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Pipefy contrata VP de Marketing


A Pipefy, startup de gerenciamento de processos eficientes, acaba de anunciar a contratação de Rodrigo Vaca para a posição de vice-presidente de Marketing. O executivo traz na bagagem funções semelhantes às que desempenhou na Zoho CRM. Nos Estados Unidos, trabalhou em gigantes como Google e Microsoft.

“A Pipefy tem crescido muito rapidamente e por isso precisávamos de alguém capaz de definir estratégias de marketing em nível global condizentes com nossos objetivos a longo prazo. A escolha dessa posição foi feita com bastante rigor e avaliando tanto a capacidade tática quanto a experiência dos candidatos. Nesse quesito, Rodrigo Vaca se destacou consideravelmente”, afirma o fundador e CEO da Pipefy, Alessio Alionço.

Com formação em Ciência da Computação e especialização em Desenvolvimento de Produtos de SaaS focado no mercado B2B, o novo vice-presidente de Marketing terá como missão identificar oportunidades para posicionar a marca, atuando no escritório da empresa em São Francisco, no Vale do Silício.

“A oportunidade é enorme e talvez igualmente importante. Vejo um forte comprometimento e alto desempenho da equipe atuando em um ambiente descontraído”, destaca o mais novo membro do quadro da Pipefy, que tem mais de 20 anos de experiência na área e competências em liderança, parceria estratégica e marketing de mídias sociais.

A plataforma

Projetada para facilitar o processo lento, caro e muitas vezes incômodo enfrentado por muitos gestores, a plataforma em nuvem da Pipefy permite a implementação de processos eficientes independentes do setor de TI, por meio de uma interface intuitiva, fácil de usar e com modelos específicos para cada departamento. A solução elimina uma batalha de longa data entre os gerentes de operações e os setores de TI, colocando o poder de gerenciar processos de negócios complexos, em que a velocidade da entrega de valor é fundamental, de volta nas mãos dos especialistas. Uma vez implementado em uma empresa, a ferramenta é rapidamente adotada a uma taxa de crescimento de 10% ao mês.

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5 lições que o Vale do Silício ensina para startups brasileiras

Conhecido por abrigar gigantes da tecnologia, o Vale do Silício, na Califórnia, é também berço de muitas empresas inovadoras, como as startups. Não à toa, a região tornou-se destino desejado por empreendedores de todo o mundo, inclusive os brasileiros.

O objetivo, no entanto, não é tão fácil quanto parece. Para o curitibano Alessio Alionço, fundador e CEO da Pipefy, startup de gerenciamento de processos eficientes, que tem sedes em Curitiba e no Vale do Silício, há uma ideia deturpada em relação à instalação de empresas no local.

“O Vale não torna a caminhada mais fácil, mas oferece mão de obra qualificada e em quantidade que não encontramos no Brasil – lá, cerca de 35% da população trabalha na indústria de software. A taxa de mortalidade das empresas que crescem na região, porém, não está tão longe da nossa, a diferença é que no local existem 10 vezes mais pessoas executando uma determinada função com mais experiência”, analisa Alionço, idealizador empresa global de SaaS (Software as a Service), que hoje está presente em 15.000 empresas e atende clientes em mais de 150 países.

Na visão do empreendedor, os americanos estão inseridos em uma cultura em que erros, além de totalmente aceitáveis, são necessários para formação de qualquer profissional. No Vale do Silício, essa cultura é intensificada principalmente pela maneira como as empresas estão alocadas na região, permitindo um largo fluxo de pessoas com os mesmos objetivos.

Para isso, essas mesmas pessoas têm como meta, desde o início de sua inserção no mercado de trabalho, uma consciência da existência de etapas fundamentais para alcançar resultados precisos.

O Vale pode, sim, impulsionar muitos negócios por combinar conhecimento, mão de obra e capital em um mesmo lugar, mas antes de pensar em transferir sua empresa para lá, confira as 5 lições que o Vale do Silício ensina para startups brasileiras, segundo Alessio Alionço.

1. Pense globalmente desde o primeiro dia

No Brasil, somos instruídos a crescer primeiro no mercado nacional e depois de algum tempo e com bastante solidez, a buscar ares internacionais. Diferentemente do Vale, em que o pensamento quase que obrigatório é pensar na expansão global do negócio no primeiro dia.

2. Errar não é o fim do mundo

Estamos inseridos em uma cultura em que errar é motivo de vergonha e um fator que impede tentativas de colocar uma ideia em ação. Os americanos valorizam a experimentação e, para eles, o erro significa um clico realizado. Independentemente da ideia der certo ou errado, a tentativa sempre resultará em oportunidade e chance de desenvolvimento.

3. Comunicar, comunicar e comunicar

Que a comunicação é um fator imprescindível dentro das empresas todo mundo sabe, mas os americanos, novamente, reforçam a ideia. É preferível pecar pelo excesso de diálogo e ser honesto com aquilo que não anda como deveria, o chamado radical candor, ou franqueza radical, adotado pelos líderes no Vale do Silício.

4. Zona de conforto nunca mais, arrisque

O risco sempre vale a pena na cultura dos americanos. As tentativas nunca são em vão e permitem que um leque de oportunidades seja aberto todas as vezes. Nós pensamos os motivos que podem levar uma ideia a fracassar, enquanto eles enumeram as possibilidades de dar certo.

5. Direto ao ponto

No ambiente do trabalho, os americanos prezam pela objetividade por diferentes razões, mas que sempre convertem para um mesmo ponto: a entrega de atividades de maneira rápida e eficaz. Ao contrário dos brasileiros, eles acreditam que construir laços no ambiente de trabalho é um fator que cria barreiras entre gestores e funcionários, por isso o evitam.

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4 razões para investir em gestão de processos

A era digital é responsável por permitir uma maior otimização de processos e, por isso, gera uma concorrência forte entre empresas que estão em uma corrida pela eficiência. O investimento em ferramentas que auxiliam a execução desses procedimentos passa a ser necessário, já que pode diminuir significativamente os custos de uma empresa e aumentar a produtividade da área de produções.

Empresas como a Wipro, líder global em Tecnologia da Informação, Consultoria e Serviços de Processos de Negócios, conseguiram reduzir em 95% o tempo de criação e implementação de processos utilizando ferramentas desenhadas para dinamizar a criação de processos, aprimorar o rastreamento e facilitar a construção ou reconfiguração de processos complexos pelos funcionários.

Alguns recursos disponíveis no mercado podem contribuir para a organização e estruturação de empresas, orquestrando e aplicando rapidamente novos processos sem depender do TI para a implementá-los, por exemplo, como é o caso da Pipefy, startup de gerenciamento de processos eficientes. A plataforma foi projetada exatamente para oferecer essas ferramentas e facilitar o processo lento, caro e muitas vezes incômodo enfrentado por muitos gestores.

A solução possui uma interface intuitiva e fácil de usar, além de modelos de processos específicos para diferentes departamentos que permitem modelar e rodar novos processos em pouco tempo.

Com a plataforma, novos processos operacionais para departamentos como serviço ao consumidor, RH, financeiro, marketing e vendas podem ser postos em prática dentro de horas ou dias, sem entraves de TI, otimizando os processos e aumentando a produtividade das empresas.

Fundada em 2015 pelo curitibano Alessio Alionço, a startup segue expandindo e já atua em 150 países, aproximadamente 77% de todo o mundo. Com um leque de 8 mil empresas atendidas, como Accenture, Santander e IBM, a Pipefy tem sedes em Curitiba e no Vale do Silício, nos Estados Unidos.

Veja, a seguir, 4 motivos elencados por Alessio Alionço para investir em gerenciamento de processos.

1. Aumento de competividade

As empresas estão sob constante pressão por eficiência devido à grande concorrência. Neste cenário, é importante que elas sigam linhas estratégicas eficientes para aumentar o faturamento ou reduzir custos, por exemplo, e se tornarem mais competitivas em comparação aos demais concorrentes do mercado.

2. Redução de custos

Trabalhar a melhoria de um processo, como o de redução de custos de uma empresa, impacta diretamente no resultado do negócio. As empresas que conseguem conter gastos e alargar a margem de ganho possuem grandes vantagens no mercado corporativo. Uma forma de economizar com gerenciamento de processos é investir em uma ferramenta que ofereça soluções de gestão de processos sem a necessidade de acionar o setor de TI, que acaba encarecendo a implementação. O empreendedor paga uma valor mensal pela utilização da ferramenta e, assim, não precisa de servidores ou técnicos alocados na empresa.

3. Melhoria dos serviços

Com a implementação de gerenciamento de processos, as empresas têm a oportunidade de aprimorar o tempo de execução e entrega de seus serviços. Além disso, a estruturação de procedimentos permite uma entrega mais uniforme ao torná-la menos sujeita a variações e garante a qualidade da ação independentemente de quem esteja encarregado dela.

4.Avanços tecnológicos

A tendência do mercado é que empresas invistam em tecnologias que automatizam o trabalho manual e, assim, otimizam recursos, diminuindo a taxa de erro. Com isso, aumenta a confiabilidade do serviço e os recursos humanos podem ser mais bem utilizados.

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Startup brasileira aposta em estratégia global e já atende clientes em 150 países

Fundada em 2014 pelo curitibano Alessio Alionço, a Pipefy, empresa de SaaS, foi projetada para facilitar o processo lento, caro e muitas vezes incômodo enfrentado no dia a dia por gestores. Ao se aproximar do consumidor no mercado de operações internas comuns a todos os negócios do mundo, a Pipefy cresceu rapidamente e hoje está presente em 150 países, atendendo a mais de 8 mil empresas: desde pequenos negócios, como a Dandelion Chocolates, baseada em São Francisco (EUA), a gigantes como Accenture, IBM, Santander e Wipro, passando por startups que já receberam investimentos, como a Olist e a Nibo.

Com interface intuitiva, ao estilo Kanban, a plataforma permite a execução de novos processos operacionais para departamentos como Serviço ao Consumidor, Recursos Humanos, Financeiro, Marketing e Vendas, possibilitando que sejam postos em prática dentro de horas ou dias, sem entraves de TI.

Estratégia de expansão para outros países

Para ter abrangência global, o primeiro passo foi ter a plataforma da Pipefy em inglês, desde o produto até o site, além de mídias sociais e campanhas de marketing. Outra decisão foi seguir a estratégia de países como Israel, que trabalham sempre com mercados globais: “É muito difícil ter relevância em targets pequenos”, diz Alessio Alionço, fundador e CEO da Pipefy. “Quando o Go To Market é global, existem muitos canais de nicho, o que faz com que seja muito mais fácil o trabalho, por exemplo, para a equipe de marketing fazer uma hipersegmentação de cauda longa para mídia paga. Nós percebemos que é muito mais fácil ser global desde o primeiro dia do que migrar de um produto local para um produto global posteriormente”, diz o empreendedor paranaense.

Oferecer um bom serviço ao consumidor final sem se ter uma base física no país no qual ele é utilizado pode parecer um obstáculo, mas Alessio percebeu um elemento-chave para direcionar essa condição a seu favor. “Nós preparamos a nossa operação para trabalhar com esses países através de cultura – entender como o mercado consumidor de software no local se comporta, sempre respeitando o fuso desses locais. Por exemplo, o brasileiro gosta de marcar reuniões, enquanto o americano gosta de comprar o software de maneira self-service”, conta.

Detalhes que fazem (toda) a diferença

Particularidades de cada país atendido são consideradas na hora de pôr as operações em prática. “Hoje, o fundamental para a Pipefy é ser bem sucedida nos países em que atua. Por isso, preparamos a nossa equipe para trabalhar com diferentes realidades, horários, modos de compra e ciclo de vendas. Temos uma preocupação muito grande com as ferramentas que usamos, desde bons recursos para reunião remota, infraestrutura de voz e dados, DDDs locais para parecer que estamos mais próximos dos clientes e ferramentas de insight sales”, afirma, concluindo em seguida: “A ideia é mostrar que estamos próximos desses clientes e que entendemos as suas necessidades, bem como de que forma preferem se comunicar com a nossa equipe”.

Aproveitando espaços do mercado

“Nós estamos construindo um novo segmento de mercado”, diz Alessio. “Durante anos, gerentes de empresas e departamentos de TI vêm lutando para priorizar recursos valiosos. A área de negócio das empresas tentava usar tecnologia para ser mais eficiente, mas dependia sempre do auxílio do departamento de TI para implementar e manter essas mudanças”, pontua. “Nossa visão é permitir que cada gestor dentro de uma organização crie seus próprios fluxos de trabalho customizados, sem a necessidade de possuir conhecimento técnico em programação. Ao possibilitar o gerenciamento ágil de processos, nossos clientes podem reagir a um ambiente de mudanças constantes e rápidas, garantindo uma execução de alta qualidade”, explica.

Experiência customizada de produto

A Pipefy entende que cada negócio é único e é justamente essa singularidade dos processos de cada empresa que pode levá-la à vantagem competitiva sobre os demais concorrentes no mercado.

“É difícil criar uma experiência de produto global nesse mercado, devido à complexidade significativa das operações internas de empresas. A Pipefy conseguiu criar um belo produto, que prioriza o usuário final e vai direto ao ponto dos problemas de negócios que eles estão resolvendo”, destaca Dan Scholnick, Sócio-Geral da Trinity Ventures, que completa: “Milhares de clientes em todo o mundo validaram a plataforma por meio do tempo e dinheiro que dedicam diariamente ao Pipefy”.

Anúncio de investimentos

Em março deste ano, a Pipefy recebeu o levantamento de US$16 mi em sua rodada de investimentos Série A, encabeçada pela OpenView Partners, firma de venture capital focada em empresas em fase de expansão, além da Trinity Ventures. A Redpoint Ventures e a Valor Capital, que já haviam investido na plataforma, também participaram da rodada. Outros investidores da companhia são a 500 Startups, o Founders Fund (do fundador do Paypal, Peter Thiel) e os fundadores da Zendesk, Morten Primdahl e Alexander Aghassipour. Os fundos levantados serão utilizados para escalar as operações da empresa à medida que a Pipefy expande suas equipes tanto em São Francisco como no Brasil.

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