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Hackathon John Deere Campus Party: ainda há vagas

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Ainda há vagas disponíveis para campuseiros participarem do Hackathon agrícola que a John Deere promoverá na Campus Party 2017. Com o tema “A experiência do campo na palma da mão”, o desafio vai propor o desenvolvimento de um aplicativo em 48 horas. O único requisito para o concurso é que as equipem tenham um programador, além de participarem da Campus Party.

As inscrições devem ser feitas no website oficial do evento http://ocamponacampus.com.br, até o dia 31/1 ou enquanto houverem vagas. O Hackathon John Deere vai de quinta, 2/2, até sábado, 4/2. As equipes pré-inscritas deverão confirmar a participação no estande da John Deere no evento.

A equipe vencedora ganhará viagem para a sede da John Deere Intelligent Solutions, em Urbandale, nos Estados Unidos, enquanto os demais colocados visitarão o Escritório Regional para a América Latina da John Deere, em Indaiatuba (SP).

A John Deere é a primeira do setor agrícola a participar do evento que ocorre de 31 de janeiro a 5 de fevereiro, em São Paulo (SP). A participação da John Deere visa contribuir para a transformação da mentalidade acerca do setor agrícola e da produção de alimentos junto ao público das grandes cidades. O tema participação será #ocamponacampus, alusão à origem da palavra que une o público urbano e o rural.

Além do Hackathon, a John Deere também apresentará uma palestra sobre inovação e tecnologia para produzir alimentos em larga escala, que será apresentada no Palco Inovação. O palestrante será Paulo Herrmann, presidente da companhia no Brasil e vice-presidente de Marketing para a América Latina.

Outras atividades da empresa no estande serão um Quiz, com os estágios da produção agrícola (preparação do solo, plantio, tratos culturais e colheita – além da gestão), e a presença de um Simulador de colheitadeira de grãos, que é utilizado para treinar os operadores de máquinas, em que os participantes devem manobrar uma colhedora de maneira correta, realizando a melhor colheita, com menos desperdício.

Hackathon John Deere – Campus Party 2017

Data: De 2 a 4 de fevereiro de 2017
Local: Centro de Exposições Anhembi, São Paulo (SP)
Pré-inscrições e informações:
http://ocamponacampus.com.br/

Programação John Deere

2/2 – Quinta-feira – 15h – Palestra sobre inovação
2/2 – Quinta-feira – 10h – Confirmação das inscrições Hackathon John Deere
4/2 – Sábado – Final Hackathon John Deere – divulgação da equipe vencedora no palco de encerramento

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Oracle anuncia expansão do programa de aceleração de startups para promover inovação global na nuvem

A Oracle anuncia hoje a ampliação do programa Oracle Startup Cloud Accelerator. A iniciativa tem o objetivo de impulsionar a inovação e novas soluções na nuvem ao redor do mundo. Com isso, a Oracle vai levar o programa a sete novas cidades: Bristol, Deli, Mumbai, Paris, São Paulo, Cingapura e Tel Aviv.

Criado por membros da equipe de Pesquisa e Desenvolvimento da Oracle, o programa oferece seis meses de orientação de especialistas técnicos e de negócios, tecnologias avançadas, um espaço de coworking, acesso a clientes, parceiros e investidores além de créditos livres para as soluções de Oracle Cloud. A ação também oferece uma rede global em expansão composta por outras startups.

Com base nas próprias atividades iniciais de um novo negócio, a Oracle acredita que apoiar o empreendedorismo e a criatividade entre empresas emergentes é fundamental para a promoção da inovação tecnológica no mundo.

“Depois do sucesso do lançamento desse programa em Bangalore, na Índia, estamos empenhados em desenvolver um ecossistema de apoio às startups em todo o mundo”, afirma Thomas Kurian, presidente da área de Desenvolvimento de Produtos da Oracle. “A nuvem está abrindo espaço para inovações incríveis em todos os aspectos dos negócios e em todos os setores. Queremos apoiar essa nova revolução tecnológica impulsionada pela nuvem.”

Com sua moderna plataforma de nuvem, otimizada para garantir alto desempenho, capacidade, disponibilidade e diversos serviços, a Oracle democratizou essa tecnologia de nível empresarial com foco nas startups. O conjunto completo de recursos de nuvem da Oracle traz aos desenvolvedores de startups os recursos necessários para começar imediatamente e crescer à medida que os negócios se expandem e mudam, sejam em três camadas ou nativos na nuvem, ampliando-se vertical ou horizontalmente (scale-up ou scale-out). Com uma presença global, a Oracle presta mais de 50 serviços de nuvem integrados para dar suporte a empresas de todos os tamanhos.

A iniciativa, que teve seu programa-piloto lançado na Índia em abril de 2016, atraiu centenas de startups candidatas e muitos participantes já tiveram sucesso.

“O Oracle Startup Cloud Accelerator foi sem dúvida uma grande plataforma de para alavancar nosso negócio”, avalia Aardra Kannan Ambili, cofundador e diretor de Tecnologia da Riot Solutions, startup da área de IoT para o setor de saúde que participou do programa piloto. “Graças à Oracle, somos agora uma startup de rápido crescimento com capital de giro.”

Reggie Bradford, vice-presidente sênior de Desenvolvimento de Produtos da Oracle, será o líder para expandir o programa ao lado de Sanket Atal, vice-presidente do grupo de Desenvolvimento da Oracle, responsável pelo programa-piloto na Índia.

“Os próximos cinco a dez anos prometem em termos de inovações e crescimento que vão levar a novas ideias de negócio viabilizadas pela nuvem”, destaca Bradford. “A Oracle entende que as startups estão no centro de inovação e, por meio desse programa, pretendemos dar a elas acesso à vastos recursos e suporte para alavancar os negócios.”

O Oracle Startup Cloud Accelerator é aberto a startups de tecnologia ou baseadas em tecnologia em fase inicial. As empresas interessadas poderão se candidatar ao decorrer de 2017 de acordo com o cronograma de cada uma das novas cidades. Mais informações e inscrições pelo site: www.oracle.com/startup.

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Por que as startups precisam de um ecossistema fortalecido? – Por Rafael Ribeiro

Criar uma startup no Brasil cinco anos atrás era uma verdadeiro desafio. Para começar, poucos entendiam o que significava o termo “startup”. Mesmo os primeiros entusiastas também sofriam para divulgar seu negócio, conquistar os primeiros clientes, captar investimento, aprender mais sobre inovação e outras tarefas essenciais para qualquer empreendedor. Tudo isso demandava tempo e dinheiro, dois elementos que são escassos no ciclo de qualquer startup. Quem sobreviveu àquela época, hoje provavelmente é grande referência em seu setor de atuação.

Anos depois, a tecnologia avançou, novas oportunidades surgiram e o ambiente é muito mais propício para a fundação de novos empreendimentos. Não estou dizendo que ser empreendedor agora é fácil, mas te garanto que é menos complicado do que já foi no passado. Isso se explica porque hoje, em 2017, o Brasil possui um ecossistema de startups muito mais maduro.

Mas o que isso significa na prática? Primeiramente, nossa infraestrutura evoluiu muito. Temos inúmeras aceleradoras, fundos de investimentos, organizações de apoio ao empreendedorismo e diversos serviços personalizados para atender startups (como assessoria jurídica ou de comunicação, por exemplo).

No entanto, um dos maiores benefícios para quem empreende em 2017 é o excesso de informações. Ao contrário dos primeiros anos da década, hoje temos muito mais empreendedores no país, o que proporciona um compartilhamento de conhecimento que é extremamente rico. Temos ainda universidades com cursos e metodologias voltadas às startups e diversos eventos com conteúdo qualificado.

Para fomentar essa troca de ideias entre diferentes agentes do mercado, formam-se comunidades regionais dentro do Brasil, como exemplo, temos o Sururu Valley (em Alagoas), San Pedro Valley (em Minas Gerais), StartupSC (em Santa Catarina), entre outros ecossistemas.

Essa união é fundamental para todos que estão inseridos nessas comunidades. Elas dão a oportunidade de debater sobre temas em comuns, aprender ou ensinar algo e possivelmente até fechar negócios e conquistar um investimento. Um empreendedor nunca alcança o sucesso sozinho, por isso é muito importante ter essa proatividade para fazer novos relacionamentos e trocar informações.

De acordo com os dados da ABStartups, estados como São Paulo, Minas Gerais, Santa Catarina e Pernambuco se destacam com um grande número de empreendimentos inovadores. Não é coincidência que essas regiões possuem um ecossistema fortalecido, com muito compartilhamento de ideias. Nossa expectativa é que comunidades como essas se espalhem por todo Brasil ao longo dos próximos anos.

Rafael Ribeiro, diretor executivo da ABStartups. Formado em ciências da computação e com especialização em marketing, Rafael foi co-fundador da Weblinia e da Monster Joy.

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Evnts oferece descontos em hospedagem para Campus Party 2017

A Evnts, plataforma tecnológica de reserva de hotéis online, anuncia a 4a edição consecutiva de parceria com a Campus Party. A startup criou uma página personalizada para o evento que agrega diversas opções de hospedagem com descontos especiais exclusivos ao público do evento.

“Sabemos que a Campus Party é um evento que atrai milhares de pessoas de todos os locais do país. Muitos desses participantes preferem uma hospedagem com maior conforto. Pensando nesses campuseiros, criamos uma página personalizada que traz as melhores opções de hospedagem para quem vai ao evento. Proporcionamos até 20% de desconto e garantimos que as tarifas disponibilizadas na plataforma são as menores da internet”, afirma Alexandre Rodrigues, CEO da Evnts.

As opções disponibilizadas foram escolhidas com base no público e no local do evento. Dessa forma, os participantes podem se hospedar no lugar mais adequado às suas preferências e com o menor custo possível.

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Startup catarinense lança aplicativo para vendas

A Hiper, startup catarinense dedicada à gestão de micro e pequeno varejo, começa 2017 com o lançamento de seu aplicativo exclusivo para vendas, o Hiper Vendas. Trata-se de um avanço relevante para esse segmento do varejo, uma vez que, com tal facilidade, a ferramenta permite mais eficiência para o lojista fazer vendas sem precisar estar, necessariamente, no estabelecimento comercial. Além de ser fácil de manusear, o app também permite computar pedidos on e off-line.

“Todo o nosso time se dedicou bastante na confecção do aplicativo, tendo em vista os benefícios que conseguimos oferecer aos nossos clientes com a efetivação de vendas à distância. Entendemos a rotina atribulada do micro e pequeno lojista e, por isso, queremos garantir mais praticidade e segurança para evolução do negócio. Para tanto, uma ferramenta como o app Hiper Vendas se torna essencial na rotina desse varejista”, explica o CEO da Hiper, Tiago Vailati.

O aplicativo do Hiper é ideal para o vendedor que se movimenta, seja dentro ou fora da loja. Além de viabilizar pedidos on e off-line, permite a consulta de produtos e estoque, a consulta e o cadastro de clientes, o cadastro de pedidos e orçamentos e a seleção por filial da loja. E, para realizar o faturamento de vendas com emissão de NFC-e (incluindo o modo contingência) e SAT, é só utilizar o aplicativo ‘Hiper Frente de Caixa’.

Vale ressaltar que a questão tecnológica já se tornou realidade nessa camada do varejo. Segundo pesquisa do Sebrae, apresentada em agosto de 2016 e realizada em parceria com o E-Commerce Brasil, 90% das vendas feitas pela web provêm de micro e pequenos lojistas. Conforme Afif Domingos, presidente da entidade, trata-se de uma alternativa de baixo custo para identificar e acessar os clientes estratégicos, uma vez que os recursos existentes de redes sociais, a exemplo de Facebook e Instagram, possibilitam a exposição dirigida da marca.

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FINTECH AWARDS LATAM 2017 premiará as melhores soluções de fintechs da América Latina

Estão abertas até o próximo dia 31 de janeiro as inscrições para o prêmio FINTECH ARWARDS LATAM 2017, promovido pela Cantarino Brasileiro, empresa especializada em comunicação e marketing de relacionamento para o setor financeiro.

Com avaliações feitas por especialistas, investidores e mentores do setor, a premiação visa não apenas encontrar as melhores soluções financeiras com o potencial para revolucionar o mercado, mas também desenvolver o ecossistema de fintechs na América Latina.

Os contínuos avanços tecnológicos, o advento da digitalização, do mobile, da conectividade entre pessoas e coisas geram cada vez mais novos mercados e oportunidades de negócios, onde se destacam aqueles que oferecerem mais eficiência e praticidade em seus sistemas.

Responsável pela área de inovação da Cantarino Brasileiro, João Pedro Brasileiro, destaca que as fintechs já assumem esse papel, com a intenção de mudar profundamente cada aspecto da relação de pessoas e empresas com sua vida financeira. “As fintechs surgem justamente para atender o novo perfil de consumidor, que busca empresas que reflitam suas convicções e valores, que entendam seu comportamento e ofereçam produtos e serviços que superem as expectativas, disponibilizando soluções mais eficientes, baratas e que cultivam uma conexão mais próxima e transparente”, afirma o executivo.

O crescimento e a expansão destas novas soluções progridem de forma exponencial na América Latina. No entanto, ainda não se pode comparar a mercados como Londres, Singapura e China, que hoje são referências mundiais em startups financeiras, pois ainda é necessário um amadurecimento e, uma melhor interação entre empreendedores, bancos e investidores.

É justamente com a iniciativa de promover e expor as melhores soluções da América Latina, que o Fintech Awards Latam pretende proporcionar a união e o desenvolvimento desse ecossistema, diminuindo a distância entre os pilares do setor, para garantir um real avanço das fintechs nos países da região. Com 20 países participantes, o evento está reunindo os principais especialistas, mentores e investidores em fintechs do mundo para avaliar os projetos inscritos e, darão um feedback aos melhores cases, considerando a expansão dos negócios para outros países. “Constatamos que em diversos países existem muitos investidores buscando iniciativas estrangeiras para aplicar seus recursos, assim como existem muitas fintechs com interesse e potencial de expandirem seus negócios. Esse é o empurrão que faltava”, completa Brasileiro.

De fato, o mercado se apresenta muito promissor para as fintechs, especialmente no Brasil, país com maior número de startups na área financeira da América Latina. A área de atuação é muito ampla e vai desde operações independentes, até ações conjuntas com grandes instituições financeiras, com a proposta de complementar os serviços já oferecidos.

Especialista neste mercado e integrante do corpo de jurados do FINTECH AWARDS LATAM 2017, Marcelo Bradaschia, fundador do FintechLab, ressalta a curva crescente do setor e a importância do surgimento dessas novas startups. “Imagino que a crise econômica não afetou o mercado, pois estimamos que o investimento em fintechs em 2015 foi de aproximadamente R$ 200 milhões, sendo que em 2016 devemos chegar a R$ 450 milhões. Destaco também que premiações e eventos como o Fintech Awards são fundamentais para solidificar ainda mais a presença dessas empresas no mercado, com total credibilidade, além de oferecer a oportunidade de apresentarem seus projetos a possíveis investidores”, destaca Bradaschia.

O prêmio FINTECH AWARDS LATAM 2017 está dividido em cinco categorias, cada uma com seu critério e linha de análise. As startups podem utilizar a mesma inscrição em todas as categorias, que são:

User Experience – Projeto que tenha a melhor interatividade para seu usuário, analisando a facilidade para navegar pelo produto ou serviço.

Inclusão financeira – Iniciativa que tenha proporcionado acesso a serviços financeiros para empresas ou indivíduos.

Tração – Projeto que apresente sustentabilidade da ideia em relação ao cenário do mercado em que atua.

Modelo de negócios – Solução que tenha criado valor da melhor maneira para seu público de interesse.

Disrupção – Case de negócios que tenham atingido um novo mercado de consumidores, remodelando o nicho em que atuam.

O corpo de jurados é altamente qualificado, composto por especialistas do setor de diversos países como Singapura, Canadá, Argentina, Perú, Brasil, entre outros. Os cases enviados até dia 31 de janeiro passarão por uma pré-seleção, onde será observada a sustentabilidade do projeto e transferência de valor para a sociedade. Na etapa seguinte, os jurados farão a análise final dos projetos apresentados e selecionarão os vencedores em cada categoria.

Premiação

– Apresentação da Fintech em jantar para investidores, durante o Fintech World, em Abril.
– Feedback do corpo de jurados considerando a visão de cada país
– 2 entradas para cursos na Blockchain Academy
– R$ 30.000,00 em ações de marketing da Cantarino Brasileiro

O FINTECH ARWARDS LATAM 2017 tem por objetivo, não apenas premiar as melhores plataformas, mas conhecer as mais diversas e variadas soluções para o setor em toda América Latina.
Mais informações: http://www.fintechawardslatam.com/
Regulamento: http://www.fintechawardslatam.com/regulamento/

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MINING LAB: Startups brasileiras podem se inscrever até amanhã

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As inscrições para o MINING LAB, o programa de apoio a empreendedores da Votorantim Metais, terminam amanhã (20 de janeiro). O programa vai selecionar startups interessadas em desenvolver projetos nas áreas de energias renováveis e nanotecnologia, que possam ser aplicados na mineração. O MINING LAB conta com apoio da FIEMG (Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais) para escolher os 10 melhores projetos. Os interessados podem se inscrever até as 17h do dia 20, no site www.mininglab.com.br.

No âmbito de energia, a mineradora procura startups que possam desenvolver tecnologias para substituir as matrizes energéticas tradicionais da mineração (combustíveis fósseis e eletricidade, por exemplo) por alternativas mais econômicas e que apresentem ganhos ambientais, tais como: biomassa, biogás, energia solar, óleos menos poluentes e renováveis, sistemas de ar comprimido e de bombeamento mais eficientes, ou até mesmo novas soluções ainda não mapeadas.

No ramo de nanotecnologia, a busca é por empresas capazes de desenvolver soluções que utilizem essa tecnologia em aplicações como: recuperação de partículas durante os processos de flotação e hidro metalúrgicos, soluções em corrosão, aplicações de óxidos dos metais, tratamento e recuperação de efluentes e desenvolvimento de novos produtos.

No dia 27 serão anunciados os projetos que passarão para uma fase de imersão na Votorantim Metais para entender os processos de produção da empresa e receber apoio técnico para apresentação do projeto final. Após a fase de imersão uma banca examinadora irá selecionar, dentre estes, os projetos que irão receber o apoio da empresa. O resultado será divulgado no dia 17 de fevereiro.

PROGRAMA MINING LAB: Conecte-se à Votorantim Metais e desenvolva seu negócio
Inscrições abertas até 20 de janeiro
Site: www.mininglab.com.br

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Startup mineira de educação a distância é selecionada para participar do Startup Chile

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Startup mineira de educação a distância é selecionada para participar do Startup Chile
A startup mineirade educação a distância Learncafe foi uma das 94 empresas de tecnologia selecionadas dentre 1.900 inscritos para participar do programa de aceleração de startups do governo chileno, o Start-up Chile. O embarque para Santiago ocorrerá em Julho, e a empresa espera iniciar o processo de internacionalização durante os 6 meses do programa.

Local: Belo Horizonte, MG
Data: 16/01/2017

A startup mineira Learncafe.com foi uma das selecionadas para participar do programa de aceleração do governo chileno, o Startup Chile.

O Learncafe é um portal de ensino a distância especializado em cursos livres. A startup oferece aos seus usuários um ambiente completo para o aprendizado. Com mais de 4.200 cursos, em inúmeras áreas de conhecimento, totalizando mais de 300.000 horas aulas, o Learncafe certifica os alunos que concluíram os cursos com sucesso, além de oferecer aos autores dos cursos todo o suporte necessário para criação e divulgação de conteúdo.

Com o pensamento de “Nunca pare de aprender”, a Startup foi uma das 94 selecionadas -entre quase duas mil- para o programa Startup Chile, sediado na cidade de Santiago. O programa, criado pelo governo chileno, impulsiona startups com potencial de crescimento, através de investimentos, mentorias e networking. O objetivo do programa é oferecer a essas empresas um espaço de inovação e empreendedorismo, além de ajudá-las a se posicionarem no mercado sul-americano.

Para José de Menezes, fundador do Learncafe, ser selecionado para o programa foi a confirmação do bom trabalho: “para nós, estarmos presentes na lista de 94 empresas selecionadas foi a confirmação de nosso trabalho. É a certeza de que estamos atuando na propagação do conhecimento em um mercado que ainda tem muito a crescer.

A Startup também acredita nessa oportunidade para atingir novos mercados: “com o Startup Chile, esperamos consolidar nosso posicionamento no mercado brasileiro e iniciar nossa expansão para países de língua espanhola a partir de uma base de operações montada em Santiago”, ressalta José.

Embarcando para Santiago este ano, o Learncafe espera aproveitar a oportunidade para ingressar no mercado internacional, sempre oferecendo conteúdo de qualidade para os alunos e uma completa estrutura.

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A gigantesca complexidade do mercado B2C para uma startup

Por Zhen Zhang

Empreender no mercado B2C tem suas dificuldades, principalmente em nosso país, porém quando a startup cresce e se consolida entre os consumidores finais, os resultados são sustentáveis e a rentabilidade do negócio agrada a qualquer investidor. Como exemplo temos o AirBnB e Uber e o brasileiro Easy Taxi que já dominam mercados internacionais.

A primeira dificuldade que podemos citar é que uma startup, por apresentar um modelo de negócio disruptivo, precisa praticamente criar um novo mercado do zero. Por exemplo, como o AirBnB fez para convencer pessoas que estavam acostumadas com as facilidades e confiabilidade de um hotel a mudar de prática e se hospedarem na casa de hóspedes que nunca viram antes?

Para isso é preciso educar seu consumidor e fazê-lo repensar seus hábitos. Tem que ser um público disposto a tentar algo novo, uma solução que vai facilitar sua vida. Muitas vezes o seu consumidor nem sabe que tem um problema (problema esse que sua startup resolve), então como fazê-lo tomar ciência disso, conhecer sua solução e concordar em utilizá-la?

Quando afunilamos o assunto e chegamos ao Brasil, a dificuldade só aumenta. Além do ecossistema empreendedor ser recente em nosso país e precisarmos aprender na base dos erros, caímos de novo no problema do consumidor que não está preparado para mudanças de hábito. Isso é algo que vemos com frequência na Mobocity.

Em artigo prévio eu comentei que o Brasil tem uma grande vantagem para empreender em comparação com a China devido à renda per capita e à afinidade desse público com transações online. Porém, para uma startup iniciante, o desafio está exatamente em alcançar esse consumidor. É um público que costuma ter más experiências online, como problemas com logística de entrega, clonagem de cartão de crédito e falta de confiança no estabelecimento. Isso leva esse consumidor a olhar com desconfiança para novas soluções digitais.

Ou seja, além de buscar as formas mais eficientes de alcançar esse público e estimulá-lo a começar a utilizar seu produto ou serviço, é necessário inspirar confiança antes, durante e após a primeira transação e para isso é preciso tempo. Sendo assim, além de precisar ter verba para investir em publicidade e conquistar uma boa base de usuários, é necessário que a startup tenha recursos para se manter sem lucro por um tempo considerável, até que os primeiros resultados apareçam.

Apesar de apenas cerca de 4% das compras no Brasil serem feitas online, temos grandes startups que têm se destacado nesse mercado, como o Buscapé e Tricae. Sendo assim, cabe às novas startups aprenderem com casos de sucesso como esses citado e também explorar parcerias que tragam benefícios para os dois lados, pois tanto o “novato” quanto o “veterano” do mercado têm o que aprender e o que ensinar.

Para empreender no mercado B2C é essencial, também, ter um amplo conhecimento desse público e seu comportamento. Gostar muito de um determinado ramo pode não ser o suficiente para que sua startup tenha o destino que você tanto sonha. Ou seja, criar uma startup de sucesso no Brasil visando alcançar o consumidor final é um caminho extenso a ser percorrido e tenho ciência disso por termos, aqui na Mobocity, duas soluções nesse mercado: O Mobobox e o Mobonus. Mas também posso te afirmar que com persistência, aprendizado e muita estratégia, é possível obter o resultado esperado e alcançar sua meta.

Zhen Zhang, empreendedor chinês, CEO da Mobocity, startup criada no Brasil e com equipe nos dois continentes.

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Delta investe em programa de startup para impulsionar sua estratégia de inovação

A Delta está expandindo sua capacidade de desenvolver maneiras inovadoras para aprimorar a experiência oferecida ao cliente ao investir em um programa que oferece apoio aos principais startups de tecnologia de Atlanta.

O Engage, programa de aceleração baseado em Atlanta, foi anunciado na última quinta-feira pelo prefeito da cidade, Kasim Reed, pelo Instituto de Tecnologia da Geórgia e pelos CEOs das empresas Delta, AT&T, Chick-fil-A, Cox Enterprises, Georgia Pacific, Georgia Power, Intercontinental Exchange (ICE), Invesco Ltd., The Home Depot e UPS, e tem o objetivo único de oferecer mentoria, educação e oportunidades de colaboração com as 10 empresas fundadoras para até 48 startups durante os próximos três anos.

“Inovação sempre foi um fator importante do sucesso da Delta”, disse Gil West, vice-presidente executivo sênior e diretor operacional. “Mas, em uma era onde os recursos tecnológicos mudam rapidamente, a Delta vê um grande valor em trabalhar com startups de alta tecnologia para alinhar a experiência do cliente Delta às maiores marcas do mundo. O Engage oferecerá à Delta a possibilidade de ajudar e trabalhar com startups com grande potencial, construir relacionamentos e desenvolver o ecossistema de inovação de Atlanta – é uma vitória para todos os envolvidos, e por fim, para os clientes da Delta”.

Cada empresa investiu US$ 1,5 milhão ao projeto.

Em 2015, a Delta e Delta Foundation lançaram um centro de pesquisa colaborativo no Instituto de Tecnologia da Geórgia, onde a companhia aérea, com um incentivo de US$ 5 milhões, financiou projetos para aprimorar suas operações e experiência do cliente. Desde então, tem trabalhado utilizando o Delta Global Innovation Center, The Hangar para colaborar com os estudantes do Georgia Tech para solucionar diversos desafios incluindo a maximização do espaço de armazenamento nas cozinhas de aeronaves, com o objetivo de oferecer o melhor produto e serviço de bordo. A Delta também realizou um “hackathon” em setembro para criar maneiras inovadoras de aprimorar a experiência de viagem para os clientes.

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MINING LAB: faltam sete dias para o fim das inscrições no programa de Startups da Votorantim Metais

As inscrições para o MINING LAB, o programa de apoio a empreendedores da Votorantim Metais, terminam na segunda-feira 20 de janeiro. O programa vai selecionar startups interessadas em desenvolver projetos nas áreas de energias renováveis e nanotecnologia, que possam ser aplicados na mineração. O MINING LAB conta com apoio da FIEMG (Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais) para escolher os 10 melhores projetos. Os interessados podem se inscrever até as 17h do dia 20, no site www.mininglab.com.br.

No âmbito de energia, a mineradora procura startups que possam desenvolver tecnologias para substituir as matrizes energéticas tradicionais da mineração (combustíveis fósseis e eletricidade, por exemplo) por alternativas mais econômicas e que apresentem ganhos ambientais, tais como: biomassa, biogás, energia solar, óleos menos poluentes e renováveis, sistemas de ar comprimido e de bombeamento mais eficientes, ou até mesmo novas soluções ainda não mapeadas.

No ramo de nanotecnologia, a busca é por empresas capazes de desenvolver soluções que utilizem essa tecnologia em aplicações como: recuperação de partículas durante os processos de flotação e hidro metalúrgicos, soluções em corrosão, aplicações de óxidos dos metais, tratamento e recuperação de efluentes e desenvolvimento de novos produtos.

No dia 27 serão anunciados os projetos que passarão para uma fase de imersão na Votorantim Metais para entender os processos de produção da empresa e receber apoio técnico para apresentação do projeto final. Após a fase de imersão uma banca examinadora irá selecionar, dentre estes, os projetos que irão receber o apoio da empresa. O resultado será divulgado no dia 17 de fevereiro.

PROGRAMA MINING LAB: Conecte-se à Votorantim Metais e desenvolva seu negócio
Inscrições abertas até 20 de janeiro
Site: www.mininglab.com.br

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Startup lança ferramenta para aumentar conversão em sites

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Quem nunca desistiu de uma compra online porque o site era difícil de usar? Nos meios digitais é muito fácil mudar de site ou desinstalar um aplicativo ao esbarrar em dificuldades. Mas porque as pessoas abandonam o fluxo de compra? O que acontece e como resolver? São essas questões que o TESTR – uma ferramenta de teste de usabilidade online – se propõe a responder.

Quem cuida de produtos digitais (sites, lojas virtuais, apps etc.) sabe que aumentar a conversão é essencial para obter bons resultados. As principais ferramentas disponíveis para isso são análise de métricas e testes A/B, mas elas só apontam onde estão os problemas e onde as pessoas abandonam a compra – não explicam o porquê.

Teste de usabilidade é uma técnica de pesquisa que mostra o que está por trás do problema e o que pode ser feito para resolvê-lo. Com ele é possível ver as pessoas usando um site ou aplicativo, realizando tarefas e comentando sobre a experiência – o que costuma revelar ótimos insights.

Segundo Elisa Volpato, especialista em pesquisa que trabalha há 11 anos com experiência do usuário (UX) e cofundadora do TESTR, é importante fazer testes de usabilidade porque “em geral a equipe que cria um produto digital não é a audiência desse produto, e isso faz uma grande diferença. O repertório de internet de um designer é diferente do repertório da Dona Maria, que vai interagir com o produto de outra forma. Testar com o público correto é essencial para obter bons resultados”.

O problema é que testes de usabilidade dependem de uma logística de organização, recrutamento e equipamentos, que deixam os projetos caros e demorados. É aí que entra o TESTR. A grande diferença é que agora é possível usar a tecnologia como aliada para eliminar a parte trabalhosa do processo, deixando o teste muito mais rápido e mais barato.

“Um teste de usabilidade convencional com 10 participantes custa a partir de R$ 25.000. Utilizando o TESTR, custa 14 vezes menos. Isso permite que empresas que não faziam testes antes passem a se beneficiar dos seus resultados, e empresas que já faziam aumentem a frequência”, explica Elisa.

Outra grande vantagem é a abrangência nacional. Testes de usabilidade normalmente são feitos em salas próprias para pesquisa e o time acaba conversando apenas com pessoas de uma só cidade. Com o TESTR é possível ter uma amostra muito mais diversa, com pessoas em várias cidades do país. E como os participantes fazem os testes em seu contexto natural de uso, elas ficam muito mais à vontade e os resultados são mais próximos de uma situação real.

COMO FUNCIONA

O TESTR é uma ferramenta self-service. No sistema, o cliente cria o roteiro de tarefas e perguntas e define o perfil dos participantes que devem ser chamados. O sistema encontra as pessoas ideais e envia um convite. Enquanto o participante faz as tarefas pedidas (como encontrar um produto ou simular uma compra), o TESTR grava a navegação na tela, a webcam e o áudio. O cliente recebe o vídeo e as respostas do participante por escrito, organizadas em gráficos e tabelas para facilitar a análise.

A ferramenta funciona na nuvem e não requer instalação nem compra de software. “A contratação é feita de forma avulsa por participante, sem necessidade de mensalidade. É possível também adquirir créditos de forma antecipada para ir utilizando conforme a necessidade”, explica Anderson Sales, cofundador da startup.

“Um dos nossos maiores desafios foi criar uma solução leve e fácil de utilizar para os participantes”, comenta Fabio Trentini, sócio responsável pela tecnologia.

INOVATIVA BRASIL E LANÇAMENTO

Foram 1.148 startups inscritas, 300 selecionas e 125 classificadas para a fase final do Inovativa Brasil, o maior e melhor programa de aceleração do Brasil. Após meses de aceleração, o TESTR participou do Demoday Inovativa e foi eleito entre as 12 melhores startups de todo o programa.

A plataforma será lançada para o mercado na versão desktop em 09 de janeiro de 2017, e os fundadores preveem uma versão para testes em celulares no primeiro trimestre de 2017.

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