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Empresas de tecnologia devem ser beneficiadas com investimento estrangeiro após aprovação de reformas

Assespro-Paraná

O consultor e professor da FGV Arthur Schuler da Igreja afirma que o Brasil vai receber uma grande soma de investimentos externos, a partir deste ano, se as reformas propostas pelo governo federal forem aprovadas. Ele apontou esse cenário favorável em palestra a empresários do Arranjo Produtivo Local de Software de Curitiba.

No seminário “Tendências Tecnológicas e Econômicas, promovido pelo Sebrae, o vice-presidente de marketing da Assespro-Paraná disse que o país está em um momento histórico. “Ou vamos tomar um remédio amargo para ter anos de crescimento ou vamos perpetuar essa crise. Tem muito capital no mundo inteiro precisando de rentabilidade. Nós precisamos de segurança de ambiente e segurança jurídica. Aprovadas as reformas, principalmente da previdência, e passada a eleição de 2018, o Brasil volta para uma retomada de crescimento muito forte, puxada por capital externo”, afirmou Arthur.

O evento também contou com palestra de Arnaldo Aimola, VP de Tecnologia e Telecom do Gartner, um dos principais institutos do mundo em consultoria para o setor de tecnologia. Para Arnaldo, os empresários do APL estão empreendendo no melhor mercado que existe, que é o de tecnologia. Mas é importante estar aberto a novas ideias. “Pequenas e médias empresas precisam se reinventar para competir com o avanço das grandes corporações que reagem à competição com as PMEs ofertando soluções em nuvem, principalmente”, comenta. “Mas a flexibilidade e a forma próxima de fazer negócios e entender o cliente ainda contam com um trunfo importante para empresas de menor porte”, acrescenta Arnaldo. “Os números do Gartner apontam para uma melhoria do cenário entre este e o próximo ano. Mas todos devem se preparar agora”, finaliza.

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Vale do Pinhão: empresários recebem diretor da Agência Curitiba para falar sobre projeto inovador

Vale do Pinhão

Dezenas de empresários do setor de Tecnologia da Informação e Comunicações participaram de uma reunião do Arranjo Produtivo Local de Software de Curitiba para saber mais detalhes sobre o projeto do Vale do Pinhão, uma iniciativa da Prefeitura para transformar a cidade em capital da inovação.

Com apoio da Assespro-Paraná e da Cenetic, a apresentação foi feita por Tiago Francisco da Silva, diretor técnico da Agência Curitiba. Neste ano, o prefeito Rafael Greca lançou oficialmente o projeto Vale do Pinhão, de incentivo às empresas inovadoras, e rebatizou o antigo Moinho Rebouças, núcleo do projeto, como Engenho da Inovação. O espaço vai abrigar startups, eventos de tecnologia e culturais.

Tiago explicou que os benefícios para quem desejar criar negócios inovadores devem se estender para toda a cidade, mas que a região do Rebouças tem uma vocação muito forte para sediar o projeto por estar em uma área central e próxima de grandes universidades e entidades como Federações da Indústria e Comércio, Associação Comercial e Sebrae. “Estamos trabalhando com três pilares principais: crescimento do ecossistema, internacionalização e inovação na prefeitura, que o município volte a inovar”, completa.

Curitiba deve passar a contar com um Fundo Municipal de Inovação e deseja contar com parcerias com a iniciativa privada para incentivar a chegada de novas empresas e investidores na cidade. “Na primeira gestão de nosso prefeito, na década de 90, a cidade recebeu o título de mais inovadora do mundo, já tem isso no DNA dos profissionais da prefeitura e do cidadão curitibano. Queremos reviver tudo isso através da inovação”, acrescenta Tiago.

A capital do Paraná também deve contar com uma Lei de Inovação ainda neste ano. Um Conselho Municipal, que reúne entidades empresariais e academia já trabalha para garantir incentivos para quem desejar inovar na capital paranaense.

Os empresários que acompanharam a apresentação elogiaram a iniciativa. É o caso dos vice-presidentes da Assespro-Paraná Rodrigo Gallego, de Qualidade, Planejamento e Controle e Eduardo Aguiar, de Articulação Política, que representaram a entidade.

Para o empresário Paulo Raymundi, “a apresentação deu um ânimo diferente para todos. Muitos ficam batendo em questão de impostos e essa proposta nova vem para geração de negócios. É um incentivo para que as empresas consigam crescer”.

Oscar Monteiro, presidente da Central de Negócios de TIC, destaca a presença de um empresário no desenvolvimento do ecossistema de inovação do Vale do Pinhão. “Nossa percepção é de que realmente existe uma mudança de posicionamento da Prefeitura. Há um trabalho para a cidade e não só para os interesses da administração pública”, comentou Oscar.
Cláudio Navarro, do Arranjo Produtivo Local de Software de Curitiba, destacou a postura do empresariado. “Ninguém veio para reclamar. Todos querem apoio da prefeitura para poder entregar maior valor agregado aos clientes”. Ele também destaca o momento de união dos representantes do setor: “Cenetic, APL, Assespro, Governança de TIC trabalham com um mesmo ideal, no sentido de gerar negócios e transformar o Paraná em líder do setor na América Latina”.

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Setor de Tecnologia da Informação do Paraná cresce na crise e gera mais empregos

Foto: Arquivo ANPr

Foto: Arquivo ANPr

O setor de Tecnologia da Informação (TI) vem crescendo e gerando mais empregos mesmo na crise. Enquanto muitos setores cortaram vagas e reduziram operações, a área de Tecnologia da Informação conseguiu aumentar as contratações em 2016. O setor fechou o ano passado com saldo positivo de 1,2 mil empregos, de acordo com dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged).

Um dos principais polos do setor no País, o Paraná conta com um parque de 7,8 mil empresas e seis Arranjos Produtivos Locais (APLS), localizados nas regiões de Curitiba, Londrina, Maringá, Campos Gerais, Sudoeste e Oeste. O setor emprega cerca de 18 mil pessoas.

Um dos motivos para explicar o resultado está, justamente, na crise. “A recessão tem obrigado as empresas a buscar formas de reduzir custos, aumentar eficiência e racionalizar processos, o que impulsiona os negócios das empresas de TI”, diz o presidente da Associação das Empresas Brasileiras de Tecnologia de Informação (Assespro) no Paraná, Adriano Krzyuy.

Do saldo de vagas gerado no ano passado, Curitiba respondeu por 735 novos empregos, seguida por Londrina, com 164, Maringá (112), Pato Branco (78) e Apucarana (44). Entre as atividades de destaque no ano passado estiveram as de consultoria em Tecnologia da Informação e desenvolvimento de e licenciamento de programas de computador. “O setor de TI apresenta uma resiliência maior à crise, já que a modernização é algo inevitável. As empresas precisam também reduzir custos e aumentar a produtividade, o que vem gerando demanda para esse tipo de atividade”, diz.

INOVAÇÃO – De acordo com Krzyuy, a velocidade de inovação do mercado de TI gera demanda por profissionais qualificados, ampliando as contratações com salários maiores também. O salário médio na área de TI no Paraná é de R$ 3.348,11, 37,3% maior que a média do Estado (R$ 2.438,35), de acordo com dados do Ministério do Trabalho.

APOIO – De acordo com o coordenador de Ciência e Tecnologia da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Evandro Razzoto, o Paraná vem criando um ambiente propício para o desenvolvimento do setor, com a criação, no ano passado, de uma política de governança para a área.

O objetivo é elaborar um plano de longo prazo, com a participação do governo estadual, empresas, instituições de apoio e universidades. “Há muito potencial para TI no Estado. O nosso foco é fazer do Paraná referência no setor”, afirma.

“O plano é transformar o Paraná no próximo polo de TI da América Latina até 2035. Até lá esperamos que o setor tenha uma participação significativa no Produto Interno Bruto (PIB) do Estado”, diz o presidente da Assespro.

Atualmente as universidades estaduais mantêm núcleos de inovação e incubadoras que hospedam empresas novas. Na Incubadora Internacional de Empresas de Base Tecnológica (Intuel) da Universidade de Londrina, 60% das 13 empresas incubadas atualmente são da área de TI. São empresas desenvolvendo projetos para setores como agronegócio, varejo e gestão, de acordo com a Tatiana Fiuza, gerente da Intuel. Nesse ecossistema, em que há cooperação mútua, as empresas têm apoio nas áreas de planejamento, gestão, marketing e técnica e financeira.

“Há uma tendência forte de surgimento de empresas de TI voltada para a chamada internet das coisas (em que objetos usados no dia a dia podem se comunicar com a internet) e planejamento de dados, como Big Datas. Existe um grande potencial de desenvolvimento de novas companhias nesses segmentos”, diz.

Outro projeto da Intuel, em parceria com a Telefônica e o Sebrae, atua na pré-aceleração de empresas. Hoje são quatro empresas nesse estágio, com atuação nas áreas educacional, de realidade vistual, marketing digital e futebol. O objetivo para 2017 é lançar um edital para apoiar mais dez empresas nesse formato.

Fonte: Agência de Notícias do Paraná

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Setor de TI do Paraná conquista Bancada Digital na Assembleia Legislativa

Em uma iniciativa, do deputado estadual Guto Silva, a Assembleia Legislativa do Paraná cria uma Frente Parlamentar de Tecnologia da Informação e Comunicações. A Bancada Digital veio de demanda do setor, representado por Arranjos Produtivos Locais de TI e da Assespro-Paraná, que representa as empresas de tecnologia. Também conta com apoio de importantes entidades empresariais, secretarias e empresas e órgãos governamentais e academia. Veja os detalhes na reportagem do programa Valor Agregado.

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Adriano Krzyuy é novo presidente da Assespro-Paraná

Adriano Krzyuy - Assespro

O empresário Adriano Krzyuy é novo presidente da Assespro-Paraná. Ele foi eleito para comandar a entidade que representa empresas de tecnologia biênio 2017/2018.

Adriano ocupou o cargo de Vice-Presidente de Articulação Política na gestão anterior de Sandro Molés da Silva e trabalhou diretamente na criação do Comitê Estadual de Governança de TIC e na formação da Frente Parlamentar de Tecnologia da Informação e Comunicações da Assembleia Legislativa do Paraná. A bancada digital, criada nesta semana, conta com o apoio de mais de 20 parlamentares e é liderada pelo deputado Guto Silva. O grupo vai incentivar o desenvolvimento do setor, considerado estratégico para o crescimento da economia paranaense. O Comitê de Governança, em poucos meses de existência, já traçou uma meta ousada: fazer do Paraná um líder em negócios de tecnologia na América Latina até 2035.

“Durante nossa gestão, a Assespro-Paraná vai apoiar fortemente essa estratégia com visão de futuro. Precisamos estar conectados com os principais hubs de tecnologia globais. Vamos trabalhar com exportação e internacionalização de nossas empresas”, afirma Adriano Krzyuy.

O novo presidente da entidade também faz um apelo ao empresariado parananense: “peço que saiam da zona de conforto e participem das ações da Assespro como associados, interagindo com outros empresas em reuniões e eventos. Um setor forte se faz com empresários fortes”.

Veja a composição da Diretoria Executiva da Assespro-Paraná no biênio 2017/2018:

Presidente: Adriano Krzyuy (DF Systems)

Vice-Presidente de Associativismo e Sustentabilidade: Marcese Maschietto (Unimake Software)

Vice-Presidente de Comunicação e Marketing: Arthur Schuler da Igreja (Jazz Consultoria e Treinamento)

Vice-Presidente de Qualidade, Planejamento e Controle: Rodrigo Gallego ( QLA Soluções de Informática)

Vice-Presidente de Articulação Política: Eduardo Silva Aguiar (ITSoftin)

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Qualidade da informação – como separar o útil do inútil – Por Leonardo Matt

unnamed-1 Muito se tem falado e discutido em torno desse dilema: como filtrar a avalanche de informações que nos chegam diariamente. A realidade é que há algumas décadas havia escassez de informação e hoje, por ironia do destino, a percepção é de excesso de informação. E possivelmente muitas das informações em nada nos ajudam e nem agregam à nossa vida; pelo contrário, chegam até a atrapalhar… “Mas, como assim ? Informação nunca é demais.”, alguém pode questionar. Sim, há controvérsias, mas vamos recorrer a algumas citações.

“A dieta da informação”, livro do autor norte-americano Clay Johnson, cujo título original é “The information diet – a case for conscious consumption” e publicado em português pela Novatec Editora com o título “A dieta da informação”, chega a explorar um paralelo da informação com a alimentação. O site Leia Livro, na apresentação e sugerindo a compra desse livro, resume o seguinte: “Do mesmo jeito em que devemos evitar comer alimentos calóricos em grande quantidade, pois os mesmos podem resultar em obesidade física, nós também devemos evitar a grande massa de informações inúteis e de baixa qualidade que nos é enviada diariamente, pois elas podem resultar no que o autor chama de ‘obesidade mental’,ou seja, ignorância.”

Outro livro, cujo título “Obrigado pelo informação que você não me deu” (escrito por Normann Kestenbaum e publicado no Brasil pela Editora Campus Elsevier em 2007) até considero intrigante. O desafiador recado que ele passa, no entanto, é mais ou menos assim: Em uma exposição, palestra ou apresentação, deixe pra lá tudo o que existe e/ou o que você sabe sobre o assunto e vá direto ao ponto; preocupe-se com o que o(s) interlocutore(s) quer(em) saber e não com tudo o que você sabe ou tem de informação a respeito.

Carlos Drummont de Andrade (1902-1987) nos deixou o seguinte legado sobre esse assunto: “Perder tempo em aprender coisas que não interessam, priva-nos de descobrir coisas interessantes.”. Esta afirmação pode ser trazida também para o nosso dia a dia e realidade corporativa, onde geramos ou absorvemos excesso de informação, refletindo no seguinte: o precioso tempo que gastamos com informação que não agrega, poderíamos ter investido em buscar informação mais útil ou ocupar-nos com algo mais produtivo.

Dentro do mundo corporativo podemos citar Peter F. Drucker (1909-2005), considerado como o pai da administração moderna, a quem é creditada a afirmação “Informações são dados endossados por relevância e sentido”, quando abordado o tema “informação x dado”.

E aí talvez surja a pergunta: em que momento consigo discernir se o dado é relevante ou faz sentido ? Diante disto, proponho um exercício simples, questionando-se “por que” ou “para que” quero/preciso desse dado. Se houver resposta clara e convincente, vá em frente. Do contrário, talvez você esteja “perdendo tempo em aprender coisas que não interessam” ou se ocupando com dados sem relevância ou sentido.

E se você é um gestor dentro de uma empresa ou de uma entidade pública ou privada, pense nisso também sempre que estiver compilando dados em planilha eletrônica, solicitando ou desenvolvendo um novo relatório ou, até, diante da escolha de um software de BI (Business Intelligence): “o que eu realmente preciso?” ou “do que, de fato, vou fazer uso na minha atividade?”

*Leonardo Matt é Vice-Presidente de Qualidade, Planejamento e Controle da Assespro-Paraná e diretor da BXBsoft

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Método inovador de vendas é tema de workshop em Curitiba

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Na próxima quarta-feira, 21 de setembro, a Assespro-Paraná e a Exact Sales realizam o workshop Acerte em Cheio na cidade de Curitiba, às 9 horas. Com apoio da PUCPR e da HotMilk, o evento contará com uma palestra de 90 minutos que vai explorar métodos e ferramentas capazes de alavancar as vendas em empresas que trabalham com processos comerciais complexos e negócios B2B (Business to Business). O workshop Acerte em Cheio vai tratar de temas como empreendedorismo, funil de vendas, inbound e outbound marketing, pré e pós-vendas e abordagens para vendas técnicas. O evento será realizado no Auditório Agência PUCPR.

O método de vendas Exact Sales reduz o tempo e as despesas de negociação comercial, com foco em alavancar significativamente as vendas. Ele permite reduzir o Custo de Aquisição de Clientes (CAC), eliminar gastos desnecessários e melhorar a detecção e o tratamento de dores e objeções do mercado. A empresa conta com clientes em todo o País e é vencedora do Prêmio Top de Marketing e Vendas 2015, promovido pela Associação dos Dirigentes de Vendas e Marketing de Santa Catarina (ADVB/SC) na categoria Top Empresa Jovem.

O método Exact Sales foi um dos principais responsáveis pelo crescimento de 658% (entre 2013 e 2015 segundo a Deloitte 2016) da empresa Nanovetores, de Florianópolis (SC). Por dois anos a Exact Sales é o método de líderes de crescimento do Brasil – os clientes Nanovetores e Segware estão entre as primeiras 20 startups que mais crescem no Brasil em 2016.

O palestrante é Eduardo Rodrigues, evangelizador e consultor de negócios da Exact Sales. Administrador com perfil empreendedor, Rodrigues tem experiência com vendas em multinacionais como a Nestlé, além de ser especialista em startups e processos enxutos. É mentor da ACE, antiga Aceleratech (maior incubadora de empresas da América Latina). Rodrigues também faz parte da equipe de vendas que conquistou o prêmio Top de Marketing e Vendas da ADVB 2015, com o case “Exact: de R$ 0 a R$ 3 milhões em 9 meses”.

Workshop Acerte em Cheio

QUANDO: 21 de setembro, às 9 horas
ONDE: Auditório Agência PUC – Rua Iapó , 1245, Estacionamento B PUC, Prado Velho, Curitiba, PR
INSCRIÇÕES: Até 21 de setembro no endereço https://www.sympla.com.br/acerte-em-cheio—curitibapr__88878. As vagas são limitadas.
Associado Assespro-Paraná: R$15.

Não associado: R$30.

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Com planejamento até 2035, setor de tecnologia do Paraná quer liderar negócios na América Latina

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O Comitê de Governança de Tecnologia da Informação e Comunicações do Paraná começa a desenhar o futuro do setor no estado com um planejamento estratégico até 2035. Reunidos na sede do Sebrae Paraná, em Curitiba, representantes de empresas, do poder público e da academia já definiram a visão do grupo para as próximas décadas: ser o principal polo de negócios de TIC na América Latina.

Também foram definidos objetivos estratégicos para garantir o sucesso das ações do setor em áreas como infraestrutura, educação, capital humano, capacitação, pesquisa desenvolvimento e inovação, incubadoras e parques tecnológicos, integração entre academia e mercado, propriedade intelectual, políticas, legislação, empreendedorismo, ambiente de negócios, competitividade empresarial e internacionalização. Em uma nova reunião, em setembro, vão ser definidas ações para abordar cada um desses pontos.

Para a Assespro-Paraná, que participou do processo de criação do Comitê de Governança de TIC, a visão ousada, estabelecida logo de início, confirma a importância do trabalho que passa a ser realizado. “Cria uma missão muito grande para o nosso estado. Há uma grande sinergia entre empresas produtoras de soluções tecnológicas, o mercado consumidor, as instituições de ensino e parceiros do setor e entidades públicas, destaca o presidente Sandro Molés da Silva.

Criado por decreto estadual, neste ano, o Comitê Gestor tem o objetivo de proporcionar desenvolvimento integrado de diversas áreas da economia estadual com apoio de tecnologia. É presidido pelo secretário da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior e composto por representantes da Secretaria Estadual do Planejamento e Coordenação Geral; do Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar); da Copel Telecomunicações; da Celepar; Fomento Paraná; da Comissão de Ciência e Tecnologia da Assembleia Legislativa, do Parque Tecnológico de Itaipu, pelas Federações da Indústria (Fiep) e Comércio (Fecomércio), Sebrae-PR; Assespro-Paraná, pelo APL de TI de Londrina e Região, APL de Software de Maringá e Região, APL Iguassu-IT (Oeste do Paraná), APL de TI do Sudoeste do Paraná, APL de TIC de Ponta Grossa e Região, APL de TI de Curitiba, Universidades Estaduais do Paraná, Universidade Federal do Paraná, Universidade Tecnológica Federal do Paraná, Pontifícia Universidade Católica do Paraná, do Centro de Tecnologia da Informação da Universidade Positivo.

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Paraná passa a ter Comitê Gestor de Governança do setor de Tecnologia da Informação e Comunicações

Adriano Krzyuy, vice de Articulação Política da Assespro-Paraná, governador Beto Richa e Sandro Molés da Silva, presidente da Assespro-Paraná

Adriano Krzyuy, vice de Articulação Política da Assespro-Paraná, governador Beto Richa e Sandro Molés da Silva, presidente da Assespro-Paraná

Em cerimônia no Palácio Iguaçu, em Curitiba, o governador Beto Richa assinou o decreto que estabelece uma governança para o setor de Tecnologia da Informação e Comunicações no Paraná. O objetivo é proporcionar desenvolvimento integrado de diversas áreas da economia estadual com apoio de tecnologia, unindo esforços de setor público, empresariado e academia.

A Governança de TIC faz parte do Programa Paraná Inovador, da Secretaria de Estado da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior e é vinculada à Rede de Arranjos Produtivos Locais.

O governador do Paraná destacou a importância do setor de tecnologia para o desenvolvimento do estado. “Quem trabalha e quem produz merece o nosso apoio e o nosso respeito. Este setor, que congrega Arranjos Produtivos Locais, tem gerado riquezas e ajudado na formação da nossa economia. Basta ver o exemplo do Vale do Silício, nos Estados Unidos, Então, resolvemos criar aqui um sistema de governança com apoio do setor publico, reunindo várias secretarias como a de Ciência e Tecnologia, Fomento Paraná, secretaria de Planejamento, Celepar e Copel na busca de uma eficiência ainda maior desse setor”, explica Beto Richa.

João Carlos Gomes, secretário estadual de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior afirma que o Paraná é privilegiado pela organização e pela estrutura do setor produtivo. “E este setor de TIC tem uma qualidade muito grande. Seremos cada vez mais parceiros para o desenvolvimento de nosso estado”, completa.

O deputado estadual Guto Silva, que trabalha para o fortalecimento de uma bancada de tecnologia na Assembleia Legislativa, destacou o desempenho dos APLs que, segundo ele, “têm uma força impressionante”. Guto Silva conheceu os Arranjos Produtivos Locais de TIC em uma reunião estadual no Sebrae, em Pato Branco, no início de uma aproximação com a Assespro-Paraná, entidade que representa as empresas do setor.

Adriano Krzyuy, vice-presidente de Articulação Política da Assespro-Paraná, valorizou o apoio dos empresários na cerimônia: “O histórico da rede APL se concretiza e reforça a governance estadual. Temos APLs nas seis regionais da entidade e, nessa linha, vamos criar muitas iniciativas e conquistar muitos resultados para as empresas e toda a comunidade do Paraná”.

O presidente da Assespro-Paraná, afirma que o momento é de celebração de uma conquista de sete anos de trabalho. “Envolvemos, no início, os empresários, representados, hoje, pelos Arranjos Produtivos Locais, em um proceso conduzido pela Assespro juntamente com o Sebrae”,explica Sandro Molés da Silva. Ele também enaltece a iniciativa do Paraná ao criar uma governança de tecnologia. “O Brasil tem um estado diferenciado. A integração do setor público com a academia e iniciativa privada é fundamental. Essa medida mostra que o apoio à tecnologia é uma política de Estado no Paraná”, finaliza Sandro.

O Comitê Gestor é presidido pelo secretário da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior e composto por representantes da Secretaria Estadual do Planejamento e Coordenação Geral; do Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar); da Copel Telecomunicações; da Celepar; Fomento Paraná; da Comissão de Ciência e Tecnologia da Assembleia Legislativa, do Parque Tecnológico de Itaipu, pelas Federações da Indústria (Fiep) e Comércio (Fecomércio), Sebrae-PR; Assespro-Paraná, pelo APL de TI de Londrina e Região, APL de Software de Maringá e Região, APL Iguassu-IT (Oeste do Paraná), APL de TI do Sudoeste do Paraná, APL de TIC de Ponta Grossa e Região, APL de TI de Curitiba, Universidades Estaduais do Paraná, Universidade Federal do Paraná, Universidade Tecnológica Federal do Paraná, Pontifícia Universidade Católica do Paraná, do Centro de Tecnologia da Informação da Universidade Positivo.

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ParanáTIC 2015: ex-presidente do BC acredita em recuperação do Brasil em médio prazo. Empresários apostam em inovação para superar a crise

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Cerca de 500 empresários, executivos e estudantes do setor de Tecnologia da Informação, varejo e turismo se reuniram no ParanáTIC 2015 para garantir que a economia paranaense siga em expansão, mesmo em tempos de crise.
O principal evento de TI do sul do Brasil, realizado na cidade de Foz do Iguaçu, apresenta, em dois dias, cenários para o Brasil, oportunidades para internacionalização e integração entre empresas de base tecnológica e empreendedores que buscam ferramentas para aumento de vendas e melhoria de gestão.
Recentemente apontado em estudo do Governo do Paraná como estratégico para o estado, o setor de tecnologia contou com a presença de diversas autoridades e lideranças empresarias na abertura do ParanáTIC.
O presidente da Copel Telecom destacou a importância do desenvolvimento do setor para a economia estadual. Adir Hannouche também afirmou que “Tecnologia da Informação e Comunicações integram um mundo único. E a Copel Telecom conseguiu criar uma rede de infraestrutura em fibra óptica muito boa para atender os 399 municípios do estado com serviços voltados para pequenas e médias empresas, poder público e consumidores residenciais. É o primeiro estado 100% digital do Brasil, garantindo qualidade, segurança e confiança de nossos clientes”.
O prefeito de Foz do Iguaçu agradeceu a escolha da cidade como nova sede do ParanáTIC e adiantou que faz questão de continuar sediando o evento nas próximas edições. “Este setor é muito importante para o presente e o futuro na busca de soluções para o setor privado e estratégicas de inovação para o setor público”, ressaltou Reni Pereira.
Representando o governador Beto Richa, o presidente da Fomento Paraná apresentou o trabalho de agência na concessão de crédito a empresas de base tecnológica e adiantou novidades para o mercado. “Vamos lançar um fundo de capital semente, um fundo de inovação e, principalmente, um fundo de aval para garantir empréstimos a micro e pequenas empresas”, detalhou Juraci Barbosa Sobrinho.
O diretor de operações do Sebrae Julio Cezar Agostini explicou porque o ParanáTIC 2015 integra TI com varejo e turismo e incentiva o movimento startup: “São segmentos que oportunizam o crescimento da economia. Todo o evento foi modelado para identificar oportunidades. E contar com a representatividade de 400 empresas participando dessa iniciativa é muito significativo”.
O presidente da Assespro-Paraná comemorou o novo status do ParanáTIC. “Estamos recebendo a visita de presidentes das outras regionais da Assespro e também da diretoria da entidade nacional para o lançamento do WCIT 2016 – Congresso Mundial de TI, que acontece, ano que vem, na capital do país”. Sandro Molés da Silva fez questão de valorizar o esforço dos empresários paranaenses que participam dos seis Arranjos Produtivos Locais do setor no estado.
O secretario estadual de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior visitou o evento e recebeu convite oficial para participar do WCIT ao se encontrar com Jeovani Salomão, presidente da Assespro Nacional. João Carlos Gomes também confirmou a criação de uma governança do setor de TI no Paraná: “Em dezembro, devemos formalizar essa iniciativa com um decreto do governador Beto Richa com a participação do setor produtivo, coordenado pela Assespro, a academia e o governo do estado”.
Na palestra de abertura, o ex-presidente do Banco Central Gustavo Loyola mostrou como o Brasil chegou a uma situação de crise econômica e apontou perspectivas de melhora para um futuro próximo. “ Passei uma visão realista, mas sem perder de vista que o Brasil tem anticorpos para sair dessa crise e voltar a crescer em médio prazo”, confirmou o economista.
O primeiro dia do ParanáTIC ainda teve palestras com Donald Feinberg, do Gartner, sobre negócios digitais e modelos analíticos e a trajetória de sucesso do Hotel Urbano com João Ricardo Mendes, um dos fundadores da empresa que, atualmente, mais vende passagens aéreas e hospedagens pela internet no Brasil.
Os participantes do evento também puderam acompanhar as Trilhas de Inovação, Turismo e Internacionalização com especialistas como , Cláudio Navarro, Marta Poggi e Pedro Drummond.
Para completar, cinco equipes iniciaram o Hackathon. A maratona de programação tem demandas em automação e internet das coisas, turismo, agricultura e pecuária, sustentabilidade, educação e impacto social.
O ParanáTIC 2015 é realizado pela Assespro-Paraná em parceria com Sebrae e patrocínio master da Itaipu Binacional e apoio de dezenas de empresas e instituições. Tem como desafio articular iniciativa privada, poder público e academia para consolidar o Paraná como referência em inovação tecnológica no Brasil.

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Internet das Coisas, turismo. varejo, automação e sustentabilidade no Hackathon do ParanáTIC 2015

Uma maratona de programação de 24 horas está entre as novidades do ParanáTIC 2015, principal evento de Tecnologia da Informação do sul do Brasil. O Hackathon, que acontece entre 12 e 13 de novembro, na cidade paranaense de Foz do Iguaçu, vai apresentar demandas em automação e internet das coisas, turismo, agricultura e pecuária, sustentabilidade, educação e impacto social. No final do evento, são solicitadas duas apresentações, que irão compor a nota dos times: uma apresentação técnica, onde a solução é apresentada à equipe organizadora e uma apresentação de negócios, onde um pitch de 3 minutos deve ser apresentado demonstrando como o time avaliou que aquele produto pode ser escalado no mercado; Os 3 times que tiverem a melhor nota no conjunto de avaliações receberão prêmios.

O Hackathon vai mobilizar dezenas de profissionais e estudantes do setor de TI, principalmente do ecossistema de startups do Oeste do Paraná, um movimento organizado que contempla ações, eventos e planejamento em 7 cidades (Cascavel, Foz do Iguaçu, Laranjeiras do Sul, Marechal Cândido Rondon, Medianeira, Palotina e Toledo) e mais de 40 entidades, entre faculdades, coworkings, parques tecnológicos, empresas, associações comerciais, governos municipais e núcleos de empreendedores.

A organização é da Iguassu Startups, associação sem fins lucrativos voltada ao apoio e à formação de Startups em Foz do Iguaçu e da Assespro-Paraná , com apoio técnico do Sebrae e da Copel Telecom. Os ganhadores da maratona terão direito a prêmios de apoio ao empreendedorismo, poderão realizar negócios durante o ParanáTIC e serão expostos a todos os empresários e organizações participantes do evento.

A inscrição no Hackathon do ParanáTIC 2015 é gratuita.
Saiba mais em:
https://www.sympla.com.br/hackathon-paranatic-2015__47911

Contatos: Adriano Luis Spanhol (alspanhol@gmail.com) e Luís Poletti (luispoletti@gmail.com)

Neste ano, o ParanáTIC vai ganhar projeção internacional ao lançar oficialmente o WCIT 2016, Congresso Mundial de TI, que acontece em Brasília e é organizado pela Assespro Nacional.

Realizado em parceria da Assespro-Paraná com o Sebrae, o ParanáTIC reúne empresários, pesquisadores, professores, estudantes e profissionais da área de Tecnologia da Informação e Comunicações, com o objetivo de promover a integração de pessoas visando a criação de empresas, produtos e serviços inovadores. Tem como desafio articular iniciativa privada, poder público e academia para consolidar o Paraná como referência em inovação tecnológica no Brasil.

ParanáTIC 2015

Dias 12 e 13 de novembro
Hotel Mabu Thermas & Resorts, Foz do Iguaçu, Paraná
Saiba mais em http://www.paranatic.com.br
Inscrições: 41 33371014 ou executivo@assespropr.org.br

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Foz do Iguaçu recebe empresários de Tecnologia da Informação de todo o Brasil no ParanáTIC 2015

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Nos dias 12 e 13 de novembro, a cidade paranaense de Foz do Iguaçu reúne empresários de todo o Brasil e da América Latina ao sediar o ParanáTIC 2015, principal evento do setor de Tecnologia da Informação do sul do país.

Uma palestra com o ex-presidente do Banco Central Gustavo Loyola abre o ParanáTIC. Uma das novidades deste ano é a realização de Trilhas de Varejo e Turismo. Serão várias palestras e debates sobre integração de ferramentas tecnológicas para um melhor desempenho de empresas ligadas aos dois setores. Essa integração com verticais faz parte do Plano Estratégico do setor de TI do Paraná de aproximação e oferta de soluções para as mais variadas atividades econômicas. Também vai haver um Hackathon. Na maratona de programação, vão ser 24 horas de imersão para criar projetos nos seguintes temas: automação e internet das coisas, agricultura e pecuária, turismo, sustentabilidade, educação e impacto social.

Os empresários que participam do APL Iguassu IT – Arranjo Produtivo Local de Tecnologia da Informação do Oeste do Paraná – comemoram a oportunidade de sediar um evento de porte nacional. “Vai ser uma grande chance para mostrar a empresários de outros setores como varejo e turismo, muitos fortes em Foz do Iguacu, o que as empresas de base tecnológica daqui podem oferecer em soluções para melhoria de negócios”, destaca Gerson Froehner, da Priori Sistemas. Ele ressalta que há grandes produtores de software nos principais municípios da região. “Em 2014, tivemos três finalistas no Prêmio MPE Brasil, que premia a excelência em gestão, e a empresa vencedora nacional foi a Junsoft de Toledo”, completa Gerson.

Lendro Scalabrin, da SWA Sistemas, de Medianeira, conta que sempre participa de eventos de nível nacional e que “o ParanáTIC é uma oportunidade para atualização do empresariado local sobre as tendências tecnológicas que vão impulsionar a economia, principalmente, em tempos de crise”.

Emerson Cechin, coordenador do setor de TI do Paraná no Sebrae, destaca o conteúdo internacional do evento. Donald Feinberg, vice-presidente e analista emérito do Gartner, um dos principais institutos de aconselhamento em tecnologia no mundo, vai falar sobre “Business Intelligence e Analytics”. “É um tema muito importante, atualmente, pela grande necessidade de análise de inúmeros dados na gestão de negócios e empresas”, ressalta Emerson.

As parcerias que podem ser formadas entre empresas de regiões diferentes aparecem como outro ponto positivo. Gerson Froehner diz que “muitas vezes, um novo negócio é perdido pela falta de um parceiro que possa completar, integrar uma nova solução. Já há casos de parcerias de sucesso entre empresas participantes dos eventos da Rede de APLs de TI no Paraná”.

Neste ano, o ParanáTIC vai ganhar projeção internacional ao lançar oficialmente o WCIT 2016, Congresso Mundial de TI, que acontece em Brasília e é organizado pela Assespro Nacional.

Realizado em parceria da Assespro-Paraná com o Sebrae, o ParanáTIC reúne empresários, pesquisadores, professores, estudantes e profissionais da área de Tecnologia da Informação e Comunicações, com o objetivo de promover a integração de pessoas visando a criação de empresas, produtos e serviços inovadores. Tem como desafio articular iniciativa privada, poder público e academia para consolidar o Paraná como referência em inovação tecnológica no Brasil.

ParanáTIC 2015

Dias 12 e 13 de novembro

Hotel Mabu Thermas & Resorts, Foz do Iguaçu, Paraná

Saiba mais em http://www.paranatic.com.br

Inscrições: 41 33371014 ou executivo@assespropr.org.br

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Fundador do Hotel Urbano é atração do ParanáTIC 2015 em Foz do Iguaçu

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João Ricardo Mendes, que criou, com o irmão José Eduardo, o site que mais vende diárias de hotéis e pacotes aéreos pela internet no Brasil, vai falar sobre “Encontrar conforto no desconforto” em palestra no ParanáTIC 2015, principal evento de Tecnologia da Informação do sul do Brasil. Fundado em 2011, o Hotel Urbano é referencia em comércio eletrônico e também é um grande exemplo de como o mercado de turismo pode se beneficiar de ferramentas de tecnologia para crescer e criar novos negócios.

Neste ano, o ParanáTIC acontece na cidade paranaense de Foz do Iguaçu, um dos principais destinos turísticos internacionais por abrigar as Cataratas do Iguaçu, uma das 7 Maravilhas da Natureza. O evento também ganha projeção internacional. A Assespro Nacional, Federação das Associações das Empresas Brasileiras de Tecnologia da Informação, já confirmou a participação de representantes de 14 regionais da entidade para conhecer o trabalho do movimento paranaense de TIC, que conta com seis Arranjos Produtivos Locais. A participação internacional vai ser viabilizada pela ALETI, Federação Ibero-americana de Entidades de Tecnologías da Informação, que conta com 21 associações empresariais em 19 países.

Realizado em parceria da Assespro-Paraná com o Sebrae, o ParanáTIC reúne empresários, pesquisadores, professores, estudantes e profissionais da área de Tecnologia da Informação e Comunicações, com o objetivo de promover a integração de pessoas visando a criação de empresas, produtos e serviços inovadores. Tem como desafio articular iniciativa privada, poder público e academia para consolidar o Paraná como referência em inovação tecnológica no Brasil.

ParanáTIC 2015

Dias 12 e 13 de novembro no Hotel Mabu Thermas & Resorts, Foz do Iguaçu, Paraná

Acompanhe as novidades sobre o evento em http://www.paranatic.com.br

Mais informações sobre o ParanáTIC: 41 33371014 ou executivo@assespropr.org.br

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Hackathon, varejo, turismo, e-commerce e ex-presidente do BC estão entre principais atrações do ParanáTIC 2015

Uma palestra com o economista Gustavo Loyola vai abrir o ParanáTIC 2O15, principal evento de Tecnologia da Informação do sul do Brasil, que acontece dias 12 e 13 de novembro na cidade paranaense de Foz do Iguaçu.

Loyola presidiu o Banco Central no governo de Fernando Henrique Cardoso e foi responsável pela reestruturacão do sistema bancário brasileiro. O sócio-diretor da Tendências Consultoria vai falar sobre o atual cenário de crise no país e perspectivas para o empresariado no futuro.

Uma das novidades deste ano é a realização de Trilhas de Varejo e Turismo. Serão várias palestras e debates sobre integração de ferramentas tecnológicas para um melhor desempenho de empresas ligadas aos dois setores. Essa integração com verticais faz parte do Plano Estratégico do setor de TI do Paraná de aproximação e oferta de soluções para as mais variadas atividades econômicas.

Entre as palestras de destaque, João Ricardo Mendes, fundador do Hotel Urbano, vai falar sobre “Encontrar Conforto no Desconforto”. O Hotel Ubano é o maior site de vendas de diárias de hotéis e pacotes aéreos pela internet no Brasil. Dílton Felipini, especialista em comércio eletrônico, vai tratar de formas para superar a crise com vendas pela internet. Cláudio Navarro, do Instituto CESAR, participa de Painel de Inovação, Graziela Mota fala sobre o futuro varejo com auxílio de ferramentas de tecnologia. Ainda para falar sobre vendas, o ParanáTIC também vai contar com Eduardo Terra, presidente da Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo.

A aproximação com o mundo acadêmico vai ser garantida com uma maratona de programação e também com o Prêmio Talento Acadêmico, atividade científica e cultural promovida pela Assespro-Paraná. Em parceria com instituições de ensino superior conveniadas e/ou parceiras, tem como objetivo identificar, reconhecer e divulgar projetos científicos na área de tecnologia da informação que representem uma importante contribuição para a inovação tecnológica brasileira.

Neste ano, o ParanáTIC vai ganhar projeção internacional. A Assespro Nacional, Federação das Associações das Empresas Brasileiras de Tecnologia da Informação, já confirmou a participação de representantes de 14 regionais da entidade para conhecer o trabalho do movimento paranaense de TIC, que conta com seis Arranjos Produtivos Locais. A participação internacional vai ser viabilizada pela ALETI, Federação Ibero-americana de Entidades de Tecnologías da Informação, que conta com 21 associações empresariais em 19 países.

Realizado em parceria da Assespro-Paraná com o Sebrae, o ParanáTIC reúne empresários, pesquisadores, professores, estudantes e profissionais da área de Tecnologia da Informação e Comunicações, com o objetivo de promover a integração de pessoas visando a criação de empresas, produtos e serviços inovadores. Tem como desafio articular iniciativa privada, poder público e academia para consolidar o Paraná como referência em inovação tecnológica no Brasil.

SERVIÇO: ParanáTIC 2015
Dias 12 e 13 de novembro
Hotel Mabu, Foz do Iguaçu, Paraná
Acompanhe as novidades sobre o evento em http://www.paranatic.com.br
Mais informações sobre o Paranátic: 41 33371014 ou mailto:executivo@assespropr.org.br

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Desoneração da folha, terceirização e compras públicas mobilizam empresários de TI em workshop da Assespro

Luís Mário Luchetta, Adriano Krzyuy, Jeovani Salomão e Sandro Molés da Silva no Encontro da Assespro Nacional

Luís Mário Luchetta, Adriano Krzyuy, Jeovani Salomão e Sandro Molés da Silva no Encontro da Assespro Nacional

Líderes de Tecnologia da Informação de vários estados brasileiros participaram do Encontro da Assespro Nacional na cidade de Porto Alegre.

Alem da reunião do Conselho da entidade que representa as empresas de TI, eles participaram de um workshop de articulação política para alinhar ações em defesa dos principais interesses do setor. O encontro foi coordenado por Luís Mário Luchetta, vice-presidente de Articulação Política da Assespro Nacional.

“Estamos todos dedicados a esse trabalho coletivo, que mostra, exatamente, a prática de que dois fazem melhor que um, três fazem melhor que dois e, assim, sucessivamente. O trabalho de representação da Assespro envolve muito a articulação política e, hoje, tivemos um grande evento, uma grande evolução com todos presidentes de regionais participando e várias regionais também com o vice-presidente de articulação política”, ressalta Luís Mário.

Uma empresa especializada em assessoria política apresentou os principais projetos que impactam sobre a TI nacional. “A intenção é trazer um conjunto de informações do que está em discussão no Congresso Nacional. Na medida em que haja a difusão dessas informações, perante as regionais, isso permite que a Assespro realize o trabalho de defesa dos interesses do setor”, explica Luís Henrique Cidade, da Foco Assessoria e Consultoria.

Jeovani Salomão,presidente da Assespro Nacional,destacou a importância da união das regionais da entidade: “A Assespro de cada estado tem uma grande facilidade de acesso à bancada que elegeu. Portanto, para fazer um trabalho em conjunto, a gente tem a força das regionais atuando junto às suas bancadas. Nós definimos qual é a estratégia da Federação, quais os melhores caminhos para o setor e ,aí, dividimos nossa atuação entre Brasília e as regionais”.

O Encontro Nacional da Assespro, em Porto Alegre, foi promovido pela Assespro Rio Grande do Sul. A presidente Letícia Batistela ressaltou “a honra de receber os presidentes das regionais e o Conselho de Administração da entidade. Estamos unindo forças. Todas as regionais juntas têm uma grande força, que é traduzida pela ação da Assespro nacionalmente”.
Como exemplo de troca de informações, empresários paranaenses participaram de um levantamento para direcionar as principais reivindicações. “ Recentemente, a gente fez uma pesquisa para conhecer mais a situação das empresas e o direcionamento que precisa dar. Em contrapartida, agora, a gente vai abrir a participação do empresariado, de uma forma mais detalhada, sobre o que vai se defender, diz Adriano Krzyuy, vice-presidente de Articulação Política da Assespro-Paraná. O presidente da regional, Sandro Molés da Silva, completa: “ perguntamos ao associado qual é a “dor” que ele tem hoje, além de perguntas que mostram o perfil do empresariado, desde faturamento, regime de tributação, se está preocupado com a terceirização… O que estamos fazendo no Paraná é mapear as necessidades, trazendo números para a Assespro Nacional”.

Jeovani Salomão ainda detalha as principais bandeiras do setor de TI: “Neste momento, nós temos, no Congresso, a questão da desoneração, que nos afeta frontalmente. Temos o posicionamento de que não deveríamoster alíquota maior. A desoneração do setor gerou empregos, gerou renda e,agora, reonerar significa uma restrição ao emprego, coisa de que o país não precisa. O Congresso deve ter consciência de que, no nosso setor, a desoneração funcionou e deve continuar. Também defendemos a terceirização. É muito importante que a gente tenha uma cadeia produtiva bem articulada. E ter a terceirização regulamentada significa uma segurança jurídica para os nossos empresários. E temos a lei das licitações, que interfere muito na atuação de empresas que fornecem para governos. O Brasil precisa entender que a compra pública é um instrumento não só de prover a administração com os bens e serviços de que ela precisa. A compra pública é uma forma de promover a economia e as empresas nacionais.

Fomte: Assespro-Paraná

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Empresas de TI vão ter prejuízo com fim de cobrança por boleto sem registro

untitled Desde junho deste ano, os bancos deixaram de oferecer a novos e atuais clientes a cobrança sem registro para boletos. De acordo com decisão da Federação Brasileira de Bancos, até o final de dezembro de 2016, as atuais carteiras de cobrança sem registro vão ser migradas para a modalidade registrada. A Febraban apresenta a novidade como forma de garantir segurança e oferecer vantagens aos clientes. Mas a maior parte das empresas de tecnologia da informação utiliza a cobrança sem registro e essa mudança vai aumentar custos de operação e gerenciamento de cobranças e até de atualização de sistemas, de acordo com relatos de associados da Assespro-Paraná, que representa as empresas de TI.

Para Edney Marcos Mossambani, sócio da empresa Accion e presidente da entidade Software by Maringá, um dos grandes problemas está no comércio eletrônico, que apresenta crescimento expressivo, ano a ano, e poder ser prejudicado com a obrigatoriedade da cobrança registrada. “O consumidor, geralmente, ganha descontos de até 5% para compras pagas com boleto. Mas a cobrança não é registrada porque pode haver desistência. Com uma cobrança registrada, perde-se em agilidade e os custos aumentam. Se o cliente não pagar no vencimento e precisar gerar novo boleto, gera também novas taxas. Pedidos de baixa, alterações, todos gerariam novos custos não previstos nas operações de venda, argumenta Edney.

Rui Suzuki, sócio da Central Server, também alerta para dificuldades na compra de serviços pela internet. “Quando o cliente quer alterar algo na contratação, deve ser feita alteração de boleto e isso vai representar um aumento de custo em todas as operações. Isso torna o processo de cobrança muito mais caro do que antes. Quando a cobrança não é registrada, se o cliente altera qualquer coisa, podem ser gerados novos boletos, valendo o último. Agora, deve ser feito o cancelamento de todas as cobranças que foram geradas anteriormente toda etapa gera uma nova taxa. Com a cobrança com registro, o cliente só vai receber a cobrança no dia seguinte para poder fazer o pagamento e liberar o serviço ou produto. É um processo mais demorado. O cliente que deseja liberar o serviço rapidamente pode desistir da compra. Mas, se houver desistência, a empresa já pagou por aquela cobrança que não foi paga”, acrescenta Rui.

Edney Mossambani também questiona alegações de maior segurança nas cobranças registradas: “não evitam, por exemplo, casos de cobranças em cartório de boletos referentes a dívidas que não existem”.

Para os empresários, outra dificuldade está no fato de a cobrança bancária não ser padronizada. Para cada banco, envia-se um arquivo diferente. Edney afirma que as empresas de software vão passar a ter um novo cenário de desafio para atualização e integração para validar boletos, gerando novos custos para os clientes.

No caso de Rui, que trabalha com oferta de serviços de computação em nuvem para hospedagem de sites, a cobrança registrada gera inflação e tem impacto muito grande sobre os valores cobrados: “temos muitos clientes que pagam faturas perto de 20 reais. Se o boleto tiver um custo, por exemplo, de 5 reais, é uma carga violenta. É mais do que 20 por cento do valor pago. Se alterar um boletim fica mais caro ainda.I nfelizmente, precisaríamos jogar esse custo para o cliente final. Aumenta o custo Brasil e também aumenta a inflação”.

Edney finaliza sugerindo a promoção de um debate entre empresários do setor de TI para levantar as dificuldades e custos que vão ser gerados com a cobrança registrada obrigatória. “É importante procurar a Febraban e sensibilizar os bancos para o problema”, completa o empresário.

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Desoneração: empresas de TI podem fechar 150 mil postos de trabalho com imposto maior sobre folha de pagamento

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O Senado deve votar, a partir de agosto, o Projeto de Lei 57/2015, já aprovado na Câmara dos Deputados, que altera a política de desoneração da folha de pagamento com aumento da alíquota sobre o faturamento de empresas de vários setores da economia.

As empresas de Tecnologia da Informação passariam a recolher 4,5% por cento sobre a folha, mais que o dobro dos atuais 2% em vigor. A medida faz parte do pacote de ajuste fiscal do governo federal para equilibrar as contas públicas, mas pode comprometer milhares de empregos somente no setor de TI.

Luís Mário Luchetta, vice-presidente de Articulação Política da Assespro Nacional, explica que, “quando foi implantada, a desoneração atendeu muito bem o setor, com 2% do faturamento. Agora, está no Senado a discussão para tentar impedir esse aumento para 4,5%. Vários senadores estão se posicionando, propondo emendas que venham eliminar esse risco. Mas o risco não eliminado vai significar,aproximadamente, 150 mil empregos a menos em tecnologia da informação no Brasil”.

Luchetta também aponta para uma contradição: paralelamente a isso, sai uma Medida Provisória com a proposição de redução de carga horária de trabalho e, proporcionalmente, aumento de desembolso do governo, que vai ter que lançar do Fundo de Amparo ao Trabalhador para complementar essa medida com parte dos salários. “Para o setor de TI, é muito claro que, se a gente não tivesse essa mexida na desoneração, a gente não teria problema com emprego. O setor está em desenvolvimento. Foi acertada a medida da desoneração e é tremendamente errada a atitude governamental agora. Não há empresa que suporte mais do que o dobro da carga tributária na folha de pagamento sem demissões”, alerta.

As regionais da Assespro também se mobilizam para defender os interesses das empresas e dos empregados do setor de TI.

No Paraná, o presidente Sandro Molés da Silva informa que já foi iniciado um levantamento para saber quem estava usando o benefício da desoneração no regime anterior para verificar o impacto que vai existir. “Tudo isso é para sensibilizar o governo e os parlamentares sobre o número de empresas e empregos que vão ser afetados com uma alíquota maior. Todas as regionais da Assespro devem fazer esse levantamento para consolidar, ainda em agosto, em um encontro nacional em Porto Alegre,uma posição nacional do setor sobre essa questão”, explica.

Sandro Molés da Silva também adianta que já se percebe um prejuízo para as empresas, principalmente, para as menores, que terão problemas financeiros porque não estão preparadas para esse aumento de carga tributária.

Luís Mário Luchetta ainda afirma que o governo sempre olhou pouco para as empresas de software. E quando acertou com uma medida que beneficiou o setor, agora vem retirando benefícios e inviabilizando tudo isso. Para Luís Mário, o Senado tem a oportunidade de salvar a situação . “O senado já alertou: deixa como está e não precisa fazer novas medidas”, conclui o dirigente da Assespro Nacional

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Café Tecnológico do Sebrae renova APL de Software de Curitiba

Veja como uma iniciativa do Sebrae, no Paraná, aumenta o nível de conhecimento de empresários do setor de Tecnologia da Informação e aumenta o número de interessados pelo programa de TI voltado para empresas de Curitiba e Região Metropolitana. Acompanhe na reportagem do programa de tv Valor Agregado.

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