Page

Category startup

Aceleradora canadense seleciona startups brasileiras para programa de internacionalização na América do Norte

Estão abertas as inscrições para o Dream2B Global Acceleration Program, programa de aceleração e internacionalização para startups brasileiras no Canadá. Em sua 5ª edição, o programa irá selecionar 15 startups de todo o país das áreas de inteligência artificial, cidades inteligentes e veículos autônomos. As interessadas em participar têm até o dia 14 de fevereiro para se inscreverem gratuitamente no site https://www.dream2b.com.br/.

“O diferencial do nosso programa de aceleração é ser hands-on. Além de mentoria com profissionais de alto nível do mercado global, fazemos a validação do modelo de negócios e ajudamos em todas as etapas de internacionalização. É uma parceria de longo prazo que já ajudou 40 startups brasileiras, sendo que algumas iniciaram operações globais a partir do Canadá. Uma das mais recentes foi a Safetest, que criou um teste rápido de Covid-19 e foi aprovada pelo FDA, para a comercialização e distribuição nos EUA, assim como na União Europeia, antes mesmo de ter autorização no Brasil”, explica Regina Noppe, founder & CEO da venture builder canadense Dream2B.

As 15 startups selecionadas para esta edição, a primeira a ser realizada virtualmente, participarão do programa que será realizado de 12 de abril a 7 de maio, incluindo desde mentoria com experts e empreendedores canadenses e brasileiros, a workshops com profissionais para validação do modelo de negócios; reuniões com potenciais parceiros e clientes; além de pitches para investidores. As startups selecionadas também terão acesso a uma sessão de mentoria de pré-internacionalização oferecida pela Softex.

Além da oportunidade de participar do projeto de aceleração da Dream2B, as startups que tiverem seu modelo de negócios validado pelo programa e um ótimo fit com o mercado, poderão aplicar para o Startup Visa através do parceiro da Dream2b, que é uma das instituições designadas pelo governo federal Canadense. O Startup Visa é um dos vistos mais cobiçados hoje por empreendedores do mundo todo, pois permite a imigração de até 5 sócios com suas respectivas famílias para o Canadá. O visto concede a residência permanente e as startups que forem aprovadas e passarem pelo programa, ainda poderão utilizar toda a estrutura do Spark Center para conduzir seus negócios no Canadá por até um ano.

A novidade desta edição é que as startups que mais se destacarem terão ainda a chance de receber investimento de até CAD $500.000 diretamente da venture builder canadense após o programa.

Startups brasileiras já aproveitam o mercado internacional

Em suas 4 edições anteriores, o Dream2B Global Acceleration Program ajudou 40 startups, incluindo a Safetest, startup mineira que desenvolveu teste de Covid-19 de resultado rápido e de baixo custo, que após participar do programa de aceleração em 2019, obteve reconhecimento mundial. “A Dream2B nos guiou em nossa jornada de internacionalização, e hoje podemos realizar negócios nos Estados Unidos, Canadá e em vários países na Europa. E continuamos em plena expansão. As oportunidades que surgiram a partir do contato com a Dream2B foram imensas. Bastou que a gente soubesse aproveitá-las da melhor maneira”, explica Felipe Peixoto, CEO da Safetest.

“Mesmo com a crise econômica, as startups continuaram inovando e crescendo. Nossa proposta é abrir as portas do mercado internacional para as que possuem soluções escaláveis, oferecendo todo o conhecimento e experiência necessários para isso”, relata Noppe.

A 5ª edição do Dream2B Global Acceleration Program é realizada pela Dream2B em parceria com a incubadora canadense Spark Centre, com apoio da Softex e Câmara do Comércio Brasil-Canadá.

Aprova Digital recebe investimento seed de 4 milhões

O Aprova Digital, GovTech que busca desburocratizar e tornar digitais os processos das prefeituras do Brasil, recebeu um investimento seed no valor de 4 milhões de reais da Astella Investimentos. Agora, a empresa passa a ter como membro de seu conselho Marcelo Sato, sócio do fundo.

Com este aporte, a startup poderá crescer em todos os âmbitos. O time de colaboradores será dobrado, recebendo a contratação de mais de 40 pessoas, que vão atuar nos departamentos de sucesso do cliente, vendas e administrativo com foco na expansão do time de desenvolvedores.

Além disso, o Aprova Digital expande sua área de atuação de três para oito frentes de trabalho na gestão pública. Abrangendo agora, as secretarias municipais de administração, saúde e finanças, ofertando processos digitais de vigilância sanitária, tributos, abertura e fechamento de empresas, compras e recursos humanos. A startup já vinha tornando digitais os processos de licenciamento de obras, licenciamento ambiental e comunicação interna de prefeituras por todo o país.

“As soluções do Aprova Digital já facilitam a vida de munícipes e servidores públicos de diversas cidades, desde municípios pequenos até a cidade de São Paulo. O aporte catalisa a escalabilidade da empresa e permite que atendamos cada vez mais secretarias municipais em diferentes regiões do país”, comentou Henrique Mecabô, Diretor de Relações Institucionais da startup.

“A Astella sempre busca investir em serviços que querem mudar o futuro do Brasil propondo soluções tecnológicas para problemas recorrentes. A morosidade nos processos de prefeituras é um problema enfrentado diariamente por munícipes e servidores públicos em muitas prefeituras do Brasil. Catalisar o crescimento do Aprova Digital faz sentido como oportunidade de investimento e, também, como oportunidade de fazer parte da mudança”, afirma Marcelo Sato, sócio da Astella Investimentos.

Para o CEO e fundador do Aprova Digital, Marco Zanatta, o investimento seed realizado pela Astella Investimentos contribui não só para o crescimento dos serviços prestados pela startup, mas também melhora o posicionamento da empresa no mercado.

“Receber esse aporte da Astella consolida o Aprova Digital como uma GovTech relevante no cenário nacional e como uma das empresas de tecnologia mais valiosas do Paraná. O fundo de investimento está entre os cinco maiores do Brasil e é o melhor fundo brasileiro para empresas SaaS. O acesso aos sócios da Astella e aos executivos de outras empresas do portfólio deles tem um valor muito além do aporte financeiro”, afirma Marco Zanatta, CEO do AprovaDigital.

Atento anuncia as startups selecionadas para o seu programa de aceleração

A Atento Next, aceleradora de startups da Atento, multinacional líder em soluções de customer experience no Brasil e na América Latina, selecionou quatro startups para participarem do seu programa de aceleração. Com o intuito de trazer ainda mais inovação para a companhia, as escolhidas foram Mr. Turing, Inflr, SenseData e NeuralMind – empresas que oferecem soluções de inteligência artificial e big data, ativação das marcas nas redes sociais, modelos de inteligência artificial aplicados em customer sucess e inovação em automação de backoffice, respectivamente.

Das 257 startups que se inscreveram, as escolhidas terão a oportunidade de cocriar projetos relacionados aos desafios mapeados pela Atento, como novas tecnologias e modelos de negócios. Durante 4 meses, elas contarão com o acompanhamento dos especialistas e da alta liderança da Atento, além do apoio e orientação da Liga Ventures, empresa especializada em programas de inovação que conectam grandes empresas e startups. Para isso, serão estabelecidas rotinas e sprints periódicos. O início da fase aceleração está previsto para a última semana de janeiro.

Conheça as startups selecionadas

Mr. Turing: startup de inteligência artificial e big data que nasceu para resolver uma grande dificuldade das corporações: o tempo gasto na busca de informações e a frustração de muitas vezes não conseguir encontrar o que se precisa. “Nossa atuação como assistente corporativo inteligente vai ao encontro com um dos propósitos da Atento que é unir o melhor da tecnologia à sensibilidade humana. É a primeira vez que participamos de um programa de aceleração e estamos muito satisfeitos pela atenção recebida desde o momento das inscrições. A nossa entrada deve nos ajudar a bater a meta mínima de crescimento de 30% para 2021”, ressalta Marcelo Noronha, CEO da Mr. Turing.

Inflr: plataforma que conecta marcas aos seus clientes nas redes sociais, capaz de aumentar a audiência dos conteúdos criados por influenciadores e falar com 100% dos seguidores, enquanto nos modelos tradicionais o número de impactados é bem menor. Além disso, contribui para aumentar a performance e o tempo de exposição destes conteúdos. “Entramos para participar desta seleção, pois entendemos as necessidades e desafios de uma empresa de customer experience. Nosso objetivo, durante o programa de aceleração, é melhorar a performance dos clientes da Atento, oferecer novos modelos de negócios, além do networking incrível que o programa pode nos render”, expõe Thiago Cavalcante, Diretor de Novos Negócios da Inflr.

SenseData: realiza um trabalho de unificação de dados para compreender o comportamento dos consumidores e utilizar esse conhecimento para facilitar a tomada de decisão, desenvolvendo ações eficientes para o público certo, no momento mais adequado. “Somos especialistas em soluções para customer sucess, gestão da jornada do consumidor e dados acionáveis. Entendemos que a Atento tem grande sinergia com nosso negócio. Esperamos que essa aproximação e parceria se transforme em cooperação na oferta de boas experiências”, destaca Mateus Pestana, CEO e Cofundador da startup.

NeuralMind: startup que ajuda companhias a aumentarem a produtividade dos processos de backoffice por meio de digitalização e automação. “Nos interessamos em participar do programa de aceleração da Atento Next pela familiaridade da nossa empresa em relação ao público-alvo e demandas da Atento. O processo de seleção nos surpreendeu pelo formato, agilidade e transparência. Estamos animados com as novas oportunidades de negócios que irão surgir”, afirma Patricia Tavares, CEO da NeuralMind.

Para o CEO da Atento, Carlos López-Abadía, esse projeto reforça os alicerces da transformação digital pela qual a companhia vem passando. “O programa de aceleração é uma demonstração de como colocamos cada vez mais a inovação no centro das nossas estratégias de negócio. A parceria com as startups nos dá a oportunidade de explorar novas opções ao aprimorar continuamente nosso portfólio de soluções e contribui para que possamos garantir sempre as melhores experiências aos consumidores, além de ampliar nossa competividade no mercado e estimular a cultura de inovação em toda a empresa. Estamos atuando com foco na geração de valor para todos os nossos clientes”, explica o executivo.

“O nosso negócio é orientado pelo cliente, sejam empresas ou cliente final. Quando tratamos desse assunto, entender os anseios e necessidades do público é fundamental. Com o olhar de empresas de fora da Atento, nós conseguimos ampliar o nosso horizonte, além de nos aproximarmos de segmentos que talvez não nos aproximássemos de outra forma. Por isso, queremos garantir que esse programa de aceleração gere novas ofertas e modelos de negócio aos nossos clientes, maximizando resultados e melhorando a experiência dos seus consumidores, além de oportunidades valiosas para a aceleração das startups selecionadas”, avalia Mauricio Castro, Diretor de Inovação da Atento.

Atento Next

Inovação está no centro da estratégia da Atento, tanto que, em 2020, a empresa foi a primeira do setor no mundo a conquistar o selo ISO 56002, de gestão de inovação. Agora, acaba de criar a sua aceleradora de startups, a Atento Next.

O programa é uma das iniciativas do hub de inovação da Atento, que visa alavancar processos disruptivos dentro da companhia, gerando novas linhas de negócio e produtos, além da aproximação com empresas que já nasceram digitais.

Startup abrirá 200 vagas em 2021 e seleção será por eventos virtuais

A InEvent, empresa de inteligência em tecnologia para eventos virtuais corporativos, pretende triplicar o número  de colaboradores até o final deste ano. Para dar conta desse crescimento, a startup anuncia que fará quatro eventos online neste ano chamados de Recruitment Open Day com o objetivo de recrutar talentos e preencher as 200 vagas que serão abertas até dezembro de 2021.

A primeira edição ocorrerá nesta quinta e sexta-feiras, 28 e 29 de janeiro, no site da InEvent. Durante esses dias, quem estiver em busca de trabalho e tiver perfil para trabalhar em uma das startups que mais crescem no mundo no ramo de eventos híbridos, terá a oportunidade de ter conversas ao vivo com gestores de diversas áreas. Também haverá a possibilidade de fazer uma entrevista-relâmpago com integrantes da equipe da empresa e sair com trabalho novo da ocasião.  

Para esta primeira edição do “Recruitment Open Day” , estão abertas 21 posições para começo imediato nas seguintes áreas: branding, sucesso do cliente, design, desenvolvimento (Front End e Full Stack), executivo de contas, inbound marketing, relações públicas, vendas, cinegrafismo, SEO, marketing e UI/UX Design. 

Há vagas presenciais em São Paulo e Nova York (EUA). Entretanto, a maior parte das vagas são para atividades remotas. Ou seja, pessoas de qualquer parte do mundo podem se candidatar a uma das oportunidades. 

Por se tratar de uma empresa com atuação global com clientes em mais de 50 países – com potencial de seu serviço ser contratado por empresas em até 180 nações -, há a necessidade de comprovação de proficiência em língua inglesa certificado em exames como TOEFL ou CAE. O idioma será utilizado durante o “Recruitment Day”. 

De acordo com o Pedro Góes, cofundador e CEO da InEvent, a prioridade da empresa é buscar por pessoas que tenham vontade de aprender, consigam acompanhar a evolução das inovações e busquem formas novas de resolver problemas. 

“Com esse ambiente multicultural de inovação, queremos consolidar nosso produto web desenvolvendo novas funcionalidades e melhorias no que já está em uso e que tem grande aceitação no mercado”, afirma Góes. 

Startups do varejo captam US$ 678 milhões em 2020 e têm o melhor ano da história

As retailtechs, como são chamadas as startups dedicadas para a transformação digital do varejo, captaram US$ 678 milhões em 2020, volume recorde distribuído em 40 rodadas. O montante acumulado ao longo dos últimos doze meses é 30% superior ao volume investido no setor em 2019, ano que atingiu a marca de US$ 521 milhões. Os dados são do Inside Retailtech Report, levantamento mensal realizado pelo Distrito Dataminer, braço de inteligência de mercado da empresa de inovação aberta Distrito.

“A pandemia trouxe uma série de mudanças de comportamento no consumidor e isto, por sua vez, impulsionou modelos de negócios das retailtechs. Falamos aqui de startups que trazem tecnologia para o varejo, muitas vezes viabilizando o comércio online”, afirma Gustavo Araujo, cofundador e CEO do Distrito. “Sem dúvida alguma, este modelo foi validado em escala pela população, que entendeu que pode consumir pela internet com segurança. A digitalização do varejo ganhou então velocidade e escala e é natural que estas empresas atraiam mais atenção do mercado”, completa.

Em dezembro de 2020, uma das startups que receberam investimento foi a Dolado, plataforma que tem como objetivo digitalizar pequenas e médias empresas, apresentando ao consumidor comércios do entorno. A retailtech captou US$ 2,2 milhões em uma rodada liderada pela Valor Capital Group que ainda contou com Global Founders Capital, Provence, Norte Capital e outros investidores anjo.

Fusões e aquisições

Em 2020, o setor também alcançou um recorde no número de fusões e aquisições. Até o momento, foram realizadas 18 movimentações desta natureza. Já são sete a mais do que o total registrado em 2019, que somou 11 M&As. Dentre os M&As que foram realizados neste ano, destaca-se a aquisição da plataforma de pagamentos Vindi pela LocaWeb. A transação foi realizada em outubro, com valor de US$ 32,3 milhões.

Raio-X

De acordo com o levantamento, o Brasil conta hoje com 731 retailtechs. A maior parte delas, se volta para soluções focadas na operação do varejo (28,5%). A segunda categoria que mais reúne startups é a de e-commerce (22,7%), englobando aqui empresas exclusivas do comércio online. Em terceiro lugar estão aquelas que atuam no engajamento do consumidor (17,5%).

Tendências do setor

De acordo com o levantamento, em 2021, as startups que atuam com e-commerce novamente irão repetir o feito do último ano e continuar como o destaque do setor. O estudo estima que, ao menos 20 aportes em estágios avançados (Series A e superiores), devam ocorrer no setor ainda este ano. Além disso, a expectativa é que o ticket médio destas rodadas continue a aumentar.

Soluções de omnichannel

O estudo também traz um panorama geral das startups nacionais que atuam com omnichannel — solução para a integração entre diversos canais, seja de venda, marketing ou atendimento, com o objetivo de entregar uma experiência única aos consumidores. De acordo com o levantamento, essas empresas devem crescer no desde 2011 essas empresas atraíram US$ 418 milhões.

O levantamento revela, ainda, que 87% do volume total investido nestas empresas deve-se ao unicórnio VTEX, que já atraiu US$ 365 milhões. Outras startups do segmento que receberam aportes relevantes foram Nuvemshop (US$ 38,3 milhões), Digibee (US$ 5 milhões) e Loud Voice (US$1,5 milhão).

Bossa Nova investe na M&ATech STARK

STARK, considerada a primeira M&ATech do Brasil, anuncia captação de investimento seed money da Bossa Nova Investimentos, micro Venture Capital que investe em Startups com atuação em todo território nacional. O montante foi levantado no comitê de investimentos, criado pela investidora, sob liderança de João Bezerra, para aportar R﹩ 5 milhões em fintechs brasileiras.

A STARK conecta investidores e empresários do middle-market que possuam faturamento anual acima de R﹩ 20 milhões – a régua é de R﹩ 12 milhões para empresas de tecnologia – dispostos a avaliar propostas de investimento, fusão ou aquisição.

“Vimos a tecnologia causando a disrupção de diversos nichos do mercado financeiro enquanto os processos de M&A ainda eram conduzidos de forma ineficiente, lenta e cara por boutiques e bancos de investimentos. Digitalizar este mercado passou a ser nossa obsessão diária. Hoje, a plataforma da STARK já consegue reduzir o tempo de roadshow (etapa de prospecção de potenciais investidores para uma transação) de 3 meses para menos de uma semana por meio do nosso sistema de matchmaking“, sinaliza o cofundador e CEO da STARK, João Vitor Carminatti.

“Nossa missão de tornar o M&A acessível para todo o ecossistema empresarial brasileiro só está no começo. Estamos felizes com a conclusão da rodada com a Bossa Nova Investimentos, pois além do capital, teremos em nosso conselho executivos que unem o melhor da inovação tecnológica ao mercado financeiro”, complementa Carminatti.

De acordo com João Bezerra, líder do comitê da Bossa Nova Investimentos, o principal objetivo da gestora com esse projeto é injetar recursos em negócios promissores para o mercado financeiro. “Sabemos o quanto as soluções tecnológicas são fundamentais para manter o setor em crescimento e a Stark se mostrou com um grande diferencial, que chamou nossa atenção. O aporte recebido agora é só o primeiro passo. O ano de 2020 foi de grande destaque para as fintechs e 2021 deve seguir na mesma linha e por isso, teremos ainda novos investimentos a serem anunciados e muitas inovações recebendo o reconhecimento devido”, explica Bezerra.

Em cinco meses, a STARK já assessorou o fechamento de cinco transações, que totalizaram R﹩ 130 milhões. Também cadastrou 190 teses com critérios de investimento dos principais fundos de venture capital, private equity e grandes empresas, que somam R﹩ 10,8 bilhões disponíveis para fusões e aquisições de empresas no Brasil.

Depois de ver seu faturamento aumentar 500% em 2020, a empresa espera crescer mais 300% em 2021. A expectativa é que, já no primeiro trimestre deste ano, a STARK fature a quantia alcançada em todo ano passado.

Startup israelense que devolveu visão a homem cego participa de live da Câmara Brasil-Israel

Um homem de 78 anos, cego dos dois olhos há mais de 10 anos, recuperou sua visão após utilizar o implante de uma córnea artificial desenvolvido pela startup israelense CorNeat Vision.

Diretamente de Israel Almog Aley-Raz, co-fundador CEO e VP de Pesquisa e Desensolvimento e Gilad Litvin, cofundador, presidente e diretor médico da CorNeat Vision falarão sobre essa revolucionária inovação em live da Câmara Brasil Israel (BRIL Chamber), na terça, 26, às 9h.

O evento terá como moderador o Dr. Claudio Lottenberg, VP do Conselho Executivo da BRIL Chamber e Presidente do Conselho da Sociedade Beneficente Israelita Albert Einstein com a abertura de Renato Ochman, presidente da Câmara Brasil-Israel.

O debate será em inglês com transmissão ao vivo pelas redes sociais da Câmara Brasil- Israel (BRIL Chamber) no Facebook: @brilchamber e no You Tube: bril chamber

Inscrições em: https://bit.ly/3p3pE7t_brilchamber

Scup agora é TORABIT

Plataforma passa a ser gerida por empresa 100% brasileira e que integra o inovabra habitat, um dos maiores ecossistemas de inovação do país

Em novembro de 2020 o TORABIT passou a gerir a plataforma Scup, pioneira no Brasil em monitoramento e gestão digital. O Torabit, que é um dos habitantes do inovabra habitat, ambiente de coinovação do Bradesco, passa a atender quase 350 clientes e a manejar o monitoramento de mais de 600 marcas nas redes sociais.

A multinacional Sprinklr, empresa mãe do Scup, passará a focar sua estratégia de negócio no mercado enterprise. Neste sentido, o TORABIT firmou um acordo operacional com a Sprinklr para o atendimento da carteira de clientes Scup. A escolha foi pautada pelas semelhanças tecnológicas em termos de funcionalidades entre as plataformas e pela sinergia de valores entre as equipes. Os funcionários do Scup serão absorvidos pelo TORABIT.

Para o cofundador do TORABIT Caio Túlio Costa, a operação só trará vantagens: “Nossos clientes terão muito a ganhar com as duas equipes trabalhando juntas. O Torabit ganha igualmente um upgrade de peso para desenvolver mais produtos e novas funcionalidades”. E completa “Será um belo desafio para o qual, temos certeza, estamos preparados. Principalmente, porque fazemos parte do inovabra habitat, um ambiente de coinovação que nos apoia e contribui para a geração de negócios, por meio de conexões com grandes startups e corporações”, avalia Costa.

O TORABIT é uma plataforma de monitoramento digital 100% brasileira e foi concebida e desenvolvida por uma equipe reconhecida pela competência em mídias digitais: o jornalista Caio Túlio Costa, um dos fundadores do UOL e ex-presidente do iG; o engenheiro Daniel Amaral, especialista em arquitetura da informação que também trabalhou na fundação do UOL e foi consultor da ONU para o desenvolvimento da área de informática no Timor Leste; e a expert em mídias sociais Stephanie Jorge, coordenadora de mídias sociais e monitoramento de campanhas presidenciais.

O Torabit processa diariamente dezenas de milhões de informações espalhadas na internet, aplica a elas tecnologia de inteligência sintética e entrega ao usuário as alavancas e insights necessários para manejar o engajamento de marcas, gerir crises, criar pautas e conteúdo, gerar lides, produzir dossiês, auscultar a opinião pública, enfim, dar a qualquer marca, empresa, político, veículos de comunicação, celebridade ou instituição o poder de se movimentar com assertividade no meio digital.

Kuke capta R$500 mil em uma semana via EqSeed

A foodtech Kuke, que oferece experiências gastronômicas completas através de receitas e produtos exclusivos, acaba de realizar sua primeira rodada de investimento. A empresa captou meio milhão de reais em apenas 7 dias por meio da EqSeed, maior plataforma online de equity crowdfunding do Brasil.

De acordo com a CEO e fundadora da Kuke, Renata Ferretti, a Kuke harmoniza um hábito muito popular com alta escalabilidade de negócios. “As pessoas gostam de cozinhar, de comer bem, têm vontade de aprender a fazer uma receita e viver bons momentos em família. O que a Kuke conseguiu fazer foi colocar tecnologia e conveniência na base de toda essa experiência, o que nos permite crescer em larga escala. Essa combinação felizmente agradou a base de investidores da EqSeed”.

Brian Begnoche, CRO da EqSeed, entende que tanto o modelo quanto o mercado da Kuke fazem parte do apelo dessa foodtech. “A Kuke representa uma abordagem moderna e ‘fresh’ na atividade de cozinhar. Hoje em dia cada vez mais pessoas querem simplesmente desfrutar da experiência de cozinhar, sem se preocupar com toda a preparação. Kuke vinculou essa demanda com tecnologia, e inseriu-se em um mercado crescente com enorme potencial,” avalia.

“Há ainda de se apontar a questão da diversificação. Hoje, todos os mercados estão atravessando profundas revoluções tecnológicas e a indústria de alimentos também faz parte disso. Investidores querem construir portfólios diversificados para aproveitar a inovação de diversos setores, e estamos focados em fornecer essa diversificação de oportunidades para eles,” completa Begnoche.

De fato, o mercado de atuação da Kuke é bastante promissor. Atualmente o Brasil é o 4º colocado em consumo de alimentos saudáveis no ranking global e movimenta US$ 35 bilhões por ano, de acordo com uma pesquisa realizada pela Euromonitor. Segundo a agência internacional de pesquisa de mercado, nos últimos cinco anos, o crescimento do setor de alimentos e bebidas saudáveis foi, em média, de 12,3%.

O negócio

A Kuke funciona da seguinte forma: o usuário acessa a plataforma online da empresa, e pode escolher entre as diversas receitas disponíveis, assinadas por chefs profissionais e pela marca. Aí ele recebe todos os ingredientes com um passo a passo super detalhado em casa. Os alimentos são totalmente naturais, com rigorosa seleção de qualidade a partir dos produtores. Atualmente, a empresa já conta com mais de  1600 clientes inscritos e uma média de 4500 refeições produzidas por ano.  

A praticidade está no fato de que, ao invés de visitar mercados atrás de cada item, o cliente resolve tudo em poucos cliques. Vale destacar ainda que a quantidade fornecida é precisa para a receita em questão, evitando desperdício. Por fim, os valores dos pratos são sensivelmente mais baratos que os encontrados em grandes restaurantes. Dessa forma, a Kuke se posiciona como uma opção de alimentação saudável, sustentável –  algo claro também nas embalagens ecológicas –  além de oferecer conveniência e preço acessível.

Outra possibilidade oferecida pela empresa são experiências gastronômicas que a solução por si só já oferece, mas que a Kuke vai além oferecendo ao consumidor a possibilidade de agregar desde produtos complementares como bebidas (vinhos, cervejas) e sobremesas, até mesmo aulas online ao vivo ou vídeo aulas em que os chefs profissionais que assinam a receita dão mais dicas do preparo das receitas escolhidas.  Esse recorte também pode ser adquirido por grupos e empresas. Ambev, OLX  e Brmalls são algumas das companhias que já utilizaram o serviço.

Vale destacar ainda a solução de totens interativos da marca, que dá corpo à estratégia omnichannel da empresa. “A escalabilidade e a tração do negócio se dá por meio da plataforma online. Ali o usuário encontra todas as receitas, os ingredientes e recebe tudo na sua casa em poucos cliques”, afirma Renata.

Com o aporte conquistado, a Kuke pode dar os primeiros passos para o crescimento planejado para o futuro. Os planos incluem expansão para outras regiões, novas contratações, novos modelos de parcerias e o objetivo de atingir R$1 milhão em receita bruta no próximo ano.

“O trabalho, agora, será de expansão não apenas regional, mas de serviços e produtos. O cardápio de receitas deve aumentar, bem como os itens exclusivos da marca. Estamos felizes com a confiança dos investidores e da EqSeed e certas de que teremos muito trabalho pela frente”, completa Renata.

46% das grandes empresas fizeram investimentos em startups em 2020

Apesar e por causa da pandemia, 2020 foi um ano intenso no mercado de M&A, especialmente de negócios envolvendo grandes corporações, startups e pequenas ou médias empresas. 46% das grandes empresas realizaram aportes para aquisições; 17% investiram mais de R﹩ 50 milhões e 58% entre R﹩ 1 milhão e R﹩ 5 milhões. Entre 75 investimentos mapeados, 16 foram em fintechs, 11 em empresas de TI e 8 em empresas de SaaS.

Os dados são da “1ª Pesquisa BR Angels/FirstCom – Investimentos, Aquisições e Maturidade em Inovação”, realizada pelo BR Angels , associação nacional voltada para investimento anjo e composta por executivos C-Level com atuação em grandes empresas de diferentes mercados, em parceria com a agência de relações públicas FirstCom Comunicação . A pesquisa foi conduzida com 104 CEOs, 74 deles associados ao BR Angels, que lideram grandes empresas em diversos segmentos, como varejo, bens de consumo, tecnologia, financeiro, educação e serviços.

“Nossa pesquisa mostrou que a pandemia funcionou como um combustível para transformação digital, levando grandes empresas a aumentarem o apetite por startups para acelerar a digitalização, incorporar novas tecnologias e aumentar a competitividade. Este ano podemos esperar um movimento ainda maior das corporações em direção às startups”, constata Orlando Cintra, fundador e CEO da BR Angels.

“Em setores como o financeiro o avanço das instituições tradicionais sobre as startups foi ainda mais intenso, uma consequência do aumento da demanda vinda de consumidores que passaram a usar serviços bancários pelo celular ou que abriram uma conta pela primeira vez. Empresas com serviços na nuvem e com soluções para digitalização do varejo também foram bastante assediadas”, acrescenta Luis Claudio Allan, CEO da FirstCom.

O levantamento identificou também os principais motivos para investir em empresas inovadoras – acelerar a transformação digital (27%), incorporar tecnologia (23%) e ganhar competitividade (21%) foram os mais indicados pelos CEOs.

De acordo com a pesquisa, a tendência continuará em alta em 2021, com 65% dos respondentes informando que pensam em fazer aquisições no próximo ano (contra 46% este ano) e os 3 setores preferidos permanecem – TI, Fintechs, SaaS. A maior parte planeja investir entre R﹩ 1 milhão e R﹩ 5 milhões (41%) e acima de R﹩ 50 milhões (26%).

A pesquisa indicou que apenas pouco mais de ¼ (28%) já têm um programa de corporate venture, innovation hub ou venture builder para investir ou acelerar startups, mostrando que ainda há muito espaço para o desenvolvimento de iniciativas sistemáticas voltadas à integração de grandes empresas com empresas inovadoras. 38% responderam que planejam implementar programas nos próximos 2 anos, revelando um aumento do interesse das organizações em atuar no ecossistema de startups.

A maior parte (29%) dos programas foram implementados no último ano, um provável reflexo da necessidade de acelerar a transformação digital no pós-pandemia – 71% responderam que este interesse aumentou depois do Covid-19. 73% informaram que aumentaram investimentos em tecnologia e digital este ano; 28% elevaram os investimentos em até 10% e 26% entre 10% e 25%. As áreas de vendas (54 respostas), marketing (51), TI (50) e financeiro (47) foram as mais impactadas pela digitalização este ano.

Os Conselhos Administrativo e Consultivo indicam que estão mais antenados com a inovação – 59% disseram que têm conselheiros com conhecimento no tema.

Houve um aumento do interesse da sua empresa em atuar no ecossistema de startups depois da pandemia?

Danone convoca startups para desafio de Inovação

A Danone em parceria com o AgTech Garage – um dos principais hubs de inovação do Agronegócio a nível mundial – convida startups para participarem da 1ª edição do Circuito de Inovação Danone. Colaboração, agilidade e inovação são alguns dos ingredientes que fazem parte do jeito de trabalhar Danone e impulsionam a Revolução Alimentar, uma revolução liderada pelos danoners (como são chamados os funcionários da Danone), juntamente com consumidores, varejistas, produtores, fornecedores, startups e ONGs que protegem, produzem, comercializam e consomem alimentos de uma nova maneira, de forma a proteger e nutrir a saúde das pessoas e do planeta.

Alinhado a esses valores, o objetivo do desafio é trazer soluções inovadoras em seis áreas diferentes: Copackers, Cadeia de Suprimentos, Operações, Sustentabilidade, Marketing e Comunicação e Inovação, com o intuito de gerar negócios e cooperação que tragam valor superior, sustentável e lucrativo.

O programa contará com envolvimento dos diretores e lideranças da Danone, além de um contato direto com o comitê de inovação durante todo o processo de condução do Circuito. Além disso, há possibilidades de parceria para contratação da solução e co-desenvolvimento de inovações com a empresa.

Para participar as startups deverão fazer a inscrição no site https://www.agtechgarage.com/circuito-danone/ até 1º de fevereiro de 2021. O Circuito de Inovação Danone é uma oportunidade para se conectar com a empresa, gerar negócios e ganhar visibilidade em meio ao ecossistema de inovação.

Cronograma

• INSCRIÇÕES: 12/01/2021 – 01/02/2021

• ROADSHOW: 20/01

• TRIAGEM: 02/02 – 04/02

• PITCH DAY: 12/02

Banco BV contrata Community Manager

O BV, um dos maiores bancos do Brasil, anuncia a contratação de uma Gerente de Comunidade. Juliana Lima chega ao banco para conectar a instituição com o amplo ecossistema de startups e trazer mais inovação para o mercado financeiro.

Com mais de 15 anos de experiência no mercado de inovação e empreendedorismo, Juliana já passou por empresas como Apontador, VivaReal (atual Grupo Zap), ABStartups e Sympla. Atualmente fomenta o mercado como Community Leader da ZeroOnze Startups, comunidade de startups de São Paulo.

“A parceria entre empresas com o ecossistema de inovação é fundamental para construir em conjunto um mercado mais inovador. É uma relação de ganha ganha, quando as startups avançam, nós também avançamos” explica Juliana. “Além disso, queremos que esse ambiente faça parte do dia a dia dos funcionários. Com esse trabalho, acreditamos que iremos ainda mais longe no caminho da inovação”, completa.

A contratação reforça o compromisso do banco em acelerar a colaboração com o ecossistema em que atua desde 2017 com mais de 100 parcerias e 25 investimentos em empresas como Neon, Olivia e Weel.