Profissionais da área de tecnologia recebem 84% mais convites para processos seletivos

Profissionais da área de tecnologia recebem 84% mais convites para processos seletivos

“O Brasil só se tornará um país de primeiro mundo se começarmos pela base, que são nossas crianças e adolescentes”, afirma o fundador da SuperGeeks, Marco Giroto.

Com o surgimento das novas tecnologias, a área de TI segue em constante crescimento, onde funções continuam surgindo com o advento de novas tecnologias. De acordo com pesquisa da FEEx – FIA Employee Experience de 2022, os colaboradores da área de Tecnologia da Informação recebem 84% mais convites para participar de processos seletivos.

Para Marco Giroto, fundador da SuperGeeks – primeira escola de programação e robótica para crianças e adolescentes do país -, muito além dos cursos de graduação e especialização para qualificar esses profissionais de TI, há uma outra questão que precisa ser considerada no que diz respeito à qualificação da mão-de-obra. Para haver bons profissionais é necessário também que haja uma boa base escolar. 

“Aprender Ciência da Computação logo cedo se faz cada vez mais necessário. Precisamos preparar as crianças para demandas futuras, para que façam parte de uma massa digital qualificada e preparada. Isso porque a maioria das profissões dependerá de bons conhecimentos em Ciência da Computação. Muitos empregos deixarão de existir e serão substituídos por máquinas e estaremos conectados 100% à internet e tecnologias como Inteligência Artificial, impressão 3D, realidade virtual e aumentada, robôs e drones”, explica.

Marco ressalta que no Brasil, infelizmente, ainda existe um atraso muito grande com relação ao ensino da Ciência da Computação nas escolas e a maioria precisa de ajuda. Seja pela falta de pessoas com conhecimento técnico no quadro de colaboradores, seja pela falta de infraestrutura computacional, ou mesmo pela complexidade do tema. “O Brasil só se tornará um país de primeiro mundo se começarmos pela base, que são nossas crianças e adolescentes. Precisamos transformá-los em criadores de tecnologia e não apenas consumidores. Em vez de deixá-los jogando videogame o tempo todo, devemos incentivá-los a criar os próprios jogos”, finaliza o fundador da SuperGeeks.

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