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Ex-secretário do MDIC, Abrão Árabe Neto assume vice-presidência executiva da Amcham Brasil

Foto: Mário Miranda/Amcham

Para fortalecar as ações de parceria público e privada, garantindo competitvidade e inserção global a economia brasileira, a Amcham Brasil anuncia a contratação de Abrão Miguel Árabe Neto, ex-Secretário de Comércio Exterior do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC) – atual Ministério da Economia – entre 2016 e 2018.

Abraão Árabe Neto assume, a partir deste mês, a posição de Vice-Presidente Executivo de uma entidade que reúne 5 mil empresas associadas e concentra 33% do PIB brasileiro. Suas principais atribuições incluem as áreas de Comércio Internacional, Relações Governamentais, Jurídico e o Centro de Arbitragem e Mediação da Amcham. A Amcham Brasil também é a maior Câmara Americana dentre as 115 existentes no mundo.

Além de ex-secretário do MDIC, Árabe Neto é doutor em Direito Internacional pela USP e mestre em Direito das Relações Econômicas Internacionais pela PUC-SP. Também é Ph.D. e pesquisador visitante na Universidade de Georgetown, em Washington (DC) e servidor público federal licenciado da carreira de Analista de Comércio Exterior.

Na carreira pública, foi Secretário Substituto de Comércio Exterior e Diretor do Departamento de Negociações Internacionais da Secretaria de Comércio Exterior (Secex). Atuou também como advogado especialista em Comércio Internacional e coordenador do Departamento de Comércio Exterior e Relações Internacionais da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp).

Para a nossa CEO, Deborah Vieitas, “a contratação de Abrão Neto reforçará a atuação da Amcham, sobretudo em temas de comércio internacional, atração de investimentos estrangeiros, relação bilateral com os Estados Unidos, competitividade e economia digital, entre outras agendas. Ele traz para a entidade uma sólida combinação de excelência técnica e experiência prática nessas áreas.” A Amcham Brasil, fundada em 1919, é uma entidade sem fins lucrativos, que representa mais de 5 mil empresas, de variados setores. A Amcham acredita que um setor produtivo forte e moderno é fruto de uma saudável parceria público-privada, capaz de fazer o Brasil mais competitivo e integrado ao comércio global.

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Amcham lança programa +Competitividade Brasil, focado na maior produtividade e inserção global

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Como o setor privado pode contribuir e construir soluções para o aumento da competitividade brasileira? A Amcham lançou no último dia 15/4, em São Paulo, o programa + Competitividade Brasil, focado em capacitações, forças-tarefa e estudos técnicos visando estimular ganhos de produtividade e a maior inserção das empresas brasileiras na economia global. Mais de 51 eventos já estão previstas em 14 cidades brasileiras já neste ano. Calendário completo no www.amcham.com.br/acontece.

“Toda a atividade da Amcham este ano e no próximo terá o programa Mais Competitividade como guia e objetivo para, ao fim do trabalho, chegarmos a um conjunto de propostas e projetos”, detalhou Hélio Magalhães, CEO do Citi Brasil e presidente do Conselho da Amcham. Em 2015, a Amcham promoveu 2000 mil atividades envolvendo mais de 90 mil executivos.

O programa da Amcham é aberto a participação das cinco mil empresas associadas, sendo 85% delas brasileiras. Segundo Hélio Magalhães, o aumento da competitividade global é uma das questões cruciais que o Brasil não pode deixar de enfrentar. “Para alcançar sucesso no mundo cada vez mais globalizado, o Brasil ainda precisa aprender uma lição importante. Representamos 3% do PIB global, mas só 1,2% do comércio entre as nações. Ou seja, alguém está vendendo no nosso lugar. Hoje, 65% dos negócios globais são feitos sob acordos internacionais”, comentou Magalhães.

Dentro da iniciativa, grupos de trabalho vão elaborar propostas práticas empresariais. “Vamos atuar através de três grupos de trabalho: eficiência tributária, inserção do Brasil na cadeia global e modernização da legislação trabalhista”, detalhou Deborah Vieitas, CEO da AMCHAM BRASIL, no lançamento do encontro.

O lançamento contou com apresentações de time de palestrantes e autoridades no tema competitividade: o ex-ministro Pedro Parente, o sócio da AT&Kearney, Mark Essle, os presidentes do Citi Brasil, Hélio Magalhães, Stefanini IT Solutions, Marco Stefanini e da Cummins, Luis Pasquotto, o CEO da JSL, Fernando Simões, e o co-diretor do BRICLab da Columbia University, Marcos Troyjo.

Dentro do programa Mais Competitividade Brasil, a Amcham promove no próximo dia 9/5, em São Paulo, lançamento de estudo inédito “Impactos para o Brasil de acordos de livre comércio com EUA e União Europeia”, uma parceria Amcham-FGV.

O Lançamento

O presidente do Citi Brasil e do Conselho da Amcham, Hélio Magalhães, faz abertura do encontro apresentado o programa. A agenda do +Competitividade Brasil prevê um conjunto de ações visando à modernização da legislação trabalhista, simplificação tributária e processos de comércio exterior, acordos comerciais estratégicos, além de promoções da marca Brasil e cooperação.
Em seguida, o ex-ministro Pedro Parente abriu o painel de discussões com “Ações de Competitividade do Setor privado sem a dependência governamental”. Mark Essle, sócio da AT&Kearney, fala ainda sobre o cenário de competividade neste bloco do encontro. Já Fernanda De Negri, diretora de Políticas de Inovação, Regulação e Infra do IPEA, expõe sobre determinantes para a produtividade do país.

No painel empresarial, foi analisada “As Alavancas para a Produtividade na Crise”, com Fernando Simões, CEO da JSL, e os presidentes da Stefanini IT Solutions, Marco Stefanini, e da Cummins do Brasil, Luis Pasquotto. Ainda no encontro, pesquisa em tempo real sobre a agenda de competitividade ideal na visão dos cerca de 100 empresários presentes. O painel foi mediado por Deborah Vieitas, CEO da Amcham Brasil.

O encerramento do lançamento do +Competitividade Brasil trouxe uma visão sobre “Reindustrialização do Brasil”, com Marcos Troyjo, co-diretor do BRICLAB do Columbia University.

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Amcham divulga economia criativa do Brasil a investidores estrangeiros

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A Amcham – Brasil lançou um guia para investidores estrangeiros sobre a economia criativa brasileira. O novo How To Understand Creative Economy in Brazil chega para integrar a série How To Do Business and Invest in Brazil, que, com 21 títulos, divulga informações específicas de como fazer negócios em solo brasileiro.

Com atividades econômicas nas artes, artes visuais, publicidade, rádio e TV, cinema, vídeo, jogos, moda, design e arquitetura, a economia criativa possui característica de criar empregos mais qualificados e tem se destacado no país. O Panorama da Economia Criativa do Brasil, do IPEA (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), estima que o setor movimente entre 1,2% e 2% do PIB (Produto Interno Bruto), 2% da mão-de-obra e 2,5% da massa salarial formal do país.

De acordo com o Ministério da Cultura, que abriga a Secretaria de Economia Criativa (SEC), o crescimento do setor em 2013 foi de 6,13%, enquanto o do PIB atingiu 2,3%.

Esse fenômeno ocorre no mundo todo. O último relatório de investimento global da Unctad (Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento), de 2013, mostrou que em 2011 o setor movimentou US$ 624 bilhões, com taxa de crescimento anual de 8,8%. Nos países em desenvolvimento, chegou a ampliar 12,1% ao ano, entre 2002 e 2011.

Desenvolvido em parceria com o Centro Universitário Belas Artes de São Paulo, o How To Understand Creative Economy in Brazil apresenta as particularidades da economia criativa no Brasil, seus pontos fortes e carências, além de iniciativas públicas e privadas para sua promoção.

“O setor está crescendo e o Brasil é forte nessas atividades. O guia auxilia o estrangeiro a entender a economia criativa no país, com o objetivo de impulsionar os negócios”, afirma Camila Moura, diretora de Produtos e Serviços da Amcham.

Economia criativa

O Ministério da Cultura definiu cinco áreas de atividades da economia criativa no Brasil: patrimônio (materiais e imateriais, museus e arquivos); expressões culturais (artesanato, artes visuais, culturas afro, indígenas e populares); artes e espetáculos (dança, música, circo e teatro); audiovisual, livro e literatura (cinema e vídeo e publicações); e criações funcionais (moda, arquitetura, design e arte digital).
São segmentos que geram produtos tangíveis, bens intangíveis e propriedade intelectual, o que perpetua receitas empresariais por meio de royalties.

O guia How To Understand Creative Economy in Brazil está disponível gratuitamente na página www.amcham.com.br/howto.

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Empresas brasileiras de tecnologia vão buscar parcerias e novos negócios nos EUA

Uma semana de imersão nos negócios de tecnologia mais promissores dos Estados Unidos é o foco da missão comercial de TI que a Amcham – Brasil fará, de 10 a 17 de maio.

A Câmara Americana de Comércio vai levar 12 empresas e entidades brasileiras desse setor para se encontrar com líderes, investidores e pesquisadores em cidades como São Francisco, Seattle e Washington, DC.

A delegação empresarial da missão é composta por empresas de grande e médio porte, além de algumas start ups. São elas: Stefanini, Autodoc, Algar Tech, 2gather, BVZ Digital, Conquest One, Incube, HTP Solution, Pinhão & Koiffman Advogados, Machado Meyer Advogados e representações de 2 estados brasileiros, a Investe São Paulo e Agência Gaúcha de Desenvolvimento e Promoção do Investimento.

“O grande foco das empresas com a missão é buscar parcerias comerciais com aceleradoras, investidores e empresas americanas, além de entender como funciona o modelo de startup’s nos EUA. São parcerias tanto para entrar no mercado americano como também trazer inovação e novos produtos para o consumidor brasileiro”, explica Camila Moura, gerente de Comércio Exterior da Amcham.

A agenda contará com reuniões em instituições que se tornaram referência mundial em TI, como a aceleradora Acceleraprise, a Stanford University e empresas como Google, Amazon e Microsoft, entre outras.

“Estamos percebendo uma boa receptividade das empresas americanas para receber a delegação, tanto pelo interesse comercial como também pela disponibilidade em detalhar processos e seus modelos de sucesso”, detalha Camila Moura.

O embaixador do Brasil nos Estados Unidos, Mauro Viera, participa da agenda da missão em Washington, que contará ainda com a realização de três seminários focados na atração de investimentos para o Brasil.

Outro destaque da missão é realização da agenda em Seattle. “A cidade é hoje um dos principais centros de tecnologia no mundo e com potenciais comerciais e de parcerias poucos exploradas por empresários brasileiros. Vamos visitar sedes mundiais de grandes corporações, como Amazon e Microsoft”, conta Moura. A cidade americana também concentra os escritórios mundiais do Starbucks e Boeing.

Em Washington, a agenda da missão envolve reuniões com lideranças da Acceleprise e SAIC INC. Já em São Francisco a delegação visita e realiza encontros com Google, Stanford University, Angel Pad, Sales Force e Mozilla.

Outras edições da missão
Esta é a quinta edição da missão de TI da Amcham. Já participaram da ação mais de 63 executivos de 55 empresas. Os participantes da missão há um ano voltaram ao Brasil com negociações iniciadas para parcerias. Os empresários relatam que estar em contato com um forte ambiente de inovação impacta o planejamento de suas empresas.

“Eles também afirmam que observar os negócios americanos os ajuda a fazer mudanças, em suas operações, para se tornarem mais atrativos para investidores e parceiros”, acrescenta a gerente de Comércio Exterior da Amcham, Camila Moura.

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