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10 anos após o lançamento do iPhone, a Axway realiza uma pesquisa para saber a opinião dos consumidores de smartphone

Em decorrência do 10° aniversário do lançamento do iPhone, a Axway (Euronext: AXW.PA), uma catalisadora para a transformação, anuncia hoje o resultado de uma pesquisa que examina o papel dos smartphones na vida dos consumidores, com serviços e experiências aprimoradas, e como esses gostariam que o aparelho evoluísse futuramente. A pesquisa, realizada com 1.200 usuários nos EUA, revela que os consumidores privilegiam a segurança dos dados e a privacidade em vez de novos aplicativos e recursos de última moda; preferem apps móveis a novos serviços ativados por voz, como a Siri® e o Alexa®; querem enviar mensagens em vez de falar; e acreditam que bateria com vida útil estendida é a chave para aprimorar a experiência do usuário.

Segurança e privacidade no topo da lista de desejos

Ao passo que os novos smartphones lançados focam novos recursos e capacidades mirabolantes, a pesquisa indica que a segurança dos dados e a privacidade estão no topo da lista de desejos dos consumidores para atualizações futuras.

· Entre os donos de smartphones, 69% disseram que gostariam que o desenvolvimento se concentrasse na segurança dos dados e na privacidade em vez de novos aplicativos e recursos de última moda.

Os apps ainda deixam os consumidores satisfeitos

Enquanto o setor de telecomunicações mira cada vez mais os serviços ativados por voz, como chatbots, os respondentes disseram que não querem abrir mão dos seus apps móveis e atualmente não veem serviços ativados por voz como uma prioridade na experiência móvel.

· 62% disseram que não abririam mão de todos os seus aplicativos móveis por um serviço ativado por voz, como a Siri, que funcionasse perfeitamente sempre;

· Apenas 5% dos consumidores citaram os novos recursos de voz em sua lista de desejos para melhorar a experiência do usuário.

Importante ressaltar: as mensagens superam as ligações

Durante os últimos 10 anos, o smartphone passou a reunir sozinho múltiplos dispositivos, de leitores de música a videogames e mapas, reorientando a definição de um telefone. A fim de observar como isso impactou o modo de usar dispositivos móveis, a pesquisa pediu que os consumidores listassem as 5 formas mais frequentes de uso do seu smartphone. No topo da lista estão as mensagens.

· 70% citaram as mensagens como uso principal;

· 62% citaram as ligações;

· E-mails (54%), redes sociais (51%) e câmera (37%) também apareceram no top 5;

· Outros usos comuns incluem jogos (30%), música (28%), obter direções/mapas (24%), consultar horas (23%), fazer compras (23%), consultar a previsão do tempo (22%) e operações bancárias (21%);

· Serviços emergentes, como chat por vídeo (8%) e TV móvel (11%), foram pouco mencionados.

A bateria como chave de experiência móvel futura

O uso de smartphones evolui permanentemente, conforme surgem novas tecnologias como realidade virtual e aumentada, que possibilitam mais imersão. A fim de determinar o que, segundo os consumidores, poderia fazer a maior diferença para a experiência móvel, a pesquisa perguntou o que estaria no topo da lista de desejos para melhorar essa experiência no futuro.

· A bateria foi de longe a prioridade para os consumidores, com quase metade (48%) a citando como número 1 na lista de desejos;

· O carregamento sem fio (15%), a maior durabilidade (10%) e uma conectividade otimizada com outros dispositivos (8%) também apareceram entre os critérios mais importantes para o futuro;

· Tecnologias mais futuristas, como tela em 3D (4%) ou realidade virtual (4%), não foram vistas como significativas entre eles.

O que o meu smartphone irá substituir?

Smartphones têm representado uma ampla fatia de mercado nas empresas que vendem dispositivos, de câmeras a leitores de música móveis e sistemas de GPS. Quando perguntados sobre o que os smartphones substituiriam nos próximos dois anos, os cartões de débito estão em primeiro lugar.

· 37% acham que o smartphone irá substituir os cartões de débito;

· 28% acham que o smartphone irá substituir os tablets;

· 27% acham que o smartphone irá substituir os laptops;

· 21% acham que o smartphone irá substituir as chaves de carro.

Não tirem meu smartphone de perto!

É senso comum que os smartphones desempenham agora um papel central no nosso dia a dia, e a maioria das pessoas não consegue imaginar como a vida seria sem esse aparelho. Quando perguntados sobre do que poderiam abrir mão por uma semana – se do smartphone ou outros objetos essenciais – os consumidores ficariam felizes em se sacrificar para não se separarem do telefone.

· 47% dos participantes da pesquisa abririam mão de bebidas alcoólicas;

· Cerca de um terço abriria mão do açúcar (35%), de café (33%), de exercícios (31%) e de assistir à TV (31%);

· 24% dos participantes abririam mão de sexo;

· 10% abririam mão de falar com familiares/amigos em troca de uma semana com seu smartphone.

“As pessoas costumam falar sobre transformação digital, mas no caso do iPhone as perspectivas foram realmente mudadas, não somente redefinindo a função do telefone móvel, mas também a forma como todos nós usamos serviços digitais nos dias de hoje, com a economia da experiência desfocando nossas vidas pessoais e profissionais”, explica Jean-Marc Lazzari, CEO da Axway. “A fim de marcar o décimo aniversário de tal avanço tecnológico, decidimos observar o papel que os smartphones desempenham agora em nossa vida diária, com aplicativos e APIs criando experiências imersivas e aumentando os serviços de conveniência. Nós vemos essa tendência como uma evolução e crescimento inerentes da rede de experiência do cliente, em que o smartphone será a chave principal. O resultado da pesquisa fornece algumas ideias interessantes – e outras surpreendentes – uma vez que as marcas têm procurado otimizar a experiência móvel”.

Marcelo Ramos, vice-presidente sênior e gerente geral para América Latina da Axway comenta que no Brasil o cenário não é diferente. “Temos hoje no país mais de 198 milhões de smartphones em circulação, segundo a Fundação Getúlio Vargas. Os usuários estão cada vez mais exigentes quanto aos serviços disponíveis no ambiente mobile. Como apontou o estudo, questões como segurança, privacidade, agilidade e autonomia devem fazer parte da experiência do cliente e, para tanto, as empresas devem estar atentas ao novo perfil de consumidor e oferecer soluções personalizadas que estejam integradas a outros canais, dentro do que chamamos jornada do cliente”, finaliza.

Sobre a pesquisa

A pesquisa, com o título “O papel dos smartphones em nossas vidas hoje”, estuda a importância atual dos smartphones em nossas vidas e como os consumidores gostariam que o aparelho evoluísse no futuro. Realizada pela empresa de pesquisas internacional Research+Data Insights (RDI), foi preenchida on-line e contou com a participação de 1.200 usuários de smartphones nos Estados Unidos, sejam dispositivos Apple, Android ou Windows. Homens e mulheres entre 18 e 60 anos responderam à pesquisa.

Infográfico: veja o resultado completo aqui

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Cibercrime como serviço chega aos dispositivos MAC

Por Aamir Lakhani, estrategista sênior de Segurança da Fortinet

Existe uma crença geral, mesmo entre os profissionais de segurança, de que os equipamentos Mac, da Apple, são imunes a ataques. Embora exista uma certa verdade por trás dessa crença, já é hora de levar mais a sério esse vetor de ataque em particular.

Parte do motivo pelo qual as pessoas são muito complacentes quanto à segurança dos equipamentos Mac é que os dispositivos foram desenvolvidos sobre uma base Unix de alta proteção, que inclui uma série de ferramentas de segurança integradas. Como resultado, os usuários de equipamentos Mac não operam em nível de administrador ou de “root” como acontece com a maioria dos usuários do Windows. Qualquer coisa que afete a estabilidade do sistema ou, por exemplo, tente instalar novos serviços, geralmente requer uma autenticação adicional, sendo assim mais difícil instalar um malware no sistema Mac. Para muitos cibercriminosos, não vale apena investir muito tempo e esforço no desenvolvimento de ferramentas para hackear estes dispositivos.

Mas isso está começando a mudar

Não só os Macs estão aumentando cada vez mais sua participação no mercado em geral, como também aumenta sua popularidade em um grupo de usuários que são muito atraentes para os cibercriminosos. Por exemplo, em muitas organizações, os diretores e as equipes de marketing estão mais propensos a usar Macs. Esses indivíduos não só usam e compartilham informações valiosas, como também muitas vezes não se preocupam com os aspectos técnicos, isto é, são menos propensos a fazer backup de suas informações, criptografar dados armazenados ou seguir outras práticas de segurança.

Novas oportunidades de ataque e vetores de ameaças também tornam os equipamentos Mac um alvo mais fácil e atraente. Por exemplo, estamos começando a ver o desenvolvimento de ferramentas para hackers que visam software compatível com múltiplas plataformas. Desta forma, embora seja necessário muito trabalho para atingir o sistema operacional dos Macs, os criminosos podem criar ataques usando, por exemplo, o Python, que é executado em várias plataformas, e que é fornecido como programa padrão em todos os Macs. E o vírus ransomware pode nem precisar de privilégios especiais para operar em um sistema Mac. Basta mirar os arquivos pessoais armazenados no diretório pessoal do usuário.

Mesmo se houver uma oportunidade de obter quantidades significativa de lucro com um ataque de ransomware visando dispositivos Mac, seria muito esforço para pouco retorno. Quanto um proprietário de Mac está disposto a pagar para que seus arquivos sejam descriptografados? 50 dólares? 500 dólares? 5000 dólares?

Porém, e se você pudesse fazer isso em grande escala? Afinal de contas, estamos vendo o aumento do cibercrime como serviço. Em vez de mirar dispositivos ou sistemas de menor valor, um de cada vez, os cibercriminosos começaram a criar “franquias” de malware, permitindo que criminosos novatos se inscrevam para disseminar a tecnologia pré-desenvolvida para atingir as vítimas em troca de participação nos lucros no final. Assim, enquanto o resgate de um dispositivo pode não ser de muito valor financeiro para os cibercriminosos profissionais, ter centenas de franqueados que visam atacar milhares de dispositivos todos os dias certamente é um bom negócio.

Infelizmente, não estamos falando de uma possível ameaça futura. Nossa equipe FortiGuard Labs acabou de relatar uma nova variante de ransomware que ataca dispositivos Mac. Isso significa que é hora de falar seriamente sobre a proteção desses equipamentos.

O que você deve fazer?

Felizmente, existem várias medidas que os usuários de equipamentos podem adotar para protegerem a si mesmos e seus dados.

1. Instale correções (patches) e atualizações. A grande maioria dos ataques bem-sucedidos exploram vulnerabilidades que existem há meses ou anos, e para quais foram disponibilizadas correções há algum tempo. A Apple fornece regularmente atualizações de segurança que os usuários precisam instalar. Não se esqueça de dedicar um tempo para isso.

2.Faça backup dos seus dados armazenados no dispositivo. O serviço Time Machine da Apple cria automaticamente backups completos do sistema; isso quer dizer que, se o seu sistema for usado para exigir resgate, você pode simplesmente formatar o seu dispositivo e executar uma restauração completa do sistema a partir do backup. Mas isso é apenas o começo. Se você regularmente usa ou armazena informações importantes no seu Mac, aqui estão algumas outras recomendações que você deve considerar:

a) Faça backups redundantes. Os sistemas de backup do serviço Time Machine da Apple são muitas vezes conectados persistentemente ao equipamento onde está sendo realizado o backup. Uma boa prática é manter um backup separado armazenado off-line, para que não seja comprometido no caso de ataque.

b) Verifique se os backups apresentam alguma vulnerabilidade. A restauração de um dispositivo com backup infectado anula todo o trabalho de backup dos arquivos. Faça uma inspeção nos backups para garantir que estão sem vírus.

3. Codifique os dados armazenados em seu equipamento. Embora isso possa não ser eficaz contra muitas variantes de ransomware, ainda assim é uma boa prática, pois pode proteger a sua organização caso seu dispositivo se infecte com malware desenvolvido para roubar arquivos e dados.

4.Instale atualizações de endpoint security client. Isso pode parecer um conselho simples, mas é realmente mais complicado do que parece. Existem vários aplicativos que prometem otimizar, limpar e proteger seu sistema Mac e a maioria deles deve ser evitada. É preciso pesquisar. Vários fornecedores de soluções de segurança desenvolvem ferramentas que não só protegem o seu dispositivo, como também vinculam essa segurança à sua estratégia de segurança de rede, permitindo que você use e compartilhe a inteligência de ameaças para proteger melhor seu equipamento e seus dados.

5.Instale soluções de segurança que protejam de outros vetores de ameaças. O e-mail ainda é a principal fonte de malware e infecção; então, certifique-se de que sua organização adotou uma solução adequada de segurança de e-mail. O mesmo se aplica a ferramentas de segurança na web, controles de acesso com fio e sem fio, segurança do ambiente na nuvem e estratégias de segmentação de redes, que permitem detectar, isolar e responder a ameaças encontradas em qualquer lugar do seu ambiente distribuído.

Quando se trata de segurança, a única certeza é que há muitas mudanças acontecendo, considerando a forma como as redes evoluem ou como essas mudanças estão criando novas oportunidades para os criminosos. Com isso, é de vital importância que o enfoque em segurança venha de uma perspectiva holística. Isso inclui certificar-se de que você está protegendo todos os dispositivos de todos os vetores de ameaças, incluindo os equipamentos Mac, que você achava que estavam protegidos.

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iPhone 7 pode custar até 12% mais barato na pré-venda

Comprar o novo iPhone 7 durante a pré-venda pode ser um bom negócio para os consumidores. O preço oficial de lançamento do novo smartphone da Apple varia de R$ 3.499,00, para o modelo com 32 GB, até R$ 4.899,00, preço do iPhone 7 plus de 256 GB. Mas, apesar do valor fixado na tabela de lançamento, é possível conseguir economizar até 12% na compra antecipada do aparelho.

Para ajudar os “applemaniacos” a economizar na hora da compra, o Cuponomia, site de cupons de descontos online, reuniu as principais ofertas da pré-venda do iPhone 7 com descontos para pagamento à vista. Confira!

Desconto de 12%

A Saraiva oferece desconto de 12% para compras realizadas com o Cartão Saraiva e pagamento à vista. Os usuários do cartão também conseguem parcelar a compra em até 12 vezes, sem juros. Confira aqui

A loja do Walmart também deu início à pré-venda do Iphone 7 e oferece 12% de desconto para pagamento à vista no boleto. O modelo de 32 GB sai a partir de 3.079,12 no site da oferta. Há poucos modelos disponíveis para a pré-venda no site.

Desconto de 10%

No Submarino é possível adquirir o iPhone 7 com 10% de desconto no pagamento à vista, no boleto ou cartão. O modelo com 32 GB de R$ 3.499,00 sai por R$ R$ 3.149,10. Confira aqui.

O Pontofrio oferece frete grátis para a entrega do iPhone 7 nas principais capitais brasileiras e 10% de desconto para pagamento à vista de qualquer modelo do site. Confira aqui.

A Fast Shop também oferece um desconto especial para pagamento à vista do aparelho no Fast Club Cuponomia. O modelo com 32 GB de R$ 3.499,00 (preço de tabela) cai para R$ 3.111,99.

A pré-venda do iPhone 7 vai até o dia 11 de novembro, data do lançamento oficial do smartphone da Apple no Brasil.

*Os produtos estão sujeitos à disponibilidade do estoque nas lojas e os preços podem ser alterados sem o aviso prévio dos anunciantes.

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Cinco anos sem Steve Jobs

unnamed No dia 5 de outubro de 2011, o mundo perdeu o empresário e criador da Apple, Steve Jobs, aos 56 anos. Dono da maior empresa de capital aberto e do estúdio de animação Pixar, Jobs foi um dos grandes defensores da popularização da tecnologia ao lutar para que computadores e gadgets fossem fáceis de serem manuseados por qualquer pessoa. Para relembrar os principais feitos do executivo, a Richmond – selo editorial de idiomas do Grupo Santillana – sugere a leitura de Steve Jobs and the story of Apple, biografia em inglês, escrita por Fiona Beddall.

Na obra, voltada a estudantes de nível intermediário no idioma, os leitores tem a oportunidade de conhecer de perto a trajetória de Jobs como um bem sucedido empreendedor até a sua luta contra o câncer. Além de terem conhecimento do processo de criação e desenvolvimento da Apple e também de particularidades de Jobs que gostava de saber e dar palpite em tudo que estava relacionado aos seus produtos inovadores e de belos designs.

O título faz parte da coleção Media Readers da Richmond, que conta com mais de 30 obras baseadas em livros, celebridades e seriados. Acompanham CDs de áudio com a narração do texto, além de serem recheados de imagens e trazerem exercícios de compreensão que podem ser utilizados como leituras complementares para os estudos da língua inglesa.

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join.me lança reuniões com vídeo no Brasil para dispositivos iOS

O join.me, umas das plataformas de reuniões online que mais cresce no mundo, recebe uma nova atualização para os dispositivos com sistema operacional iOS, desta vez incluindo a opção de vídeo que antes funcionava apenas para computadores. A partir de agora, qualquer usuário de iPhone, iPad ou iPad Pro poderá realizar reuniões com vídeo instantaneamente, com simplicidade de conexão e sem custo.

O novo recurso de vídeo para dispositivos móveis funciona da mesma forma que as conferências colaborativas conduzidas por um computador: os usuários que estão conectados por vídeo ficam em bolhas espalhadas pela tela e, quem assiste a conferência, pode movimentá-los, aumenta-los e até encostá-los em um canto para maximizar o espaço da área de trabalho. Os balões de vídeo também incluem controles que permitem ao usuário silenciá-los, iniciar um bate-papo particular e muito mais. Os responsáveis pela condução das reuniões podem repassar a função de apresentação para outra pessoa ou, quando necessário, expulsar qualquer participante.
“Estas novas funcionalidades trazem os benefícios e facilidades de uma conferência em vídeo individual para reuniões com várias pessoas, usando o formato para todos os participantes. Cada vez mais profissionais usam os dispositivos móveis para conduzir encontros de negócios com suas equipes, portanto atualizamos o join.me para atender uma demanda do mercado”, segundo Gustavo Boyde, gerente de marketing da LogMeIn para América Latina.

A versão gratuita do join.me, disponível para os usuários brasileiros em Português, permite reunir até cinco participantes em uma chamadas em vídeo, além de conexão de voz gratuitas por VoIP. Já as versões PRO e Business, com planos pagos, contam com 10 conexões em vídeo por reunião e outros recursos, como chamada de áudio ilimitada com linhas de conferências nacionais e internacionais. Com esta atualização para iOS, os usuários podem compartilhar conteúdo e trabalhar em conjunto via áudio e vídeo de qualquer lugar.

“O join.me permite que os usuários compartilhem a tela do celular, escrevam juntos sobre a tela, participem por áudio e agora também vídeo. É tudo que eles precisam para trabalhar de forma eficiente, descomplicada e cada vez mais colaborativa”, sinaliza Boyde.

join.me e Apple

A mobilidade faz com que as pessoas se reúnam e participem de reuniões cada vez mais colaborativas, sempre de forma remota. Por isso, o join.me procura melhorar a experiência dos usuários a cada nova atualização. A funcionalidade de vídeos nos dispositivos iOS faz parte de uma série de novidades da plataforma, incluindo compatibilidade com iOS 9 e com novos dispositivos como iPad Pro, Apple Pencil e Apple Watch. Além disso, desde o trimestre passado, o join.me é parceiro de mobilidade da Apple.

Preço e disponibilidade

Disponível na App Store, o novo recurso de vídeo do join.me já está disponível para os atuais e novos usuários. O aplicativo é gratuito e a funcionalidade funciona nos seguintes dispositivos (ou versões posteriores): iPhone 5S, iPad mini 2, iPod Air ou sexta geração do iPad touch.O join.me funcionará sem a funcionalidade de videoconferência em versões anteriores dos demais dispositivos, entre eles iPhone 4, iPad mini, iPad 2, 3 e 4.

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SAP e Apple se aliam para revolucionar o ambiente de trabalho móvel

A SAP e a Apple anunciam uma parceria para revolucionar o trabalho móvel de clientes corporativos de todos os portes. A novidade combina poderosas aplicações nativas para iPhone® e iPad® com os recursos de última geração da plataforma de processamento de dados em tempo real SAP HANA. O esforço conjunto também vai oferecer um novo kit de desenvolvimento de software (SDK) para iOS e uma academia de treinamento para que desenvolvedores, parceiros e clientes possam criar facilmente apps iOS sob medida para suas demandas de negócio.

“Essa parceria vai transformar o modo como iPhone e iPad são usados nas empresas, reunindo a inovação e a segurança do iOS com a grande experiência da SAP em software para o mundo dos negócios”, afirma Tim Cook, CEO da Apple. “Como líder em software empresarial e com 76% das transações de negócios passando por seus sistemas, a SAP é o parceiro ideal para nos ajudar a transformar verdadeiramente a maneira como empresas ao redor do mundo usam iPhone e iPad. Por meio do novo SDK, vamos brindar a SAP com mais de 2,5 milhões de desenvolvedores para criar aplicações nativas poderosas que vão explorar totalmente a SAP HANA Cloud Platform e os incríveis recursos que somente os dispositivos iOS podem oferecer.”

“Estamos orgulhosos por poder levar essa parceria especial entre Apple e SAP para um novo patamar de inovação”, diz Bill McDermott, CEO da SAP. “Ao dar às pessoas uma experiência de negócios ágil e intuitiva, podemos capacitá-las para saber e fazer mais. Combinando os poderosos recursos da SAP HANA Cloud Platform e SAP S/4HANA com o iOS, a mais segura plataforma móvel para empresas, vamos ajudar a apresentar dados em tempo real, onde e quando as pessoas escolham trabalhar. Apple e SAP compartilham do compromisso de moldar o futuro, ajudando o mundo a funcionar melhor e elevando a qualidade de vida das pessoas.”

Como parte da parceria, a SAP vai desenvolver aplicações iOS nativas para operações críticas de negócios. Essas apps para iPhone e iPad serão desenvolvidas com Swift, a moderna, interativa e segura linguagem de programação da Apple, e vão oferecer uma experiência familiar para os usuários com base na linguagem de design SAP Fiori para iOS. Profissionais em várias indústrias poderão acessar dados e processos de negócios críticos que necessitam para tomar decisões e agir corretamente a partir de seus iPhones ou iPads e usando aplicações desenvolvidas para, por exemplo, permitir que um profissional de manutenção em campo encomende peças ou agende serviços, ou que um médico compartilhe os dados mais recentes de seus pacientes com outros profissionais de saúde.

As empresas planejam oferecer um novo SDK SAP HANA Cloud Platform exclusivamente para iOS que vai garantir a empresas, designers e desenvolvedores as ferramentas necessárias para criar suas próprias apps iOS para iPhone e iPad de forma rápida e eficiente, com base na SAP HANA Cloud Platform, a plataforma aberta como serviço da SAP. Essas aplicações nativas darão acesso aos principais dados e processos de negócio instalados sobre SAP S/4HANA e vão explorar ao máximo as funcionalidades do iPhone e iPad, tais como Touch ID®, serviços de localização e notificações.

Uma nova linguagem de design para iOS vai elevar a premiada experiência para usuários SAP Fiori a um novo patamar, combinando-a com a experiência para consumidores iOS de forma a atender às necessidades dos usuários corporativos e permitir aos desenvolvedores criar a próxima geração de aplicativos. Para ajudar a comunidade global de desenvolvedores da SAP com mais de 2,5 milhões de membros a explorar ao máximo o novo SDK e os inovadores hardware e software da Apple, uma nova Academia SAP para iOS oferecerá ferramentas e treinamento. Os novos SDK, linguagem de design e academia estarão disponíveis antes do final do ano.

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Sage firma parceria global com a Apple e oferece solução em tempo real para PMEs

A Sage, multinacional líder de mercado para sistemas de pagamento, contabilidade e folha de pagamento, acaba de firmar parceria global com a Apple. A partir de agora, empreendedores poderão utilizar uma série de soluções de mobilidade da Sage diretamente em seus dispositivos móveis, como iPad, iPhone e Apple Watch, para aprimorarem a gestão dos negócios. O primeiro produto disponível no sistema iOS (para América do Norte e Reino Unido) é o Sage Live, que chega ao Brasil nos próximos meses.

A interface da Apple se destaca pela simplicidade, potência e design, enquanto a Sage tem sua marca reconhecida pela expertise em contabilidade e tecnologia inteligente para pequenas e médias empresas (PMEs). O recém-lançado Sage Live para iOS vai promover avanços na gestão dos negócios em tempo real e aprimorar a eficiência de toda a cadeia de abastecimento. Disponibilizado para venda na Apple Store, o Sage Live vai proporcionar aos empresários todos os benefícios da tecnologia móvel.

“Mobilidade e tecnologia em nuvem estão revolucionando a forma como os empreendedores trabalham, permitindo a tomada de decisões em tempo real, reduzindo custos e democratizando o acesso a ferramentas de gestão de negócios. O iOS é a plataforma móvel líder entre os empresários, por isso, o Sage Live passa a ser disponibilizado nesse sistema, como uma solução simplificada para serviços de contabilidade e pagamentos em PMEs”, afirma Alan Laing, vice-presidente global de Parcerias e Alianças Estratégicas da Sage.

“Vemos o futuro nas plataformas móveis, por isso estamos muito animados nesta parceria com a Apple, que vai ajudar a levar nossas soluções de contabilidade a um número cada vez maior de empreendedores, auxiliando no crescimento, sucesso e competitividade de seus negócios. Em um período marcado por rápidas mudanças e inovações digitais, nosso objetivo é fornecer tecnologias inteligentes para reinventar e simplificar a contabilidade das empresas”, finaliza Laing.

Milhares de PMEs utilizam atualmente dispositivos móveis na administração de seus negócios. Agora, por meio do Sage Live, os empresários poderão ter acesso em tempo real às suas informações contábeis nos sistemas da Sage, além de dados de clientes disponíveis no Salesforce.

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Apple encerra 2015 como marca líder de smartphones nos Estados Unidos e na China

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Os últimos dados de vendas de smartphone da Kantar Worldpanel ComTech para o último trimestre de 2015, encerrado em dezembro, mostra um crescimento constante do Android nos Estados Unidos e nos EU5 (grupo dos cinco maiores mercados da Europa, que inclui Reino Unido, Alemanha, França, Itália e Espanha), onde o Android alcançou 59% e 71% respectivamente.

“Agora mais do que nunca é interessante destacar a diferença do desempenho do iOS em comparação com a Apple. Como uma fornecedora, a Apple foi capaz de voltar ao topo das listas classificativas nos EUA e na China, enquanto o iOS tem lutado para voltar à cota de mercado vista em 2014 ao lado de uma série de mercados, especialmente nos EUA”, relatou Carolina Milanesi, chefe de pesquisa na Kantar Worldpanel ComTech. “A lealdade a Apple nos Estados Unidos está em seu nível mais alto desde 2012, reforçando o fato que a retenção de clientes não é um problema. No entanto, a aquisição de Android caiu de 13% no último trimestre de 2014 para 11% no mesmo período de 2015, e os que compraram um smartphone da Apple pela primeira vez contribuíram para que os números de vendas globais fossem de 20% para 11% no mesmo período”.

“Na China urbana, a Apple recuperou seu título de marca de smartphone mais vendida com uma cota de 27% e teve os três principais modelos no topo do mercado”, comentou Tamsin Timpson, diretor de visão estratégica da Kantar Worldpanel ComTech Asia. “Huawei se manteve como o mais vendido dentro do ecossistema Android, fisgando 34% das vendas. Xiaomi está agora distante no segundo lugar no ranking, com 10 pontos percentuais abaixo de Huawei.”

“O mercado norte-americano continua sendo bastante competitivo, pois a penetração de smartphones alcançou 65% entre os usuários de telefonia móvel e 84% entre as vendas globais de telefones móveis”, observou Milanesi. “O conjunto de novos compradores disponíveis está encolhendo e a ampla gama de preços do Android ajuda a arrebatar consumidores tardios que procuram seu primeiro smartphone. Durante o trimestre, 31% dos usuários de Android migraram para smartphones, ligeiramente inferiores em relação os 34% registrados no mesmo período de 2014. Esta tendência está impactando tanto o ecossistema Android quanto marcas que oferecem preços mais competitivos, como a Huawei, LG, ZTE e Alcatel, gerando um crescimento na participação do mercado, em detrimento de marcas como Samsung e HTC”.

“Entre os cinco maiores mercados da Europa, a cota de iOS cresceu consideravelmente trimestre após trimestre, mas as vendas não foram suficientes para mostrar o crescimento ano a ano”, disse Dominic Sunnebo, diretor de negócios da Kantar Worldpanel ComTech Europa. “Mais uma vez, a participação do Android foi impulsionada por um ótimo desempenho nos mercados mais conscientes de preço da Espanha e da Itália. O Android registrou também um crescimento ano após ano no Reino Unido pela primeira vez ao longo de 2015, como também aconteceu com Samsung, LG e Huawei”

“Enquanto o entusiasmo pela aquisição de smartphones continua a minguar e os mercados maduros se aproximam da saturação, os fornecedores estão buscando outras formas de impulsionar o crescimento e os lucros”, disse Milanesi. “No entanto, os smartphones não vão desaparecer tão cedo e terão um papel importante no que está por vir, desde VR, wearables até o lar conectado. Fornecedores que querem permanecer nesse negócio precisam continuar desenvolvendo e oferecendo mais serviços atraentes e recursos que promovam engajamento ou terão que encarar o risco de se tornarem irrelevantes no amplo ecossistema que os smartphones estão criando.”

Para ver o resumo dos dados em uma versão HTML e um arquivo PDF opcional, por favor, visite: www.kantarworldpanel.com/global/News/Apple-Ends-2015-as-Leading-Smartphone-Brand-in-U.S.-&-China

Sobre dados de participação do mercado de smartphone OS da Kantar Worldpanel ComTech

Os dados de participação do mercado de smartphone OS da Kantar Worldpanel ComTech fornecem aos meios de comunicação e às empresas acesso aos dados mais atualizados sobre as vendas e a participação dos sistema de operação em smartphones. Essas informações são baseadas em pesquisas extraídas dos painéis de consumo globais da Kantar Worldpanel ComTech. ComTech é o maior painel de pesquisa e rastreamento sobre dados de consumo de telefonia móvel do mundo, conduzindo mais de um milhão de entrevistas por ano apenas na Europa. ComTech rastreia o comportamento em relação à telefonia móvel – incluindo compra do telefone, contas em relação ao tempo de conexão (airtime), fonte de aquisição e utilização. Ele também oferece dados adicionais para promover uma compreensão do que impulsionou as mudanças no mercado e as dinâmicas da percepção dos consumidores. Todos os dados de consumo neste release excluem as vendas da empresa.

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Apple x Samsung: quem registrou primeiro?

por Mônica Santos*

Recentemente foi concedida para a Apple uma nova patente pelo escritório responsável nos Estados Unidos sobre uma tecnologia para um display flexível que abraça as laterais do smartphone. Uma inovação e tanto.

A patente causou um alvoroço porque em muito se assemelha ao modelo visto no Galaxy S6 Edge, da Samsung, principal concorrente da “maçã”. A diferença é que esta funcionalidade nas laterais do aparelho da Apple seria usada principalmente para substituir botões, como o de volume.

Enquanto isso, a Samsung já pensa em um celular totalmente flexível, incluindo a tela e toda a carcaça. É o que revela um documento de outro escritório de patentes dos Estados Unidos. O documento traz imagens e uma descrição do que o aparelho poderia fazer, com tela e armação capazes de se flexionar. Mas por que será que essas empresas registram tantas patentes?

Quando alguém inventa um produto, não importa sua finalidade, ele precisa ser registrado. Isso evita que a invenção seja plagiada ou copiada. Imagina só, depois de muita pesquisa e trabalho você criar um novo modelo de fone de ouvido que tem um design inovador e não agride a audição. Uma invenção que poderia lhe transformar no novo Tim Cook, o CEO da Apple. Mas, caso você não registre a ideia e seu concorrente o faça, você não terá direito nenhum sobre aquela descoberta.

Uma patente é algo bem específico. Vamos voltar ao exemplo da Apple e da Samsung. Embora os modelos de celulares sejam bem parecidos, o patenteado pela Apple tem as laterais completamente tomadas pelo display flexível – enquanto a borda do modelo da concorrente tem outra funcionalidade para o aparelho. Isso explica a autorização concedida para as duas gigantes da tecnologia. Não há possibilidade de haver cópia de patentes. O objetivo da patente é exatamente proibir a duplicidade.

O debate sobre quem copiou quem deve ficar apenas entre os “fanboys” da Apple ou Samsung. Para a justiça, o que realmente importa é quem registrou primeiro. E quem sai ganhando somos nós, consumidores, que temos a cada dia um modelo novo de celular no mercado.

Mônica Santos é sócia-fundadora da AMB – Associação de Marcas no Brasil.

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As tecnologias que podem substituir as senhas

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Qual é a senha mais segura para acessar seus aparelhos e serviços na internet? A resposta é difícil de ser respondida. Atualmente, há o consenso de que as senhas com caracteres diferentes, e com letras maiúsculas e minúsculas são a melhor forma de manter a privacidade a salvo. Há, porém, novas formas de acesso surgindo: a biometria, o reconhecimento fácil e até dos olhos. Todas elas, porém, têm sua eficácia contestada.

A Microsoft, por exemplo, acredita que a biometria é o futuro. Com o uso de senhas cada vez mais discutido, a empresa está se mexendo para ir além no Windows 10. A sua principal aposta é se juntar à aliança FIDO (Fast Identity Online) e adicionar suporte para a tecnologia de biometria no seu novo sistema, com lançamento previsto ainda para 2015.

De acordo com a companhia, “fazer a transição de senhas para uma forma de identidade mais forte é um dos maiores desafios enfrentados na computação online, e acreditamos que a autenticação FIDO, que é objeto de muita discussão, seja o caminho para o sucesso”.
Com o Windows 10, os aparelhos da Microsoft e serviços parceiros de Saas (software as a service) suportados pela autenticação Azure Active Directory podem ser acessados por meio de uma solução de autenticação de dois fatores de nível corporativo. Isto é, sem uma senha.

A aliança FIDO lançou a versão 1.0 e final das especificações de seus dois padrões: o biométrico e outro relacionado à autenticação em dois fatores, em janeiro deste ano, com apoio do Google, do Paypal, da Samsung e de outros gigantes da tecnologia. A elaboração da versão 2.0, por sua vez, ainda está em fase inicial, mas a Microsoft já deu a entender que as formas como implementará biometria em seu sistema terão certa influência nos projetos.

Biometria sofre muitas críticas
As fabricantes de smartphones Apple, Samsung e HTC já lançaram produtos que reconhecem os donos pela ponta dos dedos. E, diante da grande frequência com que escândalos sobre invasões de contas e roubos de identidades se repetem, as empresas extrapolam e pesquisam características supostamente únicas do nosso corpo como “arma” para proteger conteúdos digitais.

Mas, apesar de muitos apostarem na eficácia da biometria, outros tantos são críticos ferrenhos do sistema. Segundo especialistas, a biometria esbarra num problema semelhante ao das tradicionais senhas, mas com um agravante. Ambos os sistemas guardam as informações dos usuários em servidores. Quando estes são invadidos ou comprometidos, você possui a opção de mudar sua senha e voltar a acessar o serviço. O que não é possível com a biometria, já que você não pode mudar suas impressões digitais.
Outro problema da biometria seria a invasão de privacidade. Por exemplo, ao deixar sua impressão digital num banco, numa loja ou qualquer outro estabelecimento, você também está deixando toda a sua história. E ainda pior: a impressão digital pode ser coletada para tentativas de invasões e fraudes nas suas contas.

Seja como for, a biometria, se vingar, vai precisar vencer a desconfiança de muita gente, e fornecer soluções para os problemas apresentados por especialistas.

Outras tendências de acessos, também contestadas
Em pré-venda nos EUA, a pulseira Nymi é capaz de transformar batimentos cardíacos em senhas. Ela promete tornar o processo de autenticação digital mais seguro e prático. Contudo, cardiologistas questionam sua eficácia.

Desenvolvido pela companhia Bionym e previsto para chegar ao mercado ainda este ano, por um preço inicial de US$ 79, o acessório mede o eletrocardiograma (ECG) do usuário e o utiliza como login automático em serviços e dispositivos, como e-mail e smartphone. Para isso, utiliza sinal Bluetooth, e, de acordo com o seu site oficial, é capaz de funcionar mesmo que o ritmo cardíaco do usuário esteja alterado por estresse ou medicação, já que analisa o formato da onda do ECG, e não o seu ritmo, apenas uma vez, quando a pulseira é colocada.
Médicos dizem, contudo, que o uso do eletrocardiograma como sistema de identificação é duvidoso, já que existem diferentes padrões. Assim, o ECG não funciona como uma impressão digital.

Reconhecimento facial poderia ser burlado com foto
O Google é uma das empresas que mais batalha para implementar a segurança biométrica em seu sistema operacional Android. A versão Ice Cream Sandwich (4.0) tinha a opção de desbloqueio do aparelho por reconhecimento facial, mas a técnica foi considerada falha, pois especialistas demonstraram que ela poderia ser burlada com o uso de uma fotografia em alta resolução do dono.

Para tentar resolver esse problema, a empresa inseriu na atualização seguinte, a Jelly Bean, a possibilidade de requisitar um piscar de olhos para o desbloqueio.

Reconhecimento de íris pode ser o caminho
Já a Intel apresentou um protótipo de smartphone com tecnologia de segurança inspirada em filmes: o reconhecimento de íris. O aparelho usa a câmera frontal para analisar traços únicos dos olhos. O sistema, apesar de ser apenas um conceito, está pronto para ser incorporado aos produtos no futuro.

Quem está mais perto de lançar um smartphone com reconhecimento de íris é a marca chinesa ViewSonic, que pode comercializar o primeiro aparelho do mundo com essa novidade tecnológica, ainda em 2015.

O scanner de íris, no canto superior do painel do ViewSonic V55, é protegido por um pequeno componente de deslizamento. Assim como as impressões digitais, após a íris ser mapeada no aparelho, a ação poderá ser bloqueada apenas pelo proprietário do dispositivo que passou pelo mapeamento. Com o scanner de íris, é possível permitir que o usuário bloqueie arquivos de vídeos, fotos e outros componentes.

Dessa forma, se o dispositivo foi entregue a alguém que não seja o proprietário do aparelho, esses arquivos são protegidos. Segundo a empresa, com a tecnologia é muito difícil (praticamente impossível) falsificar o padrão da íris de um olho, ao contrário das impressões digitais.

por Ana Clara Nogueira, da  PSafe Tecnologia

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Pesquisa aponta Android como líder no tráfego de publicidade móvel

Somente nos três primeiros meses deste ano, a indústria de publicidade móvel já mostrou sinais de grandes passos no tráfego de informações e nos padrões de monetização. Pela primeira vez, o Android se tornou a maior plataforma mundial dentro do setor, superando o sistema iOS, de acordo com estudo da Opera Mediaworks, chamado de State of Mobile Advertising (em português, ‘O Estado da Publicidade Móvel’).

De acordo com a pesquisa, o sistema operacional do Google investiu e trabalhou para tomar parte do mercado da Apple desde o final do ano passado – mercado em que tradicionalmente perdia para o iOS. Pela primeira vez com o maior tráfego (42,8% contra 38,2% do iOS), o Android está lentamente aumentando a monetização dos anúncios e é responsável por mais de 33% da receita, em comparação aos 26,7% no mesmo período de 2013.

Entre os fabricantes de dispositivos móveis, a Samsung foi a favorita no mercado Android. Ao todo, registrou mais de 60% dos usuários e foi seguida pela LG, Motorola, HTC e ZTE. Paralelamente, os dados levantados pela companhia mostraram que, no 4º trimestre de 2013, a Ásia (22,85%) deu um salto à frente da Europa (13,5%) e ocupou a segunda colocação como maior mercado de publicidade móvel, depois apenas dos Estados Unidos (com 23%).

Já no Reino Unido, o iOS ainda se mostrou líder deste mercado, capturando 55% das impressões de anúncios e um relevante número de 66,9% da receita. Em geral e com base nas solicitações enviadas à plataforma Opera Mediaworks, o dispositivo da Apple é a opção escolhida por 62.3% de usuários únicos, seguido pelo Android (18,6%) e pela BlackBerry (14%). A seguir demais pontos importantes do relatório[1]:

• Usuários de aparelhos móveis dão mais importância aos aplicativos do que a internet nos dispositivos. Os Apps são responsáveis por 72% das impressões nos anúncios, em contraste com o mercado global – já que aplicativos compreendem somente 31% da utilização total.

• Notícias, Informações e Esportes são as categorias mais populares. A audiência global da Opera Mediaworks prefere sites nas categorias: Social, Artes & Entretenimento e Música, Vídeo & Mídia.

• Anúncios “rich media” são os mais eficazes. As taxas de click-through (número de usuários que clicaram em um link específico) em anúncios rich media (que contém imagens ou vídeos e envolvem algum tipo de interação por parte do usuário) são quase o dobro dos banners regulares. Grande parte do sucesso é devido à popularidade das propagandas elaboradas em vídeo, sendo que 1 em cada 7 anúncios móveis – e 1 em cada 3 unidades de rich media – são vídeos. Globalmente, este número representa 1 em 40.

• As propagandas do Play Station 4 da Sony definiram uma barreira livre para chamar mais atenção do consumidor. Os dados mostram que uma vez que o consumidor se envolve com os blocos de anúncios de vídeo e em cada ação adicional – que é necessária para visualizar o anúncio – é diminuída as chances do usuário concluir o processo. Recentemente, a Sony rodou um exemplo de publicidade que direcionava os consumidores ao conteúdo mais atraente da marca.

• Anúncios para jogos e smartphones lideram o espaço publicitário. Os anunciantes para games valorizam as altas taxas de click-through e as campanhas para os dispositivos móveis, que resultam o maior número de impressões.

[1] Dados referentes ao mercado do Reino Unido, que podem ser aplicados em outras regiões do mundo.

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Evento em Curitiba apresenta grandes oportunidades para quem quer trabalhar com aplicativos móveis

Dia 26 de novembro, na Universidade Positivo, você pode conhecer casos de sucesso de startups e empresas maduras que se especializam em aplicativos móveis. Vai saber também quais são as tendências e onde estão as oportunidades do mercado nos próximos anos com palestras de especialistas do setor.

O evento é voltado a empresários de TI e Comunicações, Agências de Publicidade, alunos universitários e associados da Cenetic – Central de Negócios de Tecnologia da Informação e Comunicações de Curitiba, responsável pela organização.

Nos próximos dias, você vai acompanhar notícias sobre o mundo móvel e sobre startups que nascem voltadas para crescer desenvolvendo aplicativos para smartphones, tablets e dispositivos de uso corporativo.

Para mais informações e inscrição:

http://cenetibr.acessotemp.net/eventos/

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