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500 Startups tem nova diretora de operações no Brasil

A 500 Startups, fundo global de venture capital de early stage sediado em São Francisco, nos Estados Unidos, anuncia Itali Pedroni Collini como nova Diretora de Operações no Brasil. A economista e empreendedora chega à organização com a missão de fortalecer a presença da 500 Startups no País e dar suporte não apenas ao portfólio brasileiro, que conta com mais de 40 startups, mas também a todo o ecossistema nacional, conectando fundadores, investidores e corporações ao Vale do Silício e aos recursos e redes globais.

“A Itali tem um perfil muito completo. Ela tem habilidades analíticas para apoiar as atividades de investimento no Brasil; uma mente estratégica para o desenvolvimento de negócios e busca de novas oportunidades para que a 500 Startups colabore com outros atores do ecossistema; e uma experiência na construção de comunidades”, destaca a Managing Partner da 500 Startups, Bedy Yang.

Já Ana Paula González, Head da 500 Startups Miami, a quem Itali responderá diretamente, lembra que em Miami está sendo construído o novo hub de aceleração e inovação da 500 Startups para aproximar o Vale do Silício da América Latina e um dos objetivos da executiva será identificar negócios atrativos para o fundo global de venture capital de early stage no País.

“Nós esperamos que a Itali ajude o portfólio atual com oportunidades de crescimento, que ela continue a identificar grandes founders para 500 Startups investir, que ela encontre novas oportunidades para apoiarmos investidores em treinamentos com nível Vale do Silício e empresas em suas transformações digitais e estratégias de inovação”, afirma Ana.

Empolgada com o novo desafio, Itali garante estar motivada por, ao menos, dois motivos: “Primeiro porque se trata de uma organização que já investiu em mais de 2.000 startups em mais de 60 países e em 5 continentes do planeta, o que mostra o potencial em escala da sua atuação. Somente no Brasil a 500 Startups já investiu em mais de 40 startups e conta com excelentes cases, como ContaAzul e VivaReal, que valem hoje mais de US$ 100 milhões cada uma. Segundo porque tem um dos programas de aceleração mais respeitados do mundo e vê no ecossistema brasileiro uma grande oportunidade de desenvolvimento em rede global”.

Economista por formação, Itali Pedroni Collini já atuou no mercado financeiro, em consultorias e negócios de impacto. “Ao longo da minha carreira também empreendi projetos próprios, como o GENERA – Núcleo FEA USP de Pesquisa em Gênero, Raça e Sexualidade e a Incluser, uma startup de diversidade e inclusão. Essa experiência híbrida entre finanças, empreendedorismo e impacto social me permitiu entender o grande potencial da 500 Startups no Brasil”, analisa a Diretora de Operações da 500 Startups no Brasil.

Segundo a economista, como fundo de venture capital e aceleradora, a organização se destaca entre as tradicionais, já que 67% da gerência da 500 Startups é composta por mulheres. “Dos últimos 5 batches de aceleração 27% das startups tinham mulheres como fundadoras e 44% dos founders de todo portfólio são de minorias raciais, consequência da presença global da 500”, lembra.

Além disso, ressalta Itali, os escritórios da organização têm sala de amamentação e há programas de bolsas para investidores subrepresentados no VC Unlocked, o curso para investidores da 500 em parceria com Stanford e Berkeley. “Essas características da 500 Startups tem um encaixe ótimo com meus valores e acredito que minha experiência pode contribuir para intensificar o trabalho de diversidade e inclusão no ecossistema empreendedor brasileiro”, conclui.

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Startup brasileira é finalista de desafio internacional de inclusão digital

Acelerada pela InovAtiva Brasil em 2016, a medRoom, startup que utiliza a realidade virtual e a gamificação para melhorar o treinamento de estudantes e profissionais de saúde, foi a vencedora do Global Impact Challenge Brasil 2018 (GIC), competição de startups da área de educação. A seleção, que aconteceu nas cidades de São Paulo, Recife e Porto Alegre, nos dias 26, 27 e 28 de junho, contou com a participação de diversas empresas do setor, entre elas a Schoolastic, que está no programa InovAtiva Brasil 2018.

Como prêmio, dois representantes da medRoom terão a oportunidade de participar de uma imersão no SU Ventures Incubator Program, treinamento de liderança aos fundadores dos negócios, entre 3 de setembro e 19 de outubro, no Vale do Silício, nos Estados Unidos. A bolsa também inclui hospedagem e alimentação.

Desenvolvido pela Singularity University, em parceria com a escola Concept, o SU Ventures tem como objetivo orientar e capacitar os participantes, para que eles possam validar suas ideias, construir uma equipe capacitada, experimentar e prototipar suas criações, contribuindo assim para a geração de um projeto impactante para o mercado.

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500 Startups abre inscrições para Batch 24

A 500 Startups, um dos fundos de investimento em capital semente mais ativos do mundo, com mais de 2.000 investimentos realizados ao redor do globo, está com inscrições abertas do Batch 24 até o dia 17 de agosto. O programa tem início em 15 de outubro no campus São Francisco e duração de quatro meses.

As startups selecionadas receberão investimento de U$150 mil em troca de 6% do negócio, com uma taxa de participação de U$37,5 mil, além de terem a oportunidade de contato com fundadores, mentores, investidores e o time 500, apto a dar a assistência necessária durante o processo, trabalhando em conjunto a estratégia do produto e do negócio, crescimento, métrica e pitches para investidores.

O fundo ainda traz profissionais gabaritados, das mais diversas áreas, como Marketing, Cultura, Contabilidade de Inicialização, Design de Produtos, Dispositivos Móveis, Teste de Usuários e Vendas.

Fazer parte do portfólio 500 Startups vai validar o seu negócio e a rede de contatos disponível ajudará empresas e pessoas a se conectarem no tempo certo com seus serviços, além de expor o potencial da sua startup para grandes investidores no Demo Day.

Além disso, a 500 Startups pratica a diversidade no ecossistema de startups, 44,5% dos fundadores no portfólio são pertencentes a minorias raciais, em torno de 30% das startups aceleradas recentemente têm mulheres entre as fundadoras e o campus em São Francisco conta com sala para mães empreendedoras que estão em fase de amamentação.

As startups interessadas podem se inscrever no link http://bit.ly/2LHMkq5.

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500 Startups e Visa anunciam parceria

A 500 Startups, fundo global de venture capital de early stage sediado no Vale do Silício, e a Visa aproveitaram a edição de junho do BRNewTech, evento promovido pela Brazil Innovators, para anunciar uma parceria entre as duas companhias. O encontro foi realizado nesta quinta-feira (7), no Campus São Paulo, espaço do Google para empreendedores, e teve como tema o cenário e as tendências no mercado das Fintech.

Anfitriã do evento, a Managing Partner da 500 Startups, Bedy Yang, deu as boas-vindas ao público e logo chamou o country manager da Visa do Brasil, Fernando Teles, para falar sobre a parceria entre a companhia e o fundo do Vale do Silício. “A Visa é uma empresa com mais de 60 anos, em que as coisas funcionaram da mesma maneira durante muitos anos. De um tempo pra cá, a velocidade da mudança é muito grande. No meio de pagamento não é diferente. Então, a gente embarcou nessa jornada de inovação”, afirmou o executivo.

Segundo Teles, a Visa vem investindo em inovação de forma consistente e quer estar cada vez mais próxima ao ecossistema das startups. “Temos 10 centros de inovação ao redor do globo, realizamos diversos programas de aceleração e, mais recentemente, fechamos essa parceria com a 500 Startups, que começou nos Estados Unidos e agora chega ao Brasil”, explicou o country manager da Visa no País, que complementou, falando diretamente aos founders presentes no evento: “O grande objetivo desta parceria é ouvir vocês, trazê-los para dentro do ecossistema e poder, de alguma forma, retribuir. Com essa parceria com a 500 Startups, queremos ter acesso ao ecossistema e mostar que a Visa está aberta a essa proximidade com as startups”.

Já Bedy Yang destacou a importância de ter grandes as empresas presentes no ecossistema de inovação. “É muito importante que as grandes empresas participem ativamente, seja com parcerias, comprando de startups, ajudando as empresas a escalarem ou mesmo com investimentos e aquisições”, disse.

A Managing Partner da 500 Startups aproveitou a oportunidade para falar sobre a atuação do fundo de venture capital de early stage, ativo desde 2010 e que possui 2000 empresas em seu portfólio, tendo alocado mais de US$ 400 milhões em investimentos. “A nossa missão é descobrir e apoiar os empreendedores mais talentosos do mundo, ajudá-los a criar empresas de sucesso em escala e construir ecossistemas globais prósperos”, enfatizou.

Após apresentações de Bedy Yang e de executivos da Visa sobre os programas de inovação da companhia, foi realizado um bate-papo com dois founders: Lincoln Ando, CEO da IDWall, e Felipe Sotto-Maior, CEO da Vérios. Os empreendedores falaram sobre suas experiências à frente de duas das mais promissoras startups brasileiras, o cenário atual e as as tendências em inovação no País.

Ao final do encontro, foi realizada uma ação de networking incentivado, com pitches de 30 segundos dos empreendedores presentes e, para encerrar, um happy hour aberto a todos os participantes do BRNewTech.

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Empresas aceleradas pela 500 Startups encontram soluções no Vale do Silício

Com mais de 2000 investimentos realizados em empreendimentos ao redor do globo, a 500 Startups é um dos fundos mais ativos do mundo. O portifólio inclui 42 empresas brasileiras. A maioria delas atua apenas no País, mas algumas descobriram na internacionalização uma estratégia de crescimento e novos negócios. São os casos da Contentools e a Worthix, que escolheram a região do Vale do Silício para desenvolver parcerias que dificilmente seriam formadas no Brasil. “Cerca de 28% do investimento mundial em startups sai do Vale do Silício. O empreendedor brasileiro que vai para lá consegue navegar nesse ecossistema e acessa, além do capital, conhecimento, melhores práticas e relacionamentos valiosos”, afirma o diretor de Operações da 500 Startups no Brasil, Rodolfo Pinotti.

A Contentools é uma plataforma de gestão de conteúdo em que times de marketing trabalham o planejamento, a produção, a distribuição e a análise dos conteúdos online (usados em blogs, redes sociais e outros canais de empresas). Dentro da plataforma, é possível criar e organizar uma estratégia, controlar o calendário editorial, organizar o fluxo de trabalho e ter a autonomia das entregas e datas de publicação.

A CEO da empresa, Emília Chagas, que é formada em jornalismo, teve a ideia de criar a Contentools depois de notar uma dificuldade comum na área de marketing das empresas. “O processo recorrente para criar conteúdo, tão fluído nas salas de redação, pode ser um verdadeiro desafio para equipes de marketing”, afirma Emília. A empresa tem o objetivo de desenvolver e trazer inteligência que permite às empresas planejar, criar e entregar conteúdo útil e personalizado em escala.

Durante o processo de aceleração na 500 Startups, no Vale do Silício, a Contentools lançou a versão global da ferramenta que funciona como um software as a service (SaaS). Desde então, a empresa cresce de forma contínua. “Nossa experiência no vale permitiu aprendermos sobre growth, funding e processos que nos permitem escalar a empresa com um time enxuto e internacional”, diz Emília.

A Contentools tem operação em Florianópolis (SC) e business development em San Francisco (CA). A cidade brasileira é um local diferenciado para o mercado de tecnologia, com vantagens para atração e desenvolvimento de talentos. No entanto, para desenvolvimento de parcerias nos Estados Unidos – que representa a maior parte do mercado da empresa – é imprescindível ter esforços de business development na região próxima do Vale do Silício.

Esta estratégia inovadora foi capaz de trazer inúmeros benefícios a empresa. Hoje, a Contentools tem usuários em cerca de 70 países, mais de mil usuários ativos, além de mais de mil times de marketing usando a ferramenta diretamente ou por meio de suas agências digitais. São mais de 70 mil conteúdos criados na plataforma e o objetivo é triplicar esses números nos próximos anos.

Já a Worthix é a primeira empresa voltada para desenvolver tecnologia de pesquisa de consumidores no mundo todo. Por meio de inteligência artificial, a startup consegue medir com precisão científica quais são as experiências que mais motivam a compra e a lealdade dos clientes.

A ferramenta é inovadora porque as empresas que usam a tecnologia não precisam mais se preocupar em decidir quantas ou quais serão as perguntas do questionário que será enviado aos clientes. “O Worthix decide quais perguntas serão aplicadas e assim consegue explorar com profundidade todas as percepções de custo, de benefícios (emocionais e racionais) e de concorrência que cercam as experiências dos clientes”, explica Guilherme Cerqueira, CEO da Worthix.

A área de relatórios do software também é inovadora. Na medida em que os clientes respondem os questionários, os analistas das empresas têm acesso a um dashboard com inteligência artificial e econometria que apresenta quais dentre todas as experiências percebidas pelos clientes tem a maior probabilidade de aumentar vendas e lealdade. Além disso, o Worthix é capaz de quantificar a experiência dos clientes em uma pontuação (score ou Worth Index) que tem alta correlação com as decisões de consumo dos clientes. Consequentemente, com as variações dos resultados financeiros das empresas, se torna possível incluir em seus modelos preditivos, informações analíticas das empresas.

Segundo Guilherme, os principais aprendizados de montar uma empresa nos EUA é “a obrigatoriedade que você tem de ter um mindset de atuação global, ao invés de local. Você passa a enxergar que o mundo é muito maior do que o eixo Rio-São Paulo e que é possível sim, mesmo sendo Brasileiro, criar um business disruptivo, inovador e capaz de concorrer e vencer gigantes globais”.

Para o CEo da Worthix, empreender nos EUA não é mais fácil do que empreender no Brasil. “São desafios diferentes. Se por um lado a escada rolante do empreendedorismo Brasileiro está contra você, a escada rolante americana é muito mais longa e a quantidade de concorrentes disputando para chegar lá em cima antes de você é muito maior”, pondera Guilherme.

A Worthix tem um escritório no Vale do Silício, porém hoje, a sede da empresa é em Atlanta, cidade que apresenta um PIB quase duas vezes maior do que o da cidade de São Paulo e é considerada o Tech Hub of the South dos EUA. Segundo Guilherme, o motivo da escolha por mudar a base para Atlanta foi a posição geográfica. “Na minha opinião, San Francisco ainda é a capital global da inovação e do empreendedorismo. Porém a Worthix é B2B e ficar em San Francisco significa gastar muito mais e ainda ficar em uma posição muito ruim em relação ao fuso dos clientes da Costa Leste dos EUA, da Europa e da América no Sul, que são as regiões onde concentramos a maior parte dos nossos clientes”, diz.

Os planos de crescimento da empresa ainda se concentram em expandir fortemente no mercado americano, apesar de também já estarem direcionando investimentos para o mercado da América Latina e Europa. Como destaque de alguns clientes entre brasileiros e internacionais, a Worthix tem: HP, Blizzard Entertainment, Loreal, FICO, Praxair, TechCrunch, Sura, Localiza-Hertz, Oi, TIM, Vivo, Nextel, Banco do Brasil entre outros.

Além da necessidade de investir em inovação disruptiva, a busca por soluções no exterior foi fundamental para alcançar um maior crescimento em ambas as empresas. É fato que, apesar da maior concorrência, a proximidade com o Vale do Silício permite muito mais contatos, parceiros, clientes e investidores globais do que no Brasil.

A 500 Startups

Reconhecida pela revista Forbes como uma das melhores aceleradoras do mundo em 2016, a 500 Startups possui dois programas de investimento e mentoria para startups: o Seed Program e o Series A Program.

Com a rápido crescimento da economia da informação, a 500 Startups também é pioneira no desenvolvimento de parcerias corporativas e iniciativas governamentais, visando disseminar a cultura empreendedora do vale do silício em todo mundo. Seguindo a mesma linha, a empresa realiza todos os anos eventos voltados para a comunidade empreendedora, como por exemplo o Geeks on a Plane, 500 Demo Day, entre outros.

Além de investir, a 500 Startups conta com programas de educação executiva voltados para profissionais que já atuam ou pretendem atuar no segmento de venture capital. Conhecidos como “VC Unlocked”, estes cursos, realizados em parceria com UC Berkeley e Stanford University, reúnem profissionais de todo mundo na California em torno dos mais recentes temas relacionados ao segmento, da estrutura jurídica às estratégias de investimento.

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