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T-Systems e Roambee unem forças para liderar os mercados de logística inteligente e monitoramento de ativos

A T-Systems, provedora alemã de soluções e serviços de TI, e a Roambee, empresa de IoT sediada no Vale do Silício, acabam de anunciar uma parceria global para a oferta de soluções de visibilidade em tempo real para os mercados de bens de consumo e ativos das Américas, África, Ásia e Europa. Juntas, as duas empresas vão utilizar o modelo de negócios “on-demand” para entregar uma solução fim-a-fim que possibilitará visibilidade, rastreamento e monitoramento de produtos embarcados e ativos em trânsito ou em campo.

Para isso, a Roambee vai prover aplicativos oferecidos no modelo de software como serviço (SaaS), que incluem sensores portáteis sem fio e software baseado em nuvem, relatórios robustos e análise preditiva. A solução será oferecida a partir de uma plataforma altamente escalável da T-Systems, oferecendo acesso a uma infraestrutura global de data centers altamente seguros e soluções em nuvem de seu ecossistema de parceiros.

Como parte do acordo, a Deutsche Telekom Strategic Investments aportou US$ 3,1 milhões na Roambee.

“As soluções da Roambee trazem mais valor para nosso ecossistema global de parceiros em internet das coisas. Isso combinado com a nossa estrutura multi-cloud e experiência em integração de sistemas, vai nos permitir transformar empresas em todo o mundo com aplicações IoT”, afirma Anette Bronder, diretora da Divisão Digital da T-Systems.

Paul Warrenfelt, vice-presidente sênior de vendas e gerenciamento de serviços da T-Systems para as Américas, disse estar “animado com a tremenda gama de produtos, serviços e tecnologias que estamos trazendo juntos para o mercado e que vão ajudar nossos clientes e ampliar sua eficiência para atingir excelência operacional”.

“Com mais de 100 clientes ao redor do mundo, a Roambee está vivendo um momento de crescimento acelerado no mercado de IoT. Com a T-Systems como nosso parceiro estratégico, seremos capazes de ampliar o atendimento a nossos clientes e conquistar novos. Agora não temos que nos preocupar em construir nossa própria estrutura global de serviços, que é necessária para manter a qualidade e a riqueza de experiência de nossos clientes”, afirma Sanjay Sharma, CEO e fundador da Roambee.

Solução

A solução da Roambee é formada por equipamentos equipados com sensores portáteis sem fio, chamados “Bees” e uma plataforma de software baseado em nuvem. Os Bees e o software coletam grandes volumes de dados dos sistemas de gestão (ERPs), dos sensores e externos para entregar análise preditiva que amplia a eficiência operacional, reforça o engajamento dos clientes, reduz riscos e garante métricas para o cálculo de retorno sobre o investimento (ROI).

Beneficiando uma grande gama de segmentos, a solução permite, por exemplo, o monitoramento em tempo real da temperatura e o status de localização de medicamentos sensíveis durante seu transporte, isso com o uso de dados e alertas em tempo real, que permitem ações imediatas em caso de necessidade.

Melhorar o monitoramento de ativos em campo requer alto nível de confiança no sistema de monitoração, nos relatórios e na conformidade regulatória. A tecnologia Roambee entrega tudo isso, tornando simples para os negócios ampliar sua eficiência, implementar o gerenciamento de risco e transformar dados em valor mensurável.

A T-Systems vai operar o serviço a partir de seu data center na Alemanha, atendendo a regulamentação de privacidade de dados. Os clientes receberão alertas em tempo real, relatórios, históricos e análises de dados que atenderão aos mais altos padrões de segurança de dados.

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Pesquisa: apenas 5% das indústrias fazem uso de todo o potencial da Internet das Coisas

A consultoria PAC acaba de divulgar os resultados de uma pesquisa realizada com 150 decisores representantes das indústrias de transporte e manufatura na Alemanha. Encomendado pela T-Systems, o estudo mostrou que estes setores querem acelerar o desenvolvimento de soluções de manutenção preditiva e Internet das Coisas (IoT, da sigla em inglês), uma vez que apenas 5% das empresas tem feito uso completo de todo o seu potencial.

“Os decisores estão pensando muito sobre internet das coisas e manutenção preditiva porque as oportunidades que eles oferecem são óbvias”, explica Anette Bronder, head da Divisão Digital da T-Systems. “Mas eles também têm uma série de preocupações com segurança e nós precisamos dissipa-las se quisermos preparar o terreno para a infraestrutura necessária para estabelecer a IoT”. Por conta disso, 73% dos gerentes entrevistados disseram que sua prioridade é investir em segurança antes de investir em sensores ou redes. Eles estão preocupados com a possibilidade de aumento de vulnerabilidades com as unidades de produção ligadas em rede.

O estudo também revelou que muitas companhias não contam com os pré-requisitos técnicos para atender às expectativas criadas com cadeias de produção e de valor totalmente integradas. Virtualmente, todas as empresas já colocaram suas áreas de produção e logística em rede, “mas suas atuais instalações são inadequadas para atingir todas as funcionalidades fim a fim”, explica Joachim Hackmann, consultor da PAC. De acordo com os profissionais pesquisados, as redes precisam evoluir substancialmente: 82% deles disseram que pretendem nos próximos 4 anos, contar com ambientes de produção mais de 50% integrados em rede.

Uma comparação entre diferentes indústrias revelou que o segmento de transportes e logística está melhor integrado que os setores mecânico e de engenharia. O setor de logística, em particular, vem sofrendo uma pressão enorme para inovar por parte do varejo online.

Como as companhias dificilmente serão capazes de completar a transformação digital por sua conta, 65% delas planejam utilizar provedores externos para ajuda-las com seus projetos de IoT: elas querem provedores com experiência no gerenciamento da transição para o IoT e com experiência em seu segmento de atuação.

Os projetos de IoT são geralmente implementados em resposta à pressão competitiva e da necessidade de se ganhar eficiência. Quanto a isso, as empresas têm expectativas específicas em relação à internet das coisas: ela deve permitir a constante otimização dos processos core, alcançar mais transparência em relação a suas máquinas e frotas de veículos e reduzir o tempo ocioso.

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