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500 Startups e AMBEV promovem 4 Bootcamps virtuais

Uma das maiores dores que as startups encontram ao iniciar sua operação está na criação de seu product market fit e na busca por investimentos. Desde 2011, a‌ ‌‌500‌ ‌Startups, ‌fundo‌ ‌de‌ ‌capital‌ ‌semente‌ ‌mais‌ ‌ativo‌ ‌do‌ ‌mundo‌ ‌e‌ ‌com‌ ‌maior‌ número‌ ‌de‌ ‌saídas‌ ‌nos‌ ‌Estados‌ ‌Unidos‌ ‌e‌ ‌globalmente,‌ ‌segundo‌ ‌o‌ ‌‌Pitchbook‌ ‌2019, tem olhado atentamente para o ecossistema brasileiro de startups. E, após investir em mais de 40 negócios, está criando ações para ajudar esses empreendedores a escalarem.

Pensando em fortalecer ainda mais sua atuação no Brasil, o Fundo de Venture Capital escolheu a AMBEV como sua primeira parceira para criar ações de desenvolvimento para o ecossistema e irá promover bootcamps exclusivos para founders. Entre os dias 30 de novembro e 03 de dezembro, as empresas irão promover 4 bootcamps virtuais exclusivos para empreendedores que estão com suas startups em estágio inicial. Serão selecionados 10o negócios, até o dia 27 de novembro, e os 10 que melhor performarem, contarão com uma mentoria exclusiva com o time da 500 Startups.

“Nossa metodologia nasceu no Vale do Silício, mas acreditamos no acesso democratizado do conteúdo e da nossa rede de mentores para os empreendedores do mundo todo. Encontramos um alinhamento muito forte com a AMBEV para trabalharmos em conjunto e contribuir para o ecossistema brasileiro. Por isso, decidimos investir em um conteúdo digital, com o objetivo de atrair negócios de diferentes regiões do país e em diversas verticais. Será uma excelente oportunidade , principalmente durante essa fase de pandemia, de se conectar com founders e mentores ao redor do Brasil”, comenta Bedy Yang, sócia da 500 Startups.

Durante a parceria, a AMBEV ativará sua comunidade nacional, líderes de ecossistemas de startups e parceiros de inovação para garantir que a oportunidade seja visível em todo o país. Já o fundo de Venture Capital, irá compartilhar seu manual global de product market fit e abordará temas como fundraising e criação de pitch. Além disso, os mentores compartilharão atividades práticas, que ajudarão esses fundadores no desenvolvimento de seus negócios.

“Desbloquear o potencial dos fundadores em estágio inicial é peça chave para o desenvolvimento do ecossistema. Sabemos que a construção de startups bem fundamentadas pode aumentar as chances de sobrevivência durante o chamado vale da morte, no qual esses negócios já iniciaram as operações, mas ainda não obteve lucro. Por isso, queremos trazer um conteúdo rico e fechar novas parcerias para ajudar esses negócios crescerem”, reforça Flávio Dias, sócio da 500 Startups no Brasil.

A AMBEV interage com mais de 300 startups anualmente no Brasil e ouve as dores de desenvolvimento de suas equipes. Os esforços da companhia para construir uma comunidade de inovação forte levaram a corporação a conquistar o Startup Awards 2020 como a melhor empresa para se fazer negócios. “Essa parceria com a 500 Startups reforça nosso objetivo de ajudar o ecossistema de inovação como um todo. Queremos democratizar cada vez mais nosso ecossistema. Temos certeza de que podemos fazer diferença na comunidade de empreendedores do país”, ressalta Bruno Stefani, Diretor de Inovação Global da AMBEV.

Para se inscrever na série de bootcamps acesse: brasil.500.co/bootcamp

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Como se destacar em um hackathon

Os hackathons, maratonas de criação em tecnologia, fazem cada vez mais parte das iniciativas de fomento à inovação de empresas. Apesar de não seguirem um formato padrão, esses eventos exigem muito fôlego dos participantes que passam horas a fio desvendando dados, sistemas lógicos e usando a criatividade para desenvolver soluções que façam os olhos das empresas brilharem.

Renata Iwamoto, 26 anos, é formada em engenharia elétrica pela Poli e participa de hackathons por lazer. Segundo ela, esses eventos permitem uma experiência profissional diferente, os participantes aprendem muito na prática e o networking é incomparável.

A engenheira foi contratada pela Ambev após sua participação na segunda edição do hackathon da cervejaria, em 2016. Seu projeto não foi o escolhido, mas o que contou para a companhia foi o seu desempenho ao longo da maratona. Renata elencou cinco dicas para aqueles que também desejam se destacar:

1) Vá para aprender
Tem que ir sem medo: o mais legal é o potencial de aprendizagem que o hackathon proporciona. Vá aberto para conhecer pessoas, se desenvolver e aceitar ideias. Não se apegue tanto ao curso de formação, nem mesmo área de atuação. O mais importante é querer fazer diferente!

2) É preciso ter afinidade com as funções desempenhadas no desafio
Tenha em mente que é preciso ter afinidade com as funções de gerente de projetos, desenvolvedor, designer ou mesmo empreendedor. Mas não esqueça de que estamos falando em afinidade. Não é preciso ter experiência nessas áreas.

3) Escolha bem seu time
Os participantes montam o grupo de maneira proativa, por isso é importante escolher um time com pessoas de diferentes perfis. A diversidade traz muito valor.
Na Ambev, por exemplo, isso acontece na nossa rotina diária. A cervejaria acredita que um ambiente de trabalho mais diverso é propício para o surgimento de novas ideias.

4) Respeite todas as etapas
Cuidado com o desenvolvimento de cada etapa. É preciso escolher o problema dentro do tema proposto pela empresa, pesquisar as causas e validá-lo – fazer pesquisas na rua e falar com o público afetado. Depois desses passos, faça um brainstorming com o time para pensar em possibilidades de solução.

5) Construa uma apresentação matadora
Tão importante quanto ter uma boa ideia é saber explicá-la aos jurados. Apresente o projeto de forma clara e cronológica, incluindo as vantagens da solução para o negócio. Faça pesquisas na internet sobre pitch. Há muitas dicas sobre como se portar e apresentar.

A Ambev está com inscrições abertas para seu Hackathon 2017. O desafio do ano é: melhorar a experiência de consumidores na hora de beber cerveja.

Data: dia 5 e 6 de agosto

Local: Espaço CUBO – Rua Casa do Ator, 919, Vila Olímpia, São Paulo/SP
Inscrições até 30 de julho no site www.ambev.com.br/hackathon

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Estoque: o coração da logística

Por Victor Simas*

Com o vai e vem de nossas mercadorias, um fator é vital para o fluxo de produtos dentro da cadeia logística: o estoque. Nele, é armazenado tudo o que a empresa oferece em vendas e distribuição. A boa administração dessa etapa é extremamente importante para que não haja frustração da demanda, atrasos e erros nas entregas.

A qualidade e a eficiência da logística estão inteiramente ligadas ao estoque de uma empresa, já que esse setor absorve mais de 30% dos custos totais de uma operação. Ajustar as quantidades armazenadas está entre os processos de distribuição são fundamentais, também, para reduzir custos excessivos e não só facilitar os procedimentos na cadeia de entrega.

Muitos profissionais consideram o estoque como a parte mais burocrática do ciclo de escoamento dos produtos. Devemos salientar que essa etapa é tão importante quanto às outras, mas apresenta características determinantes para a conclusão do ciclo. Apesar de depender diretamente do nível de vendas de uma empresa, o estoque é um setor que demanda muita atenção, uma vez que seus custos têm impacto grande no resultado financeiro de uma companhia.

Para organizar um estoque de forma efetiva, deve-se mapear ações rotineiras dentro do sistema de administração local, como nível de determinado produto armazenado, “ressuprimento” de materiais, controle de compras e entregas, além da estrutura do ambiente físico. Passos como esses são fundamentais na organização do local de armazenamento. Dessa maneira, a eficiência gerada pela boa administração é o que destaca um estoque no mercado e gera ganhos nos resultados de uma organização.

Para isso, a gestão dos estoques não deve ser realizadas isoladamente. Um bom estoque nada mais é do que o reflexo de uma empresa organizada, que se preocupa com o armazenamento correto de seus produtos e com o nível de suprimentos oferecidos. Diversos fatores, como a larga produção de determinado produto, contribuem ativamente para definir a maneira como um estoque se encontra e também a eficiência no fluxo de produtos que ficam estocados ali. Resumidamente, podemos afirmar quer organizar e administrar o estoque de uma grande empresa demanda tempo e dedicação, mas é uma tarefa que efetivamente vai gerar resultados para o negócio.

*Victor Simas é presidente da Confenar (Confederação Nacional das Revendas Ambev e das Empresas de Logística da Distribuição).

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