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Ebit: Da véspera da Black Friday à Cyber Monday, faturamento do e-commerce atinge R$3,2 bilhões

De 23 a 27 de novembro, o faturamento no e-commerce atingiram a marca de R$3,2 bilhões, alta de 8,7% ante o mesmo período de 2016, quando o montante foi de R$2,9 bilhões. De acordo com a Ebit, empresa referência em informações sobre o comércio eletrônico brasileiro, o número de pedidos aumentou 16,1%, de 5,2 milhões para 6,1 milhões, enquanto o tíquete médio retraiu 6,4%, de R$555 para R$ 520.

O período abrange desde a véspera da Black Friday (23) até a Cyber Monday (27). Considerando os resultados apenas da segunda-feira, houve uma alta de faturamento de 6%, de R$291 milhões para R$308,5 milhões, com alta de 22% no número de pedidos, de 591 mil paea 721 mil e queda ainda maior no tíquete médio, de 13,2%, de R$492 para R$428. “A Cyber Monday está ganhando força como data tradicional de descontos. O recuo no tíquete médio mostrou que os varejistas ampliaram suas ofertas e aumentaram os descontos do produto”, afirma Pedro Guasti, CEO da Ebit.

Neste ano, além da segunda-feira, outro destaque foi a quinta-feira (23), véspera da Black Friday (24), que também concentrou muito mais vendas na comparação com 2016. “O conjunto de fatores que incluem a antecipação das ofertas, sites com poucas falhas e consumidor já realizando compras no final da tarde de quinta-feira, resultaram num pico de vendas das 18h às 23h59 na véspera da Black Friday (24), horário no qual a Ebit registrou o maior crescimento em comparação ao ano anterior”, explica André Dias, COO da Ebit.

A Black Friday (24), principal dia de ofertas, gerou faturamento de R$2,1 bilhões para o e-commerce em 2017, alta de 10,3% ante aos R$1,9 bilhão registrados no mesmo período do ano passado*. O número de pedidos cresceu 14%, de 3,30 milhões para 3,76 milhões, enquanto o tíquete médio caiu 3,1%, de R$580 para R$562, na comparação entre os períodos.

Confira o resultado consolidado do período (23 a 27/11):

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Às 8h, vendas da Black Friday já atingiam R$519 milhões aponta monitoramento Ebit

Balanço parcial da Ebit, empresa referência em dados sobre o comércio eletrônico brasileiro, aponta que as vendas da Black Friday atingiram R$519 milhões das 20h de quinta-feira (24) até às 8h desta sexta-feira (25). O faturamento é 60% superior ao registrado em 2015, no mesmo intervalo. Na mesma base de comparação, o número de pedidos cresceu 23%, de 621 mil para 763 mil.

No intervalo de maior movimento da Black Friday, entre 0h e 1h, foram realizados cerca de 50 pedidos por segundo no varejo eletrônico brasileiro.

Monitoramento realizado pela Ebit na última quinta-feira indica que, com o início dos descontos, o e-commerce faturou R$354,9 milhões nesta quinta-feira (24), alta de 236% na comparação com o mesmo dia da semana anterior (17), quando o faturamento foi de R$105,7 milhões. “Comparando os dados da terceira semana de novembro ante a anterior, verificamos um faturamento 19% menor. Essa redução preliminar aliada ao crescimento registrado ontem mostra que as antecipações de promoções feitas pelos varejistas não surtiram o efeito esperado. O consumidor realmente estava aguardando a Black Friday para comprar”, afirma André Dias, diretor de Operações da Ebit.

“Caso sejam mantidas as promoções, a tendência é que a Black Friday 2016 atinja a previsão inicial da Ebit, que é de R$ 2,1 bilhões em faturamento somente nesta sexta-feira, alta de 30% ante o ano passado. Nossos clientes também podem acompanhar o desempenho de sua loja frente ao mercado em tempo real, utilizando a Ebit Real Time”, destaca Dias, referindo-se à ferramenta que permite aos varejistas a realização monitoramento dos principais indicadores do e-commerce – captura de vendas, captura de pedidos, tíquete médio capturado e share por dispositivo -, além do cruzamento das informações para a geração de análises.

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Ebit: Vendas no e-commerce crescem 5,2% no primeiro semestre e faturamento atinge R$ 19,6 bilhões

A Ebit, empresa especializada em informações de comércio eletrônico, apresentou hoje o 34º WebShoppers, o principal relatório sobre o setor no Brasil. Nesta edição, o estudo informa que no primeiro semestre de 2016 as vendas pela Internet alcançaram um faturamento de R$ 19,6 bilhões, o que representa um crescimento nominal de 5,2% na comparação com o mesmo período no ano passado.

Diversos são os fatores que influenciaram este crescimento do volume financeiro movimentado pelos sites de comércio eletrônico. Entre eles estão:

• Aumento de 7% no valor do tíquete médio, ficando em R$ 403,46, crescimento puxado pela alta de preços registrada pelo Índice FIPE/Buscapé;

• Maior participação das classes AB;

• Manutenção das vendas de categorias de produtos de maior valor, como “Eletrodomésticos” e “Telefonia/Celulares”.

Ainda podemos acrescentar a esse resultado outros motivos que colaboraram. O aumento de 31% em consumidores virtuais ativos, aqueles que realizaram pelo menos uma compra no período, chegando a 23,1 milhões. E o forte crescimento das vendas via dispositivos móveis, que tiveram 18,8% em participação média no semestre e, em junho, representaram 23%.

“Todos esses fatores somados tiveram influência para que o faturamento registrasse um índice positivo, mesmo com um cenário de retração do varejo como um todo no atual momento do País. Mas as vantagens que a compra online oferece também é motivo de atração aos consumidores que desejam fazer uma compra mais qualificada pagando menos”, avalia o CEO da Ebit, Pedro Guasti.

No entanto, com o aumento do desemprego e enfraquecimento das compras feitas pela classe C, houve queda de 2% no volume de pedidos na comparação com o ano anterior. No total, foram contabilizados 48,5 milhões de encomendas virtuais. Por outro lado, a renda média familiar dos consumidores online aumentou em 11%, alcançando R$ 5.174.

Neste semestre verificou-se uma mudança no comportamento dos consumidores em relação à preferência dos produtos adquiridos. A categoria “Livros, Assinaturas e Apostilas” (14%) assumiu a liderança em volume de pedidos, seguida por “Eletrodomésticos” (13%), “Moda e Acessórios” (12%, que estava à frente desde a primeira metade de 2013), “Cosméticos e Perfumaria /Cuidados Pessoais/Saúde” (12%) e “Telefonia/Celulares” (9%), nesta ordem.

“Apesar de um começo de ano com menor ritmo nas vendas, a Ebit registrou uma melhora na confiança do consumidor, o que garantiu uma retomada das transações nos últimos meses. A expectativa é de que o crescimento do e-commerce seja maior no segundo semestre potencializado, principalmente, pela Black Friday e Natal”, comentou o COO da Ebit, André Dias.

A estimativa de vendas até o final do ano se mantém de acordo com o previsto pela Ebit no começo de 2016. O faturamento deverá totalizar R$ 44,6 bilhões, um crescimento nominal de 8% ante 2015. O número de pedidos poderá chegar a 106,5 milhões, próximo ao apresentado no ano passado.

O ciclo de compra na Internet

Em pesquisa especial da Ebit realizada com 7.809 consumidores, entre 3 de junho e 11 de julho de 2016, sobre o ciclo de compra na Internet, uma pergunta abordava quais produtos foram comprados no e-commerce nos últimos três meses. Celular/smartphone foi o campeão, com 26% da preferência, seguido por Moda Feminina/Acessórios (19%), Moda Masculina/Acessórios (15%), Perfume (12%) e Esporte e Lazer (11%).

Analisando o item líder em vendas, verificou-se que em média as pessoas demoram 16 dias para tomar a decisão de adquirir um celular/smartphone. Dos consumidores que procuram este produto, 37% já buscam informações apenas na Internet antes de fazer a compra e apenas 3% não pesquisaram em nenhum canal.

“Cada vez mais estamos vendo uma migração do consumo do varejo físico para o virtual. Isso porque as compras online podem ser mais planejadas, pois possibilitam que o consumidor compare mais facilmente produtos e preços em diversas lojas, antes de fechar seu pedido. E isso lhe garante mais economia e satisfação”, assinala Guasti.

Questionados sobre os fatores de indução de compra, ainda no caso desse produto de preferência, os respondentes indicaram preço (57%), qualidade (50%) e frete grátis (23%) como os que mais levam em consideração no momento de decisão.

Em relação ao NPS® (Net Promoter Score®), indicador que mede a satisfação e fidelização do cliente, pode-se perceber uma evolução gradativa nos últimos meses. Uma das causas foi a queda no volume de atraso na entrega, de 8,6% para 7,7% dos pedidos. Se em dezembro do ano passado o índice sofreu uma queda, logo houve uma retomada, saindo de 59,7% naquele mês, alcançando 61,6% em março e chegando a 64,4%, em junho deste ano.

Pesquisa com FecomercioSP

O Estado de São Paulo é o que tem maior faturamento no comércio eletrônico no Brasil. E no primeiro trimestre de 2016 atingiu R$ 3,6 bilhões, segundo pesquisa da FecomercioSP em parceria com a Ebit para o relatório WebShoppers.

A quantia representa, porém, uma queda real de 7,4% na comparação com os R$ 3,9 bilhões registrados no mesmo período de 2015. A região Sudeste é também a mais forte em participação nas vendas (Ebit), detendo no primeiro semestre 64,5% do todo.

Apesar da retração no início do ano, a perspectiva pelas entidades é de melhora nas vendas do varejo geral no segundo semestre, com a retomada dos investimentos e reaquecimento da economia e, por consequência, maior confiança também do consumidor. Datas como Black Friday e Natal também deverão colaborar com um melhor desempenho do setor, fazendo com que 2016 termine melhor do que começou.

Índice FIPE/Buscapé detecta alta menor devido ao câmbio

No primeiro semestre de 2016, a alta dos preços no varejo continuou a atingir também o comércio eletrônico brasileiro.

No entanto, a variação acumulada positiva de 2,83% registrada pelo Índice FIPE/Buscapé foi menor que a apontada no mesmo período do ano anterior, de 3,73%. Muito por conta da menor pressão do câmbio sobre os preços dos produtos e componentes importados, que têm grande peso no setor.

Apoiadores do WebShoppers

O WebShoppers conta nesta 34ª edição com o apoio premium da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP), além da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net), E-Commerce Brasil, IAB Brasil, Instituto Brasileiro de Executivos de Varejo e Mercado de Consumo (Ibevar), e Mobile Market Association (MMA) para a divulgação dos dados apresentados para o mercado.

Para ter acesso ao relatório completo, basta acessar o site da Ebit e fazer o download gratuito, a partir do dia 2 de setembro em www.ebit.com.br/webshoppers.

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