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Blockchain e seu papel na contabilidade

O blockchain nasceu ligado à bitcoin. Apesar da associação direta, esse tipo de base de dados, vai muito além das criptomoedas.

Para contabilidade, por exemplo, os benefícios são tão significativos que vão afetar (para melhor) a rotina tributária das pessoas físicas e jurídicas. O Livro Razão – modelo obrigatório, porém ultrapassado, de aferição contábil das empresas foi atropelado pelo blockchain, que funciona, também, como um livro contábil, com o registro de todas as transações.

Essa tecnologia é um caminho para os contadores, quase que uma tendência – apesar de ainda pouco fomentada. De acordo com pesquisa da Thomson Reuters, apenas 4% dos entrevistados selecionaram ‘blockchain’ como um modelo de grande impacto em seus negócios em 25 anos.

“É uma plataforma revolucionária e inviolável, que vai transformar a economia global. Uma cadeira de dados descentralizada e segura. A contabilidade é uma das primeiras a sentir este movimento. Aqueles que não se aprofundarem no assunto, têm muito a perder”, avalia Claudio Cifali, empresário contábil e especialista de outsourcing.

As informações armazenadas no sistema, criado em cima da tecnologia P2P, são resistentes a alterações e não podem ser modificadas retroativamente, ou seja, os registros são à prova de adulteração. Desta forma, o sistema coibirá fraudes e sonegações.

Embora a adoção da tecnologia seja fundamental, com a otimização dos processos, muitos profissionais vão perder espaço, inclusive na área de contábil. “A cada 10 funcionários, oito fazem os registros. Se essas informações vão vir prontas com a implementação do blockchain, não vai ter mais papel para esses profissionais. Ou eles se reinventam ou vão perder funcionalidade”, pondera Claudio Cifali.

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GFT figura no último relatório da Gartner sobre blockchain

Para bancos, seguradoras e provedores de serviços de pagamento, o blockchain oferece agora soluções que não eram possíveis com as tecnologias convencionais de antes. Um exemplo disso é o faturamento avançado (advanced invoicing), que usa uma solução de blockchain para fornecer economias de custo significativas no mundo real e reduzir drasticamente o risco de fraude.

Uma das principais conclusões do relatório da Gartner foi como o pool de experientes fornecedores de serviços de blockchain está expandindo rapidamente, com os serviços de consultoria existentes sendo complementados pela expansão de provedores de serviços especialistas em blockchain. Como o interesse em cases de blockchain aumentou para além das ofertas de serviços financeiros originais, toda a geografia e todo setor vertical agora têm uma infinidade de provedores específicos.

Como mencionado no relatório da Gartner: “A GFT oferece aproveitamento de ponta-a-ponta de soluções de blockchain e de DLT para resolver desafios de negócios e apoiar a criação de ‘provas de conceitos’ (POCs) para testar soluções potenciais, seguido de expansão para aplicações industriais quando apropriado. ”

O relatório também destaca várias fraquezas no mercado atual. “Todavia, há uma escassez de pessoal qualificado que entenda a tecnologia blockchain e que consiga ajudar a alinhar essa solução com potenciais negócios”. Isso, no entanto, é um dos pontos fortes dos serviços de blockchain da GFT, especialmente porque a companhia também tem uma vantagem adicional, com recursos nearshore, para redução ainda maior dos custos.

Em 2015, a GFT Reino Unido criou um modelo para DLTs dentro do setor de commodities. A criação deste aplicativo fazia parte de um programa ainda em curso, chamado “Projeto Júpiter”, cujo objetivo é incubar ideias de negócios disruptivos e de soluções de prototipagem rápida em torno da tecnologia blockchain. Desde então, foram implementados protótipos na Alemanha, Itália, Espanha e Reino Unido para vários cases, incluindo: empréstimos, transações de pagamento, fundos distribuídos e compensação e liquidação transnacionais.

Por exemplo, um aplicativo foi criado para o Royal Bank of Scotland com base no ethereum para testar o conceito de pagamentos interbancários entre uma rede conectada de bancos. A prototipagem flexível dos cases na incubadora GFT e nos Laboratórios de Inovação Digital da companhia permite que os desenvolvedores rejeitem rapidamente abordagens não promissoras e invistam apenas em design eficazes. A GFT tem como objetivo ajudar seus clientes a entender as inúmeras maneiras pelas quais eles podem alavancar o DLT e estabelecer os seus próprios modelos de negócios viáveis.

De acordo com o managing director latam da GFT, Marco Santos, “a inclusão no relatório do Gartner enfatiza que a GFT é vista como um player estratégico para transformação digital baseada em Blockchain e Ledger Distribuído”. Já Richard Miller, chefe de estratégia de tecnologias disruptivas da GFT, afirma que “nós estamos vendo um enorme interesse de clientes que desejam examinar como a tecnologia de Ledger Distribuído pode agregar valor aos seus negócios. As empresas estão reconhecendo que agora é a hora de utilizar DLT e blockchain para cases não críticos que têm potencial para ser verdadeiramente transformadores”.

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Blockchain: a tecnologia que transforma o setor financeiro

Por Guilherme Mairene Rodrigues

Com um público cada dia mais conectado, os bancos possuem o desafio diário de se reinventar, desenvolver novas plataformas e melhorar os seus processos internos. O blockchain, desenvolvido em meados de 2008, vem se tornando a tecnologia chave do sistema financeiro e promete ser um grande aliado para a modernização do setor durante os próximos anos, especialmente na forma de realizar pagamentos. A ferramenta – também conhecida como encadeamento de blocos – permite o envio de moedas virtuais, como o Bitcoin, e a criação de um registro dessas transações de forma rápida, segura e transparente, diferente dos meios tradicionais.

Além disso, devido ao potencial para redução de custos e aplicabilidade, muitos bancos e startups já começaram a explorar e implementar o sistema. A tecnologia tem sido eficaz porque simplifica a distribuição e descentraliza as informações. Por meio de um livro de registro, dados de todas as operações realizadas são armazenados, com isso, nenhuma transação pode ser manipulada, ou seja, nenhum usuário pode alterar um único byte de informação dos processos já realizados.

Entre suas variadas aplicações, os pagamentos internacionais são os mais visados no momento, pois permitem a transferência de valores para qualquer lugar do mundo, de forma instantânea e sem intermediadores. Esta plataforma poderosa também está aberta para os registros contábeis de empresas em geral, universidades, entre outras entidades. O fato é que a inteligência blockchain será capaz de promover grandes mudanças nos métodos corporativos, com a implantação do mercado das criptomoedas, que vem crescendo a cada dia.

A tendência já é realidade em muitos bancos internacionais com a criação de suas próprias criptomoedas (Ripple, por exemplo). Diversas empresas já aceitam o Bitcoin como pagamento de seus serviços, pois os recursos para administrar a moeda virtual são inúmeros, como a criptografia de dados, a conversão de moedas, a verificação de autenticidade da informação, o backup automático ou manual de suas informações, entre outros. Além de altamente segura e inteligente, a tecnologia do blockchain possibilita o investimento em diferentes áreas de atuação no mercado – sendo este um grande passo para asegurar a competitividade no setor.

Guilherme Mairene Rodrigues é Principal of Technology da FH, empresa de tecnologia especializada em processos de negócios e software.

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FGVcelog e CSCMP realizam palestra sobre Blockchain e Supply Chain

O Centro de Excelência em Logística e Supply Chain (FGVcelog) da Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getulio Vargas (FGV EAESP) e o Council of Supply Chain Management Professionals RoundTable Brazil (CSCMP) realizam, na quarta-feira (11), a partir das 19 horas, a palestra sobre: “Cadeia de Valor, Colaboração, Digitalização e Blockchain”.

O evento contará com a participação do doutor em Migração Industrial e Estratégias de Harmonização, Silvio Stephan, CEO da Orbit Logistics AG; Marcos Isaac, VP of Programs, do CSCMP RoundTable Brazil e Eduardo Henrique Diniz, da FGV EAESP. A mediação ficará por conta dos organizadores: Priscila de Souza Miguel, Coordenadora da FGVCelog e Marcelo Schmitt, Presidente do CSCMP RoundTable Brazil.

O debate vai discorrer sobre como a transformação das Cadeias de Abastecimento (Supply Chains) em Cadeias de Valor dependem de colaboração, agora alavancadas por novas tecnologias e a digitalização das Cadeias de Suprimentos, com o advento do Blockchain.

Esse evento é o primeiro da série “Diálogos de Supply Chain”, que ocorrerá ao longo de 2018 e que tem como destaque temas relacionados às tendências da Supply Chain em todo o mundo. Esta iniciativa é resultado da recente parceria firmada entre as instituições e tem como objetivo valorizar o profissional deste segmento em todo o Brasil.

O ciclo de palestra é aberto ao público e ocorrerá sempre na FGV, em São Paulo. Informações e inscrições: 11 3799-7946 – celog@fgv.br.

Cadeia de Valor, Colaboração, Digitalização e Blockchain (evento Internacional com tradução simultânea)

Data: 11 de abril de 2018

Horário: das 19h00 às 22h00

Local: FGV – Rua Itapeva, 432 – sala nove de julho

Inscreva-se: 11 3799-7946 – celog@fgv.br

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Como evitar as armadilhas de performance quando existe um bloqueio de Blockchain

Por David Jones, Diretor de Vendas da Dynatrace

Um dos principais marcos da tecnologia nos últimos 12 meses foi o crescimento de valor do Bitcoin. As bolsas digitais tiveram picos enormes de tráfego, causando, em alguns casos, até a falta da moeda virtual. Em novembro de 2017, por exemplo, duas das maiores corretoras de criptomoeda, a Coinbase e a Gemini, saíram do ar, tornando impossível para muitos usuários a realização das transações com a moeda digital. O resultado dessa falha foi uma queda drástica de 20% no valor do Bitcoin durante este período.

Naquela época, a Coinbase relatou que um dos níveis mais elevados de tráfego na Web contribuiu para a queda do sistema. No entanto, essa não foi a primeira vez que a corretora passou por problemas. No início de 2017, a Coinbase quebrou após uma compra frenética originária da Ásia, de investidores japoneses que correram para comprar a criptomoeda após ela ter se tornado juridicamente legal. A corretora adotou uma abordagem honesta quanto ao caso e o CEO, Brian Armstrong, avaliou que a empresa espera ter menos interrupções no futuro, durante períodos de alto volume de tráfego.

Blockchain está tornando as coisas difíceis?

A baixa performance não é algo que as empresas e consumidores modernos aceitarão, por isso, essas questões precisam ser controladas. O que dificulta a cotação de Bitcoins? O Bitcoin é um precursor do uso de Blockchain, que se trata de uma lista crescente de registros chamados blocos, conectados e protegidos por criptografia. Esses registros fornecem meios verificáveis de como documentar as transações.

Enquanto Blockchain se espalha pelas redes, o ônus de como essa tecnologia se comporta e funciona cairá nas equipes que integram as redes de descentralização em suas “pilhas tecnológicas”. No entanto, o uso de Blockchain na Web e em Nuvem acontecerá em ambientes de TI muito complexos, que certamente incluirão recursos de computação escalável, existentes apenas de maneira temporária. Não é apenas isso, mas Blockchain processará milhares de transações por minuto e a escala vai criar desafios de monitoramento, mesmo para as organizações de TI mais avançadas. Essa explosão de transações e complexidades exigirá uma abordagem de monitoramento totalmente inovadora.

Monitore e rastreie para entender a cadeia

Monitorar Blockchain requer visibilidade em toda a estrutura tecnológica e em todas as transações digitais que são processadas por essa tecnologia. Você não pode ignorar as solicitações ou informações de amostra/acelerador ao administrar Blockchain. Não pode acreditar cegamente que aplicações, serviços, processos, redes ou infraestruturas estão sempre fornecendo 100% de disponibilidade e performance otimizada.

No entanto, as equipes de TI também precisam entender os insights gerados por meio dos processos de monitoramento e, a partir desse conhecimento, os recursos deterministas de Inteligência Artificial (IA) serão essenciais. Ao utilizar algoritmos customizados de Machine Learning, as organizações podem autodescobrir e autoestabelecer os 100% do tráfego de rede, do consumidor final à aplicação de Blockchain e à sua Infraestrutura de TI. Esse mapa gerado pela IA fornecerá uma compreensão completa de todas as entidades, relacionamentos e dependências envolvidas na operação de Blockchain, baseada em uma aplicação e ajudando as equipes de TI a determinarem o impacto dos eventos relacionados à performance e o responsável pelas causas que possam surgir.

Porém, a compreensão é apenas uma parte do quebra-cabeça. O próximo passo é utilizar como base os algoritmos de Machine Learning para estabelecer, comparar períodos e criar visualizações de dados multidimensionais, com o objetivo de determinar e classificar problemas que possam ocorrer de maneira inevitável nos ambientes complexos que utilizem Blockchain. Como resultado, as empresas podem desenvolver autorregeneração de suas aplicações em Blockchain. Se uma aplicação dessa tecnologia estivesse com algum problema de memória, por exemplo, a Inteligência Artificial determinista (Machine Learning) poderia detectar esse estado e iniciar uma correção de ajuste da configuração de memória automaticamente, mantendo a capacidade da aplicação para processar os blocos de informações.

Blockchain possui aplicações mais amplas

O monitoramento de performance de Blockchain será fundamental para as empresas evitarem falhas como as que observamos hoje na bolsa de valores de Bitcoins. Mas não é apenas o valor de Bitcoin que pode ser afetado pelas falhas. Blockchain possui outras aplicações fora do mundo financeiro que podem ser afetadas.

Por exemplo, em uma cadeia de fornecimento, as aplicações de Blockchain rastreiam os bens à medida que se movem e nessa mesma cadeia, organizando melhor os dados de rastreamento e colocando-os em uso. O Walmart está trabalhando atualmente com a IBM para utilizar a tecnologia de Blockchain, com o objetivo de rastrear as mercadorias durante cada etapa da cadeia de fornecimento – distribuindo alimentos frescos para os consumidores com mais rapidez e fornecendo rastreabilidade completa em todo o processo. Porém, uma falha nesse caso poderia significar a perda de visão do estoque ou de bens, simplesmente por não estar no local e no momento correto, diminuindo assim a entrega para os consumidores e criando um impacto negativo em suas experiências.

À medida que o uso de Blockchain se torna mais generalizado, deve ser muito importante não monitorá-lo. Embora possa parecer como um outro tijolo na parede da complexidade de TI, com uma gestão adequada, Blockchain pode se encaixar perfeitamente no ecossistema digital e fornecer valor, ao invés de muitas dores de cabeça para as equipes de TI.

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IBM anuncia investimento de US$ 5,5 milhões no primeiro hub de soluções dedicado à blockchain na América Latina

A IBM anunciou hoje que está investindo US$ 5,5 milhões, até 2020, no primeiro hub de soluções dedicado à blockchain na América Latina, expandindo sua atuação com a tecnologia na região. Os clientes da IBM poderão obter todas as vantagens da plataforma de blockchain em IBM Cloud, além de contar com altos níveis de segurança e proteção, fornecidos pelos mainframes IBM Z.

De acordo com a IDC, a tecnologia blockchain na América Latina terá um dos crescimentos acumulados mais acelerados até 2021, de 127,3%. A plataforma blockchain é preparada para empresas, projetada para acelerar o desenvolvimento, governança e operação dos clientes. Com este investimento, a IBM oferecerá um lugar único para desenvolver todo o ciclo de vida de uma solução de negócios de blockchain, desde sua origem, em IBM Cloud.

“Continuamos expandindo as capacidades de IBM Cloud no Brasil, agora com nosso novo hub de soluções de blockchain. Essa é a resposta à crescente demanda de clientes que necessitam de infraestrutura e plataforma confiáveis para ajudá-los a competir no mercado local e global”, explica Marcos Paraiso, líder de IBM Watson & Cloud Platform da IBM Brasil. “Este anúncio permitirá que clientes adotem novas formas inovadoras de negócio e demonstra o compromiso da IBM com a nossa região.”

O hub de soluções de blockchain está conectado ao IBM Cloud Garage, recentemente anunciado em São Paulo, que reúne as práticas de Design Thinking, Agile e DevOps na IBM Cloud para ajudar as empresas de todos os portes a desenvolver rapidamente novos aplicativos e MVPs (Minimum Viable Products).

Com este hub dedicado, o Brasil se une a um grupo selecionado de outros 5 países – Inglaterra, Estados Unidos, Canadá, Japão e Alemanha – que possuem infraestrutura de data center de IBM Cloud com capacidades de Blockchain. Os centros estão protegidos com altos níveis de segurança da indústria oferecidos por IBM Z.

O hub de soluções de blockchain tem previsão para iniciar suas operações no segundo trimestre de 2018.

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Mosaico University lança curso de blockchain para advogados

A Mosaico University é uma nova iniciativa do grupo Mosaico Digital Assets, que nasce com o objetivo de preparar e capacitar profissionais acerca dos assuntos e transformações vividas pela atuação do blockchain nos mais diferentes segmentos de negócios.

“O blockchain está transformando diversas indústrias e acreditamos que, em pouco tempo, todos serão afetados, de alguma forma, por essa tecnologia.. Por isso, decidimos fundar a Mosaico University, nascendo com o propósito de preparar líderes, empresas e universitários para as mudanças em seus respectivos setores”, explica Ythalo Silva, CEO e fundador da Mosaico Digital Assets.

O próprio setor jurídico já enfrenta desafios relacionados, por exemplo, à regulação de ativos digitais (como criptomoedas) ou, ainda, no desenvolvimento de “contratos inteligentes”. Essas são algumas das transformações pelas quais o segmento passa, o que indica que, muito em breve, advogados e profissionais do setor deverão se adaptar a uma nova indústria legal. O primeiro curso, Blockchain no Direito, acontece no próximo dia 7 de abril, na Avenida Faria Lima, em São Paulo, das 8h30 às 18h. As vagas são limitadas e podem ser reservadas diretamente pelo link, ao preço de R$ 799. Seu conteúdo foi preparado especialmente para advogados e profissionais do setor que pretendem se atualizar frente aos novos desafios e mercados de atuação gerados pelo blockchain.

Além do segmento jurídico, serão oferecidos treinamentos para outros setores como o de logística, meios de pagamento e até mesmo educação, esporte e saúde. Todos os conteúdos são planejados e preparados por profissionais do respectivo setor, em conjunto com especialistas em Blockchain. Garante-se, assim, tanto uma aprendizagem com visão negocial dos respectivos business, como uma abordagem técnica da tecnologia.

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Stefan Rehm, da Intelipost: “O blockchain é o futuro da logística da distribuição”

Em parceria com a IBM e Oracle, empresa vai desenvolver a primeira solução do gênero no Brasil voltada para a movimentação de carga fracionada.

Utilizada em diversas cadeias logísticas pelo mundo e responsável por implantar processos confiáveis, transparentes e seguros, a tecnologia Blockchain começa a virar realidade no Brasil. A Intelipost, empresa especializada em consultoria e tecnologia para gestão de transportes para e-commerces, é um exemplo. Em parceria com a IBM e a Oracle, vai desenvolver ainda este ano a primeira solução do gênero no Brasil voltada para o transporte de cargas fracionadas.

“Sinceramente acredito que o blockchain é o futuro da logística da distribuição. Obviamente que é um processo que envolve a participação de vários outros players, mas investiremos fortemente nisso. A Magazine Luiza vai, inclusive, entrar com a gente em uma operação em São Paulo”, afirma Stefan Rehm, fundador da Intelipost. A empresa vai apresentar a novidade durante a Intermodal South America, que acontece de 13 a 15 de março no São Paulo Expo, na capital paulista.

O tema integra, ainda, a programação de palestras da XXI Conferência Nacional de Logística (CNL), organizada pela Associação Brasileira de Logística (Abralog) e que acontece, pela primeira vez, durante o evento. Luiz Gustavo da Silva Ferreira, da IBM, e Bernardo Madeira, da Smartchains, falarão sobre a “Transformação e Inovação na Cadeia de Suprimentos com o uso do Blockchain” no dia 14 de março, a partir das 14h30.

Cadeia de Valor

O Blockchain é uma tecnologia que descentraliza as medidas de segurança, compartilhando bases de registros e dados entre os agentes de um processo. Um case de sucesso é da joint venture que reúne a empresa de transporte marítimo de contêineres A.P. Moller-Maersk e IBM. A parceria já possibilitou o aperfeiçoamento de operações de transporte de flores do Quênia, laranjas da Califórnia (EUA) e Abacaxis da Colômbia para a Porto de Roterdã, na Holanda.

“A Maersk nos informou que, em um determinado momento, uma das operações envolvia mais de 30 pessoas no despacho e recebimento de carga e mais de 200 interações nos processos burocráticos. Com a adoção do sistema, o número de pessoas envolvidas e processos diminuiu drasticamente. A burocracia pode impactar em até um quinto o custo total de transporte por contêiner”, explica Regina Nori, líder de soluções técnicas da IBM Brasil.

Segundo a executiva, quando o experimento foi iniciado, o foco maior era fazer o tracking da carga, mas percebeu-se que existia uma burocracia gigantesca nos processos. Com o passar do tempo, o foco passou a ser também reduzir o volume documental, o chamado paperless trade, o que diminui o risco de erro e a incidência de fraudes.
Para Stefan Rehm, o mercado brasileira precisa estar aberto a esta inovação. “Eu concordo que é um desafio trazer o Blockchain para o Brasil, porque a tecnologia é muito nova, mas se todos esperarem o momento certo chegar, ele nunca chega. É um desafio, mas somos empreendedores. Se não investirmos agora, outros virão. Não acredito que a tecnologia seja cara, mas sim todo o processo de treinamento e adoção dos procedimentos pelo mercado”, aponta.

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Fintech usa tecnologia blockchain para remessas internacionais

A BeeTech, startup brasileira provedora de infraestrutura para pagamentos internacionais, é a primeira fintech brasileira a entrar para a RippleNet – a principal rede de blockchain da Ripple, que permite às instituições financeiras realizarem remessas internacionais de forma rápida e com baixo custo. As transações chegam a ser 50% mais baratas e os pagamentos podem ser realizados em apenas segundos – até então, o tempo médio era de dois dias úteis.

Com a parceria, a BeeTech alcançará um novo passo para atender as necessidades dos clientes, reduzindo os custos e liquidando as remessas no mesmo dia. “A parceria da BeeTech com a Ripple nos dá um vislumbre do futuro que vem sendo desenhado para as transferências internacionais. Com o uso de tecnologias como o blockchain e a conexão de players do mundo todo com filosofias semelhantes, as fronteiras para uma vida global estão cada vez menores. A rede da Ripple proporciona uma solução escalável, segura e de alta velocidade para movimentação de valores, algo que vem se tornando fundamental para facilitar a vida de empresas e pessoas a nível global. Acreditamos que essa parceria nos deixa mais próximos de alcançar a nossa missão de criar um mundo sem fronteiras financeiras”, diz Fernando Pavani, CEO da fintech.

A Ripple fornece uma experiência sem atrito para envio de dinheiro internacional. Ao se juntar a crescente rede global, as instituições financeiras podem processar os pagamentos de seus clientes em qualquer lugar do mundo com a segurança da tecnologia blockchain, que garante o registro total de todas as transações, utilizada pelo novo parceiro da BeeTech. Além disso, os bancos e provedores de pagamentos podem usar a ferramenta digital XRP para, futuramente, reduzir seus custos e alcançar novos mercados.

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Agibank adota padrão de criptografia do blockchain

O Agibank está sempre investindo em novas tecnologias e buscando o que há de mais moderno e atual para garantir total segurança e agilidade para os seus clientes. O padrão de criptografia utilizada no Blockchain está sendo implantado pelo Banco nas transações financeiras realizadas pelos canais digitais.

O modelo de criptografia do Blockchain funciona como um registro de informações digitais que atua de forma descentralizada. Os elementos armazenados são distribuídos entre todos os pontos da rede, tornando-se quase impossível apagar ou modificar as informações isoladamente.

“Ao contrário dos Bancos tradicionais que investem altos valores em tokens físicos, optamos por desenvolver internamente uma solução muito mais sustentável, moderna, prática que utiliza uma tecnologia de ponta. Estamos implantando um segundo fator de autenticação, desenvolvido internamente, utilizando o QRCode, para transações pelo internet banking e troca de chaves criptográficas para transações realizadas pelo aplicativo” explica Fernando Castro, CIO do Agibank.

Ao realizar uma transação no internet banking, a própria aplicação irá gerar um QRCode, que será capturado pelo aplicativo para autorização das transações. Quando se trata das operações realizadas no mobile, a autorização será realizada através de criptografia assimétrica com geração de par de chaves criptografadas para cada usuário.

Desta forma as transações realizadas através dos canais digitais serão assinadas digitalmente de forma transparente para o usuário.

“O QR Code já é uma tecnologia utilizada pelos nossos clientes que tem no seu aplicativo um meio de pagamento inovador. Agora também será utilizado para garantir ainda mais segurança nas transações, tudo na palma da mão e primando pela facilidade de uso aos nossos clientes”, destaca Castro.

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‘Blockchain e Criptomoedas: o Futuro das Transações Digitais’ é tema de Seminário LIDE Next Solutions

Executivos de empresas proeminentes do segmento debaterão, na capital paulista, as tendências dessas tecnologias, em 21 de fevereiro

“Blockchain e Criptomoedas: o Futuro das Transações Digitais” é o tema do Seminário LIDE Next Solutions, promovido pelo LIDE – Grupo de Líderes Empresariais. Alan Chusid, sócio-fundador do Banco Neon; Fabio Silva, CEO da Latoex; Fernando Ulrich, economista-chefe de Criptomoedas da XP Investimentos; Joel de Souza, fundador e CEO da BRE Coins; Thiago Augusto, CEO da Transfero Swiss/Bit.One; Ricardo Guimarães, sócio-fundador da BIT Capital e Hélio Moraes, sócio da Pinhão e Koiffman Advogados, irão debater o assunto sob a liderança de Luiz Fernando Furlan, chairman do LIDE. O evento será realizado na quarta-feira, 21 de fevereiro, das 19h às 21h30, no Auditório da Sociedade Brasileira de Coaching (SB Coaching), Vila Olímpia, na capital paulista.

O evento reunirá altos executivos das principais empresas do segmento. A XP Investimentos é considerada a maior corretora independente do Brasil, com mais de 15 anos de experiência no mercado, 450 mil clientes ativos e R$ 90 bilhões sob custódia. Dentro do mercado de moedas digitais, a Bit Capital foi formada pela união de quatro alunos das melhores faculdades de administração do país, FGV e INSPER, e encontrou a oportunidade em atuar no mercado em ampla expansão de moedas digitais alinhando a formação acadêmica junto ao aprendizado dentro de renomadas instituições do mercado financeiro nacional e internacional. O crescimento se tornou exponencial e hoje a Bit Capital se tornou incubada do maior escritório de advocacia da América Latina, Pinheiro Neto Advogados.

Outra empresa presente no debate, com seu principal executivo, é a BRE Coins, que atua no mercado de moedas digitais, com o objetivo de se tornar a principal referência na comercialização e produção de conteúdo no seguimento de criptomoedas da América Latina. Fintech com sede em Belo Horizonte, o Banco Neon é totalmente on-line, com foco no público jovem. Além dessas, a Latoex é a primeira plataforma de tokenização e negociação de ativos da América Latina usando blockchain.

Ainda dentro do segmento de bitcoins, a Transfero Swiss AG é especializada em produtos de investimento em criptografia e ativos digitais, incluindo a guarda de tokens digitais. A Bit.One, subsidiária brasileira da Transfero Swiss AG, é responsável pelo desenvolvimento e venda do gateway de pagamento bitcoin. Com mais de 90 mil clientes diretos e indiretos, a Bit.One é o principal processador de pagamento de bitcoin no Brasil.

No segmento de assessoria às empresas interessadas nesse mercado, o escritório Pinhão & Koiffman Advogados, fundado há 16 anos em São Paulo, atua na consultoria em legislação de Tecnologia da Informação e Telecomunicações.

Anfitrião do encontro – ao lado de Silvio Genesini, presidente do LIDE Tecnologia -, Luiz Fernando Furlan destaca o quanto é imprescindível atualizar-se sobre as novas tecnologias, que desempenham um grande papel na mudança dos negócios. “Estamos passando por uma revolução nesse campo, com impactos importantíssimos para a economia brasileira e mundial. Neste momento sensível que enfrentamos no País, é fundamental conhecer o potencial das novas tecnologias como aliadas para o desenvolvimento dos negócios”, afirma o chairman do LIDE.

Esta edição do Seminário LIDE NEXT SOLUTIONS contará com o patrocínio de grandes empresas: BIT CAPITAL, BIT.ONE, BRE COINS, LATOEX, LTX CAPITAL e WALLTIME. O apoio é da PINHÃO E KOIFFMAN ADVOGADOS, SOCIEDADE BRASILEIRA DE COACHING e WEWORK. Como fornecedores oficiais estão CDN COMUNICAÇÃO, CORPORATE IMAGE e ECCAPLAN. REVISTA LIDE, LIDE PLAY e PR NEWSWIRE são mídia partners do evento.

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IBM ajuda a construir o futuro da América Latina com Inteligência Artificial, Cloud e Blockchain – Por Ana Paula Assis

Nos últimos anos, vimos empresas de todo o mundo se reinventando digitalmente, transformando seus modelos de negócio e criando novas experiências para seus clientes. As inovações que antes levavam meses para chegar ao mercado hoje ocorrem em apenas poucos dias.

A América Latina não está alheia a este movimento. Segundo o IDC, somente nos 2 últimos anos, o investimento em inteligência artificial triplicou na região e o investimento mundial em sistemas cognitivos e inteligencia artificial chegará a 42 bilhões de dólares em 2020.

O combustível deste fenômeno é o mar de dados. Atualmente são gerados mundialmente 2,5 bilhões de gigabytes por dia, o equivalente a 170.000 jornais distribuidos a cada uma das 7 bilhões de pessoas em todo mundo. Até 2020, este número aumentará exponencialmente.

Desta forma, os dados são o novo recurso natural do século XXI; mas também podem ser um problema. Isso porque 80% dos dados não são estruturados, ou seja, são invisíveis aos sistemas computacionais tradicionais e, por isso, não são explorados de maneira adequada.

Quem terá vantagem competitiva neste mundo onde praticamente todos são digitais? Aqueles que tenham capacidade de gerenciar esses dados de maneira inteligente para tomar decisões assertivas – que representam hoje somente um terço das decisões tomadas. A inteligência artificial pode gerar esta capacidade de encontrar informação útil dentro dos ‘dados obscuros’, ou seja, gerar valor nesses dados invisíveis.

Na América Latina, a IBM já está ajudando centenas de empresas de todos os tamanhos a tirar proveito das soluções de inteligência artificial empresarial, associadas ao expertise de indústria, para transformar seus própios negócios. De fato, 2017 foi O ano da adoção de IBM Watson na nossa região. Dezenas de casos reais em saúde, educação, varejo, bancos, assim como no turismo, cultura e outras áreas, evidenciam o poder da inteligência artificial para redefinir as indústrias e profissões, além de capturar oportunidades que eram impensadas até agora.

Essa tendência é apenas o começo. Um recente estudo da IBM mostrou que 50% dos CEOs planejam adotar computação cognitiva até 2019. Queremos que cada empresa e cada profissional possam aproveitar ao máximo todo conhecimeto gerado pela imensidade de dados produzidos todos os dias.

Por isso, a IBM está impulsionando a transformação das empresas na América Latina com a inteligência artificial, a computação em nuvem e blockchain, com convicção de que as organizações que coletam, armazenam, administram e processam dados têm a obrigação de tratá-los com responsabilidade.

A confiança e transparência são os ativos mais valiosos na operação de toda instituição. Na IBM, levamos essa confiança muito a sério, gerenciando os dados dos nossos clientes com base em práticas e princípios éticos.

Também estamos conscientes da necessidade de desenvolver novas capacidades e conhecimentos nos profissionais de hoje e de amanhã, para que possam capitalizar todos os benefícios que estas tecnologias trazem. Segundo dados do World Economic Forum, 65% das crianças que estão na escola primária hoje trabalharão em empregos que não existem atualmente.

A atuação conjunta das instituições públicas e privadas em educação na América Latina será de vital importância para aproveitar as oportunidades que surgirão em um futuro muito próximo. Para isso, já estamos trabalhando com instituições como Saint Paul, no Brasil, e Innova Schools, com a Cognitiva, no Peru, com objetivo de ajudar a redesenhar esses “skills”, utilizando capacidades de inteligência artificial.

Este ano celebramos nosso centenário na América Latina. En 1917 nos tornamos a primeira sede da IBM fora dos Estados Unidos. Durante esses 100 anos, contribuímos com as transformações e avanços da região, comprometidos com o progresso das organizações e da sociedade. Para nós, 2018 já começou e estamos preparados para acompanhar as empresas da região a construir uma nova era de conhecimento e crescimento exponencial: a era cognitiva.

Ana Paula Assis, Gerente Geral da IBM América Latina

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