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ACE abre inscrições para nova turma de aceleração de startups

A ACE, eleita pelo terceiro ano consecutivo como Melhor Aceleradora da América Latina pelo LatAm Founders, está com inscrições abertas para mais uma turma de startups.

O processo seletivo está aberto até o final de julho, e tem como meta escolher os melhores empreendedores para dois programas de aceleração: ACE Growth, voltado para startups em momento de crescimento, e ACE Start, para empresas em validação.

As startups irão acelerar nos hubs de São Paulo, Curitiba ou Goiânia. Pela primeira vez os empreendedores poderão escolher para qual programa e região desejam aplicar suas startups. Dependendo do momento da empresa, ela pode receber investimento de até R$ 150 mil.

Como se inscrever

Todas as inscrições são feitas pelo Fundacity (http://www.fundacity.com/goace), plataforma feita especialmente para a seleção de startups. Com mais de 600 startups inscritas no último semestre, a ACE espera chegar a 1.000 inscrições para a próxima turma.

“Temos mais oportunidades para empresas em validação, além de um novo foco para startups regionais”, afirma Carol Piguin, Startup Hunter responsável por toda seleção da aceleradora.

Por conta do grande volume de inscrições e do alto grau de exigência da ACE, o questionário também passou por modificações. “Ampliamos o formulário para conseguirmos avaliar as empresas com mais propriedade. Uma seleção rigorosa é o primeiro passo para conseguirmos as melhores startups para cada um dos programas”, diz Carol.

Investimento e regiões

ACE Growth (http://goace.vc/growth) é uma continuação do trabalho da antiga Aceleratech, que já acelerou mais de 70 empresas com grande sucesso. Esse programa oferece R$ 150 mil de investimento por 10% de participação na empresa e é destinado para startups em estágio de crescimento.

Já o recém-criado ACE Start (http://goace.vc/start) seleciona startups em estágio de validação, e acelera as empresas sem investimento, sem custo nem participação acionária. O maior trabalho é confirmar as hipóteses das startups e prepará-las para o crescimento.

As inscrições para os “hubs” de Curitiba e Goiânia também estão abertas: startups das regiões Sul e Centro-Oeste terão preferência nestes locais, em uma iniciativa para fomentar os ecossistemas empreendedores locais. Neste caso, a negociação envolve um aporte de R$ 100 mil por 10% da companhia.

E startups com negócios voltado para Internet das Coisas, plataformas de atendimento a clientes e soluções em Tecnologia de Informação e Comunicação para micro e pequenas empresas ainda podem se inscrever em um programa de aceleração corporativa, fruto de uma parceria entre a ACE e a Algar Telecom.

O processo seletivo está aberto até o final de julho, mas as startups que se inscreverem antes serão avaliadas também com antecedência. Cadastrando-se no site da ACE (http://info.goace.vc/inscricoes), o empreendedor recebe informações e as melhores práticas de como inscrever sua startup. A ACE publicou recentemente um vídeo com seis dicas para se inscrever para uma aceleradora:

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Monsanto investe em fundo de startups brasileiras para acelerar inovação na agricultura

A Monsanto anuncia sua entrada no fundo Brasil Aceleradora de Startups – BR Startups, um Fundo de Investimentos em Participações (FIP) focado em startups brasileiras. Com o aporte da Monsanto, o fundo BR Startups passará a investir em startups que estejam criando inovação tecnológica para o agronegócio.

A seleção para a nova rodada de investimentos, de R$ 250 mil a R$ 1,5 milhão por startup, começa nesta terça-feira (5/7) e vai até o dia 7 de agosto de 2016. Para participar, as Agritechs com pelo menos dois sócios e faturamento anual entre R$ 300 mil e R$ 10 milhões devem se inscrever pelo link: http://www.fundacity.com/fundo-br-startups/apply/990.

O objetivo da Monsanto é acelerar a inovação na agricultura brasileira e dentro da própria empresa, por meio do investimento e da interação com os empreendedores brasileiros mais inovadores. Além de contribuir com seu investimento no fundo, a Monsanto dividirá com as startups de agricultura o conhecimento e experiência no agronegócio brasileiro.

“Acreditamos que a colaboração é uma ferramenta fundamental para que o mundo consiga alimentar 9,7 bilhões de pessoas em 2050, e este é um passo nessa direção”, disse o presidente da Monsanto para a América do Sul, Rodrigo Santos, durante o Global Agribusiness Forum. Em sua apresentação durante o evento, Santos destacou que a inovação tecnológica é ainda mais crucial para a agricultura neste momento de revolução digital.

O fundo BR Startups foi criado pela Microsoft Participações, holding de investimentos lançada em 2012 para realizar investimentos estratégicos relacionados ao fomento à inovação e ao empreendedorismo, em conjunto com a Qualcomm Ventures, a ES Ventures (Portugal) e a Agência de Fomento do Estado do Rio de Janeiro (AgeRio). O foco do fundo é em empresas que já passaram por um processo de aceleraç&atil de;o, mas que ainda não têm porte suficiente para acessar o mercado de venture capital série A. “A união de forças entre a Monsanto e o Fundo BR Startups dará aos empreendedores mais inovadores do país uma oportunidade única de usar toda a tecnologia disponível para transformar a agricultura nacional”, diz Paula Bellizia, presidente da Microsoft Brasil.

O fundo é gerido pela MSW Capital, gestora com experiência na orientação de empreendedores e histórico em fusões e aquisições. “Ao integrar a Monsanto ao seu time de cotistas corporativos, o fundo BR Startups se fortalece como principal veículo estratégico de corporate venture no Brasil e ganha o conhecimento e a parceria da líder mundial em tecnologia agrícola, impulsionando um setor c have da economia brasileira”, afirmou o gestor do fundo, Moises Swirski.

Inovação na Monsanto

A Monsanto também está investindo no pré-lançamento do primeiro produto da sua afiliada de agricultura digital The Climate Corporation no Brasil. O FieldViewTM Plus será utilizado por cerca de 100 produtores brasileiros de soja e milho nesta safra e o lançamento está previsto para os próximos dois anos. “O Brasil é um dos primeiros países onde demos esse passo, depois dos Estados Unidos”, afirmou Mateus Barros, líder comercial da The Climate Corporation para a América do Sul.

Nos Estados Unidos, a Monsanto mantém o fundo de investimentos Monsanto Growth Ventures (MGV), o braço de venture capital da empresa, que anunciou seu primeiro portfólio de investimento em janeiro e já permitiu o avanço de startups em áreas chave da produtividade agrícola, agricultura digital e produtos biológicos. “A inovação é o modelo de negócio da Monsanto e por isso precisamos buscar parcerias com startups, que trazem agilidade e novos olhares para resolver problemas antigos”, disse Santos.

Esses investimentos estratégicos de colaboração somam-se ao constante investimento da Monsanto em inovação. Anualmente, cerca de 10% do faturamento é investido em Pesquisa e Desenvolvimento. No ano fiscal de 2015, esse investimento foi de US$ 1,5 bilhão. Desse esforço surgem produtos como a soja Intacta RR2 PRO®, a primeira biotecnologia agrícola desenvolvida por uma multinacional para as necessidades da América do Sul. Em junho de 2016, a Monsanto foi reconhecida como uma das 50 empresas mais inteligentes pela revista americana MIT Technology Review.

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Samsung e Anprotec anunciam a Segunda Fase do Programa de Aceleração e lançam nova chamada para as Startups Brasileiras

A Anprotec e a Samsung avançam na parceria de estímulo aos empreendedores nacionais e anunciam a chamada para selecionar as empresas que participarão da segunda rodada do Programa de Aceleração de Startups, resultado da colaboração entre a Associação, a Multinacional e o Centro Coreano de Economia Criativa e Inovação (CCEI) e apoio do Ministério de Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicações (MCTIC). Esta nova etapa do Programa está repleta de novidades em relação à primeira.

“O número de vagas do programa foi ampliado para 10 startups. Além disso, o valor do apoio financeiro foi substancialmente ampliado, podendo agora chegar até 250 mil reais por empreendimento. Outra novidade desta rodada é que, não será mais exigido o tempo mínimo de operação das empresas candidatas. Isto é uma grande oportunidade também para os projetos mais jovens”, explica Antonio Marcon, Gerente de Pesquisa e Desenvolvimento da Samsung no Brasil e responsável pelo programa.

Ao ingressarem no Programa, as empresas receberão apoio financeiro e acesso a um amplo pacote de serviços que visam o aprimoramento tecnológico e mercadológico de seus produtos e serviços. Entre essas atividades destacam-se acesso a tecnologias, treinamentos, assessoria, mentoria, networking e suporte às atividades de pesquisa, desenvolvimento e inovação.

“Os participantes desta segunda etapa irão se beneficiar dos aperfeiçoamentos realizados na metodologia e nas práticas de aceleração desde a primeira etapa, como a ampliação da rede de 5 para 12 incubadoras credenciadas em todo o território nacional. Outro fator a destacar é que as melhores startups serão ainda recomendadas para o programa de intercâmbio internacional na Coreia do Sul, criando oportunidades para que desenvolvam suas competências de exportação e possam acessar potenciais clientes e investidores no mercado global” afirma Sheila Oliveira Pires, Diretora Executiva da Anprotec.

As inscrições podem ser feitas até 20 de agosto, neste link, por empresas de todo o Brasil. Para se candidatarem, as startups devem apresentar suas propostas de projetos de produtos ou serviços em umas ou mais áreas de interesse do Programa, que são: (1) saúde digital, bem-estar e fitness; (2) educação digital; (3) segurança, privacidade & furto; (4) soluções de convergência e conectividade; (5) finanças digitais; (6) operadoras de telefonia móvel e consumidores; (7) gestão de baterias; e (8) novas experiências em redes sociais. As propostas submetidas serão avaliadas por uma banca especializada formada pela Samsung, Anprotec e as incubadoras selecionadas.

Incubadoras

As empresas selecionadas nesta rodada serão convidadas a incubar seus projetos durante a vigência do Programa, em uma das 12 incubadoras pré-selecionadas em todo o território nacional. Os empreendimentos oriundos de regiões e municípios diferentes das regiões das incubadoras também podem concorrer e, caso sejam selecionados, serão transferidos para uma incubadora recomendada pelo comitê gestor do programa durante o período de incubação. O programa terá duração de nove meses.

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Brasoftware e Microsoft promovem workshop online gratuito para pequenas empresas e startups

A Brasoftware, uma das principais provedoras de soluções de tecnologia do Brasil e maior parceira da Microsoft no Brasil, promove um workshop online no dia 6 de julho para debater como soluções como Office 365, Microsoft Azure, soluções de e-mail, portal e mobilidade (Skype for Business) entre outros, podem ajudar empresas PMEs e startups a aumentarem seus resultados.

As soluções em nuvem, quando adotadas de forma correta, geram redução de custos, aumento de produtividade e diminuem consistentemente os problemas relacionados à TI.

A Brasoftware, em parceria com a Microsoft, criou uma série de ofertas que podem ser contratadas mensalmente, pagando somente pelo que o cliente usar, apoiando a melhora dos ambientes sem gerar aumento expressivos nas despesas operacionais.

No workshop, os inscritos terão a oportunidade de conhecer mais sobre como a tecnologia de nuvem e como elas podem contribuir para o desenvolvimento dos negócios. O evento é gratuito e as inscrições podem ser realizadas até 5 de julho por meio do link.

Workshop online Brasoftware Cloud

Data: 06/07/2016

Horário: a partir das 15h

Inscrições: até 06/07/2016 pelo site.

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Fintech recupera R$ 1 milhão em pagamentos em junho

A fintech Vindi (www.vindi.com.br), plataforma de pagamentos recorrentes como assinaturas e mensalidades, recuperou R$ 1 milhão para seus clientes apenas durante o mês de junho por meio de sua ferramenta de recuperação de inadimplência, que utiliza algoritmos inteligentes para evitar que os usuários de redes de academias, clubes de assinaturas e startups de serviços fiquem inadimplentes e, caso fiquem, facilita que se recuperem. Um recorde. Sem a ferramenta, este valor seria perdido devido a pequenos prolemas de transação do dia a dia. Lançada em julho de 2015, o primeiro montante recuperado foi de pouco mais de R$ 98 mil e já cresceu 920% no período com perspectivas positivas para o segundo semestre. Atualmente a Vindi oferece a ferramenta a mais de mil empresas. A solução é conectada às principais instituições financeiras do país e integrada a bandeiras de vários cartões. Entre os destaques, permite atualização automática dos dados do cartão de crédito e promove retentativas inteligentes de cobrança.

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Startups do Brasil na mira de investidores estrangeiros

De olho nas startups brasileiras, o gigante clube de negócios internacional, GWC Inc., que reúne os maiores players da indústria mobile do mundo promoverá, pela primeira vez no Brasil, uma das mais importantes competições entre startups do mundo, o G-Startup Worldwide, que será disputada no dia 24 de agosto, em São Paulo (SP), durante o Global Mobile Internet Conference (GMIC). A startup ganhadora receberá um aporte de 50 mil dólares, três de três dias de imersão no Google’s headquarters, e uma vaga na disputa internacional do G-Startup WorldWide, que reúne os finalistas de outras sete cidades pelo mundo no dia 29 de Setembro, no Vale do Silício. A ganhadora da fase final fatura 300 mil dólares em investimento. As startups podem se inscrever até o dia 11 de julho pelo site do evento: http://saopaulo.thegmic.com

O Global Mobile Internet Conference será realizado no dia 24 de agosto, no WTC Events Center em São Paulo (SP), e reserva programação com palestras de importantes executivos, entre eles Guilherme Ribenboim, VP Latam no Twitter; E Hao, CEO GWC Global Inc.; Yan Di, Country Manager Baidu Brasil; Fabricio Bloisi – Fundador e CEO Movile e Regina Chamma, Chefe de Desenvolvimento de Negócios – Google Play Latam.

Segundo a Associação Brasileira das Startups, o número de novos negócios promissores no Brasil em maio do ano passado era de 3432, atualmente são 4179 startups no País. Um incremento de 21,7% no período de um ano. São Paulo é o estado que possui o maior número de startups, com 1295. Entre os mercados mais promissores são o de SaaS – Software as Service; Educação e Internet.

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Startup lança plataforma pioneira para contratação de eventos corporativos 100% online

O setor de eventos movimenta cerca de R$ 209 bilhões ao ano no Brasil, representando 4,3% do PIB nacional, segundo levantamento da ABEOC Brasil e do Sebrae Nacional. Os hotéis são os locais mais procurados para a realização de eventos corporativos, porém quem precisa organizar um evento sabe como o processo é complexo. Pensando nisso, o empresário Marcelo Moreira, que atua no mercado de marketing e promoções há 25 anos, idealizou a Evnt (evnt.com.br), a primeira plataforma 100% online do mercado que conecta clientes corporativos a hotéis que realizam eventos.

“Evnt é um marketplace que permite que as empresas realizem eventos corporativos completos. Nela, o cliente pesquisa, ajusta, analisa preços, verifica disponibilidade, reserva e fecha o evento. Tudo padronizado e realizado em poucos cliques”, explica Moreira. Depois de fazer um cadastro simples, tanto o cliente quanto o hotel podem acessar a ferramenta gratuitamente. É cobrada apenas uma comissão do hotel sobre os negócios fechados. “A nossa ferramenta disponibiliza e amplia as possibilidades de locais para eventos, agiliza o processo de orçamento e contratação, padroniza as propostas, concentra clientes, melhora a ocupação e reduz custos para as empresas e para os hotéis”, afirma Moreira.

O investimento até o momento foi de cerca de R$ 1,5 milhã e a meta é comercializar 5 mil assentos diários em eventos no Brasil e atingir um faturamento em torno de R$ 1 bilhão em até cinco anos. “Nossa visão é ultrapassar as fronteiras nacionais. Toda a tecnologia foi desenvolvida de forma robusta e com estrutura em nuvem para atender ao mercado global”, explica Maurício Xandó, co-fundador e CTO da Evnt.

Após um ano e meio de desenvolvimento, a plataforma será lançada oficialmente amanhã (29/6), após um período em soft opening. A EVNT já conta com cerca de 20 hotéis cadastrados, entre eles grandes marcas como o Emiliano, Transamérica, Rede BHG (Golden Tulip, Pergamon, The Capital, entre outros), Panamby e Intercontinental. Após o foco inicial em São Paulo, em setembro deverá aportar no Rio de Janeiro e a partir de janeiro de 2017 passa a expandir para todo o mercado nacional.

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Bancos batalham para manter seus clientes diante da disrupção causada pelas FinTechs, revela estudo da Capgemini

As FinTechs, startups de serviços financeiros, estão avançando rapidamente na conquista de clientes, enquanto os bancos, em sua maioria, admitem não estarem preparados para lidar com essa ameaça. É o que revela o Relatório Mundial sobre Bancos do Varejo (World Retail Banking Report – WRBR), levantamento feito pela Capgemini, um dos líderes globais de serviços de consultoria, tecnologia e terceirização, e pela Efma. A pesquisa revelou que quase dois terços dos clientes (63%) estão usando produtos ou serviços dessas empresas, estando mais propensos a indicar as FinTechs (55%) do que seus bancos (38%) para amigos e familiares. No Brasil, 74% dos consumidores estão usando produtos financeiros ou serviços provenientes de FinTechs – sendo que 69% dos entrevistados indicaram suas FinTechs aos seus amigos, enquanto 48% fariam indicação do seu banco aos conhecidos. No entanto, apesar de 96% dos executivos concordarem que o setor caminha na direção de um ecossistema bancário digital, no qual as FinTechs desempenhariam um papel muito mais importante, apenas 13% afirmam possuir os sistemas necessários para viabilizá-lo.

Com uma penetração maior nos mercados emergentes e entre clientes mais jovens, as FinTechs estão ganhando popularidade graças à percepção de que são mais fáceis de usar (82%), oferecem serviços mais rápidos (81%) e garantem uma boa experiência para o usuário (80%). Já os bancos subestimam o valor desses serviços, uma vez que apenas 36% concordam que as FinTechs oferecem um serviço mais rápido (uma diferença de 45 pontos percentuais) e apenas 40% concordam que elas oferecem uma boa experiência (uma diferença de 40 pontos percentuais).

Melhor experiência dos clientes bancários não detém FinTechs

O Índice de Experiência do Cliente (CEI)[1] da Capgemini indica que os bancos aprimoraram a experiência de seus clientes em 2.9 pontos, sendo essa melhoria identificada em mais de 85% dos países pesquisados. Porém, esse avanço geral não se traduziu em resultados tangíveis em termos de comportamento do cliente como gerador de lucro, não afetando a retenção, indicação e vendas cruzadas. Apenas 16% dos clientes, por exemplo, disseram que comprariam mais um produto de seu banco.

O aumento do índice no Brasil foi maior do que a média global, chegando a 4.2 pontos (para 75.3). Com isso, o país subiu duas posições no ranking mundial, para 18º lugar. Além disso, se comparado com a América Latina, o Brasil testemunhou maiores diferenças tanto em termos de experiência positiva (+10,4%) como negativa (-3,7%). Na América Latina estes índices foram, respectivamente, -8,4% e -0,3%.

Os bancos consideram a confiança sua maior vantagem (70%), mas, apesar de registrarem um maior índice de confiança do cliente, eles estão sendo rapidamente alcançados pelas FinTechs, considerando que o número de clientes que confiam total ou parcialmente nelas chega a 88% em todas as regiões. No Brasil, 61% confiam em seu banco, enquanto 47% disseram preferir as FinTechs. No entanto, a grande velocidade das mudanças ? uma preocupação reconhecida por 90% dos executivos do setor bancário ?, menos de um quarto deles sente que possui algum tipo de vantagem em relação às FinTechs em termos de agilidade e capacidade de inovar para lidar com esses desafios.

“A baixa agilidade dos bancos na promoção da inovação deixa as portas abertas para que as FinTechs atraiam novos clientes”, diz o líder global do setor bancário e de serviços financeiros da Capgemini, Anirban Bose. “Há uma oportunidade para que os bancos comecem a trabalhar de forma colaborativa com as FinTechs, mas, para isso, devem formular um plano de resposta rápido, antes que a evolução acelerada do ambiente bancário os atropele no caminho para a mudança”.

Brasileiros preferem acessar sua conta por meio de dispositivos móveis

No Brasil, o contato com os bancos por meio da internet (-6%), agência física (-9%) e mídias sociais (-11%) apresentou queda, enquanto pelos dispositivos móveis (+16%) aumentou. 59% disseram utilizar a internet para resolver suas questões bancárias semanalmente, 49% preferem acessar suas contas por dispositivos móveis, 24% vão pessoalmente até sua agência e 13% usam as redes sociais.

A experiência positiva dos brasileiros demonstrou ter um forte impacto na confiança que os correntistas depositam em seu banco: 73% revelou ter uma experiência positiva, 62% neutra e 50% negativa. Quanto à fidelidade com relação à sua instituição bancária, 46% está suscetível a ficar com a sua atual agência, enquanto 12% pretende trocar (39% e 19%, respectivamente, em 2015).
O percentual de consumidores utilizando produtos ou serviços de FinTechs no Brasil é maior do que a média global (63%), chegando a 74%. Alguns consumidores utilizam até três ou mais empresas deste setor (26%), sendo que 44% revelaram ter relacionamento com somente uma FinTech.

Novas estratégias para uma nova era no setor bancário

Para lidar com a ameaça que essas empresas representam para os modelos mais tradicionais, aproximadamente dois terços dos executivos do setor bancário acreditam que precisam encarar as FinTechs como parceiras e que as estratégias de desenvolvimento dos bancos devam ser voltadas à colaboração (46%) e ao investimento (44%). Menos de um quinto (18%) diz que planeja adquirir empresas de tecnologia financeira ou suas soluções.

“A disposição para formar parcerias com empresas de tecnologia financeira prova que os bancos não estão preparados para atuar em um futuro que consiste de uma série de interconexões digitais seguras”, comenta o secretário geral da Efma, Vincent Bastid. “Trabalhando em conjunto com essas empresas, os bancos podem obter a orientação necessária para desenvolvimento de produtos, além de ter uma voz mais ativa na definição de um papel central para sua atuação no ambiente bancário atual”.

Os bancos e as FinTechs possuem forças que se complementam e que podem ser usadas para criação de uma experiência financeira centralizada e mais sólida para os clientes. As FinTechs saem na frente em termos de agilidade, inovação e exploração de novas tecnologias; em contrapartida, os bancos oferecem capital, uma base de clientes mais sólida e experiência para lidar com os órgãos reguladores. De acordo com o relatório, os bancos precisam “pensar grande” para atender às crescentes demandas dos clientes na era digital. A renovação dos sistemas centrais e o desenvolvimento de softwares baseados em APIs[2] serão prioridades. Os bancos só realizarão todo o seu potencial de crescimento quando aceitarem o papel cada vez mais importante das FinTechs e começarem a trabalhar em colaboração com elas para acompanhar a evolução contínua da rede financeira digital.

O Relatório Mundial sobre Bancos de Varejo de 2016 apresenta dados de mais de 16 mil clientes de 32 países (incluindo o Brasil), fazendo dele uma das maiores pesquisas sobre a experiência do cliente no setor bancário. O relatório também inclui dados qualitativos coletados por meio de entrevistas com executivos do setor bancário.

Para mais informações, acesse: www.worldretailbankingreport.com e www.efma.com/WRBR2016

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Startup do Cietec lança primeiro serviço de genômica pessoal do Brasil

A Genera, empresa da Incubadora de Empresas de Base Tecnológica de São Paulo Cietec/USP/IPEN, colocou no mercado um novo serviço de identificação de características genéticas. Reconhecida por popularizar testes de ancestralidade, agora a startup investe no myGene, por meio do qual é possível averiguar traços que marcam doenças e mutações.

Ricardo di Lazzaro Filho, médico e sócio-fundador da Genera, explica que esse é a primeira iniciativa de Medicina Personalizada no país. A partir da análise, verifica-se a suscetibilidade do paciente para diabetes, doenças cardíacas e neurológicas, além de mutações raras que seriam sinal de câncer e outras síndromes genéticas. Também são analisados resultados relacionados à tendência à calvície, metabolismo de cafeína, intolerância à lactose, entre outros. A intenção é que o paciente consiga personalizar a prevenção e antecipar tratamentos.

O primeiro passo do myGene é uma consulta com um médico geneticista, para uma entrevista sobre histórico pessoal e saúde. Nessa etapa o paciente recolhe o material – saliva e sangue – e pode decidir quais exames quer realizar. Segundo di Lazzaro, “esse tipo de teste é o começo de uma revolução na Medicina, e a tendência é que fique cada vez mais acessível à população”, afirma. O médico completa que “algumas pessoas têm receio em relação aos dados surpreendentes que podem vir a descobrir. Mas a ideia central é que o diagnóstico precoce incentive a cuidar da saúde”.

Os resultados são lidos em um retorno ao médico geneticista, que direciona o paciente aos especialistas, de acordo com o laudo. André Chinchio, sócio da Genera, conta seu caso ao realizar o teste: “descobri que tenho duas alterações raras relacionadas a doenças cardiovasculares. Meu avô paterno e tio materno morreram jovens de infarto. Hoje, com 32 anos, já comecei a me prevenir”.

Sergio Risola, diretor-executivo do Cietec, conta que hoje a Genera é uma das mais inovadoras startups do país na área de saúde. “A área de testes genéticos será muito promissora em um futuro próximo. Desde 2012, quando a empresa se associou à incubadora, vemos seu rápido desenvolvimento com muita atenção”, conta o executivo. “A Genera começou com um pequeno escritório no Cietec e hoje tem um amplo laboratório, com modernos equipamentos de análise de DNA”, completa Risola.

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São Paulo recebe Startup Weekend Health

Em meio a uma crise econômica sem data para acabar e a uma forte demanda de mercado por soluções inovadoras que reduzam os gastos excessivos com a saúde, São Paulo recebe nos dias 22, 23 e 24 de julho o Startup Weekend Health, evento que oferece uma oportunidade única para quem quer aprender e mostrar seu talento empreendedor.

O encontro reunirá jovens empresários da área no Instituto de Radiologia do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP (InRad – HCFMUSP)
, onde, ao longo de um intenso fim de semana, eles terão a oportunidade de desenvolver suas ideias, formar equipes e lançar startups num ambiente controlado e assessorado por mentores. O objetivo do evento é colaborar com o ecossistema empreendedor focado naquela que é considerada área prioritária de investimentos públicos – a saúde.

Para isso, contará com a presença de fundos de investimento, executivos e especialistas de áreas como saúde, tecnologia e inovação que vão atuar como jurados e mentores, além de representantes de startups consolidadas no mercado de saúde e dos próprios médicos do Hospital das Clínicas da FMUSP, que vão oferecer todo apoio aos projetos dos participantes.

Startup Weekend

O Startup Weekend se estabeleceu como uma rede mundial de eventos onde empreendedores, desenvolvedores e outros profissionais do meio se reúnem para compartilhar idéias e desenvolver novos projetos de startups. A iniciativa não tem fins lucrativos e é organizada por uma equipe de voluntários interessados em estimular a atividade empreendedora ao redor do mundo.

Pelo modelo concebido, os empreendedores têm 54 horas, ao longo de um fim de semana, para aprender a criar uma empresa real através de metodologias mundialmente empregadas para e tirar suas ideias do papel e torná-las startups.

Esta edição do Startup Weekend Health, que é a 2ª no Brasil – a primeira edição ocorreu em Brasília, em2014 -, terá início na noite de sexta-feira, 22, quando os participantes vão apresentar seus pitchs para em 60 segundos expor suas ideias, que posteriormente serão votadas pelos próprios participantes.. Os participantes com as melhores ideias montarão seus times que pelos próximos dois dias se dedicarão a a atividades que envolvem criação de modelos de negócios, programação, design e validação de mercado.

“No sábado, com os times já formados, vamos trabalhar com o desenvolvimento das soluções propostas por cada equipe, a partir de metodologias como Lean Startup, Design Thinking e Customer Development”, afirma Gustavo Comitre, fundador e Product Owner do Dr. Cuco. Ele explica que mais de 20 mentores ficarão à disposição dos times para dar todo suporte necessário para o desenvolvimento dos trabalhos.

Em paralelo, experts palestrarão sobre validação, modelo de negócio, pitch e tudo o que é necessário saber para se montar uma startup. “Ao longo de um intenso fim de semana, você não só aprende metodologias novas, mas vive na pele como é aplica-las.” conta Mariana Wiezel, uma das organizadoras do Startup Weekend Health no último dia do evento, será realizada a cerimônia de premiação das melhores ideias, com a apresentação dos projetos de novos produtos e serviços aos jurados e a seleção dos ganhadores.

A cerimônia de encerramento, permite que os participantes percebam o quanto a trajetória é intensa e impactante por meio da tamanha evolução e transformação das ideias de cada uma das equipes. “A ideia premiada partir de você é extremamente gratificante, mas mais do que isso é perceber o quanto seu impacto foi amplificado a partir de seu compartilhamento“, afirma Marizilda Brizzotti, organizadora do SWH e premiada em 2° lugar no Startup Weekend Centro São Paulo 2016.

Mercado de saúde

O setor de saúde passa por uma fase de inovação acelerada, com o surgimento de serviços que otimizam, facilitam e reduzem custos na saúde. Soluções disruptivas visam reduzir as filas nos hospitais, aperfeiçoar a comunicação entre médico e paciente e criar uma cultura de tratamento preventivo e adesão ao tratamento de doenças crônicas.

As expectativas para os próximos anos são altas: de acordo com relatório publicado pelo portal da Revista Forbes em maio, o setor de saúde lidera investimentos no mercado financeiro norte-americano. Aqui no Brasil, um estudo publicado pelo Sebrae sobre startups de São Paulo mostrou que as empresas inovadoras do setor de saúde estão em terceiro lugar na lista de preferência dos investidores, atrás apenas das áreas de educação e tecnologia.

“O cenário oferece inúmeras oportunidades para novos empresários e possibilidades para o paciente administrar sua própria saúde de modo mais fácil, rápido e barato”, afirma Comitre.

Dentre os nomes que movimentam esse mercado, a startup americana Doctor on Demand, por exemplo, que trabalha com o conceito de telemedicina, que permite ao paciente realizar consultas à distância, reduzindo o tempo gasto no deslocamento e na fila dos hospitais. No Brasil, clínicas populares, como a Clínica Fares, oferecem atendimento rápido e a baixo custo em unidades posicionadas em áreas de fácil acesso à população.

2º STARTUP WEEKEND HEALTH

Quando: Começa na sexta-feira, dia 22 de julho, às 18h30, e termina no dia 24

Onde: Instituto de Radiologia do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP (InRad – HCFMUSP)
, localizado na Av. Dr. Enéas de Carvalho Aguiar, nº 255, Bairro Cerqueira César, São Paulo (SP)

Ingressos: Primeiro lote: de R$120 a R$150

Inscrição: www.sympla.com.br/startup-weekend-sao-paulo-health__71702

Site oficial: http://www.up.co/communities/brazil/sao-paulo/startup-weekend/9266

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KiiK marca presença no CIAB Fintech Day

A KiiK, plataforma de adquirência que permite realizar pagamentos por meio de seu aplicativo mobile, participa nesta quarta-feira, dia 22, às 14h15, do CIAB Fintech Day, que tem por objetivo incentivar negócios entre instituições financeiras e desenvolvedores de soluções inovadoras e disruptivas.

No total, 47 Fintechs foram convidadas para participar do evento e a KiiK é um dos nove projetos selecionados que vai se apresentar durante a programação. As três Fintechs que tiverem suas apresentações melhor pontuadas pelo júri serão convidadas a realizar reuniões com VPs e diretores de bancos para estudarem a possibilidade de negócios e parcerias.

“A KiiK traz para o mercado um modelo inovador e disruptivo de quitação de contas, seja num restaurante, posto de combustível, pequenos comércios e até o pipoqueiro. A empresa investe nas necessidades dos estabelecimentos e do consumidor, em tecnologias de pagamento que possam trazer reais melhorias para facilitar o dia a dia das pessoas”, diz Maurício Valim, CEO da KiiK.

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Empresa e.Bricks promete revolucionar mercado de investimentos atuando em startups

Para a empresa e.Bricks Ventures, serviços fundamentais para a sociedade são grandes oportunidades de investimento. Com enfoque na concessão de capital de risco, pretende disponibilizar cerca de R$300 milhões que serão destinados às startups que possuírem condições de desenvolvimento frente ao mercado corporativo. Os segmentos contemplados são o de serviços financeiros, saúde, educação e aqueles voltados para organizações de pequeno e médio portes. Eduardo Sirotsky Melzer, conhecido popularmente como Duda Melzer, vê nesse projeto muitas oportunidades de se suscitar um fluxo saudável de investimentos para negócios que estão começando, sobretudo pela relevância que tais serviços possuem para o país.

A captação dos investimentos necessários ocorre na atualidade, de forma nacional e internacional, o que promete consolidar a credibilidade dos negócios envolvidos. Para Eduardo Sirotsky Melzer, é importante que se pense de forma global, mesmo quando se trata de sanar necessidades locais. Oriundo de uma família com sólida tradição em empreender com sucesso, principalmente em negócios de longo alcance social, Duda Melzer mostra-se bastante satisfeito com o andamento do projeto e avalia que já neste ano, boa parte do montante almejado para se investir nessas startups estará disponível. Dessa maneira, o destino do capital poderá começar a ser traçado pelos gestores envolvidos.

Mais do que obter retorno satisfatório, a e.Bricks deseja conseguir experiência para futuros empreendimentos de mesma natureza. Em sua segunda versão, a linha de investimento que contou com grande sucesso na primeira vez em que foi aplicada, é avaliada como promissora por Duda Melzer. Entusiasta por natureza, Melzer possui experiência dentro e fora do país e uma formação acadêmica impecável. Ele que estudou em Harvard, universidade de inquestionável renome, leva em consideração o impacto que as atividades econômicas exerce sobre a vida das pessoas, o que o torna um empreendedor tido como referência positiva para seus pares.

O caráter estrutural de alguns problemas brasileiros frequentes, estão na lista de prioridades para essa segunda rodada de investimentos. Já a forma como o capital será concedido para cada empresa, dependerá de diversos fatores, tais como provisionamento de retorno sobre investimento, conhecido pela sigla inglesa ROI, além do tempo de atuação de cada startup frente ao mercado em que está inserida. Segundo Duda Melzer, a escolha das organizações que serão beneficiadas não é uma tarefa das mais fáceis, dado o alto nível de atuação apresentado por elas. O viés tecnológico na resolução de questões de ordem prática, segundo Melzer, será algo avaliado.

Mesmo com a anunciada desaceleração da economia brasileira, os investidores estrangeiros depositaram bastante confiança no país, o que pode ser facilmente percebido ao levar-se em conta as vultosas quantias investidas. Duda Melzer acredita que este tipo de investidor não é facilmente influenciado por especulações descabidas ou oscilações passageiras, onde profissionais inexperientes sentiriam-se inseguros. Conforme as análise de Melzer, não apenas o Brasil encontra-se em crise, mas todo o globo, o que se pode perceber até mesmo em nações ou blocos econômicos que possuem moeda forte. Cientes desse fenômeno, representantes que realizam investimentos considerados de risco sentem bastante solidez nas empresas que ainda engatinham rumo ao sucesso.

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Empreendedores com iniciativas inovadoras disputam vagas no Brazil Lab 2016

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Continuam abertas as inscrições para a primeira edição do Brazil Lab, programa de apoio para inovação no setor público que tem como objetivo acelerar ideias e conectar empreendedores com o poder público. Nesta edição, foram escolhidos desafios em três temas prioritários: Saúde, Educação e Sustentabilidade Ambiental. O programa selecionará até dez iniciativas de empreendedorismo dentro dos segmentos e os projetos selecionados receberão seis meses de mentoria especializada. Após essa fase, três finalistas serão escolhidos e o vencedor receberá como prêmio um investimento de U$ 5.000 para dar início a implementação de sua ideia. As inscrições seguem até esta sexta-feira, 10 de junho.

Entre as startups já inscritas para disputar uma vaga no programa, estão TagFit, Palotec e Mitsidi, cada uma representando um dos eixos temáticos propostos pelo programa.

A TagFit, primeira rede social brasileira focada em saúde e qualidade de vida, é uma das grandes promessas do programa na área de Saúde. A empresa trabalha diretamente para a redução de doenças crônicas de forma eficaz e com baixo custo. A plataforma, disponível em formato de aplicativo para Android, conta com profissionais da área de saúde que acompanham 24h por dia, através das fotos postadas, os hábitos dos usuários. Dessa forma é possível que dicas e orientações personalizadas sejam oferecidas constantemente, o que ajuda na adoção de hábitos mais saudáveis, como uma alimentação mais equilibrada e maior frequência de exercícios físicos. A ideia é que os usuários sejam motivados por profissionais e por outras pessoas na mesma situação a focar e buscar os resultados desejados, com diminuição de peso e ganho de saúde. O aplicativo está disponível gratuitamente para download na Play Store e já possui mais de 10 mil usuários ativos.

Já a Palotec é um dos exemplos do setor de Educação. Trata-se de uma plataforma de conexão para crianças, pais e profissionais de creches e escolas públicas que tem como intuito auxiliar o desenvolvimento pedagógico e social e, ainda, ajudar o poder público a gerar conhecimentos relacionados ao comportamento infantil. A Mitsidi concorre a uma vaga na área de Sustentabilidade Ambiental apresentando soluções evolutivas nas áreas de construção civil e energia. O produto da empresa consiste em um software para realização de auditorias do consumo de água e energia em edifícios residenciais, reunindo uma rede multidisciplinar com especialistas do setor para trabalhar com geração de conhecimento, consultoria de projetos e capacitação de profissionais.

Mais sobre o hub de inovação – O Brazil Lab surgiu este ano como uma forma de atender a necessidade de inovação para soluções de problemas sociais em larga escala, como questões de saúde, abastecimento, locomoção, educação, empregabilidade, entre diversas outras preocupações do setor público. A ideia é que os empreendedores e jovens com ideias inovadoras contribuam para ajudar o governo a lidar com esses desafios.

Por outro lado, para ajudar os empreendedores a desenvolver a proposta, os dez projetos selecionados receberão mentoria de especialistas e professores do MIT, Harvard, Stanford, INSPER e FGV. Os selecionados ainda terão acesso a um ciclo de palestras com conteúdo especializado e desenvolvido especialmente para capacitar os participantes do programa.

As inscrições para concorrer a uma vaga seguem até esta sexta-feira (10) e podem ser feitas por qualquer pessoa interessada – seja ela representante ou não de uma empresa já estabelecida ou um negócio pré-operacional – que apresente uma ideia condizente com o regulamento e com os desafios estabelecidos pelo hub de inovação para o ano 2016.

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FIESP recebe inscrições para a 8ª edição do concurso que aproxima startups de grandes investidores

Com objetivo de incentivar o empreendedorismo inovador e de aproximar projetos e empresas de investidores, a Fiesp recebe até dia 15 de junho inscrições para a 8ª edição do Concurso Acelera Startup. Podem ser efetuadas inscrições de projetos ou de empresas, tanto pré-operacionais (sem faturamento) quanto operacionais (que já tenham faturamento), nas categorias geral; comunicação; fintech; têxtil, moda e beleza.

Serão selecionados os 200 melhores projetos e/ou empresas, que terão a oportunidade de participar de palestras, mentorias e avaliações classificatórias. A divulgação dos projetos e empresas escolhidos acontecerá no dia 28 de junho, na página do evento abaixo.

Os mais bem avaliados chegarão como finalistas do evento, podendo apresentar seu negócio, no modelo de elevator pitch (até 3 minutos), à banca de investidores mais seleta do mercado. Pela primeira vez, serão premiados projetos e empresas inovadoras tanto em fase pré-operacional quanto operacional.

Além de aproximar os empreendedores de potenciais investidores, a Fiesp espera colaborar com a difusão do tema no meio empresarial. O evento acontece nos dias 5 e 6 de julho, no edifício-sede da Fiesp.

Nas últimas edições do evento, foram recebidas mais de 11.500 inscrições de todo o Brasil e participaram mais de 300 mentores e mais de 250 investidores. Somando as edições anteriores (2011, 2012, 2013, 2014 e 2015), o evento já gerou investimentos de mais de R$ 5 milhões.

As inscrições vão até o dia 15 de junho e podem ser feitas na página do evento http://hotsite.fiesp.com.br/acelera/

Concurso Acelera Startup

Data: 5 e 6 de julho

Local: Edifício-sede da Fiesp.

Endereço: Avenida Paulista, 1313. São Paulo

Inscrições: http://hotsite.fiesp.com.br/acelera/

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Aplicativo da Emprego Ligado é eleito o melhor da América Latina pelo Programa FbStart do Facebook

A Emprego Ligado foi eleita uma das cinco melhores startups com aplicativos da América Latina pelo programa FbStart do Facebook. A plataforma de georecrutamento concorreu entre mais de 1.000 competidores de 89 países. Desenvolvido para buscar vagas operacionais via geolocalização, o software ajuda o candidato a localizar as oportunidades que estejam mais próximas de sua residência.

Realizado há três anos, o programa FbStart tem o objetivo de ajudar startups a obter sucesso fornecendo ferramentas gratuitas, serviços, benefícios de parceiros e orientação. Neste ano, os princípios julgados para a eleição dos aplicativos foram: crescimento e engajamento, experiência e design, eficiência em escala e aproveitamento da plataforma do Facebook. As categorias da premiação também incluem os melhores aplicativos por região e os que mais contribuem para o bem social.

O grande vencedor da competição geral foi o app Voice Tube, de Taiwan, que ensina inglês por meio de vídeos. Os demais vencedores foram Musixmatch (App do Ano na Europa, Oriente Médio e África), RadPad (App do Ano na América do Norte) e MedShr (App de Bem Social). Os aplicativos foram julgados por uma equipe de especialistas em tecnologia de empresas como Andreessen Horowitz, ChangeCorp, DeskConnect, GitHub, Saavn e do próprio Facebook.

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InovAtiva Brasil abre inscrições para segundo Ciclo de Aceleração de startups no ano

Empresas inovadoras iniciantes de qualquer setor podem concorrem a uma das 300 vagas no maior programa público de aceleração do mundo

Começaram as inscrições para o maior e mais completo programa de aceleração do país, o InovAtiva Brasil. Startups de todo o país e de qualquer setor da economia podem concorrer a uma das 300 vagas para o programa que proporciona capacitação, mentoria e conexão aos selecionados. Os interessados têm até o dia 27 de junho para submeter inscrições, somente pelo site do programa.

Criado em 2013 pelo Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, o InovAtiva Brasil é um programa que auxilia e orienta empreendedores iniciantes com uma boa tecnologia mas pouco conhecimento de negócio, oferecendo capacitação e mentoria para o estabelecimento de novos negócios inovadores. O InovAtiva é executado pela Fundação CERTI e tem como parceiros estratégicos o SEBRAE e o SENAI.

De acordo com o Ministro Marcos Pereira, o InovAtiva Brasil é uma política pública robusta que tem potencial para elevar consideravelmente o número de empresas brasileiras inovadoras e competitivas no mercado global no longo prazo. “Esse é o quarto ano do programa e já são diversos os casos de sucesso das startups participantes, inclusive com algumas abrindo mercado no exterior”, afirmou.
Esta é a primeira vez que o InovAtiva abre um segundo Ciclo de Aceleração em um mesmo ano. A primeira edição de 2016, que vai até 29 de agosto, selecionou 300 startups de 21 estados, entre os 1.372 projetos submetidos. Segundo Secretário de Inovação e Novos Negócios do ministério, Marcos Vinícius de Souza, não há notícia no mundo de outro programa público que ofereça um ciclo completo de aceleração, com capacitação, mentoria e conexão para startups, na escala de 600 empresas por ano como o InovAtiva fará a partir de 2016.

Para Souza, atingir essa meta demonstra a maturidade alcançada pelo InovAtiva como um programa de aceleração verdadeiramente de larga escala e abrangência nacional. “O apoio do SEBRAE e de outros parceiros é fundamental para alcançarmos esse objetivo, pois só com eles o programa tem força e capilaridade para chegar a um número tão grande empresas sem perder qualidade”, afirmou.

Podem submeter projetos startups que tenham negócios inovadores com faturamento anual máximo de R$ 3,6 milhões e que não tenha recebido investimento em participação de terceiros (investidor anjo, fundo de investimento) acima de R$ 500 mil.

O programa oferece capacitação de nível mundial em empreendedorismo inovador, por meio de cursos gratuitos e outras atividades; acesso a mentores nacionais e internacionais; conexão com possíveis parceiros, investidores e grandes empresas; suporte para internacionalização; e vantagens adicionais para startups em outros programas públicos e privados parceiros.

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Última semana para se inscrever no Programa Grants4Apps da Bayer

Startups de todo o país já podem se inscrever para nova rodada do processo seletivo do Programa Grants4Apps da Bayer. Interessados têm até o dia 31 de maio para inscreverem seus projetos digitais que contribuam para melhorias na área de saúde. Nesta edição, os esforços estão direcionados aos projetos relacionados às áreas de Saúde Feminina, Cardiologia, Oftalmologia, Hematologia, Oncologia e Radiologia.

“Estamos à procura de startups que desenvolvam soluções para determinadas áreas de saúde da Bayer ou, ainda, que tenham iniciativas focadas em projetos que suportem a prevenção de doenças, aderência ao tratamento pelos pacientes, testes clínicos, awareness ou gerenciamento de condições clínicas. As soluções podem ser mobile apps ou serviços, wearables, software ou hardware. Nós não limitamos a tecnologia.”, ressalta Patrick Fenzl, IT Business Intelligence & Analytics da Bayer Brasil.

Os candidatos precisam ter acima de 18 anos de idade, domínio da língua inglesa e a composição da equipe requer três membros, no mínimo.

“As opções são inúmeras, mas o ponto em comum dessa iniciativa global da Bayer é a paixão pela inovação. Somos uma empresa focada em Ciências da Vida e o fomento à educação e inovação fazem parte do DNA da Bayer”, acrescenta Theo van der Loo, presidente do grupo Bayer no Brasil.

O contrato do programa será assinado somente com pessoas jurídicas, ou seja, candidatos que possuam um registro da razão social da empresa, independente do país.

“Os principais integrantes das startups selecionadas ficarão nas instalações da Bayer em Berlim de agosto a dezembro de 2016 para acelerar o desenvolvimento de seus projetos”, explica van der Loo.

A Bayer oferece uma série de benefícios para os cinco times selecionados: aporte financeiro de 50.000 euros para cada startup durante toda a estadia, coaching e treinamento intensivo com especialistas no assunto, mentoria com altos executivos da Bayer, além do acesso a uma ampla gama de contatos profissionais.

Camila Navarro, IT Digital and Innovation Manager da Bayer Brasil, vislumbra um cenário otimista para o País: “Neste ano, a subsidiária brasileira da Bayer está apostando fortemente em um mercado que já é considerado um celeiro de startups. O programa busca tecnologias e processos que proporcionem melhorias na área de saúde e essa pode ser uma chance incrível para muitos empreendedores digitais brasileiros”.

A Bayer tem investido em tecnologias de ponta para entregar mais e melhor a missão da Companhia, no compromisso conjunto a todos os colaboradores, que é fazer “Ciência para uma Vida Melhor”. Agora, os esforços estão direcionados em explorar positivamente a revolução digital a fim de fortalecer sua liderança no negócio de Ciências da Vida.

A transformação digital é mais um dos passos para que a Bayer avance e inove para atender às atuais necessidades da sociedade. O maior desafio agora é integrar e alinhar as suas capacidades de forma proativa, para agregar valor à qualidade de vida das pessoas.
Para participar, os interessados devem preencher o formulário no site www.grants4apps.com/accelerator.

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Como Instituições financeiras podem se adequar para competir com empresas de tecnologia

As expectativas dos consumidores em relação às suas instituições financeiras mudaram muito nos últimos anos: num mundo em que alguns toques no smartphone permitem a realização de transações e compras online, os bancos e demais empresas voltadas à concessão de crédito passaram a competir tanto entre si quanto com startups que têm reinventado maneiras de atender as necessidades financeiras de clientes que prezam cada vez mais por customização e agilidade. Um levantamento realizado pela Bain & Company revela que 39% das pessoas com 45 anos ou mais e que pretendem mudar de banco levam em conta a qualidade das versões mobile disponíveis no mercado no momento de efetuar a troca; montante que chega a 58% se forem consideradas pessoas com menos de 45 anos.

Muitos executivos do segmento enxergam nessa tendência a oportunidade de conquistar clientes com o oferecimento de serviços diferenciados, como a possibilidade de depositar cheques via câmera de celular ou pagamento remoto de contas. Entretanto, muitas vezes a falta de alinhamento entre os serviços prometidos e a entrega pelos departamentos de T.I acaba gerando frustração e desconfiança de funcionários e clientes. Para versar sobre os fatores responsáveis por esse impasse, e por algumas alternativas, Steve Berez, sócio da Bain & Company e co-fundador da prática de T.I dentro da consultoria, coordenou a elaboração do estudo “Rebooting IT: Why financial institutions need a new technology mode”, apresentado pela primeira vez no Brasil na última semana.

De acordo com o estudo, as frustrações que acontecem nesse ambiente de negócios decorrem da falta de alinhamento entre as expectativas dos gestores de entregarem experiências tecnológicas excelentes e a dificuldade do departamento de T.I de alcançar tais expectativas. “Por vezes os gestores simplesmente não se dão conta de que sistemas em operação atualmente não foram desenvolvidos para oferecer atualizações diárias ou para permitir mudanças constantes no aplicativo. O modelo atual foi concebido para proporcionar a estabilidade, previsibilidade, mitigação de riscos e eficiência, e a maioria dos bancos e instituições financeiras tem entregado tudo isso, e muito bem. Entretanto, nosso trabalho com bancos, seguradoras e empresas de gestão de riquezas mostra que é necessário ir além disso para conquistar os clientes” completa Berez.

Entretanto, muitas vezes a transformação necessária em termos de cultura organizacional e modelo de negócio para que as empresas consigam dar esse salto tecnológico é tão grande que exige que os líderes repensem toda a sua estrutura corporativa, passando a contratar, operar e elaborar estratégias mais como uma empresa de tecnologia do que como uma instituição financeira. Obviamente, grandes instituições financeiras não podem se dar ao luxo de jogar toda sua estrutura no lixo e recomeçar do zero, por isso, o estudo liderado por Berez, traz cinco ajustes adotados por grandes empresas que permitiram a otimização de seus serviços financeiros mobile e a obtenção de resultados, como o aumento de 100% das vendas digitais e o crescimento de receita três vezes superior à média da concorrência, são eles: Alinhamento de prioridades; Capacidade de entrega; Capacidade Operacional; Organização e Tecnologia.

“O grande desafio dos primeiros meses consiste na construção de uma rede de suporte e o objetivo do período restante é fazer com que as mudanças adotadas nesses cinco pilares sejam sustentáveis. Nesse sentido, o papel da liderança sênior é fundamental, na medida em que a manutenção de seu compromisso com a transformação permitirá que a mesma seja endossada pelos demais níveis. É importante lembrar que a mudança é, em última análise, sobre as pessoas, que devem sentir que são peças fundamentais do processo e que, mesmo que as transformações sejam por vezes complicadas, os resultados finais farão com que a adaptação valha a pena”, analisa Berez.

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