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Aceleradora de Negócios Organica chega ao Rio Grande do Sul

A Aceleradora de Negócios Organica anuncia sua expansão rumo ao Sul do País com a oficialização da sua chegada a Porto Alegre (RS). A nova operação reforça o crescimento da empresa fundada em 2014 por Roni Cunha Bueno e Renato Mendes e tem como objetivo atender à demanda de clientes que buscam criar modelos de negócio vencedores dentro da Nova Economia.

À frente da expansão para a praça está a sócia Luciane Aquino. Ela explica que a chegada ao Rio Grande do Sul foi um movimento natural do mercado. “O mercado de Porto Alegre é muito rico e nós temos sido procurados por muitas empresas com potencial para crescimento na economia digital. Algumas são startups já com tração e que precisam crescer ainda mais rápido, e outras são empresas tradicionais que perceberam que precisam dominar o digital para não perder mercado, mas não conseguem vencer as barreiras culturais para ter sucesso”, comenta Luciane.

No Rio Grande do Sul, a Organica já está trabalhando com as empresas como a Umbler, de hospedagem em nuvem por demanda, Rocket.Chat, plataforma de chat corporativo, e Delivery Center, solução de entregas que integra varejo online e offline.

Em todo País, a aceleradora já auxiliou mais de 40 empresas a crescer, entre elas MaxMilhas (Melhor startup 2017 pela Startup Awards), Méliuz (Melhor startup 2016 pela Startup Awards), Dr. Consulta (Empresa de maior impacto 2017 pela Latam Founders), Banco Votorantim, Mercado Bitcoin, Netshoes, Banco Modal, Banco Olé (Grupo Santander), Oi, Time for Fun, Terra, GetNinjas, Leiturinha, Netfarma, Serasa Experian, Empiricus, Netfarma, e.Bricks Ventures, Dinda, Object Edge, ProntMed, entre outras.

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Crescimento exponencial é foco de empresa especializada na aceleração de negócios e pessoas

Com escritórios em São Paulo e no Rio de Janeiro, a Organica, empresa que lidera o crescimento acelerado de negócios, tem o objetivo de auxiliar companhias em busca de avanço exponencial e sustentável, em um ambiente cada vez mais desafiador. Fundada em 2014 por Roni Cunha Bueno, a empresa, que cresceu três vezes no último ano, conta com os sócios Renato Mendes, Priscilla Erthal e Pedro Paulo Moraes, além de 13 outros associados. Já passaram pelo seu portfólio mais de 40 empresas, entre elas MaxMilhas (Melhor startup 2017), Méliuz (Melhor startup 2016), Dr. Consulta (Empresa de maior impacto 2017), GetNinjas (eleita pela Forbes uma das empresas mais promissoras do país) e Mercado Bitcoin.

Os sócios da Organica perceberam que o mundo está passando por uma mudança estrutural e que novos modelos de negócio estão transformando para a sempre a chamda a Velha Economia. Diversas grandes companhias que não acompanharam essas mudanças fecharam as portas nos últimos anos como a BlockBuster, Kodak e o My Space. Outras, entenderam que na Nova Economia, as regras do jogo são diferentes. A Organica nasceu para ajudar a ambas: fazer com que as antigas empresas encontrem oportunidades no mundo digital e ajudar as novas empresas a crescer de forma exponencial e sustentável dentro da Nova Economia.

“Estamos vivendo um período único em termos de oportunidade de expansão de negócios por meio do digital. Juntamos na Organica pessoas que passaram por grandes experiências e hoje o propósito é encontrar, juntos, os novos caminhos do crescimento”, explica Roni Cunha Bueno, CEO.

Entre as empresas aceleradas pela Organica estão: Nestshoes, Banco Modal, Banco Olé (Grupo Santander), Oi, Time for Fun, Terra, GetNinjas, Leiturinha, Netfarma, Serasa Experian, Empiricus, Netfarma, e.Bricks Ventures, Dinda, Objetct Edge, Me Salva!, ProntMed, entre outras.

Para quem precisa pensar como uma organização exponencial, a Organica mergulha rapidamente no negócio e busca novas visões, ações e alternativas para dinamizar e atingir o máximo potencial de crescimento. Para aquelas que já fazem parte da Nova Economia, especialistas auxiliam a empresa a repensar seu modelo de negócio para crescer de forma sustentável. “Nosso mercado é altamente complexo e competitivo e a Organica conseguiu construir alicerces importantes para dar suporte e acelerar o crescimento da Modal Mais”, diz Rodrigo Puga, CEO do Modal Mais. Veja mais depoimentos aqui.

“Nosso time reúne expertises complementares [que vão de pessoas, TI, Finanças, Marketing a Operação e Gestão], o que torna nossa atuação dinâmica na identificação de oportunidades, execução de planos de ação e alcance de resultados acima da média”, explica Priscilla, sócia diretora.

O trio de sócios se conheceu na Netshoes, onde Roni Bueno foi VP, Renato, Head de Marketing & Communications da Latin America e Priscila, Head de Marketing & Performance. Além deles, a Organica conta com grandes nomes em seu time como Luciane Aquino, ex-VP Global de Mídia do Terra; Flavia Russa, que liderou por 7 anos toda a compra de mídia e a estratégia promocional da Cnova Casasbahia.com.br, Extra.com.br e Pontofrio.com.br; Maurício Alexandre, ex-CMO da Bidu Corretora; Vinicius Picollo, que passou pela Leroy Merlin, Netshoes e Toyota; Wagner Tebaldi, que participou da expansão da B2W, na Americanas.com; Kat Wendelstadt, que construiu a área de Marketin no Dr. Consulta; e Bruno Tataren, premiado Empreendedor Social de Futuro pela Folha.

“O grande diferencial da Organica é que nós vivemos o crescimento exponencial na prática. Toda nossa metodologia é empírica. Nós conhecemos as dores dos empreendedores porque já as sentimos – e soubemos como superá-las”, completa Renato.

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Dubai Future Accelerators lança terceira edição

Quarenta e seis empresas de todo o mundo, nove delas dos EAU, participarão da terceira edição do programa Dubai Future Accelerators (DFA). O número de empresas participantes quase dobrou desde o início do DFA, em setembro do ano passado.

O DFA, um programa de acelerador especial patrocinado pelo governo é uma iniciativa da Dubai Future Foundation e recebeu mais de 1.000 inscrições para esta edição. Os inscritos apresentaram uma grande variedade de ideias inovadoras que buscam definir o futuro dos principais setores, encontrar soluções eficazes para os desafios enfrentados para o futuro do planeta, transformando-as em oportunidades para um desenvolvimento sustentável e, em última instância, criando uma vida melhor para as gerações futuras. A Emirates Airline uniu-se ao programa para ajudar a identificar os desafios mais urgentes enfrentados pelo setor de aviação e para desenvolver soluções que transformem esses desafios em oportunidades que apoiem a sustentabilidade do setor em longo prazo.

Khalfan Belhoul, CEO do Dubai Future Accelerators, disse: “O programa é a plataforma ideal para prever e planejar o futuro, pois reúne as mentes mais brilhantes e as empresas mais inovadoras do mundo para enfrentar, junto com entidades do governo nos EAU, os desafios nos principais setores, utilizando tecnologias de ponta. Estamos orgulhosos em ver empresas locais entre os participantes; isso reforça o imenso avanço que o setor de tecnologia local obteve e o coloca no mesmo nível dos principais concorrentes em âmbito mundial.”

O DFA recebeu muitas inscrições dos EAU e aceitou nove empresas para o programa, transformando os EAU no segundo maior grupo de candidatos entre todas as empresas participantes e dobrando a porcentagem de empresas dos EAU da edição anterior. Os EUA ficaram em primeiro lugar com 10 empresas, o Reino Unido empatou com os EAU com nove participantes, seguido pela Áustria com quatro empresas, Canadá, com três, duas empresas da Nova Zelândia, duas de Cingapura e uma empresa da China, Alemanha, Hungria, Líbano, África do Sul, Espanha, Coreia do Sul e Holanda.

O programa “Humanitarian Accelerators” do DFA assinou um acordo com a Dubai Cares e trabalhará com três empresas: duas dos EAU e uma dos EUA. O programa é a primeira iniciativa desse tipo no mundo árabe a conectar start-ups e empresas estabelecidas com o setor humanitário para enfrentar desafios sociais, culturais e ambientais na região árabe.

A primeira e a segunda edições do programa Accelerators recebeu mais de 4.000 inscrições de projetos para solucionar desafios estratégicos nos principais setores. Na primeira fase do programa, foram assinados 19 Memorandos de Entendimento e com o aumento de 27% no segundo ciclo, foram assinados 28 MoUs.

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