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Belgo Bekaert prorroga inscrições do desafio de inovação para startups até sexta-feira (06/08)

A Belgo Bekaert, empresa pioneira e líder no mercado de arame brasileiro, lança desafio para startups que, assim como ela, têm a inovação no seu DNA. Até sexta-feira (06/08), estão abertas as inscrições para o Programa Inovação Aberta, que, nesta edição, busca soluções inovadoras para os processos logísticos de embalagens retornáveis da empresa. Para participar, os interessados devem cadastrar a proposta aqui na plataforma AEVO.

O Programa de Inovação Aberta tem o objetivo melhorar o desenvolvimento de produtos e serviços da Belgo Bekaert, aumentando a eficiência dos processos de desenvolvimento e inovação, e conectando os desafios da empresa às startups, de maneira inovadora e sustentável.

Líder brasileira na transformação de arames de aço desde sua criação, a Belgo Bekaert é fruto da parceria estratégica no Brasil entre a ArcelorMittal e a Bekaert. Atualmente, cerca de um quinto de sua lucratividade é resultado da venda de produtos criados há menos de 5 anos. A empresa atua nos segmentos de Agronegócios, Cercamentos, Construção Civil, Automotivo, Solda, Aplicações Especiais e Indústria Petrolífera.

Sobre o desafio


Os produtos que a Belgo Bekaert entrega para seus clientes são enviados em embalagens que apresentam diversos tamanhos e características, tais como spider, carretel, pallet e separador. Sua política de logística reversa prevê o retorno dessas embalagens à empresa, mas nem sempre isso acontece dentro do prazo esperado.

Os projetos inscritos devem propor soluções de rastreamento que permitam controlar a quantidade de embalagens retornáveis disponível nas unidades industriais da empresa e nos clientes, monitorar o ciclo de vida desses ítens para contribuir para o seu reuso e diminuição do impacto ambiental, disponibilizar dados confiáveis, contribuir para a organização do estoque e inventários, além de propor soluções com qualidade, simplicidade de operação, bom desempenho técnico e custo-benefício.

Benefícios para as selecionadas


As startups que apresentarem as soluções mais atraentes terão a possibilidade de trabalhar remuneradamente em conjunto com equipes experientes e especializadas por meio de contratação para a realização de testes, com a possibilidade de contratos definitivos, apoio logístico para participação e acesso ao espaço de trabalho do setor de Inovação da Belgo Bekaert, em Contagem, Minas Gerais, observando os protocolos sanitários de prevenção à Covid-19.

Em caso de dúvidas sobre o desafio, as startups podem entrar em contato pelo e-mail inovacao@belgobekaert.com.br . Para suporte na plataforma AEVO, entre em contato pelo aevoinnovate-sucesso@aevo.com.br .

Startup Tractian abre mais de 30 vagas em diversas áreas

A Tractian, uma das startups mais tecnológicas do País e que recebeu aportes de R$ 17 milhões de diversos investidores em 2021, está com mais de 30 vagas abertas. Os postos são voltados, majoritariamente, às áreas de software e ciência de dados e, para se inscrever, o candidato deverá acessar o site https://careers.tractian.com/, para encontrar a lista de todas as vagas disponíveis e o job description de cada uma delas. Entre os principais postos estão engenheiros de software, engenheiro de dados, cientista de Dados; programadores front-end e back-end, desenvolvedores Full Stack, diretor de arte, gerente de sucesso do cliente, especialista em Customer Success, entre outros. Todos os candidatos deverão possuir inglês fluente.

“Estamos buscando os melhores cientistas de dados do mundo. Queremos aumentar nossa equipe, que hoje é composta de pessoas bastante jovens e antenadas com o mundo moderno, para que possamos continuar nossa jornada de desenvolvimento de nosso Shazam da indústria, ferramenta de inteligência artificial que ajuda os gestores de manutenção na identificação de possíveis anomalias nos equipamentos, evitando a paralisação daquela máquina ou até da indústria”, disse Igor Marinelli, CEO da Tractian.

A Tractian possui, atualmente, cerca de 30 colaboradores. A meta da startup é chegar a 100 funcionários até o final de 2022. Os novos colaboradores ajudarão a startup a desenvolver soluções de manutenção preditiva para a indústria, como o Band Trac, criado pela companhia em 2019 e composto por um sensor plugado aos equipamentos monitorados para que a plataforma on-line analise a máquina em tempo real e avise os gestores sobre possíveis problemas.

Atualmente, a Tractian já possui atuação em 45 indústrias de diferentes segmentos, como hospitais, shopping centers, indústrias do agronegócio, de maquinário e do ramo alimentício. “Queremos estar em mais de 600 indústrias até 2022. E estes novos colaboradores nos ajudarão neste desafio de estarmos presentes em mais indústrias e segmentos, democratizando a gestão da indústria e ajudando no desenvolvimento da economia brasileira, pois a redução de anomalias em equipamentos evitará a paralisação de uma fábrica e, consequentemente, perdas produtivas, o que impacta também no consumidor final”, completa Marinelli.

Com 9 meses de operação, startup de telemedicina levanta R$ 2,3 milhões em investimento

A startup de telessaúde Starbem acaba de receber um aporte de R$ 1,5 milhão, que somado aos R$ 800 mil investidos pelos fundadores totaliza R$ 2,3 milhões em nove meses de operação. Com um aplicativo de atendimento por videochamada simples e fácil de usar, a healthtech possui presença em todas as regiões do Brasil e já atendeu mais de 1500 pacientes.

Com o propósito de democratizar o atendimento médico de qualidade a um preço acessível, a Starbem faz uso de alta tecnologia, inclusive inteligência artificial, para oferecer ainda mais assertividade nos diagnósticos. Hoje, a empresa conta com uma equipe que reúne mais de 30 profissionais em 17 especialidades, além de uma consultoria especializada em inovação digital.

Para Leandro Rubio, CEO da startup, o crescimento acelerado não se deve somente ao fato da pandemia ter obrigado as pessoas a ficarem dentro de casa, mas também a um novo olhar para a própria saúde. “Temos um produto diferenciado e centrado no usuário, refletindo em um NPS (Net Promoter Score) de 94. Os três principais pilares da Starbem são: atendimento médico humanizado e acolhedor; aplicativo amigável e intuitivo e experiência do paciente”, reforça Rubio. 

O objetivo da Starbem é se tornar a maior e melhor startup de telessaúde do país. Recentemente, a startup ingressou na Rede Brasil do Pacto Global da ONU (é a primeira empresa de telessaúde a fazer parte da iniciativa no país), que mobiliza a comunidade empresarial na adoção e promoção de práticas de Governança Ambiental, Social e Corporativa (ESG).

“Para a healthtech, isso significa manter a sua missão de democratizar o acesso à saúde de qualidade no Brasil, juntamente com as práticas de ESG, de acordo com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), principalmente o ODS3: ‘Assegurar uma vida saudável e promover o bem-estar para todos, em todas as idades’, afirma o CEO.

Programa AgriFood Tech Latam 2021 recebe inscrições de 70 startups brasileiras

O Programa AgriFood Tech Latam 2021, que conta com o apoio da Indigo, startup que desenvolve inovações digitais para o agro e uma das primeiras unicórnios (valor acima de US$ 1 bilhão) do setor no mundo, recebeu inscrições de 70 startups brasileiras. Ao todo, foram mais de 400 inscrições de startups de diversos países no Programa promovido pela Glocal, a primeira aceleradora na América Latina para empresas do agronegócio. Apenas 10 finalistas participarão do pitch final, que ocorrerá no dia 19 de agosto, durante o Congresso Aapresid, maior evento de inovação e atualização tecnológica agropecuária da Argentina e referência internacional. O Programa AgriFoodTech Latam 2021 oferecerá aos selecionados mentoria com especialistas que acompanharão o desenvolvimento das startups, além de todo o suporte de serviços (marketing, RH, gestão comercial), networking, financiamentos e acesso a investidores. 

SERVIÇO 

Congresso Aapresid 

Data: 11 a 13 e 17 a 20 de agosto 

Site: https://www.aapresid.org.ar/congreso  

160 startups apresentam seus negócios a investidores no InovAtiva Experience

Nos dias 31/07 e 09/08, 160 startups apresentarão suas soluções para investidores de todo o país no InovAtiva Experience, evento que marca a conclusão do ciclo de aceleração 2021.2 do InovAtiva Brasil. Com número recorde de participantes em uma única edição, o evento é promovido com o objetivo de conectar as startups participantes do programa a investidores, mentores e grandes nomes do empreendedorismo inovador.

“O InovAtiva Experience é uma oportunidade única para os participantes do InovAtiva Brasil. No evento, os 160 negócios que mais se destacarem nos quatro meses do programa terão a chance de apresentar suas soluções para investidores relevantes do ecossistema de inovação nacional. Além disso, conseguem grande visibilidade e criam conexões decisivas para seu desenvolvimento”, diz o Secretário de Produtividade, Emprego e Competitividade do Ministério da Economia, Carlos Da Costa.

Em sua primeira edição de 2021, o InovAtiva Experience vai contar também com agenda aberta ao público no dia 07/08, mediante cadastro no site do InovAtiva. O público poderá acompanhar palestras e painéis sobre empreendedorismo, além de ter a chance fazer networking com players importantes do ecossistema nacional.

Todas as atividades do Experience acontecerão de forma totalmente online. No dia 31, primeiro dia do evento, os empreendedores participantes do Ciclo 2021.1 irão receber feedbacks sobre seus pitches – como é chamada a apresentação das startups – por parte de uma banca especializada de mentores. Essa etapa é preparatória para o Demoday, realizado no dia 9, segunda-feira, quando as soluções serão expostas a investidores em bancas temáticas.

“Ter a oportunidade de estar frente a frente com investidores, potenciais clientes e parceiros é um momento único oferecido aos acelerados do Inovativa Brasil, é a consolidação de meses de aceleração e preparação. Isso é o Inovativa Experience, uma conexão dessas startups com o mercado”, ressalta o presidente do Sebrae, Carlos Melles.

PERFIL DAS STARTUPS PARTICIPANTES

Pela primeira vez em 8 anos, o InovAtiva Brasil concluirá um ciclo de aceleração com 160 startups. Destas, 75% são da região Sudeste, sendo (25%) somente do Estado de São Paulo.

Sobre seu estágio de desenvolvimento, 47% das startups já têm seu serviço disponível no mercado; 70% dos empreendimentos já patentearam suas soluções; e quase 90% já possuem clientes. As 160 startups participantes do InovAtiva Experience atuam principalmente nas áreas de Saúde (13%), Tecnologia da Informação e Comunicação (11%) e Tecnologias Sustentáveis e Verdes (6,8%). Além disso, 45% delas são do segmento B2B (73 startups) e 37,5% no modelo SAAS (Software como Serviço) (60 startups).

PROGRAMAÇÃO

O evento será realizado nos dias 31/07, 07 e 09/08 e oferecerá o sábado (07/07) para o público externo, com a promoção de uma série de painéis e palestras ao vivo.

Conheça o cronograma:

Sábado, 31/07 – 9h às 18h30: Abertura e Treinamento de Pitch

A abertura do evento contará com mensagem de boas-vindas das autoridades da Secretaria Especial de Produtividade, Emprego e Competitividade do Ministério da Economia (SEPEC/ME) e do Sebrae. Ao longo do dia, será realizado um treinamento de pitch, em que os participantes apresentam suas soluções para as 16 bancas de avaliação, compostas por mentores e parceiros InovAtiva. Após os 4 minutos de pitch e 6 minutos de feedback para cada uma, os empreendedores poderão aperfeiçoar suas apresentações de pitch para o Demoday (09/08).

Sábado, 07/08 – 9h às 18h30: Programação aberta ao público

Este dia pode ser aproveitado por qualquer pessoa interessada nos conteúdos do evento. Veja abaixo quais serão os painéis e saiba mais detalhes:

9h00: Palestra – Sonho grande: como as conexões certas levaram empreendedores ao sucesso

9h45: Painel de Oportunidades 1 – Conexão com Grandes Empresas: Como preparar minha startup para falar com grandes empresas?, com Rodolfo Zhouri, Sócio na eMotion Studios;

11h00: Painel de Oportunidades 2 – Conexão com Talentos: Como atrair talentos?, Lorena Locks, Recrutadora Técnica na Ambev Tech

14h00: Painel de Oportunidades 3 – Conexão com Capital: O cenário de investimentos no Brasil e quais são os caminhos para minha startup, com Marcos Muller, CEO da Darwin; Maria Rita, Diretora Executiva na Anjos do Brasi; João Kepler CEO da Bossanova Investimentos; Alexandre Peteffi, Sócio na E271 Consultoria

16h30: Workshops simultâneos

• Hack de Vendas no Digital, com Rimaldo de Sá (Beta Rede), Carolina Guimarães (OmniChat) e Raoni Herrero (Hotel Urbano)

• Como se inserir dentro do Ecossistema de Inovação do seu Estado, com Sandro Vieira (SmartGreen Tecnologia S.A), Michele Janovik (Base27) e Helena Merck (Gestora da Comunidade Inovadores Inquietos)

17h30: Cases de (In)sucesso – Histórias Reais, com Leonardo Alves (Somos MOV), Leo Gmeiner (Schoool Guardian) e Paula (Instituto de Neurolinguística)

Segunda-feira, 09/08 – 8h às 18h45: Demoday e Encerramento

O último dia do evento é o mais esperado pelos empreendedores do ciclo de aceleração do InovAtiva Brasil 2021.2. É quando eles têm a oportunidade de participar do Demoday: a apresentação de seus pitches às bancas, compostas por investidores, parceiros e mentores. Concluídas as rodadas de apresentações, as startups recebem o selo final do programa e será feita uma votação para definir a startup destaque de cada banca. Ao todo, serão realizadas 16 bancas com temáticas diversas como agronegócios, saúde e educação.

Mastercard lança nova edição do programa Start Path focado em criptomoedas e startups de blockchain

A Mastercard anunciou nesta semana uma nova edição de seu programa global de engajamento de startups, Start Path, dedicado a apoiar empresas de ativos digitais, blockchain e criptomoedas em rápido crescimento. Sete startups entraram para o programa – GK8, Domain Money, Mintable, SupraOracles, STACS, Taurus, e Uphold – e, juntamente com a Mastercard, buscarão expandir e acelerar a inovação em torno da tecnologia de ativos digitais e tornar mais fácil e seguro comprar, gastar e guardar criptomoedas.

Entre os novos participantes do programa estão a Mintable (Singapura), um marketplace de tokens não fungíveis (NFT), no qual os usuários podem criar, comprar e vender ativos digitais e físicos apoiados por blockchain – como, por exemplo, colecionáveis digitais, obras de arte vanguardistas e até mesmo música. A plataforma da Mintable está repleta de novos recursos, como cunhagem sem gás e compras com cartão de crédito, projetados para capacitar a pessoa comum a se envolver com NFTs sem necessidade de conhecimento prévio de criptografia ou codificação. A GK8 (Israel) é uma plataforma autogerida de cripto custódia institucional de ponta-a-ponta, que oferece um verdadeiro cofre isolado. Isso significa que a plataforma é capaz de criar, assinar e enviar transações seguras de blockchain sem receber dados da Internet, eliminando quaisquer potenciais vetores de ataques cibernéticos. A Taurus (Suíça) fornece infraestrutura de grau corporativo para gerenciar qualquer ativo digital por meio de uma única plataforma – incluindo os de criptografia, moedas digitais e ativos tokenizados – abrangendo a emissão, a custódia, a manutenção e a negociação.

Outras startups participantes, empresas digitais e de blockchain em rápido crescimento foram selecionadas para participar da trilha inaugural da nova edição do programa Start Path:

• Domain Money (EUA), procura construir uma plataforma de investimento de última geração, preenchendo a lacuna entre ativos digitais e finanças tradicionais para investidores de varejo.
• SupraOracles (Suíça), é um poderoso oráculo de blockchain que ajuda as empresas a conectar dados do mundo real a cadeias públicas e privadas, permitindo que contratos inteligentes interoperáveis automatizem, simplifiquem e protejam o futuro dos mercados financeiros.
 STACS (Singapura), fornece uma infraestrutura de blockchain para o setor financeiro desbloquear um valor massivo e permitir um financiamento sustentável eficaz. Entre seus clientes e parceiros estão bancos globais, bolsas de valores nacionais e gestores de ativos.
• Uphold (EUA), combina um modelo de aplicativo de plataforma com conectividade de pagamentos para oferecer serviços financeiros a um mercado global, abraçando um futuro no qual todos tenham acesso seguro e transparente.

Os fundadores das empresas participantes desta nova edição do programa buscam abordar uma série de pontos críticos, como tokenização de ativos, precisão de dados, segurança digital e acesso contínuo entre as economias tradicional e digital. Cada startup foca na solução de um desafio específico do setor e, ao longo do programa, alavancará a experiência da Mastercard para apoiar o crescimento e o desenvolvimento contínuos de suas soluções.

Segundo Jess Turner, Vice-Presidente Executivo de Novas Infraestruturas Digitais e Fintechs, “a Mastercard vem engajando com o ecossistema de moedas digitais desde 2015. Como player líder de tecnologia, acreditamos que podemos desempenhar um papel fundamental em ativos digitais, ajudando a moldar o setor e fornecer ao consumidor proteção e segurança. Parte do nosso papel é forjar o futuro das criptomoedas, e estamos fazendo isso unindo os princípios financeiros essenciais com inovações em ativos digitais”.

Ativos Digitais e Inovações de Fintechs


Apoiar o ecossistema de startups é uma parte central da essência da Mastercard, e mais de 250 startups já participaram do programa Start Path desde 2014. Com a expansão do Start Path para incluir startups em rápido crescimento de cripto ativos, blockchain e ativos digitais, a Mastercard está fornecendo acesso às suas ferramentas mais modernas e soluções para ajudar essas empresas a escalar suas inovações e tecnologias de ponta. Essas startups usam o programa para se conectar com nosso ecossistema de bancos, comerciantes, parceiros e players digitais em todo o mundo para entregar novas soluções.

Startup abre crowdfunding para lançar seu novo produto

Carregar o celular se tornou uma rotina diária para todas as pessoas, ainda em um país onde mais de 79% da população tem um aparelho móvel, segundo dados divulgados pelo IBGE. Com isso acaba surgindo problemas como o cabo acabar danificado, seja pela forma de usar, ou até mesmo pela baixa resistência do material.

Observando as maiores queixas dos consumidores, uma startup decidiu produzir um cabo de carregador que possa atender as expectativas das pessoas. A GShield está em fase de entrega deste produto, mas de uma forma diferente ao habitual: via crowdfunding.

João Resende, CEO da GShield, comenta sobre essa decisão pouco comum para venda de seu novo produto. “É uma prática comum fora do Brasil, onde empreendedores criam a popularmente conhecida “vaquinha”, para suprir os custos que tiveram na criação de seu projeto. Decidi adotar essa mesma estratégia para o nosso produto, e temos caminhado bem até o momento”.

O produto, que recebeu o nome de Cabo Tank Gear 180º, foi pensado para oferecer mais resistência, possibilitando que o consumidor possa utilizá-lo por longos períodos, e que não encontre problemas ao usar ao mesmo tempo que carrega o celular. Para isso, a startup selecionou os melhores materiais para sua produção.

“O cabo conta com um revestimento de fios de nylon, tornando ele mais flexível e evitando sua quebra. Além disso, sua ponta possui rotação de 180º, trazendo mais conforto para o usuário na hora de utilizar o aparelho carregando. Muito útil para quem gosta de jogar”, ressalta João Resende.

Para quem desejar contribuir com o crowdfunding, a GShield abriu a contribuição pela plataforma Catarse , onde estão disponíveis as opções de R$ 79 para uma unidade do cabo, ou com qualquer valor para colaborar com a meta estabelecida.

Gestora brasileira de venture capital bate a marca de 50 startups investidas em menos de cinco anos

A Mindset Ventures, gestora de venture capital que conecta investidores brasileiros a empresas de tecnologia localizadas nos Estados Unidos e Israel, fecha o primeiro semestre de 2021 ultrapassando o marco de 50 startups investidas. “Hoje, posso afirmar com tranquilidade que nossa tese de investimento e rigor na diligência das empresas surtiu o efeito que tanto desejávamos, o que nos levou a construir um portfólio consistente com excelente potencial de retorno “, destaca o sócio e CSO Nemer Rahal.

“É natural que parte das startups investidas tenham desempenho abaixo da expectativa inicial e que venham até a fechar. Entretanto, no caso da Mindset, o percentual de insucessos tem ficado bem abaixo dos parâmetros de mercado, enquanto a maior parte das nossas empresas estão performando como previsto ou melhor. E fomos além disso: até hoje, já ajudamos 20% das nossas startups a expandirem suas atividades para o Brasil e estamos investindo fortemente no desenvolvimento da nossa área de Value Creation para dar suporte às empresas investidas e tornar nosso capital mais atraente para novos investimentos”, complementa.

Em menos de cinco anos, a gestora captou três fundos e hoje conta com cerca de R$ 400 milhões sob gestão, dos quais mais de R$ 160 milhões já foram alocados principalmente em segurança cibernética, SaaS – Software as a Service, healthtechs, agritechs e fintechs.

Daniel Ibri, sócio e CIO da gestora, reforça que as escolhas de investimento são muito criteriosas. “Desde o início do fundo III, no ano passado, analisamos mais de quatro mil empresas ao redor do mundo e investimos em apenas doze, todas B2B e com grande solidez tecnológica, empreendedores experientes, geração de receita e tração comercial comprovada”, afirma. Todos esses indicadores têm permitido à Mindset Ventures ser bastante assertiva nas escolhas e oferecer retorno atrativo, além de exposição ao ecossistema de inovação internacional, assim como aos investidores brasileiros que apostam no exterior.

Apesar dos fundos serem recentes, a tese de investimento da gestora já se provou, por meio de duas saídas, um evento significativamente raro para fundos tão novos. A primeira delas envolveu a Voicea, startup americana de inteligência artificial baseada em voz, vendida para a Cisco em 2019. A segunda, mais recente, ocorreu com a aquisição pela Upstart da Prodigy, startup também americana que automatiza processos administrativos, operacionais e de vendas para o varejo automotivo.

Ibri explica que, no ano passado, os valuations das startups despencaram sem que as empresas tivessem, necessariamente, sofrido algum tipo de impacto operacional significativo. Dessa forma, foi possível fazer uma série de investimentos em empresas que estavam captando a valuations relativamente baixos e que, hoje, já começaram a apresentar perspectivas de retorno financeiro considerável de acordo com suas expectativas de futuras captações a valuations bem mais altos.

“Já esperávamos um upside dentro de pouco tempo em função das excelentes condições de negociação dos investimentos que fizemos no decorrer da pandemia. Mas confesso que ficamos surpresos com o tamanho desse upside, em alguns dos casos, dentro de um período menor que um ano”, explica o executivo.

Segmentos de destaque no portfólio


Entre os segmentos preferidos da Mindset Ventures na busca por novos investimentos, destacam-se os de segurança cibernética, saúde, agronegócios, financeiro e SaaS – Software as a Service, que somam mais de 40 empresas investidas.

Cada tipo possui peculiaridades que os posicionam entre os favoritos da gestora, mas todos apresentam algo em comum: alta perspectiva de crescimento. “Estamos falando de segmentos cujas funções se tornaram cruciais para o dia a dia da sociedade”, relata Ibri.

No que diz respeito à segurança cibernética, desde o início da pandemia, por exemplo, o FBI reportou um aumento de 300% em ataques de hackers, o que fomenta a criação de empresas de proteção. A Eclypsium é um exemplo de startup investida pela gestora. A empresa americana é uma das únicas que conseguiu desenvolver uma forma de controlar e proteger firmwares em larga escala, um backdoor gigantesco de ataques do tipo.

O setor de saúde também apresenta perspectivas de crescimento animadoras e estima-se que, ainda neste ano, a aplicação de inteligência artificial em procedimentos no campo da medicina deva compor um mercado de US$6,6 bilhões, segundo a Accenture. Neste cenário, uma das startups investidas é a Emedgene, empresa israelense que ajuda no processo de decodificação genética empregando o uso de inteligência artificial no processo e que recentemente fechou parceria com a Illumina, uma das maiores empresas do setor genético do mundo.

Para os outros setores mencionados, as perspectivas positivas não são diferentes e, em certos casos, startups investidas pela gestora já possuem atuação no país, como é o caso da SeeTree, capaz de mapear e monitorar o estado de saúde de árvores individualmente em vastas plantações; e da PayJoy, que permite o financiamento da compra de celulares bloqueando os aparelhos remotamente em caso de inadimplência. Dentre os casos mais disruptivos no portfólio da gestora, encontra-se a Pecan, que fornece a grandes corporações a possibilidade de adotarem inteligência artificial de forma prática e intuitiva para determinados usos de maneira a contribuir substancialmente para a atividade de analistas de dados.

A atenção que a Mindset Ventures tem recebido de seu público nos últimos anos é um claro indicativo do espaço que vem conquistando no mercado. Não à toa, os executivos da empresa deixam claro que seus planos não param por aqui. O próximo projeto está sendo elaborado, mas já conta com um sinal muito positivo: desde já, atuais e novos investidores vêm demonstrando bastante interesse nas próximas iniciativas da Mindset Ventures.

Irani lança 2ª edição do seu programa de conexão com startups

A Irani Papel e Embalagem, uma das principais indústrias de papel e papelão ondulado do Brasil, está com a 2ª edição do Irani Labs – seu programa de conexão com startups – aberta desde o dia 5 de julho. Alinhada à estratégia de inovação aberta da companhia, o Irani Labs visa identificar soluções inovadoras e sustentáveis que contribuam para a aceleração do seu modelo de negócios, além de impulsionar os projetos e produtos das startups selecionadas. As inscrições são gratuitas e podem ser realizadas até o dia 22 de agosto na página virtual do Irani Labs www.irani.com.br/iranilabs .

Desenvolvida mais uma vez em parceria com a GROW+, aceleradora de startups e gestora de investimentos, a 2ª edição do Irani Labs irá selecionar até cinco startups – duas a mais do que na edição anterior. As vencedoras terão a oportunidade de se tornar parceiras da Irani Papel e Embalagem ao testar e cocriar as soluções propostas nas unidades fabris da companhia, além de contar com um processo de contratualização simplificado (Fast Track) e a possibilidade de receber investimento por meio do veículo de Corporate Venture Capital (CVC) da Irani.

“A cultura da inovação e o relacionamento com este ecossistema estão presentes no DNA e na estratégia de negócios da Irani. Promover a segunda chamada do Irani Labs é mais uma iniciativa nesse sentido, buscando fortalecer a nossa conexão com startups que, assim como nós, desafiam-se diariamente para inovar e desenvolver soluções, produtos e serviços sustentáveis e que dialoguem com as necessidades atuais da sociedade e do meio ambiente”, diz Sérgio Ribas, diretor-presidente da Irani Papel e Embalagem.

Como funciona o programa


A 2ª edição do Irani Labs será dividida em etapas. Após as inscrições, 20 startups serão selecionadas para a realização de entrevistas individuais entre os dias 3 e 15 de setembro. Destas, dez startups serão escolhidas para apresentação dos projetos no Demoday – evento on-line realizado no dia 23 de setembro. Neste mesmo dia, que representa a fase final do programa, uma banca de avaliação analisará as soluções apresentadas e anunciará até cinco startups vencedoras.

O programa será voltado para startups com alto potencial de inovação e com projetos e produtos em fase de desenvolvimento que estejam alinhados com o momento atual da Irani. Com esse objetivo, a companhia elencou quatro temáticas prioritárias para a chamada, tendo como premissa o seu comprometimento com a sustentabilidade e a inovação para potenciar a construção de novos negócios e alternativas futuras para o setor de papel e embalagem, que segue em franca expansão. Dentre as tecnologias que devem embasar os projetos a serem apresentados estão: inteligência artificial, RFID, Blockchain, IoT, machine learning, Data Base, nanotecnologia, tecnologias de processos de celulose dashboards, entre outras.

As quatro temáticas definidas pela companhia para a 2ª chamada do Irani Labs são:

1. Indústria 4.0: soluções digitais e tecnológicas para a automação das fábricas, englobando digitalização de inventário, armazenamento, gestão e operação manual de produtos acabados e bobinas.

2. Novos Materiais e Barreiras: desenvolvimento de materiais e solulões de embalagem que atendam às novas demandas de consumo a partir de matérias-primas mais sustentáveis.

3. Design de Embalagem: criação de um ambiente virtual e interativo para o desenvolvimento e especialização de embalagens.

4. Customer Experience: identificação de soluções tecnológicas para aprimorar o atendimento, relacionamento e experiência do cliente, tornando-a mais ágil e padronizada, mas sem perder a humanização.

Para esclarecimentos adicionais sobre o Irani Labs, os interessados devem entrar em contato pelos e-mails iranilabs@growplus.com.br ou iranilabs@irani.com.br.

Inovação Aberta na Irani


Além do Irani Labs, que teve a sua 1ª edição realizada no final de 2020 com total sucesso,
a companhia conta com um amplo ecossistema de inovação dividido em quatro plataformas tecnológicas de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (PD&I) – papel e celulose, papelão ondulado, florestal e de resina, ambiental e energia -, além de iniciativas para o desenvolvimento de pesquisas aplicadas, projetos pilotos e cooperação técnica no Brasil e exterior. Já fazem parte deste ecossistema centros de pesquisa e inovação, universidades, entidades de classe, órgãos governamentais, incubadoras de empresas, startups e fornecedores.

Todas essas ações estão estruturadas no Programa Inova da Irani, responsável pela gestão integrada da inovação na companhia por meio da promoção da cultura, geração de ideias, gestão de portfólio de inovação e desenvolvimento de projetos de inovação aberta.

G2D soma 8 unicórnios em seu portfólio com aporte anunciado pela NotCo

A G2D Investments, empresa global de investimentos em companhias de tecnologia e marcas de consumo disruptivas criada pela GP Investimentos, anuncia um ganho de R$ 134 milhões em relação ao último balanço apresentado no momento do IPO em maio. Desta vez, o resultado foi provocado pelo aporte de US$ 235 milhões recebido pela NotCo, uma de suas investidas, em uma rodada de investimentos Série D liderada pelo fundo do fundo Tiger Global. Na transação, a foodtechchilena foi avaliada em US$ 1,5 bilhão, tornando-se o primeiro unicórnio latino-americano de comida à base de plantas

Desde a estreia na B3, no último mês de maio, o valor do patrimônio líquido por ação (NAV) pós-IPO da G2D evoluiu de R$ 6,35 para cerca de R$ 10,67. Além dos eventos envolvendo os unicórnios Mercado Bitcoin, Coinbase e Notco, também contribuiu para essa alta o aporte de R$ 300 milhões recebidos na semana passada pela fintech Blu da gestora global de private equity Warburg Pincus.

Valores em BRL
NAV por ação (Pós IPO)6,35
Ganho com Coinbase0,26
Ganho com Mercado Bitcoin2,33
Ganho com Blu0,46
Ganho com NotCo1,27
NAV por ação estimado pós transações10,67

Holding de venture capital, a G2D é uma plataforma que investe em empresas disruptivas de alto potencial de crescimento e em estágio pré-IPO no Brasil, Estados Unidos e Europa. “Ao se listar na B3, a G2D democratizou o acesso a uma carteira seleta de ativos globais e inovadores, com melhor equação risco-retorno, geralmente restritos apenas a fundos de Venture Capital ou investidores institucionais”, afirma Carlos Pessoa, diretor de Relações com Investidores da G2D. 

A companhia atraiu 6 mil investidores pessoas físicas, que tiveram a oportunidade de investir em negócios altamente disruptivos e com diferenciais únicos: liquidez, governança de empresa aberta, diversificação de moedas, mercados e setores. “São empresas de rápido crescimento que já superaram os riscos associados a uma startup e ainda não fizeram IPO. Pela primeira vez os investidores pessoas físicas estão tendo a oportunidade de participar da valorização de unicórnios”, diz Pessoa.

A NotCo é investida pela G2D por meio da The Craftory, casa global de investimentos baseada em Londres , que prioriza aportes em marcas disruptivas de bens de consumo, capazes de criar impacto social e ambientalmente positivo. Com a última rodada de investimentos, a foodtech à base de plantas se junta agora a um seleto grupo de empresas já investidas pela G2D avaliadas em mais de US$ 1 bilhão. 

Por meio do venture capital Expanding Capital, sediado em São Francisco, nos Estados Unidos, a G2D já mantém no portfólio os unicórnios Clover Health, Cameo, Farmers Business Network, Fair, Turo e ClassPass. 

Outra companhia investida recém alçada ao posto é o Mercado Bitcoin, que passou a ser avaliado em US$ 2,1 bilhões após aporte do fundo Softbank, promovendo uma valorização de 19 vezes no investimento realizado pela G2D. Antes, a G2D já havia tido um ganho de R$ 30 milhões com o IPO do unicórnio cripto Coinbase.

Liv Up lança programa “Mães da Tecnologia”

A fim de ampliar a diversidade no ambiente de trabalho, a Liv Up – foodtech brasileira que defende a comida boa e saudável -, lança o programa “Mães da Tecnologia”, com a abertura inicial de quatro vagas exclusivas para mães na área de Engenharia de Software. As vagas oferecem uma jornada de trabalho reduzida em 40%, com carga diária de 5 horas e benefícios completos, e podem ser acessadas neste link .

O objetivo do programa é seguir uma política de diversidade e ampliar a representatividade feminina dentro de um setor majoritariamente masculino, dando oportunidade para que as mulheres possam alinhar a carreira com os cuidados maternos. “Dentro da Liv Up entendemos que existem outras coisas acontecendo além da carreira, que também são importantes para a vida das pessoas. Por conta isso, focamos no perfil das mães para dar oportunidades para que elas possam desenvolver tanto o lado profissional quanto o materno, uma vez que a maioria das mulheres abre mão da carreira ao tornar-se mãe, pois a dupla jornada é pesada”, comenta Tatiana Ottenio da Costa, Head de Engenharia de Software da Liv Up.

No Brasil, de acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), as mulheres ocupam apenas 20% dos postos de trabalho na área de tecnologia. Além disso, segundo a Revelo, apenas 17% das vagas de emprego em tecnologia são efetivamente oferecidas a mulheres ao final dos processos seletivos.

Gasola, inovação em gestão de combustíveis, capta R﹩ 2 milhões em investimentos

A Gasola, sistema que conecta gestores de frota, motoristas e postos de combustíveis, captou R﹩ 2 milhões em rodada privada de investimentos. A plataforma digital estreita o relacionamento entre transportadoras e postos de todo o Brasil por meio de um sistema de gestão on-line que controla de consumo dos veículos, mostra o impacto financeiro de cada motorista, garante o recolhimento de notas fiscais, além de negociar melhores preços, dentre outras funcionalidades.

O aporte da rodada foi liderado por Smart Money Ventures, clube de investidores liderado por de Fábio Póvoa (ex-Movile e iFood) e Cesar Bertini (ex-MC1), responsável por impulsionar e gerir ideias de startups inovadoras com potencial de crescimento exponencial, com aporte de capital, experiência e contatos dos investidores participantes.

O fundador da Gasola, Ricardo Lerner, com mais de oito anos de experiência na área de logística, lançou a solução no mercado em janeiro de 2020, inicialmente com capital próprio. “Somos uma plataforma web e aplicativo móvel capaz de estreitar de forma dinâmica e objetiva a relação direta entre transportadoras e postos, para gerar melhores opções de negociações, menores custos e melhores margens”, explica.

Os R$ 2 milhões captados na rodada serão utilizados para gerar mais descontos para frotistas e maiores margens para postos, simultaneamente. “É um mercado que precisa de disrupção. O preço do combustível vem aumentando acima da inflação e as margens e fluxo de caixa dos postos estão cada vez mais apertadas. “Quanto mais próxima, ágil e direta a relação entre transportadoras e postos, melhor será a negociação para ambos os lados”, afirma.

O problema que a Gasola resolve


Muitas transportadoras utilizam cartões de frota para abastecer, mas a taxa cobrada em cima dos postos varia entre 3% a 6%, consumindo cerca de 50% da margem deles. Quando este posto perde esta margem importante, fica também reduzido o potencial de negociação das transportadoras.

Somado a isso, os postos recebem o pagamento no prazo médio de 33 dias, mas precisam pagar a distribuidora à vista. Então, acaba sendo comum os postos cobrarem mais caro para quem utiliza estes cartões de frota, quando comparado a outros meios de pagamento.

Mesmo assim, muitas empresas continuam utilizando este modelo por conta do benefício de gestão e facilidades financeiras.

Para resolver este impasse, Gasola fornece uma ferramenta de gestão que conecta transportadoras com postos, de modo que possam “se pagar” sem a intermediação dos cartões e, assim, eliminar as altas taxas cobradas. Na outra ponta, o próprio posto, mesmo oferecendo desconto para a transportadora, também consegue aumentar sua margem de venda. Bom e sustentável para todos os agentes da cadeia produtiva.

A escolha da startup


César Bertini, da Smart Money Ventures, apontou que a decisão em investir no Gasola passou por crivos técnicos que se mostraram sólidos para um investimento de capital semente no modelo da startup. Tudo isso depois de rigoroso processo de análise e validação da oportunidade eda máquina de vendas, além de entrevista a experts do nicho.

“Ao longo de 2019, conforme nosso cronograma de mentoria, engajamos recorrentemente com Ricardo para conhecer a ideia. Gasola foi nos apresentada pelos nossos parceiros da Axigen, agência de fomento do membro K-Pool, que tem investido de forma profícua nos nossos deals e trazido ótimas startups para nosso deaflow. O mercado de combustíveis para frotas tem todas as características interessantes para uma disrupção inovadora”, justifica Bertini.

O mercado em potencial no Brasil em dados


• São 2 milhões de caminhões rodando no país

• Consumo médiode um caminhão entre R$ 3 mil e R$ 30 mil ao mês

• O segmento movimenta R$ 100 bi anualmente

• São 500 mil empresas entre transportadoras e empresas com frota própria

• 40 mil postos de combustível espalhados pelo Brasil

Startup GoCache recebe R$ 3,2 milhões da KPTL, ABSeed e anjos

Fundada em 2013, a GoCache já nasceu com a intenção de melhorar a qualidade da experiência no consumo de produtos, serviços e conteúdos digitais. De lá para cá a empresa cresceu, acrescentou funcionalidades de segurança, expandiu sua rede de pontos de presença no Brasil e superou até coberturas de empresas internacionais, como AWS Cloudfront e Cloudflare. Com isso, atraiu mais de 400 clientes, entre eles empresas de grande exigência de serviço como SmartFit, Hering, Ultrafarma e Petz.

Essas credenciais e o histórico de evolução chamaram a atenção da KPTL, uma das principais gestoras de fundos de Venture Capital do Brasil, que acaba de liderar uma rodada conjunta com a ABSeed e outros investidores-anjo estratégicos, totalizando um investimento de R$ 3,2 milhões na companhia. Anteriormente a empresa já tinha recebido investimento Pré-Seed da ACE e da ABSeed, que retorna para mais uma rodada de aporte.

A GoCache nasce a partir da trajetória de seu fundador e CEO, Guilherme Eberhart. Com passagens pelo UOL e outras empresas de tecnologia, ganhou experiência com infraestrutura de internet, provedores de hospedagem e Cloud Computing para desenvolver soluções para problemas de qualidade de serviço e de segurança web. A empresa desenvolveu uma tecnologia proprietária de CDN (Content Delivery Network), que permite a empresas entregarem seus serviços e produtos digitais – lojas online, websites, apps, APIS, etc – com melhor performance, disponibilidade, segurança e escalabilidade.

De acordo com Eberhart, o objetivo da GoCache é se tornar uma camada unificada de gestão e visibilidade de aplicações. “Há frequentes queixas no mercado de que há muitas soluções para diferentes problemas. Falta uma que ofereça um espectro mais amplo. Queremos quebrar as barreiras que existem entre desenvolvimento, redes e segurança no ciclo de vida da aplicação. O objetivo final é um modelo compartilhado, ágil e efetivo de gestão de segurança e confiabilidade.”, ressalta Eberhart.

Eduardo Sperling, Head do Fundo Criatec 3 na KPTL, conta que a tecnologia inovadora e a vivência do empreendedor no mercado de TI pesaram na decisão de investimento. “Os principais concorrentes da GoCache no mercado são empresas enormes e multinacionais. A companhia conseguiu criar um produto que se destaca justamente por um alcance mais bem distribuído nacionalmente”, acredita Sperling.

A GoCache é uma das únicas soluções, de fato, nacionais e pensada especificamente para empresas locais. Possui infraestrutura em todas as regiões do Brasil, diferentemente de várias empresas globais. Um diferencial mais claro é a quantidade de pontos de presença, totalizando 8, mais do que as principais concorrentes Cloudflare (7), AWS Cloudfront (4) e Fastly (3) .

Segundo Felipe Coelho, sócio da ABSeed, a crescente digitalização dos mais diferentes tipos de negócio aumenta a demanda por soluções e que suportem sites com maior volume de tráfego, compras e transações. “A proposta de valor da GoCache é inovadora pois atende o mercado brasileiro por toda a jornada indo além da CDN, une consultividade e tecnologia do processo de vendas ao sucesso do cliente. Acreditamos que a tecnologia somada ao time ‘customer first‘ da empresa formam uma excelente composição para a construção de uma trajetória de sucesso”, acredita Coelho.

“No passado quem tinha acesso a CDNs eram empresas maiores, que acabavam optando pelo serviço de grandes empresas. Era algo complexo de se ter, e viemos para democratizar esse acesso. Tiramos do cliente a preocupação com performance e confiabilidade de aplicações. Agora ele não precisa fazer em casa nem ter essa expertise, o que permite também uma redução expressiva dos custos com cloud”, complementa Eberhart.

“A Gocache é uma autêntica empresa de base tecnológica e tem uma proposta de valor muito alinhada com o atual ambiente digital de negócios. A demanda crescente por alta performance e segurança, em especial no e-commerce, faz parte do DNA da Gocache. Além da confiança na proposta de valor, tenho certeza que o Guilherme Eberhart é um CEO capaz de liderar uma jornada de alto crescimento. Um profissional muito ético com investidores, correto com as pessoas e responsável com o uso de recursos. Estamos muito animados em renovar nossa aposta juntamente com a KPTL”, afirma Marcelo Hoffmann, sócio-fundador da ABSeed.

A GoCache hoje está bem posicionada para atender empresas como e-commerces e portais de conteúdo, está ganhando tração em empresas como modelos de negócio mais inovadores como startups. Com o investimento, pretende evoluir e aprimorar capacidades de seus produtos em segurança e observabilidade, para gerar mais valor individualmente e expandir seu market share, já que são preocupações em alta.

“Em termos de performance possuimos estamos muito bem por conta da nossa infraestrutura distribuída em todo o Brasil. Passaremos a agregar mais valor para organizações com modelos de negócio mais complexos, como SaaS, fintechs e marketplaces. Também iremos distribuir mais efetivamente nos Managed Security Services (MSS), como Tempest, Cipher e Real Protect/Accenture e também nos Managed Service Providers (MSP), como DaRede, Nextios, Dedalus e BRLink”, comenta Eberhart.

A empresa paulistana também planeja se associar com esses MSPs, MSSs e consultorias digitais, fortalecendo-se como um parceiro decisivo para seus projetos de modernização de aplicações. “A GoCache já possui uma capacidade incrível de tratamento de requisições para aplicações. Estou bastante empolgado com o potencial que ela terá em oferecer uma forma proativa de gerir a confiabilidade e segurança de aplicações, ainda mais se levar em consideração o nível de suporte e experiência ao cliente que eles oferecem”, afirma Flávio Rescia, CTO da DaRede.

KPMG investe R$ 1 milhão na WE Impact

A KPMG anuncia o apoio institucional à WE Impact, primeira Venture Builder dedicada a startups de tecnologia lideradas por mulheres. A iniciativa, pioneira na KPMG em todo o mundo, está distribuída em algumas frentes de ações: investimento de R$ 1 milhão em debêntures simples de série única não conversíveis em ações, compartilhamento de conteúdo, participação em mentorias coletivas e realização de eventos. A atuação conjunta das duas organizações também será direcionada para que os recursos compartilhados com as startups investidas incluam uma rede exclusiva de profissionais de destaque no mercado e grandes corporações para apoiar o aperfeiçoamento de seus produtos tecnológicos, construção de times e desenvolvimento de growth mindset.

“O objetivo do nosso apoio é apostarmos no empreendedorismo feminino e contribuirmos de fato para o crescimento do ecossistema de startups fundadas por mulheres. Apenas 7% das startups consideradas unicórnios no Brasil, ou seja, com avaliação de mercado superior a US$ 1 bilhão, têm fundadoras mulheres. Queremos impactar positivamente esse mercado. Há muito o que fazer e estamos no caminho certo para transformarmos essa realidade”, afirma Carolina de Oliveira, sócia-diretora de Private Enterprise da KPMG no Brasil.

Atuando no Brasil desde 2020, a WE Impact proporciona investimentos de até R$ 500 mil em startups early-stage que tenham mulheres no quadro societário e/ou na direção. Além disso, as startups precisam ter tecnologia embarcada, hardware ou software, e modelo de negócios B2B. Desde a sua fundação, a Venture Builder já investiu mais de R$ 1,5 milhão no empreendedorismo feminino tecnológico, impactando a vida de mais de 100 mulheres desse ecossistema. A partir do apoio da KPMG, a ideia é impactar, nas diversas ações, mais de mil mulheres.

“O apoio da KPMG é estratégico para mitigar as principais causas de mortalidade das startups fundadas por mulheres. Nosso foco será contribuir para destinar recursos financeiros e conhecimento para startups alinhadas com essa vertente de diversos setores e regiões do Brasil. Estamos apostando, por meio deste apoio, nessas startups e no impacto que suas soluções podem gerar para o mercado e a sociedade”, afirma Jubran Coelho, sócio-líder de Private Enterprise da KPMG no Brasil.

Para as empreendedoras, a WE Impact oferece capital financeiro e intelectual, networking e acesso a uma grande rede de especialistas de forma simultânea, aplicando uma metodologia de Venture Management que vai muito além do acompanhamento de indicadores. Para os investidores e grandes corporações parceiras, promove a conexão a startups que têm mulheres no comando, disponibilizando acesso à real inovação por meio da diversidade aliada à tecnologia. Nesse sentido, a WE Impact e o apoio da KPMG devem ajudar empreendedoras dispostas a liderarem empresas inovadoras que resolvam problemas reais em escala significativa.

“A WE Impact acredita na diversidade aliada à tecnologia como driver de inovação. Alinhada aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, somos signatárias dos Princípios de Empoderamento das Mulheres da Organização das Nações Unidas (ONU), assumindo publicamente nosso compromisso com a agenda de empoderamento feminino no mercado de trabalho. A expectativa é que o apoio da KPMG possa fortalecer ainda mais essa atuação, que é positiva tanto do ponto de vista social como econômico”, afirma Lícia Souza, fundadora e CEO da WE Impact.

Com objetivo de auxiliar a construção de ambientes mais equitativos nas startups, a empresa lançou recentemente, em parceria inédita e pioneira com a ONU Mulheres e Gema Consultoria, a cartilha “Princípios de Empoderamento das Mulheres para Startups”, disponível para download no site https://conteudo.weimpact.tech/weps-para-startups. O material considera as particularidades desse tipo de empresa, que passa por fases específicas de desenvolvimento, por exemplo, na hora de criar e implementar mecanismos para promover a equidade de gênero, inserindo-os na estratégia do negócio.

No Brasil, a KPMG também atua para proporcionar um ambiente acolhedor, seguro e livre de discriminação, que favoreça a multiplicidade de opiniões e garanta os direitos de cada um, independentemente de características e crenças pessoais. Esse esforço está alinhado à atuação cidadã e a própria estratégia da KPMG e se concretiza sob a coordenação do Comitê de Inclusão, Diversidade e Equidade (CIDE) em quatro dimensões: gênero (Know), LGBTQI+ (Voices), Raça e Etnia (Ebony) e Pessoas com Deficiência (Buddies).

Fundado em 2009, o Know busca o empoderamento feminino das mulheres da KPMG e do mercado, na carreira e em suas vidas, trabalhando temas como empoderamento pessoal, representatividade, desenvolvimento na carreira, liderança inclusiva, cultura de não assedio, reconhecimento equitativo, mentoring, networking, parentalidade compartilhada, masculinidades, combate a violência de gênero e doméstica, influencia a fornecedores, clientes e mercado em geral com influência direta e apoio a WCD, ONU Mulheres, C101, #Impulse, MM360, entre outros.

BNDES anuncia série de eventos gratuitos para nova edição do programa de aceleração focado em startups de impacto

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) abre inscrições para os cinco dias de eventos que têm como objetivo atrair e sanar dúvidas de empreendedores interessados em participar da edição 2021 do BNDES Garagem – Negócios de Impacto. O programa irá acelerar startups de impacto que queiram contribuir para a resolução de desafios sociais ou ambientais, com prioridade aos que tenham soluções voltadas à Educação, Saúde, Sustentabilidade, Govtech e às Cidades Sustentáveis .

Conduzido pelo Consórcio AWL (formado por Artemisia , Wayra e Liga Ventures ) os eventos são gratuitos e acontecerão de 26 a 30 de julho, on-line. Cada um dos eventos será focado em uma região do Brasil, buscando movimentar os ecossistemas regionais e expandir o conhecimento sobre o programa, tornando-o acessível para empreendedores de todo o país. O objetivo principal é criar um canal de comunicação entre a equipe responsável pela seleção das startups e os empreendedores locais, para o esclarecimento de dúvidas a respeito do BNDES Garagem – Negócios de Impacto, que irá selecionar e acelerar 45 negócios para este ciclo.

Entre os temas que serão abordados durante cada evento regional, estão os benefícios do programa aos selecionados, os critérios de participação, metodologia aplicada no processo de aceleração e outras informações relevantes para os interessados na iniciativa. Cada um dos painéis contará ainda com a presença de empreendedores regionais, que já passaram por processos de aceleração e poderão compartilhar suas experiências e contar como aproveitaram a oportunidade para o fortalecimento de seus negócios.

Bianca Proença, Gerente do BNDES Garagem, reforça que o BNDES Garagem – Negócios de Impacto busca empreendedores e empreendedoras de todo o Brasil que tragam soluções para os desafios sociais e ambientais do nosso país e que tenham o potencial de transformar positivamente a vida dos brasileiros. “Convido a todos que estejam começando a empreender com impacto ou que já tenham um negócio de impacto a participarem dos nossos eventos. Será a oportunidade de conhecer mais detalhes sobre o processo de aceleração, tirar dúvidas e avaliar se o seu negócio se encaixa no perfil do programa.”

A inscrição é gratuita e os empreendedores interessados em participar do evento em sua região podem se inscrever no link .

Confira abaixo a agenda de eventos:

• Data: 26/07 – Região Sudeste• Horário: 17h
• Participantes: Maira Pimentel da Tamboro – plataforma gamificada que usa inteligência de dados para avaliar, treinar e desenvolver o potencial máximo de equipes – do operacional ao estratégico – aferindo o impacto de ações ligadas a treinamento e desenvolvimento de soft e hard skills na melhoria do resultado do negócio de forma rápida e efetiva (participante da primeira edição do BNDES Garagem) e Rogério Cavalcante da Um Grau e Meio – negócio que atua com inteligência a serviço da redução das emissões de CO2 originadas por incêndios florestais. A solução monitora e detecta, de maneira automática, incêndios em florestas, plantações e áreas de proteção ambiental, reduzindo o tempo de detecção para apenas 3 minutos (participante da primeira edição do BNDES Garagem).
• Mediador: Felipe Alves, da Artemisia.

• Data: 27/07 – Região Sul
• Horário: 17h
• Participantes: Felipe Miranda Costa da Cloudia – chatbot que automatiza a comunicação entre estabelecimentos de saúde e pacientes. Desta forma, os estabelecimentos de saúde ficam disponíveis a qualquer hora do dia e qualquer dia da semana para marcação de consultas e esclarecimento de dúvidas simples dos pacientes (participante da primeira edição do BNDES Garagem e acelerado Artemisia) e Guilherme Braga da Egalitê – plataforma que inclui pessoas com deficiência (PCD) no mercado de trabalho e prepara empresas (gestores e área de recursos humanos) para receberem esses profissionais (rede de aceleradas Artemisia).
• Mediador: Natasha Meyer, da Liga Ventures.

• Data: 28/07 – Região Centro-Oeste
• Horário: 17h
• Participantes: Evelin Mello da Digna Engenharia – negócio de impacto social que oferece reformas habitacionais internas para a população de baixa renda, levando material de construção, mão de obra, gerenciamento da obra e com condições de pagamento, cuja missão é oferecer moradias dignas a todos (rede de aceleradas Artemisia) e Rafael Mascarenhas da Br.ino Robótica Educacional – startup com a missão de democratizar o ensino de tecnologia e o seu uso em prol da aprendizagem. Atuando em cooperação com escolas, educadores e outras instituições, Br.ino oferece soluções para integrar robótica e outros setores de inovação em sala de aula, trazendo a educação 4.0 à realidade.
• Mediador: Matheus Cardoso Lavorenti, da Wayra.

• Data: 29/07 – Região Norte
• Horário: 17h
• Participantes: Tainah Fagundes Da Tribu – empreendimento social de moda, cuja produção se baseia nos princípios da sustentabilidade, com foco na valorização dos saberes tradicionais dos povos da floresta. Produzem biomateriais a partir da Borracha Amazônica como fios e tecidos emborrachados para a criação de bolsas, joias, sapatos, roupas, etc, colaborando para o fortalecimento da sociobiodiversidade por meio de parcerias com famílias de comunidades ribeirinhas. (rede de aceleradas Artemisia) e Artur Bicelli Coimbra da Na’kau Chocolates – iniciativa de impacto socioambiental que nasceu da necessidade em resgatar a cultura cacaueira do Amazonas, atender a crescente e exigente demanda por produtos orgânicos, com rastreabilidade garantida e respeito com os fornecedores da base. (rede de aceleradas Artemisia)
• Mediador: Daniel Grossi, da Liga Ventures.

• Data: 30/07 – Região Nordeste
• Horário: 17h
• Participantes: Paulo Melo da Pickcells – startup de healthtech que faz parte do Parque Tecnológico do Porto Digital e usa hardware e inteligência artificial em exames de análises clínicas, patológicas e ciências da vida, além de Data Science em negócios de saúde (participante da primeira edição do BNDES Garagem e acelerada Artemisia) e Rômulo Martins da Niduu – aplicativo para capacitação de colaboradores a qualquer hora e lugar usando a gamificação para oferecer alto engajamento (rede de aceleradas Liga Ventures).
• Mediador: Aline Corrêa, da Artemisia.

Sobre o BNDES Garagem – Negócios de Impacto

O BNDES Garagem é uma iniciativa do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) que tem a missão de desenvolver e fomentar o empreendedorismo no Brasil por meio do apoio a startups. Esta edição conta com a parceria da Artemisia, Wayra e Liga Ventures, e tem como foco impulsionar empreendedores que queiram contribuir para a resolução de desafios sociais ou ambientais. As startups que se destacarem no processo de aceleração – uma em cada categoria – podem receber um prêmio no valor de R$ 20 mil e R$ 30 mil, respectivamente. As inscrições estão abertas até 5 de agosto e podem ser feitas pelo site garagem.bndes.gov.br.

GamerSafer levanta rodada de mais de R﹩ 3 milhões com Indicator Capital, Wayra, TheVentureCity, Harvard Angels, GV Angels e Kerpen Ventures

A startup, que oferece solução de segurança, desenvolveu uma tecnologia para o mercado de games aumentando a proteção do ambiente e dos jogadores

Com a digitalização acelerada, a cibersegurança passa a ser cada vez mais uma preocupação em diferentes setores. O mercado de games online, por exemplo, teve uma receita de US﹩ 126,6 bilhões em 2020, 12% a mais do que no ano anterior, segundo o relatório da SuperData, braço de análise de entretenimento da Nielsen. Com esse crescimento, o setor torna-se também um ambiente propício para a prática de fraudes e crimes. Pensando nisso, os brasileiros Maria Oliveira e Rodrigo Tamellini criaram a GamerSafer , uma startup que garante segurança e melhora a experiência nos jogos online com sua solução.

A empresa acaba de captar R﹩3,2 milhões, em uma rodada que reuniu Indicator Capital, gestora brasileira de venture capital early-stage; Wayra Brasil , hub de inovação aberta da Vivo; TheVentureCity; Harvard Angels; GV Angels e; Kerpen Ventures.

A GamerSafer desenvolveu uma identidade digital para o mercado de games que protege os jogadores e impossibilita a criação de contas duplicadas ou falsas. Segundo estudo do centro de tecnologia e sociedade da Anti-Defamation League, mais de 80% dos jogadores online já passaram por problemas como assédio, sexismo, racismo, discurso de ódio, roubo de identidade e fraudes no ambiente digital, e a ideia da startup é atuar exatamente nestas dores.

“Nós fazemos a verificação e autenticação dos jogadores por meio de uma visão computacional e inteligência artificial e esse melhor entendimento do usuário permite uma experiência mais segura e customizada dentro do jogo”, explica a COO da empresa, Maria Oliveira.

Para realizar a autenticação, a empresa escaneia o rosto do jogador e, a partir disso, é feita uma análise biométrica da face, em menos de um segundo, garantindo a legitimidade do usuário e concedendo acesso à experiência. Este processo pode ocorrer em diferentes momentos: acesso, compras, torneios e chats. “Com essas informações, conseguimos melhorar o matching entre os jogadores e criar um ambiente mais seguro, capaz de prevenir problemas de interação social e permitir que a troca aconteça de forma saudável e segura”, destaca Rodrigo Tamellini, CEO da GamerSafer.

A tecnologia desenvolvida pela startup é aliada das desenvolvedoras de games, pois traz uma melhora na experiência que vai além da moderação. “Nossa tecnologia garante que os jogadores são quem eles dizem ser, a partir disso, criamos um perfil com histórico daquele jogador, confirmando que a conta não é fraudulenta, mantendo os dados seguros e anonimizados em compliance com a lei geral de proteção de dados”, ressalta Rodrigo.

Fundada em 2019, no Vale do Silício, a GamerSafer trabalha com um grande jogo, o Minecraft – que ultrapassa a marca de 140 milhões de jogadores no mundo. Agora a startup acaba de atrair grandes investidores em uma única rodada de investimentos.

A Indicator Capital completou o ciclo de investimentos de seu primeiro fundo e considerou o fato de a GamerSafer estar totalmente alinhada com a sua tese de transformação digital e sua atuação como Investidora para o Bem. “Com a nossa presença na Califórnia, conseguimos aplicar nossa metodologia proprietária de Building Value Together®, colaborando significativamente para o desenvolvimento internacional das startups. A pandemia e o isolamento social aceleraram o uso do ciberespaço, principalmente entre crianças e adolescentes. Junto com esse crescimento, aumentaram também os casos de crimes como assédio e intimidação virtual. A GamerSafer ajuda os jogos a proteger usuários desses crimes e abusos virtuais, potencializando a experiência do usuário”, afirma Fábio Iunis de Paula, um dos sócios-fundadores da Indicator Capital.

“Cibersegurança é uma das verticais prioritárias em nossa tese de investimento e negócios. Buscamos oferecer a conectividade através da Vivo, atrelada a soluções capazes de atuar diretamente nas questões de segurança de dados, por isso, apostamos na GamerSafer, que traz uma solução de alta capacidade e escalabilidade, tornando o ambiente digital mais seguro a todos os jogadores”, afirma Livia Brando, Country Manager da Wayra Brasil.

Para Maria e Rodrigo a chegada de grandes players, como os coinvestidores desta rodada, coloca o negócio em outro patamar. “Compartilhamos da mentalidade de crescimento escalável que esses fundos têm e acreditamos que isso trará oportunidades para a GamerSafer entrar para outros segmentos, ampliando o alcance da nossa solução e, consequentemente, fazendo nosso negócio crescer e gerar ainda mais impacto”, comenta o CEO e cofundador da GamerSafer.

Conecta Startup Brasil: primeira edição do programa é concluída com ótimos resultados

A 1ª edição do programa do MCTI movimentou o ambiente de negócios destas empresas por meio da conexão de atores envolvidos no modelo de startups

Foi concluída a primeira edição do Programa Conecta Startup Brasil, que tem o objetivo de fomentar o empreendedorismo, estimular a inovação aberta no Brasil e desenvolver ações para preparar startups brasileiras para os desafios do mercado. Como resultado, entre outros números, o programa estimulou aproximadamente 600 empregos diretos via bolsas de fomento para as 100 startups aprovadas.

O Conecta Startup Brasil é uma iniciativa do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI) em parceria com a Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e a Associação de Promoção à Excelência do Software Brasileiro (SOFTEX). A iniciativa conecta diversos atores do setor de inovações como empresas, indústrias, centros educacionais de pesquisa e desenvolvimento, rede de mentores, incubadoras, aceleradoras, investidores e as startups

Embora não fosse uma meta,  43% das startups do programa já estão faturando e, até agora, as 25 finalistas selecionadas para a terceira fase conseguiram levantar R$ 4,3 milhões em investimentos, com participação pública e privada exatamente na mesma proporção.

O Conecta Startup Brasil recebeu mais de 2.900 inscrições de empreendedores e 270 de empresas. Ao longo de seus 18 meses de execução, mapeou 327 desafios de mercado, capacitou mais de 7 mil pessoas e promoveu mais de 370 horas de mentoria.

Diversas ações promovidas fizeram com que algumas empresas ficassem no programa mesmo sem o recebimento da bolsa. Foram realizadas 53 conexões entre startups e empresas selecionadas. Durante as três etapas de execução do programa aconteceram 430 horas de acompanhamentos individuais com startups e 96 horas com empresas.

Outro ponto fundamental que auxiliou o desenvolvimento dos negócios foi a mentoria, integrada por uma base de mais de 500 mentores e que ofertou 400 horas de orientações especializadas e técnicas às equipes.

Demoday

O Demo Day é um momento muito importante porque marca o final do processo de aceleração e comprova a evolução das empresas durante o programa. Cinco startups que se destacaram em suas regiões apresentaram seus negócios a um comitê julgador de especialistas do ecossistema de inovação nacional integrado por representantes da Domo Invest, Bossanova e WOW.

A primeira colocada foi a biotech Cor.Sync, de auxílio ao diagnóstico de infarto no atendimento de emergência hospitalar. O infarto é uma das principais causas de morte no mundo. Em 2020, foi a causa mortis de 130 mil brasileiros segundo levantamento realizado pelo  Instituto de Ensino e Pesquisa (Insper), em parceria com o Ministério da Saúde.

A solução da Cor.Sync é integrada por um dispositivo point of care capaz de entregar resultados de troponina com precisão laboratorial em menos de 10 minutos e uma plataforma de auxílio à decisão clínica. Em fase de testes de validação, a ideia da Cor.Sync é fornecer o dispositivo em comodato para os hospitais interessados com a cobrança de uma taxa mensal de assinatura e um consumível para cada teste. A meta da startup é estar presente em 1.000 hospitais do Brasil até 2023.

Próximos passos

Uma segunda edição do programa Conecta Startup Brasil já está nos planos do MCTI. O Ministério está trabalhando com os parceiros na nova etapa. Assim que for lançado o edital, ele será divulgado tanto no site do MCTI como no Startup Point, portal que reúne todas as iniciativas de apoio a startups do Governo Federal: https://www.gov.br/startuppoint/pt-br

InovAtiva Brasil prorroga as inscrições para seu novo ciclo de aceleração

O maior programa de aceleração da América Latina aceitará inscrições até o dia 25 de julho para a seleção de 360 negócios inovadores

As inscrições para o Ciclo 2021.2 do InovAtiva Brasil, maior programa de aceleração de startups da América Latina, foram prorrogadas. Até 25 de julho (domingo), startups e projetos de negócios inovadores poderão se inscrever para participar de um ciclo de aceleração online e gratuito, realizado de agosto a dezembro deste ano.

O programa tem o objetivo de capacitar empreendedores de todo o país e oferecer oportunidades de conexão, visibilidade e mentoria para as startups aceleradas O ciclo de aceleração está dividido em duas etapas: Aceleração e Conexão. Para a primeira etapa, serão selecionados até 360 projetos, que participarão de atividades de mentoria de negócios, capacitação empreendedora e do evento InovAtiva Day.

Entre as ações realizadas estão mentorias coletivas sobre temas como precificação, modelagem financeira e gestão de equipes; mentorias individuais de negócios; treinamento de pitch – como é chamada a apresentação de negócios das startups.

Finalizada a etapa de Aceleração, até 140 negócios seguem para a segunda fase, chamada de Conexão. Nela, os selecionados participarão de mentorias individuais especializadas para seus negócios – de acordo com necessidades mapeadas na etapa anterior – e terão a oportunidade de apresentar suas soluções para investidores e executivos de grandes empresas no InovAtiva Experience, evento de encerramento do ciclo.

“Estamos com inscrições abertas para até 360 projetos, totalizando 735 projetos apoiados pelo InovAtiva Brasil em 2021, um recorde na história do programa. Esse número traduz o esforço contínuo do InovAtiva Brasil para garantir que o país tenha reconhecimento como um dos principais ecossistemas de inovação no mundo”, diz Bruno Portela, Secretário Adjunto de Produtividade, Emprego e Competitividade do Ministério da Economia.

Podem se inscrever soluções inovadoras de base tecnológica, de qualquer área de atuação, que desenvolvam produtos ou serviços em estágio de validação, operação ou tração. É preciso ter ao menos um MVP (Produto Mínimo Viável), a versão simplificada do produto de uma startup. O resultado dos projetos selecionados será divulgado no site no dia 16 de agosto.

“Neste ciclo, vemos a consolidação de uma fase do programa, onde selecionamos mais Startups, realizamos mais ações de conexão e agregamos mais valor à rede Inovativa”, afirma o diretor técnico do Sebrae, Bruno Quick.