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Tag Associação Comercial de São Paulo

Impostômetro registra R$ 200 bilhões neste domingo (31), às 7h40

O Impostômetro da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) atingirá, às 7h40 deste domingo (31), a marca de R$ 200 bilhões. Trata-se do total de impostos, taxas e contribuições pagos pelos brasileiros desde o começo do ano. Em 2015, esse mesmo montante foi registrado um dia mais tarde, em 1º de fevereiro.

“Nota-se um crescimento nominal em relação à arrecadação do ano passado, embora tenha havido queda em termos reais. Por conta disso, é ainda mais importante que o governo controle seus gastos e defina prioridades em suas despesas, assim como faz o trabalhador, cujo rendimento médio também caiu”, destaca Alencar Burti, presidente da ACSP e da Facesp (Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo).

“Vemos que a dívida pública continua aumentando, pois os gastos não diminuem no ritmo necessário. Ou seja, o poder público precisa rapidamente cortar despesas não essenciais e focar seus investimentos em áreas de maior relevância”, complementa Burti.

O que dá para fazer com R$ 200 bilhões

Construir mais de 178.052 km asfaltado de estradas
Construir mais de 2.225.645 km de redes de esgoto
Contratar mais de 15.349.275 professores do ensino fundamental por ano
Construir mais de 710.970 postos de saúde equipados
Contratar mais de 12.717.971 policiais por ano
Fornecer cestas básicas para toda a população brasileira por 3 meses
Construir mais de 4.265.819 postos policiais equipados
Construir mais de 14.837.633 salas de aula equipadas
Plantar 40.951.866.720 de árvores
Comprar mais de 7.583.679 carros populares
Construir mais de 5.850.267 casas populares de 40 m2

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Mudanças no ICMS em 2016 – Quais são os impactos para os empreendedores?

Em vídeo produzido pela Associação Comercial de São Paulo, Ulisses Ruiz de Gamboa, economista da ACSP, comenta sobre as alterações nas regras de cobrança do ICMS (Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços). As novas regras criaram muita burocracia e geraram uma grande polêmica no brasil. Vale a pena conferir os comentários no vídeo.

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Pela primeira vez, Impostômetro da Associação Comercial de SP chega a R$ 2 trilhões

Pela primeira vez desde quefoi implantado, em 2005, o Impostômetro da Associação Comercial de São Paulo(ACSP) registrará o valor de R$ 2 trilhões. A marca – que será alcançada nestaquarta-feira (30/12), às 11 horas – representa o total pago em tributos(impostos, taxas e contribuições) pela população brasileira para a União, osestados e os municípios.

“Se fossem melhor aplicados, R$ 2 trilhões em tributospagos pelas empresas e cidadãos seriam mais do que suficientes para atender àsnecessidades de todos os brasileiros”, diz Alencar Burti, presidente da ACSP eda Facesp (Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo).

“É imprescindível uma reforma tributária no Brasil, que sópoderá ser feita se houver solução satisfatória para a crise política, naurgência que o País requer”, finaliza Burti.

Estudo
Levantamento encomendado pela ACSP ao IBPT (InstitutoBrasileiro de Planejamento e Tributação) revela informações referentes à marcade R$ 2 trilhões.

Segundo o estudo, após arrecadar R$ 1,95 trilhão em 2014, oBrasil fechará o ano de 2015 com arrecadação nominal superior a R$ 2 trilhõesem 2015, apesar da crise econômica, o representa um crescimento nominal de 2,8%sobre 2014.

Esses resultados seguem nova metodologia de cálculo doImpostômetro implantada em maio de 2015 pelo IBPT. Ela decorre da alteração daforma de medição da carga tributária, em função da mudança na metodologia docálculo do PIB implementada em março pelo IBGE. Com isso, os valores exibidospelo painel passaram a considerar novos dados de arrecadação de Imposto deRenda Retido dos funcionários públicos estaduais e municipais e novas taxas econtribuições federais determinadas pela Lei nº 13.080/2015 (arrecadações deentidades e fundos como contribuições para o Sistema S, FNDE, INCRA, DPC,APEX-BR e ABDI). Também foram incluídas arrecadações de municípios que nãoestavam sendo informadas à Secretaria do Tesouro Nacional.

Os tributos federais representam 65,95% da arrecadação deR$ 2 trilhões. Já os tributos estaduais equivalem a 28,47% e, os municipais, a 5,58%.

Individualmente, o tributo de maior arrecadação é o ICMS (19,96%do total), seguido do INSS (19,18%), Imposto de Renda (15,62%) e COFINS (10,13%).

O estudo informa a arrecadação por tributo e mostra o quedá para fazer com R$ 2 trilhões. Entre as possibilidades estão construir maisde 90 milhões de casas populares, fornecer medicamentos para a populaçãobrasileira por mais de 800 meses e pagar mais de 2,6 bilhões de salários mínimos.

Há, também, curiosidades. Dois trilhões de notas de R$ 1 correspondem,empilhadas, à altura de 6.666.666 prédios de 100 andares cada um. Se cada notafosse um litro de água, corresponderia à vazão de 112 horas das Cataratas doIguaçu. E, com as notas, seria possível preencher a metragem quadrada de 16cidades do tamanho de São Paulo.

O painel
O Impostômetro tem o objetivo de conscientizar o cidadãosobre a alta carga tributária e incentivá-lo a cobrar os governos por serviçospúblicos de qualidade. O painel está localizado na sede da ACSP, na Rua BoaVista, centro da capital paulista.

Pelo portal www.impostometro.com.br é possível levantar osvalores que as populações de cada estado e município pagam em impostos.

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O país foi saqueado, afirma Ives Gandra Martins na Associação Comercial de São Paulo

Considerado por alguns como o maior jurista vivo do Brasil, Ives Gandra Martins esteve na Associação Comercial de São Paulo, quarta-feira (25), para realizar uma palestra e ser homenageado por seus 80 anos de idade.

“Ele é um colaborador e um amigo de longa data, que vem prestando serviços não apenas a essa entidade, mas a todo o Brasil. Que sua saúde e cultura continuem a serviço do País”, disse o presidente da ACSP e da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Facesp), Alencar Burti, na abertura do encontro.

Gandra, que se colocou como “um simples operador de direito, velho e esforçado”, centrou sua palestra no que chamou de “aparelhamento monumental do Estado”, resultado dos últimos 12 anos de PT.

O jurista classificou a chefe do executivo como “incompetente”, diretamente responsável pelo momento de crise vivido pelo País e pelos atuais casos de corrupção divulgados na mídia, em especial os investigados na operação Lava Jato.

“Não estou dizendo que ela é corrupta, mas sim incompetente. Não há administração de governo”, afirmou o palestrante, reiterando diversas vezes que a omissão e inaptidão de Dilma são “mais por culpa do que dolo”.

Durante toda a sua fala, Gandra fez fortes críticas ao governo petista e à presidente Dilma. Segundo ele, o PT teria posto em prática um projeto de poder por meio da corrupção, cujas consequências estariam sendo agora reveladas por ações da Polícia Federal. “O país foi literalmente saqueado”, acusou.

Tudo isso, disse Gandra, instaurou no País uma crise de credibilidade, com origem política e consequência econômica. Além disso, avaliou que o ajuste econômico pretendido pelo ministro Joaquim Levy vai prejudicar o cidadão, uma vez que o dinheiro economizado se perderia na máquina estatal.

“As regras de mercado são as de um jogo de xadrez. E o governo pensou que eram as de um jogo de pôquer, que ele poderia blefar”, comentou em referência às chamadas “pedaladas fiscais”, disse.

“Sem a recuperação da credibilidade do País”, ponderou, “a crise não acaba”. E as únicas maneiras dessa recuperação acontecer, ainda no entendimento do jurista, é caso a presidente Dilma sofra o impeachment ou seja afastada pelo Tribunal Superior Eleitoral.

“Nenhum outro momento que vivemos no país foi tão preocupante quanto agora”, disse ao concluir sua palestra.
Aspectos jurídicos para as empresas em momentos de crise

Após a análise política da crise feita por Gandra, foi a vez de três juristas convidados explicarem como esse momento de retração afeta o empreendedorismo brasileiro.

Luiz Eugênio Araújo Müller Filho e Fábio Bellote Gomes analisaram aspectos jurídicos da nova Lei de Recuperação Judicial, instrumento jurídico que costuma ficar em voga em épocas de crise.

Já Sergio Vieira Miranda da Silva explicou como as empresas podem se valer de soluções trabalhistas para passar pela crise. Instrumentos jurídicos como férias coletivas, suspensão do contrato de trabalho e redução da jornada de trabalham costumam, segundo ele, ajudar as organizações a reduzirem custos temporariamente, até que a situação econômica do país melhore.

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Vendas no varejo aceleram queda

Estudo da ACSP – Associação Comercial de São Paulo – comprova recuo de até 11,5%

Para o Vice Presidente da ACSP, João Bico, teremos o “Natal da Crise”, se medidas de incentivo ao crédito não forem tomadas imediatamente. “Podemos montar políticas de crédito especiais para assegurar compras no varejo”, explica Bico ao revelar que a diminuição das vendas parceladas alcançaram 14,3%, índice superior à queda global do comércio.

O Boletim de Conjuntura da ACSP referente a outubro passado informa que o varejo em setembro seguiu em queda de 6,2% sobre igual mês de 2014, configurando o pior resultado desde o ano 2003.

No varejo ampliado, que inclui veículos e material de construção, o recuo foi de 11,5% na mesma base de comparação, também o pior resultado desde 2005. No acumulado do ano as contrações de ambos tipos de comércio alcançaram a 3,3% e 7,4%, respectivamente.

Dados da ACSP/BVS, com base nas consultas efetuadas durante o mês de outubro, mostraram intensificação nas diminuições das vendas parceladas e à vista na base anual (14,3% e 17,9%, respectivamente).

No acumulado do ano a diminuição também foi mais intensa (5,8% e 7,1%, respectivamente). A pesquisa mensal de Conjuntura da ACSP completa pode ser acessada no: http://portal.acsp.com.br/ver/boletim-de-conjuntura/outubro-2015-crise-industrial-e-competitividade

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Impostômetro da Associação Comercial de SP alcança R$ 1,7 trilhão nesta quinta-feira (5/11) às 11h45

Nesta quinta-feira (5/11), às 11h45, o Impostômetro vai registrar R$ 1,7 trilhão. Implantado em 2005 pela Associação Comercial de São Paulo (ACSP), o painel informa o valor desembolsado pelos brasileiros para pagar impostos, taxas e contribuições ao longo do ano.

No ano passado, essa marca foi atingida 19 dias depois (em 24 de novembro), o que aponta aumento da carga tributária – apesar da queda da arrecadação federal.

“O crescimento mais rápido da carga tributária reflete, principalmente, o impacto da aceleração da inflação e dos aumentos de alíquotas feitos em 2015. Esses dois fatores compensam a queda do PIB”, comenta Alencar Burti, presidente da ACSP e da Facesp (Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo).

Ele explica a razão de a carga tributária ter aumentado de um ano para o outro mesmo com diminuição da arrecadação federal: os dados do Impostômetro são nominais – se fossem deflacionados, eles também indicariam queda da arrecadação. “Mas, para o consumidor, o que vale é o que ele paga efetivamente”, finaliza Burti.

Previsão 2015

A estimativa da ACSP é de que o Impostômetro feche o ano de 2015 marcando um valor inédito, na casa de R$ 2 trilhões. Em 2014, o painel ultrapassou a marca de R$ 1,8 trilhão (alcançada, mais precisamente, dia 29 de dezembro).

O painel

O Impostômetro tem o objetivo de conscientizar o cidadão sobre a alta carga tributária e incentivá-lo a cobrar os governos por serviços públicos de qualidade.

Está localizado na sede da ACSP, na Rua Boa Vista, centro da capital paulista. Outros municípios brasileiros se espelharam na iniciativa e instalaram seus próprios painéis, como Florianópolis, Guarulhos, Manaus, Rio de Janeiro e Brasília.

Pelo portal www.impostometro.com.br é possível levantar os valores que as populações de cada estado e município pagam em impostos – e também visualizar o que dá para os governos fazerem com todo o dinheiro arrecadado.

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Vendas em SP caem 6,45% de janeiro a outubro, informa Associação Comercial de SP

O Balanço de Vendas da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) registrou, nos dez primeiros meses do ano, uma queda média de 6,45% no movimento de vendas no varejo da capital paulista. Isoladamente, houve recuos de 5,8% e 7,1% nas vendas a prazo e à vista, respectivamente.

“Esse cenário decorre da queda da confiança do consumidor em relação ao emprego e da piora de sua situação financeira. Com isso, ele se sente menos confortável para comprar”, explica Alencar Burti, presidente da ACSP e da Facesp (Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo).

Já em outubro, na comparação com o mesmo período de 2014, as vendas do comércio paulistano apresentaram retração média de 16,1% (-14,3% nas vendas a prazo e 17,9% nas vendas à vista). Esses resultados evidenciam como o setor varejista desaqueceu de um ano para outro.

É importante ressaltar que, em 2015, outubro teve um dia útil a menos, o que realçou os números de queda. Na correção pela média diária, os recuos seriam de 11% e 14,7% (a prazo e à vista, respectivamente).

Já quando se confronta o acumulado dos últimos 12 meses, em relação aos 12 meses anteriores, o Balanço de Vendas da ACSP apontou queda de 4,9% tanto nas comercializações à vista quanto a prazo.

Comparação mensal

Frente a setembro deste ano, as vendas apresentaram, em outubro, elevação média de 8,25% – sendo 4,9% nas vendas a prazo e 11,6% nas vendas à vista.

Os números positivos devem-se ao fato de setembro não ter contado com nenhuma data comercial, o que enfraqueceu a base de comparação ante outubro, que contou com o Dia das Crianças.

Contudo, as altas das vendas a prazo e à vista ficaram abaixo da média dos últimos três anos, que é de 13,2% e 21,4% respectivamente.

Inadimplência

O Balanço de Vendas da ACSP é elaborado com base em amostra fornecida pela Boa Vista SCPC. Em função da entrada em vigor da lei paulista n° 15.659/2015, que estabelece novas normas para o cadastro de negativados, a Boa Vista SCPC suspendeu temporariamente a divulgação dos números de inadimplência em São Paulo. Por isso, o Balanço de Vendas de outubro não contém o IRI (Indicador de Registro de Inadimplentes) e o IRC (Indicador de Recuperação de Crédito).

Contestada atualmente no Supremo Tribunal Federal, a lei estabelece, entre outras normas, que as empresas enviem cartas com aviso de recebimento aos consumidores antes de incluir seus nomes em cadastros de inadimplência.

Com isso, compromete-se a qualidade do crédito no comércio e a confiabilidade desses cadastros, que ficam defasados em consequência da nova lei.

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Vendas despencam em todos os setores e regiões paulistas em fevereiro, informa Associação Comercial de SP

Pesquisa ACVarejo, da Associação Comercial de SP, mostra que segmentos mais atingidos foram concessionárias de veículos (-26,2%), autopeças/acessórios (-24,5%) e lojas de material de construção (-21,2%); os que perderam menos foram farmácias/perfumarias (-7,5%) e supermercados (-7,5%)

São Paulo, 28 de abril de 2015. A pesquisa ACVarejo, da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), revela que o mês de fevereiro de 2015 foi marcado por fortes quedas nos volumes de vendas no varejo em todos os setores econômicos ante igual período de 2014. O mais atingido foi o de concessionárias de veículos (-26,2%), seguido por autopeças/acessórios (-24,5%) e lojas de material de construção (-21,2%). Os três segmentos também estiveram entre os que apresentaram os piores desempenhos nos últimos 12 meses.

As informações são do Boletim nº 10 da pesquisa ACVarejo, elaborada pelo Instituto de Economia Gastão Vidigal/ACSP com base em informações de faturamento do varejo enviadas pela Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo.

Os setores que perderam menos em fevereiro de 2015, no que se refere às vendas físicas, foram farmácias/perfumarias (-7,5%) e supermercados (-7,5%). Esses mesmos segmentos foram, inclusive, os poucos que tiveram saldos positivos em janeiro e que se saíram melhor quando se analisam os últimos 12 meses (ver tabela anexa, com desempenho de cada setor).

“Os resultados foram bastante influenciados pelo menor número de dias úteis em fevereiro de 2015, devido ao feriado de Carnaval, que em 2014 caiu em março”, explica Alencar Burti, presidente da ACSP e da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Facesp).

“Os dados acumulados em 12 meses, já livres da influência do ‘efeito- Carnaval`, indicam que continua a tendência à desaceleração das vendas do varejo, mais fortemente notada nos bens mais caros e dependentes do crédito, que são automóveis, eletroeletrônicos e material de construção – este último sofre inclusive os efeitos do arrefecimento da demanda por imóveis”, aponta Burti. Ele complementa que o menor crescimento da renda, a maior inflação, o aumento de tarifas e o arrefecimento do emprego e do crédito reduziram a confiança e, portanto, a intenção de compra dos brasileiros. “O consumidor passou a privilegiar as compras de itens imprescindíveis como medicamentos e alimentos”, completa Burti.

Estado e capital

O Boletim nº 10 da pesquisa ACVarejo também informa que, em fevereiro, os resultados dos volumes de vendas no varejo ampliado (que inclui automóveis e lojas de material de construção) no Estado e na capital ficaram no vermelho sobre o mesmo período de 2014, com quedas de 14,9% e de 17,6%, respectivamente.

Vendas Varejo Ampliado Regiões

Nenhuma região paulista apresentou saldo positivo no volume de vendas. A região que mais sofreu foi a de Araçatuba (-19,6%), seguida por Marília (-19,2%) e litoral (-18,1%). Já as regiões que registraram as quedas menos acentuadas foram Alto Tietê (-0,8%), Jundiaí (-7,4%) e Vale do Paraíba (-9,4%).

Faturamento Varejo Ampliado Regiões

O faturamento do varejo ampliado só foi positivo em duas regiões: Alto Tietê (+6,9%) e Jundiaí (+0,3%). As maiores perdas foram: Araçatuba (-11,9%), Marília (-11,5%) e Litoral (-10,4%).

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Impostômetro da Associação Comercial registra R$ 1 trilhão nesta terça-feira (12/8) às 11h

O Impostômetro da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) vai registrar a marca de R$ 1 trilhão nesta terça-feira (12/8) por volta das 11 horas. Esse é o montante desembolsado pelos brasileiros desde 1º de janeiro de 2014 para pagar impostos, taxas e contribuições para União, Estados e municípios.

Neste ano, o valor de R$ 1 trilhão chega 15 dias antes do que em 2013, indicando aumento da carga tributária.
O presidente da ACSP, Rogério Amato, chama a atenção para a notícia e para o aumento do peso tributário, apesar das desonerações promovidas pelo governo a alguns setores e das recentes quedas do nível de atividade econômica. “É um descompasso: a arrecadação cresce mais do que a economia brasileira. O contribuinte paga muito e, em contrapartida, não tem um retorno compatível – os serviços públicos deixam a desejar”, diz Amato, que também é presidente da Facesp (Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo) e presidente-interino da CACB (Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil).

Ele comenta o significado da marca de R$ 1 trilhão em ano eleitoral. “O Brasil não suporta mais carregar esse peso tributário. Precisamos lembrar disso todos os dias, todo mês, mas em época de eleição isso deve ser ainda mais debatido. Precisamos exigir impostos mais justos e melhor aplicados. Essa é uma das grandes causas de nossa entidade. Assim, convidamos todos os brasileiros a ficarem ainda mais de olho no imposto”, ressalta o presidente da Associação Comercial de São Paulo.

Óculos para ver melhor os tributos
Para chamar a atenção do consumidor para a marca de R$ 1 trilhão e a elevada carga tributária em 2014, o Caminhão do Impostômetro vai passar por seis cidades do interior paulista. A ação é uma iniciativa da ACSP e da Facesp em parceria com as associações comerciais dos municípios.
O ponto de partida será na capital em frente ao painel do Impostômetro dia 12/8, às 11 horas – ocasião em que o painel chegará à marca do trilhão.

Depois, o Caminhão parte para Sorocaba (dia 13/8), Campinas (14/8), Mogi das Cruzes (15/8), São Carlos (18/8), Santos (19/8) e São José dos Campos (20/8). O veículo ficará estacionado durante algumas horas em pontos estratégicos e de grande circulação em cada cidade. Um painel do Impostômetro vai estar acoplado no caminhão e mostrará os valores pagos pelos brasileiros e pelos moradores da cidade para pagar todos os impostos, taxas e contribuições.
Quem parar para olhar o Caminhão do Impostômetro vai poder entrar no veículo e visualizar diversos produtos do dia a dia, com os respectivos preços. E, para enxergar as cargas tributárias de cada produto, utilizará óculos mágicos feitos com uma tecnologia chamada selecionamento cromático. Só quem colocar os óculos vai conseguir visualizar as cargas. A ação lúdica é uma forma de convidar o consumidor a enxergar melhor o quanto paga de imposto. Há produtos em que as cargas passam de 40% do preço final.

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Impostômetro marca R$ 1,1 trilhão em 24/09

O Impostômetro da Associação Comercial de São Paulo vai atingir R$ 1,1 trilhão nesta terça-feira (24/9), por volta das 20 horas. Esse é o montante pago em tributos por todos os brasileiros para União, estados e municípios.

Em 2012, a marca de R$ 1,1 trilhão foi alcançada no dia 7/10, o que revela aumento da carga tributária.

“O Brasil apresenta a maior carga tributária entre os países considerados emergentes, e supera inclusive a de algumas nações altamente desenvolvidas como Estados Unidos e Japão. E não temos o retorno de todo esse dinheiro”, afirma o presidente da ACSP e da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Facesp), Rogério Amato.

A projeção é que até o final de 2013 o Impostômetro marque R$ 1,7 trilhão.

Para se ter uma ideia dessa carga, a ACSP separou a porcentagem de tributos embutidos nos preços de alguns produtos eletrônicos. Quem for comprar um aparelho MP3 ou iPod paga 49,45% só de impostos. No caso de iPad ou tablet, chega a 39,12%. No preço do Playstation, e também dos cartuchos de jogos para videogames, 72,18% são tributos.

Veja lista de porcentagens de impostos em produtos eletrônicos:

Produto Carga Tributária
Aparelho de som 36,80%
Aparelho MP3 ou iPOD 49,45%
DVD (aparelho) 50,39%
DVD (cartucho/CD) 44,20%
Gravador 52,20%
iPAD ou Tablet 39,12%
Impressora 33,67%
Jogos (cartucho/CD) 72,18%
Micro Computador (até R$ 3.000) 24,30%
Micro Computador (+ de R$ 3.000) 33,62%
Telefone celular 39,80%
Playstation (videogame) 72,18%

Fonte: IBPT

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Impostômetro marca MEIO TRILHÃO amanhã (16), e mostra que a arrecadação não parou de crescer no Brasil

O Impostômetro da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) registrará a marca de R$ 500 bilhões de reais, pagos por todos os brasileiros em impostos federais, estaduais e municipais amanhã (16), por volta das 19h15 . Em 2012, esse valor só foi alcançado no dia 02/05, ou seja, 17 dias mais tarde na comparação entre os dois períodos.

O presidente da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) e da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Facesp), Rogério Amato, alerta que a arrecadação tributária no Brasil permanece desenfreada. “A soma do montante de impostos arrecadados no País desde o lançamento do painel, de 2005 até agora, é assustadora. Mais de R$ 9 TRILHÕES arrecadados em oito anos e ainda não sabemos para onde vai nosso dinheiro. Acreditamos que a união das Associações Comercias vai expandir essa informação e fazer com que cada um se sinta responsável por cobrar mais segurança, mais escolas, transporte e saúde de qualidade.”

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Impostômetro da ACSP alcança os primeiros R$ 100 bi do ano dia (23), às 11h30

O Impostômetro da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) alcançará na manhã desta quarta-feira (23), por volta das 11h30, R$ 100 bilhões em impostos federais, estaduais e municipais pagos por todos brasileiros desde o 1º dia do ano.
O painel chegará aos R$ 100 bilhões este ano, com um dia de antecedência na mesma comparação com o mesmo período do ano passado, ou seja, em 2012, o painel registrou esse valor no dia 24 de janeiro.

Para o presidente da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) e da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Facesp), Rogério Amato, a melhor destinação dos recursos públicos é o caminho a ser percorrido este ano. “O Impostômetro atinge amanhã R$ 100 bilhões, com um dia de antecedência em relação ao observado no ano passado, revelando o vigor da arrecadação fiscal, apesar das desonerações realizadas. Como a economia deve crescer mais em 2013, pode-se esperar maior expansão da receita fiscal neste ano. Embora não se vislumbre a redução da carga tributária por enquanto, esperamos que haja maior destinação de recursos para investimentos, ao invés de gastos de custeio, para que a economia possa sustentar o crescimento nos próximos anos.”

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Ritmo de vendas segue moderado, mas inadimplência cai

“Considerando a continuidade dos estímulos financeiros e fiscais, a geração de empregos, a alta da massa salarial e a sinalização favorável de queda na inadimplência, a perspectiva é que as vendas acelerem nesse último trimestre”, diz ROGÉRIO AMATO, presidente da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) e da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Facesp) – que reúne 420 Entidades (ACs).

O Indicador de Movimento do Comércio (IMC) – vendas a prazo – apresentou queda de 1,1% em setembro de 2012, com um dia útil a menos, na comparação com igual período de 2011.

Na mesma base de comparação entre períodos, o Indicador de Consultas de Cheque (ICH) – vendas à vista – apresentou ligeira alta de 0,1%, segundo a Associação Comercial de São Paulo (ACSP), baseada numa amostra de dados de clientes da empresa Boa Vista Serviços, que administra o Serviço Central de Proteção ao Crédito (SCPC).

Com ajuste pela média diária, o IMC apresenta alta de 3,0% e o ICH de 4,3%.

Inadimplência:

O Indicador de Registro de Inadimplentes (IRI) – registros recebidos/carnês em atraso – apresentou leve alta de 1,5% em setembro de 2012, na comparação com o mesmo período de 2011.

O Indicador de Recuperação de Crédito (IRC) – registros cancelados/renegociações de crédito – disparou em 25,5%. A recuperação de crédito está sendo impulsionada pelas grandes campanhas de renegociação; pela antecipação do décimo terceiro salário dos aposentados; e pela iniciativa do consumidor, que antecipou suas compras em agosto e não fez novas dívidas em setembro.

Conclusão: esses dados mostram que a inadimplência teve uma queda em setembro.

Variação mensal:

O IMC apresenta queda sazonal de 4,1% e o ICH mostra que caiu 11,5%, devido a base mais forte de agosto que refletiu o Dia dos Pais, principalmente nos presentes de menor valor, e, também, a antecipação de compras dos consumidores que temiam o fim dos incentivos fiscais no mesmo mês.

O Índice de Registro de Inadimplentes (IRI) apresentou queda sazonal de 8,9% enquanto que o IRC surpreendeu com alta de 15,3%, pelas razões já apontadas acima.

NOVOS INDICADORES do IEGV, da ACSP

Lembrando: desde janeiro de 2012, as estatísticas divulgadas mensalmente pelo Instituto de Economia “Gastão Vidigal” (IEGV), da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), estão sendo apresentadas com nova denominação, para refletir melhor sua finalidade, e com novo formato para possibilitar a comparação com outros indicadores que estão sendo desenvolvidos pela Boa Vista Serviços.

O IMC (Indicador de Movimento do Comércio), elaborado a partir de amostra de consultas à base de dados da Boa Vista Serviços, administradora do SCPC, reflete o movimento de vendas a prazo, enquanto o ICH (Indicador de Consultas de Cheque) sinaliza o desempenho das vendas à vista do varejo. O IRI (Indicador de Registro de Inadimplentes), refere-se aos registros de consumidores incluídos na base de dados da Boa Vista Serviços e o IRC (Indicador de Recuperação de Crédito), baseia-se nos registros excluídos.

Como as fontes e a metodologia não foram alteradas, mas apenas a denominação e a forma de apresentação, esses indicadores permitem a comparação com os dados divulgados anteriormente, assegurando que se mantenha a série ao longo do tempo.

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IMPOSTÔMETRO: arrecadação de impostos chega a R$ 1,1 trilhão 13 dias antes na comparação com o ano passado

O Impostômetro da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) alcançará nesta segunda-feira (24), por volta das 15 horas, R$ 1,1 trilhão em impostos federais, estaduais e municipais pagos por todos brasileiros desde 1º de janeiro deste ano.
Em 2011, o Impostômetro chegou a R$ 1,1 trilhão no dia 7 de outubro. Já Em 2010, o painel registrou o mesmo valor apenas em 15 de novembro.

O presidente da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) e da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Facesp), Rogério Amato, acredita que as desonerações promovidas pelo governo são positivas, mas não suficientes. “O cenário econômico geral está positivo, mas o montante dos impostos pagos ainda é elevado, visto que a arrecadação continua crescendo acima do desempenho do nosso PIB. No primeiro semestre crescemos apenas 0,6%. Por conta disso, o setor privado continua transferindo recursos para sustentar o setor público deixando de investir o necessário para se modernizar, ganhar produtividade e competitividade. Além disso, o custo da burocracia para as empresas pagarem seus impostos é muito pesado, sobretudo paras as pequenas e médias.”

O Impostômetro da ACSP deve ultrapassar a marca de R$ 1,6 trilhão até o último dia do ano.
Histórico: O “Impostômetro” foi inaugurado em 20 de abril de 2005. Em 13 de setembro de 2011 o novo portal do Impostômetro (www.impostometro.com.br) foi colocado no ar. Nele é possível ver o quanto o País, os estados e os municípios estão arrecadando em impostos.

Pelo hotsite www.horadeagir.com.br cada cidadão pode deixar sua opinião por meio de comentários e vídeos. Pode também pressionar os deputado federais – com o envio de mensagens por meio de um link – para colocarem em votação e aprovarem o projeto de lei 1472/2007, que determina que o valor dos impostos seja discriminado nas notas fiscais.

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Impostômetro da Associação Comercial de São Paulo chega aos R$ 700 bilhões amanhã

O Impostômetro da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) alcançará nesta terça-feira (19), às 21 horas, R$ 700 bilhões em impostos federais, estaduais e municipais pagos pelos brasileiros desde 1º de janeiro deste ano. O momento da “virada” pode ser acompanhado pelo painel na rua Boa Vista, 51, Centro, São Paulo-SP, e também pela internet, no endereço: www.impostometro.com.br.

O presidente da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) e da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Facesp), Rogério Amato, critica novamente a alta carga tributária. “Apesar de a crise mundial continuar ameaçando o desempenho da economia global e das projeções para o PIB recuarem este ano, os incentivos fiscais oferecidos pelo governo, como a redução do IPI para manter as vendas de alguns setores produtivos específicos, a carga tributária brasileira não diminui, como atesta mais uma vez o nosso Impostômetro, ao bater R$ 700 bilhões. Portanto, este pode ser o momento para estimular os investimentos em produtividade, como meio de melhorar a competitividade dos nossos produtos e da nossa economia.”

Além dos impostos pagos pelos brasileiros para a União, é possível verificar também os impostos pagos pelos moradores de quase todos os municípios brasileiros. Veja o quanto a população de algumas cidades terá pagado em tributos no mesmo dia em que todos juntos terão pagado R$ 700 bilhões.

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Impostômetro da Associação Comercial de SP alcança R$ 600 bilhões na madrugada de segunda-feira (28), às 00h30

Na comparação com 2011, este ano os R$ 600 bilhões serão alcançados três dias mais cedo

O Impostômetro da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) alcançará nesta segunda-feira (28), às 00h30, R$ 600 bilhões em impostos federais, estaduais e municipais pagos por todos os brasileiros desde o 1º dia do ano.

Em todo o ano passado o painel totalizou R$ 1,5 trilhão, um recorde histórico desde a sua criação, em 2005. Esse ano a previsão é para que ele chegue, pelo menos, a R$1,6 trilhão.

O presidente da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) e da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Facesp), Rogério Amato, acredita que mesmo com a desaceleração do crescimento dos impostos, os Governos ainda continuam arrecadando mais dinheiro do que o necessário para melhorar os serviços públicos. “O crescimento constante da arrecadação significa que o Estado está drenando dinheiro das empresas e dos cidadãos que poderia ir para o consumo das famílias e para os investimentos na melhoria da produção de bens e serviços. Por isso mesmo, embora reduzir impostos setoriais seja uma decisão positiva, ainda que paliativa, é preciso pensar também em reduzir os gastos dos Governos, para que sobre dinheiro para investir na infraestrutura nacional e reduzir o Custo Brasil, sem o que jamais seremos competitivos na guerra comercial que se trava hoje no mundo globalizado.”

Histórico: O “Impostômetro” foi inaugurado em 20 de abril de 2005. Em 13 de setembro de 2011 o novo portal do Impostômetro (www.impostometro.com.br) foi colocado no ar. Nele é possível ver o quanto o País, os estados e os municípios estão arrecadando em impostos.

Pelo hotsite www.horadeagir.com.br cada cidadão pode deixar sua opinião por meio de comentários e vídeos. Pode também pressionar os deputado federais – com o envio de mensagens por meio de um link – para colocarem em votação e aprovarem o projeto de lei 1472/2007, que determina que o valor dos impostos seja discriminado nas notas fiscais.

Fonte: Associação Comercial de São Paulo

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