Tag atacado

Atacado distribuidor apresenta crescimento de 6,16% em julho

O crescimento nominal no mês de julho foi de +6,7% em relação ao mês anterior e de +6,16% frente a julho de 2019. Já o período de janeiro a julho, também em termos nominais, acumulou crescimento de + 2,87% na comparação com o mesmo período do ano passado. Os dados fazem parte da pesquisa mensal da Associação Brasileira de Atacadistas e Distribuidores, apurada pela FIA (Fundação Instituto de Administração) com um grupo representativo de empresas.

“O setor atacadista e distribuidor encerrou o primeiro semestre do ano com um crescimento de 2,20% no faturamento. Em julho, mantivemos o bom desempenho. Durante este ano de grandes desafios, o varejo de vizinhança mostrou sua força e cresceu, destacando-se como canal de compras preferencial do consumidor pela proximidade, conveniência e segurança. E nosso setor cumpriu brilhantemente seu papel, não deixando de abastecer o varejo independente um dia sequer, o que contribuiu para manter o pequeno varejo em pleno funcionamento. Essa postura garantiu os bons resultados que estamos colhendo, apesar do isolamento social e dos efeitos negativos da pandemia para o setor produtivo como um todo”, avalia o presidente da ABAD, Emerson Luiz Destro.

Apesar dos números positivos do setor, o presidente da ABAD considera fundamental que o governo continue a adotar medidas para mitigar a magnitude das perdas sofridas pelo conjunto da economia e também proteger o país de solavancos econômicos futuros. “Por isso apoiamos a reforma tributária que está em gestação no Congresso e temos contribuído para o debate que irá trazer as melhores soluções, levando ao conhecimento dos parlamentares estudos e análises realizadas por especialistas.”

As expectativas para o segundo semestre seguem otimistas. “O gradual retorno às atividades econômicas com o previsto afrouxamento do isolamento social deve ajudar a recompor o mercado de trabalho e impulsionar o consumo, que naturalmente se eleva no período do fim do ano, o que nos permite pensar em fechar 2020 com crescimento em torno de 2%”, afirma Emerson.

Em termos deflacionados, o setor apresentou em julho avanço de +6,31% na comparação com o mês de junho e de +3,76 na comparação com o mesmo mês de 2019. O resultado deflacionado acumulado no ano foi de -0,02% – na prática, um número que indica estabilidade (veja quadro abaixo).

Tags,

O despertar da inovação no mercado atacado distribuidor

Por Luciano Almeida

Transformação Digital é a expressão do momento nas empresas. Neste ano, os termos metodologia ágil e inovação entram com muito mais força no vocabulário corporativo e explanam a capacidade de obter benefícios embutidos neste conceito. Não é à toa que até o final de 2019 os investimentos das empresas em transformação digital serão de, aproximadamente, US$ 1,7 trilhão em todo mundo. Um incremento de 42% em relação aos gastos do ano passado, segundo o IDC (Internacional Data Corporation).

A jornada digital se assemelha a uma grande viagem. Existe o planejamento, o convite para o engajamento e o agendamento para início. Logo depois, existe aquela preparação básica, como verificar trajeto, os locais de descanso e também as atrações.

Após o “go live”, deparamos com atrasos no voo, overbooking, falha na reserva do hotel e atrações em manutenção. Nos piores casos, brigas e desentendimentos afastando os integrantes da viagem.

Se olharmos mais amplamente, essa jornada pode ser equiparada às nossas vidas com muitos desafios, conquistas, derrotas, tempestades e dias lindos no caminho, que não podemos abandonar. Talvez possamos dar um tempo, mas teremos que retomar.

Ambas as analogias cabem em muitos mercados, em especial ao mercado atacadista distribuidor. Este setor, importante elo da cadeia de abastecimento, ainda manda às favas a digitalização de processos, bem como também não se deu conta do papel catalizador da inovação, de aproximar clientes e agilizar o go to market.

Muitas dessas empresas vivem, ou viveram recentemente, rotinas analógicas por uma questão cultural. Fruto de gestões anteriores, dos tempos em que a negociação era feita com papel, caneta e “olho no olho”. Alguns empresários até começam a se atentar para a importância da tecnologia nos negócios devido à chegada de jovens,sucessores que entram para a liderança.

Esta movimentação contempla o início de um despertar para a transformação digital no atacado distribuidor. Será um caminho de disrupção, nde a tecnologia dará ferramentas para entender de forma profunda quem é o cliente e todas as suas necessidades. Ou seja, haverá prerrogativas de inovação à disposição para ajudar as distribuidoras a potencializarem os seus negócios.

A transformação é só uma parte desta “jornada digital”, focada nos aspectos de trazer cada vez mais, migalhas analógicas do nosso passado para um futuro de bit e bytes. Não é modismo, é necessidade básica de sobrevivência corporativa. É a reserva no voo sem a qual você não conseguirá embarcar.

Fiquemos atentos e a bordo porque estamos apenas no começo da era da transformação.

Luciano Almeida, diretor de tecnologia da MáximaTech, companhia desenvolvedora de soluções móveis para força de vendas, e-commerce, trade e logística para o atacado distribuidor.

Tags, , , , ,

Máxima Sistemas lança tecnologias para redução de custos do atacado distribuidor

A redução de custos e o aumento de produtividade se tornaram prioridades para as empresas se manterem competitivas no mercado em qualquer cenário. De olho neste desafio, a Máxima Sistemas, companhia especializada no desenvolvimento de soluções móveis para força de vendas, trade marketing e logística, lança duas soluções para apoiar o mercado atacado distribuidor: uma voltada à ampliação das vendas e outra para otimizar as entregas dos produtos.

A novidade para aumentar as vendas vem com o lançamento do aplicativo maxPortal B2B, uma solução móvel que potencializa a comunicação da distribuidora com os seus clientes, ampliando seus canais de venda. O APP complementa a versão web da solução e foi criado para ser um canal direto de comunicação entre distribuidores e varejistas, visando otimizar o tempo e os processos comerciais.

Com essa solução, o atacadista distribuidor tem condições de ampliar suas vendas uma vez que esse processo não fica mais limitado ao horário comercial, além de aumentar seu alcance de atuação, uma das vantagens promovidas pela mobilidade, e simplificar ainda mais a experiência de compra. “Agora com o aplicativo, as compras são realizadas em apenas cinco cliques via smartphone, reduzindo em 50% o tempo de execução desta tarefa”, Marcelo Mendes, gestor da solução na Máxima Sistemas.

Na outra ponta da venda está o processo de entrega. Para aprimorar essa importante rotina, que é reconhecida como a que mais consome os investimentos do atacado distribuidor, a Máxima Sistemas lança o maxRoteirizador, uma tecnologia criada para reduzir custos logísticos como o alto consumo de combustível e a rápida depreciação da frota. A solução permite à companhia traçar a melhor rota para que as entregas sejam feitas no menor tempo e, com isso, percorrendo a menor quilometragem possível.

O maxRoteirizador também automatiza todo o processo de montagem de cargas e ainda realiza a seleção de pedidos no mapa para a distribuição e o sequenciamento da carga, sugerindo o melhor veículo e motorista mais apto para transportar a mercadoria, sem deixar de levar em conta as características do produto a ser entregue. Todo esse procedimento é realizado em um minuto e meio, tarefa que manualmente leva cerca de três horas para ser executada.

A solução ainda conta com algoritmos que proporcionam segurança à carga e ao motorista indicando se o caminhão passará por regiões onde há maior ameaça de risco para o transporte. “Benefício muito pertinente nos dias de hoje devido ao crescimento do número de roubo de cargas nas estradas brasileiras”, conta Fabrício Santos, gerente de mercado da companhia.

Para o presidente da Máxima Sistemas, Wagner Patrus, o mercado atacadista distribuidor tem focado em projetos que, além de reduzir o custo de suas operações, também propiciem maior produtividade, equação que se tornou indispensável para ser mais competitivo. “Nossa estratégia surge no momento em que a tecnologia volta a ser a mola propulsora para as empresas ampliarem sua capacidade de atuação frente ao novo cenário econômico”, finaliza Patrus.

Tags, , ,

Máxima Sistemas leva sua solução de força de venda para a nuvem da Amazon

A Máxima Sistemas, companhia de soluções móveis para força de vendas, trade e logística para o setor atacado distribuidor, apresenta uma nova versão do seu software carro-chefe, o Pedido de Venda, que passa a ser disponibilizado na nuvem através dos serviços da Amazon Web Services (AWS).

Criada para simplificar as atividades diárias de vendedores e representantes comerciais, a solução Pedido de Venda permite à equipe comercial externa, por meio de tablets e smartphones, emitir pedidos, realizar consulta de preços, disponibilidade de estoque, histórico de compra dos clientes e políticas de desconto, por exemplo. A aplicação contribui com ampliação de até 35% na quantidade de pedidos devido à redução de tempo no processo da venda e um aumento de até 40% no volume de novas vendas.

A nova versão na nuvem tem como vantagens a redução de custos com infraestrutura de servidores para rodar a solução, a alta disponibilidade no serviço, a redução no tempo de implantação e a garantia de maior segurança, além de backups de uma das mais confiáveis plataformas de cloud computing do mercado.

No quesito disponibilidade, a Máxima aponta benefícios como a capacidade dos profissionais em campo não terem interrupção nas trocas de dados, situação que é muito recorrente quando se utiliza um servidor interno, que pode ficar instável numa queda de energia elétrica, ou apresentar lentidão com grande volume de sincronizações, por exemplo.

Além da comercialização da cessão de direito de uso do software, agora a Máxima também passa a oferecer o modelo de locação de software, ou seja, sem a necessidade da compra de licença.

Para Wagner Patrus, presidente da Máxima Sistemas, a inovação promovida pela oferta do Pedido de Venda na nuvem é apenas o início das propostas trazidas pela companhia. “A adoção do cloud computing é uma tendência mundial e os nossos clientes já entenderam que manter seus dados dentro de casa é uma condição muito vulnerável ao negócio, além de oneroso. Mais do que redução de custo com infraestrutura, a segurança da informação é um fator que pode por em risco a parada de um negócio e, consequentemente, gerar prejuízos”, explica Patrus.

Outra novidade apresentada pela companhia durante a APAS Show 2017, maior evento supermercadista da América Latina, que acontece de 02 a 05 de maio em São Paulo, é a possibilidade de monitorar em tempo real a qualidade de entrega de produtos e serviços, assim como as devoluções e as entregas realizadas com sucesso, valor e peso da mercadoria através de dashboards estratégicos na solução maxMove Entrega. O software também realiza a roteirização de entregas, contribuindo com a redução do custo logístico.

A Máxima Sistemas leva também à APAS Show 2017 o maxPromotor. A solução realiza a gestão da equipe de promotores no ponto de venda, acompanhando a performance do time que realiza pesquisas por meio de painéis com visões como PDVs com maior índice de rupturas por seção/promotor/fornecedor/produto, dentre outras. A solução contribui para identificação de novas oportunidades de venda no local em que é realizada a ação de marketing do produto, encaminhando alertas para a equipe comercial.

Todas essas ofertas da Máxima Sistemas ilustram o propósito da feira deste ano que é mostrar ao seu público visitante a importância de reinventar as relações com toda cadeia de abastecimento em tempos de empoderamento do consumidor e de mudanças na forma de se relacionar com clientes e fornecedores.

Tags, , , , , , , ,

A nuvem no atacado distribuidor: um aliado aos seus negócios – Por Leonardo Barros

0d9086679a613d70f122de310cfc0a28

Muitos anos já se passaram desde que o conceito de computação em nuvem começou a marcar presença no mercado brasileiro. O tema, apesar da avalanche de informações supracitadas e de tantos casos práticos de uso já divulgados, ainda assusta as empresas nacionais. De antemão, eu digo: não há o que temer.

A computação em nuvem provocará nos próximos anos, nem tão remotos, efeitos na sociedade em geral e nos negócios, principalmente. Hoje convivemos naturalmente com o comércio eletrônico e toda a facilidade do internet banking, que, diga-se de passagem, já ficou para trás, dando vazão ao Mobile Banking, que caminha a passos largos quando constatamos o número de 260 milhões de smartphones no Brasil, enquanto somos 200 milhões de pessoas.

Lembro da resistência do consumidor no início dos anos 2000, época que eclodiu a era da bolha.com, que ao usar a modalidade de comércio eletrônico nos sentíamos inseguros de ter que enviar dados dos cartões de crédito via Internet. Até mesmo acessar a conta corrente do banco pela web era como viver perigosamente. Mas as coisas mudaram.

E mudam. O cloud computing revoluciona o mundo corporativo e pode revolucionar o segmento atacado distribuidor. Munidos de grandes armazéns que alocam até dez mil mercadorias, volumosas frotas e infinitas emissões diárias de nota fiscais, os movimentos mercantis e administrativos do setor atacado distribuidor é dinâmico e desempenha funções que estão em conformidade com a premissa do conceito cloud computing, que é agilidade acoplada à redução de custos.

Funções como venda, promoção, compra, formação de sortimentos, quebra de lote, armazenamento, logística, financiamento, riscos, informações de mercado e prestação de serviços de administração e consultoria são algumas das atividades que podem ser armazenadas na nuvem. Com isso, há mais colaboração da equipe usando chats, compartilhando documentos, updates de status ou outros mecanismos, aumentando, dessa forma, a fluidez na comunicação e na tomada de decisão. Temerosos e incipientes em sua maioria, o atacadista distribuidor ainda não se deu conta dos ganhos em eficiência nos negócios trazidos com o uso da nuvem.

Em conversas recentes com empresários e até gestores de TI do nicho atacadista distribuidor, percebo que a preocupação mora na condição de ter informações confidencias – consideradas o pulmão da empresa – fora de seus domínios, de certa forma. Entretanto, é possível afirmar que a segurança de dados aumenta ao usar soluções na nuvem. Isso acontece porque provedores de cloud computing seguem padrões internacionais de segurança, como ISO, SSL, criptografia avançada, dentre outras metodologias.

Ademais, ao perder um notebook ou mesmo um celular, informações confidenciais não vão embora junto com o aparelho. Elas ficam armazenadas na nuvem e se mantêm protegidas e disponíveis nela. Tal qual o email que pode ser acessado por qualquer dispositivo, independente da localidade.

Outro fator importante para a segurança, que a computação em nuvem torna mais simples, é o backup. Sistemas tradicionais demandam tempo para que o backup de dados seja realizado. Há situações em que é preciso condicionar uma equipe inteira para sanar o backup. Em sistemas rodados na nuvem, o espelhamento de servidores e as normas de gestão de dados fazem a cópia de segurança em tempo real e permitem que, caso algum problema aconteça, cópias criptografadas das informações sejam recuperadas automaticamente, excluindo a necessidade de recorrer a arcaicos discos físicos ou servidores não conectados.

Sob o aspecto da redução de custo operacional, desenvolver e manter o sistema via web, por meio de terceiros, pesa menos no bolso do empresário por não necessitarem de gastos elevados com servidores e licenças de softwares de bancos de dados. Hoje já é possível pagar apenas pelo que foi utilizado pela empresa, de forma flexível e personalizada, diminuindo gastos. Também há como dobrar ou triplicar a estrutura disponível em armazenamento e processamento de dados com um investimento pequeno e usar de acordo com a demanda, de maneira elástica.

A possibilidade de ajustar o que é pago ao que é demandado, além de reduzir custos, facilita no momento de adequar o sistema às necessidades da empresa. Em eventos sazonais, como o Natal, por exemplo, quando há um maior número de compras e vendas no atacado distribuidor, é possível mudar determinado sistema com um clique, agilizando o servidor com foco na eficiência dos negócios.

Ser competitivo no mercado atual é também dispor das melhores e mais modernas possibilidades para gerir o seu negócio. A computação na nuvem é uma grande oportunidade disponível para o atacadista distribuidor alcançar o sucesso, com segurança. Acredito que em cinco anos não delimitaremos o cloud computing puramente como um recurso tecnológico, mas sim como um modelo mental básico de pensarmos e usarmos a TI a favor do core business.

É um caminho sem volta que basta você, atacadista distribuidor, decidir se o trilhará, ou não, com maestria.

Leonardo Barros, diretor executivo da Reposit, provedora de soluções completas em gerenciamento de dados, especializada no atacado distribuidor e varejo.

Tags, , , , , ,

Sistema de e-commerce atrai supermercadistas

Líder em sistemas de gestão para o autosserviço alimentar, empresa apresenta plataforma de e-commerce e aplicativo para smarphones na ABRAS 2016

Significativa parcela de supermercadistas em todo o Brasil estuda investir em plataformas de e-commerce nos próximos dois anos. É o que revela pesquisa realizada pela Consinco, desenvolvedora de sistemas de gestão (ERPs) para redes de varejo e atacado, a partir de uma amostra de empresas da sua carteira de clientes, entrevistados no primeiro semestre deste ano. Segundo o levantamento, 45% dos supermercadistas consultados manifestaram interesse em implantar a ferramenta de e-commerce até o final de 2018. Desses, 22% afirmaram que planejam investir nesta solução já em 2017. A amostra do levantamento da Consinco compreendeu 147 redes em todo Brasil, de diferentes portes, com faturamento entre R$ 60 milhões e R$ 2,3 bilhões por ano.

Com base na indicação dada pela maioria dos clientes, a Consinco desenvolveu sua própria plataforma de e-commmerce, que será apresentada durante a 6º Exposição e Feira de Tecnologia para Supermercados da Convenção ABRAS 2016. A plataforma é um conjunto de sistemas 100% integrados ao Consinco ERP, com possibilidade de operar com outros sistemas de gestão. A ferramenta agrega também os processos para operação Drive Thru, é totalmente responsiva e facilmente adaptada aos acessos por desktop ou mobile.

A solução da Consinco também agrega o aplicativo para os sistemas Android e iOS, com os mesmos recursos do site de vendas. O aplicativo pode ser personalizado para o varejista, permitindo mais ações além da venda, como envio de publicidade customizada para o consumidor, identificação do cliente em sua visita à loja, indicação de localização de um produto ou categoria para facilitar a locomoção interna do comprador, entre outros benefícios.

As soluções Consinco E-commerce e M-commerce foram criadas para oferecer todos os recursos para o varejista atender seus clientes, desde a captação do pedido até a entrega dos itens em determinada loja ou na casa dele. “O varejo e o atacado possuem características e particularidades que não são bem atendidas pelas plataformas atualmente disponíveis no mercado, tais como preços diferenciados por embalagem, venda em quantidades fracionadas e etc. Viemos suprir estas demandas, permitindo que o cliente final tenha acesso, tanto no e-commerce, quanto no aplicativo, aos mesmos recursos existentes em uma loja física”, diz o executivo Silvio Sousa, diretor comercial da Consinco. Atualmente, os sistemas de gestão da Consinco rodam em 35% das maiores redes de varejo supermercadista do Brasil e em 30% dos maiores atacadistas.

Drive Thru

Tendência mundial, o drive thru é uma das alternativas avaliadas pelos varejistas brasileiros. O serviço oferece maior flexibilidade ao consumidor final, que pode retirar a sua compra em horário agendado e local pré-definido. O Consinco ERP é o grande responsável pela engrenagem do drive thru na plataforma de e-commerce. O sistema comanda a gestão da compra online, desde a recepção do pedido, passando pela administração dos estoques, separação e conferência dos produtos, até a retirada pelo cliente. O sistema está preparado para operar a partir de pontos de distribuição ou diretamente a partir das lojas físicas.

O E-commerce

O Consinco E-commerce chega ao mercado com o melhor custo-benefício do varejo supermercadista. A plataforma é oferecida no leque de serviços da empresa, com baixo investimento do supermercadista no início da operação. O valor pago mensalmente é divido entre o uso da plataforma e o consumo da infraestrutura em nuvem.

O aplicativo

O aplicativo loja mobile da Consinco é totalmente integrado à plataforma ERP. Desenvolvido em tecnologia multiplataforma, está disponível para sistemas Android, iOS e Windows, dispõe dos mesmos recursos do site de vendas e também é customizado com as informações do varejista, permitindo ao usuário criar lista de compras e as finalizar no momento que desejar. Para obter o aplicativo, não é necessário investir em nenhuma infraestrutura física. O supermercadista vai precisar apenas disponibilizá-lo na loja de aplicativos que desejar. Por ser personalizado, permite o envio de publicidade customizada, identifica o cliente em visita à loja, indica a localização de itens, além de oferecer ao consumidor, se o varejista preferir, o serviço de drive thru.

Tags, , , , , , ,

Compex e Reposit firmam parceria para levar tecnologia ao mercado atacado distribuidor

Atenta à demanda de controle de produtos nos centros de distribuição, a Reposit, provedora especializada em gerenciamento de banco de dados para os setores atacado distribuidor e varejo, firma parceria com a Compex Tecnologia, referência em equipamentos para coleta de dados.

O objetivo da aliança é oferecer o portfólio da Compex ao mercado atacadista distribuidor, já que as ferramentas têm funcionalidades aderentes para atender e sanar as demandas de controle de clientes da Reposit, composta em sua maioria por empresas deste segmento. “Identificamos a necessidade e a oportunidade de levar a oferta da Compex aos centros de distribuição por conta da maior eficiência que a solução proporciona às atividades diárias do setor, como a realização de inventário, a conferência de preços, o recebimento de produtos, dentre outros benefícios”, explica Leonardo Barros, diretor executivo da Reposit.

Segundo Meire Moreira, diretora de marketing e relacionamento da Compex, o acordo não só amplia o leque de possibilidades, como garante a capilaridade necessária para a companhia se consolidar no mercado atacado distribuidor.

“Nossa premissa é fortalecer cada vez mais a presença das nossas soluções para o maior número de empresas possíveis, de diferentes segmentos. E isso só acontecerá através de parcerias estratégicas, feitas com empresas com know-how e grande penetração no segmento em que atua, como é o caso da Reposit na cadeia de abastecimento”, pontua Meire.

Tags, , , , , , , ,

André Faria é novo CEO da Bluesoft

dded1a6f-bfc6-45c4-9ee7-35c1845213cb

A Bluesoft, fornecedora de sistemas de gestão para redes de varejistas, atacadistas e distribuidores, nomeou André Faria Gomes como novo CEO da empresa. Ao longo de mais de 10 anos na Bluesoft, André passou por todas as áreas da empresa e atuou como diretor de operações, e diretor de tecnologia.

Nessa nova fase, o executivo tem a missão de consolidar a posição de destaque da empresa na indústria de sistemas de gestão, promovendo o contínuo crescimento da Bluesoft através da formação de canais, inteligência de marketing e inovação tecnológica.

André foi responsável por trazer parcerias estratégicas para a Bluesoft como a Amazon Web Services que provê toda a infraestrutura de computação em nuvem e a Tableau que suporta as aplicações de Business Intelligence que a Bluesoft fornece a seus clientes. Ambas as empresas líderes em seus setores de atuação.

Formado em sistemas de informação, André está completando esse ano seu MBA Executivo pela Instituição Estadunidense Pittsburgh University, o executivo espera potencializar e expandir a atuação da Bluesoft no mercado brasileiro.

Luiz Faias, fundador da Bluesoft, que foi CEO até então, já com mais de 30 anos de experiência no segmento varejista, permanecerá atuando na Bluesoft como Presidente do Conselho Administrativo.

A Bluesoft foi pioneira em oferta de sistemas de gestão para redes varejistas em Nuvem no Modelo SaaS (Software como Serviço), e vem trabalhando nesse modelo desde 2002. Em conjunto as redes atendidas pela Bluesoft já faturam mais de 7 bilhões de reais por ano através das soluções fornecidas pela empresa.

Tags, , , , , , , ,

O ano já acabou para o Varejo? – Por Fábio Lopez

O impacto da instabilidade econômica de 2015 afetou os mais diversos setores, refletido em um ano complicado para o mercado. O varejo, que vinha até 2014 com um recorde de 10 anos seguidos de crescimento, também sentiu a força da recessão, fechando o ano com números abaixo do esperado. Em 2015, o setor alimentício fechou o ano com queda de 4,3% e o varejo ampliado, que inclui venda de veículos e materiais de construção, com baixa de 8,6%, segundo o IBGE. De uma forma geral, o varejo funciona como um termômetro do mercado: é um dos últimos a sentir a recessão, mas também é o primeiro a reagir. E o setor já vem apresentando novas maneiras para retomar o caminho do crescimento em 2016, aliando otimização de gestão a novas estratégias de negócio.

Em períodos de economia instável, é essencial para varejistas “olharem para dentro”, buscando soluções que otimizem as operações, diminuam desperdícios e perdas e garantam margens mais controladas. Porém, para que o varejo volte a crescer em 2016, é necessário aliar uma gestão mais eficaz a satisfação de cliente, trabalhando de forma mais eficiente para fazer com que ele compre mais e volte com uma regularidade maior para as lojas, além de atrair novos consumidores. Uma estratégia que se acentuou para um atendimento diferenciado aos clientes é a aposta em novos formatos de loja: supermercados de bairro e o atacarejo. +

Supermercados de Bairro

Uma das tendências das grandes redes que vem se acentuando é reduzir a abertura de hipermercados e passar a abrir lojas menores, que atendam um público de bairro. Os novos estabelecimentos, apesar de não contar com a mesma variedade de produtos de uma unidade maior, atendem bem ao consumo de uma região. A aposta aqui é em oferecer aos clientes uma experiência de compra rápida, em que ele encontre os produtos básicos do dia a dia que procura e não enfrente filas para concluir a compra.

Satisfação do cliente é um dos principais focos dos mercados de bairro, que devem adotar soluções de tecnologia como forma de aliar melhor experiência de compra a ganhos de produtividade e redução de custos. Automatizar totalmente as operações é chave e, devido ao tamanho reduzido da loja e a menor variedade de produtos, aplicações mais simples, que não exigem um investimento tão alto, podem ser adotadas tanto por unidades de grandes redes como por lojas familiares. Leitores verticais para códigos de barras e coletores de dados mais enxutos são soluções de tecnologia recomendadas e acessíveis, além de softwares com aplicações de gestão muito menos complexas que as usadas em grandes lojas.

Atacarejo

Modelo de loja que já vinha conquistando espaço, mas que com a instabilidade econômica ganhou ainda mais força no mercado, o atacarejo, como diz o nome, atende tanto o atacado como a pessoa física (varejo). Com preços competitivos, vendendo no varejo com valores de atacado, o formato vem conquistando aumentos na porcentagem de vendas e clientes de pessoa física, que buscam por alternativas mais econômicas e melhores preços, o que demanda dos varejistas mais atenção a esse público crescente.

De lojas amplas e grande variedade de produtos e ofertas, o atacarejo precisa de soluções mais robustas de gestão e, principalmente, um processo bem desenhado de automação. Ter um deposito automatizado, mas um controle de disponibilidade de produto mal organizado atrapalha funcionamento e resultados. Toda a informação deve ser tratada e revertida em ações, aumentando a produtividade e melhorando a relação com o cliente, ainda mais importante agora com o aumento da parcela de pessoas física no atacarejo. Aliar uma gestão bem estruturada a soluções que gerem contato mais próximo com o consumidor, como papa-filas e auto-compra, é a melhor maneira de fortalecer o formato.

Fábio Lopez é diretor de vendas da Datalogic ADC para Brasil e Sul da América Latina

Tags, , , , , , , ,

Consinco prepara plano de aquisições de empresas de ERPs

A Consinco, desenvolvedora de sistemas de gestão (ERPs) para supermercados e atacarejos, acaba de finalizar seu plano de expansão para os próximos cinco anos. Além do crescimento orgânico, a estratégia contempla um plano de aquisições de empresas desenvolvedoras de sistemas complementares e de similares, com atuação regional, em um claro movimento de marcação de território num mercado ainda bastante pulverizado.

A Consinco já é líder no desenvolvimento de ERPs para o autosserviço alimentar, com 35% de participação no grupo das maiores redes do País que faturam mais de R$ 1 bilhão por ano. No seu portfólio, a predominância é de redes com faturamento anual a partir de R$ 100 milhões, e, pelo plano estratégico, a empresa pretende atender também às redes de pequeno e médio portes.

Segundo Flávio Barros, CEO da Consinco, o mercado de desenvolvimento de ERPs é significativamente fragmentado no Brasil, o que abriu espaço para um movimento de fusões e aquisições nos últimos anos. No segmento de atuação da Consinco, o mercado brasileiro registrou importantes transações nos últimos três anos. Ainda assim, as cinco maiores empresas concentram, juntas, pouco mais de 50% do market share brasileiro.

“O mercado de desenvolvimento de sistemas é dominado por empresas sob gestão familiar, muitas delas com forte presença em determinadas regiões do Brasil e com soluções inovadoras”, afirma Barros. “Com o plano de aquisições, a Consinco pode ampliar sua oferta de produtos e serviços à sua base e alcançar redes de pequeno e médio portes que ainda não estão no seu radar”, avalia.
Financiamento

A Consinco ainda estuda quais devem ser as principais alternativas de captação para financiar as aquisições. No entanto, a empresa não descarta buscar as linhas de financiamento do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Em 2013, a Consinco obteve a liberação de R$ 4,5 milhões do BNDES no âmbito do Programa para o Desenvolvimento da Indústria Nacional de Software e Serviços da Tecnologia da Informação (BNDES Prosoft), para alavancar o crescimento dos negócios nos últimos anos.

A Consinco aplicou boa parte desses recursos na migração dos seus sistemas de gestão para uma plataforma mais avançada que também suportasse operação via WEB e utilização de dispositivos móveis para algumas funcionalidades. A empresa também ampliou equipes e participação em feiras e eventos. No ano passado, com R$ 12 milhões de recursos próprios, a Consinco investiu na construção da sede própria, em Ribeirão Preto, e na reformulação de sua logomarca.

Com tamanha mobilização de recursos e esforços, o faturamento da Consinco dobrou nos últimos quatro anos e há previsão de chegar, neste ano, aos R$ 55 milhões. Na mudança de patamar, a empresa passou a se posicionar como integradora de soluções, para atender os clientes com um mix mais amplo de produtos e serviços. Hoje estão em seu portfólio soluções de self-shopping, picking by voice, e-commerce, entre outros.

Tags, , , , , , , , , ,