ser integrado ao processo de negócio da organização”, complementa Cariello.

“A TOTVS enxerga o mercado americano como uma nova oportunidade de crescimento alinhada à estratégia da empresa de se consolidar como uma companhia global. É também um mercado enorme e entendemos que, ao mesmo tempo em que aprendemos com ele, temos oportunidade de levar um conhecimento único em soluções verticalizadas e nossa plataforma de colaboração. Com isso em mente, buscamos construir uma rede de parceiros que conheçam o mercado americano e estejam interessados em construir conosco um portfolio inovador focado para esse mercado. O GartnerITxpo, além de destacar as principais tendências do mercado de tecnologia, possibilita a exposição de nossas soluções integradoras a um grupo de pessoas e empresas que valorizam e demandam inovação”, analisa Marcelo Eduardo Sant’ana, diretor de Mercado Internacional da TOTVS.

Participando do GartnerITxpo pela primeira vez, a Mercado Eletrônico, empresa líder em fornecimento de soluções e serviços para as áreas de Compras e Suprimentos, também aposta no potencial do mercado norte-americano. “O e-Procurement do Mercado Eletrônico movimenta mais de R$ 60 bilhões todo ano e contamos com cerca de um milhão de fornecedores em nossa base”, afirma Nei Tremarin, chief marketing officer (CMO) da companhia. “Estes números, somados à nossa experiência e atuação global, nos permitem fazer parte do Quadrante Mágico do Gartner de Strategic Sourcing Application Suites. Detacar-se nesse estudo e estar entre as brasileiras presentes no GartnerITxpo 2014 reforçam nosso posicionamento de liderança na área de compras”, acrescenta Tremarin.

Cesar Bertini, CEO da MC1, líder na América Latina no fornecimento de soluções para negócios e processos por meio da mobilidade, acredita que “fazer parte deste encontro é uma grande oportunidade de estreitar o nosso relacionamento com os nossos atuais clientes e com os analistas que já conhecem o nosso trabalho, pois já fomos citados em um relatório. Esta presença nos permite aproximar de prospects e formadores de opinião, abrindo perspectivas de negócios, como já ocorreu no passado”.

O consultor da Softex lembra que as empresas brasileiras presentes ao GartnerITxpo 2014 já atendem clientes globais com as mais variadas necessidades em TI e se sobressaem em relação a outros players do setor por seu diferenciado capital tecnológico, tais como profissionais alinhados com a cultura ocidental, localização geográfica e fuso horário favorável.

Tendo como tema “Conduzindo o Negócio Digital” (Driving Digital Business) e como keynote speakers Satya Nadella, chief executive officer (CEO) da Microsoft, e Steve Wozniak, cofundador da Apple, Inc. e cientista chefe da Fusion-IO, esta edição do Gartner Symposium/ITxpo 2014 deverá receber 9000 expositores e ser visitada por 2.700 chief information officers (CIOs).

“Desde a nossa primeira participação no Gartner Symposium/ITxpo, em 2004, o evento se firmou como um dos mais importantes de nossa grade internacional. Podemos afirmar que a percepção do mercado norte-americano sobre a tecnologia “made in Brazil” mudou muito. Esse encontro não só permite apresentar ao mercado norte-americano nosso capital tecnológico, mas é também uma oportunidade para contatarmos formadores de opinião com poder de influência em decisões de compra e organizações com as mais variadas necessidades em TI”, avalia Gláucia Chiliatto, gerente internacional da Softex.

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