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Acesso Digital implementa biometria facial no Nubank

A tecnologia da Acesso Digital, empresa que possui a maior base nacional privada de faces cadastradas, começou a realizar a identificação das tentativas de falsidade ideológica dos clientes Nubank durante o processo de solicitação de cartão de crédito. Isso dá mais uma camada de assertividade ao processo de verificação antifraude do Nubank, que é hoje um dos mais seguros e efetivos do mercado.

“A biometria facial agrega mais uma esfera de segurança e melhorias na nossa operação, sem ter qualquer impacto na experiência do usuário. Do ponto de vista do cliente, o processo de solicitação do cartão continua simples, rápido e transparente”, garante Guilherme Wunsch, que lidera a área de prevenção a fraudes do Nubank. “Com isso, reduzimos a negativação indevida e melhoramos ainda mais a experiência de nossos clientes”, completa.

A biometria facial torna-se uma solução complementar às ferramentas internas de inteligência de dados baseadas em modelos matemáticos que o Nubank já possui. A tecnologia da Acesso confronta as faces dos clientes em uma base compartilhada entre as maiores fintechs, varejistas e bancos do Brasil. “O AcessoBio otimiza a segurança e o resultado dos clientes de maneira simples e eficiente, além de proteger o nome dos brasileiros”, aponta o CEO e fundador da Acesso Digital, Diego Martins.

A solução já está em operação no Nubank e os novos clientes já estão sendo validados pelo AcessoBio. Garantindo uma captação de clientes muito mais segura.

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60% das admissões geram retrabalho para Recursos Humanos

Pesquisa do IBOPE aponta que 98% das entregas de documentos em admissões são realizadas pessoalmente, gerando desgastes de conferência e se tornando passíveis de erros humanos. Em muitos casos, a área de Recursos Humanos (RH) de grandes empresas acaba tendo que delegar para unidades locais o recebimento e cobrança de documentos, complicando ainda mais os processos e aumentando a possibilidade de erros. Levantamento realizado pela Acesso Digital em sua base de clientes aponta que, 60% dos candidatos entregam a documentação de admissão com informações erradas ou faltantes.

“‘Dificuldade e retrabalho’ eram as palavras que mais ouvíamos dos clientes que ainda tinham seus Departamentos Pessoais e de Recursos Humanos analógicos ou com poucos processos digitalizados”, aponta o head do produto Acesso RH da Acesso Digital, Gabriel Pirajá. O termo HRTech ainda é novo, mas a solução oferecida pela Acesso Digital visando desburocratizar as relações entre as pessoas e os departamentos de Recursos Humanos por meio da tecnologia já está no mercado desde o ano passado e foi batizado de Acesso RH.

O funcionário contratado via Acesso RH recebe apenas um link via SMS ou e-mail e tem a praticidade de tirar as fotos de seus documentos com um celular e realizar todo o processo online sem precisar sair de casa. O sistema conta com o devido acompanhamento da área de checagem do sistema, que aponta inconsistências e valida a documentação já nas regras do eSocial. Com isso, o Acesso RH melhora a eficiência no processo, deixando a documentação pronta para lançamento em folha.

O sistema da Acesso Digital realiza todas as checagens de documentação de maneira digital, gerando outros diversos benefícios colaterais. A pesquisa do IBOPE também revela que o processo de admissão pode levar de 4 a 7 dias, já com o sistema da Acesso esse tempo cai para menos de 2 dias. Além de reduzir tempo de admissão, a empresa cria um processo único e padronizado de documentação de funcionários.

Entre os documentos que apresentam maior quantidade de divergências, o campeão é o comprovante de residência que é apresentado sem o nome da pessoa como titular. Documentos de identificação pessoal, como CNH e RG, também aparecem com prazo de validade vencido e/ou situação civil desatualizada – funcionários esquecem que averbar a sua situação civil. Em muitos casos, o grau de escolaridade não se comprova, em outros os dados bancários simplesmente não batem.

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Ingresso Rápido implementa sistema biometria facial

A Ingresso Rápido, maior marketplace de tickets e entretenimento ao vivo da América Latina, iniciou a implementação de um sistema de biometria facial nas transações realizadas pelo site e App. O sistema da Acesso Digital, empresa de tecnologia focada em soluções digitais que possui a maior base nacional de faces biométricas cadastradas, deverá aumentar a conversão de vendas e inibir fraudes, segundo os testes realizados no início de 2018.

A biometria facial evita fraudes por meio da validação das selfies que compõe o processo de compra de ingressos, confrontado as faces dos consumidores em uma base compartilhada entre os maiores varejistas do Brasil. Hoje, todo brasileiro que solicita um crédito ou compra um celular em algum dos clientes da Acesso Digital, gera um novo cadastro para essa base.

“A Ingresso Rápido busca constantemente formas de melhorar a experiência de compra dos clientes, prezando sempre pela segurança. Acreditamos que a biometria facial da Acesso Digital garantirá tranquilidade aos clientes na compra, além de impulsionar muitos outros projetos que estão por vir”, afirma o Gerente de Finanças e Pagamentos da Ingresso Rápido, Murilo Mascaro.

O uso da biometria facial no e-commerce para melhora da segurança e da experiência de compra já é realidade no mundo. O Alibaba, maior e-commerce da China, anunciou recentemente uma tecnologia que permite a compra através de uma selfie (vide vídeo). Já no Brasil, sabe-se que a compra pela internet cresce ano a ano. Segundo o levantamento Total Retail da PwC, apenas 3,4% dos consumidores brasileiros nunca compraram online.

Com o crescimento dos consumidores virtuais, cresce também a fraude e a recusa de clientes. Segundo dados do Mapa da Fraude, nos últimos anos os sites brasileiros contabilizaram entre 3% e 4,3% de fraude nas compras online, números que levam as empresas a investirem em tecnologias antifraude.

Essas tecnologias visam protegem as empresas, porém, no processo de evitar fraudes, muitos dos clientes considerados bons pagadores acabam sendo recusados. O Mapa da Fraude revela que 32% dos clientes que sofrem essa falsa recusa, não voltam a comprar no mesmo comerciante. Com isso, fica evidente que o desafio não está só em evitar a fraude, mas em permitir comprar quem não é uma fraude.

“Aumentar as vendas, evitar as fraudes e melhorar a experiência dos consumidores com tecnologia, são os objetivos da Acesso Digital nesse mercado. A empresa tem hoje a maior base privada de faces do país, compartilhando a solução de biometria facial com os maiores varejistas do mercado, fintechs, bancos, empresas de telecom e outros”, aponta o sócio da Acesso Digital e head do produto Acesso BIO, Marcelo Stuani Zanelatto.

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36% das empresas já perderam um candidato durante a admissão, aponta pesquisa do IBOPE CONECTA

A pesquisa “Contratações Brasileiras: analógicas ou digitais?” realizada pela Acesso Digital, empresa de tecnologia focada em oferecer soluções digitais que desburocratizem as relações entre pessoas e empresas, em parceria com o IBOPE CONECTA revela que 36% das empresas brasileiras já perderam candidatos devido à burocracia na contratação, sendo que para 42% o que mais impacta é o envio de documentos. Para solucionar essa questão, 91% dos entrevistados acreditam que em breve todo o processo de contratação será digital. Para facilitar e encurtar o tempo de envio e checagem de documentos, atualmente, já existem no mercado softwares como o Acesso RH, aplicativo onde o próprio funcionário realiza todo o processo de admissão de maneira 100% digital.

Dados da pesquisa apontam que 50% das empresas solicitam de 6 a 10 documentos para concluir o processo de contratação, sendo que para processar e validar todos os documentos de um novo colaborador são necessárias de 2 a 5 pessoas em 72% dos casos. Com isso, o processo de admissão leva em média de 4 a 7 dias em 43% das empresas consultadas. Com a digitalização de processos, usando o Acesso RH por exemplo, os dias viram horas e a quantidade de pessoas envolvidas cai drasticamente.

“Lançamos o Acesso RH para ajudar a resolver este cenário que vivenciamos todos os dias na área de Recursos Humanos e que a pesquisa mostra ser um grande gargalo. Além disso, percebemos que o Brasil ainda está defasado em comparação a outros países como Estônia, Israel, China, Índia e Estados Unidos, que investem pesado em tecnologia. Na Estônia, por exemplo, já é possível casar ou, até mesmo, se aposentar pela internet”, destaca Diego Martins, CEO e fundador da Acesso Digital e responsável pela pesquisa. O executivo aponta que a substituição do método tradicional de contratação também gera economia para as empresas, sendo que 54% dos entrevistados gastam até R$ 100 por funcionário durante um processo de admissão.

No recorte regional, os entrevistados do Sul do país apresentam um percentual menor de conhecimento de tecnologias para admissão de funcionários, com apenas 29% declarando que conhecem a maioria das soluções digitais disponíveis no mercado. O Sudeste lidera o ranking com 42% dos entrevistados admitindo alto conhecimento com relação a tecnologias voltadas para RH. O Nordeste e Norte/Centro-Oeste apresentam 35% e 37% de conhecimento, respectivamente.

Tendo em vista que as tecnologias digitais aceleram o tempo de contratação de colaboradores, diminuem os custos e ajudam a reduzir o retrabalho na fase de admissão, 78% das empresas planejam modernizar seus processos nos próximos anos. 47% das empresas informam que sentem uma pressão da liderança em prol da modernização da área de Recursos Humanos, com a chegada do eSocial a tendência fica ainda mais forte. “Além de garantir a qualidade das informações o Acesso RH também checa todas as informações para garantir que estejam enquadradas na nova regulamentação do eSocial”, destaca Gabriel Pirajá, head do Acesso RH na Acesso Digital.

Para 61% dos entrevistados, a identidade digital é a principal tecnologia que permitirá contratação seja 100% digital. Na Acesso Digital isso já é uma realidade e os dados de profissionais que migrarem para empresas que também utilizam o Acesso RH só precisarão fazer o envio dos documentos uma única vez, pois as informações ficam salvas no sistema. Com isso, os brasileiros não precisarão mais entregar documentos em papel para serem contratados.

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Saiba quem são os grandes profissionais de tecnologia do Brasil

Blogueira da PSafe analisa e comenta cenário de CEOs Brasileiros

O Brasil não é muito conhecido por incentivar o empreendedorismo. Muito pelo contrário. A quantidade de burocracias e impostos costumam dificultar e muito a vida dos empresários. Por isso mesmo, aqueles que conseguem se destacar em solo tupiniquim merecem reverência. Muitos começaram do nada, com uma simples ideia, e hoje ocupam cargos de importância ou são donos de grandes corporações.

Romero Rodrigues
Romero Rodrigues é fundador do Buscapé Company e membro do conselho da Fundação Endeavor. É também o CEO global de Comparação de Preços do grupo sul-africano Naspers, que comprou 91% de sua empresa em 2009 por US$ 342 milhões, o maior negócio da internet no Brasil depois do estouro da bolha pontocom.

Para muitos, é o brasileiro mais influente da internet, com 100 solicitações de amizade por dia no Facebook. O grupo que ele lidera conta atualmente com mais de mil funcionários.

Bel Pesce
Bel Pesce é fundadora da FazINOVA, escola de empreendedorismo e habilidades. Aos 26 anos, já escreveu três livros, foi considerada uma das “100 pessoas mais influentes do Brasil”, pela Revista Época, eleita um dos “30 jovens mais promissores do Brasil”, pela Revista Forbes, e entrou na seleta lista dos “10 líderes brasileiros mais admirados pelos jovens”, da Cia. de Talentos.
Bel estudou no renomado Massachusetts Institute of Technology (MIT), trabalhou em grandes empresas, como Microsoft, Google e Deutsche Bank, e morou no Vale do Silício, onde respirou empreendedorismo, liderou equipes e fundou empresas. Ela se tornou um grande sucesso em 2012, com o lançamento de “A Menina do Vale”, que rapidamente se tornou um fenômeno de vendas.

Marco DeMello
O carioca Marco DeMello, de 44 anos, é CEO da PSafe Tecnologia e do Grupo Xangô. Começou a programar com 12 anos, fez segundo grau técnico no Instituto de Tecnologia ORT e se formou em Engenharia de Computação na PUC-Rio. Depois saiu do Brasil para fazer um curso de extensão no MIT (Cambridge) e Executive MBA na Wharton School of Business.

DeMello foi o pioneiro em comunicação via vídeo pela internet em 1996 nos Jogos Olímpicos de Atlanta, com a criação de um CODEC inovador que permitiu os fãs falarem via vídeo com os atletas na Vila Olímpica com conexão discada. Ele também trabalhou diretamente com Bill Gates durante os “anos embriônicos” da internet, e foi o responsável pela aquisição e escalonamento da Hotmail na Microsoft, no fim de 1996.

Além disso, Marco foi o arquiteto de segurança do Windows XP SP3 (Springboard), que se tornou a versão mais segura e mais instalada do OS até o lançamento do Windows 7. O executivo ainda inovou no mercado de mídia norte-americano com a plataforma Malibu.

No Brasil, fundou e escalonou a PSafe no Brasil, ajudando a torná-la a maior empresa de segurança online latino-americana, com o aplicativo brasileiro para Android de maior sucesso de todos os tempos, e com o maior número de usuários satisfeitos.

Diego Torres Martins
O jovem paulistano Diego Torres Martins, 30 anos, é dono da Acesso Digital e criou o chamado de “Google” interno para empresas. Ele reuniu scanners e softwares de digitalização de diferentes fornecedores, além de investir em um datacenter para armazenar arquivos eletrônicos.

Com isso, começou a oferecer o pacote combinado para empresas de diferentes ramos de atividade copiarem e indexarem todos os documentos. Está entre as 20 empresas pequenas e médias que mais crescem no Brasil e, ao mesmo tempo, em primeiro lugar na lista de 2013 das Melhores Empresas Para Trabalhar no Brasil na categoria “Médio Porte – Nacionais”.

Marcel Fukayama
Dono da CDI Global, Marcel Fukayama foi eleito em 2014 pela revista “Forbes Brasil” um dos 30 brasileiros até 30 anos que está “reinventando o país e assumindo as rédeas do futuro”. Em 2001, o paulistano de 29 anos abriu uma das primeiras lan houses de São Paulo, para democratizar a internet, numa época em que o celular e o acesso residencial não eram tão comuns. Em 2003, criou o Aula Digital, primeiro programa de alfabetização que usava as lans e que, durante cinco anos, contemplou anualmente mais de 300 crianças de creches e escolas municipais de São Paulo. Até que, em 2008, conheceu Rodrigo Baggio, fundador do CDI (Comitê para Democratização da Internet), ONG que já beneficiou mais de 1,5 milhão de pessoas.

Marcel também foi selecionado pela Skoll Foundation entre 12 empreendedores sociais de destaque no mundo, com menos de 30 anos.

Claudio Emanuel de Menezes
Claudio Emanuel de Menezes é líder no segmento de software para leasing. Sua empresa, a Disoft, foi fundada em 1984 com a proposta de ser uma empresa diferente, que compartilhasse motivação e socializasse resultados.

A Disoft conta com 120 funcionários. Pela sexta vez consecutiva está na lista das melhores empresas de TI para se trabalhar.

Fabio Coelho
Fabio Coelho é o presidente do Google no Brasil. Engenheiro civil capixaba, com MBA em marketing e planejamento estratégico, o empresário passou mais de 25 de seus 50 anos em posições gerenciais, em empresas como Gillette, Pepsico, Citibank e AT&T.
O executivo já foi alvo de muitas polêmicas no que diz respeito à liberdade na rede. Em 2012, foi detido pela Polícia Federal por se negar a tirar do YouTube vídeos que supostamente caluniavam um candidato a prefeito de Campo Grande. De lá para cá, Fabio tem se tornado uma espécie de porta-voz da tese de que ainda é possível navegar anonimamente na internet.

por Ana Clara Nogueira

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