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Home Broker: passo a passo para o seu primeiro investimento

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O Home Broker é a interface que conecta os investidores à Bolsa de Valores. Ao contrário do que muita gente pensa, hoje em dia não existe mais aquela cena dos filmes onde corretores gritam com telefones na orelha disputando a compra e venda de ações. Atualmente é tudo digital e, saber como funciona o Home Broker tornou-se fundamental para qualquer pessoa que deseja lucrar no mercado financeiro.

Operar através de um Home Broker é extremamente simples, desde que o investidor entenda a lógica da Bolsa de Valores. Partindo do princípio de que o mercado funciona sob a lei da oferta e demanda, a variação no preço das ações acontece de acordo com as decisões de compradores e vendedores. Quanto mais pessoas querendo comprar, mais cara a ação. Quanto mais pessoas que desejam vender, mais barata.

Primeiros cliques

Os sistemas de investimento mais modernos do mercado não exigem sequer uma instalação. Basta entrar no site da empresa que fornece seu Home Broker utilizando seu navegador e fazer o seu login. Ao entrar, você terá acesso à cotação das ações negociadas no pregão eletrônico da Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo).

Começar a investir requer um conhecimento mínimo sobre o mercado. Existem diversas empresas, sites e blogs que oferecem conteúdos de qualidade para novos investidores. Além disso, empresas de análise e consultoria oferecem recomendações em tempo real sobre as melhores oportunidades no exato momento em que elas surgem.

Em seu Home Broker você verá, próximo à cotação de cada ação, os botões de compra e venda. Ao clicar em comprar você deverá preencher quanto deseja pagar por aquela ação, quantas ações deseja adquirir e, por fim, lançar a ordem. Quando o sistema encontrar um vendedor que aceite esse preço a operação será realizada e os papéis irão automaticamente para a sua carteira.

A hora de vender suas ações

Agora que você já possui ações em sua carteira, está habilitado a vendê-las quando bem entender. Para isso, basta lançar uma ordem de venda no mercado, definindo quantas ações deseja vender e qual o preço de cada uma. Assim como na compra, caso hajam compradores dispostos a pagar o preço que você enviou o sistema os encontrará automaticamente e o negócio será executado.

Mas, preste bastante atenção! De nada adianta querer vender uma ação que está cotada a R$13,00 por R$40,00. O sistema obviamente não encontrará nenhum comprador compatível e você perderá a oportunidade de vender o ativo. Justamente por isso é importante acompanhar o “book de ofertas” e as cotações para detectar boas oportunidades antes mesmo de comprar.

Nesse ponto vale ressaltar a importância do manejo de risco. Muitas vezes investidores iniciantes aplicam todo o seu capital em ações de uma mesma empresa, tornando os riscos dessa operação extremamente altos. Diversifique comprando ativos de mais de uma empresa, de preferência em segmentos diferentes, a fim de diminuir os riscos e aumentar as chances de lucro.

Detectando boas oportunidades

Agora que você já entendeu como comprar e vender ações através do seu Home Broker está na hora de aprender a detectar as melhores oportunidades do mercado. Existem diversas maneiras de detectá-las e cabe a você estudar para encontrar a que mais se ajusta ao seu perfil.

A Análise Gráfica (ou Análise Técnica) oferece uma série de índices capazes de nortear a tomada de decisão dos investidores baseando-se em dados referentes à movimentação de mercado. Ela leva em conta, por exemplo, o volume financeiro de uma ação (quanto dinheiro ela movimenta em um determinado período) e o histórico de preço desse ativo.

Já a Análise Fundamentalista considera diversas informações sobre as empresas, como por exemplo a saúde financeira da empresa, governança corporativa e potencial de crescimento, para identificar ações de empresas que podem ter valorização no longo prazo.

Conhecer as opções de análise é fundamental para o sucesso de qualquer estratégia de investimento, por isso invista tempo em conhecimento!

A corretora de valores mobiliários

Para seguir os passos acima é necessário que você tenha uma conta aberta em alguma corretora de valores mobiliários. É através dela que você receberá todos os lucros provenientes das suas movimentações e também é nela que serão debitados os possíveis prejuízos.

Saber que o mercado de ações oferece riscos, mas também grandes possibilidades de ganho é fundamental para quem está começando a entender como aplicar na Bolsa de Valores. Com uma estratégia bem feita, disciplina para seguí-la e busca constante pelo conhecimento é possível atingir excelentes resultados no mercado financeiro.

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A crise chegou para as corretoras de valores?

O Brasil vive um momento de instabilidade: possibilidade de impeachment, crise econômica, política e muita insegurança por parte dos investidores. Nada disso é novidade, mas, será que todos esses fatores podem atingir as corretoras de valores mobiliários? Entenda mais sobre o assunto e veja como identificar quais são as melhores corretoras de valores.

A crise e os seus impactos

A Bovespa fechou o ano de 2015 com uma queda de 41,9%, dado que ilustra a situação do atual cenário econômico. Duas corretoras encerraram suas atividades nos últimos meses, seja por problemas legais ou pelos resultados negativos que vinham apresentando nos últimos períodos.

Mas, dentro de um cenário de adversidade sempre existem as empresas que enxergam oportunidades para crescer. Aquelas que conseguiram desenvolver um modelo de negócio focado no cliente obtiveram resultados positivos no mesmo período.

Ao perceber a tendência de mercado, algumas corretoras passaram a oferecer uma gama maior de produtos financeiros e fecharam o ano passado com lucros. Um bom exemplo é a XP Investimentos, que conta com a maior plataforma de produtos financeiros da América Latina e mais de 100 mil clientes ativos.

Foco nos clientes

O papel de uma corretora é, basicamente, gerar uma interface tecnológica e de assessoria financeira entre os investidores e a Bolsa de Valores. Seus lucros são provenientes de taxas que os clientes pagam para executar operações no mercado, desde a compra e venda de ações até a manutenção da conta.

O foco no cliente permeia todos esses pontos. É preciso que as instituições tenham uma equipe de assessores capacitada para ajudar a determinar a melhor estratégia para cada pessoa, uma infraestrutura à prova de falhas e também que ela pratique taxas justas que não sobrecarregam seus clientes.

Mas, e como escolher a melhor corretora?

Essa resposta varia de acordo com a estratégia de investimento de cada um. Existem mais de 50 corretoras no Brasil, cada uma com sua plataforma de produtos, infraestrutura e política de atendimento. Mas, independentemente disso, antes de abrir uma conta é fundamental que o investidor observe alguns dados importantes.

Informações referentes ao volume sob custódia e número de clientes demonstram a estabilidade e credibilidade da instituição, diminuindo consideravelmente as possibilidades de surpresas negativas no futuro. Afinal, ninguém quer ter os investimentos bloqueados caso a instituição onde escolheu investir quebre ou tenha algum problema com a CVM.

Outro ponto importante são os selos de certificação e garantia como, por exemplo, o Cetip Certifica e o selo Anbima. Essas instituições regulatórias possuem uma série de regras referentes à qualidade do serviço prestado aos clientes, garantindo a transparência das operações e oferecendo maior segurança para os investidores.

Com esses pontos em mente já é possível filtrar as empresas disponíveis no mercado para selecionar aquela que melhor se adapta às suas necessidades. O investidor deve determinar uma estratégia que esteja de acordo com seu perfil e objetivos para fazer a melhor escolha.

Aspectos como a qualidade da infraestrutura tecnológica, o atendimento da equipe de assessores e materiais educacionais são extremamente importantes tanto para quem investe em operações diárias, como no Day-trade, quanto para quem opta pelo longo prazo.

Uma corretora completa deve conseguir oferecer opções para todos os perfis de investidor, disponibilizar informações relevantes sobre a movimentação de mercado e ajudar seus clientes a conquistar bons resultados.

Independentemente do perfil é fundamental que os investidores busquem conhecimento sempre. Esses aprendizados podem ser a base de uma mudança estratégica nos investimentos e a corretora pode e deve ser o canal para ajudar o investidor. O cliente, por sua vez, precisa pesquisar com cautela as principais características de cada empresa e dessa forma evitar maiores problemas.

Fonte: Toro Radar

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