Tag APM

O que você faz quando a aplicação de negócios para?

Por Diogo Tamura

O novo campo de batalha é o mundo digital. A tecnologia presente na vida das pessoas moldou um consumidor exigente e cada vez mais certo sobre o alto nível de serviço que o satisfaz. Pense bem: é o desempenho e capacidade das aplicações que definem o sucesso de uma empresa em um mundo que tenha se tornado digital. Os resultados de negócio têm relação direta com performance e estabilidade dos sistemas. Não há como lutar contra isso. As empresas, mais cedo ou mais tarde, precisarão se adequar a nova realidade. Afinal, o software está revolucionando o mundo, certo?

Caminhamos para um momento em que toda companhia será uma empresa de TI. E, nesse contexto digital, o sucesso e o fracasso de uma organização estão intimamente ligados à experiência que seu time de tecnologia consegue entregar a partir dos sistemas que chegam para os usuários, sejam clientes ou funcionários.

Pense bem (mas responda rápido): Qual é o canal de maior movimentação de um banco? Das duas uma, ou é o internet banking ou é o aplicativo que roda nos smartphones de milhões de clientes. Quer uma prova disso? Segundo dados divulgados pela Federação Brasileira dos Bancos (Febraban), dispositivos móveis foram responsáveis por 34% do volume de transações bancárias em 2016. E esse percentual vai crescer.

E-commerce, companhias de utilities, governos, seguradoras e tantos outros, seguem o mesmo rumo visto em finanças e precisam entregar aplicações eficientes e rápidas para seus consumidores. Web e mobile são operações que precisam funcionar 24 horas por dia durante sete dias por semana. Se o canal digital não estiver operando, os impactos são gigantescos – tanto em termos de negócio quanto de percepção por parte dos usuários.

Aliás, vale reforçar, essa necessidade não se limita ao B2C. Pense nos efeitos de uma instabilidade na aplicação que uma seguradora oferece a seus corretores? Ou que uma grande rede de varejo pode causar sem o acesso ao seu estoque e reposição de mercadorias?

Existe aqui um paradoxo. Se de um lado as empresas necessitam oferecer uma relação simples, rápida e estável por meio das aplicações, do outro, há um desafio enorme para o time da TI trazido pela complexidade gerada por esses ambientes. Isso acontece porque a simplicidade e a funcionalidade na ponta exigem mais interconexões e correlações entre tecnologias que sustentam os sistemas. Quanto mais digital e conectada a sua empresa, mais crítico será o componente de gestão do ambiente.

O segredo para não se perder nos caminhos de sua jornada digital está em uma postura efetiva de olhar para aplicações com uma visão de negócios. As empresas costumam patinar um pouco na análise de dados digitais. As métricas mudam – assim como os perfis e as necessidades – quando você precisa acompanhar toda a jornada do cliente, quantos componentes ou serviços esse app está processando e outras informações para, a partir dessa visão analítica, tomar as melhores decisões.

Olhar o desempenho das aplicações em tempo real sob um viés de negócios ajuda empresas a se movimentarem de forma mais rápida frente a novas expectativas dos clientes e a tecnologia que define a performance dos negócios.

Vamos então mudar a pergunta do título. Sabe por que? Simplesmente porque sua aplicação não pode mais travar, parar ou falhar. Em um mundo totalmente digital, experiência do usuário, aplicativos e negócios são convergentes e inseparáveis. Cabe às empresas focarem neste cruzamento e monitorarem o impacto de cada linha de código nos resultados comerciais. Este é o momento.

Diogo Tamura é líder da operação latino-americana da AppDynamics, fornecedora de soluções APM (Application Performance Managment) adquirida pela Cisco em março de 2017.

Tags, , , , ,

APM/DPM: a chave do sucesso para qualquer e-commerce

Por Amilton Navas, Territory Sales Manager da Dynatrace no Brasil

Vivemos na era da procura incessante, com acesso ilimitado à informação durante 24 horas por dia, 7 dias por semana. É também o frenesi do consumo, acentuado principalmente pela Internet. Percebendo o comportamento do mercado, empresas que antes dependiam de espaços físicos agora apostam nos negócios on-line, sobretudo o setor varejista. No Brasil, em 2016, foram cerca de R$ 53,4 bilhões em vendas pela Internet, um aumento de 11% em relação a 2015, com previsão de R$ 59,9 bilhões para 2017. O brasileiro é um dos campeões em consumo por meios digitais, fazendo com que organizações invistam na estratégia digital para expandir a receita. Mas a chave do sucesso para essa transformação se relaciona de modo direto à experiência do cliente.

Para alcançar e manter um bom desempenho nas vendas on-line é necessário fazer uso de soluções que entendam as necessidades dos modelos digitais e melhore a experiência do usuário. Nunca se esteve tão “on-line” como agora. Só no Brasil são mais de 200 milhões de celulares com acesso à internet, consumindo através de acesso web ou aplicativos específicos para smartphones. As ferramentas orientadas a Application Performance Management (APM) ou Digital Performance Management (DPM), por exemplo, são opções completas, que possibilitam aprimorar essas experiências virtuais, impulsionando a inovação e modernizando as operações.

Em uma era tão conectada como a nossa, existe cada vez mais a necessidade de uma abordagem focada no usuário para monitorar, analisar e otimizar a experiência do cliente com uma visão aprimorada de cada jornada de compra. Ao identificar as falhas das aplicações, a solução APM/DPM consegue rapidamente identificar a causa raiz do problema, reduzindo o tempo de resolução, garantindo vantagem competitiva às organizações no mercado atual.

Operar uma plataforma de comércio eletrônico sem foco no desempenho é um risco que os varejistas não podem correr, principalmente em momentos como Black Friday, Dia das Mães e Natal, onde o pico de acesso é na maioria das vezes uma surpresa. Uma solução básica de gerenciamento de incidentes não é suficiente para atender às necessidades do consumidor de hoje, que é imediatista, conhecedor, para não dizer especialista, de tecnologia e mídia social. Para prejudicar a imagem de uma empresa, basta uma única experiência ruim. Cito um exemplo para que possamos ter a dimensão da perda. Se um site estiver lucrando R$ 300 mil por dia, um atraso de um segundo para abrir uma página poderia custar à companhia R$ 7,5 milhões em vendas perdidas por ano.

Para se destacar das demais empresas e ir além das expectativas dos consumidores, as companhias devem se certificar de que são capazes de identificar de maneira imediata e precisa os problemas que ocorrem no ambiente de TI e que comprometem o desempenho digital. Saber agir diante de uma ocorrência garante uma boa experiência ao cliente e maximiza os lucros.

Tags, , , , , ,