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O Brasil precisa da indústria

Por João Carlos Marchesan

O governo atual e sua equipe econômica trabalham na direção de proporcionar ao Brasil ganhos de produtividade e competitividade. A aprovação, praticamente certa, da reforma da previdência, o avanço na tramitação da reforma tributária, a promulgação da lei da liberdade econômica, junto com o atual cenário de inflação sob controle e a taxa Selic em níveis historicamente baixos criam uma conjunção de condições favoráveis e necessárias para o crescimento da economia.

Nossa entidade vem buscando colaborar com diversas equipes do governo, junto a formadores de opinião e através de coalizões com setores da economia, na busca de apontar caminhos e alertar contra possíveis riscos. Para isso, já levamos às nossas autoridades diversos estudos e propostas em temas como abertura comercial, agenda de competitividade, normas regulamentadoras, desburocratização, melhora na legislação trabalhista e combate ao custo brasil, entre outras.

Gostaria de salientar aqui a iniciativa da SEPEC – Secretaria Especial de Produtividade, Emprego e Competitividade do Ministério da Economia, encabeçada pelo secretário especial Carlos da Costa em realizar um projeto em cooperação com a sociedade brasileira. A ABIMAQ vem participando deste projeto trazendo colaborações. O objetivo é oferecer à própria SEPEC uma ferramenta de monitoramento das assimetrias sistêmicas do país que há anos vem tornando o Brasil menos competitivo, possibilitando assim ações focadas de correção. O estudo está sendo operacionalizado pela BCG BOSTON CONSULTING GROUP.

Lembramos que a indústria de máquinas já exporta mais de 40% do seu faturamento. Acreditamos que com o aumento da competitividade proporcionada pelas medidas em curso, adicionadas a uma política de seguro de crédito e financiamentos aos exportadores, o Brasil pode melhorar sua pauta de exportações agregando a ela maior valor e tecnologia.

Essa demanda adicional vinda das exportações, ao reduzir capacidade ociosa e ao ajudar a recompor margens proporcionará a retomada do investimento privado, recuperando o emprego e estimulando o crescimento do PIB.

Com o governo prosseguindo com a sua missão de criar condições favoráveis ao investimento em infraestrutura, retomando obras paradas teremos certeza de um crescimento que virá. A recuperação dos investimentos, somada à atuação do governo no lado da oferta que, pouco a pouco, está melhorando o ambiente de negócios, deverá impactar positivamente a produtividade da economia representando o início de um ciclo de crescimento robusto e sustentado ao longo do tempo.

A recuperação dos investimentos e do crescimento econômico e, com ele, dos empregos, permitirá recompor as contas públicas e a capacidade do Estado de fazer políticas sociais, capazes de reduzir as diferenças entre os brasileiros e oferecer oportunidades iguais para todos.

João Carlos Marchesan, administrador de empresas, empresário e presidente do Conselho de Administração da ABIMAQ/SINDIMAQ

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Huawei participa da CeBIT 2017 com 100 parceiras para promover a transformação digital

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Na CeBIT 2017, de 20 a 24 de março de 2017, a Huawei se associa a 100 parceiras para expor estratégias e soluções da tecnologia da informação e das comunicações (TIC), sob o tema “Liderando a nova TIC, o caminho para a transformação digital” (“Leading New ICT, The Road to Digital Transformation”). Em um estande de mais de 3.500 metros quadrados, localizado em C30 do Salão 2 do Centro de Exposições de Hannover, a Huawei está demonstrando a TIC e soluções inovadoras nas áreas de exposição de negócios, tecnologia e do ecossistema e está compartilhando melhores práticas e metodologias de transformação digital, para ajudar os clientes e parceiras globais a pro mover seus negócios digitais.

A estratégia e os objetivos da Huawei Enterprise Business Group estão alinhados com o tema “d!conomy — sem limites” (“d!conomy — no limits”) da CeBIT 2017, fornecendo aos tomadores de decisões orientação sobre administração econômica e pública, sociedade digital e transformação digital.

Plataforma e Ecossistema, duas forças motrizes no caminho para a transformação digital

Os negócios empresariais da Huawei se baseiam em um profundo entendimento da transformação digital do setor. Na exposição, a empresa apresentou sua estratégia “Plataforma + Ecossistema”.

O presidente da Huawei Enterprise Business Group, Yan Lida, disse: “O posicionamento empresarial da Huawei se foca em ser a melhor parceira no esforço para capacitar a sociedade digital, o desenvolvimento social inteligente e a transformação digital do setor. Propomos a estratégia ‘plataforma + ecossistema’, que se baseia em grandes investimentos em novas tecnologias, tais como computação em nuvem, Internet das Coisas (IoT — Internet of Things), Big Data, banda larga móvel e SDN, para criar uma plataforma de infraestrutura de TIC aberta, flexível, segura e ágil. Ao desenvolver um ecossistema ganha-ganha e ao colaborar amplamente com as parceiras, estamos ajudando os clientes e alcançar o sucesso na transformação digital”.

No discurso programático das Conferências Globais dos CEOs na CeBIT, a presidente do Departamento de Marketing e Vendas de Soluções da Huawei Enterprise Business Group, Diana Yuan, disse: “Nossa ‘Plataforma’ enfatiza a sinergia nuvem-conexão-dispositivo (cloud-pipe-device), enquanto nosso ‘Ecossistema’ é centrado no cliente e se foca na criação de um ambiente mutuamente benéfico para o desenvolvimento sustentável. A Huawei implementa a estratégia ‘Plataforma + Ecossistema’ e trabalha de perto com seus clientes e parceiras, para ajudá-los a abraçar a era digital, por alavancar as experiências e recursos sólidos e valiosos obtidos de nossa transformação digital”.

Na CeBIT 2017, a Huawei está lançando o Programa OpenLab (laboratório aberto) Global, para promover a implementação da estratégia “Plataforma + Ecossistema”. Esse programa vai reunir importantes parceiras empresariais com o objetivo de desenvolver recursos para criar soluções específicas para o setor, fornecendo os elementos fundamentais de um ecossistema de TIC que potencializa o futuro da sociedade inteligente. A Huawei planeja estabelecer outros 15 OpenLabs nos próximos três anos, com um investimento total de US$ 200 milhões. Até o final de 2019, haverá um total de 20 OpenLabs no mundo.

“Negócios”, “Tecnologia” e “Ecossistema”: demonstrando a nova infraestrutura de TIC com 100 parceiras

As áreas de exposição de “Negócios”, “Tecnologia” e “Ecossistema” da Huawei na CeBIT 2017 exibem os produtos inovadores, soluções e histórias de sucesso da TIC.

A área de exposição de “Negócios” demonstra as soluções da Huawei que habilitam a transformação digital de clientes e destaca histórias de sucesso em sete setores: cidade inteligente, finanças, manufatura, energia elétrica, transporte, mídia e ISP. A área de exposição de “Tecnologia” demonstra a nova infraestrutura de TIC da Huawei baseada na sinergia “nuvem-conexão-dispositivo. A infraestrutura integra sete tecnologias essenciais: IoT (com segurança), nuvem aberta, infraestrutura de data center, redes totalmente baseadas em nuvem (com segurança), comunicações por nuvem, wireless empresarial e serviços. O estande inteiro mostra os resultados da cooperação da Huawei com as 100 parceiras, incluindo grandes empresas como SAP, Accenture, Infosys, T-Systems, KUKA, Hexagon, Thales, Alstom e Siemens, para co nstruírem juntas um ecossistema sustentável.

Anúncios conjuntos de grandes parcerias e compartilhamento de métodos e práticas de transformação digital.

Mais de um terço das empresas listadas na Fortune 500 escolheram a Huawei como sua parceira de transformação digital e mais de 40% dessas empresas estão entre as 10 maiores do mundo. Na CeBIT 2017, a Huawei e suas principais parceiras do setor vão anunciar soluções conjuntas e compartilhar histórias de sucesso, como:

– Na arena da cidade inteligente (smart city), a Huawei e a Veolia estão implementando juntas uma solução de administração de águas pluviais e enchentes (Storm Water and Flood Management Solution), baseada em NB-IoT, para estabelecer cientificamente medidas de emergência. Além disso, a Huawei e a Frequentis estão desenvolvendo em conjunto um ecossistema aberto para soluções de segurança pública, para tornar as cidades mais seguras. A Huawei e a Honeywell estão lançando juntas uma solução de prédio inteligente que possibilita a administração inteligente de prédios e reduz o consumo de energia.

– No setor financeiro, a Accenture vai compartilhar uma solução de Big Data financeira, baseada na plataforma de Big Data da Huawei. A Huawei e a Infosys estão lançando conjuntamente a solução Finacle@Kunlun, para ajudar os bancos a reconstruir suas infraestruturas de TI e aplicações de camada superior.

– No setor de energia, a Huawei está trabalhando com a SAP para lançar uma solução de infraestrutura de medição avançada (AMI — Advanced Metering Infrastructure). Com esforços conjuntos com a State Grid Tianjin Electric Power Company, a Huawei está apresentando uma solução de rede elétrica dedicada wireless para ajudar as companhias de eletricidade a implementar a distribuição automática de energia e a medição inteligente.

– No setor de transporte, a Huawei e a Indra, provedora de soluções de tecnologia para o setor de transporte, estão assinando um memorando de entendimento de cooperação global, para desenvolverem conjuntamente soluções completas de TIC para transportes.

– No setor de mídia, a Huawei e a Sony estão implementando juntas uma solução de IP matrix Serial Digital Interface (SDI), para desenvolver veículos de transmissão e sistemas de vídeo móvel para emissoras de rádio e televisão globais.

– Na área de nuvem pública, os clientes que estão usando a Open Telekom Cloud (nuvem aberta da Telekom) desenvolvida conjuntamente pela Huawei e pela Deutsche Telekom irão compartilhar as últimas aplicações da solução — a Organização Europeia para Pesquisa Nuclear (CERN — European Organization for Nuclear Research) vai compartilhar sua experiência com a aplicação da Open Telekom Cloud no projeto Helix Nebulae Science Cloud. A SLV, fabricante do sistema de iluminação alemã, está anunciando que irá empregar uma plataforma de IoT baseada na Open Telekom Cloud e lançar projetos para a casa inteligente.

No futuro, a Huawei irá continuar a desenvolver um ecossistema sustentável e investir em alianças setoriais e comerciais, na comunidade de fonte aberta e em plataformas para desenvolvedores.

Para mais informações sobre a Huawei na CeBIT 2017 visite http://e.huawei.com/topic/cebit2017-en/index.html

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Parceria entre Algar Telecom e Grupo JCHEBLY é tema de case da IDC Brasil

As soluções oferecidas pela Algar Telecom, empresa de telecomunicações do grupo Algar, ao Grupo JCHEBLY, empresa de marketing digital, se tornaram tema de um case da IDC Brasil sobre os bastidores do setor de digital signage – mídia digital de painéis e telões espalhados por todo o país. Para melhorar a qualidade dos seus serviços, o Grupo JCHEBLY selou uma parceria com a Algar Telecom, que se tornou responsável pelo armazenamento dos dados, o licenciamento e a administração do ambiente de virtualização utilizados pela empresa, que possui mais de 5 mil telas instaladas em mais de 500 locais em todos os estados do Brasil. A migração proporcionou ganhos de performance e estrutura estável para atender novas demandas e clientes.

O novo serviço está hospedado em um ambiente dedicado em nuvem privada, dentro do datacenter da Algar Telecom. É composto de 25 a 40 VMs em servers físicos, com 256GB de memória e um serviço de monitoramento que verifica em tempo real se esses servidores — bem como os processos que nele são executados — estão ativos. O sistema de monitoramento abre automaticamente os tickets, além de notificar por e-mail ou SMS os administradores dos sistemas sobre ocorrências para tomada das devidas ações corretivas.

O armazenamento de alta performance e disponibilidade, com volume de dados superior a 10TB, foi contratado na modalidade on-demand, ou seja, com agilidade e flexibilidade para acompanhar o crescimento do negócio. O acesso à internet permite suportar um alto fluxo de dados (com picos perto de 1TB/hora) até cerca de 500 destinos, sem restrição no volume de dados trafegado. O licenciamento e a administração do ambiente de virtualização garantem os acordos de nível de serviço estabelecidos.

Migração

A Algar Telecom já era provedora de telecomunicações de dados e voz ao Grupo JCHEBLY, cujas demandas eram armazenadas e executadas conforme necessidade em dois ambientes: um provedor local de hosting e um provedor internacional de cloud pública. Essa estrutura não estava atendendo às expectativas.

A relação de mais de sete anos entre as duas empresas foi determinante para que fosse firmada mais essa parceria, além do atendimento humanizado da Algar Telecom, o entendimento e aceitação da dificuldade de armazenamento em cloud.

Em função da instabilidade do ambiente anterior, a migração foi lenta e complicada. Além dos dados “quentes” de produção, havia todo o “archiving” a ser transferido, que por conta do volume requereu compactação. Por ter equipe disponível e conhecer melhor as aplicações, a movimentação dos dados foi executada pelo Grupo JCHEBLY, com o suporte da Algar Telecom.

Acesse o case completo do IDC: http://sforce.co/2jojPAx

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Evnts oferece descontos em hospedagem para Campus Party 2017

A Evnts, plataforma tecnológica de reserva de hotéis online, anuncia a 4a edição consecutiva de parceria com a Campus Party. A startup criou uma página personalizada para o evento que agrega diversas opções de hospedagem com descontos especiais exclusivos ao público do evento.

“Sabemos que a Campus Party é um evento que atrai milhares de pessoas de todos os locais do país. Muitos desses participantes preferem uma hospedagem com maior conforto. Pensando nesses campuseiros, criamos uma página personalizada que traz as melhores opções de hospedagem para quem vai ao evento. Proporcionamos até 20% de desconto e garantimos que as tarifas disponibilizadas na plataforma são as menores da internet”, afirma Alexandre Rodrigues, CEO da Evnts.

As opções disponibilizadas foram escolhidas com base no público e no local do evento. Dessa forma, os participantes podem se hospedar no lugar mais adequado às suas preferências e com o menor custo possível.

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Mercado de Capitais: agenda para 2013 inclui aprimoramentos na autorregulação e no acesso das empresas ao mercado de ações

s companhias brasileiras captaram R$ 139 bilhões no mercado de capitais doméstico no ano passado, volume só superado pelo de 2010, ano cujo resultado foi impactado pela captação da Petrobras, de R$ 120,2 bilhões. Compõem a agenda do segmento para 2013, divulgada hoje pela ANBIMA (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais) iniciativas para aprimorar a autorregulação e o acesso das empresas ao mercado e para estimular a demanda por debêntures de infraestrutura.

“O desempenho de 2012 mostra que o mercado de capitais já ocupa uma posição estratégica como opção de financiamento para as empresas. O nosso objetivo é consolidar cada vez mais esse papel e aumentar a participação do mercado no financiamento de projetos de longo prazo”, afirma Marcio Guedes, diretor da ANBIMA.

Os aprimoramentos da autorregulação incluem os planos para a criação de capítulos exclusivos no Código de Ofertas da Associação para tratar de ofertas de CRI (Certificado de Recebíveis Imobiliários) e da atividade dos agentes fiduciários. Além disso, ao longo do ano também devem ser propostas regras específicas para a participação do investidor de varejo nas ofertas de IPOs.

Estão ainda na agenda os esforços para aprimorar as condições de acesso das empresas ao mercado de ações, e a sugestão de criação de fundos de investimento em debêntures de infraestrutura, como forma de dar dinamismo à demanda por esses títulos.

Desempenho em 2012

As captações de dívida no mercado local e internacional foram recordes em 2012. Foram R$ 124,8 bilhões em captações no mercado doméstico, e o equivalente a R$ 95,8 bilhões no mercado internacional.

No mercado doméstico, as emissões de debêntures se mantiveram em destaque, com volume de R$ 86,6 bilhões, equivalente a 69,4% do total de renda fixa, seguidas pelas emissões de nota promissória (18,14%), CRI (8%) e FIDC (4,5%). A principal destinação dos recursos para as debêntures foi o refinanciamento de passivos (45,4%). O prazo médio das operações voltou ao nível atingido no período pré-crise de 2008, tendo alcançado 6,1 anos ao final de 2012, frente aos 6,3 anos daquele ano.

Nas captações externas, as ofertas com títulos de dívida cresceram 35%, passando de US$ 37,5 bilhões para US$ 50,5 bilhões. Ao todo, as empresas responderam com US$ 29,5 bilhões, seguidas pelas instituições financeiras com US$ 17,1 bilhões e pelos US$ 3,8 bilhões captados pelo governo.

As ofertas de ações foram afetadas pela aversão ao risco que continuou afetando o mercado internacional, o que restringiu as emissões de renda variável no mercado local, onde foram registrados R$ 14,3 bilhões em emissões em 2012, o volume mais baixo dos últimos seis anos. O setor que mais acessou o mercado de ações foi o financeiro, com participação de 25,6% nas ofertas, seguido pelos setores de energia elétrica (22,2%), e de papel e celulose (20,4%). Neste início de 2013, oito ofertas de ações estão em análise pela ANBIMA e CVM.

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