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Serviços B2B já correspondem a quase 50% da receita de startup de serviço automotivo

Para quem nunca ouviu falar em B2B, a sigla significa ‘’business-to-business’’ e é uma alternativa ao famoso B2C, ou seja, ‘’business-to-customer’’. Na prática, os serviços que sempre foram oferecidos da empresa ao cliente (pessoa física), agora tendem a ser oferecidos de empresas a empresas (pessoa jurídica), a partir de parcerias nas quais uma faz o papel de cliente enquanto a outra, de fornecedor. Baseado nas próprias experiências, Fernando Saddi, fundador e CEO da Easy Carros, aplicativo que conecta profissionais de serviços automotivos a donos de carros, afirma que, hoje, essa mudança de estratégia com foco no serviço voltado para empresas é o caminho para o sucesso.

De acordo com Saddi, a alternativa ao modelo comum de negócio surgiu de forma espontânea para a Easy Carros e, segundo ele, a demanda começou organicamente, “Muitas empresas começaram o contato com a Easy Carros até que percebemos que alguns de nossos principais clientes eram empresas que usavam nossos produtos para seus clientes finais’’. Segundo o executivo atualmente existe uma lista com cerca de 50 empresas interessadas em fazer algum tipo de parceria que envolve este modelo.

Atualmente, a Easy Carros recebe mais de 6.000 pedidos por mês nesse segmento, o que representa 40% dos pedidos da empresa. “No mês que vem, calculamos que passará de 50%”, completa Fernando Saddi. Além disso, o ticket médio gasto por empresa nesse modelo é 70 vezes maior do que o gasto por consumidor no modelo antigo.

O modelo B2B da Easy Carros, apesar de ainda não ter um aplicativo próprio, já funciona desde XXX e possui grandes clientes no mercado, como o grupo Bimbo, responsável pelas marcas Pullman e Nutella; o grupo Bandeirantes e o grupo Siemens, por exemplo.

Hoje, o serviço está disponível em todas as 32 cidades e 4 estados em que a Easy Carros atua, e tende a crescer.

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everis e NTT DATA lançam competição global de startups

A everis, consultoria que oferece soluções de estratégia e de negócios, em parceria com a NTT DATA, abriu as inscrições para o Open Innovation Business Contest, uma competição global de startups, que reunirá representantes de 10 países ao redor do mundo.

São Paulo sediará uma das semifinais, reunindo projetos com foco em realidade virtual, aumentada e mista, e que realizam cocriação neste universo. O projeto brasileiro selecionado para representar o País na competição concorrerá com os escolhidos na mesma etapa, nas cidades de Tóquio, São Francisco, Londres, Tel Aviv, Toronto, Madri, Barcelona, Cingapura, Pequim e São Paulo.

As inscrições podem ser feitas até o dia 19 de dezembro pelo site http://oi.nttdata.com/en/contest. Tanto os projetos submetidos quanto as apresentações dos candidatos deverão ser feitas em inglês.

A fase de apresentação em cada uma das cidades ocorrerá entre os meses de fevereiro e março de 2017. A grande final será em Tóquio, no mês de março.

“O gene da inovação está presente no DNA da everis desde a sua fundação, e cada vez mais buscamos investir em ideias que possam não só transformar os negócios dos nossos clientes como transformar a vida da sociedade. Nesta iniciativa, nosso objetivo é atrair ideias que promovam a inovação empresarial no campo da realidade virtual. Afinal, as novas e crescentes exigências dão à inovação primazia nos mais diversos mercados. Unir raciocínio produtivo e ação inovadora é essencial para obter vantagem competitiva”, afirma Roberto Godoy, sócio de Tecnologia na everis Brasil.

O vencedor do Open Innovation Business Contest receberá US$ 30.000 para serem utilizados no desenvolvimento do seu projeto e terá a oportunidade de trabalhar com uma equipe da NTT Data – um dos principais fornecedores mundiais de serviços e inovação na área de TI – por três meses, no desenvolvimento de um protótipo de serviço – produto, que será oferecido às empresas clientes da companhia.

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Empresa de TI e Startup são reconhecidas pelo prêmio líderes do Brasil

A sexta edição do PRÊMIO LÍDERES DO BRASIL, que reconhece empresas e protagonistas que contribuíram para a construção de um País melhor e mais competitivo, homenageará as empresas ACE e Stefanini nas categorias Líder em Startup e em Tecnologia da Informação, respectivamente. A cerimônia de premiação reunirá empresários e autoridades públicas, entre eles o governador do Estado de São Paulo, Geraldo Alckmin, e o prefeito eleito da capital paulista, João Doria, na noite de 12 de dezembro, no Palácio dos Bandeirantes. A cerimônia será transmitida pela TV LIDE (www.tvlide.com.br) para todo o Brasil.

A ACE é um ecossistema completo de inovação que impacta startups, empreendedores, investidores e grandes companhias. Por acreditar na capacidade empreendedora das startups, a Stefanini, considerada uma das mais importantes provedoras globais de soluções de negócios baseadas em tecnologia, está promovendo a segunda rodada do programa OpenStartups, com o objetivo de levar inovação para os segmentos de varejo, finanças e seguros, além de gerar negócios a partir da sinergia com essas empresas que estão iniciando no mercado.

Segundo Luiz Fernando Furlan, chairman of the Board do LIDE, o PRÊMIO LÍDERES DO BRASIL busca destacar o papel de empresas e gestores que com muita determinação, superam desafios e atingem bons resultados, servindo de exemplo para o setor em que atuam. “Devemos nos inspirar na capacidade empreendedora desses homens e mulheres e acreditar que, com trabalho e determinação, podemos também conquistar o sucesso, em benefício das empresas, da sociedade e de todo o País”, afirma.

Conheça todas as categorias da premiação

Os grandes destaques da maior premiação de lideranças do Brasil, que retrata os principais setores da economia do País são: Líder em Agronegócios, Líder em Comunicação, Líder em Construção Civil, Líder em Educação, Líder em Eletroeletrônicos, Líder em Energia, Líder em Inovação, Líder em Instituições Financeiras, Líder em Logística e Transportes, Líder em Máquinas e Equipamentos, Líder em Mercados Internacionais, Líder em Metalurgia, Líder em Papel, Celulose e Papelão, Líder em Média e Pequena Empresa, Líder em Produtos de Personal Care, Líder em Saúde, Líder em Seguros, Líder em Startup, Líder em Sustentabilidade, Líder em Tecnologia da Informação, Líder em Telecomunicações, Líder na Indústria Automobilística, Líder na Indústria de Alimentos e Bebidas, Líder na Indústria de Cosméticos e Bem-Estar, Líder na Indústria Digital, Líder na Indústria do Turismo, Líder na Indústria Farmacêutica, Líder na Indústria Têxtil, Couro e Vestuário e Líder no Varejo.

Para exaltar a forte atuação das unidades regionais do LIDE, presentes em todo o País, a cerimônia de premiação deste ano também irá destacar os líderes do Amazonas, Bahia, Distrito Federal, Região Metropolitana de Campinas (SP), Ceará, Goiás, Mato Grosso, Minas Gerais, Paraná, Pernambuco, Região de Ribeirão Preto (SP), Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Região de São José do Rio Preto (SP), Santa Catarina e Vale do Paraíba (SP).

O 6º PRÊMIO LÍDERES DO BRASIL tem a chancela de importantes marcas. BANCO ORIGINAL, CNI, CIRELLA e EMS são patrocinadores, com apoio da COMGÁS, EMBRATEL e GRUPO MARTINS. ÁGUAS PLATINA, CDN COMUNICAÇÃO, CHANDON, CHEF, ECCAPLAN, HAGANÁ, RODOBENS COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL, UPS e ZOÉGAS são os fornecedores oficiais. PR NEWSWIRE, as revistas LIDE e LÍDERES DO BRASIL e TV LIDE são mídia partners.

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Estudo da Capgemini revela que metade dos clientes bancários usam FinTechs no mundo

Metade dos clientes bancários em todo o mundo estão usando produtos ou serviços de pelo menos uma FinTech[1], é o que revela a primeira edição do World FinTech Report (WFTR), estudo conduzido pela Capgemini e pelo LinkedIn, em colaboração com a Efma. O relatório quantifica e acompanha a resposta dos clientes em relação à ascensão das startups de serviços financeiros, incluindo os pontos de vista dos executivos da indústria, tanto sobre as FinTechs quanto as instituições financeiras tradicionais[2]. E, ainda, resume como a inovação é fundamental no cenário emergente do setor.

O WFTR constatou que as FinTechs estão ganhando força e reconhecimento entre os mais jovens – os “tech-savvy” (grandes conhecedores de tecnologia moderna, especialmente computadores) – e entre clientes com maior poder aquisitivo. Os mercados emergentes lideraram a adoção, sendo que mais de 75% dos clientes na China e na Índia relataram usar serviços prestados por FinTechs, seguidos pelos Emirados Árabes Unidos e Hong Kong. As FinTechs fizeram os maiores avanços na gestão de investimentos, sendo contratadas exclusivamente por 17% dos clientes, além de outros 27% que as usam adicionalmente aos fornecedores tradicionais. Com tantas FinTechs especializadas em serviços de nicho, o WFTR também descobriu que muitos clientes (46%) estão usando serviços de mais de três FinTechs.

FinTechs continuam a ganhar impulso, mas a confiança e a experiência geral do cliente permanecem baixas

Enquanto FinTechs continuam apresentando uma presença de mercado disruptiva, o nível geral de confiança do cliente nesses provedores continua baixo. Apenas 24% dos clientes disseram confiar na FinTech que utiliza, em comparação com 37% que confiam nas empresas tradicionais. Os clientes notaram que instituições financeiras tradicionais ainda guardam alguma vantagem sobre as FinTechs quando se trata de proteção contra fraudes, qualidade de serviços e transparência.

“Aumentar as expectativas dos clientes para experiências digitais mais personalizadas, avanços na tecnologia, maior acesso ao capital de risco e menores barreiras para a entrada criaram um terreno fértil para o crescimento das FinTechs”, explica Penry Price, vice-presidente de soluções de marketing do LinkedIn. “As FinTechs estão ganhando força ao atender às demandas que os players tradicionais ainda precisam endereçar. Porém, muitas delas ainda não têm a transparência necessária para ganhar a confiança de seus clientes e capitalizar essas oportunidades”, completa.

O esforço para colaborar com as FinTechs é visto como fundamental para a inovação

Instituições financeiras tradicionais continuam a enfrentar desafios, com menos da metade (44%) dos executivos confiantes em sua estratégia de FinTech. Isso não é surpreendente, já que somente cerca de um terço (35%) afirmou ter uma estratégia de inovação bem estruturada ou proativa em andamento e que esteja incorporada culturalmente. A aversão natural aos riscos das empresas tradicionais também dificulta a criação de uma cultura que priorize a inovação e, assim, 40% dos executivos disseram que as corporações para as quais trabalham não estão propícias à inovação.

“Os executivos mais experientes de serviços financeiros estão vendo as FinTechs sob uma nova luz, à medida em que identificam maiores oportunidades de colaboração – mas também estão fazendo progressos significativos na construção de FinTechs internas mais ágeis”, afirma Thierry Delaporte, líder da Unidade Global de Negócios de Serviços Financeiros da Capgemini e Membro do Conselho Executivo do Grupo. “Mas com a exceção de uma parcela de líderes do setor, a maioria das empresas está lutando para alcançar resultados positivos em suas iniciativas de inovação, com apenas 10% dos executivos afirmando terem sido muito eficazes para alcançar os resultados de inovação desejados”.

O WFTR constatou que as empresas tradicionais estão, cada vez mais, buscando uma ampla gama de estratégias em resposta às FinTechs. A maioria das instituições financeiras (60%) agora as vê como parceiros potenciais, enquanto que quase o mesmo porcentual (59%) também está desenvolvendo ativamente suas próprias capacidades internas. Além de parcerias e desenvolvimento in-house, os executivos estão explorando uma gama completa de modelos, sejam investimentos em FinTechs (38%), parcerias com instituições educacionais (34%) ou definição de aceleradores (30%), enquanto um percentual muito menor (19%) está adquirindo FinTechs.

Empresas tradicionais investem ativamente em tecnologias emergentes para promover avanços tanto suas operações quanto a experiência do cliente

As empresas tradicionais estão, em grande parte, respondendo a esta mudança ao dar a mais alta prioridade ao investimento em tecnologias capazes de facilitar operações mais eficientes e ágeis. E, assim, proporcionam melhores experiências diárias ao cliente. Cerca de 90% dos executivos afirmam estar mais focados na implementação de big data e analytics, seguidos pela Internet das Coisas (56%), blockchain (55%), automação de processos robóticos (52%) e tecnologias API abertas (50%). A tecnologia blockchain, que forma a espinha dorsal da popular moeda virtual bitcoin, está cada vez mais presente na indústria de serviços financeiros. Ela tem inúmeras aplicações, incluindo transferênciasavançadas de ativos digitais, gerenciamento de identidade e melhor gestão de soluções de recompensa e fidelidade.

“Tanto as FinTechs como as empresas tradicionais ainda têm trabalho a ser feito para entregar uma melhor experiência ao cliente”, disse Vincent Bastid, secretário-geral da Efma. “A chegada das FinTechs acelerou a melhoria da experiência do cliente na indústria, mas ainda não está no nível desejado. É apenas questão de tempo, para que empresas BigTech³ e players de e-commerce e telecomunicações se unam para reivindicar sua parte e se beneficiar desta disrupção da indústria”.

Para ajudar as organizações tradicionais a superarem sua eventual resistência à inovação e a enfrentarem a potencial disrupção (atual e futura), o WFTR definiu um quadro de quatro etapas, essenciais frente a um número crescente de ameaças potenciais para o setor de serviços financeiros. De acordo com o relatório, as empresas tradicionais de serviços financeiros podem desbloquear a inovação: descobrindo novas tecnologias, idealizando novos modelos de negócios, contratando executivos alinhados para apoiar e sustentar a inovação, assim como melhorando a eficiência e adotando melhores práticas. Como a “plataformização4“ da indústria continua a ganhar força, será cada vez mais imperativo que as instituições financeiras tomem medidas agressivas para inovar.

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Fintech de câmbio faz compra e venda de moedas via WhatsApp

Com o mundo extremamente conectado, as redes sociais em alta e o quesito praticidade elevado à última potência, muitas empresas estão buscando diversificar sua forma de prestar serviços e, mais ainda, de atender ao cliente. A BeeCâmbio, por exemplo, primeira correspondente cambial brasileira que funciona completamente online e está presente em 40 cidades, tem como missão proporcionar um atendimento humanizado, no qual a experiência de compra e troca de moedas estrangeiras seja simples, rápida e prática.

Para isso, a empresa disponibiliza diversas formas de atendimento ao cliente, um diferencial, principalmente quando se fala do ramo financeiro – respondendo, assim, à necessidade de qualquer tipo de consumidor.

Além dos tradicionais e-mail e telefone, o chat no próprio site da empresa, o Telegram, o Skype e, também, o WhatsApp, são ferramentas que a fintech utiliza para realizar suas transações e que já fazem parte do dia-a-dia de muitas empresa como a BeeCâmbio, que mantém relação direta com seu cliente.

Para o tipo de cliente conectado, é essencial poder requisitar um serviço, tirar uma dúvida ou mesmo fechar um negócio utilizando ferramentas como o WhatasApp ou até mesmo fazendo um call rápido via Skype.

A proposta é tão relevante que a correspondente cambial online já possui o maior parte de sua demanda realizada via canais digitais (chat, WhatsApp, Telegram e Skype). Esses números contrastam com o de atendimentos realizados por meio de telefone e e-mail.

“O cliente quer cada vez mais seu atendido de forma multicanal. Estamos vivendo uma fase de transformação e precisamos transformar também a forma com que empresas e consumidores se relacionam. Por isso, na BeeCâmbio, que já nasceu digital, o consumidor conectado se sente em casa e confiante de fazer negócios com uma correspondente cambial via aplicativos que aproximam o cliente e a empresa, por exemplo”, explica Fernando Pavani, fundador e CEO da BeeCâmbio.

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StartSe promove terceira edição do Invest Class e reúne os melhores investidores do país

No próximo dia 01 de dezembro, o StartSe, maior plataforma de startups do Brasil, realiza a terceira edição do Invest Class, evento que cria uma oportunidade única para empreendedores e startups que estão em fase de captação de investimento ou que pretendem fazer isso em um curto período de tempo.

Marco Poli, Fábio Póvoa, Edson Rigonatti e Pedro Englert discutem todos os aspectos que os investidores buscam quando decidem investir em uma startup e sobre o que os empreendedores precisam fazer para encantar esses investidores e, consequentemente, alavancar seus negócios.

“É crescente o número de startups dos mais diferentes segmentos no país e, claro, aumenta também a procura por investidores. As duas edições anteriores do Invest Class foram um sucesso justamente por ajudar os empreendedores a encontrar um caminho para encantar os fundos ou investidores anjo no Brasil. Temos grandes expectativas para essa edição”, explica Pedro Englert, CEO do StartSe.

Além do conteúdo ministrado por esses investidores, as startups participantes terão, como bônus, a oportunidade de apresentar um pitch para uma plateia de dez investidores convidados, no final do dia. O encontro acontece em São Paulo, das 9h às 18h, na sede da Microsoft, que apoia o evento. As inscrições podem ser feitas no site do encontro: eventos.startse.com.br/investclass.

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Compliance para startups

A consultoria anglo-brasileira de compliance e investigação de crimes de colarinho branco Wolfe Associates (www.wolfe.com.br) está lançando um serviço inédito de diagnóstico de governança corporativa para startups e empresas já estruturadas em busca de investidores. Batizado de “Flash Diagnostic”, o serviço é gratuito e faz um mapeamento de riscos para criação ou refinamento de políticas de compliance, gestão de crise e otimização de desempenho de negócios.

Em média, o processo de “flash diagnostic” leva apenas um dia – e fornece à empresa um cenário de áreas do negócio que oferecem riscos de fraudes, corrupção ou outros desvios de conduta, além da localização de potenciais pontos desprotegidos nos principais eixos de seu ambiente administrativo.

Segundo o advogado internacional Barry Wolfe, profissional que já foi chamado de “Sherlock do setor financeiro” pelos esquemas de desvios que desvendou tanto com sua empresa quanto quando foi diretor da KPMG Forensic, “a ideia é dar ao empreendedor um mapa da mina para a criação de uma política real de compliance.”

A estratégia da Wolfe Associates se baseia na necessidade de compliance estruturado em startups que buscam investimentos. “No Brasil com a imagem chamuscada pelos atuais escândalos, governança é condição fundamental para parcerias ou investimentos de fundos estrangeiros”, explica o advogado inglês Edward Jenkins, membro do Queens Consuel e um dos mais importantes especialistas em crimes de colarinho branco da Grã Bretanha.

Além de Wolfe e Jenkins, o time responsável pelo “flash diagnostic” é capitaneado pelos consultores Jefferson Almeida e Marcelo Pereira, especialistas em auditoria forense e financeira e ambos ex-executivos de companhias como Ernest & Young e PwC.

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Startup acelerada em Ribeirão Preto atrai investidores das áreas de varejo e educação

view.aspx A FishTank, startup recém-acelerada pelo SEVNA Seed dentro do SUPERA Parque de Inovação e Tecnologia de Ribeirão Preto, chamou a atenção de duas empresas líderes no desenvolvimento de sistemas para os segmentos de educação e de varejo. A Evolua Educação e a Consinco se tornaram sócias da novata que criou uma tecnologia inédita para a coleta e análise de informações sobre o comportamento dos consumidores em centros comerciais, lojas e eventos.

A tecnologia da FishTank, que promete transformar lojas físicas em smart retails, mapeia com precisão a experiência de clientes por meio de sua localização em ambientes comerciais e oferece informações relevantes aos gestores que atuam nas áreas de operações, marketing e vendas, incluindo tempo de permanência, taxa de retorno, fluxo de passantes, hotzones e muito mais.

“O investimento da Consinco na startup está estrategicamente alinhado às propostas de inovação que defendemos. Nosso foco é ser a mais completa fornecedora de soluções aos nossos clientes, por isso estamos sempre em busca de agregar novos parceiros que possam melhorar e otimizar os processos varejistas. Percebemos, no projeto da FishTank, um grande potencial comercial”, afirma Flavio Barros, presidente da Consinco.

A FishTank, já está presente em diversas cidades do estado de São Paulo e está iniciando projetos em outros estados. O aporte será aplicado nas áreas de desenvolvimento, marketing, vendas e na ampliação da equipe de colaboradores da startup. Com o investimento, a empresa prevê, até o final deste ano, mais que triplicar a quantidade de pontos instalados. “O sistema não fere a privacidade do usuário do aparelho já que utiliza o sinal público de wi-fi e não acessa seus dados pessoais”, destaca o CTO da FishTank, Rodrigo de Almeida. “A função da nossa solução é oferecer ao gestor informações atualizadas sobre tempo de permanência, taxa de retorno, quantidade de novas visitas, conversão de vendas e mais,” explica Fernando Machado, CEO da empresa.

O valuation da FishTank foi peça fundamental para a concretização do negócio. O relatório foi elaborado pela Valore Brasil que utilizou o método do fluxo de caixa descontado, validando dados de previsão de faturamento da empresa com base em projeções do mercado de varejo físico. “O ponto chave de um valuation é o risco, que acaba sendo maior no caso das startups. No caso da FishTank, por ter passado pelo ambiente de aceleração, a empresa tem uma chancela que garante que ela cumpriu os primeiros passos para estruturar o negócio”, avalia Jaziel Pavine, diretor da Valore Brasil.

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Prorrogadas as inscrições para startups participarem de batalha inédita no Brasil sediada na Vivo

Startups que utilizam inteligência artificial como principal tecnologia em suas soluções têm mais prazo para se inscreverem para a terceira edição da batalha global de startups, que acontece dia 9 de dezembro, na sede da Vivo, em São Paulo. As inscrições estarão abertas até dia 29 de novembro por meio do link participe da batalha de AI.

É a primeira vez que um evento nestes moldes acontece no Brasil, como conclusão do curso de verão de Machine Learning, organizado pela norte-americana BigML em parceria com o Telefónica Open Future e a Vivo. Antes, já houve edições da batalha em Boston (EUA) e Valência (Espanha).

Durante a batalha, cinco startups pré-selecionadas irão competir entre si e serão avaliadas por um algoritmo de Machine Learning (o PreSeries), sem qualquer envolvimento humano. As empresas apresentarão seus projetos em inglês e o algoritmo dará notas a cada uma. O algoritmo reflete um extenso modelo preditivo gerado com informações de milhares de startups no mundo, além de considerar rodadas de investimento realizadas até o momento.

A empresa vencedora será convidada a fazer parte da Wayra, academia de aceleração do Telefónica Open Future, durante seis meses, aproveitando benefícios como treinamento, mentoring e conexão com a rede de contatos global construída pelo programa. Após esse período, a empresa será avaliada e poderá receber investimento no valor de US$ 50 mil, conversível em participação de 7% a 10% por parte da Telefónica. O empreendedor vencedor também terá a oportunidade de se aproximar da Vivo e de outras unidades da Telefónica ao redor do mundo, para fazer negócios.

A Microsoft vai premiar a vencedora da batalha com US$ 120 mil em créditos no Microsoft Azure para serem utilizados em dois anos. A startup receberá o selo de BizSpark Plus, upgrade do programa de benefícios para startups da Microsoft, que oferece créditos em Azure, acesso à plataforma de software e oportunidades de conexão com investidores e negócios.

Espera-se que mais de 150 profissionais e interessados em aprender Machine Learning, novas ferramentas que ajudam a transformar dados em conhecimentos práticos e a desenvolver aplicações inteligentes, participem do curso de verão de Machine Learning, em São Paulo. Mais detalhes podem ser encontrados no blog post.

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Startup Weekend ocorre em São Paulo e vai focar em Connected Devices

A cidade de São Paulo receberá, pela primeira vez, uma edição do Startup Weekend Internet of Things, ou Internet das Coisas. A iniciativa convida programadores, makers, empreendedores e designers para discutirem novas soluções e ideias para o setor que é um dos mais promissores para a criação de startups.

Serão 54 horas de imersão, entre os dias 25 e 27 de novembro na Oxigênio Aceleradora, no centro da capital paulista. A programação do evento consiste na elaboração de ideias relacionadas com a Internet das Coisas. O papel das equipes, é conseguir implementar uma tecnologia que seja viável e rentável no mercado. A partir desse conceito, as melhores ideias serão executadas, um modelo de negócio será criado e um protótipo será desenvolvido com auxílio de mentores experts na área. Por fim, uma banca avaliadora decidirá qual startup será a vencedora.

A proposta desta edição especial é dar foco a um mercado que está em expansão. A Internet das Coisas é amplamente difundida como a possibilidade de conectar dispositivos a nossa volta com a internet, afim de solucionar problemas e facilitar as tomadas de decisões.

“Até 2025, o impacto econômico anual da Internet das Coisas será de mais de US$ 10 trilhões. E aonde veremos a maioria desse impacto? Nas indústrias e nas aplicações comerciais”, enfatiza Jenny Fielding, Managing Director da Techstars IoT de Nova York.

Essa será a primeira de cinco edições especiais da iniciativa Startup Weekend Indústria, uma parceria entre Techstars, Finep e ABDI, que busca explorar os desafios atuais das indústrias e como as tecnologias e modelos de negócios disruptivos das startups podem trazer inovação para o setor. O evento ainda conta com apoio e patrocínio da Konker, empresa especializada em plataformas para operação de soluções de Internet das Coisas.

As inscrições podem ser feitas pelo site:
http://www.up.co/communities/brazil/sao-paulo/startup-weekend/9026

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Fintechs de crédito criam a primeira associação do setor no Brasil

Com o objetivo de impulsionar o desenvolvimento do setor de crédito online no Brasil e consolidar as boas práticas do segmento, as principais fintechs de crédito do País se uniram e criaram a Associação Brasileira de Crédito Digital (ABCD). A iniciativa, inédita no mercado nacional, foi conduzida pelas empresas Biva, BankFacil (BKF), Geru, Just, Lendico, Simplic e Trigg.

Na agenda da associação está o relacionamento com órgãos reguladores, de proteção ao crédito e defesa do consumidor, bancos e outras instituições financeiras. Neste sentido, a ABCD já nasce com um código de conduta e melhores práticas e tem na sua pauta, principalmente, o desenvolvimento do mercado de forma que o consumidor brasileiro seja beneficiado com o aumento de eficiência do setor.

A rapidez com que este mercado vem se desenvolvendo no Brasil e seu potencial de seguir crescendo também estão no radar de atuação da ABCD. Segundo a FintechLab, que mapeia as fintechs no Brasil, o número de empresas de serviços financeiros online no Brasil mais do que dobrou desde setembro de 2015.

A velocidade do crescimento do mercado das fintechs de crédito se dá pela a abordagem inovadora, baseada em dados, e incorporando tecnologia à análise financeira tradicional. Para lidar com os desafios criados pela rápida expansão, a associação propõe um conjunto de melhores práticas para quem oferece crédito no ambiente digital em termos de ética, respeito ao consumidor, comunicação, transparência, privacidade e segurança, entre outros.

Os benefícios ao consumidor são muitos, já que a entrada das fintechs no mercado trouxe variedade à oferta de produtos e serviços financeiros, diminuiu o tempo gasto na contratação, aumentou a segurança e a praticidade, e tornou o atendimento mais amigável e personalizado. Além da melhor experiência do usuário, as empresas de serviços financeiros digitais têm gerado renda e novos empregos. Um recente estudo da consultoria McKinsey mostra que o setor poderá criar até 4 milhões de novos empregos e representar um aumento de PIB no Brasil de 5,5% até 2025.

A associação é aberta e receberá outras empresas que trabalham com crédito digital no País. A ideia é gerar um ciclo de melhoria contínua e um fórum de compartilhamento de melhores práticas para as empresas do setor, bem como servir de referência para que o consumidor de crédito conheça melhor suas opções e seus direitos.

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TCS patrocina Hackathon do Centro Paula Souza

A Tata Consultancy Services (TCS), empresa líder em soluções de negócios, consultoria e serviços de TI, anuncia mais uma ação em parceria com o Centro Paula Souza, desta vez na unidade de Barueri. A multinacional indiana patrocinará o 1º Hackathon da Faculdade de Tecnologia do Estado (Fatec) Barueri, entre os dias 26 e 27 de novembro. O objetivo do evento é apresentar e desenvolver os conhecimentos dos estudantes em empreendedorismo, tecnologia e inovação por meio da criação de soluções e aplicativos.

Algumas das tarefas para os estudantes serão desenvolver aplicações em plataformas móveis (Android) ou web destinadas a solucionar problemas da área de negócios. Participarão alunos dos cursos de Gestão da Tecnologia da Informação, Análise e Desenvolvimento de Sistemas, Banco de Dados, Redes de Computadores, Segurança da Informação, Sistemas para Internet, Jogos Digitais e Informática para Negócios.

Para se inscreverem os estudantes formaram equipes de cinco integrantes. Serão selecionadas ao todo 10 equipes e os prêmios são: 1º lugar R$ 3.000; 2º lugar R$1.500 e 3º lugar R$ 500 a serem divididos entre os membros da equipe.

“Estamos sempre investindo e participando de atividades que envolvam estudantes e os estimulem a ingressar nas áreas de tecnologia com o objetivo de ensinar como entrar no mercado de trabalho. Essa iniciativa faz parte do Programa da TCS de Conscientização em Tecnologia para Estudantes, chamado goIT. Este não é o primeiro projeto da TCS com o Centro Paula Souza. Temos um relacionamento de longo prazo, que envolve outras unidades. Além disso, todo ano realizamos um campeonato de programação, chamado Code Vita, que está acontecendo em todo o mundo”, diz Tushar Parikh, Country Head da TCS Brasil.

Tushar acrescenta que o futuro do país está nas mãos dos jovens e que são eles os principais desenvolvedores e pioneiros na adoção de novas tecnologias. Por isso, maratonas como esta são importantíssimas, já que é possível promover a troca de ideias com a finalidade de solucionar problemas com inovação.

A TCS possui desde 2015 uma parceria com o Centro Paula Souza, chamada Enable, em que realiza workshops e palestras para os estudantes das unidades de Carapicuiba e Barueri, apresentando um leque de assuntos que vai desde a rotina de um profissional de tecnologia até como ingressar no mercado de trabalho. Alguns destes jovens, ao final dos workshops, são convidados a participar dos processos seletivos da empresa TCS, que conta com mais de 1.100 colaboradores no Brasil, alguns já oriundos da parceria com a instituição de ensino.

Confira no link http://www.desafiofatecbarueri.esy.es/Regulamento/ o regulamento completo do evento.

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