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Startup Farm lança o ahead, novo programa de aceleração

A Startup Farm, maior aceleradora independente da América Latina, lança o novo programa de aceleração da Startup Farm, o ahead. O novo programa responde à demanda apresentada pelo mercado e possui uma nova estrutura em sintonia com todo o aprendizado adquirido nas 17 edições realizadas nos últimos 5 anos. O objetivo do programa é levar as startups da fase mais inicial até o nível onde apresente produto funcionando e vendas com crescimento consistente.

A partir de 2017, as startups escolhidas para o ahead passarão em um processo que irá durar 6 meses e terá três fases de aceleração com focos específicos:

* Laser focus – 5 semanas: Imersão “full life” para os fundadores trabalharem focados na construção do modelo de negócios da sua startup, suportados pela Farm e por uma ampla rede de mentores, parceiros e investidores

* Get Sales Done – 5 semanas: neste módulo a startup trabalhará na construção de uma estratégia de vendas e definirá as principais métricas de desempenho do seu negócio

* Fundraising – 15 semanas: a startup irá construir uma projeção inicial de necessidade de capital, assim como trabalhará na definição da melhor estratégia de captação. Ao longo deste módulo a startup continuará trabalhando no desenvolvimento do produto e/ou serviço, assim como melhorar suas métricas de desempenho com o acompanhamento da Startup Farm.

Cumpridos os três módulos, a startup estará habilitada para o Demo Day, um evento em que os empreendedores apresentam seus projetos a investidores e executivos de grandes empresas. Este evento também será reformulado e será voltado para uma plateia de investidores com interesse de investir tickets entre R$ 300 mil e R$ 1 milhão. O Demo Day não deixará de ter a função de apresentar os negócios acelerados para ecossistema como um todo.

“ahead Visa” será a primeira edição do novo programa que na estreia buscará startups focadas em revolucionar o mercado financeiro nos setores de Pagamentos, Seguros, Gerenciamento Financeiro, Investimentos, Funding, Eficiência Financeira, Bitcoin, Blockchain, Empréstimos e Renegociação de Dívidas. Aquelas startups que possuem serviços e ou produtos relevantes para o setor, também poderão participar. As inscrições para o ahead Visa estão abertas a partir de hoje, 20 de outubro, e podem ser feitas por meio do site aceleracao.startupfarm.com.br.

Realizado com o patrocínio da Visa, o ahead contará ainda com o suporte de tecnologia e negócios do time de executivos da Visa e de outras instituições parceiras. “Acabamos de lançar o Brasil Co-Creation Center em São Paulo e sua principal missão é promover um espaço aberto e interativo que busque cocriar inovações para o desenvolvimento da próxima geração de pagamentos. Ampliar essa rede de cocriação passa por se conectar com startups e com fintechs. A nossa participação nesse novo formato de programa de aceleração da Startup Farm marca o início de um próspero e frutífero relacionamento entre Visa, startups e fintechs em busca do desenvolvimento em conjunto das futuras tecnologias que irão nortear a inovação no país”, afirma Érico Fileno, Diretor executivo de inovação da Visa do Brasil.

ahead Visa

Foco em startups com serviços para o sistema financeiro
Inscrições abertas pelo site aceleracao.startupfarm.com.br

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Startup do Cietec é vencedora do Oitavo Concurso Acelera Startup da Fiesp

A empresa de biotecnologia BR3, associada à Incubadora de Empresas de Base Tecnológica de São Paulo Cietec/IPEN/USP, foi a vencedora na categoria Operacional do Oitavo Concurso Acelera Startup, promovido pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo – Fiesp. A premiação aconteceu dia 5 de julho e o reconhecimento veio pelo inseticida biológico DengueTech, produto que elimina larvas do Aedes aegypti, desenvolvido a partir de pesquisas de cientistas ligados à Fiocruz.

O DengueTech é um tablete que contém o microrganismo Bacillus thuringiensis israelensis, conhecido como Bti. Seu funcionamento é muito simples, basta colocar o comprimido no recipiente onde pode se acumular água, mesmo que ainda esteja seco, e isso já basta para inviabilizar o criadouro por um período de 60 dias. Quando a água chegar e os ovos do mosquito eclodirem, as larvas vão ingerir o Bti e morrerão antes de se tornarem adultos.

A BR3 competiu no Oitavo Concurso Acelera Startup da Fiesp com mais de 4.500 empresas. Ao entregar o prêmio ao empreendedor Rodrigo Perez, CEO da BR3, o presidente da Fiesp e do Ciesp, Paulo Skaf, destacou a importância de um produto como esse e disse que a Fiesp vai dar apoio para o desenvolvimento da empresa.

Sergio Risola, diretor-executivo do Cietec, é um entusiasta do DengueTech. “A função da incubadora é incentivar suas empresas a inovarem de forma a impactar positivamente a sociedade. O DengueTech, sem dúvida, é um dos produtos mais relevantes que já saíram do Cietec, nos nossos 18 anos de atividade”.

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ACE abre inscrições para nova turma de aceleração de startups

A ACE, eleita pelo terceiro ano consecutivo como Melhor Aceleradora da América Latina pelo LatAm Founders, está com inscrições abertas para mais uma turma de startups.

O processo seletivo está aberto até o final de julho, e tem como meta escolher os melhores empreendedores para dois programas de aceleração: ACE Growth, voltado para startups em momento de crescimento, e ACE Start, para empresas em validação.

As startups irão acelerar nos hubs de São Paulo, Curitiba ou Goiânia. Pela primeira vez os empreendedores poderão escolher para qual programa e região desejam aplicar suas startups. Dependendo do momento da empresa, ela pode receber investimento de até R$ 150 mil.

Como se inscrever

Todas as inscrições são feitas pelo Fundacity (http://www.fundacity.com/goace), plataforma feita especialmente para a seleção de startups. Com mais de 600 startups inscritas no último semestre, a ACE espera chegar a 1.000 inscrições para a próxima turma.

“Temos mais oportunidades para empresas em validação, além de um novo foco para startups regionais”, afirma Carol Piguin, Startup Hunter responsável por toda seleção da aceleradora.

Por conta do grande volume de inscrições e do alto grau de exigência da ACE, o questionário também passou por modificações. “Ampliamos o formulário para conseguirmos avaliar as empresas com mais propriedade. Uma seleção rigorosa é o primeiro passo para conseguirmos as melhores startups para cada um dos programas”, diz Carol.

Investimento e regiões

ACE Growth (http://goace.vc/growth) é uma continuação do trabalho da antiga Aceleratech, que já acelerou mais de 70 empresas com grande sucesso. Esse programa oferece R$ 150 mil de investimento por 10% de participação na empresa e é destinado para startups em estágio de crescimento.

Já o recém-criado ACE Start (http://goace.vc/start) seleciona startups em estágio de validação, e acelera as empresas sem investimento, sem custo nem participação acionária. O maior trabalho é confirmar as hipóteses das startups e prepará-las para o crescimento.

As inscrições para os “hubs” de Curitiba e Goiânia também estão abertas: startups das regiões Sul e Centro-Oeste terão preferência nestes locais, em uma iniciativa para fomentar os ecossistemas empreendedores locais. Neste caso, a negociação envolve um aporte de R$ 100 mil por 10% da companhia.

E startups com negócios voltado para Internet das Coisas, plataformas de atendimento a clientes e soluções em Tecnologia de Informação e Comunicação para micro e pequenas empresas ainda podem se inscrever em um programa de aceleração corporativa, fruto de uma parceria entre a ACE e a Algar Telecom.

O processo seletivo está aberto até o final de julho, mas as startups que se inscreverem antes serão avaliadas também com antecedência. Cadastrando-se no site da ACE (http://info.goace.vc/inscricoes), o empreendedor recebe informações e as melhores práticas de como inscrever sua startup. A ACE publicou recentemente um vídeo com seis dicas para se inscrever para uma aceleradora:

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Startups: inscrições prorrogadas para a primeira turma da nova aceleradora Mundi Lab

A Mundi Lab (http://mundi-lab.com/), aceleradora de startups espanhola promovida pela Munich Re (www.munichre.com), maior resseguradora do mundo, prorrogou até dia 29 de novembro as inscrições para sua primeira turma global de acelerados.

Desenvolvida para facilitar a entrada de empresas com produtos aplicáveis aos mercados de seguros e resseguros dentro da estrutura da Munich Re, a Mundi Lab busca por 10 startups digitais em estágio amadurecido e com atuação principalmente na península ibérica e américa latina.

“Esse programa de aceleração desenvolvido pela Munich Re tem características muito interessantes, principalmente para startups em um estágio um pouco mais avançado, pois além de não cederem equity para participarem, terão uma oportunidade incrível de fazer negócios com uma gigante do setor”, afirma Luisa Ribeiro, CEO da Gema Ventures e advisor da Mundi Lab para a América Latina.

Como funciona?

Primeira fase (aceleração intensiva de 5 semanas + demo day)

Com duração de 5 semanas, o programa acontecerá quase em sua totalidade dentro da infraestrutura alocada no “Madrid International Lab”, espaço de fomento do empreendedorismo e internacionalização da economia local e resultado de uma iniciativa da Câmara Municipal de Madri que atrai startups do mundo todo. Alguns eventos também ocorrerão no Google Campus de Madri.

As startups escolhidas não cedem participação acionária para ingressarem, assim como não têm nenhum custo inicial. Dentre os benefícios disponibilizados às startups destacam-se a oportunidade de contar com mentores – ligados à Munich Re ou Mundi Ventures – destinados individualmente para cada uma delas; diversos workshops; networking com executivos chave do setor e com a comunidade empreendedora. Os empreendedores também terão a oportunidade de conhecer a ampla rede de profissionais, parceiros e clientes da Munich Re, e o mais importante – lançar um programa piloto com a mesma ou com seus principais clientes. Ao final do processo será realizado um Demo Day internacional onde todas as startups se apresentarão aos principais players do mercado.

“A parceria com startups tem o objetivo de dar liberdade aos empreendedores para que inovem sem restrições, sem amarras. Nossa contribuição se dá no sentido de facilitar o entendimento do mercado, dar um enfoque estratégico às prioridades e decisões, e em última instância com capital”, Rodrigo Belloube, CEO da Munich Re do Brasil.

Segunda fase (programa piloto de inovação Munich Re)

Os melhores projetos passam para a segunda fase e ingressam automaticamente no programa piloto de inovação da Munich Re. Com duração de 12 meses, ocorrerá remotamente e terá maior ênfase em implementar o go-to-market e validar a solução no mercado com o auxílio de especialistas das indústrias de seguro e resseguro.

Dados comprovam busca do setor por inovação

As novas tecnologias estão transformando o setor de seguros, até então dito como tradicional. É um fato. O setor de tecnologia para seguros é hoje “a menina dos olhos” para investidores. Segundo relatórios das maiores consultorias de tecnologia, startups com foco em tecnologia para seguros levantaram US$ 2,12 bilhões em financiamentos desde 2010, dos quais US$1,39 bilhões desde o início de 2014.

O ano de 2015 já bate recorde, com mais de 800 milhões de dólares levantados. Não há dúvidas que os avanços em Big Data, soluções mobile e da chamada “Internet das Coisas” mudarão a relação entre clientes e seguradoras. “No Brasil o seguro de vida individual apresenta um potencial de crescimento extraordinário. Existe uma demanda não atendida muito grande e acreditamos que a indústria tem muito espaço para acolher ideias inovadoras que possam vir de startups para atrair e reter novos consumidores”, afirma Edgar Kataguiri, Diretor de Vida da Munich Re do Brasil

Ao enxergar esse cenário, as seguradoras estão buscando se aproximar ainda mais de seus usuários, oferecendo produtos e serviços complementares para a indústria tradicional. Uma pesquisa realizada pela consultoria Accenture, entre 141 executivos de seguradoras em todo o mundo, mostra claramente que, para acompanhar esse novo momento do mercado de seguros:

– 72% das seguradoras estão formando novas parcerias de distribuição;

– 61% das seguradoras está planejando para oferecer produtos e serviços complementares aos de seguros;

– 43% das seguradoras pretendem ou já adquiram startups /soluções tecnológicas;

Inscrições abertas no site http://www.fundacity.com/mundi-lab/apply/519.

Informações gerais
Término das inscrições: 29 de novembro
Duração do programa: 29 de fevereiro a 7 de abril
Demo Day: 8 de abril

Sobre o Mundi Lab
Mundi Lab é um programa de aceleração de startups com alcance mundial, desenvolvido para facilitar a entrada no mercado de empresas com soluções inovadoras aplicáveis aos mercados de seguros e resseguros.

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Crise gera boa opção de negócios para startups

Gerente da aceleradora pernambucana Jump participará do comitê de TI da Amcham Recife para falar sobre empreendedorismo e aceleração

Economizar e tornar o negócio mais eficiente. Tais medidas além de serem uma necessidade para as empresas no atual momento de crise são também uma oportunidade de negócio para as startups. De acordo com o gerente de aceleração da aceleradora pernambucana JUMP, Pedro Souza, diante de um momento de contingenciamento de gastos as startups com projetos capazes de promover economia e otimização para os negócios têm boas chances de conseguirem a preferência dos investidores. Para falar sobre o processo de aceleração no atual momento, Souza participa no dia 15 deste mês do comitê de TI da Amcham Recife, às 8h, no Amcham Business Center, Pina.

Souza cita o exemplo da Teslabit (acelerada pela Jump), que oferece serviço de gestão energética, fornecendo em tempo real dados relativos à energia consumida e à sua qualidade. Ele comenta também o caso da startup Flowup, cujo serviço permite acompanhar o custo-benefício de cada projeto em andamento na companhia em termos de dinheiro e eficiência.
Ele lembra que, embora algumas aceleradoras no país estejam de fato sentindo os efeitos da crise e reduzindo investimentos, no geral ainda há muitos recursos sendo aplicados em empresas inovadoras. Segundo dados do clube de investimento Fundacity, o ritmo de investimentos das aceleradoras permaneceu estável em comparação com o ano passado, atingindo o montante de R$ 170 milhões no primeiro semestre de 2015.

“Startups trabalham com inovação, que é algo necessário em tempos de crise e em tempos de bonança. Boas ideias sempre vão contar com investimentos”, diz Souza. Levantamento da Fundacity mostrou que nos próximos 12 meses as áreas em que as aceleradoras brasileiras mais planejam investir são Educação e saúde, sendo apontadas por respectivamente 85% e 77% das aceleradoras.

O gerente da Jump comenta que a expectativa da aceleradora pernambucana é acelerar cerca de 100 empresas nos próximos 5 anos, esperando que pelo menos 10% delas emplaquem no mercado.

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Jump Brasil anuncia resultado de aceleração

Foram selecionadas cinco startups de Pernambuco e uma de São Paulo

A aceleradora Jump Brasil, ligada ao parque tecnológico recifense Porto Digital, divulgou as startups escolhidas para sua primeira turma de aceleração. São cinco empresas: Teslabit, Epitrack, Archimedes, Fast e Clapme.

Para chegar ao resultado, representantes do Porto Digital, do Instituto Talento Brasil (ITB) e investidores assistiram a pitches das 14 startups pré-selecionadas. Pedro Souza, gestor da aceleradora, explica que “cada uma das empresas teve 10 minutos para falar sobre seu produto para uma banca com o time da Jump e do ITB”. Depois, os investidores sabatinaram cada equipe por mais 15 minutos.

Segundo Souza, os aspectos observados pela banca para tomar a decisão foram: a inovação da solução apresentada, o modelo de negócios, o tamanho do mercado, o retorno esperado e a capacidade de execução do time.

O gerente da aceleradora completa: “Das cinco empresas selecionadas, temos soluções que atacam mercados interessantes como o de energia, saúde, produtividade, educação e entretenimento. O destaque é para Clapme que é de São Paulo e está fazendo o movimento ‘inverso’ ao optar ser acelerada em Recife”.

Confira detalhes das empresas aprovadas:

Teslabit (Pernambuco): serviço completo de gestão energética. Fornece, em tempo real, todos os dados relativos à energia consumida.
Epitrack (Pernambuco): startup da área de saúde, como vigilância epidemiológica em dispositivos móveis, detecção digital de doenças e treinamento para epidemiologistas.

Archimedes (Pernambuco): sistema avaliativo integrado e completo para faculdades e escolas. Concentra-se no desenvolvimento de avaliações integradas e contextualizadas para direcionar o desenvolvimento do aluno e da instituição de ensino.

Fast (Pernambuco): empresa especializada no desenvolvimento de software para diversas plataformas e também em consultoria em gestão da inovação.

Clapme (São Paulo): plataforma de transmissão online de shows que tem 100 mil usuários cadastrados, dos quais 10 mil são artistas e bandas.

Sobre o Porto Digital

O Porto Digital é um dos pilares da nova economia do Estado de Pernambuco, com 200 empresas que faturaram uma média de R$ 1 bilhão (2010) e empregam mais de 6.500 pessoas. Sua atuação se dá em atividades altamente intensivas em conhecime nto e inovação, que são software e serviços de tecnologias da informação e comunicação e economia criativa, em especial os segmentos de games, multimídia, cine-vídeo-animação, música, design e fotografia, além de propaganda e publicidade.

Considerado uma referência na implementação do modelo da ‘triple helix’, o Porto Digital é fruto de uma ação coordenada entre empresas, governo e academia, que resultou, após 10 anos de sua fundação (2000), num dos principais ambientes de inovação do País.

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Porto Digital recebe inscrições para aceleradora

Estão abertas até o fim do mês as inscrições para a primeira turma da Jump Brasil, ligada ao parque tecnológico Porto Digital. Em parceria com o Instituto Talento Brasil e com investimento da Jereissati Participações, a aceleradora selecionará cinco empresas inovadoras.
As startups selecionadas passarão por um processo de aceleração realizado em cinco meses. Nesse período, as empresas receberão aporte financeiro de R$ 40 mil para a estruturação de modelo de negócios. Também é parte do programa sessões de capacitação, mentoria, consultoria empresarial, conexão com investidores e seminários.

“O Porto Digital possui uma estratégia de desenvolvimento do empreendedorismo e inovação suportada por incubadoras e aceleradoras. O público-alvo da Jump Brasil são as empresas que já apresentam maturidade no seu modelo de negócios e perspectivas de atender às demandas do mercado”, comenta Francisco Saboya, presidente do parque tecnológico.

As empresas procuradas são aquelas com produtos já lançados ou em fase de pré-lançamento com foco em TIC e Economia Criativa e com uso intensivo de tecnologia. Ademais, uma das vagas será destinada a projetos que contribuam para o desenvolvimento de soluções urbanas, com prioridade para os seguintes temas: mobilidade urbana, energia, poluição, sustentabilidade e segurança.

O superintendente da Jump Brasil, Pedro Souza, está promovendo uma série de encontros e conversas com atores do ecossistema local e regional para divulgar a chamada. “Além de encontros em faculdades, universidades e ambientes de coworking, estamos em contato com comunidades de startups de todo o Nordeste e disponíveis para tirar dúvidas e esclarecimentos”, explica.

Startups de todo o Brasil podem submeter propostas de aceleração. Para participar, as empresas devem submeter o formulário disponível no site da Jump Brasil (www.jumpbrasil.com), assim como anexar um vídeo de dois minutos com apresentação e justificativa de inscrição. Os selecionados nessa etapa passarão por entrevista presencial, na sede da aceleradora. Os finalistas assinarão contratos de participação societária.

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