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Fofocas, palavrões e discussões políticas são algumas das situações que mais incomodam os profissionais no escritório, revela estudo

O ambiente de trabalho mudou muito. Há dez anos, as empresas promoviam “casual fridays”, ou seja, permitiram que, às sextas, os funcionários vestissem jeans e outras roupas menos formais. Hoje, em muitas empresas, o time pode se vestir como quiser – em qualquer dia da semana. Essa mudança faz parte da estratégia das empresas para atrair os millennials e a geração Z, que atualmente constituem cerca de 40% da força de trabalho.

Mas essa mudança não é apenas estética, é também interna – é o que revela a Workplace Boundaries Report de 2019, pesquisa realizada em julho deste ano pela plataforma de ensino online Udemy com mais de 1.000 profissionais americanos com 18 anos ou mais. Por causa das redes sociais e dos escritórios abertos, os profissionais da atualidade se sentem pressionados a compartilhar mais das suas vidas com os seus colegas – mas nem todo mundo parece gostar da informalidade dos tempos atuais.

Algumas das situações que atualmente mais incomodam os profissionais no ambiente de trabalho, segundo o estudo, são muitas fofocas, palavrões e discussões políticas. Os números são os seguintes: mais de 45% dos profissionais acham que os colegas de trabalho fofocam demais no escritório; mais de 30% se sentem incomodados quando os colegas falam muitos palavrões; e quase 40% acham desconfortável falar de política no trabalho (ainda mais em tempos tão polarizados).

A pesquisa também mostra dados interessantes sobre a comunicação entre os colegas de trabalho. Por exemplo, mais de 40% dos entrevistados afirma já ter testemunhado bullying no escritório e mais de 35% acha os colegas informais demais em conversas ou mensagens de trabalho. Outra parte do estudo trata exclusivamente dos gerentes – e revela que quase 60% deles se sentem pressionados a trabalhar durante o horário de almoço.

O estudo conclui que é preciso esclarecer o que é um comportamento adequado no ambiente de trabalho – e que o que é adequado num escritório pode não ser no outro. Para isso, o diálogo sobre o assunto nas empresas deve ser incentivado pelas pessoas que ocupam cargos de liderança. Assim, os colaboradores tendem a ficar mais felizes e produtivos – e o turnover tende a cair.

“O jeito de trabalhar e de se relacionar no trabalho mudou drasticamente, não restam dúvidas. Atualmente, quatro gerações compõem a força de trabalho e cada uma delas pode ter uma visão diferente do que é apropriado e do que não é. As empresas devem ter consciência dessas diferenças e fazer de tudo para que as pessoas se sintam à vontade no ambiente de trabalho”, diz Sergio Agudo, diretor de negócios da Udemy para a América Latina. “Para isso, é preciso que os gerentes e as suas equipes façam reuniões regulares sobre o tema.”

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Especialista ensina a identificar os sinais de esgotamento mental e como eliminá-los

Cada vez mais comum em diversos aspectos da vida pessoal e no ambiente de trabalho, o esgotamento mental tem causado cada vez mais impactos emocionais e físicos. Infelizmente, muitas vezes ele é um conceito associado à frescura ou à uma fragilidade pessoal, no entanto, o esgotamento mental tem raízes concretas no funcionamento do organismo.

O fundador da Febracis, Paulo Vieira, explica que o esgotamento mental é fruto do excesso de demanda das atividades químicas que são realizadas no cérebro e da falta de substâncias neurotransmissoras capazes de sintetizar essas atividades, resultando em estafa mental, bloqueio, ansiedade e estresse, que nem sempre recebem a devida importância. “Muitas pessoas sequer sabem que estão passando por um processo de esgotamento mental. As situações de estresse e o cansaço são normalizados, e o ciclo do esgotamento continua sendo reproduzido. O perigo dessa continuidade é o aprofundamento dos sintomas, de maneira a causar situações graves para o indivíduo, impactando na vida pessoal e profissional”, explica Vieira.

De acordo com o especialista, o esgotamento pode ser desencadeado por fatores como autocobrança, desemprego, situação financeira e sobrecarga de responsabilidades. “No âmbito do trabalho é comum ele ser desencadeado por excesso de trabalho, o que, junto com a falta de eficiência e de recursos, gera um estresse enorme. Com isso, o colaborador se sente desmotivado e sobrecarregado, perdendo todo e qualquer prazer em trabalhar. Isso pode atingir qualquer membro da empresa, seja ele o colaborador ou o gestor”, avalia.

Vieira ainda acrescenta que é importante ficar atento aos sinais listados abaixo para evitar o esgotamento mental. Além disso, ele ressalta que recorrer a ferramentas de autoconhecimento e inteligência emocional, como o Método CIS, da Febracis, podem ser alternativas importantes para este processo. Realizado há mais de 18 anos, o Método CIS já impactou mais de 350 mil pessoas. O evento é realizado todo mês em um estado diferente no Brasil.

Sensação constante de cansaço (cansaço crônico)

É normal se sentir cansado após alguma atividade que exija muito esforço (físico ou mental), ou depois de uma sequência intensa de trabalho ou afazeres. No entanto, quando o cansaço é constante, e você se sente sempre esgotado e no seu limite, esta é uma situação que deve receber a sua atenção.

Imunidade baixa

O nosso corpo físico está diretamente interligado com o nosso emocional. Quando estamos sobrecarregados e esgotados a nossa imunidade baixa e o nosso corpo físico fica debilitado. Estar constantemente com algum problema de saúde por baixa de imunidade pode ser um sintoma de esgotamento mental.

Perda de memória

O esgotamento mental dificulta as ações neurotransmissoras, que também são responsáveis pela nossa memória. Esquecer constantemente obrigações, compromissos ou até nomes das coisas e pessoas pode estar ligado à estafa mental e não a uma questão da idade.

Baixa qualidade do sono e insônia

O estresse e a ansiedade são efeitos típicos. Com isso, nosso cérebro não consegue se desligar, trabalha intensamente e incessantemente, gerando um ciclo vicioso de esgotamento. Esse processo, muitas vezes, atrapalha a nossa capacidade de dormir e relaxar para reestabelecer as nossas funções neurotransmissoras, o que agrava ainda mais a estafa mental.

Apatia constante e generalizada

A falta de motivação e de interesse é um sintoma típico dessa situação. O que antes era razão de entusiasmo e prazer, passa a não ter mais significado. Com isso, a pessoa se torna apática, não sente vontade de se dedicar às tarefas.

Perfeccionismo

O perfeccionismo costuma ser muito valorizado, principalmente no ambiente de trabalho. No entanto, não aceitar que errar é humano e ter medo constante de cometer erros podem ser um sintoma de esgotamento mental. O perfeccionismo e o produtivismo exagerados demandam muita energia, o que pode causar ou aprofundar a estafa mental.

Descontrole

O esgotamento mental torna toda e qualquer tarefa mais difícil do que o normal, e as reações ficam exacerbadas. É normal a pessoa que está passando por esse processo se tornar reativa e perder o controle das suas emoções.

Febracis participa do CONARH 2018

Maior instituição de coaching das Américas, a Febracis participa pela primeira vez do CONARH – Congresso Nacional sobre Gestão de Pessoas. O congresso, que reúne importantes nomes do setor e promove mais de 100 horas de conteúdo sobre gestão de pessoas e desenvolvimento humano, contará com palestra magna do Master Coach e fundador da Febracis, Paulo Vieira, sobre como usar as emoções a seu favor. A Febracis é patrocinadora do evento e espera atingir um amplo público em busca de alcançar a alta performance na carreira. O CONARH acontece entre os dias 14 e 16 de agosto, no São Paulo Expo.

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Bem-estar nas empresas aumenta produtividade dos colaboradores

Mais do que o aumento da qualidade de vida, o bem-estar dentro de uma empresa pode mudar a produtividade dos funcionários. De acordo com uma pesquisa realizada pela Winning With Talent, um ambiente agradável aumenta em até 65% o desempenho de quem trabalha na companhia. Por este motivo, startups como GetNinjas e Nubank oferecem benefícios fora do convencional, buscando levar conforto e satisfação aos colaboradores.

Fundado por Eduardo L’Hotellier, o GetNinjas, maior plataforma de contratação de serviços do Brasil, oferece aos seus mais de 100 funcionários serviços como massagem, mesa de sinuca, espaço para churrasco e descanso com puffs, redes e cadeiras de praia, além de frutas durante o dia. “Após a massagem rápida, volto para minha mesa com mais disposição e fico ainda mais concentrada nas atividades”, conta Sandya Coelho, funcionária da empresa, que é uma frequente utilizadora do serviço.

“Em geral, as pessoas passam uma parcela considerável do dia no trabalho. É necessário cuidar do bem-estar, da mente e da qualidade de vida de todos. Somos uma equipe e é importante que todos estejam alinhados e satisfeitos para conquistarmos um bom resultado final”, diz L’Hotellier.

O Nubank, líder em tecnologia de serviços financeiros na América Latina, é também uma empresa focada no bem-estar de seus funcionários, a começar pelo seu escritório. O espaço, localizado no bairro de Pinheiros, em São Paulo, foi montado pensando em oferecer conforto de uma maneira que incentive a criatividade e troca de ideias. Hoje, são mais de 1000 funcionários que contam com serviços de massagem, frutas frescas servidas ao longo do dia, videogame, mesa de pebolim e sinuca, mini quadra de basquete e futebol, piscina de bolinhas, e facilidades como manicure, pedicure e design de sobrancelhas. Além disso, os pets são muito bem-vindos e acompanham seus donos em todo o prédio.

“Vida pessoal e profissional estão cada vez mais conectadas e todas as facilidades que o Nubank dá estão alinhadas com os nossos objetivos. Sempre com isso em mente, temos liberdade para pensar em inúmeras possibilidades e implementá-las. Queremos que todos os Nubankers se sintam bem, mentalmente e fisicamente, para desenvolver o máximo de seu potencial de uma maneira saudável e produtiva”, afirma Ricardo Frias, responsável pela área de benefícios do Nubank.

Para levar bem-estar ao local de trabalho, existem algumas dicas que podem ser bem-vindas a qualquer empregador.

Tornar o ambiente divertido;

Integração entre os funcionários;

Flexibilidade de espaço e horário;

Feedbacks frequentes;

Comemorar as conquistas.

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5 motivos que geram estresse nos profissionais e como gerenciar

Um ambiente de trabalho muito competitivo ou de muita pressão pode ocasionar situações que deixem os colaboradores estressados, prejudicando o rendimento e a motivação. “O nosso autoconhecimento é muito importante nesses casos, já que sabemos do nosso potencial, das habilidades e até que ponto podemos chegar e contribuir para a empresa”, afirma Elen Souza, assessora de carreira da Catho

Elen listou os cinco motivos mais comuns de estresse entre os profissionais e como gerenciá-lo.

1 – Acúmulo de funções

Algumas empresas têm o quadro de colaboradores reduzido, devido a crise que assolou o Brasil nos últimos anos, ou por sua estrutura mais enxuta, e com isso algumas pessoas acumulam mais funções dentro da organização.

Como lidar: Para a pessoa que está se sentindo sobrecarregada, a dica é fazer uma lista do que precisa, por ordem de relevância e prioridade. Outra alternativa é conversar com o líder direto, para organizar o dia a dia e discutir o melhor formato de trabalho. Paralelo a isso, no período da manhã e à tarde, é importante reservar um tempo entre 10 ou 15 minutos para tomar um café e descansar um pouco a mente.

2 – Resultados imediatos

Cada vez mais, as empresas buscam talentos que possam entregar resultados imediatos, o que acaba deixando o colaborador pressionado e, consequentemente, estressado.

Como lidar: Apesar da pressão, o profissional precisa entender qual seu papel na entrega dos resultados e tentar equilibrar a vida profissional com a pessoal, não deixando que essas cobranças prejudiquem sua saúde. Não levar trabalho para casa também é importante – é necessário descansar a mente e corpo.

3 – Aprender a lidar com frustrações

As frustrações dentro de uma empresa podem ser diárias: a meta não conquistada, a promoção que não veio, entre outras. Isso pode ser estressante e desgastante para o profissional.

Como lidar: O autogerenciamento é importante para aprender a lidar com as frustrações na vida pessoal e profissional, além disso, é essencial utilizar cada momento como aprendizado e criar planos de ação para situações futuras. E caso isso esteja atrapalhando o rendimento ou até mesmo influenciando de forma negativa fora do trabalho, é aconselhável conversar com familiares e amigos, ou até mesmo, procurar ajuda profissional.

4 – Falta de comunicação

Um grande problema das organizações é a falta de comunicação entre os gestores e os colaboradores, isso pode gerar uma insegurança sobre qual o melhor formato de trabalho, dúvidas sobre o que é esperado do profissional e seu futuro dentro da empresa.

Como lidar: Para vencer esse problema é necessário estabelecer uma relação de confiança dentro da empresa, além de conversar de forma transparente com superiores, pares e colegas de trabalho. Pedir um feedback periódico para o gestor, caso isso não ocorra, também é extremamente positivo.

5 – Relacionamento interpessoal

No ambiente corporativo, e fora dele, temos de lidar com diferentes opiniões, pontos de vista, e ideais, mesmo que, muitas vezes a diferença seja tão grande que acaba provocando situações desagradáveis.

Como lidar: É importante trabalhar a empatia, aprender a escutar, entender que cada pessoa é diferente e aproveitar isso de forma positiva.

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Além da produtividade: o lado humano do ambiente de trabalho digital quantificado

Funcionários que trabalham em ambientes digitais não apenas são mais produtivos como também mais motivados, têm uma taxa maior de satisfação com seus trabalhos e registram maior sensação de bem-estar, segundo um estudo global da Aruba, uma empresa da Hewlett Packard Enterprise.

O estudo, The Right Technologies Unlock the Potential of the Digital Workplace (“Tecnologias certas destravam o potencial do lugar de trabalho digital”), revela tanto os benefícios para os funcionários como para os negócios que um ambiente de trabalho mais focado no digital. E mostra como as companhias que são menos evoluídas tecnologicamente correm o risco de ficarem para trás de seus concorrentes e de não atraírem os melhores talentos. A pesquisa também aponta que as companhias devem estar mais atentas, à medida que os funcionários em um ambiente digital estão assumindo riscos maiores com relação à segurança de dados e informações.

Temas principais e resultados

O estudo, que conta com dados de 7 mil empregados entrevistados em 15 países, revela um verdadeiro abismo entre a performance e o sentimento dos trabalhadores de um ambiente de trabalho digital mais avançado e o dos que trabalham em ambientes que têm um nível inferior de digitalização.

Vários temas se destacaram:

Além da produtividade, ferramentas digitais proporcionam benefícios para as pessoas: “Revolucionários digitais” – funcionários identificados como aqueles que trabalham em ambientes digitais plenos, onde as novas tecnologias de trabalho são utilizadas de forma ampla – 51% estão mais proprensos a ter alta satisfação no trabalho e 43% têm maior probabilidade de ter uma percepção positiva sobre sua vida no trabalho que os chamados “Atrasados digitais” – aqueles que têm menos acesso a tecnologias no ambiente de trabalho. Os revolucionários também são 60% maior propensos a serem motividados no trabalho e 91% têm maior probabilidade de defender a visão de sua companhia.

O trabalho digital também impulsiona o desenvolvimento profissional: 65% dos Revolucionários afirmaram que têm visto um desenvolvimento profissional e crescimento com o uso da tecnologia digital, em comparação com apenas 31% dos Atrasados. Com um ambiente de trabalho digital, 72% dos Revolucionários registram uma maior habilidade para incorporar novas habilidades profissionais, em comparação com 58% dos Atrasados.

Ganhos comprovados de produtividade com a tecnologia digital: 73% dos Revolucionários Digitais reportaram um impacto positivo em sua produtividade e 70% citaram melhorias na colaboração graças às tecnologias digitais, contra 55% dos Atrasados.

Avanços contínuos na tecnologia digital e na automação criam as condições necessárias para melhores experiências no ambiente de trabalho: embora a automação possa ser vista como uma ameaça para a segurança no trabalho, nossa pesquisa descobriu que há um grande entusiasmo com ela. 71% dos entrevistados disseram que receberiam com satisfação um ambiente de trabalho totalmente automatizado no futuro, permitindo que as organizações construam ambientes de trabalho mais inteligentes e efetivos.

“Não importa qual indústria, nós temos visto um movimento no sentido de locais centrados no ser humano, com as empresas trabalhando para atender às expectativas em rápido ritmo de mudança sobre como as pessoas querem trabalhar”, Joseph White, Diretor de Estratégia de Ambiente de Trabalho, Design e Gerenciamento, da Herman Miller. “Isso depende da combinação de avanços em tecnologia – que incluem o mobiliário – com as ciências cognitivas para auxiliar as pessoas a se engajarem com o trabalho de novas formas. Isto não apenas significa experiências premium para os indivíduos, mas também a oportunidade para as organizações de atrair e manter os melhores talentos.”

“A própria natureza do termo ‘ambiente de trabalho’ tem se transformado, com as companhias começando a perceber que um espaço efetivo é focado na experiência e deve acomodar estilos de trabalho abrangendo diversas gerações e tipos de personalidades”, afirmou Francisco Acoba, diretor geral da Deloitte Strategy & Operations.

“Isso introduz novos processos onde soluções de TI, sistemas prediais e mobiliário interagem de forma harmoniosa com as pessoas para criar esses espaços. Indepedentemente da situação específica de sua empresa, onde os espaços se tornam fatores ativos da experiência de usuário isso beneficia o resultado final. No final das contas, trabalhadores que se sentem confortáveis em um espaço cumprem melhor suas tarefas. São aqueles que não vão eventualmente migrar para uma opção mais convidativa”.

Riscos emergentes

O estudo também identificou que os empregados estão entusiasmados com a nova tecnologia e têm o desejo de que seus empregadores ofereçam mais ferramentas. Quase todos os entrevistados (93%) acreditam que seu ambiente de trabalho poderia ser melhorado com o melhor uso da tecnologia, enquanto que 64% afirmaram que sua companhia ficará para trás em relação à concorrência se novas tecnologias não forem implementadas. A mesma porcentagem (64%) acredita que um escritório tradicional se tornará obsoleto graças aos avanços tecnológicos.

– Mundialmente, 69% dos entrevistados disseram que suas companhias têm investido no ambiente de trabalho digital nos últimos anos e que o interesse em uma nova geração de tecnologias tem crescido, incluindo ferramentas para prédios inteligentes que automatizam o controle de temperatura e a iluminação (24%), controle por voz e tecnologia sem fio de AV (23%) e aplicativos móveis corporativos personalizados (23%).

– A maioria dos entrevistados acredita que a tecnologia digital propicia um ambiente de trabalho mais eficiente (56%), mais colaborativo (52%) e mais atrativo (47%). Embora os benefícios do ambiente de trabalho digital sejam amplos, o estudo também revela que a cibersegurança é um desafio para os trabalhadores.

– Embora os funcionários apontem um alto nível de consciência relacionado à cibersegurança (52% pensam na segurança com frequência ou diariamente), eles também admitem correrem mais riscos com os equipamentos e dados da empresas, com 70% admitindo adotar comportamentos de riscos como o compartilhamento de senhas e equipamentos.

– Um quarto (25%) dos funcionários se conectaram a redes Wi-Fi potencialmente inseguras nos últimos 12 meses, 20% disseram que utilizam a mesma senha em várias aplicações e contas e 17% admitem que escrevem suas senhas para que possam lembrar delas.

O caminho a seguir

Essas informações indicam que as companhias devem se adaptar para impulsionar os benefícios da nova tecnologia de ambiente de trabalho digital, ao mesmo tempo que precisam minimizar os riscos de segurança. A Aruba recomenda que as organizações adotem as seguintes ações:

Adote uma estratégia de ambiente de trabalho digital: os departamentos de TI precisam trabalhar com os gerentes de negócio, usuários finais e outros interessados para definir um cronograma para a evolução do ambiente de trabalho digital. Isso inclui ir além de tecnologias já estabelecidas para implementar novas ferramentas, tais como sensores inteligentes e aplicativos móveis personalizados, que irão criar experiências de ambiente de trabalho cada vez mais personalizadas.

Construa espaços digitais de trabalho colaborativos: as empresas precisam pensar sobre como os espaços de trabalho digitais podem ir além de seus escritórios centrais para suportar os trabalhadores remotos, parceiros e clientes. Os líderes de TI precisam planejar e investir em um ambiente de trabalho sem fronteiras.

Incorporar segurança a partir do zero: as companhias devem planejar o ambiente de trabalho digital seguro como uma parte integral do projeto, levando em conta a possibilidade de erros humanos e outros fatores negativos. Para atingir um ótimo nível de segurança que pode se adaptar a mudanças e ao desconhecido, a TI deve estar atenta a tecnologias emergentes em redes, computação na nuvem, inteligência artificial e machine-learning (aprendizado de máquina).
“A consumerização do ambiente de trabalho é um movimento real. Os funcionários são consumidores e nós trazemos expectativas de consumidores conosco para o trabalho,” disse Janice Le, diretora de marketing da Aruba, uma empresa da Hewlett Packard Enterprise. “O local de trabalho está se tornando mais inteligente, sendo assim, os funcionários estão trabalhando de forma mais inteligente.”

Um novo paradigma começa a emergir onde as tecnologias de prédios inteligentes encontram uma interseção com o ambiente de trabalho digital para formar o Smart Digital Workplace (Ambiente de Trabalho Digital Inteligente). Aqui é onde os projetos focados no homen encontram a IoT (Internet das Coisas, da sigla em inglês) e construem a automação. O Smart Digital Workplace permite experiências personalizadas tais como móveis conectados e iluminação inteligente que se adapta ao usuário. Os prédios podem se tornar mais verdes ao otimizarem de forma dinâmica o uso de energia, tendo como base os hábitos de seus funcionários. Esses novos casos de uso não apenas impulsionam a produtividade dos trabalhadores como também aprimoram a eficiência, ao mesmo tempo que colocam as pessoas no centro do processo.

Le concluiu: “Este estudo global indica que a escolha, personalização, facilidade e automação estão aprimorando os vários níveis das organizações que estão definindo o futuro do trabalho. Nosso próprio local de trabalho é um laboratório vivo para o Smart Digital Workplace e nós estamos vendo resultados como contratação mais rápida e maior nível de aceitação de ofertas. Os benefícios são tangíveis e vão além da produtividade.”

Para ler o relatório completo, acesse: www.arubanetworks.com/TheWorkplaceofheFuture

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