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Avon desenvolve projeto de Big Data & Analytics que melhora a utilização de dados em vendas online

Entender o movimento do cliente dentro do seu portal B2B de vendas online. Esse era um dos principais objetivos da Avon, companhia com 60 anos de atuação no Brasil que fatura, em média, 150 mil pedidos por dia, ao desenvolver um projeto de Big Data & Analytics, que se beneficia de dados extraídos do mundo online e os cruza com a base histórica da plataforma analítica da MicroStrategy. A iniciativa trouxe à companhia, líder mundial no mercado de beleza e uma das maiores empresas de venda direta do mundo, a capacidade de responder quase instantaneamente várias perguntas de negócios capazes de influenciar tomadas de decisão e personificar ofertas para as suas clientes, isso tudo analisando o comportamento de compra de milhões de usuários.

De acordo com Raquel D’Anello, diretora de TI da Avon, evitar que o “carrinho” seja abandonado nas vendas online, entender o movimento no site, bem como identificar os motivos que levam os clientes a desistirem de uma compra, é um dos principais desafios das empresas, independentemente de sua área de atuação. Em se tratando da Avon, especialmente após a inserção de tags em todo o portal de vendas B2B, essa necessidade ficou ainda mais evidente, pois se tornou possível acompanhar todos os movimentos da revendedora no site e saber o que ela fazia e em que momento, gerando um grande volume de informações. Além disso, o BI já permitia acessar o histórico baseado em pedidos e faturamentos anteriores, além de dados das redes sociais.

“Diante desse cenário, nossa questão era: o que fazer com esse monte de informação? Começaram a chover perguntas sobre o comportamento e nós, meio sem saber o que fazer, chegamos para a MicroStrategy e falamos: ‘o nosso BI tradicional não funciona mais. O que tem no mercado? Ouvimos falar do big data, o que podemos fazer com isso?’ E aí veio a ideia de fazermos um piloto e começar a trabalhar essas informações”, explica Raquel.

Com baixos investimentos, curto prazo e recursos escassos, mas com muita vontade de fazer acontecer, como a própria executiva ressalta, o projeto começou a ser concebido. O piloto foi feito usando uma máquina relativamente simples e de baixo custo e toda essa infraestrutura foi levada para a nuvem. O investimento para viabilizar esse pontapé inicial, já incluindo os custos da mão de obra e da consultoria, totalizou cerca de 50 mil dólares, valor bastante inferior ao que se costuma investir em projetos de Big Data & Analytics. Um recurso da equipe de TI e um profissional do time de consultoria da MicroStrategy foram os responsáveis pela execução. As primeiras tentativas não surtiram efeito e foi somente após o envolvimento da área de negócios da Avon, chamada de Digital, que o projeto começou a decolar. “Queríamos descobrir e desmistificar esse tal de big data. Batemos na porta do Digital e questionamos o que o presidente perguntava e eles não conseguiam responder ou, então, saber o que levava três meses para ser respondido. Recebemos de volta umas quatro perguntas e, com base nelas, conseguimos entender quais eram os dados do nosso sistema transacional, do B2B e das mídias sociais que precisavam ser levados para esse sistema. E assim fizemos”, diz Raquel.

Os resultados obtidos com esse projeto de Big Data & Analytics foram vários e ajudaram a impulsionar as vendas online da Avon. A capacidade de personalizar ofertas digitais com base no comportamento específico da revendedora no site foi um avanço significativo. Hoje, a área de Digital da Avon olha o histórico de compras, cruza com as informações da navegação e faz análises que geram insights em tempo real. Com o apoio do big data, também é possível corrigir rotas e erros nas campanhas a qualquer momento, o que cria uma capacidade maior para planejar os próximos passos.

Outro ponto importante é que a Avon tem um portfólio de mais de três mil produtos ativos e as campanhas mudam de 15 em 15 dias, o que impossibilitava, por exemplo, a capacidade de traçar estimativas. Com as informações geradas a partir do Big Data, é possível fazer uma antecipação do forecasting, enquanto o próximo ciclo está em planejamento. Fora isso, o projeto também possibilitou algumas análises preditivas, como, por exemplo, saber qual das revendedoras pode não completar o carrinho. É possível ver quem entrou, não comprou e fazer uma ativação via call center, whatsapp ou SMS, enquanto a pessoa ainda estiver em seu momento de compra.

“Também conseguimos revisar o limite de crédito online, o que antes era um dos vilões, pois a pessoa começava a fazer um pedido, mas em seguida passava a remover do carrinho alguns itens, porque seu limite de crédito havia estourado, por exemplo, e isso a levava a desistir da compra. Já pudemos perceber que isso aumentou a satisfação da mulher e fez com que ficasse mais tempo no site. E quanto mais tempo ela fica, maior probabilidade de venda nós temos. Sem falar que, entendendo o comportamento, também posso tomar ações que chamam a atenção da mulher”, enfatiza Raquel.

Para apresentar esses dados, foi criada uma série de dashboards e relatórios ad hocs para algumas das áreas, como de Marketing e Digital, que preferem receber as informações nesse formato para fazer suas próprias análises. O ambiente continua em pleno funcionamento e agora o próximo passo é crescer. À medida que perguntas mais complexas vão chegando, é preciso, por exemplo, plugar mais dados transacionais e aumentar a quantidade de tags no portal B2B.

“Hoje nada nos impede de chegar mais longe com Big Data & Analytics. É apenas uma questão de foco. Porque vimos que dá pra ser robusto e flexível com segurança e baixo custo. A nuvem funciona e é segura – o que, aliás, era um dos meus receios – e, muitas vezes, é até melhor do que a infraestrutura interna, que tem burocracia e recursos limitados. Ter a informação certa, na hora correta, é sinônimo de sucesso. Quem trabalha em TI sabe disso e quem trabalha na área de negócios sabe disso duas vezes mais”, finaliza.

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E-commerce B2B: oito motivos para investir

O foco no consumidor final foi a essência do e-commerce por anos, mas a Infracommerce, empresa líder em full service para e-commerce na América Latina, inovou o setor criando o primeiro e-commerce B2B brasileiro para a Unilever. Atendendo majoritariamente a indústria, a solução é uma grande aposta do setor, pois permite que o fornecedor tenha uma nova forma de fazer negócios, complementar à sua força de vendas e com total eficiência e potencial de crescimento.

Para esclarecer os benefícios que um e-commerce B2B pode trazer para as empresas, Luiz Pavão, diretor geral da Infracommerce, levantou os principais motivos para investir na plataforma.

1) Relacionamento mais próximo com os lojistas

Com um e-commerce focado para lojistas é possível criar um novo canal de comunicação, fornecendo mais informações para os clientes e possibilitando a aproximação.

2) Aumento na oferta de produtos

Um catálogo online não tem limites: em um e-commerce é possível disponibilizar toda a cartela de produtos e especificações a um clique. Com mais produtos e acesso rápido a lançamentos, é possível vender mais e melhor.

3) Ser opção ao Cash Carrier e Atacado

Existem clientes que não têm acesso a outras maneiras de atendimento. Como o e-commerce não tem barreira física, é possível chegar até aqueles que não conseguem ser atendidos pelos distribuidores.

4) Aumentar a base de clientes no long tail

Além de atender melhor os atuais clientes, um e-commerce focado possibilita a criação de base de clientes que ainda não têm interação com a marca.

5) Diversificação dos meios de pagamento

As vendas online e a diversificação das ferramentas financeiras possibilitam oferecer mais opções de pagamento para os varejistas, facilitando a negociação.

6) Acompanhamento da performance do cliente

A ferramenta de e-commerce permite a análise de dados e comportamento da performance de cada cliente, o que pode ajudar a atuar proativamente no cliente e criar condições comerciais apropriadas.

7) Mais controle sobre o nível de serviço do distribuidor

Para um cliente ficar satisfeito, é necessário oferecer não só facilidade na compra e boa cartela de produtos. Também é importante analisar os serviços prestados pelos distribuidores e checar se estão de acordo com a exigência de qualidade da empresa.

8) Criar conhecimento para o lojista incrementar suas vendas

Uma plataforma de e-commerce pode ir muito além das vendas: é possível oferecer conteúdo exclusivo para os lojistas através de um portal. Com informações em mãos, lojistas conseguem se planejar e vender melhor.

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Cargotec desenvolve manuseio de carga inteligente com serviços globais de conectividade da Orange Business Services

A Orange Business Services e a Cargotec assinaram um acordo multimilionário de três ano de conectividade IoT que vai ajudar a Cargotec a manter bens em trânsito de forma eficiente e segura. Com sede na Finlândia, a Cargotec é uma provedora líder global de soluções de carga e transporte. O transporte de cargas é um dos serviços vitais para manter nosso mundo e sociedade em pleno funcionamento. Milhões de itens, desde matérias-primas até produtos para consumidores são transportados localmente e globalmente 24 horas por dia.

As áreas de negócios da Cargotec – Kalmar, Hiab e MacGregor – são líderes em seus campos de atuação e possuem uma posição única que as permite otimizar fluxos de cargas globais e criar um valor sustentável para o consumidor. A Kalmar oferece equipamentos de manuseio de cargas e soluções automatizadas para terminais, software e serviços que são usados em portos, terminais, centros de distribuição e indústrias variadas. A Hiab provê soluções de manuseio de cargas em estradas para clientes que operam com transportes em terra e setor de entregas, enquanto a MacGregor oferece soluções e serviços para cargas marítimas e manuseio de cargas offshore.

A Cargotec tem como objetivo tornar-se líder global em manuseio inteligente de cargas. Isso requer o uso da conectividade em todos os estágios do ciclo de vida do cliente. A solução de conectividade IoT da Orange vai integrar a inteligência ao maquinário, para permitir maior colaboração para suas operações globais, monitoramento e manutenção de equipamentos que vão permitir um uptime melhor possível e uma reação remota a problemas que possam acontecer. Ela também vai ajudar a Cargotec a desenvolver serviços baseados em dados.

O serviço de conectividade IoT da Orange traz resultados de negócios tangíveis para a Cargotec, possibilitando novos serviços digitais e entregando um grau muito maior de eficiência operacional, tanto internamente quanto por toda a cadeia de valor no nível do cliente. Isso inclui: pedidos ágeis de SIM Cards para IoT, ativação simples e rastreamento por um portal dedicado; preço único por SIM Card IoT, independentemente da localização; e conectividade escalável alcançando 220 países e territórios.

“Uma infraestrutura de comunicação IoT confiável, presença global, com suporte em todos os lugares do mundo e um modelo de negócios atrativo é vital para que nos tornemos líderes em manuseio inteligente de cargas. Escolhemos a Orange Business Services por essas razões”, afirma Soili Mäkinen, CIO da Cargotec.

“A Cargotec está determinada a fazer seu negócio crescer com foco no cliente e serviços de IoT que são vitais em seu desenvolvimento. Estamos muito felizes em termos sido selecionados como seu provedor e para ajuda-los a alcançar suas ambições para liderar e transformar o negócio de manuseio de cargas globalmente”, diz Fabrice de Windt, vice-presidente sênior para a Europa da Orange Business Services.

A Orange já suporta mais de 14 milhões de dispositivos conectados por meio da Datavenue, sua solução de IoT e analytics em uma variedade de setores, incluindo automotivo, transporte, cidades inteligentes, indústria e manufatura e vida cotidiana (casas inteligentes, saúde e wearables).

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Alexandria: Inteligência e Big Data para atender um mundo exclusivo

De olho no crescimento do mercado consumidor e na retomada da economia brasileira, a Arkad Finance adquiriu a plataforma tecnológica Alexandria, ferramenta com mais de 172 milhões de consumidores mapeados e um painel de crowdsourcing com cerca de 600 mil pessoas para em tempo real transformar dados e experiências em informações para a indústria.

Esse exército de pessoas que analisam experiências, produtos e atividades possibilita à Alexandria responder às mais diversas perguntas do segmento, combinando Inteligência Artificial e Big Data. O objetivo é justamente garantir que os consumidores, cada vez mais exigentes e rigorosos, tenham experiências únicas fugindo da padronização diante de um mundo cada vez mais abundante em opções.

“Acreditamos que a Inteligência Artificial e o Big Data combinados serão as bases para entender o comportamento social e de consumo. Neste novo ambiente, passaremos a reduzir a quantidade perguntas feitas hoje em dia por análise comportamental dos dados residuais que deixamos principalmente no ambiente Digital”, afirmou o CEO da Alexandria, Federico Sader, que liderou o investimento da Arkad Finance para comprar a tecnologia, produtos e carteira de clientes do seguimento privado da Ideia e da Pinion.

“Com a tecnologia de ponta, é factível entender melhor o apetite por novidade, eliminan-do o ruído entre o que quer o consumidor e o que a indústria tem a oferecer”, afirmou Sader.

A Alexandria terá foco no seguimento de B2B, ajudando seus clientes do setor privado em melhorar o entendimento sobre seus consumidores e audiência, através de pesquisas em tempo real e ações de marketing direto. A missão da nova plataforma é transformar em tempo real dados e experiências em inteligência, proporcionando intervenções rápidas e seguras.

Sader explica que decidiu investir na plataforma por sua escalabilidade e por estar bem posicionada para capitalizar a retomada do crescimento do mercado consumidor brasileiro, que deve ter neste ano o melhor desempenho em três anos, na projeção de analistas do setor.

“Neste cenário, identificamos que a plataforma Alexandria estava muito bem posicionada para crescer neste ambiente de rápida evolução tecnologia. Além de já ter sido testada fora do Brasil. Uma das prioridades para 2018 será a expansão internacional. O mercado da Índia é nosso próximo objetivo”, afirmou. “Não somos uma empresa de pesquisa que usa tecnologia, mas sim uma empresa de tecnologia que também faz pesquisa”, acrescentou.

O CEO da Alexandria tem no currículo mais de uma década trabalhando na indústria de pesquisa de marketing e media Digital liderando relacionando de companhias de bens de consumo, como Ambev, UL, PepsiCo, J&J, P&G.

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Os cuidados das empresas B2B com a cibersegurança na Black Friday – Por Leonardo Barros

Às vésperas da Black Friday, ação promocional que tomou conta do varejo brasileiro, muito se fala dos cuidados que os consumidores devem ter ao realizarem suas compras por meio do comércio eletrônico. A maior preocupação é alertar sobre sites que não são seguros, assim como o roubo de dados do cartão de crédito e as ofertas que são aparentemente vantajosas demais.

Mas a segurança digital voltada às empresas de modelo B2B (Business to Business) não ganha o mesmo protagonismo necessário na seara de informações que antecede a Black Friday. De acordo o levantamento feito pela consultoria E-Consulting, o segmento de B2B online deverá movimentar R$ 1, 81 trilhão no Brasil em 2017. O montante é 4,68% maior que o movimentado no ano passado e equivale, aproximadamente, ao PIB (Produto Interno Bruto) da Itália. Tais números reforçam não só a importância deste segmento, como também, a relevância de falar das boas práticas neste movimentado evento.

Por um lado, as varejistas focadas em vender para o consumidor final precisarão cuidar da segurança de seus acessos para garantir a disponibilidade de seus sistemas e não perderem a oportunidade da sexta-feira mais rentável do ano. Para isso, há investimentos pesados na infraestrutura tecnológica, como servidores, hospedagem, links e aceleradores de sites. Do outro lado, não podemos esquecer da ponta, de quem abastece essas redes varejistas, que é o mercado atacado distribuidor, também considerados um grande alvo para a ciberataque.

Em tempos que ransowares e malwares maliciosos surgem a cada dia que passa, é preciso olhar para o desempenho da TI com foco na segurança das companhias do setor B2B. Nesse tipo de ataque, o ciber criminoso criptografa os dados de um computador ou mesmo de um servidor. O hacker pede que a vítima pague um resgate para que o acesso à máquina seja liberado novamente.

No caso de um atacadista distribuidor, por exemplo, o negócio pode ser prejudicado com a perda temporária ou permanente de informações, interrupção de serviços de rotina, perdas financeiras associadas à recuperação do sistema, custos legais e de TI. O cenário se agrava ainda mais se o ambiente de TI da empresa B2B for dentro de casa. Pronto: o caos está instaurado.

Nestas horas, a primeira medida é contar com o apoio terceirizado de um parceiro especializado, no qual cuidará dos sistemas que suportam as rotinas do negócio, principalmente no período da Black Friday. Isso envolve desde a infraestrutura até às ferramentas móveis e de segurança para que a equipe foque somente os seus esforços em atividades mais estratégicas – aqui leia-se os lucros provenientes da Black Friday.

Os serviços prestados por uma provedora de TI deixam seu ambiente muito mais seguro, dificultando a ameaças desconhecidas, aquelas que os sistemas tradicionais de defesa não conseguem impedir. A regra prática é ir além da simples varredura de primeiro nível.

Quando fala-se de internet, sobretudo em grande volume de acessos, a segurança precisa andar lado a lado com a empresa. O papel do fornecedor neste caso é implementar uma plataforma de segurança capaz de bloquear os novos malwares e ransomwares, que estão se popularizando no Brasil e que significam uma oportunidade valiosa para os agentes maliciosos se aproveitarem deste momento de fluxo intenso de compras para realizar os ataques. Já imaginou não ter a visão de um especialista dedicado para barrar esta atuação maléfica?

Por isso, é extremamente importante o acompanhamento da saúde do ambiente de TI e da aderência às melhores práticas de mercado para antecipar incidentes que atrapalharão o bom andamento dos negócios durante a Black Friday. Não há limites para a gestão de políticas e configurações assertivas do ambiente e estações de trabalho, e também para a avaliação contínua de vulnerabilidades. A sua empresa agradece. Boas vendas.

Leonardo Barros é diretor executivo da Reposit Tecnologia, provedora de soluções completas em gerenciamento de dados, especializada no atacado distribuidor e varejo.

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Easy Carros, startup de serviços automotivos sob demanda, entra em mercado B2B e dobra o faturamento em 3 meses

Easy Carros, startup que conecta profissionais de serviços automotivos a usuários e eleita a melhor startup do Brasil em 2016 pela G-Startup, além de ser a maneira mais eficiente e prática para a contratação de serviços do gênero, já auxilia a economia de até 30% para empresas que utilizam a plataforma na gestão das suas frotas.

Lançada em janeiro de 2015, a empresa reúne, em um único ambiente, prestadores de serviços que oferecem opções como lavagem ecológica, enceramento, polimento, higienização interna, higienização do ar-condicionado, cristalização de vidros, limpeza técnica do motor, troca de óleo e hidratação de couro. Tudo isso disponível a preços tabelados de acordo com o tamanho do automóvel, cuja execução será realizada no local definido pelo cliente, sem tirar o carro da própria vaga. Outra vantagem é o pagamento online, feito exclusivamente com cartão de crédito, excluindo o receio da variação de preços dependendo das características do veículo ou perfil do cliente, prática muito comum no setor automotivo e dando ainda mais comodidade para o cliente.

Em 2015, a Easy Carros, foi eleita a melhor startup do Brasil; no ano seguinte, ficou entre as dez melhores do mundo em uma competição na Suiça, segundo o SeedStars World. Também em 2016, a startup ficou em 1º lugar na premiação G-Startup, que reconhece as melhores startups do Brasil, e ganhou o direito de ir ao Vale do Silício concorrer ao G-Startup WorldWide. Além disso, foi premiada pela consultoria internacional Frost & Sullivan com o prêmio “2016 Brazilian Auto-services Marketplace Growth, Innovation & Leadership Award”, por sua excelência em performance, desempenho e inovação. A empresa também foi selecionada pela Endeavor para o programa Promessas Endeavor JPMorgan, considerada uma entre as 30 empresas que são promessas para um dos programas de empreendedorismo mais competitivos do mundo.

“A Easy Carros nasceu para ser a maneira mais conveniente e segura para contratação de serviços automotivos, como lavagem de carro ecológica e troca de óleo, por exemplo. Queremos provar cada vez mais mobilidade e facilidade ao cliente que não tem tempo para parar sua rotina corrida no escritório para achar um profissional confiável, levar seu carro até o local e aguardar o carro ficar pronto”, explica Fernando Saddi, CEO e fundador da empresa. “Além disso, conectamos uma série de empreendedores do setor automotivo aos seus clientes, ajudando-os a crescerem seus negócios”, completa.

Mercado B2B

Atualmente, o mercado B2B já representa 70% do faturamento do marketplace e em seu portfólio de clientes, empresas como Bimbo, responsável pelas marcas Pullman e Nutella; o grupo Bandeirantes e Movida, fazem parte. A Easy Carros auxilia em uma economia de até 30% para essas empresas, já que por meio de Inteligência Artificial, a startup consegue prever serviços que os carros que fazem parte da frota precisam fazer, além de dar um sistema totalmente automatizado de gestão de serviços e pagamento.

“Mobilidade urbana e inovação são duas coisas que estão no DNA da Easy Carros e, auxiliar essas empresas a terem um serviço mais eficiente, usando a tecnologia, é algo que trabalhamos diariamente”, complementa Saddi.

Hoje, a Easy Carros está disponível em mais de 30 cidades do país como: São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Santa Catarina, Distrito Federal, entre outras.

Descrição dos serviços:

Lavagem ecológica: lavagem interna e externa com apenas um copo de água (300 ml);

Enceramento: camada de proteção e brilho e que ajuda a lavagem durar até três vezes mais;

Polimento: utilizar para remover manchas e riscos sem danificar a pintura do veículo;

Higienização interna: ideal para remover fungos e bactérias do interior do veículo;

Hidratação do couro: película protetora aplicada sobre o couro, para evitar rachadura e ressecamento;

Limpeza do ar condicionado: limpeza do sistema de circulação do ar, protegendo contra fundos, bactérias, mofos e odores indesejados;

Limpeza técnica do motor: utilizado para prolongar a vida útil do motor, além de hidratar as borrachas e os plásticos;

Troca de óleo lubrificante: troca de óleo completa (que inclui filtro do óleo e ar do motor) lubrifica e higieniza o motor do carro;

Cristalização de vidros: Garante a visibilidade em dias de chuva e evita a fixação de impurezas.

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Transações online entre empresas devem superar R$ 1,8 trilhão neste ano

As transações digitais entre empresas devem movimentar R$ 1,81 trilhão em 2017. A projeção é da consultoria E-Consulting, que elabora e divulga o índice Business-to-Business online (B2BOL) há 15 anos. O levantamento mede a previsão dos volumes que serão transacionados digitalmente empresas tanto em marketplaces abertos quanto em transações realizadas em sistemas integrados entre as companhias e seus fornecedores. O total previsto até dezembro aponta um crescimento de 4,68% sobre o montante de R$ 1,69 trilhão arrecadado no mesmo período do ano passado.

O B2BOL Companies, praticado entre as trinta maiores empresas do País, que representam em torno de 76% de toda a movimentação brasileira entre companhias e suas cadeias de valor, deve alcançar R$ 1,39 trilhão neste ano, contra R$ 1,37 trilhão de 2016. Os segmentos mais compradores no período serão: bens de consumo (11,4%), governo e agências públicas (10,2%), varejo (10,7%), química e petroquímica (9,6%) e telecomunicações, TI e internet, entretenimento e mídia (8,8%).

Já o B2BOL realizado entre e-marketplaces independentes – os chamados mercados digitais intermediários – atingirá o volume de R$ 420 bilhões. Em 2016, este valor foi de R$ 359 bilhões. Nesta categoria, bens de consumo duráveis e não duráveis responderam por 14,1% do total transacionado. A categoria foi seguida por atacado e varejo (8,3%), química e petroquímica (12,3%), telecomunicações, TI e internet, entretenimento e mídia (9,2%) e Utilities (7,7%).

A E-Consulting avalia que o avanço das transações B2B por meio da web ocorre atualmente por fatores como o aumento dos investimentos em plataformas e-commerce e ferramentas de gestão de conteúdo, como catálogos online, por exemplos, pelas empresas. Acresce ainda a continuidade dos investimentos em integração end to end, leia-se pedidos de gestão, ERP, ferramentas financeiras, além de multicanalidade.

“Outros pontos de destaque que contribuem para a expansão do B2B são a continuidade da tendência por transparência, governança e controle nas relações e transações comerciais entre empresas e fornecedores”, explica Daniel Domeneghetti, porta-voz do levantamento e CEO da E-Consulting, boutique de estratégia e projetos líder em criação, desenvolvimento e implementação de serviços profissionais em Web, TI, Telecom, Contact Center, Multicanais e Novas Mídias para 47 das 100 maiores empresas do Brasil.

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Martins Atacadista elege a solução SAP Hybris como sua nova plataforma Marketplace B2B

O Martins Atacadista, líder do segmento atacadista-distribuidor, depois de lançar uma RFP no mercado, com a participação dos maiores players, elegeu a solução SAP Hybris Commerce Cloud como sua nova plataforma Marketplace B2B. Fundado há mais de 60 anos e sempre focado em atender as necessidades da indústria, clientes e consumidores em todo o território nacional, a empresa planeja oferecer a melhor solução de venda eletrônica para o varejo, sendo um consolidador de compra para o cliente através de uma plataforma Marketplace.

“Precisávamos de uma plataforma capaz de escalar com performance o crescimento do nosso e-commerce B2B e de suportar nosso principal desafio para os próximos anos: nos tornarmos o maior e melhor Marketplace B2B do varejo brasileiro”, salienta Nilton Mayrink, CIO e Head of B2B Sales da Martins.

O executivo destaca, entre os principais motivos que levaram a empresa a optar pela solução SAP Hybris Commerce Cloud, a robustez da ferramenta, o catálogo, a omni-canalidade e o fato de ser a mais completa em funcionalidades para B2B. “Os cases de sucesso no Brasil e no mundo confirmaram a nossa decisão”, destaca.

O go-live da solução está previsto para o início de 2018 e a empresa espera, ao garantir uma experiência de compra diferenciada, aumentar em 40% o faturamento já no primeiro ano. “Também pretendemos iniciar o Marketplace com uma oferta de produtos e diversos serviços para nossos clientes e parceiros”, diz Nilton Mayrink. “Temos um grande trabalho pela frente, mas sabemos que podemos confiar na SAP Hybris como parceira ideal para obtermos os melhores resultados”, sintetiza.

“Estamos muito satisfeitos com a escolha da solução SAP Hybris pela Martins Atacadista como sua nova plataforma Marketplace B2B. Temos certeza de que a robustez, combinada com a flexibilidade e escalabilidade da SAP Hybris Commerce Cloud vão contribuir não só para a expansão do negócio B2B do Grupo como ajudar a melhorar o relacionamento com seus clientes”, comemora Rodrigo Marcondes, vice-presidente de Vendas da SAP Hybris Brasil.

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Fintech lança tecnologia integrada para emissão de cartão de crédito em pulseiras contactless e também no celular

A paySmart, uma Fintech B2B que atua na área de pagamentos eletrônicos, lança no CIAB Febraban 2017 uma solução para a emissão de cartões virtuais no celular e em pulseiras contactless via NFC. O cliente final também pode solicitar a impressão do cartão em caixas eletrônicos (ATMs) equipados com impressoras de cartões. A tecnologia elimina prazos de entrega, reduz custos de produção e combate fraudes no e-commerce, uma demanda crescente de emissores de cartões no Brasil e no mundo. Nos grandes centros os cartões e pulseiras demoram mais de 10 dias para serem entregues aos clientes. Em pequenas cidades, este prazo é maior.

A empresa é uma das finalistas do Fintech Day, uma competição realizada durante o CIAB Febraban para incentivar e apoiar negócios entre instituições financeiras e as empresas criadoras de soluções inovadoras e disruptivas. A paySmart também terá encontros durante o evento com as principais lideranças de TI do mercado financeiro e de cartões para apresentar a novidade.{

A seleção da paySmart para o Fintech Day foi baseada na inovação proposta pela empresa, que visa atacar o problema de três maneiras, segundo conta Daniel Nunes de Oliveira, CEO da companhia: “é uma solução que engloba tokenização, preparação remota de dados e emissão Instantânea. A preparação de dados remota e a emissão instantânea reduzem custos e prazos de entrega e tokenização ajuda a eliminar a fraude no e-commerce.

A integração com o serviço de preparação remota de dados é realizada por meio de APIs e permite personalizar cartões e pulseiras de crédito, débito e benefícios nas bandeiras Visa, MasterCard, Elo, Cabal, além de cartões de benefícios e frotas de dezenas de bandeiras independentes. O emissor envia para a paySmart os dados principais do portador do cartão (nome, data de validade, código de produto etc.) e a empresa gera as chaves, prepara todos os dados de acordo com o padrão internacional EMV (Europay, MasterCard, Visa) e entrega os dados para o celular personalizar o chip na pulseira, ou para um PC para a personalização o chip no cartão via impressora.

Personalização de pulseiras via celulares NFC – A solução permite que o cliente final possa comprar uma pulseira contactless sem dados (“ao portador”) em uma banca de jornais ou supermercado e utilize o seu próprio celular – ou o celular do lojista – como a impressora virtual para emissão instantânea, sendo que a transmissão dos dados para a pulseira acontece pela interface NFC do telefone. Toda a complexidade de proteger o tráfego entre o emissor e a pulseira, trabalhar com chips de diferentes sistemas operacionais e de diferentes fabricantes etc., é tratada transparentemente pela paySmart.

Tokenização e cartões virtuais – Permite que emissores gerem um cartão virtual tokenizado válido para uma única compra, ou um cartão virtual tokenizado para uso recorrente. Pode ser usado em pagamentos usando aplicativos móveis ou sites de e commerce. Disponível para iOS e Android.

Personalização através de impressoras de pequeno porte, incluindo impressoras dentro de ATMs – A personalização dos cartões físicos é feita em estações de personalização conectadas a impressoras de pequeno porte que fazem impressão térmica dos dados do portador do cartão e o carregamento dos dados no chip. A tecnologia de emissão instantânea em ATMs será mostrada no CIAB em terminais de autoatendimento da Saque e Pague, que está integrada com a paySmart e já tem diversos caixas eletrônicos capazes de emitir cartões na hora, com validação biométrica, impressão frente e verso do cartão, gravação da tarja magnética e carregamento dos dados do chip.

A solução paySmart é compatível com cartões das principais personalizadoras do mercado, entre elas Valid, Gemalto, G&D, Oberthur, Morpho, Thomas Greg & Sons, Intelcav, Alterosa e Jallcard.

“Além de tecnologia de ponta, ambientes redundantes nos principais datacenters financeiros do país e APIs intuitivas, nós temos uma obsessão por atendimento. Temos entregado um atendimento com suporte 24×7 por telefone, internet e aplicativos móveis para Android e iOS”, explica o CEO.

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Solução que aproxima marcas e clientes pelas redes sociais vence Demoday InovAtiva Brasil 2016

Os sócios, Bruno Medeiros, Renata Chemin e Fernando Ott

Os sócios, Bruno Medeiros, Renata Chemin e Fernando Ott

Cada vez mais produtos e soluções voltadas a Inteligência Artificial, realidade virtual e facilitadores de processos ganham espaço, tanto no âmbito B2B quanto B2C. Essa tendência pode ser muito bem comprovada durante o DemoDay InovAtiva 2016.

O evento concluiu o Ciclo de Aceleração 2016 do InovAtiva Brasil e o terceiro de três dias da etapa final (ocorrida nos dias 3, 4 e 5 de dezembro) do programa gratuito de aceleração realizado inicialmente com 300 startups de todo o país pelo Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços em parceria com o SEBRAE e o SENAI. Com a execução da CERTI (Fundação Centros de Referência em Tecnologias Inovadoras), a ocasião marcou a apresentação e a disputa entre os 125 startups finalistas do projeto para 110 investidores convidados.

Um dos grandes destaques, entre o bootcamp feito no último domingo e a disputa de pitches é a Bonuts (www.getbonuts.com), considerada pela banca formada por investidores e executivos de grandes empresas uma dos 14 startups mais atraentes do evento: “Participar do InovAtiva Brasil foi uma experiência sensacional para o Bonuts. Tivemos o privilégio de conhecer startups com grande potencial, além de termos recebido mentorias que fizeram toda diferença, tanto nos preparando para falar com investidores como trazendo novas oportunidades de negócio e ajudando com estratégias e feedbacks. Sermos selecionados como um dos 14 destaques foi uma grande honra! ”, celebra Renata Chemin, CEO do Bonuts. O Bonuts é uma ferramenta que potencializa campanhas de marketing de qualquer empresa colocando a marca, literalmente, ao lado do cliente.

A startup curitibana dos empreendedores Renata Chemin (CEO), Bruno Medeiros (Novos Negócios) e Fernando Ott (CTO), recém entrante no mercado, iniciou suas operações há pouco mais de um mês ao disponibilizar campanhas de marcas em seu aplicativo para usuários inserirem molduras relacionadas a uma delas em troca de pontos Bonuts, que podem ser revertidos em milhas aéreas. No primeiro mês de existência, foram realizadas campanhas com a seguradora Arval, Sépha Perfumaria e a plataforma Incast. Como resultado até então, o app já gerou mais de 500 fotos postadas pelos usuários.

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Serviços B2B já correspondem a quase 50% da receita de startup de serviço automotivo

Para quem nunca ouviu falar em B2B, a sigla significa ‘’business-to-business’’ e é uma alternativa ao famoso B2C, ou seja, ‘’business-to-customer’’. Na prática, os serviços que sempre foram oferecidos da empresa ao cliente (pessoa física), agora tendem a ser oferecidos de empresas a empresas (pessoa jurídica), a partir de parcerias nas quais uma faz o papel de cliente enquanto a outra, de fornecedor. Baseado nas próprias experiências, Fernando Saddi, fundador e CEO da Easy Carros, aplicativo que conecta profissionais de serviços automotivos a donos de carros, afirma que, hoje, essa mudança de estratégia com foco no serviço voltado para empresas é o caminho para o sucesso.

De acordo com Saddi, a alternativa ao modelo comum de negócio surgiu de forma espontânea para a Easy Carros e, segundo ele, a demanda começou organicamente, “Muitas empresas começaram o contato com a Easy Carros até que percebemos que alguns de nossos principais clientes eram empresas que usavam nossos produtos para seus clientes finais’’. Segundo o executivo atualmente existe uma lista com cerca de 50 empresas interessadas em fazer algum tipo de parceria que envolve este modelo.

Atualmente, a Easy Carros recebe mais de 6.000 pedidos por mês nesse segmento, o que representa 40% dos pedidos da empresa. “No mês que vem, calculamos que passará de 50%”, completa Fernando Saddi. Além disso, o ticket médio gasto por empresa nesse modelo é 70 vezes maior do que o gasto por consumidor no modelo antigo.

O modelo B2B da Easy Carros, apesar de ainda não ter um aplicativo próprio, já funciona desde XXX e possui grandes clientes no mercado, como o grupo Bimbo, responsável pelas marcas Pullman e Nutella; o grupo Bandeirantes e o grupo Siemens, por exemplo.

Hoje, o serviço está disponível em todas as 32 cidades e 4 estados em que a Easy Carros atua, e tende a crescer.

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E-commerce B2B entre empresas movimenta o dobro que B2C nos Estados Unidos

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Por Maurício Di Bonifácio

Nos Estados Unidos, que já tem um histórico mais consolidado da participação do canal de venda digital na economia, temos um cenário que ainda não se refletiu no Brasil. O e-Commerce B2B (entre empresas) movimentou mais que o dobro do volume financeiro em 2015 que o e-Commerce B2C (entre empresa e cliente final). Estamos falando de U$ 780 bi no B2B contra U$ 350 bi no B2C.

Num cenário que a transformação digital da indústria está mais acentuada, as empresas americanas já aceitaram que a digitalização de seus canais de venda é fator chave de sobrevivência, não mais de pura inovação. As empresas que não entenderem como o novo cliente B2B quer comprar estarão com sérios problemas nos próximos anos.

Este número de U$ 780 bi deve chegar em U$ 1.1 tri em 2020 segundo as previsões Forrester Research. Isto vai representar 12,1% de todo o volume movimentado nas transações entre empresas nos Estados Unidos.

Em determinados setores, é comum encontrar empresas que o canal digital B2B represente de 30% a 50% de seu faturamento.
Uma destas empresas é a Grainger, com um faturamento de U$ 4 bilhões apenas via e-Commerce B2B, representando 41% das vendas da empresa. E este canal teve um crescimento de 13,6% entre 2014 e 2015.

Outra que está apostando forte neste canal digital B2B é a própria Amazon, a gigante do e-Commerce B2C já movimenta mais de U$ 1 bi por ano em sua operação B2B.

Por que este canal está crescendo e empresas como a Grainger estão apostando na digitalização das vendas B2B? Dos vários motivos, dois são os mais relevantes:

1 – Aspectos econômicos

A venda via canal digital através de um modelo de e-Commerce B2B é economicamente mais eficiente. O canal digital permite uma pulverização e aumento da base de clientes. Seja por atender clientes menores ou geograficamente distantes, ou clientes que a força comercial (vendedores diretos, representantes comerciais e canais de distribuição) não consegue atingir, a venda digital abre para a empresa novos mercados que antes eram limitados por estas questões físicas, de custos ou de equipe. Atender digitalmente mais clientes significa que a empresa terá crescimento de receitas sem aumento de headcount na equipe comercial, e consequentemente um melhor SG&A para atacar clientes no modelo de cauda longa, ou que não eram economicamente viáveis. Além de novos clientes, as empresas que já operam o B2B digital estão tendo tickets maiores e maior frequência de compra de seus atuais clientes, segundo o Gartner. De um lado o canal digital permite trazer mais clientes, e de outro fideliza e rentabiliza os da base.

2 – Demanda do cliente

O perfil dos clientes está mudando. As novas gerações estão assumindo as posições que influenciam na cadeia de compra e venda das empresas. E mesmo as gerações mais antigas estão mudando seus hábitos. O que vemos é que os clientes demandam cada vez mais que as empresas lhe forneçam soluções, informações e recursos para que eles façam melhor seu trabalho. Segundo uma pesquisa da Forrester, 74% dos clientes B2B, se tivessem a alternativa, acham mais conveniente comprar digitalmente. E em 53% das compras, a decisão do produto e/ou fornecedor já ocorreu antes do primeiro contato com o vendedor da empresa.

Todos estes dados apontam numa única direção, que já é realidade nos Estados Unidos. A digitalização do canal de venda B2B no Brasil. E com isso é fácil entender porque as empresas B2B estão se preocupando tanto com este canal. As que saíram na frente e montaram suas operações de B2B digital, já estão tendo resultados expressivos.

Mauricio Di Bonifacio, sócio-diretor da Fast Channel (www.fastchannel.com), empresa especialista em implantar e gerir canais de venda digital B2B, principalmente em indústrias e distribuidores.

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