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Latin American Utility Week começa nesta terça(19) em São Paulo

Acontece nesta semana, de 19 a 21 de setembro, a 15ª Latin American Utility Week (LAUW), principal encontro do setor de utilities da América Latina. Realizado no Transamerica Expo Center, em São Paulo, o evento reúne especialistas e profissionais para debaterem o futuro dos segmentos de energia, água e gás em uma ampla programação de conferências dividida nos eixos temáticos Smart Grids & Medição, Cidades Inteligentes, Renováveis e Água & Gás.

O evento congrega empresas expositoras representantes da cadeia de fornecimento de equipamentos, soluções e tecnologias para utilities de energia, água e gás, transmissoras, distribuidoras e comercializadoras de energia, agências reguladoras e governo, certificadoras, grandes consumidores de energia, investidores e área financeira. Entre os expositores estão empresas do porte da Eletra Energy Solutions, Friendcom, Eaton, Meters and More, Nansen, entre outras.

Além da oferta de novidades em equipamentos, tecnologia e serviços, o evento traz uma extensa programação de palestras, que abordarão temas como a implantação da Tarifa Branca a ser realizada a partir de janeiro de 2018. Entre os palestrantes convidados estão representantes de utilities como AES, CPFL, Cemig, Energisa, Enel, EDP, CESP, Copel, Sabesp, Sanepar, Sanasa, Comgás, SCGás, Raízen e Gas Brasiliano.

A grade de palestras aborda questões prementes para o setor, como a defnição de marco regulatório que seja convidativo ao investimento privado, a modernização da rede elétrica, o aumento da segurança na aferição do consumo, precificação, o papel da automação na busca por eficiência, entre vários outros assuntos.

Estarão presentes, ainda, representantes da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) e da Agência Reguladora de Saneamento e Energia do Estado de São Paulo (ARSESP), além de especialistas de entidades como a Associação Brasileira de Distribuidores de Energia Elétrica (ABRADEE), Associação Brasileira de Geração Distribuida (ABDG), Utilities Telecom & Technology Council América Latina (UTCAL), Associação Brasileira de Armazenamento e Qualidade de Energia (ABAQUE), Comitê Brasileiro de Barragens (CBDB, Associação da Indústria de Cogeração de Energia (COGEN), Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) e Associação Brasileira de Biogás e Biometano (Abiogás) e universidades como Universidade São Paulo (USP), Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo (IFSP), Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e Fundação Getulio Vargas (FGV).

Para mais detalhes da programação acesse o link:

http://www.clarion-cms.com/uploads/Pages/site207_38987_pt_file1.pdf

Latin American Utility Week (LAUW)

Data: 19 a 21 de setembro

Local: Transamerica Expo Center – Av. Dr. Mário Villas Boas Rodrigues, 387 – Santo Amaro – São Paulo – SP

Horário: Exposição – 10h às 18h / Conferências – 9h30 às 17h30

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Programa da CPFL investe no uso de veículos elétricos no Brasil

A mobilidade elétrica desponta, no contexto internacional, como uma mudança de paradigma para o transporte público e privado e um importante vetor para a construção de cidades mais inteligentes e eficientes. O principal benefício da utilização de veículos elétricos é a não emissão de gases tóxicos que provocam o efeito estufa na atmosfera, além de menor custo com combustível.

No Brasil, a mobilidade elétrica começa a ganhar força e alguns incentivos implementados pelo governo federal, como a isenção do imposto de importação de veículos elétricos. “O custo atual da eletricidade, se comparada com o preço do combustível, torna o valor do quilômetro rodado mais barato com veículos elétricos. Além disso, o custo de manutenção é menor, pois é utilizado uma quantidade menor de peças móveis e de filtragem, o que faz com que haja menos desgaste mecânico”, ressalta o especialista em inovação e gerente do Programa Emotive, desenvolvido pela CPFL Energia, Danilo Leite.

O especialista da CPFL Energia é um dos palestrantes da 15ª Latin American Utility Week, principal encontro de utilities da América Latina, e irá falar sobre o “Programa Emotive CPFL e os desafios para o desenvolvimento de infraestrutura para mobilidade” no dia 20 de setembro, às 17h10. A iniciativa é desenvolvida na região Metropolitana de Campinas pela CPFL e tem o objetivo de constituir um laboratório real de mobilidade elétrica, permitindo a coleta de dados em regime real de operação das diversas aplicações e implicações de tecnologias relacionadas à mobilidade elétrica, possibilitando o estudo e aprofundamento dos impactos reais dos veículos elétricos para o setor elétrico.

Segundo Leite, na pauta da palestra estão os resultados preliminares do programa, os desafios enfrentados pelo setor elétrico, as necessidades de adequações tributárias para a aquisição de veículos, a implantação de infraestrutura pública e os ajustes regulatórios. “É necessário discutir as políticas de incentivo à criação de um ecossistema sustentável, só assim será possível o desenvolvimento da mobilidade elétrica no Brasil”, afirma o especialista da CPFL Energia.

A palestra integra uma ampla programação da conferência da 15ª Latin American Utility Week. Durante os três dias de evento, de 19 a 21 de setembro no Transamerica Expo Center, em São Paulo, serão debatidos os assuntos mais relevantes do setor de utilities na atualidade dentro de quatro eixos temático: Smart Grids & Medição, Cidades Inteligentes, Renováveis e Água & Gás.

Latin American Utility Week (LAUW)

Data: 19 a 21 de setembro

Local: Transamerica Expo Center – Av. Dr. Mário Villas Boas Rodrigues, 387 – Santo Amaro – São Paulo – SP

Horário: Exposição – 10h às 18h / Conferências – 9h30 às 17h30

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SONDA anuncia estratégia de computação cognitiva para Utilities

A SONDA, maior companhia latino-americana de soluções e serviços de tecnologia, anuncia a sua estratégia para o uso da computação cognitiva no setor de utilities. Focada inicialmente em empresas ligadas à distribuição de energia, a iniciativa é voltada para a automação do processo de atendimento ao cliente, como também para aprimorar as soluções já tradicionais destinadas a este mercado.

A proposta visa aplicar os conceitos da computação cognitiva em serviços mais recorrentes de atendimento ao público, tais como emissão de segunda via de boleto, pedido de ligação, medição de tensão, religação e alteração de data de vencimento. “São demandas mais latentes e que utilizam algo que está um pouco mais maduro na cognição, que é a conversação ou linguagem natural, como alguns fabricantes chamam”, explica Richard Natal, diretor responsável pelas iniciativas de cognição para Utilities da SONDA.

Além de apoiar o mercado de Utilities rumo à evolução digital, a SONDA quer promover os benefícios trazidos pela inteligência artificial sob a perspectiva de redução de custos, de diminuição de erros e de previsibilidade de resultados. “As concessionárias estão de olho em soluções que incentivam a economia financeira no setor de atendimento por conta dos altos custos gerados nesta área”, completa Natal.

Para se ter ideia, segundo o relatório do Information Services Group (IS), a RPA Robótica de Processos (RPA) tem permitido que empresas executem processos de negócios de cinco a dez vezes mais rápidos, utilizando 37% a menos os recursos, em média. Este impacto positivo impulsiona o setor e a estimativa é que até 2050, 80% das atividades realizadas por humanos sejam automatizadas. A SONDA ressalta que a sua iniciativa não subsistiu totalmente a mão de obra humana nos processos, mas isenta as pessoas de realizarem trabalhos repetitivos, além de criar novas necessidades na relação homem-máquina e, consequentemente, novos postos e funções de trabalho.

A nova frente contempla parte do plano de investimento da SONDA para seu crescimento orgânico, que representa US$ 280 milhões dos US$ 790 milhões anunciados para o biênio de 2016 a 2018.

Somente o núcleo de Utilities da Sonda compreende o atendimento de mais de 12 milhões de unidades consumidoras, o que representa aproximadamente 48 milhões de habitantes, um número que a habilita desenvolver produtos aderentes às necessidades de mercado em virtude de seu amplo conhecimento do setor.

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Vivo e Huawei inauguram laboratório de IoT para testar e desenvolver novas aplicações ao mercado

A Vivo amplia seu escopo de atuação no segmento de Internet das Coisas e inaugura um laboratório de inovação (Open IoT Lab) com foco no desenvolvimento de aplicações fim-a-fim com tecnologia de Internet das Coisas (NB-IoT). Com base em características de baixo consumo de energia, melhor cobertura e a possibilidade de conectar um grande número de objetos, a tecnologia NB-IoT é a próxima tendência importante para a indústria de comunicações e está no centro da estratégia de negócio da Vivo, especialmente no segmento B2B. A implementação do Open IoT Lab conta com a parceria e apoio da Huawei.

O Open IoT Lab, sediado na cidade do Rio de Janeiro, tem como principal objetivo impulsionar e garantir um ecossistema amplo de parceiros para oferecer ao mercado as melhores soluções comerciais em IoT e contribuir para a criação de um mercado local no País. Esses parceiros também terão acesso antecipado aos novos serviços e soluções combinando os recursos e capacidades da Huawei com os recursos e conhecimentos do Centro de Pesquisa e Desenvolvimento da Vivo – onde será instalado o Open IoT Lab – e contará com diversos parceiros, como Ublox e Quectel – que desenvolvem módulos de conectividade – e a C.A.S Tecnologia – que desenvolve soluções no mercado energético, além de outros parceiros.

“A Internet das Coisas está no centro da estratégia de negócio da Vivo, que já tem a liderança no mercado M2M com quase 40% de market share. Nosso objetivo é complementar o portfólio B2B com soluções IoT com serviços de conectividade, Big Data e novas plataformas. A parceria com a Huawei acelerará o desenvolvimento dessas novas aplicações e estimulará sinergias industriais com outros parceiros, antecipando e acrescentando mais funcionalidade e inteligência na concepção de novas soluções e serviços”, explica o vice-presidente de B2B da Vivo, Alex Salgado.

“A cooperação estratégica com a Vivo na maturação de um ecossistema tecnológico com a utilização do NB-IoT é fundamental para o desenvolvimento de indústrias locais”, explica o CTO da Huawei do Brasil, Taoyuan Zhou.

O acordo representa um avanço para a evolução das redes móveis em direção ao IoT – um mercado em ascensão, que deverá atingir quase 15 bilhões de conexões em 2020, de acordo com projeções da Machina Research. A Vivo já atua em mercados tradicionais, como o de meios de pagamento, rastreamento e de segurança, e também em novas frentes, como utilities, cidades inteligentes, vending machines, carros conectados, medição de audiência de TV, painéis eletrônicos de publicidade e até de carro compartilhado.

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E se São Paulo fosse uma Smart City?

Por Carlos Bokor e Mauricio de Paula

Em uma cidade de milhões de pessoas, analisar cada indivíduo é a chave para o sucesso! Destaque no mundo corporativo, a tecnologia de análise de dados está transformando as relações Empresas x Consumidores e começa a dar suas primeiras colaborações aos serviços públicos. Por meio da captação de informações, empresas públicas e órgãos federais começam a conhecer melhor os cidadãos atendidos, além de ter maior controle sobre seus processos internos, melhorando o atendimento à população e melhorando o aproveitamento da “máquina pública”. O Big Data, tecnologia responsável por esse tipo de processo, armazena, separa e analisa as informações disponíveis nos mais diversos canais, transformando hábitos, preferências e gostos em “respostas”. Essas respostas guiam os gestores para melhor atender o cliente, oferecer produtos certos ou até mesmo mudar sua operação interna. Considerando que os serviços públicos também devem estar voltados a seus clientes, no caso nós, contribuintes, como o Estado pode construir uma Smart City?

O que é uma Smart City?

Smartphones, Smartcars, seja o “Smart” que você quiser, todos esses dispositivos tem uma característica em comum: usar a tecnologia e inteligência artificial para analisar informações de forma sistêmica, traçando padrões e “respostas” que ajudem suas tarefas diárias. Em uma “Cidade Inteligente” não é diferente, por isso temos que ficar atentos a essa classificação: pontos de Wifi, iluminação com lâmpadas de LED e outras medidas tecnológicas que não tenham impacto direto na vida da população não podem ser consideradas “Smart”, mas sim modernas. A Smart City real usa os mais diversos tipos de tecnologia para melhorar as condições de vida da população, muitas vezes impactando setores que não dependem ou não aparentam usar tantos dispositivos assim, como o transporte público ou a gestão de recursos naturais, por exemplo.

Utilidades:

O setor de utilities, ou utilidades, é aquele que cuida da parte de infraestrutura dentro de uma cidade. Serviços de água e esgoto, iluminação e distribuição de energia são exemplos de “utilities” que compõem a grande São Paulo e podem ser impactadas diretamente pelo uso desse tipo a tecnologia: O conhecimento do histórico de consumo, por exemplo, permite que empresas de água e esgoto tenham visibilidade da operação total, identificando possíveis fraudes e vazamentos. O controle do fluxo de água poderia ajudar na distribuição, permitindo que os órgãos responsáveis manejassem fontes de agua por exemplo, escolhendo o manancial que gere menos custos com tratamento como fonte em períodos de menor consumo e estratégias complementares em picos de demanda.

Atualmente, a SABESP já tem um projeto de análise de dados em andamento, investindo em um “container de dados” que agrupa todas as informações disponíveis na rede de agua e esgoto. O principal resultado do investimento foi o dobro de retorno na área de auditoria, o que gerou lucro real além de economia de água.

Mobilidade:

Só o paulistano sabe como é difícil se locomover na maior cidade do país. Seja por meio do transporte público, carro particular ou até mesmo o famoso Uber, a maioria da população de São Paulo estão insatisfeitos com o seu ir e vir. As opções tecnológicas para esse setor são um pouco mais avançadas e exigem investimento em infraestrutura, conhecimento e equipamento: um dos melhores exemplos de evolução na mobilidade individual atual é o Waze, aplicativo popular que, além de servir como GPS, leva o motorista pelo caminho mais rápido.

Se o Waze facilita tanto a vida das pessoas ao pensar no “individual”, imagine um software desenvolvido pensando no coletivo, analisando os roteiros diários de cada morador de São Paulo, podendo fazer assim melhores trajetos e gestão de sinaleiros por exemplo. Com um pensamento mais futurista, esse tipo de informação pode dar ínicio a uma nova forma de gestão de ruas, em que o fluxo da cidade seria controlado de forma inteligente, adaptando diariamente os sentidos do trânsito por exemplo. No transporte público, o monitoramento do Bilhete Único, principal meio de pagamento de passagens, poderia gerar uma série de informações diárias, possibilitando, por exemplo, uma melhor gestão de frotas, oferecendo mais transporte em horários de pico. Tudo isso de forma certeira e integrada entre todos os meios públicos de locomoção. Hoje já percebemos que a CPTM e o Metrô começam a tentar tomar atitudes “smart”, adotando linhas expressas e controle de tráfego inteligentes, mas que ainda podem melhorar com o uso do Big Data.

No final do dia, o que percebemos é que as informações necessárias para transformar São Paulo em uma cidade inteligente já estão na “mesa”, sendo uma possível mina de ouro para os serviços públicos. Modernizar a máquina estatal abre possibilidades para um melhor aproveitamento dos servidores públicos, melhorando a qualidade de vida dos próprios servidores e da população que depende dos seus serviços, trazendo ganhos reais para a sociedade.

Carlos Bokor é diretor da Teradata Brasil. Mauricio de Paula é Senior Business Consultant da Teradata Brasil.

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ABB and IBM Partner in Industrial Artificial Intelligence Solutions

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ABB and IBM (NYSE: IBM) today announced a strategic collaboration that brings together ABB’s industry leading digital offering, ABB Ability?, with IBM Watson Internet of Things cognitive capabilities to unlock new value for customers in utilities, industry, transport and infrastructure.

Customers will benefit from ABB’s deep domain knowledge and extensive portfolio of digital solutions combined with IBM’s expertise in artificial intelligence and machine learning as well as different industry verticals. The first two joint industry solutions powered by ABB Ability and Watson will bring real-time cognitive insights to the factory floor and smart grids.

“This powerful combination marks truly the next level of industrial technology, moving beyond current connected systems that simply gather data, to industrial operations and machines that use data to sense, analyze, optimize and take actions that drive greater uptime, speed and yield for industrial customers,” said ABB CEO Ulrich Spiesshofer. “With an installed base of 70 million connected devices, 70,000 digital control systems and 6,000 enterprise software solutions, ABB is a trusted leader in the industrial space, and has a four decade long history of creating digital solutions for customers. IBM is a leader in artificial intelligence and cognitive computing. Together, IBM and ABB will create powerful solutions for customers to benefit from the Fourth Industrial Revolution.”

New suite of breakthrough solutions

The new suite of breakthrough solutions developed by ABB and IBM will help companies address in a completely new way some of their biggest industrial challenges, such as improving quality control, reducing downtime and increasing speed and yield of industrial processes. These solutions will move beyond current connected systems that simply gather data, to cognitive industrial machines that use data to understand, sense, reason and take actions supporting industrial workers to help eliminate inefficient processes and redundant tasks.

“This important collaboration with ABB will take Watson even deeper into industrial applications — from manufacturing, to utilities, to transportation and more,” said Ginni Rometty, IBM Chairman, president and CEO. “The data generated from industrial companies’ products, facilities and systems holds the promise of exponential advances in innovation, efficiency and safety. Only with Watson’s broad cognitive capabilities and our platform’s unique support for industries can this vast new resource be turned into value, with trust. We are eager to work in partnership with ABB on this new industrial era.”

Bringing real-time cognitive insights to the factory floor

For example, ABB and IBM will leverage Watson’s artificial intelligence to help find defects via real-time production images that are captured through an ABB system, and then analyzed using IBM Watson IoT for Manufacturing. Previously these inspections were done manually, which was often a slow and error-prone process. By bringing the power of Watson’s real time cognitive insights directly to the shop floor in combination with ABB’s industrial automation technology, companies will be better equipped to increase the volume flowing through their production lines while improving accuracy and consistency. As parts flow through the manufacturing process, the solution will alert the manufacturer to critical faults – not visible to the human eye – in the quality of assembly. This enables fast intervention from quality control experts. Easier identification of defects impacts all goods on the producti on line, and helps improve a company’s competitiveness while helping avoid costly recalls and reputational damage.

Bringing real-time cognitive insights to smart grids

In another example. ABB and IBM will apply Watson’s capabilities to predict supply patterns in electricity generation and demand from historical and weather data, to help utilities optimize the operation and maintenance of today’s smart grids, which are facing the increased complexity created by the new balance of conventional as well as renewable power sources. Forecasts of temperature, sunshine and wind speed will be used to predict consumption demand, which will help utilities determine optimal load management as well as real-time pricing.

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SONDA anuncia novo diretor comercial para a área de Utilities

Com mais de 30 de anos de experiência no setor de energia, Miguel Sarmento chega à SONDA, maior companhia latino-americana de Tecnologia da Informação, para assumir a diretoria comercial da divisão de Utilities da integradora. O executivo ocupava a mesma posição na Axxiom, empresa de serviços de tecnologia para o setor elétrico, constituída pela Cemig e Light, onde permaneceu por oito anos.

Na SONDA, o objetivo de Sarmento é antecipar ao segmento de energia, saneamento e gás soluções e serviços que atendam às novas tendências. A primeira medida na sua gestão é reforçar o papel de provedora de ponta a ponta da SONDA em projetos de transformação digital nas concessionárias e distribuidoras atendidas ou não pela companhia. Para isso, o executivo aposta em conceitos como a Internet das Coisas (IoT), o Business Intelligence (BI), o Big Data, além das soluções tradicionais da SONDA, para sustentarem sua estratégia.

“Atualmente, há uma grande mudança do setor de saneamento focada em melhorar a gestão por meio da automação de processos com sistemas que geram menos perdas, porém maiores receitas, assim como no segmento de energia há uma atenção especial na adoção de tecnologias para análise (analytics). Queremos apoiar estes e outros mercados, como de iluminação pública e de gás, na melhor tecnologia para os seus negócios, seja em sistemas comerciais ou com ferramentas de on-site billing, por exemplo”, comenta o executivo.

Outro desafio de Sarmento é transpor o reconhecimento que a SONDA acumula no mercado de distribuição de energia, que soma 27 anos de atuação, detendo atualmente 25% do market share deste setor, para outras verticais de utilities que estão aderindo a movimentos de inovação, como saneamento, que vem buscando a melhoria em seus sistemas; distribuição de gás, que vem passando por uma revisão na regulação e deve gerar oportunidades a médio e longo prazos; e iluminação pública, na qual várias PPPs (Parcerias Público-Privada) estão em fase de definição tecnológica e iniciativas de IoT serão muito utilizadas.

“Hoje, somente na área de energia, atendemos mais de 16 milhões de unidades consumidoras, o que representa aproximadamente 40 milhões de habitantes, um saldo que também proporciona desenvolver produtos aderentes às necessidades não só no campo da energia elétrica, como em todo o universo de concessões e utilidades”, explica Sarmento, engenheiro eletrotécnico formado pelo Mackenzie e com passagens pela portuguesa EFACEC e pela alemã AEG.

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ECI investe em equipe nacional e nomeia Rogério Munuera como Country Manager Brasil

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A ECI, fornecedora global das soluções ELASTIC Network para provedores de serviços, Utilities e operadores de datacenter, anuncia a nomeação de Rogério Munuera como Country Manager para o Brasil. Com vasta experiência em telecomunicações e networking, a colocação do executivo faz parte da fortificação da estrutura da ECI na América Latina.

“A equipe de vendas da ECI aumentou 20% em 2015 e a nomeação do Rogério Muruera reflete esse desenvolvimento, bem como a crescente importância estratégica da América Latina para a empresa israelense, presente há mais de 50 anos no mercado e que hoje atua em mais de 30 países. Confiamos em seu dinamismo e estou seguro que ele vai contribuir para acelerar a posição da empresa no mercado brasileiro”, diz Carlos Brito, General Manager para as Américas.

Desde a faculdade Munuera mesclava no currículo pessoas e tecnologia, tendo na formação acadêmica Engenharia Eletrônica, Marketing e Business Management. Essa combinação fez com que ele passasse com sucesso por grandes corporações e desenvolvesse sua carreira em vendas no campo tecnológico.

Por quase 20 anos, o brasileiro tem atuado no setor de provedores de serviço, tendo trabalhado em empresas como a americana Juniper Networks, a britânica PromonLogicalis, as brasileiras Telsinc Tecnologia e Cernet Tecnologia e Sistemas e a canadense Nortel Networks.

“Minha trajetória profissional é inteira permeada por relacionamento com clientes e gerenciamento de serviços. Acredito que minha experiência em conectar empresas internacionais com o campo de negócios brasileiro está em linha com a estratégia de vendas da ECI e que juntos poderemos alcançar importantes resultados”, afirma Rogério Munuera.

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Sonda IT lança Centro de Excelência em Utilities

A Sonda IT, maior integradora latino-americana de soluções em Tecnologia da Informação, anuncia o seu Centro de Excelência voltado para a área de utilities no Brasil. A iniciativa apoiará as demais operações da integradora na América Latina de maneira consistente por meio do suporte à equipe de vendas regionais, além de assegurar a inovação tecnológica e a melhoria contínua dos padrões de prestação de serviço para o setor de utilities, compreendidos por empresas atuantes nos mercados de energia, saneamento e gás.

Na prática, a ideia é aprimorar ainda mais o atendimento a um segmento que busca constantemente a evolução tecnológica para melhorar a eficiência de seus serviços. O mercado de utilities representa um grande potencial de negócios para o setor de TI devido à procura latente dessas empresas por soluções que ajudam a disseminar os conceitos de Cidades Inteligentes e Smart Grids, seja no Brasil ou na América Latina. Para tanto, o Centro de Excelência vai agregar tecnologias com apelo em Nuvem, Mobilidade, Business Intelligence e Big Data, com o intuito de melhorar processos ligados à gestão comercial, técnica, além da dimensão regulatória, um dos principais desafios do setor.

Roberto Honda, gerente do Solution Center da Divisão de Utilities da Sonda IT, explica que o maior beneficiado com a iniciativa é o cliente, que poderá contar com uma equipe formada por profissionais com mais de 20 anos de experiência nos diversos processos de negócios das empresas do segmento.

“A criação do Centro de Excelência em Utilities reflete a valorização atual da Sonda pela jornada de experiência do cliente, promovendo em países latino-americanos o pleno atendimento das demandas que vêm sendo manifestadas no mercado com agilidade, customização no relacionamento e, principalmente, com a necessária expertise técnica”, diz Honda.

A nova frente também faz parte do plano de investimento da companhia para seu crescimento orgânico, que representa US$ 280 milhões dos US$ 790 milhões anunciados no começo deste ano para o biênio de 2016 a 2018. A estratégia visa levar ao mercado latino-americano uma oferta completa que possa atender a qualquer um dos dez países nos quais a Sonda atua. Além do Brasil, Chile, México, Costa Rica, Panamá, Venezuela, Colômbia, Peru, Uruguai e Argentina estão na rota do projeto.

Atualmente, só o núcleo de utilities da Sonda compreende mais de 16 milhões de unidades consumidoras, o que representa aproximadamente 40 milhões de habitantes, um número que a habilita a desenvolver produtos aderentes às necessidades de mercado em virtude de seu amplo conhecimento do setor.

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Sonda IT cria gerências de inovação e arquitetura para apoiar a nova estratégia de verticais

O rápido crescimento da área de Analytics & Big Data da Sonda IT, maior companhia latino-americana de soluções de Tecnologia da Informação, resultou na criação das gerências de inovação e arquitetura, que apoiarão a estratégia de verticais da integradora para os setores de telecom, utilities, varejo e finanças.

A criação dessas gerências se deu em função do novo alvo da companhia, que utilizará a área como catalisadora para o processo de verticalização a partir do desenho de soluções que envolvem tecnologias de geoprocessamento, big data, análise preditiva e data mining, entre outras.

Para isso, a companhia trará produtos para o portfolio que tenham características de desenhar soluções mais amplas para atender cada vertical estratégica de acordo com as necessidades singulares dos setores.

Comandada pelo executivo Eduardo Pugliesi, que está na liderança de BI da companhia desde 2011, ambas gerências colocarão inteligência nas práticas de desenvolvimento de soluções, principalmente para as verticais, o que manterá viva a melhoria contínua, garantindo assim o crescimento sustentável da área.

“Este movimento se deu com o amadurecimento das práticas de Business Intelligence promovidas através dos mais de 100 projetos executados pela integradora”, acrescenta Pugliesi, destacando que o resultado da área nos primeiros seis meses atingiu crescimento de 45% em relação ao mesmo período de 2015 e a meta é dobrar até o final de 2016, adotando as estratégias elencadas.

Com a meta de proporcionar sinergia e redução de custo às empresas, a Sonda IT anunciou recentemente a reestruturação da sua área comercial para atender por segmentos de mercado, tais como Serviços, Indústria e Telecom. A nova estrutura tornou a equipe comercial em um time multiespecialistas, que passou a entender todas as exigências de negócio do cliente para promover uma venda integrada. Isso significa levar soluções adequadas às suas demandas, apoiando-os na implementação e evolução rumo às novas tendências digitais.

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Sonda IT apresenta nova versão da solução de gestão de compra e venda de energia

A Divisão Utilities da Sonda IT, maior integradora latino-americana de TI, aproveita o reaquecimento do mercado livre de energia no Brasil, retraído por muito tempo devido à falta de energia disponível para comercialização, para apresentar a nova versão da solução GTS (Generation and Transmission Solution), desenvolvida com o objetivo de auxiliar as comercializadoras na gestão de compras e vendas de energia.

Na prática, a tecnologia é um software que controla todo o processo operacional e financeiro referente às negociações e receitas de geração, transmissão e comercialização de energia, respeitando as regras estabelecidas pelas entidades reguladoras do setor elétrico, como também, as regras aplicadas pela empresa administradora do sistema.

A ferramenta apresenta como principal diferencial a flexibilidade e a adaptação aos processos e negócios estabelecidos pela empresa usuária, com nível de parametrização associado a um sistema de workflow. Uma das principais funcionalidades é a simulação da venda com facilidades para formalização, desde a elaboração da proposta comercial até a assinatura do contrato e, consequentemente, a operacionalização.

Segundo Claudio Rincon, gerente de produtos sênior da Divisão Utilities, o GTS impacta nos negócios das comercializadoras na mitigação de riscos associados ao lastro, que é o montante necessário para garantir a venda ou consumo de energia elétrica.

“No mercado de energia o que é vendido ou consumido deve ser produzido ou comprado. Por isso, uma possível falta de lastro para consumo ou venda gera penalidades com a CCEE (Câmara de Comercialização de Energia Elétrica), ficando sujeito a variações do mercado estabelecidas pelo PLD (Preço de Liquidação de Diferenças). O sistema ajuda a monitorar o balanço entre a somatória de produção e compra para que seja igual à soma do consumo e da venda”, explica o executivo.

A estratégia da SondaIT com esta nova versão da solução é entrar com força total no atual movimento das comercializadoras que estão à procura de vantagens competitivas para os seus negócios, investindo, cada vez mais, em soluções tecnológicas voltadas à gestão e operacionalização das negociações de energia elétrica.

“A Solução pode ser adquirida tanto no formato de licença de uso instalada no datacenter do cliente, quanto no modelo de serviço no datacenter da SondaIT. O mercado livre se reacende e as comercializadoras de energia têm oportunidade de realizar bons negócios. As empresas que saírem à frente levarão vantagem sobre àquelas que ficarem passivas”, finaliza Rincon.

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Redes elétricas inteligentes são o foco do CPqD em evento do setor de utilities

As redes elétricas inteligentes (smart grids) e os sistemas de armazenamento para novas fontes de energia serão temas da participação do CPqD na 13.ª edição da Latin American Utility Week, que se realiza nesta semana, no Transamerica Expo Center, em São Paulo. O evento, que é um dos principais do setor de utilities na América Latina, tem uma programação ampla, voltada para profissionais de variados segmentos nessa área – que abrange energia, água e gás.

Três palestras de especialistas do CPqD integram essa programação. A primeira, no dia 24 (quinta-feira), às 10 horas, será proferida por Maria de Fátima Rosolem, pesquisadora da área de Sistemas de Energia, que falará sobre Novas tecnologias de baterias para sistemas de armazenamento de energia.

“A bateria permite armazenar a energia gerada por novas fontes alternativas e torná-la disponível somente quando necessário”, observa Fátima. “Atualmente, há uma busca por novas tecnologias de baterias menos agressivas ao meio ambiente e que, ao mesmo tempo, atendam aos requisitos de acumular maior densidade de energia e potência.” Em sua palestra, a ser apresentada no evento Energen Expo – Feira Internacional de Geração de Energia (paralelo à Latin American Utility Week), a pesquisadora dará uma visão sobre o estado da arte de várias tecnologias de baterias em desenvolvimento para aplicações em sistemas de armazenamento de energia estacionária – como bateria de sódio-cloreto de níquel, lítio-íon, fluxo e células combustível.

Também no dia 24, às 15h20, José Reynaldo Formigoni Filho, gerente de Tecnologia de Segurança da Informação e Comunicação do CPqD, fará uma palestra sobre Segurança em redes elétricas inteligentes. Segundo ele, nos últimos anos, houve um aumento dos ciberataques a infraestruturas críticas de vários países – mais de 50% dos quais concentrados nas redes elétricas. “Com o advento do smart grid, essa situação tende a se agravar, devido à incorporação à rede elétrica de um número maior de dispositivos eletrônicos, que utilizam softwares embarcados”, alerta o especialista. Sua apresentação irá listar as principais ameaças e vulnerabilidades relacionadas à implantação das tecnologias smart grid na rede; as medidas de mitigação adotadas nos EUA e na Comissão Europeia e, ainda, oferecer uma visão geral de como essas questões estão sendo tratadas no Brasil.

No dia 25, às 14h40, Marcos Malveira, pesquisador da área de Sistemas de Energia do CPqD, apresentará o tema Análise de infraestrutura de medição avançada: Arquitetura interoperável. “A interoperabilidade é um dos requisitos básicos do desenvolvimento e implantação de soluções para redes elétricas inteligentes”, diz Malveira. “É preciso ter uma visão clara de quais são os pontos importantes para a definição de uma arquitetura interoperável, além de mapear os principais desafios que fabricantes e distribuidoras de energia deverão considerar para isso.” Em sua palestra, que está incluída na abordagem estratégica Smart Grid, Malveira apresentará uma visão da arquitetura de medição avançada (AMI), com foco em critérios de interoperabilidade, e analisará alguns desafios a serem superados para sua implantação em larga escala no país.

Mais informações sobre a Latin American Utility Week 2015 estão disponíveis no site do evento – em http://www.latin-american-utility-week.com/

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