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F(x) participa do Fintouch

A fintech F(x) – leia-se FdeX –, que conecta empresas que buscam crédito a fontes de financiamento, participará do Fintouch, evento realizado pela Associação Brasileira de Fintechs, em parceria com o StartSe, que vai reunir as maiores startups do mercado financeiro. Durante a feira, a F(x) contará com um estande em conjunto com as empresas eGenius e BeeTech.

O evento, que é o primeiro da América Latina voltado para esse segmento, acontece no dia 15 de agosto, no Expo Center Norte, em São Paulo. Como público-alvo, o Fintouch busca atingir fintechs, bancos, corretoras, gestoras, seguradoras e outras empresas interessadas na área. O objetivo é realizar a maior conferência de fintechs, para que estas consigam se apresentar no mercado e trocarem ideias e experiências.

Além da novidade de participar como expositora da feira, a F(x) também está lançando em seu blog uma seção de notícias sobre o mercado de crédito. Chamado de Credit Leaks, os textos dão dicas de mercado para facilitar o dia a dia dos usuários e deixá-los ainda mais por dentro dos assuntos sobre crédito.

A fintech conta com mais de 100 alternativas de financiamento cadastradas pelos mais variados tipos de financiadores entre bancos médios, fundos de investimento, financeiras, cooperativas de crédito, entre outros. Através de tecnologia de matching e inteligência artificial desenvolvidos pelo time da plataforma, os algoritmos da F(x) não somente identificam as melhores combinações entre a necessidades de financiamento das empresas e os financiadores cadastrados, como também fazem sugestões para que as empresas aumentem suas chances de sucesso em uma captação.

Fintouch

Data: 15 de agosto de 2017
Horário: 9h às 20h
Local: Expo Center Norte – Rua José Bernardo Pinto, 333 – Vila Guilherme – São Paulo/SP
Mais informações: www.fintouch.com.br

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Plataforma digital une paciente e médico por geolocalização

O Brasil atualmente abriga cerca de 160 milhões de pessoas que não possuem convênio médico e dependem 100% da saúde pública. Este cenário tornou possível o nascimento da plataforma Vida Class, que está no mercado para unir o paciente e o médico por geolocalização.

Com a proposta de oferecer acesso a serviços de saúde a preços competitivos para essa população que não possui convênio médico, a Vida Class disponibiliza serviços das mais diversas especialidades, bem como exames de imagens e laboratoriais, sem que o usuário tenha que pagar qualquer mensalidade ou uma taxa de adesão. O cliente só paga uma taxa administrativa quando efetivamente adquirir uma consulta ou um procedimento.

Para Vitor Moura, CEO da startup, a criação da Vida Class também ajuda a diminuir as filas do Sistema Único de Saúde (SUS), onde a população chega a esperar até seis meses para agendar uma consulta ou exame. “Você passa de meses a anos para ser atendido e enquanto isso acontece, as doenças estão se agravando e esses brasileiros são esquecidos e morrem nas filas. Portanto, dar acesso rápido a um exame e uma consulta acelera diagnóstico”, alerta o CEO, dando ênfase ao impacto social que a Vida Class gera.

Por oferecer serviços médicos a preços acessíveis para o paciente, a Vida Class torna a saúde democrática, popular, no qual o indivíduo é cada vez mais empoderado e decisor de suas próprias escolhas. É uma relação win-win em que paciente e médicos são beneficiado pela velocidade no serviço, agendamentos em tempo real, diminuição da usual burocracia brasileira, antecipação de diagnóstico e facilidade no pagamento/recebimento.

A plataforma funciona pelo site ou por meio de um aplicativo. “O usuário realiza o cadastro de forma gratuita, e pode fazer a busca pelo serviço que precisar: consultas médicas ou exames à sua escolha e ainda com filtro por preço ou proximidade”, diz Vitor. São, ao todo, três diferentes serviços: agendamento de consultas, agendamento de exames e descontos em farmácias por intermédio do Vida Class Farma, (atualmente em mais de 22 mil farmácias em todo o país, com descontos de até 60% em 95% dos medicamentos comercializados no Brasil). Para este serviço, é necessário aderir a uma mensalidade de R$ 7,99, que tem como contrapartida um bônus mensal de R$ 8,00 nos celulares pré-pagos.

Com mais de 10 mil parceiros cadastrados, para consultas e exames, a expectativa da startup é aumentar para 50 mil o número de prestadores e 500 mil usuários cadastrados até o final de 2018. A Vida Class realiza todas as suas transações a partir do site (www.vidaclass.com.br/) ou pelo próprio aplicativo disponível gratuitamente na Apple Store e no Google Play. “A nossa ideia é fazer com que toda a população brasileira se beneficie de ótimos serviços, como os oferecidos em clínicas particulares, com o diferencial do preço acessível”, finaliza Vitor.

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MZiQ participa do maior evento de Fintechs do Brasil

O MZiQ, plataforma que revoluciona o dia-a-dia do mercado de capitais, tem presença garantida na primeira feira de Fintechs na América Latina – a Fintouch. Com um estande expositor, o time de inteligência do MZiQ mostrará os benefícios e facilidades que a plataforma agrega ao cotidiano dos analistas e mercado financeiro de um modo geral.

O MZiQ centraliza, em uma única plataforma tecnológica, as principais ferramentas que empresas e fundos necessitam para se comunicar e engajar investidores (em ações, cotas ou títulos de dívida). O MZiQ visa oferecer as informações mais relevantes para uma melhor tomada de decisão e criação de valor para a companhia e seus acionistas, para isso conta com ferramentas diferenciadas para interação com o investidores, gestão de contatos e base acionária e análise de mercado.

A Fintouch é primeira feira da América Latina totalmente voltada para o mundo das fintechs. A realização do evento é uma parceria da ABFintechs (Associação Brasileira de Fintechs) com a StartSe, maior ecossistema de startups do Brasil.

Fintouch – A maior conferência de fintechs para o mercado financeiro
Data: 15 de agosto de 2017
Horário: 9h às 20h
Local: Expo Center Norte – São Paulo

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Como uma startup de fundo de quintal se tornou uma das maiores empresas de marketing digital do País

Tudo começou no quartinho dos fundos da casa do avô de um dos quatros sócios. O ano era 2006. As dificuldades eram tremendas. Faltavam recursos tanto financeiros como tecnológicos. Assim foi o começo da All iN Marketing Cloud. Em uma época que as empresas em estágio inicial (start-ups) não tinham tanta visibilidade como hoje, os desafios eram tremendos.

“O início da All iN foi como o de qualquer startup no Brasil”, relata Victor Popper, um dos fundadores da empresa. “Não sobrava dinheiro para absolutamente nada e toda a receita era revertida para melhoria da plataforma”, conta. Popper e os outros fundadores da então startup – Kadu Pedreira, Cássio Callegaro e Michel Araújo – se viram na difícil missão de alavancar a ideia de criar uma plataforma robusta de disparo de e-mail marketing com as dificuldades que surgiam.

Popper conta que um dos grandes impeditivos na época era a alocação de recursos tecnológicos, como servidores, alocamento de dados, entre outros. “Não existia computação na nuvem, alto provisionamento, nem nenhuma tecnologia semelhante. Então o custo de qualquer expansão de ambiente era muito alto”, relata o empreendedor.

Além disso, o trabalho de divulgação do negócio da empresa foi árduo. Eram somente os quatro sócios. Não havia recursos para investimento em marketing ou qualquer outra forma de propagar a empresa na internet. “O investimento em marketing era praticamente nulo, então o boca-a-boca foi fundamental para o nosso crescimento”, diz Popper.

A proposta da All iN enquanto modelo de negócio também era algo relativamente novo – e até mesmo desconhecido – para as empresas à época. Havia portanto a barreira inicial de explicar o conceito para o mercado. “Quando a All iN começou, o conceito de marketing de relacionamento digital era uma realidade muito distante dos dias atuais”, relata Popper. “A principal preocupação dos nossos clientes na época era o disparo de e-mail marketing para o maior número de pessoas e uma boa taxa de abertura”, conta.

Mesmo com toda a dificuldade inicial, a All iN conseguiu amealhar no seu primeiro ano de atuação 40 clientes, o que gerou uma receita para que a empresa pudesse realizar investimentos necessários para incrementar a sua plataforma. “A All iN sempre sonhou grande”, relembra o fundador. “Iniciamos com um modelo de plataforma tradicional de e-mail marketing que em pouco tempo se transformou em uma ferramenta totalmente disruptiva”, afirma.

Um dos principais ganhos em termos de clientes que a All iN conseguiu conquistar no começo de sua história foi o atendimento do Hotel Urbano, agência digital de viagens. “Lembro que o Hotel Urbano, um dos nossos primeiros clientes, tinha uma base muito pequena”, rememora. “A empresa era composta apenas pelos seus fundadores e hoje veja o tamanho que é [o Hotel Urbano]”, aponta Popper.

Com o passar do tempo, a All iN foi evoluindo e tornando a sua plataforma verdadeiramente robusta. Novos clientes passaram a fazer da sua carteira – entre elas, grandes empresa. Foi nesse momento que os seus fundadores perceberam que a empresa já não poderia mais ser considerada uma empresa em estágio inicial. “Quando uma grande empresa confia em você para um serviço realmente critico você começa a deixar o status de startup”, conta Popper.

O momento de ápice e reconhecimento da All iN enquanto empresa aconteceu em 2013. A Locaweb, empresa líder em serviços de internet no Brasil, anuncia a aquisição de 100% do capital da companhia. Com isso, a All iN passou a utilizar a infraestrutura da Locaweb. Em contrapartida, toda a expertise de e-mail marketing adquirida pela All iN passou a fazer parte da estratégia de crescimento da Locaweb nesse segmento.

A All iN já contava com grandes clientes na sua carteira, como Sephora, FNAC, Ponto Frio, Extra, Casas Bahia, Buscapé, Hotel Urbano, Ricardo Eletro, BrandsClub, Leader, Centauro, Marisa, Giuliana Flores, entre outros. Já era uma referência em plataforma de e-mail marketing para grandes clientes. Mas a evolução da empresa não parava por aí.

Em 2016, All iN reformulou a sua marca e o seu posicionamento. O que antes era e-mail marketing de relacionamento passou a ser marketing cloud. O marketing cloud é um conceito novo no mercado brasileiro. Com ele, os lojistas conseguem acompanhar a jornada de vida dos consumidores, impactando-os com um relacionamento personalizado, independentemente do canal. Para isso, a nova plataforma passou a oferecer recursos integrados de e-mail, social, mobile, web e métricas.

“A nossa trajetória sempre foi pautada pela evolução conjunta com o nosso cliente e o mercado. Hoje, já não basta apenas conhecer o comportamento do usuário. É preciso ir além e oferecer uma experiência única. Não somos mais uma ferramenta de e-mail marketing, mas sim uma plataforma de relacionamento”, afirmou à época Popper.

Após dez anos da sua criação, o que antes era uma startup criada por quatro pessoas no quarto dos fundos da casa do avô de um deles, virou uma das maiores empresas de marketing digital do País. De quatro sócios passou a contar com 60 funcionários. Se no começo, contava com apenas 40 clientes, hoje possui 1.200. De um quartinho, hoje sua sede é o prédio da Locaweb, com 55 mil metros quadrados.

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Inscrições para iniciativa Startups Connected são prorrogadas até dia 18 de agosto

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As ferramentas de agricultura digital estão cada vez mais presentes no campo para atender as expectativas dos agricultores em relação ao aumento da produtividade e práticas sustentáveis. Pensando nisso, a Câmara Brasil-Alemanha, em parceria com a Bayer, prorroga as inscrições até 18 de agosto para a 2ª edição do Startups Connected. Neste ano, o desafio proposto pela companhia é a redução de perdas de produtividade relacionadas a pragas e doenças e fomentar o desenvolvimento de soluções na área de agricultura digital.

Na busca por alternativas para aumentar a eficiência da proteção de cultivos podem participar startups estabelecidas no Brasil ou na Alemanha que apresentem ideias inovadoras, alinhadas com o dia a dia do produtor rural, incluindo plataformas com uma interface simples e acessível via mobile.

Segundo Hiran Zani, gerente de inovação em digital farming da Bayer, a empresa busca por meio de tecnologias digitais proteger e elevar o potencial produtivo nas lavouras. “As ferramentas de agricultura digital permitirão num futuro próximo melhorar a produtividade aliada à sustentabilidade, com foco na eficiência da aplicação dos produtos nas lavouras. Justamente por isso é importante estarmos sempre antenados às principais tendências do mercado de tecnologia, e iniciativas como esta nos permitem fomentar novas ideias no setor”, disse.

“Os ganhadores poderão se apresentar no Congresso Brasil-Alemanha de Inovação, receberão um diagnóstico e acompanhamento ao longo de três meses e terão a possibilidade de receber investimento do BMG UpTech em troca de participação minoritária. Os projetos vencedores serão ainda elegíveis ao Prêmio Ideias4Action, do Banco Mundial. Esse suporte e visibilidade podem ser fundamentais para a maturação de empresas nesta fase de evolução”, ressalta Camila Navarro, IT Digital & Innovation Manager da Bayer. Os selecionados poderão também se aproximar das empresas patrocinadoras e terão apoio na revisão de seu modelo de negócio e na criação de um plano de trabalho.

Os interessados podem se inscrever pelo site http://www.startupsconnected.com.br/categorias/agricultura-digital/ até o dia 18 de agosto de 2017.

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Missão leva startups do Brasil para roadshow com 150 investidores chineses

Uma missão organizada pela CBIPA (China Brasil Internet Promotion Agency) levará, em setembro, um grupo de 26 empresários brasileiros para apresentar seus modelos de negócio e perspectivas de expansão a mais de 150 investidores chineses, para o evento “2017 Brazil Roadshow: Beijing”. O encontro acontecerá ao mesmo tempo em que chefes de Estado se reunirão na cidade de Xiamen, durante a 9ª cúpula dos BRICS.

Desde 2008, a China é o maior parceiro comercial do Brasil e, nos últimos três anos, o capital chinês já presente em projetos de infraestrutura e commodities, passou a ter presença também entre as empresas locais de internet, como demonstram os casos do Peixe Urbano, adquirido pelo Baidu, e a 99, que recebeu US$ 200 milhões do player chinês Didi, em parceria com o Softbank. Segundo a consultoria inglesa Dialogic, até abril de 2017, o capital chinês foi responsável por 52% de todo o investimento estrangeiro feito no Brasil em projetos de compra e fusão de empresa (M&A)

De acordo com o presidente da CBIPA e CEO do Baidu no Brasil, Yan Di, parte dos investidores em Beijing já tem conhecimento prévio do cenário digital brasileiro. Em maio, o 30 investidores e empresários de tecnologia da China, cujos ativos somam US$ 190 bilhões, participaram do Chinnovation 2017, em São Paulo.

“Além de recursos financeiros, fundos chineses podem oferecer expertise e transferência de tecnologia, já que o país asiático vive um boom criativo e a ascensão modelos de negócios inovadores e validados em um mercado com 700 milhões de usuários de internet”, afirma Yan Di. Maior mercado digital do mundo, a China é também a maior fonte de venture funding global, com US$ 100 bilhões captados para aplicar em startups.

O CEO da CBIPA, In Hsieh, apresentará durante o roadshow o venture builder Marco Polo, programa de aceleração que replicará, no Brasil, modelos de negócio na China. “Vamos investir em startups brasileiras que trarão, aos consumidores locais, projetos inovadores e já validados na economia digital chinesa”, diz Hsieh.

Entre as empresas nacionais que se apresentarão na China, estão nomes brilhantes da economia digital brasileira, como a plataforma de frete Truckpad, o serviço de contratação de profissionais Parafuzo, o meio de pagamento BestPay, a startup Delivery Center e a Indigo, empresa global de soluções para estacionamentos. Somadas, o valor de mercado das empresas nacionais supera um bilhão de dólares.

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O que é preciso saber sobre contratos societários em startups

Apesar da crise, o ecossistema brasileiro de startups cresce a todo vapor. Segundo dados da levantados pela ABS (Associação Brasileira de Startups), até o final de 2015, o número de empresas em desenvolvimento chegava a 4.151, contabilizando crescimento de 18,6% num período de seis meses. Porém, nem todas se estabilizam. Um estudo realizado pela aceleradora Startup Farm aponta que 74% das startups brasileiras fecham após cinco anos de existência e 18% delas antes mesmo de completar dois anos. Segundo o advogado Rodrigo Valverde, sócio do Schroeder&Valverde, um dos motivos que levam ao fechamento são os conflitos entre os sócios e a desvalorização no mercado.

Algumas medidas, como a discussão e revisão do contrato social, podem ser tomadas entre os fundadores e sócios para garantir a estabilidade da empresa. Abaixo, o especialista listou as dúvidas recorrentes sobre contratos societários e o que eles devem conter para que parte dos problemas sejam previstos em startups. Confira:

– Dedicação dos fundadores e executivos

É preciso estar bem claro no contrato se os fundadores e diretores serão exclusivos ou se trabalharão meio-período até que a empresa atinja um nível capaz de pagar uma remuneração adequada a eles. O desalinhamento de expectativas entre o tempo e disponibilidade que cada sócio vai dedicar ao negócio costuma ser fonte de discussões e problemas.

– Cláusula non-compete

Um ponto importante é deixar claro se após ou durante o término da relação societária/contratual, o sócio poderá atuar no mesmo segmento da empresa criada.

– Cláusula non-solicitation

Aqui fica claro se o fundador poderá convidar pessoas do time para trabalhar em outros projetos, durante ou após o término da relação societária/contratual.

– Afastamento do fundador

Independentemente do motivo, as consequências para esta hipótese precisam estar bem detalhadas. Na maioria das vezes, existe a compra da participação societária, mas não ficam definidos o critério para avaliação da empresa – e da participação do sócio que se retira. Parte dos critérios utilizados em negociações recorrentes, como múltiplo de Ebitda, ou valor patrimonial ou valor contábil, não se aplicam a startups. Também por isso é importante que a discussão sobre a forma de avaliar a participação dos sócios deve ser o mais simples e objetiva possível. O critério também deve ser escolhido antes da briga ou da saída do sócio, nunca no calor da emoção do momento.

– Saída e entrada de sócios

Os critérios para considerar a entrada de um novo sócio, que pode ser fundamental para o negócio, e também para decidir a saída de alguém que não esteja mais alinhado com o projeto, são pontos que devem constar nos contratos societários.

– Aporte de capital

Qual será a forma de diluição e recomposição de participação societária, a partir da entrada de recursos na companhia e das entregas feitas pelos executivos e fundadores.

– Diluição de fundadores por executivos

Na empresa, se existe intenção de premiar ou recompensar executivos com um programa de compra de ações e engaja-los no projeto, deve estar claro quais as medidas, percentual e critérios para a concessão deste benefício.

Rodrigo Valverde é advogado com mais de 11 anos de experiência no setor.

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InstaCarro inaugura escritório em São Paulo, expande atuação no Brasil e espera crescer 200% até o fim de 2017

Criada no fim de 2015, a InstaCarro destacou-se rapidamente no mercado por executar uma ideia simples e inovadora: o “leilão virtual”, que possibilita negócios rápidos, seguros, transparentes e com os melhores preços de lojas e concessionárias para quem deseja vender um carro. A startup, que fechou 2016 com faturamento de R$ 100 milhões, já conta com 9 pontos de inspeção na Grande São Paulo e, a partir de 1º de julho, três novas unidades estarão disponíveis na capital carioca, localizadas nos estacionamentos da Casa & Gourmet Shopping, Norte Shopping e Via Parque.

Segundo Diego Fischer, CEO da InstaCarro, a previsão para o segundo semestre de 2017 é lançar outras unidades na região Sudeste. “O intuito é colocar em prática um agressivo plano de expansão, principalmente no Rio de Janeiro, em que se concentra uma vasta frota de veículos de segunda mão. Também estamos expandindo com parceiros estratégicos, montadoras, locadoras e bancos, que enxergam a InstaCarro como uma poderosa ferramenta de vendas. Com esses planos em mente, a expectativa é fechar 2017 com um faturamento de R$ 300 milhões”, completa Diego.

Nova sede em São Paulo

Por conta do crescimento, o escritório-sede da empresa deixa o endereço da Rua Dr. Alceu de Campos Rodrigues – que permanece como ponto de inspeção – e passa para um espaço maior, com 400 m² e capacidade para cerca de 150 funcionários, localizado na Avenida Doutor Cardoso de Melo, no Itaim Bibi, onde permanecem os departamentos administrativo, marketing, novos negócios, financeiro e RH.

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Nielsen adquire a vBrand, startup de marketing esportivo acionado por inteligência artificial

Nielsen (NYSE: NLSN) anunciou hoje que adquiriu a vBrand, startup de tecnologia sediada em Israel que desenvolveu uma plataforma acionada por aprendizado de máquina (machine learning) para medir a exposição e o impacto de marcas em programação esportiva. A vBrand e sua tecnologia irão se integrar inteiramente à Nielsen Sports, trazendo maior velocidade e escala de distribuição aos principais produtos esportivos da empresa atualmente, o Sport24 e o Social24. Os termos financeiros da transação não foram divulgados.

A aquisição da tecnologia avançada da vBrand energiza os recursos de medição e as metodologias de patrocínios, já líderes do setor, da Nielsen Sports, considerados entre os mais robustos em esportes. O aprendizado de máquina da vBrand irá acelerar significativamente a velocidade com que as tecnologias de reconhecimento de logo e monitoramento da mídia da Nielsen Sports localizam e calculam as posições das marcas na tela. Especificamente, a tecnologia vBrand pode possibilitar às marcas e detentores de direitos monitorar e rastrear a visibilidade de patrocínios durante horas de um evento e fazer ajustes de sinalização digital e campanhas sociais durante um torneio, fim de semana de competições ou uma temporada.

O marketing esportivo é crescentemente importante para as marcas que querem atingir consumidores em um mercado competitivo e fragmentado. Com os torcedores se sintonizando com confiança para acompanhar os campeonatos, times e atletas favoritos, os dispêndios em patrocínio de esportes e entretenimento globais devem exceder $ 60 bilhões apenas em 2017. As principais soluções de marketing da Nielsen Sports já medem milhões de horas de conteúdo por ano, ajudando a fornecer analítica e percepções a mais de 1.700 dos principais detentores de direitos, marcas, agências e emissoras de rádio e TV.

“Essa é uma aquisição estimulante, que demonstra nossa contínua ambição e compromisso com nossos clientes na área de esportes”, disse o presidente da Nielsen Entertainment, Howard Appelbaum. “A integração da tecnologia da vBrand ao atual processo da Nielsen Sports de avaliação de patrocínios irá expandir ainda mais a escala de programação e eventos que ela cobre em todo o mundo. E irá também fornecer informações sobre a exposição em tempo hábil, habilitando os clientes a tomar decisões mais inteligentes e mais rapidamente sobre investimentos em patrocínios. Os dados e medidas da Nielsen Sports da exposição das marcas são considerados moedas no mercado global dos esportes. Estamos muito satisfeitos por poder fortalecer isso ain da mais com essa aquisição”.

“A aquisição da vBrand pela Nielsen é uma grande oportunidade para continuar nossa jornada e levar nossa oferta para o próximo nível”, disse o CEO da vBrand, Yael Dor. “Estamos confiantes de que nossa tecnologia de vanguarda, combinada com a plataforma da Nielsen, irá ampliar sua posição de liderança no mercado, ao fornecer aos profissionais de marketing esportivo transparência e clareza sobre investimentos em patrocínio”.

“Estamos muito estimulados por nos tornamos parte da Nielsen e por capacitar seus negócios de analítica de esportes com nossa tecnologia única de analítica de vídeo e aprendizagem profunda”, acrescentou o cofundador e CTO da vBrand, Tamir Rubinsky.

A aquisição da Nielsen é a última etapa importante no relacionamento já bem estabelecido entre as duas empresas, porque a vBrand, sediada em Tel Aviv, é uma graduada da Nielsen Innovate — incubadora de tecnologia em estágio inicial da Nielsen, licenciada pela Innovation Authority de Israel (anteriormente conhecida como Office of the Chief Scientist of Israel).

“Usando um método um pouco diferente de muitas incubadoras, a Nielsen Innovate funciona como mentora e orienta as empresas que apoia, além de fornecer um investimento com o objetivo de ajudar startups em estágio inicial a se tornarem empresas globais bem-sucedidas e escaláveis”, disse o CEO da Nielsen Innovate, Dov Yarkoni.

Desde sua fundação em 2013, a Nielsen Innovate financiou 18 novas empresas, muitas das quais já fizeram o projeto-piloto ou venderam suas soluções a alguns dos maiores clientes da Nielsen nos EUA, Europa e China.

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A tecnologia por meio da biometria facial

Por José Soares Guerrero

Uma câmera de celular, tablet ou notebook e um software. Isso é o suficiente para a utilização da biometria facial, uma nova tecnologia que tem se tornado tendência na identificação de pessoas em diversos setores. Segundo o Biometrics Research Group, principal fonte de notícias, análises e pesquisas sobre o setor de biometria global, em 2012, 25% do mercado de biometria era focado em reconhecimento facial e de voz. Em 2015, esse número subiu para 33%.

Para contextualizar, a biometria facial pode ser utilizada em qualquer segmento onde seja necessário a identificação, ou seja, bancos em processos de autenticação, sistemas de saúde e laboratórios para reconhecer o cliente, qualquer empresa que necessite identificar o funcionário (controle de acesso e controle de ponto), aeroportos e empresas aéreas, segurança pública, no setor varejista que necessita saber quem é o cliente para fidelizá-lo, entre outros.

Antigamente, essa tecnologia era vista como algo “muito inovador” e as empresas ficavam bem reticentes, principalmente porque era algo visto em filmes e não no dia a dia. Com o passar dos anos, a biometria se tornou uma ferramenta conhecida mundialmente e a resistência a ela diminuiu muito. Costumamos falar que biometria facial já não faz mais parte do futuro, mas sim do presente.

Além disso, o que vemos hoje é que o número de pessoas usando smartphones tem aumentado progressivamente e a biometria facial se encaixa perfeitamente como uma solução mobile de fácil utilização para as organizações. As vantagens dessa tecnologia são inúmeras.

Primeiramente, podemos destacar a comodidade para quem usa, já que basta ter uma câmera simples, como a de um celular ou webcam, sem que a empresa precise investir em nenhuma aparelhagem específica, o que aumentaria os custos financeiros da implementação desse tipo de tecnologia. Além disso, é um processo difícil de falsificar já que conseguimos detectar o liveness, ou seja, se a face que está fazendo a autenticação é uma foto ou não.

Como o conjunto de medições do rosto é único para cada pessoa, outro benefício é a precisão do reconhecimento facial que é sempre muito alta, podendo chegar muito perto dos 100% em alguns softwares disponíveis no mercado. É tão incrível e surpreendente que alguns sistemas conseguem diferenciar até mesmo gêmeos idênticos.

Por fim, afirmo que a biometria facial é uma forte aliada em todos os processos de identificação e autenticação de pessoas. O que falta são as empresas conhecerem um pouco mais sobre os benefícios dessa tecnologia e implementá-la em seus negócios. Tenho certeza que todos irão se surpreender com a precisão do reconhecimento de dados. E aí vai ficar fora dessa?

José Soares Guerrero é um dos fundadores da FullFace, Startup brasileira que criou um sistema de reconhecimento facial que facilmente se integra a hardwares e softwares facilitando processos de autenticação biométrica facial web e mobile.

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Vencedores do Hackathon John Deere realizam tour de tecnologia e inovação nos EUA

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A equipe Plant Right, vencedora do 1º Hackathon John Deere, visitou as instalações do centro de desenvolvimento tecnológico da empresa em Urbandale, nos Estados Unidos. Durante uma semana repleta de atividades com profissionais do Intelligent Solutions Group (ISG), Felipe Fregulhia (Desenvolvedor), Glenn William Barbosa (professor de informática aplicada à agronomia), Luis Moreno (Desenvolvedor Frontend) e Ramon Pereira (Desenvolvedor Backend) tiveram a oportunidade de interagir com o que há de mais moderno em agricultura de precisão e conhecer de perto o futuro das tecnologias agrícolas.

O propósito do tour foi compartilhar conhecimento ao apresentar a importância da alta tecnologia, engenharia e ciência aplicadas na produção de alimentos – um dos maiores desafios da humanidade hoje e daqui em diante. A viagem teve início em Moline, Illinois, no John Deere Pavillion, centro turístico que conta toda a história da companhia, do primeiro arado auto-limpante ao trator autônomo, e depois na sede mundial da empresa, cuja arquitetura é uma das mais premiadas nos Estados Unidos. “Nós falamos tanto em inovação, e foi isso o que John Deere conseguiu lá atrás, há 180 anos: inovar, mudar o rumo das coisas. Brincamos na viagem que o ferreiro John Deere abriu uma startup já no século 19”, conta Ramon Pereira.

O grupo teve também a oportunidade de visitar o campo de provas da empresa. E literalmente colocar as mãos na máquina. “Foi uma experiência incrível de andar dentro de uma colheitadeira e ter uma pequena aula técnica do funcionamento dos displays, sensores etc. Tivemos a oportunidade de participar de uma mesa de discussão com engenheiros, técnicos e desenvolvedores. Para completar, no centro de desenvolvimento tecnológico, foi sensacional conhecer mais sobre linguagens de programação, recursos de hardwares e softwares, procedimentos de testes, entre outras coisas”, diz Ramon.

Inovação que vem do campo

Já em Urbandale, sede do ISG, o time Plant Right participou de workshops, visitou o Lab Tech, testou simuladores e aprendeu detalhes das carreiras em tecnologias agrícolas diretamente com os profissionais da área. Para Felipe Fregulhia, o destaque foi conferir como desenvolver um ambiente propício à inovação em setores nos quais boa parte das pessoas dos centros urbanos nem imaginam. “A cultura de uma companhia ajuda a tecnologia a brotar. Vimos pessoas com vontade de se atualizarem, para suprir as necessidades, os desafios. É preciso vivenciar o campo para entender”, diz.

Para Jerry Roell, diretor do ISG, os investimentos e estrutura que os visitantes puderam conferir são uma demonstração de como a John Deere já atua dentro das revoluções tecnológicas. Conforme explica o diretor, agricultura de precisão e gestão avançada de dados em equipamentos, bem como a utilização do big data na tomada de decisão, são realidades que fazem com que os agricultores venham atingindo safras recordes de produção ano a ano. “A tecnologia faz parte da vida das pessoas e, em breve, teremos uma explosão da mobilidade e conexão remota em tempo real. Vamos da internet das coisas para a internet em todas as coisas”, completa.

O campo high tech

Seja nos EUA ou no Brasil, o campo se torna cada vez mais high tech. Para o produtor, não basta mais ter máquinas eficientes e fáceis de utilizar, mas sim contar com equipamentos inteligentes, capazes de executar análise de dados e tomadas de decisões em questão de segundos, com alta capacidade de conectividade e interação.

Este conceito de produção rural tecnológica a equipe Plant Right pode vivenciar na fazenda Cinnamon Ridge, em Donohue, Iowa. O local dispõe de tecnologia inserida em diversas atividades agropecuárias, como gado leiteiro, de corte, suínos e aves, além dos cultivos de soja e milho.

O campuseiro Luis Moreno afirma que a imersão no mundo agro foi fundamental para conhecer melhor o tamanho das possibilidades aos profissionais de tecnologia. “Ainda há muito que melhorar. Tecnologia não é o problema, e sim a solução. Precisamos conhecer os verdadeiros problemas das fazendas, em especial as brasileiras, para que possamos propor soluções tecnológicas cada vez mais eficientes. A maioria dos eventos que participo falam de smart cities e eu nunca vi o tema smart farms em eventos de tecnologia. A John Deere introduziu isso muito bem na Campus Party, e existem mais oportunidades de mais eventos com esta temática”, avalia.

O campo na Campus Party

Com uma proposta ousada – discutir o papel das tecnologias para atender a crescente demanda global por alimentos –, a John Deere foi a primeira empresa do setor agrícola a participar da Campus Party, uma das maiores feiras do mundo em ciência, inovação, tecnologia e entretenimento. O evento aconteceu de 31 de janeiro a 5 de fevereiro, no Pavilhão do Anhembi, em São Paulo.

De acordo com Alfredo Miguel Neto, diretor de Assuntos Corporativos para América Latina da John Deere, “não podemos mais ter divisões entre campo e cidade. O que temos que fazer é promover oportunidades de unir o potencial agrícola do Brasil com as tecnologias digitais e com a criatividade dos brasileiros. Ao instigarmos as mentes criativas dos participantes do Hackathon, certamente estamos abrindo novos caminhos e contribuindo para fortalecer o País como fornecedor global de alimentos”, explica.

Principal ação da empresa na Campus, o Hackathon John Deere tinha o desafio de conectar o homem do campo com a tecnologia da empresa. Ao todo, foram mais de 450 participantes pré-inscritos e 121 efetivos. No fim, foram apresentados 19 projetos. O time Plant Right propôs e desenvolveu um aplicativo para auxiliar o agricultor na correta de tomada de decisões na etapa crucial do desenvolvimento de uma produção agrícola: o plantio.

Além do tour oferecido para o grupo Plant Right, as outras quatro equipes finalistas do Hackathon conheceram, em junho, o Centro de Agricultura de Precisão e Inovação, em Campinas (SP) e visitaram uma fazenda em Cesário Lange (SP).

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3º Desafio Pfizer vai premiar jovens empresas de tecnologia e inventores

Já estão abertas as inscrições para o 3º Desafio Pfizer, um prêmio criado para valorizar jovens empresas de tecnologia (startups) e inventores responsáveis por soluções digitais e produtos inovadores que facilitem a prática médica e a busca por saúde e bem-estar. A premiação é promovida pela Pfizer, com apoio da Innovster. Por meio de uma parceria com a Associação Nacional dos Inventores (ANI), as soluções vencedoras ganharão um registro de patente.

Os vencedores participarão de um programa de mentoria de três meses com executivos brasileiros e estrangeiros da Pfizer. Além disso, também poderão escolher três áreas nas quais desejam receber mentoria da Innovster. “A Pfizer, que investe fortemente em pesquisa e desenvolvimento de opções terapêuticas inovadoras, está convencida da importância de impulsionar o desenvolvimento de soluções originais e de alta tecnologia que ajudem a enfrentar os desafios da sociedade contemporânea na área de saúde”, afirma o diretor comercial da companhia, Vagner Pin.

Intitulada “A Revolução Cibernética da Saúde”, a terceira edição do Desafio Pfizer traz algumas novidades. Neste ano, poderão concorrer startups em criação, startups em expansão e inventores. Estão contempladas na primeira categoria empresas em processo de estruturação, que estão em busca de seus primeiros clientes. A segunda é destinada a empresas consolidadas, que desejam aprimorar seus produtos. Já a última engloba criativos que não têm empresa, mas sim um produto, um novo conceito ou um processo com potencial de melhorar a saúde.

Os inscritos serão selecionados por uma banca formada por executivos da Pfizer e da Innovster, além de convidados relevantes para o setor de saúde e investimentos. No dia 7 de novembro, os três finalistas de cada categoria deverão participar do Pfizer Innovation Day, uma tarde de negócios com investidores, executivos da Pfizer e profissionais importantes do mercado de saúde. Nesta ocasião, serão anunciados os vencedores.

Os interessados poderão se inscrever por meio do portal www.desafiopfizer.com.br. A página traz, ainda, as perguntas mais frequentes relacionadas ao prêmio, o cronograma da premiação e depoimentos dos vencedores das edições anteriores.

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