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Polícia norte-americana usa veículo tipo MRAP com câmeras para inibir crimes

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Tirando proveito de novas tecnologias, a cidade de Haverhill, em Massachusetts, Estados Unidos, colocou nas ruas um veículo do tipo MRAP (Mine-Resistant Ambush Protected, ou Protegido Contra Emboscadas e Resistente a Minas). O veículo circula nos pontos mais críticos da cidade de 63 mil habitantes como um fator de inibição para criminosos e como medida preventiva. Equipado com câmeras IP, o MRAP registra os arredores por 72 horas e apoia operações policiais em locais mais propensos a ações criminosas, inclusive de gangues.

O MRAP combina diversas tecnologias. Na carroceria, foi instalada a câmera AXIS P3225-LVE na parte da frente para proporcionar melhor visão em situações de perigo. Do lado do passageiro, uma câmera AXIS Q3505-VE, resistente a golpes de até uma tonelada, foca nas áreas alvo com a ajuda da tecnologia Lightfinder, que visualiza imagens em cores com baixíssima iluminação. Além disso, a vista lateral é complementada por duas câmeras próprias para veículos, a AXIS F1035-E, que têm lente olho de peixe de 194 graus e são resistentes a poeira, chuva, neve, vibrações, impactos e mudanças de temperatura. Iluminadores IR também foram colocados no veículo e podem ser operados remotamente utilizando o AXIS P8221, um módulo que integra as câmeras a outros dispositivos.

“O MRAP é uma das armas do nosso arsenal. A ideia veio de outros departamentos e o veículo é mais utilizado para dissuadir. Acima de tudo, estamos felizes com a clareza e fidelidade das imagens, que eram bastante questionáveis antes da instalação das câmeras Axis”, conclui o Administrador de Rede do Departamento de Polícia de Haverhill, Ron Tuell.

A mesma câmera AXIS F1035-E, criada para uso veicular, é usada pela cidade na van que transporta presos. O equipamento captura as ações dentro e fora do veículo. Graças à tecnologia IP, todas as imagens estão ao alcance das mãos e podem ser vistas em celulares ou tablets através do software da Milestone, parceira da Axis.

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Axis cria solução 3D para contagem de pessoas

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A Axis Communications, fabricante sueca da área de videomonitoramento, criou um dispositivo para captura de imagens tridimensionais capaz de fazer a contagem precisa do fluxo de pessoas em lojas, supermercados, bancos e aeroportos. Ao ser instalado no teto, o novo kit de sensores estéreo AXIS P8804 cria mapas que levam em consideração a altura dos objetos a serem contados, o que evita a contagem de itens irrelevantes, como carrinhos de compras.

Ao ser combinado com o software TrueView 3D People Counter, da Cognimatics, empresa adquirida pela Axis Communications em 2016, a solução gera uma análise funcional precisa. Os relatórios são emitidos de forma automática em diversos formatos, como arquivos Excel.

A solução de kit de sensores Axis com software da Cognimatics também permite superar situações que antes afetavam a contagem precisa, como sombras, luz solar intensa ou um grande fluxo de pessoas se dirigindo para um mesmo local. A tecnologia 3D ainda evita a remoção de merchandising, displays ou prateleiras na zona de contagem.

Outro ganho está na instalação do equipamento, que pode ser alocado discretamente em ambientes com pé-direito de 2,40m, enquanto a solução anterior (2D) exigia uma altura mínima de 2,70m. Para eliminar a necessidade de um computador, o software da Cognimatics é processado inteiramente no hardware do kit, dentro do conceito de analítico embarcado na câmera.

Por utilizar uma plataforma aberta, o kit AXIS P8804 poderá contar no futuro com outros softwares de parceiros da Axis. O AXIS P8804 já está disponível na rede de canais da companhia. O preço sugerido no Brasil (MSRP) é de R$ 3.361, mais impostos estaduais.

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Segurança máxima: Como a tecnologia pode apoiar a gestão de presídios

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As tecnologias mais avançadas disponíveis hoje para reforçar a segurança em presídios incluem a capacidade de detectar automaticamente quando alguém se aproxima do muro do presídio, câmeras de aço inoxidável resistentes a golpes de uma tonelada e com design anti-agarramento, analíticos de vídeo capazes de detectar princípios de tumulto a partir do barulho e equipamentos de áudio que facilitam a comunicação dos gestores com os detentos em áreas internas e externas.

Essas tecnologias, oferecidas pela fabricante sueca Axis Communications, já estão disponíveis no Brasil, e algumas já são utilizadas em presídios no Brasil e no exterior. Uma delas é o Axis Perimeter Defender, que faz uma análise contínua da movimentação no perímetro do presídio. Através de uma combinação de câmeras, software e alto-falantes IP, o sistema detecta quando alguém se aproxima do muro, tanto do lado de dentro, numa possível tentativa de fuga, quanto do lado de fora, numa potencial tentativa de jogar produtos para dentro. Ao detectar essa presença, o sistema alerta automaticamente os operadores na central de monitoramento, e pode acionar de imediato uma sirene ou emitir uma mensagem dissuasiva.

O alto-falante de rede AXIS C3003-E, estilo corneta, é um dispositivo IoT (Internet of Things) que projeta um som com alcance de 100 metros. Com um único cabo de rede, o alto-falante recebe energia e se conecta diretamente a um sistema de gerenciamento de vídeo ou a um sistema de telefonia Voz sobre IP (VoIP), já que suporta o protocolo SIP. Ao associar um número de telefone ao aparelho, basta o usuário ligar para o número e falar normalmente ao telefone para ter a fala amplificada.

O áudio também pode ser uma ferramenta importante na identificação de ocorrências. A câmera de rede AXIS Q8414-LVS, feita de aço inoxidável e resistente a atos de vandalismo, possui um microfone interno que capta o áudio e pode ajudar a identificar situações urgentes como barulho de uma luta corporal, gritos e pedidos de ajuda. A câmera ainda grava imagens mesmo em ambientes em total escuridão, com o LED infravermelho, e tem um design que deixa a câmera no canto da parede, sem que o preso tenha meios de se segurar na câmera para arrancá-la.

Uso em presídios

Existem tecnologias inovadoras já em uso em prisões brasileiras e estrangeiras. No Centro de Correção do Condado de Worcester, em Massachussets, nos Estados Unidos, são mais de 100 câmeras de alta resolução da Axis espalhadas pelos 12 pavilhões. A resolução Full HD permite aos operadores monitorarem de perto as expressões faciais dos presos, e entender possíveis tentativas de rebelião numa fase inicial.

Em um dos casos, os vídeos ajudaram os investigadores na identificação de membros de facções rivais em meio a uma briga que terminou com um esfaqueamento. Como resultado, os participantes foram acusados formalmente perante a justiça e receberam uma sentença adicional.

No Brasil, a Secretaria da Justiça e Cidadania do Estado do Ceará (Sejus-Ce), criou uma central de vídeo monitoramento IP em Fortaleza para poder monitorar, à distância, grande parte do sistema prisional do estado. Foram 566 câmeras AXIS instaladas em todo o entorno das unidades prisionais, nas áreas externas, de acesso e também na área administrativa de cada uma.

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A Cibersegurança está redefinindo o mercado de videovigilância – Por Sergio Fukushima

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Estamos entrando em uma Era em que milhões de dispositivos serão capazes de armazenar e transmitir dados através da internet. Recentemente, a Consultoria Gartner, em um prognóstico, afirma que até o final do ano haverá 6,4 milhões de ‘coisas’ conectadas globalmente e, com a crescente quantidade de dados gerados, compartilhados e guardados através do modelo de computação em nuvem, é fundamental proteger-se contra possíveis vulnerabilidades de soluções conectadas à rede – incluindo o acesso não autorizado às imagens de câmeras de videovigilância em instalações importantes por parte de grupos de hackers independentes ou supostamente atendendo ao interesse de governantes.

Além de crescente, a preocupação com a cibersegurança de câmeras é tecnicamente fundamentada porque, de maneira geral, qualquer dispositivo conectado à rede é passível de ser explorado por pessoas não-autorizadas. No entanto, isso não quer dizer que qualquer câmara de qualquer fabricante está igualmente sujeita a potenciais ataques – existem dispositivos bastante vulneráveis e outros muitos menos vulneráveis. Além disso, há uma série de medidas preventivas que fabricante e usuários podem tomar.

Na realidade, possuir uma proteção mais alta contra ameaças cibernéticas depende da política de TI de cada empresa ou organização governamental, combinada com uma análise de risco. É possível criar sistemas mais seguros ao reduzir áreas expostas e mitigar riscos, incluindo considerações sobre o compromisso do fabricante com o tema, e a importância dada à proteção da privacidade e ao respeito à inacessibilidade das imagens das câmeras por agentes externos mal-intencionados.

Dado que os sistemas de videovigilância estarão cada vez mais conectados devido aos inúmeros benefícios da tecnologia IP, como o acesso remoto ou a integração, é importante realizar uma avaliação de riscos e implementar políticas de segurança no desenvolvimento e implantação de um sistema de vídeo IP. As avaliações de risco têm sido uma prática comum no planejamento de sistemas de videovigilância e configuração de dispositivos de vídeo em rede.

Como medida de proteção, é de suma importância reduzir a área de exposição a estes riscos e diminuir a níveis mínimos a superfície de ataque. Se estes dispositivos, serviços e aplicativos não precisam estar interconectados, o usuário deverá limitar a conectividade entre eles. Além disso, segmentar o sistema de vídeo do núcleo minimiza os riscos de adversidades entre os equipamentos.

O reforço à segurança de um sistema ainda deve incluir uma estratégia de configuração adaptada às necessidades específicas do usuário para enfrentar o panorama volúvel de ameaças. O primeiro passo é compreender o uso de protocolos de segurança propostos pela indústria, incluindo a autenticação/autorização de usuário multinível por contrassenha, criptografia SSL/TS, 802.1X, filtragem de IP e gestão de certificados.

Por fim, é fundamental que o fabricante de câmeras inteligentes atualize continuamente o firmware com novas características, correções de erros e patches de segurança. Para combater a maior variedade de ameaças, os usuários têm que estar alertas às atualizações de seus provedores e prestar especial atenção às melhores práticas para a prevenção de ataques através dos sistemas de câmeras em rede. A tranquilidade no futuro depende das escolhas realizadas no presente e, se não é possível blindar-se 100% contra ataques, é certo que o mercado apresenta caminhos mais vulneráveis e outros menos.

Sergio Fukushima, gerente técnico da Axis Communications

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