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Os novos desafios de segurança digital do delivery brasileiro

Por Anderson França, CEO da Blockbit

Você já pensou em como o serviço de entrega de um restaurante pode impactar a sua privacidade? Saiba, então, que a segurança dos dados pessoais estará cada vez mais no centro das discussões de nossas vidas nos próximos anos, inclusive na hora de pedir o seu jantar. O tema é preocupante e se torna ainda mais importante agora, em tempos de isolamento social, já que estamos compartilhando informações para uma infinidade de empresas e de entregadores. Diante desse novo ambiente, até mesmo a compra daquela pizza de sexta à noite pode estar sendo alvo de um hacker. Já imaginou?           

Pode parecer exagero pensar assim, mas a segurança digital será um item prioritário para pessoas e empresas. A transformação imposta pela pandemia tem feito com que restaurantes e bares precisem se preparar para uma nova era no uso de informações, com registros específicos de clientes, armazenando dados e efetuando transações com segurança. Em outras palavras, à medida que os pedidos chegam pela web, eles precisam acompanhar o aumento de volume não apenas em suas cozinhas e fluxos de entregas, mas também na proteção de toda a estrutura digital.

Segundo pesquisas de consultorias nacionais, a área de entregas praticamente dobrou de tamanho no Brasil durante os primeiros meses da pandemia, impulsionada principalmente pelo setor de alimentação. Como resultado, temos presenciado uma explosão de novos aplicativos e serviços – que nem sempre entregam a segurança digital.

Motivos para vivermos essa ascensão do delivery, evidentemente, não faltam. O maior deles é que o uso dos aplicativos de entrega tem sido o caminho fundamental para a sobrevivência de vários restaurantes e bares que tiveram movimento reduzido por conta das medidas de restrição. Não por acaso, aliás, temos visto seguidamente o aumento no número de compras para entrega, até mesmo em ramos que, no passado, sequer planejavam esse formato de vendas.

Seja como for, empresários do mercado devem entender que ter atenção aos dados dos clientes é uma questão vital para a manutenção de suas operações em longo prazo. Estudos globais indicam, por exemplo, que mais da metade dos clientes que estão pedindo suas compras em casa deverão continuar com os pedidos on-line como uma forma de consumo mesmo após o fim da pandemia.

 Isso significa que bares e restaurantes já não podem mais se dar ao luxo de ficar off-line nem que seja por um minuto sequer. É preciso garantir alta disponibilidade das redes, com proteção sempre em dia. Empresários do setor deveriam entender, portanto, que a conexão de suas marcas e serviços com o público agora, definitivamente, inclui a segurança de dados e a experiência virtual de suas operações. Com o alto número de conexões e fluxos online em seus sistemas, garantir a disponibilidade das redes, além da segurança, é essencial.

Eles precisam se certificar, por exemplo, que as plataformas de delivery utilizadas realmente adotam as melhores práticas de cibersegurança e privacidade do mercado. Da mesma maneira, evidentemente, também é preciso que os restaurantes e bares adotem os sistemas mais adequados para suas operações internas, buscando sempre as soluções mais completas para garantir a segurança dos clientes diante das ameaças digitais.

Um caminho para isso é focar em pontos como o monitoramento ativo de todas as conexões com bloqueio de tráfego e conteúdo indesejado, segmentação das redes (separando o acesso para a parte administrativa da rede aberta para clientes) e, ainda, estabelecer configurações bem específicas para a gestão do ambiente como um todo. Nesse cenário, não há dúvidas de que as redes SD-WAN, definidas por software, são ótimas opções para conectar filiais com eficiência, reforçando a disponibilidade das redes e simplificando o gerenciamento centralizado de qualquer parâmetro de segurança relacionado à infraestrutura ou à rede.

 Investir em soluções mais modernas é, agora, o único jeito de acompanhar a transformação que temos vivido, com a era do delivery se tornando inquestionável. Isso porque a segurança cibernética está inserida como chave de sucesso nesse novo normal que estamos construindo. À medida que caminhamos para um mercado fígital (com a mescla do físico e digital em todos os nossos pontos de contato), é mandatório que as empresas compreendam a exigência trazida pela mobilidade e pela conectividade.

A crise do Covid-19 certamente pode ter forçado a expansão do e-commerce, mas o modelo de consumo das pessoas não voltará ao patamar anterior ao coronavírus. Isso implica dizer que o comércio eletrônico e o delivery continuarão a ser partes importantes da rentabilidade das operações. Do mesmo modo, cuidar da experiência dos consumidores e da segurança digital dos dados será uma das etapas do trabalho das empresas e estabelecimentos.

Vale destacar, ainda, que a necessidade de cuidar das informações é um parâmetro legal. É fundamental estar em acordo com as regras da Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD) e do Marco Civil da Internet, que exigem novas práticas para proteger as informações sensíveis dos consumidores, sob risco de penalizações, como multas e bloqueios digitais.

Ao que parece, estamos cada vez mais dependentes dos serviços que levam as coisas do mundo para dentro de nossos lares. Imaginar o delivery do seu restaurante favorito como um dos envolvidos nessa jornada de transformação digital parecia algo desproporcional, mas não é – em um ambiente super conectado, todos temos responsabilidade em relação à segurança digital. É fundamental que os restaurantes e bares entendam isso rapidamente para não colocar em dúvida uma receita que tem tudo para fazer sucesso.

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Blockbit anuncia Anderson França como CEO

A Blockbit, empresa líder em produtos de cibersegurança, anuncia a contratação de Anderson França como novo CEO da companhia. O executivo assume o cargo com o objetivo de impulsionar os negócios e expandir a presença internacional da organização, além de acelerar inovações para evoluir cada vez mais o portfólio de soluções entregues aos clientes. Além da chegada de França, a Blockbit também apresenta seu novo logo e website, parte do processo de renovação da identidade da empresa em todo o mundo.

“Estou muito feliz com o novo desafio que assumo na Blockbit, uma empresa inovadora, que vem crescendo de maneira sólida e consistente, e já conta com presença na Europa, Estados Unidos e em todo o Brasil”, diz França. “Chego com a meta de ajudar a ampliar as operações e contribuir com o processo de transformação da companhia. Meu objetivo é firmar parcerias estratégicas para aumentar a capacidade de atendimento dos nossos clientes, capacitar nossos canais, e desta forma, alcançar uma liderança ainda maior no mercado”.

Formado em Ciência da Computação com especialização em Marketing e Vendas, o executivo possui cerca de 20 anos de experiência profissional e, antes de chegar à Blockbit, atuava como Diretor Executivo da Oi para transformação digital e cibersegurança. Anderson também teve passagem liderando na América Latina as divisões de software em grandes empresas de tecnologia como Kodak, HP Exstream e Pitney Bowes.

França atuará no desenvolvimento de novos recursos que permitam expandir ainda mais o valor ofertado pela companhia aos seus clientes. “Apesar de a cibersegurança ser um tema central na estratégia das organizações, que estão expostas à grande velocidade com que as ameaças surgem, as empresas precisam contar com produtos que sejam inovadores e eficientes, mas que se encaixem em seus orçamentos. As soluções da Blockbit atendem a essa necessidade apresentando produtos com excelente qualidade, padrão global e uma ótima relação custo-benefício”, afirma.

De acordo com o executivo, um de seus objetivos será o de ampliar as ações em busca de inovações. “Queremos oferecer soluções que permitam que as companhias tenham autonomia e facilidade para trabalharem a segurança de seus dados”, explica. França acrescenta que, para isso, a empresa aumentará ainda mais seus investimentos em pesquisa e desenvolvimento criando uma geração de produtos inovadores e de fácil uso. “O nosso slogan diz que ‘é fácil estar seguro’, desta forma, buscamos desenvolver produtos altamente eficazes na proteção de nossos clientes, com uma excelente usabilidade e que simplifique a sua operação”, diz.

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Conscientização é estratégica para habilitação de uso mais seguro da internet

Diante de diversos eventos graves de segurança em 2017, este Dia da internet segura marca a crescente necessidade das empresas em aprimorarem suas estratégias de proteção de seus ecossistemas e dados. E o trabalho constante com a educação de colaboradores tem um papel fundamental neste cenário. Segundo uma pesquisa recente[1], 44% das companhias em todo o mundo não têm informações sobre estratégias de segurança digital. E a ausência de iniciativas para promover a conscientização é um dos maiores fatores de risco em ambientes corporativos.

Por isso, a BLOCKBIT, empresa global de produtos de cibersegurança, reuniu algumas recomendações para as empresas que buscam proteger seus ativos estratégicos, com um foco especial na proteção de seus dados e usuários:

Conheça suas informações: O primeiro passo para uma segurança eficiente, é entender o que está em jogo. Isto significa que toda empresa deve realizar um estudo detalhado do que é informação estratégica e quais são as prioridades em termos de eventos de segurança: de onde vem as informações, seu tipo e classificação, quais têm valor diferenciado, quem pode ter acesso, quais são os meios de compartilhamento, quais são os controles necessários para prevenir perdas e vazamentos etc. Este estudo é fundamental para criar toda a política e estratégia de segurança.

Priorize as barreiras de segurança em seus ecossistemas: Em acordo com as análises das informações que são estratégicas, elevar o nível de segurança de seus usuários, dispositivos e dados envolve construir um ecossistema resiliente, ou seja, preparado para enfrentar as ameaças mais relevantes dentro do contexto de cada empresa. A despeito da presença massiva de seus usuários na web, 59% das empresas registram impactos de transformação digital nos gastos com cibersegurança em 2017[2].

Embora algumas empresas considerem a restrição de acesso a certas aplicações web como alternativa para a proteção de seus dados, esta prática é cada vez menos usual. É importante dar acesso aos recursos digitais, porém habilitando-os com segurança. Do ponto de vista tecnológico, algumas boas práticas são: a administração do tráfego de dados, sistemas de prevenção contra intrusos e ameaças avançadas, implementação de conexões privadas e criptografadas, além de aplicações anti-malware e anti-phishing em seus servidores de e-mail.

No caso do uso da web, em especial, é importante que toda empresa gerencie o comportamento de seus usuários por meio de filtros de conteúdo. Com o apoio de bibliotecas de inteligência atualizadas, estes recursos protegem o acesso dos usuários na Internet, não apenas evitando a navegação por páginas e conteúdos potencialmente perigosos (com a avaliação em profundidade da reputação de URLs, navegadores, arquivos e aplicações), como também controlando o acesso a certos serviços, prevenindo comportamentos improdutivos ou de risco.

Eduque seus usuários: Uma vez aplicados os controles de segurança em seu ecossistema, é importante focar no trabalho com colaboradores. Esse vem se provando um dos grandes desafios das empresas, independente de seu porte ou indústria. É importante definir regras objetivas para usuários, assegurando que estas regras sejam cumpridas. No entanto, a adesão à política de segurança depende de muito treinamento e informação.

É importante que seus usuários entendam o que é um comportamento de risco na web, quais são as modalidades usadas pelos cibercriminosos para invadir os sistemas (técnicas de engenharia social por e-mail, SMS ou app, como links e arquivos maliciosos, fake news etc.), quais são as funções das políticas de segurança estabelecidas para proteger o negócio e, mais importante, todo usuário deve entender que é parte de um conjunto e que a sua ação colabora para criar um ambiente mais seguro.

A última recomendação estratégica é envolver seus círculos de alta hierarquia no esforço de conscientização da equipe. Quando os líderes em diferentes departamentos conhecem os impactos financeiros e de produtividade relativos aos eventos de segurança, eles passam a importantes aliados para a construção de uma cultura organizacional mais responsável em termos de cibersegurança. Além disso, quando os níveis hierárquicos gerenciais apoiam as políticas de segurança, é mais fácil envolver as outras equipes imediatamente vinculadas.

Este conjunto de recomendações são basilares para habilitar o uso da internet e dos serviços e aplicações web com mais segurança.

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BLOCKBIT anuncia novo diretor de P&D

A BLOCKBIT, empresa global de produtos de cibersegurança, anuncia Marcel Mathias como seu novo diretor de Pesquisa & Desenvolvimento. O executivo assume o cargo com a missão de expandir e consolidar o portfólio de produtos da empresa.

Marcel Mathias construiu seus 17 anos de experiência na área de cibersegurança como parte do time de especialistas da BRconnection, empresa que deu origem à BLOCKBIT. Em 2016, assumiu a Gerencia de Desenvolvimento de Sistemas, dedicado a linha de desenvolvimento dos produtos de Network Security (segurança de redes).

O executivo será responsável pela gestão das equipes de Pesquisa & Desenvolvimento – que também desenvolvem produtos de Vulnerability & Threat Analysis (análise de vulnerabilidade e ameaças) e Endpoint Protection (proteção de dispositivos) – além do BLOCKBIT Labs, laboratório de inteligência de cibersegurança.

“Nosso desafio é apresentar produtos e produzir inteligência cada vez mais avançados para ajudar as empresas a se protegerem de diversos tipos de ameaças. Para isso, reunimos um time coeso de especialistas, dedicados ao estudo de técnicas de ponta para uma abordagem completa de cibersegurança. Ou seja, para previsão, prevenção, detecção e resposta a incidentes e falhas, seja no perímetro de rede, sejam nos perímetros expandidos, especialmente com a nuvem e a mobilidade”, comenta o novo diretor de P&D.

Graduado em Ciências da Computação, Mathias possui especialização técnica em Processamento de Dados e MBA em Arquitetura de Soluções pela Faculdade de Informática e Administração Paulista (FIAP).

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Blockbit lança plataforma corporativa de ensino a distância voltada a soluções de cibersegurança

A BLOCKBIT, empresa global de produtos de cibersegurança, lança hoje a BLOCKBIT University, sua plataforma de e-learning que oferecerá uma série de treinamentos voltados para a capacitação e certificação de parceiros, colaboradores e clientes nas soluções da empresa.

“A BLOCKBIT University vem estreitar o relacionamento com os nossos públicos, por meio da difusão de conhecimentos técnicos e comerciais sobre nosso portfólio e o mercado de cibersegurança, desde os conceitos fundamentais até os mais avançados”, comenta Paola Scampini, VP de Marketing, Canais e Alianças da BLOCKBIT. “Além de dar agilidade ao processo de capacitação, a plataforma promove uma visão holística e mais analítica da área de cibersegurança, além de apresentar as funcionalidades e inovações das nossas soluções”, completa.

Para o lançamento da plataforma online, a BLOCKBIT desenvolveu uma capacitação de gestão avançada de vulnerabilidades, baseada no BLOCKBIT VCM (Vulnerability and Compliance Management). O produto endereça uma tendência crescente da indústria de cibersegurança, que é a capacidade de prever e reagir a potenciais vulnerabilidades, sejam internas ou externas, que possam colocar em risco informações e dados corporativos. “A gestão de vulnerabilidades é uma grande tendência e vem apoiar as organizações que precisam de agilidade na detecção de vulnerabilidades, prevenir ameaças, proteger seus ativos e garantir estar em acordo com regulamentações específicas”, adiciona Scampini.

O curso em Gestão de Vulnerabilidades contará com dois tipos de capacitação: técnica e comercial. Na trilha técnica, o curso é dividido em duas etapas, com 18 módulos. Na primeira etapa, à medida que avança, o aluno entrará em contato com os principais fundamentos da Segurança da Informação, vulnerabilidades, ameaças e riscos, como aspectos legais e de conformidade.

A segunda parte da trilha técnica consiste na visão completa do BLOCKBIT VCM, explorando todas as suas características – arquitetura do produto, instalação, ambientes de redes, Assets, Scan, Dashboard, Action Plan, relatórios analíticos e análise das vulnerabilidades. Concluindo a capacitação técnica, o usuário poderá aplicar para a certificação BLOCKBIT Vulnerability Management Specialist.

Já a trilha comercial conta com 6 módulos e foi desenvolvida para atender as demandas das equipes de vendas, abordando desde os conceitos e as técnicas de vendas até as formas de licenciamento do BLOCKBIT VCM. Assim como na trilha técnica, o especialista poderá aplicar para a certificação comercial, BLOCKBIT Vulnerability Management Certified Sales.

Ambas as trilhas contam com avaliações de desempenho do aluno durante os módulos, para reforçar os conhecimentos adquiridos e incentivar os participantes a interagir de maneira mais otimizada com a plataforma.

De acordo com Paola Scampini, o projeto BLOCKBIT University nasceu em resposta a uma crescente demanda dos próprios clientes e canais da empresa por capacitação de mão de obra. “Pensamos na plataforma online visando atender os anseios do mercado, que vem demandando mais qualificação para seus técnicos, de forma eficiente e ágil. Com uma visão gerencial dos resultados e gamificação. Além de reduzir os custos com treinamentos, a plataforma democratiza o conhecimento, pois flexibiliza e respeita a agenda, o ritmo e interesses de cada profissional”, explica.

Além dos cursos online, a BLOCKBIT University é complementada com uma agenda intensiva de Webinars para a geração e compartilhamento de conhecimento técnico do uso das soluções da empresa. De janeiro a setembro de 2017, mais de 1.000 profissionais participaram dessa modalidade de treinamentos semanais.

Além de capacitar clientes e parceiros, a BLOCKBIT University fará parte da estratégia de capacitação de colaboradores da empresa e será integrada ao processo admissional. “Esperamos certificar 100% dos nossos colaboradores como técnicos especialistas em gerenciamento de vulnerabilidades”, finaliza Scampini.

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Falha de Wi-Fi expõe novos usuários a ataques

Uma recente falha ligada do protocolo de segurança WPA2, responsável pela segurança das conexões Wi-Fi, podem permitir que cibercriminosos espionem comunicações de usuários domésticos e empresas. Batizada como Krackattack, a vulnerabilidade foi descoberta pelos pesquisadores belgas Mathy Vanhoef e Frank Piessens, da Universidade Católica de Leuven.

A falha está dentro do protocolo WPA2 e ocorre no processo de autenticação em quatro etapas (4-key handshake) de uma rede Wi-Fi. No handshake existe uma brecha que facilita a entrada do código que permite descriptografar a informação que está sendo transmitida, permitindo a inserção de códigos maliciosos para roubar dados, tais como senhas do cartão do banco, e outros tipos de informações sigilosas. Pelo fato de estar inserido dentro do código de transmissão, o “invasor” não necessita da senha do seu Wi-Fi, uma vez que trabalha com o roteador que fornece a conexão.

Segundo Cleber Brandão, Especialista em Análise de Malware da BLOCKBIT, ainda não foram informados os resultados desse ataque, mas está prevista a divulgação dessa informação para o dia 1 de novembro. A divulgação foi programada para essa data com o objetivo de que as empresas fornecedoras de Wi-Fi pudessem descobrir uma solução de contenção para os usuários. De qualquer forma, vale esclarecer que ainda não houve um ataque de hacker derivado dessa falha.

O alcance da extensão da vulnerabilidade no Brasil é desconhecido. O especialista recomenda manter atualizadas as ferramentas de software de segurança; não utilizar pontos de Wi-Fi públicos tais como cafeterias, pontos de transporte, restaurantes etc. O ideal é usar conexões do tipo VPN (Rede Virtual Privada), que são mais seguras, uma vez que esse tipo de conexão mantém a informação criptografada.

Outra recomendação é atualizar o roteador, caso contrário a conexão à rede Wireless será automática. Atualmente, os provedores poderão contatar à operadora para que ela faça a atualização de forma digital.

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BLOCKBIT anuncia app para proteger smartphones contra ameaças online

A BLOCKBIT, empresa global de produtos de cibersegurança, anunciou hoje sua nova plataforma de proteção ativa para smartphones. O app BLOCKBIT Mobile será disponibilizado gratuitamente em versão beta para smartphones Android, protegendo usuários contra vulnerabilidades e ameaças críticas e prevenindo a perda de dados. O sistema operacional é o maior alvo de cibercriminosos,
Com o app, a BLOCKBIT aproveita a expertise e tecnologia avançada de cibersegurança adotada em outros produtos do seu portfólio para proteção de ambientes corporativos, para a palma da mão do usuário. Além de oferecer segurança contra possíveis malware, spyware e vírus, o BLOCKBIT Mobile protege os smartphones contra tráfegos maliciosos em redes Wi-Fi e Bluetooth, zelando pela segurança dos dados armazenados pelo dispositivo. O app pode ser usado para proteger usuários corporativos ou domésticos.

O app utiliza a base de inteligência do BLOCKBIT Labs, que trabalha 24x7x365 em pesquisas avançadas de cibersegurança, e conta com mais de 5 milhões de aplicativos analisados e mais de 1 milhão de maliciosos detectados. Entre as novidades está a adoção de firewall para smartphones, que monitora todo o tráfego, permitindo negar comunicação em função da reputação de IPs. Além disso, evita a disseminação de malware em dispositivos Android, o app também protege as estações que se conectarem por USB.

A abrangência do produto é global, pois possui a capacidade de bloquear IPs internacionais de localidades ligadas a atividades criminosas, evitando que o aplicativo se comunique com endereços desconhecidos.

O BLOCKBIT Mobile conta com um dashboard que indica as ameaças, sua origem e seu nível de impacto. Ao mesmo tempo, analisa as redes Wi-Fi e Bluetooth, detectando possíveis redes maliciosas (locais, regionais e globais) evitando roubo de dados sem invadir a privacidade do usuário.

Principais destaques:

• Bases de aplicativos, conexões e arquivos maliciosos constantemente atualizadas pelo BLOCKBIT Labs;
• Detecção WIFI e Bluetooth Pirata;
• Análise dos riscos em configurações do sistema feitas pelo usuário;
• Análise em tempo real de apps e arquivos, prevendo ameaças e impactos no aparelho ou outros sistemas operacionais;
• Dashboard indicativo das possíveis ameaças classificadas por nível de impacto;
• Detecções por eventos;
• Detecções por escaneamento manual;

Dispositivos suportados:

• Aparelhos com sistema operacional Android 5.x (Lollipop), 6.x (Marshmallow) e 7.0 (Nougat).

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Fique atento aos ataques do Adylkuzz

Malware se dissemina silenciosamente e é mais perigoso que o WannaCry

Enquanto o mundo discute o alcance dos ataques do ransomware WannaCry, que atingiu milhares computadores no dia 12 de maio de 2017, uma nova ameaça está se espalhando silenciosa e, por isso, agressivamente. O Adylkuzz explora a mesma vulnerabilidade de segurança do sistema operacional Windows que fizeram o WannaCry ganhar notoriedade.

O alcance do Adylkuzz ainda é desconhecido, mas considera-se que ele possa estar se proliferando desde final de abril de 2017. Diferente do WannaCry, este malware não bloqueia o acesso do usuário ao computador e cria danos, às vezes imperceptíveis, ao sistema operacional.

Por isso é maior a dificuldade de identificá-lo. Milhares de computadores podem estar infectados e sendo usados pelo Adylkuzz como botnets (uma rede de computadores infectados sob controle de cibercriminosos) para atacar novos usuários. E esse é um grande problema, pois uma vez infectado, o computador pode ser utilizado para outros fins, como, por exemplo, para prática de crimes virtuais.

A BLOCKBIT reforça a necessidade de atualizar os patches de segurança distribuídos pela Microsoft para o sistema operacional Windows em todos os computadores, sejam domésticos ou corporativos. “Esta ameaça é ainda mais perigosa por não deixar vestígios de que o usuário está infectado. Quanto mais integrada for a abordagem de segurança com ferramentas para o rastreamento de novas vulnerabilidades, identificação de intrusos, firewall avançado, controle da Web 2.0 e outras funções, mais seguros estarão os usuários do Windows”, comenta Edison Figueira, diretor de R&D da BLOCKBIT.

Alguns sintomas da infecção pelo Adylkuzz são a perda de acesso a pastas compartilhadas do Windows e degradação do desempenho do computador. Isso acontece pois ao infectar um computador, o malware finaliza qualquer instância dele mesmo que esteja rodando e bloqueia o tráfego SMB para prevenir novas invasões (inclusive do WannaCry).

Este ataque também busca lucros em moeda digital, embora de forma diferente do WannaCry. O Adylkuzz está sendo usado para “minar” a moeda virtual Monero. O processo busca validar transações financeiras na rede desta moeda usando os computadores infectados, que “ajudam” os criminosos a ganhar dinheiro sem que precisem roubar dados ou cobrar resgate da vítima.

Além de recomendar a atualização do sistema Windows em todos os computadores, o Intelligence LAB da BLOCKBIT sugere que os usuários sigam as já conhecidas boas práticas de segurança relativas ao comportamento do usuário: não visitar links ou baixar arquivos de origem desconhecida, avaliar todos os e-mails recebidos, manter backups atualizados e usar toda ferramenta de segurança ao seu alcance.

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BLOCKBIT aposta nos setores Enterprise e Governo e prevê crescimento de 30% em 2017

A BLOCKBIT, empresa global de produtos de cibersegurança, com escritórios na América do Norte, América Latina e Europa, vai focar sua estratégia de 2017 na expansão do negócio com foco nos setores de Enterprise e Governo. Fundada a menos de um ano, a partir da compra da BRconnection, a BLOCKBIT espera com essa estratégia um incremento de 30% em sua operação. Para atingir essa meta, a companhia pretende intensificar os investimentos no Programa de Canais, que já soma mais de 100 parceiros distribuídos por todas as regiões do país e lançar novos produtos.

“Estamos muito satisfeitos com os resultados de 2016. Apesar das dificuldades enfrentadas, foi um ano de consolidação da empresa no mercado de cibersegurança e agora estamos prontos para ampliar a expansão da nossa operação. Nosso plano é aumentar a presença do canal, não apenas de um fornecedor de software e hardware para o cliente final, mas como um integrador que realmente agrega valor à oferta, entrega a solução adequada para a necessidade de cada cliente, fidelizando-o”, diz Cleber Ribas, vice-presidente da BLOCKBIT. “Neste ano nosso foco vai para os segmentos de Enterprise, Governo e Telecomunicações, sempre mantendo a atenção em nossa base já estabelecida que conta com mais de 2.000 clientes”, acrescenta.

De acordo com o vice-presidente da BLOCKBIT, estão previstos novos investimentos em capacitação dos canais com a ampliação dos treinamentos online, avaliações de performance e certificação. “O ensino a distância irá reduzir custos e agilizar as operações, principalmente de parceiros que atuam em regiões afastadas das grandes capitais”, completa.

Para os canais que atendem o setor público, a BLOCKBIT montou uma equipe de atendimento específica para estes os negócios, como explica Ribas, “podemos ajudar nossos parceiros nos projetos para governo apoiando desde a analise até a participação em processos licitatórios. Estamos entusiasmados com as recentes liberações de verba para aquisição de tecnologia e este deve ser um setor promissor este ano”.

Outro alvo no radar da empresa de cibersegurança são as operadoras de Telecom que estão adicionando às suas ofertas ao cliente final o componente de segurança. “Vamos buscar parcerias estratégicas e investir em ofertas e soluções sob medida. As operadoras irão funcionar como um canal, integrando nossas ferramentas aos projetos em 2017”.

Tendências de mercado e Novos produtos

A BLOCKBIT investiu ao longo de 2016 na contratação de especialistas experientes no mercado e em Pesquisa e Desenvolvimento. Ribas comenta ainda que “formamos uma equipe local de pesquisa de malwares e vulnerabilidades; são técnicos que entendem o mercado de segurança brasileiro. Isso é uma medida crucial para prevenir ataques”. Falando de produtos, Ribas destaca também o lançamento em novembro do ano passado da versão 1.2 do BLOCKBIT UTM, carro chefe da empresa, e adianta que uma nova versão já está em fase de desenvolvimento e chegará ao mercado muito em breve.

Outra solução de destaque é o BLOCKBIT VCM, ferramenta que faz uma varredura dos sistemas das empresas para correção de falhas e vulnerabilidades. Segundo Ribas, a solução trabalha de forma proativa, não somente na segurança de perímetro de firewalls tradicionais, mas também avaliando os riscos para gerenciar e monitorar mudanças em configurações, hardening, patches, vulnerabilidades e políticas de conformidade dos ativos de TI e aplicações web.

“A principal vantagem do BLOCKBIBT VCM é a análise da parte humana envolvida no processo de segurança de TI, ou seja, a partir da detecção de uma vulnerabilidade, quais as ações devem ser tomadas para corrigir a falha, qual equipe irá resolver o problema, qual o SLA desta equipe e, por fim, consolidar todas as conclusões em um relatório auditável de todo o processo”, destaca Ribas.

Ainda em 2017, será apresentada a solução mobile da BLOCKBIT, com todas as ferramentas do BLOCKBIT UTM para Android. Entre as principais funcionalidades, estarão presentes a detecção de ameaças, análise de downloads, gerenciamento centralizado, inserção de regras e políticas do negócio, controle de banda, entre outras. Também será lançada uma versão freemium para o usuário final que contará com detecção de ameaças, vulnerabilidades e proteção em redes Wi-Fi desconhecidas.

Hoje a BLOCKBIT conta com 100 colaboradores, um crescimento de 20%, desde o início das operações e avisa aos interessados que está ampliando a equipe nesse primeiro trimestre de 2017.

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