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Especialista dá dicas de como fazer uma campanha de crowdfunding bem sucedida

O crowdfunding (que em tradução livre seria “fomento da multidão), transformou-se em um movimento com dimensões exponenciais. No Brasil, o sucesso se refletiu nos sites de compras coletivas, os quais, ultrapassaram a casa dos milhares em menos de seis meses de existência.

Com isso, o crowdfunding se tornou atrativo e uma chance para realizar um sonho, ajudar as pessoas, concretizar projetos ou lançar produtos. Pessoas ou empresas podem obter o sucesso esperado através desta alternativa, cada vez mais viável e aceita. Entretanto, há uma pergunta que muitos ainda fazem. Por onde começar? Como organizar uma campanha?

Vinicius Maximiliano, autor do livro “Dinheiro na Multidão” – Oportunidades x Burocracia no Crowdfunding Nacional explica que uma característica comum a projetos bem sucedidos é a simplicidade com que a ideia do projeto é transmitida. Contudo, simplicidade não se confunde com amadorismo. “Ser simples, significa dizer claramente o que se pretende, quem vai fazer, como e quando. Por isso abuse da criatividade, pois as pessoas quando analisam um projeto, buscam aquilo que elas gostariam de fazer por si mesmas, mas o farão através da janela do seu projeto. Então seja simples, porém ousado”, aconselha.

O autor explica que não se pode esquecer que o financiamento coletivo de um projeto é um negócio. Mesmo quando se trata de questões filantrópicas, o que se propõe a ser feito é uma gestão profissional de fundos para uma causa em si. “Portanto, é fundamental incluir no orçamento assessoria especializada para essa estruturação. Em um projeto de tudo ou nada, economizar nisso pode ser definitivamente negativo. Inclua esses custos no projeto e estruture-o de forma profissional. Afinal, você está fazendo uma “oferta” que outros validarão e colocarão algum dinheiro nela.

Vinicius aconselha que quanto mais transparente o idealizador da campanha for, mais confiança terão no projeto. “Muitos sites já oferecem essa assessoria de lançamento e criação. Além disso, procure um advogado e um contador. Números e leis (mesmo as que ainda não existem!) fazem a diferença em um pais como o Brasil. Pode ser que você nem saiba, mas que exista algum benefício fiscal para quem doar fundos a um tipo específico de projeto, o que aumenta as chances de sucesso”, afirma o especialista.

As pessoas estão cansadas de conviverem com “inatingíveis”. Financiadores de projetos coletivos buscam proximidade, facilidade de contato e possibilidade de opiniões. Ninguém quer um cara ou uma moça que sequer conseguem identificar ou que nunca responde e-mails de elogio ou crítica. “O conceito de coletivo, ainda mais no Brasil, onde somos naturalmente mais sociáveis, assume contornos quase que pessoais. Portanto, esteja preparado para interagir, e muito com seus financiadores”, aponta Vinicius.

Credibilidade é tudo no mundo virtual. Em financiamento coletivo então, é 100% essencial escolher bem. “Diga-me sua plataforma e lhe darei ou não um like!”. Bem por ai. Afinal, sites ou plataformas que não possuem o público alvo ideal para o seu projeto, simplesmente poderão frustrar suas expectativas”, destaca o autor do livro. Para isso é necessária pesquisar, conversar com os sites, com as plataformas, fazer levantamentos, verificar a credibilidade social da plataforma. “Se o site é um veículo praticamente obrigatório, então tem que sempre buscar o melhor modelo e o mais atualizado! ”, defende.

Algumas campanhas são bem longas, chegam a durar 60 dias. Haja material e motivação para todo esse tempo. Imagine o financiador que fez a doação no primeiro dia, todo empolgado com seu projeto. Ao final de 55 dias, por exemplo, ele muitas vezes nem vai lembrar que ajudou. A fatura do cartão de credito já vai ter sido paga 30 dias antes. Assim, é preciso usar a criatividade e manter seu público ativo, envolvido. As pessoas querem saber o que está acontecendo, a evolução, números alcançados. Se a campanha não estiver indo tão bem, o ideal é pedir ajuda. “Conclame as pessoas a se movimentarem para alcançar o objetivo. Faça novos vídeos, mostre números, resultados, produtos em andamento. Enfim, apareça, mesmo durante a campanha! Quem só dá as caras no lançamento, dificilmente vai terminar com o total financiado”, alerta.

Ter um cronograma claro, estruturado e organizado de todo o desenvolvimento do projeto é importante. Afinal, quem financia, quer acreditar que tudo será feito da forma como foi proposto. Uma dica é aplicar algumas regras e conceitos e Project Manager (voltamos a figura da assessoria) para mostrar ao público que existe uma linha de ação para cada passo do projeto. E isso nada tem a ver com o tamanho da arrecadação. Tem relação direta com profissionalismo no trato com o dinheiro de terceiros e que confiam em você.

Caso o projeto tenha como foco um novo produto, maravilha! Mas é preciso ter algo para mostrar. “Quem vem para a rede buscando vender somente uma ideia, pode se queimar no mercado brasileiro. Nossa cultura é bem diferente da norte americana ou inglesa, onde as pessoas são educadas desde cedo para um conceito de “risco de investimento” em ideias. Aqui, somos naturalmente conservadores, desconfiados e céticos. Existe todo um pano de fundo econômico por trás disso, mas o importante é perceber que, se o seu financiador não perceber algo “palpável” ele vai pensar muito mais para financiar seu projeto do que se você tivesse pelo menos um protótipo, por mais amador que seja”, aponta.

Querendo ou não, crowdfunding e financiamento coletivo é um novo e bonito nome para falarmos de investimento. Afinal, as pessoas se identificam com a causa ou projeto, e entregam o dinheiro para que o idealizador possa utilizá-lo. “ Agradeça, se possível diretamente, a cada doador. Não estou falando do e-mail automático dos sites. Estou falando de algo pessoal, único, diferente. As pessoas estão cofiando em você, não interessa quanto doaram ou qual o tamanho do seu projeto. E confiança não se compra, se adquire e se agradece! ”, destaca Vinicius.

Um erro comum é vermos projetos desenhados e estruturados para os “conhecidos” – amigos, familiares, parentes, colegas de trabalho – ou seja, aquelas pessoas que tendem a nos apoiar independente da solidez da ideia. É natural. “Por isso, os projetos têm de ser sempre desenhados “para fora”, ou seja, para pessoas que nunca viram você na vida, não sabem nada sobre você e que terão que acreditar e confiar no que está falando em um vídeo de três minutos. Portanto, crie projetos para fora, nunca para dentro. Salvo se sua família e amigos, sozinhos, conseguirem financiar tudo… ai é bem diferente! ”, orienta o especialista.

Vinicius acredita que toda forma de ganhar dinheiro e atuar na sociedade é válida. Porém, há algumas pessoas com muita gana nos valores a serem arrecadados. “O projeto e a arrecadação têm que ser suficientes para sua realização, não para tornar seu criador rico ou pagar as contas atrasadas dele. O cuidado precisa ser ainda maior quando falamos de campanhas parciais, ou seja, aquelas em que o idealizador, mesmo que não atinja o total pleiteado, ele vai levar as doações com ele. Se for esse o seu caso, não esqueça que um projeto com custos mal equacionados pode simplesmente ser inviável se não atingir a meta de financiamento… e todos os que apostaram na ideia podem ficar muito decepcionados com sua postura caso não entregue o prometido, com muito menos dinheiro”, conclui.

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Quando uma startup cresce: o novo momento do VivaReal

O VivaReal, plataforma digital que conecta imobiliárias, incorporadoras e corretores com consumidores que buscam um imóvel, teve uma mudança no seu time executivo. Brian Requarth, co-fundador e CEO da empresa, deixou o cargo para se dedicar a função de Presidente do Conselho do VivaReal. Lucas Vargas, ex-Executivo-Chefe de Operações, assumiu o cargo de CEO da empresa. Na nova função, Brian vai cuidar da gestão do quadro de investidores, da definição da estratégia e manterá o relacionamento com clientes e parceiros. No papel de CEO, Lucas acompanhará e orientará a execução da estratégia do VivaReal. No dia a dia cuidará das diversas áreas do negócio, dando instruções nas questões táticas para garantir o crescimento contínuo da empresa.

Com trajetória empreendedora, Brian fundou o VivaReal no Brasil em 2009. Enquanto CEO, Requarth viu o faturamento mais que dobrar a cada ano e captou mais de $70 milhões de dólares em rodadas de aportes financeiro. Em pouco tempo, o VivaReal tornou-se líder no segmento que atua, ajudando as pessoas a encontrar a casa dos sonhos e ultrapassando concorrentes que estavam há anos no mercado. Lucas começou no VivaReal no final de 2012 como Vice-Presidente Comercial. O primeiro desafio dele foi cuidar da expansão da plataforma pelo Brasil. Naquele ano, a empresa contava com 60 colaboradores.

“A trajetória profissional de Lucas, seu envolvimento com o VivaReal, os objetivos que nos ajudou a alcançar e o crescimento para o qual nos levou mostraram que ele é a pessoa certa para essa fase de maior consolidação da empresa”, afirma Brian. Com o trabalho de expansão de Lucas, o VivaReal passou a ter 16 escritórios espalhados pelo país, mais de 450 colaboradores e 18 mil anunciantes. Em 2015, ele assumiu o cargo de Vice-Presidente Executivo. Além da área Comercial, ficou sob sua responsabilidade toda a equipe de Marketing. No final do mesmo ano, Lucas se tornou Executivo-Chefe de Operações (COO). Passaram para os seus cuidados o Comercial, Marketing, Pessoas (Recursos Humanos, Administrativo e Endomarketing), Financeiro e Jurídico.

Antes do VivaReal, Lucas era co-CEO no Groupon Brasil, onde também foi responsável pela expansão dos negócios regionalmente. Ele fundou e dirigiu a startup Deu Samba, passou pelo Banco Santander e Bain & Company. No México, trabalhou na empresa de auditoria PricewaterhouseCoopers (PwC). Lucas é mestre em Administração de Empresas pela Universidade de Harvard, Engenheiro de Telecomunicações pelo Instituto Militar de Engenharia (IME) e Administrador de Empresas pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). “Meu principal desafio será consolidar o VivaReal como a maior plataforma digital de imóveis do Brasil. Hoje já temos mais de 15 milhões de visitas mensais e 4,5 milhões de imóveis anunciados. Nosso objetivo é seguir crescendo e utilizar a tecnologia para transformar cada vez mais o mercado imobiliário, oferecendo transparência e eficiência para os consumidores, corretores, imobiliárias e construtoras”, comenta Lucas.

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InovAtiva Brasil oferece curso gratuito sobre modelagem financeira para startups

Empreendedores de todo o país interessados em criar um plano de finanças sólido, que garante o interesse de investidores e gera lucros, devem ficar atentos ao novo curso oferecido pelo InovAtiva Brasil. Estão abertas as inscrições para a nova capacitação gratuita oferecida pelo maior e mais abrangente programa de aceleração de startups do país. Neste módulo, que terá início em 18 de julho, os participantes aprendem a elaborar a modelagem financeira do negócio.

O curso é aberto a startups ou qualquer interessado pelo assunto. O conteúdo é destinado àqueles que já elaboraram a proposta de valor da startup e, agora, precisam transformá-la em números. O curso auxilia o empreendedor a se planejar para gerar uma receita que cubra os custos de estruturação e operação do negócio, demonstrando, quantitativamente, que a empresa terá uma boa saúde financeira.

Para Luiz Caselli, senior expert da McKinsey & Co. e um dos mentores do curso, em geral, os empreendedores são muito otimistas com relação à capacidade da empresa em gerar lucros. No entanto, qualquer investidor reconhece quando a modelagem financeira está frágil. “Por isso é que se devem utilizar técnicas que possibilitem a correta precificação do produto ou serviço e a identificação e gestão dos itens necessários para a estruturação e a operação do negócio”, explica.

As aulas são ministradas em vídeos curtos, acessíveis também por celular e que se encaixam na rotina apertada do empreendedor. Além da plataforma audiovisual, materiais complementares são disponibilizados para que os participantes possam se aprofundar nos tópicos que julgarem mais importante.

Neste módulo, o participante aprende metodologias de precificação e a calcular custos pré-operacionais. O curso ainda compreende casos reais como, por exemplo, o relato de Claudio Grando, sócio da Audaces, empresa do ramo de tecnologia da moda. “É preciso que você consiga entender qual é o valor da solução oferecida a seus clientes. Além disso, na interação com investidores, é essencial que você tenha testado previamente a sua proposta”, destaca Grando. Com o curso, o participante estará mais bem preparado para começar a vender de forma mais agressiva e sentir segurança para decolar a empresa.

Curso de MODELAGEM FINANCEIRA para startups
Inscrições: www.inovativabrasil.com.br
Início: 18 de julho de 2016
Término: 7 de agosto de 2016

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Startup do Cietec é vencedora do Oitavo Concurso Acelera Startup da Fiesp

A empresa de biotecnologia BR3, associada à Incubadora de Empresas de Base Tecnológica de São Paulo Cietec/IPEN/USP, foi a vencedora na categoria Operacional do Oitavo Concurso Acelera Startup, promovido pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo – Fiesp. A premiação aconteceu dia 5 de julho e o reconhecimento veio pelo inseticida biológico DengueTech, produto que elimina larvas do Aedes aegypti, desenvolvido a partir de pesquisas de cientistas ligados à Fiocruz.

O DengueTech é um tablete que contém o microrganismo Bacillus thuringiensis israelensis, conhecido como Bti. Seu funcionamento é muito simples, basta colocar o comprimido no recipiente onde pode se acumular água, mesmo que ainda esteja seco, e isso já basta para inviabilizar o criadouro por um período de 60 dias. Quando a água chegar e os ovos do mosquito eclodirem, as larvas vão ingerir o Bti e morrerão antes de se tornarem adultos.

A BR3 competiu no Oitavo Concurso Acelera Startup da Fiesp com mais de 4.500 empresas. Ao entregar o prêmio ao empreendedor Rodrigo Perez, CEO da BR3, o presidente da Fiesp e do Ciesp, Paulo Skaf, destacou a importância de um produto como esse e disse que a Fiesp vai dar apoio para o desenvolvimento da empresa.

Sergio Risola, diretor-executivo do Cietec, é um entusiasta do DengueTech. “A função da incubadora é incentivar suas empresas a inovarem de forma a impactar positivamente a sociedade. O DengueTech, sem dúvida, é um dos produtos mais relevantes que já saíram do Cietec, nos nossos 18 anos de atividade”.

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Siemens funda a next47 como unidade separada para startups

Em vigor em 01 de outubro de 2016, a Siemens criará uma unidade separada para fomentar ideias disruptivas com mais vigor e acelerar o desenvolvimento de novas tecnologias. O nome da unidade, “next47,” joga com o fato de que a Siemens foi fundada em 1847. Reunir suas atividades de startup existentes no next47 permitirá à empresa unir o melhor dos dois mundos: next47 aliará agilidade, velocidade e independência com uma base de clientes global, muitos anos de experiência, credibilidade e solidez financeira. A nova unidade terá financiamento de € 1 milhão para os primeiros cinco anos. Siegfried Russwurm, Diretor de Tecnologia da Siemens, chefiará a nova unidade em uma base de atuação.

“A própria Siemens foi uma startup em 1847 – fundada em um quintal em Berlim,” disse Joe Kaeser, Presidente e Diretor Executivo da Siemens AG. “Com a next47, estamos vivendo de acordo com os ideais do fundador de nossa empresa e criando uma importante base para fomentar inovação conforme continuamos o desenvolvimento da Siemens.” A nova unidade receberá a independência necessária, mas pode, no entanto, aproveitar as vantagens oferecidas pela Siemens. Ela terá escritórios em Berkeley, Xangai e Munique, e abrangerá todas as regiões do mundo a partir desses locais. A next47 se construirá sobre as atividades de startup existentes da Siemens. A nova unidade será aberta a empregados, bem como aos fundadores, startups externas e empresas estabelecidas, caso queiram buscar ideias de negócio em campos estratégicos de inovação da empresa. “Next47 dará a liberdade para experimentar e crescer – sem as restrições organizacionais de uma grande empresa. Nossa nova unidade buscará vigorosamente a estratégia da Siemens e nos permitirá tocar em ideias disruptivas em nossas principais áreas de eletrificação, automação e digitalização”, disse Siegfried Russwurm.

O primeiro projeto no next47, após um acordo com a Airbus em abril de 2016, será a eletrificação da aviação. As duas empresas pretendem demonstrar até 2020 a viabilidade técnica de sistemas de propulsão híbrido/ elétrico para aviões de pequeno porte a aviões de passageiros de médio porte. Outros campos de inovação importantes incluirão inteligência artificial, máquinas autônomas, eletrificação descentralizada e mobilidade em rede. A nova unidade também irá preocupar-se com os chamados aplicativos com blockchain que são projetados para fazer a transferência de dados na indústria e no comércio de energia, por exemplo, mais simples e mais seguros.

Siemens tem colaborado com startups desde os anos 1990. Nos últimos 20 anos, a empresa investiu mais de €800 milhões em cerca de 180 startups. Siemens está em contato com mais de 1.000 startups por ano, lança cerca de 20 empreendimentos cooperativos por ano e fundou, ela própria, mais de uma dezena de startups.

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Holding de investimento e desenvolvimento de startups, eGenius Founders, focará em fintechs

A eGenius Founders, uma holding de investimento e desenvolvimento de empresas de tecnologia, tem como principal objetivo de negócios para os próximos meses se especializar no mercado de fintech, que são startups voltadas ao mercado financeiro. Desde o seu lançamento, em dezembro de 2014, a empresa já investiu e desenvolveu dois marketplaces de serviços, Easy Carros e Singu, e duas plataformas de fintech, a BeeCâmbio, um marketplace de corretoras de cambio, e F(x), um marketplace de crédito estruturado. Com as quatro empresas já foram investidos mais de R$ 5 milhões e até o fim de 2016 esse número deve ultrapassar R$ 15 milhões.

“Como estamos sempre atentos às tendências, voltamos parte dos nossos esforços para desenvolver novas soluções tecnológicas no setor de fintech, que se mostra muito promissor no Brasil. Somente nas duas verticais que estamos atuando hoje, crédito e cambio, são quase R$2 trilhões em transações de acordo com dados do Banco Central, considerando nosso mercado target estamos falando de mais de R$200 bilhões. Eventualmente podemos avaliar ideias inovadoras que possam aparecer em outros segmentos, mas nesse momento nosso foco esta em fintech”, explica Alexandre Liuzzi, fundador da eGenius Founders.

Além de Alexandre, a holding tem como sócios fundadores grandes nomes como Marcio William, também co-fundador da Easy Taxi, Fabio Arruda e Eduardo Kupper, ex-executivos da Rocket Internet.

Desde de que iniciaram o projeto com a BeeCâmbio, em agosto de 2015, mais de R$50 milhões ja foram transacionados pelo novo site da empresa. E somente nos 6 primeiros meses após o lançamento da F(x), mais de R$ 120 milhões em propostas de crédito foram colocadas através da plataforma. Para 2017 a expectativa da empresa é que os volumes combinados de Bee e F(x) ultrapassem a marca de R$1 bilhão.

A eGenius normalmente atua como co-fundadora de startups (no modelo venture builder), normalmente entrando em um estágio bastante inicial e utilizando o seu proprio time de tecnologia e gestão, em conjunto com os fundadores, para transformar ideias em empresas de verdade. Depois de um periodo de desenvolvimento e estruturação que pode durar de 6 a 18 meses, a eGenius ajuda os fundadores e executivos a captarem recursos com diferentes tipos de investidores, e passa a ter um papel menos ativo no dia a dia da empresa.

“Estamos envolvidos em todas as etapas do processo de criação de uma nova empresa, desde a concepção do negócio, estudo do mercado, validação das premissas, testes de hipoteses, planejamento de crescimento e escalabilidade, operações, suporte financeiro, legal e administrativo. Isso além da gestão do time de tecnologia e produto”, explica Fabio Arruda, que esta atualmente trabalhando com a BeeCâmbio.

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ACE abre inscrições para nova turma de aceleração de startups

A ACE, eleita pelo terceiro ano consecutivo como Melhor Aceleradora da América Latina pelo LatAm Founders, está com inscrições abertas para mais uma turma de startups.

O processo seletivo está aberto até o final de julho, e tem como meta escolher os melhores empreendedores para dois programas de aceleração: ACE Growth, voltado para startups em momento de crescimento, e ACE Start, para empresas em validação.

As startups irão acelerar nos hubs de São Paulo, Curitiba ou Goiânia. Pela primeira vez os empreendedores poderão escolher para qual programa e região desejam aplicar suas startups. Dependendo do momento da empresa, ela pode receber investimento de até R$ 150 mil.

Como se inscrever

Todas as inscrições são feitas pelo Fundacity (http://www.fundacity.com/goace), plataforma feita especialmente para a seleção de startups. Com mais de 600 startups inscritas no último semestre, a ACE espera chegar a 1.000 inscrições para a próxima turma.

“Temos mais oportunidades para empresas em validação, além de um novo foco para startups regionais”, afirma Carol Piguin, Startup Hunter responsável por toda seleção da aceleradora.

Por conta do grande volume de inscrições e do alto grau de exigência da ACE, o questionário também passou por modificações. “Ampliamos o formulário para conseguirmos avaliar as empresas com mais propriedade. Uma seleção rigorosa é o primeiro passo para conseguirmos as melhores startups para cada um dos programas”, diz Carol.

Investimento e regiões

ACE Growth (http://goace.vc/growth) é uma continuação do trabalho da antiga Aceleratech, que já acelerou mais de 70 empresas com grande sucesso. Esse programa oferece R$ 150 mil de investimento por 10% de participação na empresa e é destinado para startups em estágio de crescimento.

Já o recém-criado ACE Start (http://goace.vc/start) seleciona startups em estágio de validação, e acelera as empresas sem investimento, sem custo nem participação acionária. O maior trabalho é confirmar as hipóteses das startups e prepará-las para o crescimento.

As inscrições para os “hubs” de Curitiba e Goiânia também estão abertas: startups das regiões Sul e Centro-Oeste terão preferência nestes locais, em uma iniciativa para fomentar os ecossistemas empreendedores locais. Neste caso, a negociação envolve um aporte de R$ 100 mil por 10% da companhia.

E startups com negócios voltado para Internet das Coisas, plataformas de atendimento a clientes e soluções em Tecnologia de Informação e Comunicação para micro e pequenas empresas ainda podem se inscrever em um programa de aceleração corporativa, fruto de uma parceria entre a ACE e a Algar Telecom.

O processo seletivo está aberto até o final de julho, mas as startups que se inscreverem antes serão avaliadas também com antecedência. Cadastrando-se no site da ACE (http://info.goace.vc/inscricoes), o empreendedor recebe informações e as melhores práticas de como inscrever sua startup. A ACE publicou recentemente um vídeo com seis dicas para se inscrever para uma aceleradora:

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Monsanto investe em fundo de startups brasileiras para acelerar inovação na agricultura

A Monsanto anuncia sua entrada no fundo Brasil Aceleradora de Startups – BR Startups, um Fundo de Investimentos em Participações (FIP) focado em startups brasileiras. Com o aporte da Monsanto, o fundo BR Startups passará a investir em startups que estejam criando inovação tecnológica para o agronegócio.

A seleção para a nova rodada de investimentos, de R$ 250 mil a R$ 1,5 milhão por startup, começa nesta terça-feira (5/7) e vai até o dia 7 de agosto de 2016. Para participar, as Agritechs com pelo menos dois sócios e faturamento anual entre R$ 300 mil e R$ 10 milhões devem se inscrever pelo link: http://www.fundacity.com/fundo-br-startups/apply/990.

O objetivo da Monsanto é acelerar a inovação na agricultura brasileira e dentro da própria empresa, por meio do investimento e da interação com os empreendedores brasileiros mais inovadores. Além de contribuir com seu investimento no fundo, a Monsanto dividirá com as startups de agricultura o conhecimento e experiência no agronegócio brasileiro.

“Acreditamos que a colaboração é uma ferramenta fundamental para que o mundo consiga alimentar 9,7 bilhões de pessoas em 2050, e este é um passo nessa direção”, disse o presidente da Monsanto para a América do Sul, Rodrigo Santos, durante o Global Agribusiness Forum. Em sua apresentação durante o evento, Santos destacou que a inovação tecnológica é ainda mais crucial para a agricultura neste momento de revolução digital.

O fundo BR Startups foi criado pela Microsoft Participações, holding de investimentos lançada em 2012 para realizar investimentos estratégicos relacionados ao fomento à inovação e ao empreendedorismo, em conjunto com a Qualcomm Ventures, a ES Ventures (Portugal) e a Agência de Fomento do Estado do Rio de Janeiro (AgeRio). O foco do fundo é em empresas que já passaram por um processo de aceleraç&atil de;o, mas que ainda não têm porte suficiente para acessar o mercado de venture capital série A. “A união de forças entre a Monsanto e o Fundo BR Startups dará aos empreendedores mais inovadores do país uma oportunidade única de usar toda a tecnologia disponível para transformar a agricultura nacional”, diz Paula Bellizia, presidente da Microsoft Brasil.

O fundo é gerido pela MSW Capital, gestora com experiência na orientação de empreendedores e histórico em fusões e aquisições. “Ao integrar a Monsanto ao seu time de cotistas corporativos, o fundo BR Startups se fortalece como principal veículo estratégico de corporate venture no Brasil e ganha o conhecimento e a parceria da líder mundial em tecnologia agrícola, impulsionando um setor c have da economia brasileira”, afirmou o gestor do fundo, Moises Swirski.

Inovação na Monsanto

A Monsanto também está investindo no pré-lançamento do primeiro produto da sua afiliada de agricultura digital The Climate Corporation no Brasil. O FieldViewTM Plus será utilizado por cerca de 100 produtores brasileiros de soja e milho nesta safra e o lançamento está previsto para os próximos dois anos. “O Brasil é um dos primeiros países onde demos esse passo, depois dos Estados Unidos”, afirmou Mateus Barros, líder comercial da The Climate Corporation para a América do Sul.

Nos Estados Unidos, a Monsanto mantém o fundo de investimentos Monsanto Growth Ventures (MGV), o braço de venture capital da empresa, que anunciou seu primeiro portfólio de investimento em janeiro e já permitiu o avanço de startups em áreas chave da produtividade agrícola, agricultura digital e produtos biológicos. “A inovação é o modelo de negócio da Monsanto e por isso precisamos buscar parcerias com startups, que trazem agilidade e novos olhares para resolver problemas antigos”, disse Santos.

Esses investimentos estratégicos de colaboração somam-se ao constante investimento da Monsanto em inovação. Anualmente, cerca de 10% do faturamento é investido em Pesquisa e Desenvolvimento. No ano fiscal de 2015, esse investimento foi de US$ 1,5 bilhão. Desse esforço surgem produtos como a soja Intacta RR2 PRO®, a primeira biotecnologia agrícola desenvolvida por uma multinacional para as necessidades da América do Sul. Em junho de 2016, a Monsanto foi reconhecida como uma das 50 empresas mais inteligentes pela revista americana MIT Technology Review.

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Samsung e Anprotec anunciam a Segunda Fase do Programa de Aceleração e lançam nova chamada para as Startups Brasileiras

A Anprotec e a Samsung avançam na parceria de estímulo aos empreendedores nacionais e anunciam a chamada para selecionar as empresas que participarão da segunda rodada do Programa de Aceleração de Startups, resultado da colaboração entre a Associação, a Multinacional e o Centro Coreano de Economia Criativa e Inovação (CCEI) e apoio do Ministério de Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicações (MCTIC). Esta nova etapa do Programa está repleta de novidades em relação à primeira.

“O número de vagas do programa foi ampliado para 10 startups. Além disso, o valor do apoio financeiro foi substancialmente ampliado, podendo agora chegar até 250 mil reais por empreendimento. Outra novidade desta rodada é que, não será mais exigido o tempo mínimo de operação das empresas candidatas. Isto é uma grande oportunidade também para os projetos mais jovens”, explica Antonio Marcon, Gerente de Pesquisa e Desenvolvimento da Samsung no Brasil e responsável pelo programa.

Ao ingressarem no Programa, as empresas receberão apoio financeiro e acesso a um amplo pacote de serviços que visam o aprimoramento tecnológico e mercadológico de seus produtos e serviços. Entre essas atividades destacam-se acesso a tecnologias, treinamentos, assessoria, mentoria, networking e suporte às atividades de pesquisa, desenvolvimento e inovação.

“Os participantes desta segunda etapa irão se beneficiar dos aperfeiçoamentos realizados na metodologia e nas práticas de aceleração desde a primeira etapa, como a ampliação da rede de 5 para 12 incubadoras credenciadas em todo o território nacional. Outro fator a destacar é que as melhores startups serão ainda recomendadas para o programa de intercâmbio internacional na Coreia do Sul, criando oportunidades para que desenvolvam suas competências de exportação e possam acessar potenciais clientes e investidores no mercado global” afirma Sheila Oliveira Pires, Diretora Executiva da Anprotec.

As inscrições podem ser feitas até 20 de agosto, neste link, por empresas de todo o Brasil. Para se candidatarem, as startups devem apresentar suas propostas de projetos de produtos ou serviços em umas ou mais áreas de interesse do Programa, que são: (1) saúde digital, bem-estar e fitness; (2) educação digital; (3) segurança, privacidade & furto; (4) soluções de convergência e conectividade; (5) finanças digitais; (6) operadoras de telefonia móvel e consumidores; (7) gestão de baterias; e (8) novas experiências em redes sociais. As propostas submetidas serão avaliadas por uma banca especializada formada pela Samsung, Anprotec e as incubadoras selecionadas.

Incubadoras

As empresas selecionadas nesta rodada serão convidadas a incubar seus projetos durante a vigência do Programa, em uma das 12 incubadoras pré-selecionadas em todo o território nacional. Os empreendimentos oriundos de regiões e municípios diferentes das regiões das incubadoras também podem concorrer e, caso sejam selecionados, serão transferidos para uma incubadora recomendada pelo comitê gestor do programa durante o período de incubação. O programa terá duração de nove meses.

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Brasoftware e Microsoft promovem workshop online gratuito para pequenas empresas e startups

A Brasoftware, uma das principais provedoras de soluções de tecnologia do Brasil e maior parceira da Microsoft no Brasil, promove um workshop online no dia 6 de julho para debater como soluções como Office 365, Microsoft Azure, soluções de e-mail, portal e mobilidade (Skype for Business) entre outros, podem ajudar empresas PMEs e startups a aumentarem seus resultados.

As soluções em nuvem, quando adotadas de forma correta, geram redução de custos, aumento de produtividade e diminuem consistentemente os problemas relacionados à TI.

A Brasoftware, em parceria com a Microsoft, criou uma série de ofertas que podem ser contratadas mensalmente, pagando somente pelo que o cliente usar, apoiando a melhora dos ambientes sem gerar aumento expressivos nas despesas operacionais.

No workshop, os inscritos terão a oportunidade de conhecer mais sobre como a tecnologia de nuvem e como elas podem contribuir para o desenvolvimento dos negócios. O evento é gratuito e as inscrições podem ser realizadas até 5 de julho por meio do link.

Workshop online Brasoftware Cloud

Data: 06/07/2016

Horário: a partir das 15h

Inscrições: até 06/07/2016 pelo site.

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Fintech recupera R$ 1 milhão em pagamentos em junho

A fintech Vindi (www.vindi.com.br), plataforma de pagamentos recorrentes como assinaturas e mensalidades, recuperou R$ 1 milhão para seus clientes apenas durante o mês de junho por meio de sua ferramenta de recuperação de inadimplência, que utiliza algoritmos inteligentes para evitar que os usuários de redes de academias, clubes de assinaturas e startups de serviços fiquem inadimplentes e, caso fiquem, facilita que se recuperem. Um recorde. Sem a ferramenta, este valor seria perdido devido a pequenos prolemas de transação do dia a dia. Lançada em julho de 2015, o primeiro montante recuperado foi de pouco mais de R$ 98 mil e já cresceu 920% no período com perspectivas positivas para o segundo semestre. Atualmente a Vindi oferece a ferramenta a mais de mil empresas. A solução é conectada às principais instituições financeiras do país e integrada a bandeiras de vários cartões. Entre os destaques, permite atualização automática dos dados do cartão de crédito e promove retentativas inteligentes de cobrança.

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Startups do Brasil na mira de investidores estrangeiros

De olho nas startups brasileiras, o gigante clube de negócios internacional, GWC Inc., que reúne os maiores players da indústria mobile do mundo promoverá, pela primeira vez no Brasil, uma das mais importantes competições entre startups do mundo, o G-Startup Worldwide, que será disputada no dia 24 de agosto, em São Paulo (SP), durante o Global Mobile Internet Conference (GMIC). A startup ganhadora receberá um aporte de 50 mil dólares, três de três dias de imersão no Google’s headquarters, e uma vaga na disputa internacional do G-Startup WorldWide, que reúne os finalistas de outras sete cidades pelo mundo no dia 29 de Setembro, no Vale do Silício. A ganhadora da fase final fatura 300 mil dólares em investimento. As startups podem se inscrever até o dia 11 de julho pelo site do evento: http://saopaulo.thegmic.com

O Global Mobile Internet Conference será realizado no dia 24 de agosto, no WTC Events Center em São Paulo (SP), e reserva programação com palestras de importantes executivos, entre eles Guilherme Ribenboim, VP Latam no Twitter; E Hao, CEO GWC Global Inc.; Yan Di, Country Manager Baidu Brasil; Fabricio Bloisi – Fundador e CEO Movile e Regina Chamma, Chefe de Desenvolvimento de Negócios – Google Play Latam.

Segundo a Associação Brasileira das Startups, o número de novos negócios promissores no Brasil em maio do ano passado era de 3432, atualmente são 4179 startups no País. Um incremento de 21,7% no período de um ano. São Paulo é o estado que possui o maior número de startups, com 1295. Entre os mercados mais promissores são o de SaaS – Software as Service; Educação e Internet.

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Startup lança plataforma pioneira para contratação de eventos corporativos 100% online

O setor de eventos movimenta cerca de R$ 209 bilhões ao ano no Brasil, representando 4,3% do PIB nacional, segundo levantamento da ABEOC Brasil e do Sebrae Nacional. Os hotéis são os locais mais procurados para a realização de eventos corporativos, porém quem precisa organizar um evento sabe como o processo é complexo. Pensando nisso, o empresário Marcelo Moreira, que atua no mercado de marketing e promoções há 25 anos, idealizou a Evnt (evnt.com.br), a primeira plataforma 100% online do mercado que conecta clientes corporativos a hotéis que realizam eventos.

“Evnt é um marketplace que permite que as empresas realizem eventos corporativos completos. Nela, o cliente pesquisa, ajusta, analisa preços, verifica disponibilidade, reserva e fecha o evento. Tudo padronizado e realizado em poucos cliques”, explica Moreira. Depois de fazer um cadastro simples, tanto o cliente quanto o hotel podem acessar a ferramenta gratuitamente. É cobrada apenas uma comissão do hotel sobre os negócios fechados. “A nossa ferramenta disponibiliza e amplia as possibilidades de locais para eventos, agiliza o processo de orçamento e contratação, padroniza as propostas, concentra clientes, melhora a ocupação e reduz custos para as empresas e para os hotéis”, afirma Moreira.

O investimento até o momento foi de cerca de R$ 1,5 milhã e a meta é comercializar 5 mil assentos diários em eventos no Brasil e atingir um faturamento em torno de R$ 1 bilhão em até cinco anos. “Nossa visão é ultrapassar as fronteiras nacionais. Toda a tecnologia foi desenvolvida de forma robusta e com estrutura em nuvem para atender ao mercado global”, explica Maurício Xandó, co-fundador e CTO da Evnt.

Após um ano e meio de desenvolvimento, a plataforma será lançada oficialmente amanhã (29/6), após um período em soft opening. A EVNT já conta com cerca de 20 hotéis cadastrados, entre eles grandes marcas como o Emiliano, Transamérica, Rede BHG (Golden Tulip, Pergamon, The Capital, entre outros), Panamby e Intercontinental. Após o foco inicial em São Paulo, em setembro deverá aportar no Rio de Janeiro e a partir de janeiro de 2017 passa a expandir para todo o mercado nacional.

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Bancos batalham para manter seus clientes diante da disrupção causada pelas FinTechs, revela estudo da Capgemini

As FinTechs, startups de serviços financeiros, estão avançando rapidamente na conquista de clientes, enquanto os bancos, em sua maioria, admitem não estarem preparados para lidar com essa ameaça. É o que revela o Relatório Mundial sobre Bancos do Varejo (World Retail Banking Report – WRBR), levantamento feito pela Capgemini, um dos líderes globais de serviços de consultoria, tecnologia e terceirização, e pela Efma. A pesquisa revelou que quase dois terços dos clientes (63%) estão usando produtos ou serviços dessas empresas, estando mais propensos a indicar as FinTechs (55%) do que seus bancos (38%) para amigos e familiares. No Brasil, 74% dos consumidores estão usando produtos financeiros ou serviços provenientes de FinTechs – sendo que 69% dos entrevistados indicaram suas FinTechs aos seus amigos, enquanto 48% fariam indicação do seu banco aos conhecidos. No entanto, apesar de 96% dos executivos concordarem que o setor caminha na direção de um ecossistema bancário digital, no qual as FinTechs desempenhariam um papel muito mais importante, apenas 13% afirmam possuir os sistemas necessários para viabilizá-lo.

Com uma penetração maior nos mercados emergentes e entre clientes mais jovens, as FinTechs estão ganhando popularidade graças à percepção de que são mais fáceis de usar (82%), oferecem serviços mais rápidos (81%) e garantem uma boa experiência para o usuário (80%). Já os bancos subestimam o valor desses serviços, uma vez que apenas 36% concordam que as FinTechs oferecem um serviço mais rápido (uma diferença de 45 pontos percentuais) e apenas 40% concordam que elas oferecem uma boa experiência (uma diferença de 40 pontos percentuais).

Melhor experiência dos clientes bancários não detém FinTechs

O Índice de Experiência do Cliente (CEI)[1] da Capgemini indica que os bancos aprimoraram a experiência de seus clientes em 2.9 pontos, sendo essa melhoria identificada em mais de 85% dos países pesquisados. Porém, esse avanço geral não se traduziu em resultados tangíveis em termos de comportamento do cliente como gerador de lucro, não afetando a retenção, indicação e vendas cruzadas. Apenas 16% dos clientes, por exemplo, disseram que comprariam mais um produto de seu banco.

O aumento do índice no Brasil foi maior do que a média global, chegando a 4.2 pontos (para 75.3). Com isso, o país subiu duas posições no ranking mundial, para 18º lugar. Além disso, se comparado com a América Latina, o Brasil testemunhou maiores diferenças tanto em termos de experiência positiva (+10,4%) como negativa (-3,7%). Na América Latina estes índices foram, respectivamente, -8,4% e -0,3%.

Os bancos consideram a confiança sua maior vantagem (70%), mas, apesar de registrarem um maior índice de confiança do cliente, eles estão sendo rapidamente alcançados pelas FinTechs, considerando que o número de clientes que confiam total ou parcialmente nelas chega a 88% em todas as regiões. No Brasil, 61% confiam em seu banco, enquanto 47% disseram preferir as FinTechs. No entanto, a grande velocidade das mudanças ? uma preocupação reconhecida por 90% dos executivos do setor bancário ?, menos de um quarto deles sente que possui algum tipo de vantagem em relação às FinTechs em termos de agilidade e capacidade de inovar para lidar com esses desafios.

“A baixa agilidade dos bancos na promoção da inovação deixa as portas abertas para que as FinTechs atraiam novos clientes”, diz o líder global do setor bancário e de serviços financeiros da Capgemini, Anirban Bose. “Há uma oportunidade para que os bancos comecem a trabalhar de forma colaborativa com as FinTechs, mas, para isso, devem formular um plano de resposta rápido, antes que a evolução acelerada do ambiente bancário os atropele no caminho para a mudança”.

Brasileiros preferem acessar sua conta por meio de dispositivos móveis

No Brasil, o contato com os bancos por meio da internet (-6%), agência física (-9%) e mídias sociais (-11%) apresentou queda, enquanto pelos dispositivos móveis (+16%) aumentou. 59% disseram utilizar a internet para resolver suas questões bancárias semanalmente, 49% preferem acessar suas contas por dispositivos móveis, 24% vão pessoalmente até sua agência e 13% usam as redes sociais.

A experiência positiva dos brasileiros demonstrou ter um forte impacto na confiança que os correntistas depositam em seu banco: 73% revelou ter uma experiência positiva, 62% neutra e 50% negativa. Quanto à fidelidade com relação à sua instituição bancária, 46% está suscetível a ficar com a sua atual agência, enquanto 12% pretende trocar (39% e 19%, respectivamente, em 2015).
O percentual de consumidores utilizando produtos ou serviços de FinTechs no Brasil é maior do que a média global (63%), chegando a 74%. Alguns consumidores utilizam até três ou mais empresas deste setor (26%), sendo que 44% revelaram ter relacionamento com somente uma FinTech.

Novas estratégias para uma nova era no setor bancário

Para lidar com a ameaça que essas empresas representam para os modelos mais tradicionais, aproximadamente dois terços dos executivos do setor bancário acreditam que precisam encarar as FinTechs como parceiras e que as estratégias de desenvolvimento dos bancos devam ser voltadas à colaboração (46%) e ao investimento (44%). Menos de um quinto (18%) diz que planeja adquirir empresas de tecnologia financeira ou suas soluções.

“A disposição para formar parcerias com empresas de tecnologia financeira prova que os bancos não estão preparados para atuar em um futuro que consiste de uma série de interconexões digitais seguras”, comenta o secretário geral da Efma, Vincent Bastid. “Trabalhando em conjunto com essas empresas, os bancos podem obter a orientação necessária para desenvolvimento de produtos, além de ter uma voz mais ativa na definição de um papel central para sua atuação no ambiente bancário atual”.

Os bancos e as FinTechs possuem forças que se complementam e que podem ser usadas para criação de uma experiência financeira centralizada e mais sólida para os clientes. As FinTechs saem na frente em termos de agilidade, inovação e exploração de novas tecnologias; em contrapartida, os bancos oferecem capital, uma base de clientes mais sólida e experiência para lidar com os órgãos reguladores. De acordo com o relatório, os bancos precisam “pensar grande” para atender às crescentes demandas dos clientes na era digital. A renovação dos sistemas centrais e o desenvolvimento de softwares baseados em APIs[2] serão prioridades. Os bancos só realizarão todo o seu potencial de crescimento quando aceitarem o papel cada vez mais importante das FinTechs e começarem a trabalhar em colaboração com elas para acompanhar a evolução contínua da rede financeira digital.

O Relatório Mundial sobre Bancos de Varejo de 2016 apresenta dados de mais de 16 mil clientes de 32 países (incluindo o Brasil), fazendo dele uma das maiores pesquisas sobre a experiência do cliente no setor bancário. O relatório também inclui dados qualitativos coletados por meio de entrevistas com executivos do setor bancário.

Para mais informações, acesse: www.worldretailbankingreport.com e www.efma.com/WRBR2016

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Startup do Cietec lança primeiro serviço de genômica pessoal do Brasil

A Genera, empresa da Incubadora de Empresas de Base Tecnológica de São Paulo Cietec/USP/IPEN, colocou no mercado um novo serviço de identificação de características genéticas. Reconhecida por popularizar testes de ancestralidade, agora a startup investe no myGene, por meio do qual é possível averiguar traços que marcam doenças e mutações.

Ricardo di Lazzaro Filho, médico e sócio-fundador da Genera, explica que esse é a primeira iniciativa de Medicina Personalizada no país. A partir da análise, verifica-se a suscetibilidade do paciente para diabetes, doenças cardíacas e neurológicas, além de mutações raras que seriam sinal de câncer e outras síndromes genéticas. Também são analisados resultados relacionados à tendência à calvície, metabolismo de cafeína, intolerância à lactose, entre outros. A intenção é que o paciente consiga personalizar a prevenção e antecipar tratamentos.

O primeiro passo do myGene é uma consulta com um médico geneticista, para uma entrevista sobre histórico pessoal e saúde. Nessa etapa o paciente recolhe o material – saliva e sangue – e pode decidir quais exames quer realizar. Segundo di Lazzaro, “esse tipo de teste é o começo de uma revolução na Medicina, e a tendência é que fique cada vez mais acessível à população”, afirma. O médico completa que “algumas pessoas têm receio em relação aos dados surpreendentes que podem vir a descobrir. Mas a ideia central é que o diagnóstico precoce incentive a cuidar da saúde”.

Os resultados são lidos em um retorno ao médico geneticista, que direciona o paciente aos especialistas, de acordo com o laudo. André Chinchio, sócio da Genera, conta seu caso ao realizar o teste: “descobri que tenho duas alterações raras relacionadas a doenças cardiovasculares. Meu avô paterno e tio materno morreram jovens de infarto. Hoje, com 32 anos, já comecei a me prevenir”.

Sergio Risola, diretor-executivo do Cietec, conta que hoje a Genera é uma das mais inovadoras startups do país na área de saúde. “A área de testes genéticos será muito promissora em um futuro próximo. Desde 2012, quando a empresa se associou à incubadora, vemos seu rápido desenvolvimento com muita atenção”, conta o executivo. “A Genera começou com um pequeno escritório no Cietec e hoje tem um amplo laboratório, com modernos equipamentos de análise de DNA”, completa Risola.

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São Paulo recebe Startup Weekend Health

Em meio a uma crise econômica sem data para acabar e a uma forte demanda de mercado por soluções inovadoras que reduzam os gastos excessivos com a saúde, São Paulo recebe nos dias 22, 23 e 24 de julho o Startup Weekend Health, evento que oferece uma oportunidade única para quem quer aprender e mostrar seu talento empreendedor.

O encontro reunirá jovens empresários da área no Instituto de Radiologia do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP (InRad – HCFMUSP)
, onde, ao longo de um intenso fim de semana, eles terão a oportunidade de desenvolver suas ideias, formar equipes e lançar startups num ambiente controlado e assessorado por mentores. O objetivo do evento é colaborar com o ecossistema empreendedor focado naquela que é considerada área prioritária de investimentos públicos – a saúde.

Para isso, contará com a presença de fundos de investimento, executivos e especialistas de áreas como saúde, tecnologia e inovação que vão atuar como jurados e mentores, além de representantes de startups consolidadas no mercado de saúde e dos próprios médicos do Hospital das Clínicas da FMUSP, que vão oferecer todo apoio aos projetos dos participantes.

Startup Weekend

O Startup Weekend se estabeleceu como uma rede mundial de eventos onde empreendedores, desenvolvedores e outros profissionais do meio se reúnem para compartilhar idéias e desenvolver novos projetos de startups. A iniciativa não tem fins lucrativos e é organizada por uma equipe de voluntários interessados em estimular a atividade empreendedora ao redor do mundo.

Pelo modelo concebido, os empreendedores têm 54 horas, ao longo de um fim de semana, para aprender a criar uma empresa real através de metodologias mundialmente empregadas para e tirar suas ideias do papel e torná-las startups.

Esta edição do Startup Weekend Health, que é a 2ª no Brasil – a primeira edição ocorreu em Brasília, em2014 -, terá início na noite de sexta-feira, 22, quando os participantes vão apresentar seus pitchs para em 60 segundos expor suas ideias, que posteriormente serão votadas pelos próprios participantes.. Os participantes com as melhores ideias montarão seus times que pelos próximos dois dias se dedicarão a a atividades que envolvem criação de modelos de negócios, programação, design e validação de mercado.

“No sábado, com os times já formados, vamos trabalhar com o desenvolvimento das soluções propostas por cada equipe, a partir de metodologias como Lean Startup, Design Thinking e Customer Development”, afirma Gustavo Comitre, fundador e Product Owner do Dr. Cuco. Ele explica que mais de 20 mentores ficarão à disposição dos times para dar todo suporte necessário para o desenvolvimento dos trabalhos.

Em paralelo, experts palestrarão sobre validação, modelo de negócio, pitch e tudo o que é necessário saber para se montar uma startup. “Ao longo de um intenso fim de semana, você não só aprende metodologias novas, mas vive na pele como é aplica-las.” conta Mariana Wiezel, uma das organizadoras do Startup Weekend Health no último dia do evento, será realizada a cerimônia de premiação das melhores ideias, com a apresentação dos projetos de novos produtos e serviços aos jurados e a seleção dos ganhadores.

A cerimônia de encerramento, permite que os participantes percebam o quanto a trajetória é intensa e impactante por meio da tamanha evolução e transformação das ideias de cada uma das equipes. “A ideia premiada partir de você é extremamente gratificante, mas mais do que isso é perceber o quanto seu impacto foi amplificado a partir de seu compartilhamento“, afirma Marizilda Brizzotti, organizadora do SWH e premiada em 2° lugar no Startup Weekend Centro São Paulo 2016.

Mercado de saúde

O setor de saúde passa por uma fase de inovação acelerada, com o surgimento de serviços que otimizam, facilitam e reduzem custos na saúde. Soluções disruptivas visam reduzir as filas nos hospitais, aperfeiçoar a comunicação entre médico e paciente e criar uma cultura de tratamento preventivo e adesão ao tratamento de doenças crônicas.

As expectativas para os próximos anos são altas: de acordo com relatório publicado pelo portal da Revista Forbes em maio, o setor de saúde lidera investimentos no mercado financeiro norte-americano. Aqui no Brasil, um estudo publicado pelo Sebrae sobre startups de São Paulo mostrou que as empresas inovadoras do setor de saúde estão em terceiro lugar na lista de preferência dos investidores, atrás apenas das áreas de educação e tecnologia.

“O cenário oferece inúmeras oportunidades para novos empresários e possibilidades para o paciente administrar sua própria saúde de modo mais fácil, rápido e barato”, afirma Comitre.

Dentre os nomes que movimentam esse mercado, a startup americana Doctor on Demand, por exemplo, que trabalha com o conceito de telemedicina, que permite ao paciente realizar consultas à distância, reduzindo o tempo gasto no deslocamento e na fila dos hospitais. No Brasil, clínicas populares, como a Clínica Fares, oferecem atendimento rápido e a baixo custo em unidades posicionadas em áreas de fácil acesso à população.

2º STARTUP WEEKEND HEALTH

Quando: Começa na sexta-feira, dia 22 de julho, às 18h30, e termina no dia 24

Onde: Instituto de Radiologia do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP (InRad – HCFMUSP)
, localizado na Av. Dr. Enéas de Carvalho Aguiar, nº 255, Bairro Cerqueira César, São Paulo (SP)

Ingressos: Primeiro lote: de R$120 a R$150

Inscrição: www.sympla.com.br/startup-weekend-sao-paulo-health__71702

Site oficial: http://www.up.co/communities/brazil/sao-paulo/startup-weekend/9266

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KiiK marca presença no CIAB Fintech Day

A KiiK, plataforma de adquirência que permite realizar pagamentos por meio de seu aplicativo mobile, participa nesta quarta-feira, dia 22, às 14h15, do CIAB Fintech Day, que tem por objetivo incentivar negócios entre instituições financeiras e desenvolvedores de soluções inovadoras e disruptivas.

No total, 47 Fintechs foram convidadas para participar do evento e a KiiK é um dos nove projetos selecionados que vai se apresentar durante a programação. As três Fintechs que tiverem suas apresentações melhor pontuadas pelo júri serão convidadas a realizar reuniões com VPs e diretores de bancos para estudarem a possibilidade de negócios e parcerias.

“A KiiK traz para o mercado um modelo inovador e disruptivo de quitação de contas, seja num restaurante, posto de combustível, pequenos comércios e até o pipoqueiro. A empresa investe nas necessidades dos estabelecimentos e do consumidor, em tecnologias de pagamento que possam trazer reais melhorias para facilitar o dia a dia das pessoas”, diz Maurício Valim, CEO da KiiK.

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Empresa e.Bricks promete revolucionar mercado de investimentos atuando em startups

Para a empresa e.Bricks Ventures, serviços fundamentais para a sociedade são grandes oportunidades de investimento. Com enfoque na concessão de capital de risco, pretende disponibilizar cerca de R$300 milhões que serão destinados às startups que possuírem condições de desenvolvimento frente ao mercado corporativo. Os segmentos contemplados são o de serviços financeiros, saúde, educação e aqueles voltados para organizações de pequeno e médio portes. Eduardo Sirotsky Melzer, conhecido popularmente como Duda Melzer, vê nesse projeto muitas oportunidades de se suscitar um fluxo saudável de investimentos para negócios que estão começando, sobretudo pela relevância que tais serviços possuem para o país.

A captação dos investimentos necessários ocorre na atualidade, de forma nacional e internacional, o que promete consolidar a credibilidade dos negócios envolvidos. Para Eduardo Sirotsky Melzer, é importante que se pense de forma global, mesmo quando se trata de sanar necessidades locais. Oriundo de uma família com sólida tradição em empreender com sucesso, principalmente em negócios de longo alcance social, Duda Melzer mostra-se bastante satisfeito com o andamento do projeto e avalia que já neste ano, boa parte do montante almejado para se investir nessas startups estará disponível. Dessa maneira, o destino do capital poderá começar a ser traçado pelos gestores envolvidos.

Mais do que obter retorno satisfatório, a e.Bricks deseja conseguir experiência para futuros empreendimentos de mesma natureza. Em sua segunda versão, a linha de investimento que contou com grande sucesso na primeira vez em que foi aplicada, é avaliada como promissora por Duda Melzer. Entusiasta por natureza, Melzer possui experiência dentro e fora do país e uma formação acadêmica impecável. Ele que estudou em Harvard, universidade de inquestionável renome, leva em consideração o impacto que as atividades econômicas exerce sobre a vida das pessoas, o que o torna um empreendedor tido como referência positiva para seus pares.

O caráter estrutural de alguns problemas brasileiros frequentes, estão na lista de prioridades para essa segunda rodada de investimentos. Já a forma como o capital será concedido para cada empresa, dependerá de diversos fatores, tais como provisionamento de retorno sobre investimento, conhecido pela sigla inglesa ROI, além do tempo de atuação de cada startup frente ao mercado em que está inserida. Segundo Duda Melzer, a escolha das organizações que serão beneficiadas não é uma tarefa das mais fáceis, dado o alto nível de atuação apresentado por elas. O viés tecnológico na resolução de questões de ordem prática, segundo Melzer, será algo avaliado.

Mesmo com a anunciada desaceleração da economia brasileira, os investidores estrangeiros depositaram bastante confiança no país, o que pode ser facilmente percebido ao levar-se em conta as vultosas quantias investidas. Duda Melzer acredita que este tipo de investidor não é facilmente influenciado por especulações descabidas ou oscilações passageiras, onde profissionais inexperientes sentiriam-se inseguros. Conforme as análise de Melzer, não apenas o Brasil encontra-se em crise, mas todo o globo, o que se pode perceber até mesmo em nações ou blocos econômicos que possuem moeda forte. Cientes desse fenômeno, representantes que realizam investimentos considerados de risco sentem bastante solidez nas empresas que ainda engatinham rumo ao sucesso.

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