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Chevrolet Onix é o carro parceiro do lançamento do Waze para Android Auto

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O Chevrolet Onix foi escolhido o carro parceiro do lançamento do Waze para o sistema Android Auto no Brasil. A estreia permite que motorista do Novo Onix navegue com o app diretamente na tela do multimídia MyLink do veículo.

Para os motoristas, além de poder acompanhar o caminho em uma tela maior que a do smartphone, outra vantagem é a possibilidade de interação com o aplicativo por meio da tela touchscreen do MyLink ou pelo sistema de comando de voz do carro, minimizando distrações e tornando o uso mais seguro.

“O consumidor busca um carro com o qual ele se identifique e que ofereça soluções capazes de tornar o trajeto dele mais prazeroso, simples, inteligente. É isso o que já oferecemos com o MyLink e o OnStar e que agora ampliamos com essa parceria com o Waze. A Chevrolet é líder no Brasil e na América do Sul por colocar o consumidor no centro de tudo o que faz, oferecendo os mais inovadores e surpreendentes carros para o mercado”, diz Carlos Zarlenga, presidente GM Mercosul.

O Waze possui uma rede global com mais de 75 milhões usuários ativos mensais – além de 420 mil editores de mapa voluntários e diversos parceiros orientados por dados. O Brasil representa uma das maiores redes de motoristas e é um dos mercados mais importantes para o Waze. Somente na Grande São Paulo, o app tem mais de 3,5 milhões de usuários ativos que dirigem mais de 500 milhões de quilômetros por mês.

“A receptividade do motorista brasileiro para a inovação é um dos motores do nosso sucesso”, disse Andre Loureiro, diretor-geral de publicidade do Waze no Brasil. “O Waze tem um relacionamento recíproco e colaborativo com os brasileiros, e é um prazer demonstrar alguns dos recursos e parcerias mais interessantes no país. Agradecemos ao Chevrolet Onix por nos ajudar a trazer este lançamento emocionante à vida”.

Usando a estrutura do Android Auto, o Waze está integrado diretamente na tela do console central do carro. A entrada do app no sistema do Android Auto traz o poder da rede de usuários do Waze diretamente para o painel do carro, com rotas inteligentes, reduzindo as distrações e ainda ajudando o motorista a fugir do trânsito. Além disso, também é possível utilizar as configurações de voz do Google, que são semelhantes às utilizadas no Waze e permitirão que os motoristas interajam com o app via controle de voz.

Pensado para os dias de hoje

O Onix foi o carro escolhido para o lançamento do Waze para o sistema Android Auto por ser considerado pela montadora o carro mais conectado fabricado no Brasil. Lançado em 2012, o Chevrolet democratizou em seu segmento o sistema multimídia e mais recentemente a tecnologia exclusiva de telemática avançada OnStar, que consiste num canal direto entre o automóvel e uma central de atendimento 24h que oferece serviços de comodidade, segurança, emergência e monitoramento.

Os serviços vão desde envio automático de resgate em acidentes até auxílio na recuperação do veículo em caso de roubo. O contato com a central de atendimento pode ser feito por meio de um botão no painel. O OnStar possibilita ainda interação com o veículo por meio de aplicativo para smartphone. Com isso é possível, por exemplo, fazer uma checagem dos principais sistemas mecânicos de forma remota.

“A Chevrolet colocou o smartphone na tela do carro através do MyLink e colocou o carro na tela do celular através do OnStar. Esse é um dos diferenciais competitivos do Onix. É um dos motivos que o transformaram no automóvel preferido do brasileiro e no mais vendido da América Latina”, explica Hermann Mahnke, diretor de Marketing da Chevrolet.

Conectividade ganha relevância

Pesquisas apontam que tecnologias como a conectividade ganham cada vez mais importância na lista de prioridades dos consumidores de carros de entrada. Já são a segunda razão de compra, superando os atributos mecânicos – design continua sendo o quesito mais relevante.

“No Onix, estes atributos são percebidos no sistema de conectividade total, na direção com assistência elétrica de série, na opção de transmissão automática de seis marchas, no baixo consumo de combustível e na sensação de amplo espaço interno, principalmente”, completa Mahnke.

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IDC Brasil prevê retomada de projetos em 2017 e crescimento de cerca de 2,5% para o mercado de TIC

Apesar do cenário ainda recessivo, necessidade de transformação digital deve impulsionar investimentos das empresas neste ano, com destaques para o amadurecimento do mercado de Cloud, ampliação dos orçamentos de segurança, experimentação de aplicações de realidade aumentada e virtual, e ganho de escala em Analytics/Cognitve, além do início do crescimento de IoT

São Paulo, 26 de janeiro de 2017 – A IDC Brasil, líder em inteligência de mercado, serviços de consultoria e conferências com as indústrias de Tecnologia da Informação e Telecomunicações, divulga suas previsões para o setor em 2017. No Brasil, a perspectiva para o ano é de um crescimento de cerca de 2,5% em relação a 2016, puxado pelo segmento de TI, que deve crescer 5,7%, enquanto telecom deve permanecer estável, com aumento de 0,4% no período. Para Denis Arcieri, diretor geral da IDC Brasil, agora é o momento de retomar projetos, com um cenário mais previsível no âmbito político, e principalmente, no contexto econômico. “Não há mais espaço para postergar projetos de transformação e inovação e mais de 6% dos CIOs pretendem investir para melhorar a estratégia de entrega multicanais em 2017”, diz ele.

A IDC aponta o processo de transformação digital (DX) como um caminho sem volta para as empresas em busca de eficiência e competitividade. Segundo recente pesquisa, no Brasil pouco mais de 10% das empresas já investem cerca de 5% de seu faturamento em tecnologias inovadoras. A transformação digital se baseia em cinco pilares – liderança, omni-experience, informação, modelo de negócio e fonte de trabalho, que permeiam diferentes tecnologias e segmentos do mercado de TIC que se destacam nas previsões da IDC para este ano.

“A transformação digital interfere em diversos aspectos, na medida em que novas competências tecnológicas alavancam mudanças e impulsionam novos modelos de negócios, integração de produtos e serviços físicos e digitais, melhores experiências dos clientes, e mais
eficiência operacional e organizacional”, diz Luciano Ramos, gerente de Pesquisa e Consultoria de Software e Serviços da IDC Brasil.

De acordo com as previsões da IDC, o segmento de Telecom se manterá estável em 2017 e coerente com a tendência dos últimos anos, continuando a se digitalizar, com aumento no consumo de dados e redução na base de voz. O mercado corporativo segue em declínio, compensado pelo crescimento do mercado residencial. O número de conexões 4G vai passar de 108 milhões no Brasil, representando 40% da base total.

Segundo André Loureiro, gerente de Pesquisa e Consultoria de TIC da IDC Brasil, é necessário aumentar a cobertura e melhorar a qualidade de serviços para atender à demanda fora das capitais, onde atualmente está concentrado o consumo. A utilização de serviços OTT (Over the Top) deve continuar crescendo e gerando mais tráfego, principalmente de vídeo, assim como modelos “0800 de dados” e “zero-rating”, que permitem o acesso gratuito a determinados serviços, sem cobrança de dados. “Atualmente há também grandes oportunidades para as operadoras em TI e segurança, por conta de serviços baseados na nuvem, datacenter e software como serviço”, comenta Loureiro.

Depois de um ano conturbado, os investimentos em segurança devem ser retomados e ampliados já no primeiro semestre e ultrapassar US$ 360 milhões até o final de 2017. As principais áreas de interesse dos gestores de segurança para novos projetos são Gestão de Identidades (IAM), com 58% de intenções de investimento, e Correlação de Eventos (SIEM), com 57% de intenções. Um desafio para esses executivos será endereçar cenários de IoT (Internet das Coisas) complexos, por meio do endurecimento e da padronização de práticas de segurança para dispositivos conectados. De acordo com Ramos, hoje cerca de 79% dos executivos de segurança não consideram que as práticas para lidar com Segurança da Informação em IoT estejam bem definidas no mercado.

A Internet das Coisas (IoT – Internet of Things), por sinal, deve pegar embalo no segundo semestre, com a definição de uma política pública e de incentivos pelo BNDES, comenta Pietro Delai, gerente de Consultoria e Pesquisa de Infraestrutura e Telecom da IDC Brasil. A previsão é de que o ecossistema de IoT no Brasil dobre de tamanho até o final da década, superando US$ 13 bilhões. O avanço do IoT estará conectado com o uso de Analytics, fundamental para transformar dados em valor para os negócios, e com computação em nuvem, que será a plataforma para processamento desses dados – até 2019, cerca de 43% dos dados de IoT serão tratados na nuvem.

Delai também destaca o Blockchain (banco de dados distribuído que guarda um registro de transações permanente e à prova de violação) como um elemento importante de transformação digital que continuará em ritmo lento. Alguns projetos foram desenvolvidos em 2016 e outros virão ao longo de 2017. “É uma tecnologia disruptiva, mas sua adoção é gradual. Os desafios regulatórios e de compliance são imensos no Brasil”, explica Delai.

Já o mercado de Business Analytics Software crescerá 4,8% em 2017, movimentando US$ 848 milhões no Brasil. Em busca de decisões mais rápidas e assertivas, as organizações vão investir em capacidades analíticas para trazer cada vez mais inteligência e insight a cada processo em seus negócios. O reconhecimento da importância de informações não estruturadas, especialmente daquelas vindas de redes sociais e de interações diretas com clientes, vai dar força às iniciativas de Big Data.

A tecnologia Cognitive/AI também merece destaque, assumindo uma posição importante à frente da mudança das fontes de trabalho nas organizações para suportar com muito mais força os processos de relacionamento com o cliente e de tomada de decisão. Segundo Luciano Ramos, a expectativa é que nos próximos três anos o mercado quintuplique os investimentos nesta tecnologia, ainda em fase inicial, para atendimento inteligente ao cliente, respostas automatizadas, e chatbots.

O mercado de Smartphones, que apresentou queda nas vendas em 2016, voltará a ganhar fôlego em 2017, com previsão de crescimento de 3,5% em unidades em comparação ao volume do ano passado. A troca média dos aparelhos ocorre a cada dois anos e pelo menos 37% da base instalada ativa foi adquirida antes de 2015.

A tecnologia AR/VR (Realidade Aumentada/Realidade Virtual) aparece com boas perspectivas em 2017. A previsão da IDC é que o mercado brasileiro dobre em unidades, ultrapassando a barreira dos 100 mil produtos. Segundo Reinaldo Sakis, gerente de Pesquisa e Consultoria de Consumer Devices da IDC Brasil, estima-se que uma em cada 10 das maiores empresas voltadas para o consumidor experimentará AR/VR como parte de seus esforços de marketing neste ano. Há aplicações em fase de teste no país nas áreas de arquitetura (construção de modelos VR), serviços (manutenção automobilística com AR), varejo (loja virtual com AR e VR) e indústria (aplicações de modelos de alta complexidade).

Até pouco tempo vista como tendência, a computação em nuvem chega em 2017 como mainstream. De acordo com a IDC Brasil, o mercado de Cloud pública deve crescer 20% neste ano, atingindo US$ 890 milhões. “Há muitos casos de sucesso, e as empresas já conhecem os benefícios da nuvem e estão superando seus receios ao perceber que provedores estão aumentando a segurança”, diz Pietro Delai. Apesar do cenário ainda recessivo, as empresas devem investir em Cloud por conta de vantagens como redução de custos e mais agilidade a entrega de soluções.

Na migração das empresas para a nuvem, um papel que ganha importância é o dos Cloud Brokers. “Até 2018, 85% dos ambientes serão multicloud, conjugando serviços de mais de uma nuvem pública para atender suas necessidades de negócios, não só por uma questão de custos, mas também das capacidades de cada provedor. Os brokers vão se tornar grandes intermediadores, ajudando as empresas na tomada de decisões e no gerenciamento desses ambientes”, comenta Luciano Ramos. A previsão é de que eles terão uma fatia significativa nas receitas dos provedores, chegando a 50% dessas receitas até 2020.

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