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A procrastinação te distancia do sucesso – Por Jéssica Piovan

O lema da procrastinação dentro de um contexto profissional está altamente ligada a duas questões: a dificuldade e a falta de motivação.

Quando nos deparamos com uma tarefa desafiadora dentro do nosso dia a dia profissional, é muito comum que travemos e que iniciemos um processo de adiar aquilo que nos foi colocado. Isso está muito ligado com o medo de errar. Medo de que aquela tarefa não esteja correta e de que não conseguiremos atingir os nossos objetivos. A principal ação ligada ao medo é a paralisação. Esse é o lado negativo do medo.

E medo tem lado positivo? Sim. É a precaução. Quando temos medo, nosso senso de sobrevivência faz com que nos escondamos embaixo de algo e não nos deixamos utilizar o nosso pensamento e raciocínio para seguir em frente.

Quando sentimos que estamos a um passo da procrastinação, nós devemos parar e pensar: o que de pior pode acontecer se eu não conseguir fazer essa tarefa? O pior nem sempre é real. Assim devemos desenvolver um plano de ação para que a tarefa seja concluída. Isso pode levar mais tempo, pois provavelmente deveremos nos alinhar a novas técnicas, sim e não. Sim, pois você terá de aprender e não, pois quando entramos em um processo grande de produtividade e concluímos nossas tarefas, nós nos sentimos preenchidos com mais energia para desempenhar outras tarefas.

Isso já aconteceu com você? Se sim, você deve saber do que eu estou falando. É algo que acontece em nosso íntimo e que devemos internalizar.

Um segundo ponto que deve ser compreendido é o fato de deixarmos de realizar tarefas profissionais e as adiarmos por estarmos desmotivados. Você é um procrastinador de carteirinha? Sinto muito se você respondeu que sim, talvez você não esteja motivado por estar fazendo o que você faz hoje.

Enquanto a procrastinação ligada a desafios está intimamente atrelada ao medo, a procrastinação por desmotivação está ligada a tristeza. Talvez você não esteja feliz em fazer o que você faz hoje, o que gera esse tipo de comportamento e pior a um leve “coitadismo”… “ah.. eu não consigo fazer isso, pobre de mim.

O lado negativo da tristeza é a vitimização… pasme, a tristeza tem um lado positivo muito grande: reflexão. Quando estamos tristes devemos entrar nesse modo e não no modo do vitimismo, pois é só refletindo que iremos conseguir dar um passo em direção a um novo futuro. Caso você deseje mudar de carreira, pois entendeu que a sua procrastinação está mais ligada a tristeza, um bom processo de coaching pode auxilia-lo, pois é onde o coach (profissional encarregado do processo) irá lhe promover essa reflexão e elaborar um plano de ação para se movimentar. Não é simples e exige tempo para que esse processo ocorra, mas é você que toma as rédeas da situação para chegar lá.

Quando nos deparamos com a procrastinação, a primeira pergunta que devemos nos fazer é: estou com medo ou eu estou triste? Ou essa tarefa é muito desafiadora ou eu estou desmotivado?

A partir dessa resposta você pode tomar a iniciativa de desenvolver competências para trabalhar a sua procrastinação.

Jéssica Piovan, psicologa e coach e esta a frente do Instituto Itankale.

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Mudança de atitude é caminho para sucesso de empresas – Por Edison Tamascia

“Como reinventar seu negócio em época de crise”, “Os desafios de administrar uma empresa no Brasil em um momento de crise” e “A crise econômica e as perspectivas para o varejo farmacêutico”. Esses foram apenas alguns dos títulos de eventos que recebi convite recentemente para participar, e posso afirmar que dificilmente tenha um dia que eu não receba algo do tipo, com o objetivo de juntar um grupo de empresários dispostos a se lamentar e falar da crise.

Acho importante falar sobre o assunto, mesmo que eu, pessoalmente, evite participar de eventos que tenham como foco falar ou se posicionar de maneira negativa em relação à situação. Para mim, falar de crise é contraproducente, invariavelmente causa um efeito contrário daquilo que buscamos para as nossas empresas, que é a prosperidade.

Em minha opinião, a prosperidade tem pouca relação com fatores externos; digo isso com a experiência que possuo no segmento de varejo farmacêutico. Até nessa área observo claramente que uma parcela significativa dos empresários está vivendo uma profunda crise em seus negócios.

Seja pela baixa lucratividade, diminuição do faturamento, aumento dos custos operacionais ou agressividade dos concorrentes, enfim, poderíamos listar diversos fatores que foram responsáveis por essa situação, por outro lado, vamos encontrar uma parcela expressiva de empresários que estão comemorando os bons resultados de seus negócios.

Quando conversamos com alguém que está prosperando, ouvimos sempre a frase: “o mercado farmacêutico é resiliente e não tem os mesmos problemas de outros segmentos”. Quando conversamos com alguém que está em crise, ouvimos: “a crise está em todos os segmentos e o mercado farmacêutico não é imune a tudo isso”.

Considerando tudo isso, é certo afirmar que, seja ele o mercado que atuo – que é o varejo farmacêutico – ou qualquer outro, o que fazemos é administrar um empreendimento e, por definição, um empreendimento tem como objetivo o desenvolvimento de uma atividade visando sua lucratividade e seu crescimento. Portanto, todos que resolvem empreender têm, conceitualmente, os mesmos objetivos, mas, na minha visão, o que vai fazer a diferença são as características da pessoa que está à frente.

Não basta ser empresário, é preciso ser empreendedor, que é aquele que, além de ser criativo, aceita riscos, confia na própria capacidade, tem persistência, proatividade, otimismo e não desiste nas dificuldades. É uma pessoa que visualiza o futuro e se propõe a construí-lo.
Concluindo, não adianta falarmos de crise e participarmos de seminários para entender o tamanho da dificuldade; não adianta acharmos que nosso futuro está apenas nas mãos dos economistas ou governantes, é preciso ter a clareza e a certeza de que o sucesso ou o fracasso da sua empresa estão nas atitudes e na coragem que se tem de correr riscos e não desistir nunca, mesmo quando tudo parece perdido.

Edison Tamascia, empresário do varejo farmacêutico há 40 anos, presidente da FEBRAFAR (Federação Brasileira das Redes Associativistas e Independentes de Farmácias), da rede de Drogarias Ultrapopular e da administradora de redes Farmarcas.

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O que o mundo corporativo pode aprender com os Jogos Olímpicos

Por Alexandre Slivnik

É impossível não se comover ou tirar lições de vida com essa edição dos jogos olímpicos. Sem dúvida, o que mais chama a atenção e nos toca emocionalmente, além da vibração da torcida e dos atletas, é a persistência. Tão importante quanto a coragem de conseguir o sucesso desejado, esse sentimento deve estar presente não só nos jogos, mas nas tarefas do cotidiano onde não há plateia! E o único 100% responsável por conquistar a medalha é você.

O ginasta Diego Hypólito participou dos jogos pela terceira vez consecutiva. Em Pequim, era um dos grandes favoritos. Caiu de bunda no chão. Quatro anos depois, em Londres, experimentou mais uma vez o gosto amargo da derrota. Em 2013, foi desligado do Flamengo, clube em que treinava, o que resultou em uma depressão que durou um ano e três meses. Chegou a perder 10kg e teve que ser internado. Mas deu a volta por cima e, nos Jogos do Rio em 2016, ganhou a medalha de prata. E quer mais. Afinal, quem está conectado com a sua missão e engajado em uma causa tem plena certeza de que pode fazer a diferença em qualquer função e ele fez para si e para a equipe que o auxiliou nesta jornada e, principalmente, para o país.

A judoca brasileira Rafaela Silva ganhou a primeira medalha de ouro do Brasil destes jogos. Para isso, teve que superar preconceito e as adversidades. Na edição londrina, foi eliminada e, covardemente, xingada nas redes sociais. Alguns diziam que ela era uma vergonha para o Brasil. Exatos quatro anos depois, dentro do seu país, na sua cidade, ela venceu o preconceito, levou a medalha de ouro e calou os maldosos críticos que tentaram fazê-la desistir.

Esses dois episódios e mais tantos outros repletos de histórias de superação podem ser aplicados ao mundo corporativo. Os vencedores andam na contramão do pensamento daqueles que querem seu fracasso. O sucesso depende de suas escolhas e de quanto você está disposto a se doar e a investir no que se deseja. É preciso ter sede de aprendizado e investir no próprio desenvolvimento. Quando você vê o seu trabalho como uma missão de vida, encontra tempo e motivação para continuar lutando…. e persistindo rumo ao sucesso.

E foi o que alguns empresários continuaram fazendo ao longo de 2015 e 2016. Muitos desistiram, demitiram funcionários e acreditavam que o sonho havia acabado. Executivos também perderam seus postos, tendo que rever toda a sua condição de vida. Mas este jogo está prestes a virar. Além dos indicadores econômicos, é perceptível que as empresas estão pisando no acelerador nesse segundo semestre.

Steve Jobs foi dispensado da diretoria da Apple um ano após lançar o Macintosh. Mas, durante os cinco anos seguintes, criou uma companhia chamada Pixar, que fez o primeiro filme animado por computador, Toy Story, e se tornou o estúdio de animação mais bem-sucedido do mundo. Como se isso não bastasse, Steve foi chamado de volta à Apple, porque a organização estava afundando. E ele a reergueu. Pessoas extraordinárias estão sempre conscientes que precisam agir para corrigir os rumos e buscar resultados dentro da organização.

Walt Disney foi demitido de três empregos, sendo que um deles por falta de criatividade. Conseguiu falir duas empresas antes de construir seu império que é, até hoje, o maior centro de entretenimento do mundo. E foi esse sonho de fazer diferente e de nunca desistir, que fez sua empresa ser reconhecida como a marca mais amada do mundo de acordo com a pesquisa da APCO Worldwide, 2013. Hoje, essa filosofia que cerca os parques continua a inspirar pessoas e mostra que o sucesso e o futuro das organizações dependem delas mesmas.

O que a Rafaela, Diego, Steve, Disney e tantos outros empresários têm em comum? ATITUDE! Não esperaram nada acontecer do acaso. Trabalharam e foram buscar o resultado de que tanto sonhavam. Eles se sobressaíram principalmente por ter algumas características bastante desejáveis, enumeradas a seguir:

1.Gostar do que faz

2. Provocar mudanças ao redor

3. Oferecer sempre soluções eficazes

4.Superar crenças limitantes

5. Saber para onde ir

6. Investir em conhecimento e autoconhecimento

7. Projetar os passos com atenção

8. Sempre além.

Agora é com você! Trabalhe duro e transforme seus sonhos em resultados extraordinários!

Alexandre Slivnik é autor do best-seller O Poder da Atitude e O poder de Ser Você. É sócio-diretor do Instituto de Desenvolvimento Profissional (IDEPRO), diretor-executivo da Associação Brasileira de Treinamento e Desenvolvimento (ABTD) e diretor geral do Congresso Brasileiro de Treinamento e Desenvolvimento (CBTD).

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