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Startup promove marketing do bem em São Paulo

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As causas sociais têm ganhado cada vez mais importância no mundo corporativo. Apesar disso, várias organizações e instituições não conseguem promover seus trabalhos, nem encontrar novos doadores e beneficiários.

Foi pensando na solução para esse problema que a empresa social Calhau Social foi fundada. Vencedora do Projeto Visionários 2016, a startup tem uma mecânica simples, mas inovadora: unir sites, portais e blogs com espaços publicitários não comercializados (que, no linguajar publicitário, se chamam “calhau”) com campanhas de ONGs. Assim, publishers parceiros, como Valor Econômico e Webmotors, cedem espaços para a veiculação de campanhas de causas e as instituições não pagam nada por isso.

A startup está entre as 50 empresas escolhidas para participar do SP Stars 2017, um dos maiores programas de conexão entre startups e mentores. Foram mais de 200 inscritos no programa, de iniciativa da Prefeitura de São Paulo, por meio da Tech Sampa, política de estímulo à inovação e ao desenvolvimento de startups, em parceria com o Ecossistema de Startups de São Paulo.

O Calhau Social já conta com mais de trinta ONGs parceiras, como a APAE, os Doutores da Alegria e o GRAAC e planeja aumentar esse número. Todas as instituições inscritas passam por um processo de verificação quanto à sua autenticidade e a validade de suas campanhas, para garantir que somente causas sérias sejam promovidas.

No site do Calhau social, ainda existe a opção de ajudar como pessoa física. Para isso, o internauta deverá ter uma conta no Facebook e promover post no seu perfil, compartilhando uma ou mais campanhas de ONGs com as quais se identifique.

Para saber mais sobre o Calhau Social, acesse o site em www.calhausocial.org.

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Konduto realiza estudo e aponta que tentativas de fraudes em compras no e-commerce tiveram queda de 6,5% em 2016

O comércio eletrônico é um dos únicos setores da economia que apontou crescimento significativo mesmo diante da crise econômica que o Brasil vivenciou no ano passado. Um estudo realizado pela Konduto, empresa que oferece uma solução antifraude inovadora para lojas virtuais, aponta que em 2016 as tentativas de fraudes em compras no e-commerce apresentaram uma queda de 6,5%. O índice, que entre janeiro a junho havia sido de 3,83%, passou para 3,58% durante todo o ano passado.

Segundo a startup, a cada 28 pedidos que chegam nas lojas virtuais, ao menos 1 é feito por criminosos utilizando cartões de crédito clonados. O Raio-X da Fraude no E-commerce Brasileiro considerou uma amostragem de cerca de 30 milhões de transações analisadas pela Konduto entre 1º de janeiro e 31 de dezembro de 2016.

“Os números apresentados neste estudo representam as tentativas de fraude, e não necessariamente as fraudes em si. A maior parte delas é barrada automaticamente pelo sistema, ou então a partir de uma revisão manual das equipes de risco dos estabelecimentos”, afirma Tom Canabarro, cofundador da Konduto.

Além desses dados, o estudo aponta que os criminosos costumam agir entre 18h e 21h59, horário que representa aproximadamente 30% das tentativas de golpes no comércio eletrônico brasileiro. Além disso, foi constatado que a maior parte deles possui um desktop com o Windows e navegam utilizando o Google Chrome.

“Essas informações desmentem um estereótipo que se faz do fraudador – um hacker que realiza as compras fraudulentas durante a madrugada, utilizando supercomputadores e navegando em redes criptografadas. Para se ter uma ideia, menos de 7% das tentativas de fraude ocorrem entre 1h e 7h da manhã”, acrescenta Canabarro.

Outro dado interessante do estudo comprova uma tendência: o aumento da presença dos dispositivos móveis (smartphones e tablets) no momento da compra do consumidor brasileiro. Em comparação com o primeiro semestre, o mobile foi ainda mais utilizado, saltando de 31,6% para 38,43%, ou seja, um aumento de 21,6%.

No entanto, os dispositivos móveis também foram mais utilizados para as compras ilegais. As tentativas de fraude oriundas do mobile tiveram um crescimento de 2,5%, saltando de 19,48% no primeiro semestre de 2016 para 19,92% no final do ano.

A redução na tentativa de fraudes não está relacionada à diminuição do número de fraudes em si, mas ao aumento de vendas registrado durante o segundo semestre de 2016. O comércio eletrônico brasileiro esteve mais aquecido no período, especialmente em decorrência de campanhas de vendas como a Black Friday. Ainda assim, o índice de tentativas de fraude é bastante alto, pois um e-commerce considerado saudável não deve ter taxa de fraude superior a 1% sobre o faturamento.

O Raio-X da Fraude no E-commerce Brasileiro conta ainda com informações como quais os dias da semana com maior incidência de vendas e de tentativas de fraude, bem como os principais navegadores de internet e sistemas operacionais utilizados tanto para compras legítimas como de origem criminosa. O material completo pode ser baixado gratuitamente em http://ebooks.konduto.com/raio-x-da-fraude.

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Oxigênio Aceleradora seleciona sete startups para seu 3º Ciclo de Aceleração

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A Oxigênio Aceleradora iniciou esta semana o 3º Ciclo de Aceleração, que contou com quase mil startups inscritas, das quais sete foram selecionadas para participar do programa.

Cada uma das startups escolhidas receberá um investimento direto de US$50 mil para o desenvolvimento de seu negócio, além de U$100 mil em investimentos indiretos, em forma de benefícios e recursos para os empreendedores. Como nos outros dois ciclos, a fase inicial oferece aos empreendedores sessões de mentoria, palestras e workshops com executivos da Porto Seguro, além de outros profissionais renomados, especialistas em diferentes áreas.

A fase seguinte leva as startups à sede da Plug and Play Tech Center, aceleradora localizada no Vale do Silício nos Estados Unidos.

Conheça abaixo as startups participantes:

• Crebit (http://crebit.com.br/) – Cartão de crédito totalmente digital oferecido de maneira simples, rápida e fácil para pessoas que não possuem acesso a crédito.

• Go Good (http://www.gogood.social/) – Solução corporativa que promove o bem-estar dos funcionários através da gamificação e do incentivo social, recompensando exercícios físicos dos funcionários com créditos para apoio a projetos sociais.

• GoEpik (http://goepik.com.br/) – Plataforma que utiliza realidade aumentada para guiar visualmente profissionais durante a execução de operações e processos críticos, com instruções em texto, vídeo ou objetos 3D em seu campo de visão.

• Logbee (http://www.logbee.com.br/) – Plataforma de logística urbana que liga motoristas autônomos e transportadoras a empresas que precisam fazer entregas na cidade.

• Mania de Passar (http://maniadepassar.com.br/) – Utilizando uma rede de microfranquias, a Mania de Passar passa e dobra as roupas dos seus clientes com qualidade, comodidade, serviço “leva e traz” e planos que podem chegar a menos de R$ 1,00 por peça.

• Reboque.me (https://www.reboque.me/) – Para motoristas e veículos, oferece uma solução de serviços de assistência 24h on-demand sem mensalidade, totalmente digital, rápida e eficiente, tudo a um clique na tela do smartphone.

• Simplificaa (https://www.simplificaa.com.br/) – Plataforma que ajuda as pessoas a cuidarem dos veículos com mais comodidade, aliando um acompanhamento automático das condições do carro com o delivery dos serviços necessários para tê-lo sempre em dia.

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Em Feira do Empreendedor do Sebrae-SP, startup lança portal para orientar pequeno empreendedor sobre tecnologias

Durante a Feira do Empreendedor do Sebrae de São Paulo, que acontece entre os dias 18 e 21 de fevereiro, a startup Gestão TI4u lança o Tech PME (http://www.techpme.com.br/), primeiro portal de tecnologia do Brasil voltado exclusivamente para o pequeno empreendedor. A plataforma promete ajudar pequenos e médios empresários na busca por tecnologias que facilitem seu dia a dia nos negócios.

A TI4u, que atua como uma consultoria de soluções inovadoras para esse público, pretende provar que nem todos os sistemas e ferramentas são muito caros e complicados de se aplicar. Flávia Fonseca, fundadora da startup, explica que o portal terá dicas de quais soluções adotar no dia a dia e também de como economizar com cada uma delas.

“Muito se fala em tecnologia para empresas, mas ninguém apresenta soluções para os empresários de pequeno porte. Até hoje, não existe no Brasil um canal de comunicação que contenha esse tipo de informação. Esse é o desafio da Gestão TI4u, que possui um contato direto com esse público que, muitas vezes, não domina o mercado de tecnologia”, acrescenta Flávia.

O portal mostrará as facilidades que o bom emprego dessas tecnologias podem trazer à pequena e média empresa. “Escolhi trabalhar com quem mais precisa de ajuda: a pequena empresa! Afinal, a tecnologia deve resolver problemas ou criar oportunidades”, explica a fundadora, que por conta de seu trabalho na startup, foi convidada a lecionar na Fundação Instituto de Administração da Universidade de São Paulo (FIA/USP).

Com o novo canal, a Gestão TI4u também pretende aumentar a sua visibilidade, tanto para futuros clientes, como para possíveis patrocinadores e parceiros que contribuam com o portal.

Visite o stand 9 da Gestão TI4u na Feira do Empreendedor do Sebrae para conferir o lançamento do portal e as novidades do mercado de tecnologia. Durante o evento, profissionais qualificados também estarão à disposição do empreendedor para tirar dúvidas sobre tecnologias. “Cuidado! Antes de sair comprando sistemas por aí, melhor saber qual pode ser mais eficiente para o seu negócio”, alerta Flávia.

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Cia Hering junta-se a startup brasileira de chat inteligente para mensurar resultados de treinamento do time comercial

Emmanuel Denaui

Durante o lançamento da coleção Inverno 2017 das marcas da Cia Hering, colaboradores de todo o Brasil tiraram seus smartphones dos bolsos para acelerar seu entendimento sobre os novos produtos que em breve vão estar à venda nas 824 lojas físicas (franquias e lojas próprias) e em mais de 11.000 lojas multimarcas e e-commerce. O time comercial contou com a plataforma Indica, da Hondana, usada para avaliar a compreensão dos colaboradores e garantir que todos estejam devidamente preparados para vender as novas peças.

Os resultados de vendas de uma empresa como a Cia Hering estão diretamente atrelados à capacitação dos seus colaboradores e à visibilidade do entendimento de toda a equipe. A plataforma Indica levou informações sobre as novas campanhas e validou os resultados de maneira igualmente rápida, em tempo real, alcançando uma resposta positiva dos colaboradores de 98% graças ao formato inovador da plataforma, parecido com uma conversa de Whatsapp.

“Foi um prazer ajudar a Cia Hering atingir toda a equipe, não importa onde esteja, e conquistar tamanha adesão voluntária a um projeto como este”, comenta Greg Bateman, Diretor Executivo da Hondana. “Esta tendência de capacitação através de “chat” que trouxemos dos EUA permitiu que a Cia Hering tivesse uma participação e engajamento 450% maior por se tornar um hábito tão comum para os colaboradores quanto checar o celular.”

Previamente um programa fechado para empresas globais, a Hondana abriu sua carteira em 2017 para receber novos clientes. Saiba mais no site www.hondana.com.br.

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Conheça sete dicas para atrair investimentos com segurança jurídica em startups

Na comédia ‘Quero Matar meu Chefe 2’ (2014), os amigos (Nick Bateman), Dale (Charlie Day) e Kurt (Jason Sudeikis) resolvem abrir um negócio próprio com uma tecnologia inovadora para duchas de banho. O problema é que eles apresentam a ideia para um investidor mal intencionado e, sem segurança jurídica, tomam um golpe, perdendo os direitos do negócio e tendo que arcar com todos os passivos adquiridos para a abertura da empresa. Apesar de ser uma ficção, trata-se de um caso provável no mundo das startups, onde geralmente há pessoas com ideias brilhantes mas sem meios legais para protegê-las.

Confira sete dicas para evitar esse tipo de complicação na hora de procurar investimentos. Quem dá recomendações é Luiz di Sessa, associado da área de Tecnologia & Propriedade Intelectual do Souza, Cescon, Barrieu & Flesch Advogados.

1) Avaliar a necessidade real de um investidor

Os empreendedores devem estar preparados para mudanças estruturais que tornem a administração da sociedade mais complexa e podem reduzir o poder inicialmente exercido pelos empreendedores, o que ocorre com frequência no âmbito da convivência com novos investidores. Por isso, a decisão de aceitar investimentos deve ser estudada previamente. Caso positivo, a busca pelo investimento invariavelmente passa pela justificativa dos motivos pelos quais determinado valor é desejado, o que preferencialmente é acompanhado de um plano de ações objetivo.

2) Conhecer o mercado de atuação e se antecipar a possíveis questionamentos de investidores

Os investimentos são, via de regra, condicionados a uma auditoria legal na startup. Se por um lado os possíveis investidores estão acostumados a encontrar um certo grau de informalidade e de falta de procedimentos em empresas emergentes, é importante que o empreendedor demonstre conhecimento e domínio destes fatos frente às obrigações impostas por lei e saiba se antecipar a possíveis questionamentos acerca da legalidade de seu modelo de negócio, forma de contratação de funcionários, regime tributário adotado, forma de coleta e tratamento de dados de usuários de seus serviços, etc.

3) Definir o papel a ser exercido por cada participante do projeto na sociedade

A definição de cargos, direitos, obrigações, riscos, remuneração, incentivos e poder decisório de cada pessoa envolvida no projeto é imprescindível, tendo em vista a dificuldade em prever o período necessário para que uma startup comece a gerar resultados pretendidos e as altas expectativas dos empreendedores e investidores deste mercado. Tal definição possibilita a administração de conflitos e ansiedade de todos os envolvidos.

4) Atentar para a segurança jurídica nas operações de investimento

Os investidores neste mercado geralmente têm muito mais experiência em negociações do que os empreendedores; por outro lado, também interessa aos investidores que os empreendedores contem com assessoria jurídica adequada na negociação dos instrumentos jurídicos que regularão a relação entre as partes, mitigando o risco de entendimentos diferentes sobre os direitos de cada acionista e possibilitando que a condução do negócio foque exclusivamente no seu objeto social – mais do que garantir sua fatia no equity de empresas, os investidores muitas vezes precisam manter os empreendedores estimulados, pois são estes quem têm a completa visão do negócio e as melhores chances de desenvolvê-los. Vale dizer que muitos dos termos e das estruturas adotadas neste mercado encontram inspiração no direito estrangeiro, sendo imprescindível que os assessores legais observem as particularidades do Brasil na execução dos documentos.

5) Verificar a razoabilidade do custo para manutenção da startup frente à necessidade de aportes financeiros e incerteza da obtenção de recursos

O endividamento de uma sociedade é comum neste estágio, mas os seus sócios devem estudar as melhores formas de se obter recursos, quando necessário, estabelecendo limites aceitáveis e zelando por suas obrigações legais à frente da sociedade.

6) Conhecer as possíveis formas de proteção das vantagens competitivas da sociedade

Por vezes, os direitos de propriedade intelectual, tais como marcas, patentes, segredos de negócio, desenhos industriais, softwares, nomes de domínio e direitos autorais são o verdadeiro coração do negócio. Sendo assim, é recomendável que o inventor (ou o titular da invenção) garanta seus direitos de exclusividade sobre estas criações, sem esquecer de avaliar se vale a pena ter referida exclusividade também no exterior (muitos dos direitos de propriedade intelectual seguem o princípio da territorialidade, ou seja, a proteção é limitada ao território no qual encontram-se registrados). Além de aumentar a atratividade perante investidores, a precaução com este assunto pode evitar o desperdício de dinheiro com questões que poderiam ser facilmente resolvidas no início da operação – não é raro uma startup se ver diante de uma discussão sobre a possibilidade de uso de determinada marca após já ter investido tempo, esforço e dinheiro em ações de marketing e material publicitário.

7) Cuidar da divulgação das informações confidenciais da sociedade

Além das criações registráveis acima mencionadas, as startups contém muitas informações protegidas pelo instituto conhecido como segredo de negócio. Sendo assim, é imprescindível que todo o fluxo de informação sensível circulado entre sócios, funcionários e colaboradores e terceiros seja regulado por acordos de confidencialidade.

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VivaReal participa de programa de mentoria para startups da Prefeitura de São Paulo

O VivaReal estará presente no SP Stars 2017. Diego Simon (Co-fundador do VivaReal e CEO do Viva Decora), Lucas Vargas (CEO do VivaReal) e Gabriel Porto (Vice-presidente de marketing do VivaReal) integram a rede de profissionais que prestará mentoria para 50 empreendedores. A partir de fevereiro, as startups receberão acompanhamento de sua evolução em seis edições mensais ao longo de 2017.

No SP Stars 2017, cada startup receberá até 24 mentorias presenciais e individuais junto a diferentes executivos do ecossistema de startups de São Paulo, dentre investidores, aceleradoras, fundadores de startups e especialistas em marketing digital e vendas. Fundado em 2009, o VivaReal se tornou líder do segmento em oferta e demanda de imóveis, com mais de 15 milhões de visitas por mês e mais de 5 milhões de anúncios para compra e locação em todo o Brasil. Desde sua fundação, a empresa brasileira recebeu mais de R$ 170 milhões de investimentos dos fundos Monashees Capital, Kaszek Ventures, Valiant Capital, Dragoneer Investment Group e Spark Capital. “O VivaReal possui um mindset de startup, apesar de ter mais de 500 colaboradores. Atraímos investimentos, escalamos nossa operação e temos 15 escritórios. Superamos diversos desafios, que são similares para muitas empresas iniciantes. Desejamos auxiliar o ecossistema de startups e beneficiar São Paulo e todo o País”, explica Diego Simon, co-fundador do VivaReal e CEO do Viva Decora, portal de conteúdo com as melhores ideias e referências em decoração.

A rede de mentores do SP Stars conta com mais de 200 especialistas voluntários, dos quais já participaram executivos do Spotify, Amazon, Google, Twitter, Movile, Nubank, Buscapé, GetNinjas, VivaReal, BankFácil, Kekanto, Easy Taxi, Loggi, IBM, Guia Bolso, dentre outros.

Os empreendedores participarão ainda de workshops temáticos do SP Stars Academy, além de sessões de mentoria coletiva facilitadas por parceiros do ecossistema, divulgação das soluções, acesso à Rede SP Stars, descontos e benefícios oferecidos por parceiros do Programa. Desde seu lançamento em 2015, o SP Stars recebeu cerca de mil inscrições e atendeu mais de 350 startups, ultrapassando mil sessões de mentoria realizadas.

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Startup LegalBot é a finalista brasileira do Open Innovation Business Contest no Japão

A startup LegalBot é a finalista brasileira do Open Innovation Business Contest, competição global que incentiva a inovação empresarial, promovida pela everis, multinacional de consultoria que oferece soluções de estratégia e de negócios, desenvolvimento e manutenção de aplicações tecnológicas e serviços de terceirização, e a NTT DATA. O anúncio da representante do Brasil aconteceu, no ISE Business School, em São Paulo.

A LegalBot disputou a semifinal da competição com outras cinco startups. Os projetos apresentados tinham foco em realidade virtual, aumentada e mista, Internet das Coisas (IoT) e inteligência artificial. Eles foram avaliados por um corpo de jurados de renomados profissionais do setor de tecnologia.

Dentro desse novo cenário disruptivo, a representante brasileira no Open Innovation Business Contest desenvolveu uma solução que visa democratizar o acesso à inteligência regulatória. Ela ganhou uma bolsa de estudos para o curso WeSTART do ISE Business School, um programa para empreendedores e investidores, e concorrerá na final, em Tóquio, no Japão, com outros nove projetos selecionados nas cidades de São Francisco, Londres, Tel Aviv, Tóquio, Toronto, Madri, Barcelona, Cingapura e Pequim.

O vencedor da grande final receberá um prêmio de US$ 30.000 e terá a oportunidade de trabalhar, por três meses, com uma equipe da NTT DATA – um dos principais fornecedores mundiais de serviços e inovação na área de TI – no desenvolvimento de um protótipo de serviço-produto, que será oferecido às empresas clientes da companhia.

Projeto finalista

Baseada em inteligência artificial, a plataforma da LegalBot auxilia os profissionais de governança, gestão de riscos e compliance na análise, seleção, classificação e organização dos diversos aspectos normativos.

Alexandre Bess, CEO da startup, explica que a regulação é hoje um problema global, que impacta diretamente a competitividade das empresas e dos países, inclusive, pode gerar enormes prejuízos. “Um dos principais problemas enfrentados pelos que atuam nessa área é o grande volume de normativas. No mercado financeiro, por exemplo, surgem mais de 300 regulações todos os meses”, comenta.

Para facilitar o contato e a experiência dos profissionais com as normativas de seus segmentos, a plataforma desenvolvida pela startup busca, analisa e interpreta as informações por meio de algoritmos. Dessa forma, cada usuário, conforme sua seleção, tem acesso aos dados pela web e aplicativo, ou seja, a tecnologia leva ao usuário o que ele realmente precisa saber sobre regulação.

“A sensação de ser o representante brasileiro na final do Open Innovation Business Contest é maravilhosa, pois sabemos o quanto a tecnologia é relevante para o mundo e teremos a oportunidade de apresentá-la para um público internacional”, comemora Bess.

Para Roberto Pereira, executivo responsável pelas iniciativas de Inovação na everis Brasil, o projeto da LegalBot tem total sinergia com a companhia, uma vez que a tecnologia de inteligência artificial oferece aos clientes maior agilidade para entrarem em novos mercados, principalmente no setor financeiro e de seguros, que são altamente regulados. “O fato de podermos acelerar o entendimento da regulação e aportar novas tecnologias, novos serviços e soluções, é importantíssimo”, destaca.

A semifinal brasileira do Open Innovation Business Contest, segundo Pereira, mostrou a força do ecossistema de inovação e o quanto é importante entender as novas tecnologias desde o início, para desenvolver capacidades, parceiros e identificar possíveis problemas durante a adaptação. “Por ser nosso modelo de negócios B2B2C, precisamos compreender o que nossos clientes pretendem ofertar aos clientes deles para que, juntos, possamos levar à sociedade soluções mais robustas”, observa.

Os outros cinco projetos semifinalistas

Plataforma de Realidade Virtual 360º na Nuvem – Beenoculus
Produto de economia criativa, com foco em potencializar o ecossistema de produção e distribuição de conteúdo 360º e o mercado publicitário.

Plataforma de Realidade Virtual para Projetos Imobiliários – VR Monkey
Permite que arquitetos e profissionais em geral do setor imobiliário façam visitas aos empreendimentos imobiliários, usando as mais recentes tecnologias de realidade virtual.

IOBike – Plataforma IoT para Bicicletas em Áreas Urbanas – LightUp
Solução de iluminação que conecta bicicletas à IoT (Internet das Coisas), proporcionando aos ciclistas segurança e interatividade, além da possibilidade de geomarketing a anunciantes.

Simulador integrado à gamificação que promove a reabilitação de pessoas com deficiência por meio da experiência de imersão produzida por realidade virtual – Fisioatual
Utiliza o entretenimento dos jogos integrado a uma plataforma instável, equipada com sensores. Funciona como um simulador de exercícios por meio da imersão na realidade virtual.

Plataforma de Realidade Virtual Inside Places – Inside Places
Com o uso desta ferramenta, arquitetos, designers de interiores e construtoras dão aos seus clientes a oportunidade de estarem dentro de seus imóveis antes mesmo de ficarem prontos.

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Visa e Kyvo lançam programa de aceleração focado em fintechs brasileiras

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A Visa e Kyvo, parceira da GSVlabs no Brasil, se unem em busca de até 5 fintechs com potencial para revolucionar a indústria de pagamentos eletrônicos no país e no mundo. Por meio do programa “Track” de aceleração de startups e do Visa’s Everywhere Initiative, implementado pelas duas empresas, Visa e Kyvo supervisionarão os empreendedores na definição do modelo de negócio e no aprendizado de técnicas e ferramentas nas áreas de produto, serviço, design e marketing. No total, serão até 6 meses de programa – sendo aproximadamente três de aceleração e outros três meses de incubação. E o mais importante: dos meses de aceleração, dois deles serão no Brasil e um no Vale do Silício (EUA). O Visa’s Everywhere Initiative é um programa criado em 2015 para impulsionar novos relacionamentos com talentos emergentes na comunidade startup e trazer novas ideias para melhorar o ecossistema de pagamento.

Após selecionar os melhores participantes, as startups passam por períodos de imersão, bootcamp e elaboração de estratégias. Os participantes ainda poderão ter acesso ao conteúdo, às práticas, aos estudos de casos da GSVlabs e a uma rede estratégica de 170 mentores da comunidade Global Silicon Valley. Ao final do programa, cada startup poderá apresentar seu pitch para um comitê nomeado pela Visa, Kyvo e GSVlabs no Demo Day, que deve acontecer em outubro de 2017. As inscrições devem ser realizadas até o dia 31 de março no site oficial do programa. As startups selecionadas poderão receber o equivalente a aproximadamente R$ 235 mil cada em tecnologias e em serviços profissionais que vão ajudá-las a entrar no mercado.

“Estamos nessa missão para sermos tão bem sucedidos no mundo digital quanto somos no físico, o que significa que estamos em busca de parceiros capazes de trabalhar com flexibilidade e rapidez”, conta Percival Jatobá, Vice-presidente de produtos da Visa do Brasil. “O Visa’s Everywhere Initiative é a forma que encontramos para integrar essa nova mentalidade da comunidade de startups com o plano digital da Visa. Queremos parceiros inovadores que façam a diferença”.

Observando o grande potencial do mercado brasileiro, a GSVlabs fechou parceria, em 2016, com a Kyvo Design-Driven Innovation. A GSVlabs contará com o conhecimento da Kyvo sobre o mercado local e seu relacionamento com investidores, mentores e empresas para apoiar o desenvolvimento de startups. O objetivo é criar uma ponte com o Vale do Silício e dar suporte ao ecossistema que está se desenvolvendo rapidamente no Brasil. “O empreendedor terá à disposição toda a rede de mentores e técnicas empregadas no Vale do Silício a partir do Brasil, com a vantagem de poder otimizar a concepção e o planejamento da empresa para o mercado nacional”, diz Hilton Menezes, sócio-fundador da Kyvo.

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Telit adquire a startup do Vale do Silício GainSpan

A Telit, líder global em Internet das Coisas (IoT) anuncia a aquisição da startup GainSpan Corporation, provedora de soluções de conectividade sem fio – especializada no design e desenvolvimento de tecnologias Wi-Fi de potência ultrabaixa. A startup possui mais de 90 funcionários de Investigação & Desenvolvimento (I&D) e engenheiros de suporte espalhados em centros de Pesquisa & Desenvolvimento (P&D) em Bangalore, São José e Califórnia.

“À medida que nós entrarmos em uma era de maturidade IoT, começaremos a testemunhar outros novos espaços voltados para a Internet de Sensores, a Internet de Carros e a Internet do Digital”, avalia Oozi Cats, CEO da Telit. Com matriz localizada no Vale do Silício, a startup é responsável pela fabricação e comercialização de chips e módulos para dispositivos alimentados por bateria e propriedade intelectual relacionada (IP), o que inclui network stacks (pilhas de rede) e projetos referência em aplicativos.

A aquisição expande o portfólio da Telit em soluções end-to-end e a posiciona como marca referência no mercado de dispositivos alimentados por bateria e que dependem do Wi-Fi e de outras tecnologias de baixo consumo de energia. As soluções da GainSpan estão presentes em vários segmentos de mercado emergentes da IoT tais como saúde, gestão de edifícios, logística, comercial e industrial.

As soluções da startup oferecem integração de Wi-Fi com tecnologias de baixo consumo como BLE e 6LoWPAN para conectividade segura. Os ativos da GainSpan alinham-se bem com os produtos da Telit, incluindo módulos celulares BT/ BLE e GNSS, além da plataforma IoT, o que reforça a proposta de solução “sensor-to-cloud” da empresa.

Além disso, de acordo com a recente pesquisa da IoT Forecasts da Machina Research, em 2025 a previsão é que 75% das mais de 27 bilhões de conexões IoT serão de curto alcance. As conexões, em grande parte, são compostas pelos vários tipos de Wi-Fi – tecnologia líder em aplicações dentro do cenário IoT e que depende da bateria devido ao seu baixo consumo de energia associado.

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Startup de saúde cria a primeira enfermeira digital do Brasil

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Segundo levantamento do Ministério da Saúde, mais de 40% da população adulta brasileira, o equivalente a mais de 58 milhões de pessoas, possui pelo menos uma doença crônica não transmissível. Estas doenças são responsáveis por mais de 72% das causas de morte no Brasil.

As pessoas estão vivendo mais e melhor, porém, ligado ao aumento da expectativa de vida está o crescimento das doenças crônicas, como diabetes, hipertensão e infarto, por exemplo.

Havendo uma doença, para evitar complicações de saúde, é comum que os pacientes recebam tratamentos médicos, normalmente à base de medicamentos, para estabilizar a condição e permitir que os mesmos tenham mais qualidade de vida. Porém a grande verdade é que: É chato e é difícil gerenciar um tratamento e, por conta disso, menos de 50% dos pacientes seguem o tratamento como deveriam. Um bom exemplo de dificuldades é da avó de um dos sócios do CUCO, que toma mais de 10 diferentes medicamentos durante a semana. Já imaginou como é difícil saber qual medicamento deve ser tomado em qual horário? E como a família pode administrar o controle da medicação e saber se ela está tomando na hora certa? O ideal seria que alguém auxiliasse em tempo integral estes pacientes. Foi justamente para mudar esse cenário que surgiu o CUCO.

Como um assistente de saúde digital, carinhosamente chamado de “Enfermeira Digital”, por conta do papel da área de enfermagem de cuidar da vida, o aplicativo é uma oportunidade de oferecer o auxílio em tempo integral, acompanhando o tratamento de saúde dos pacientes, lembrando-os da hora certa de tomar seus medicamentos, educando-os com conteúdos de saúde de acordo com suas doenças e tratamentos, e informando familiares e amigos quando o paciente esqueceu de tomar o remédio na hora certa, para que estes possam tomar uma atitude e contribuir no cuidado.

Por meio de conceitos de games, a nova versão do aplicativo foi lançada esta semana e permite que o paciente acompanhe seu histórico de saúde e seja estimulado a seguir o tratamento corretamente até o final, evitando que o mesmo desista no meio do caminho.

“Lembrar o paciente na hora certa de tomar seu medicamento aumenta consideravelmente os níveis de adesão ao tratamento, o que pode ser comprovado pelos números de adesão dos mais de 6.000 usuários diários do CUCO em sua primeira versão”, aponta Gustavo Comitre, diretor de produto da empresa.

O aplicativo, que é gratuito para pacientes, possui diversas funcionalidades que ajudam pacientes e familiares em seus desafios de saúde, confira algumas delas:

• Lembre-se de tomar seus medicamentos com o CUCO (despertador de remédios);

• Lista de Medicamentos da Anvisa;

• Histórico do seu Tratamento sempre em mãos;

• Mensagens e dicas sobre tratamentos e doenças;

• Crie seu time de saúde no aplicativo e receba alertas quando alguém do seu time esquecer de tomar o remédio;

• Uma incrível Enfermeira Digital para pacientes de operadoras de saúde e hospitais parceiros do CUCO, o qual utiliza tecnologias do IBM Watson;


Além do CUCO para pacientes, a empresa CUCO Health possui também diversas soluções que atendem Operadoras de Saúde, Hospitais e Prefeituras, permitindo acompanhar e melhorar a adesão ao tratamento de seus pacientes, reduzindo custos e trazendo mais saúde, informação e qualidade de vida a seus beneficiários.
Quer ajuda com seu tratamento ou tem alguém da sua família que precisa ser monitorado? Então baixe agora mesmo a nova versão do aplicativo CUCO para celulares Android clicando aqui. Em março a nova versão para iOS (iPhone) também estará disponível, mas por enquanto você pode baixar a versão antiga aqui.

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Confira os destaques da John Deere na Campus Party!

1. Hackathon: começa nesta quinta o hackathon John Deere – maratona de programação de software, desafiando os participantes a desenvolverem um aplicativo. A equipe vencedora vai ganhar uma viagem para os Estados Unidos, para visitar a sede da John Deere Intelligent Solutions Group, em Urbandale.

2. Simulador de colheitadeira de grãos: o visitante pode experimentar o quão tecnológico e desafiador é operar uma colhedora de cana, ao contrário da imagem que muitos ainda tem com relação ao operador de máquina agrícola. A ideia é que os jovens se divirtam e se surpreendam.

3. Quiz interativo: o campuseiro que for ao estande pode participar de um rápido jogo eletrônico, exibido num telão de LED, no qual ele conhece um pouco mais de como a tecnologia se aplica às principais etapas de produção agrícola – preparo de solo, plantio, tratos culturais, colheita e gestão. Ele vai conhecer, por exemplo, como funciona a plantação de milho. Ao fim do jogo, ganha um saquinho de pipoca.

4. Entretenimento: o Monster Tractor, o maior trator de controle remoto da John Deere, também está na Campus Party para quem quiser brincar.

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