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Evento debate oportunidades para empreendedores em tecnologia

As Verticais de Negócios e Grupos Temáticos da Associação Catarinense de Tecnologia (ACATE) promovem o evento online Conecta Verticais nos dias 22 e 23 de setembro. O objetivo é discutir temas atuais do mercado de tecnologia por meio de webinars com especialistas do setor e representantes das Verticais, gerando conexões e impactando cada vez mais negócios. Para participar, basta se inscrever pelo link . O evento é totalmente gratuito e será transmitido pelo canal da ACATE no Youtube.

A programação conta, ao todo, com quatro trilhas de conteúdo: Indústria 4.0, Vendas de tecnologia na pandemia, Cidades Inteligentes e Relacionamento online com colaboradores.  Os participantes também poderão conhecer mais os programas estratégicos da ACATE, como as Verticais de Negócios, iniciativas que buscam a geração de negócios e oportunidades para as empresas do ecossistema catarinense.

Para  Arthur Nunes, vice-presidente de Ecossistema da ACATE, esse formato inédito de evento será fundamental para integração e promoção de networking no ecossistema. “O Conecta Verticais vai ser uma oportunidade de integrar ainda mais os associados que já participam  das Verticais de Negócios e também de apresentar melhor esse projeto para quem ainda não o conhece. Isso é muito relevante, principalmente nesse contexto de estadualização e participação mais ativa dos polos regionais da ACATE”.

Trilhas de conteúdo

No primeiro dia de Conecta Verticais (22), a trilha de conteúdo sobre Indústria 4.0 trará para debate a relação entre a tecnologia e a criação de uma manufatura inteligente, mais eficiente, produtiva e conectada. Profissionais de referência apresentarão as novidades dessa tendência, além de destacar o papel da Vertical Manufatura e da Vertical IoT, Big Data e Al nessa área em ascensão. 

Simultaneamente, o evento trará outro webinar para discussão sobre as vendas de tecnologia na pandemia, abordando questões como reorganização das equipes, novas necessidades dos clientes e busca por resultados nesse período. 

No dia 23 de setembro, especialistas irão falar sobre Cidades Inteligentes, que fazem uso da tecnologia para melhorar a gestão pública e a qualidade de vida dos cidadãos. O webinar vai levantar insights sobre o assunto e apresentar as principais contribuições da Vertical Smart Cities no âmbito catarinense.

O trabalho home office e o relacionamento online com os colaboradores serão as temáticas do segundo dia do Conecta Verticais (23). A intenção desta trilha, liderada pela Vertical Peopletech, é auxiliar empresários e gestores nas transformações internas que estão ocorrendo, como mudanças no espaço de trabalho e nas formas de convivência e troca com as equipes. 

As quatro trilhas acontecem a partir das 17h e contarão com espaço para interação e resolução de dúvidas dos participantes com os painelistas.

Sobre as Verticais de Negócios

As Verticais de Negócios são o maior programa de integração de empresas de tecnologia em Santa Catarina. Elas reúnem as empresas em grupos de acordo com seus segmentos de mercado, por meio de encontros periódicos, com o intuito de gerar networking, troca de conhecimento entre os empresários e gerar oportunidades de negócios para todos.  Hoje, a ACATE conta com 13 verticais que têm a participação de mais de 300 empresas.Serviço

O que:
Conecta Verticais
Quando:
Dias 22 e 23 de setembro, a partir das 17h
Onde:
Online, no canal da ACATE no Youtube. Inscrições em: https://www.sympla.com.br/conecta-verticais-acate__940737  
Quanto:
Gratuito 

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Observatório ACATE mostra que setor tecnológico fatura R$ 15,5 bilhões em Santa Catarina

Com R$ 15,5 bilhões em faturamento, o setor de tecnologia já representa 5,6% da economia de Santa Catarina. São 12,3 mil empresas, com receita média de R$ 1,255 milhão, mais de 16 mil empreendedores e aproximadamente 47 mil colaboradores. Esses números foram extraídos do Observatório ACATE — Panorama 2018, estudo da Associação Catarinense de Tecnologia (ACATE) em parceria com a Neoway, lançado na última quarta-feira (11) durante cerimônia de recondução da atual diretoria da entidade para os próximos dois anos.

Segundo o presidente da Associação, Daniel Leipnitz, o Observatório ACATE nasce para ser um ambiente que reúna as informações e dados atualizados, bem como futuros estudos e análises setoriais. O Panorama 2018, como primeiro estudo, busca apresentar o posicionamento dos polos tecnológicos catarinenses em relação aos demais do Brasil. “Queremos deixar à disposição da sociedade dados de alto nível atualizados sobre o setor de tecnologia e com esses números contribuir para direcionar políticas públicas de melhoria do setor, buscando ainda mais inovação,” explica Leipnitz. O projeto tem o apoio e cooperação da Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina (FIESC), com compartilhamento de informações entre as instituições e seus observatórios setoriais, e contará com um espaço físico no Centro de Inovação ACATE — Primavera, em Florianópolis (SC).

O ecossistema inovador de Santa Catarina

Quando a ACATE foi fundada, em 1986, eram 129 companhias do segmento em SC — ou seja, o crescimento foi do setor foi de quase 10.000% em pouco mais de 30 anos. Hoje o estado é o terceiro maior do Brasil em densidade de colaboradores (relação entre o número de pessoas que trabalham no setor de tecnologia por 100 mil habitantes), perdendo apenas para o Amazonas e o Distrito Federal. Em faturamento médio, ocupa a quarta posição.

Entre 2015 e 2017, o número de empresas catarinenses de tecnologia subiu 3,42%. Esse crescimento foi impulsionado principalmente pelas regiões Serrana e Oeste, que tiveram um aumento de 10,44% e 4,75% na quantidade de empresas, respectivamente.

O maior polo tecnológico do Estado é a Grande Florianópolis, que também se destaca nacionalmente. Com quase 4 mil empresas, seu faturamento total é de R$ 6,4 bilhões e emprega 16,5 mil pessoas. Este número leva a capital catarinense à liderança no ranking nacional de densidade de colaboradores: a cada 1 mil habitantes, 25 trabalham no setor de TIC. Além disso, é o segundo polo brasileiro em densidade de empresas por habitantes, atrás apenas de São Paulo. Em relação ao faturamento médio, Florianópolis fica com a quarta posição, com R$ 1,8 milhão por empresa.

Blumenau, berço do ecossistema catarinense de tecnologia, continua sendo um dos principais destaques do Estado e chamando atenção nacionalmente. Seu polo tecnológico ocupa a quinta posição no ranking de faturamento médio, com R$ 1,68 milhão. Em Santa Catarina, o Vale do Itajaí é a região que concentra o segundo maior número de empresas, são 3,3 mil negócios na área de TIC. Também é vice-líder em número de empreendedores, com 4,3 mil, e quantidade de colaboradores, com 10,3 mil.

Joinville ocupa 7º lugar do ranking nacional quando se analisa o faturamento médio das empresas, com R$ 1,2 milhão, à frente de grandes centros como São Paulo. Sua região, o Norte catarinense, tem o maior percentual de empreendedoras no setor, o que corresponde a 30,3%. As mulheres representam ainda 43,5% da força de trabalho, sendo a maior participação feminina do Estado na área de TIC. Outro destaque da mesorregião é a proporção de empreendedores com nível superior — 67,7%, a maior de Santa Catarina.

Na região Oeste, são 1,2 mil empresas, que faturam R$ 1,2 bilhão e empregam 4,6 mil pessoas. Já o polo tecnológico da região Serrana apresenta R$ 481 milhões em faturamento, conta com 392 empreendedores e 336 companhias. Três mil pessoas trabalham no setor de tecnologia da Serra.

Com pouco mais de 1 mil empreendedores no setor, a região Sul de Santa Catarina também está se consolidando como polo tecnológico. São 948 empresas de tecnologia, que faturam R$ 857 milhões e contam com cerca de 3 mil colaboradores.

O Panorama 2018 do Observatório também mostra que as empresas associadas à ACATE desempenham melhor, geram mais empregos e crescem mais do que a média estadual. Juntas, elas faturam R$ 10,27 bilhões, representando aproximadamente 3,2% da economia de Santa Catarina. A receita média é quase 10 vezes maior: de R$ 12,46 milhões entre as associadas e de R$ 1,26 milhão para as outras empresas.

De acordo com Leipnitz, diversas iniciativas contribuem para que as associadas tenham melhores resultados. “As verticais de negócios, por exemplo, são grupos de empresas de tecnologia de um determinado nicho de mercado. Nelas, a união entre empresas, mesmo quando são concorrentes, proporciona a troca de experiências e o fortalecimento do setor. É preciso colaborar de forma voluntária, com respeito às diferenças e se sentindo parte do todo”, diz.

O estudo completo está disponível em www.acate.com.br/observatorio.

Fonte: ACATE

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