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ABStartups participa da Campus Party 2017 e discute políticas públicas

A Associação Brasileira de Startups, entidade que representa e promove o ecossistema de startups no país, participa do talk “Fomentando o ecossistema brasileiro de inovação”, na 10ª edição da Campus Party Brasil, um dos maiores eventos de tecnologia e inovação do país. A palestra acontece no palco “Startup & Makers”, nesta quinta-feira (2), às 17h15.

A associação será representada por Thiago Melo, Community Manager da ABStartups. Formado em administração, Thiago esteve, nos últimos anos, à frente de projetos de alto impacto, como empreendedorismo para jovens universitários e a criação de uma rede de desenvolvedores para fomentar o aprendizado de novas tecnologias. Também participa da atividade Tony Celestino, diretor da Techstars no Brasil; Rodrigo Afonso, diretor executivo da ONG Ação da Cidadania e Luis Felipe Baptista Luz, fundador do Baptista Luz Advogados, especializado em direito societário, fusões e aquisições e direito tributário.

O objetivo da palestra é entender como as políticas públicas e o fomento à cultura de inovação podem beneficiar o ecossistema de empreendedorismo no país, transformando o Brasil em uma potência mundial no ramo de startups. Mais informações sobre a palestra podem ser acessadas neste link. Todas as atividades do palco Startup & Makers são abertas ao público.

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FOXBIT participa de palestra sobre o que é Bitcoin na Campus Party Brasil

A FOXBIT, maior corretora de bitcoins do Brasil, participa do painel “Bitcoin e Blockchain – O que é Bitcoin?”, na 10ª edição da Campus Party Brasil, um dos maiores eventos de tecnologia e inovação do país. A palestra acontece no espaço Campuseiro Curador II, nessa sexta-feira (03), às 11h.

A FOXBIT será representada por João Paulo Oliveira, CBO (Chief Blockchain Officer) da startup, que terá como objetivo falar sobre o que é a criptomoeda, que reproduz em pagamentos eletrônicos a eficiência e baixo custo dos pagamentos com cédulas. Além disso, abordará também como funciona e qual o futuro deste sistema de pagamento, que possibilita que as pessoas continuem a realizar transações financeiras e investimentos de forma segura.

Além da discussão, a FOXBIT também possui um stand interativo que funcionará nos dias 02 e 03 de fevereiro, das 10h às 20h, entregando brindes aos participantes. Durante todo o evento, o CEO da startup João Canhada, também estará presente para tirar dúvidas, explicar o que são os bitcoins e como funciona a empresa. Mais informações sobre a palestra podem ser acessadas aqui.

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Open Innovation Week reúne 150 startups e 100 grandes empresas

O principal evento de empreendedorismo e inovação aberta entre startups e grandes empresas, a Open Innovation Week, vai reunir no mesmo ambiente empreendedores, executivos e pesquisadores da comunidade científica, com o intuito de engajar e propor novas práticas e metodologias de modelos de negócios para a inovação.

Com o tema central “Novos modelos de negócios para inovação”, a 9ª edição da Open Innovation Week acontece entre os dias 21 e 22 de fevereiro, em São Paulo, e mostrará ao ecossistema a importância da inserção de empresas de base científica e tecnológica, em conjunto com as digitais, para a colaboração aberta com companhias de diferentes setores da indústria.

Neste ano, foram selecionadas mais de 150 startups e 100 grandes empresas, entre elas: IBM, 3M, Accenture, HP, Microsoft, Cemig, Atlas Schindler, Johnson&Johnson, Grupo Algar, AES Brasil, Votorantim, Whirpool, BRF, Roche, Senai, Catho, Natura e Grupo Oncoclínicas. Com isso, a Oiweek se consolida como o principal palco mundial de conexão e geração de negócios de inovação aberta entre pequenas e grandes companhias.

“Em 2016, a 8ª Oiweek proporcionou mais de 1.000 reuniões entre as top startups e as grandes empresas. De lá, mais de 100 contratos e parcerias foram firmadas. Por isso, nosso objetivo principal é mostrar que é possível conectar modelos e portes de negócios tão distintos para gerarem negócios que impactam diretamente em diversas áreas da sociedade, como saúde e bem-estar, educação, energia, finanças, construção e cidades inovadoras”, explica Bruno Rondani, Cofundador da Open Innovation Week.

Isabela Botelho, Cofundadora da Pin People, plataforma de recrutamento e seleção de pessoas, conta que durante os dois dias da 8ª Oiweek conversou com pelo menos 20 grandes empresas. ”Provavelmente demoraríamos um ano para ter acesso aos executivos dessas companhias, se não estivéssemos neste evento”. A empreendedora afirma que quase dez projetos pilotos devem surgir dessas reuniões.

Participante das 7ª e 8ª edições da Oiweek, a Lean Survey liderou a lista das startups mais inovadoras de 2016. Criado em 2014 pelos empreendedores Alessandro Andrade e Fernando Salarori, o aplicativo permite que empresas utilizem a tecnologia mobile e o crowdsourcing para realizarem pesquisas de mercado presenciais. Entre as companhias que já contrataram a Lean Survey estão a Dell e a Ambev. ”É um orgulho fazer parte de um movimento que conecta grandes empresas e startups criando juntas o futuro do nosso país”, afirma Andrade.

Movimento 100 Open Startups

Durante a 9ª edição da Oiweek ocorre a etapa final do movimento que chega com recorde de avaliações. No último semestre, mais 2.100 avaliadores representaram 317 grandes empresas que classificaram online (4.356 avaliações) e presencialmente (2.287 avaliações) cerca de 2.700 projetos de startups. As etapas incluíram reuniões e demo days em diversas cidades do Brasil –Campinas, Curitiba, Rio de Janeiro, São José dos Campos, Recife, Porto Alegre, São Paulo, Florianópolis e Belo Horizonte– e do exterior – Bangalore (Índia) e Pittsburgh (Estados Unidos). As 150 startups selecionadas para o evento passarão por novas reuniões, avaliações e pitches com investidores e executivos. As que tiverem melhor desempenho na Open Innovation Week irão compor o ranking do Movimento 100 Open Startups 2017.

O evento também receberá a 5ª edição do Encontro Acadêmico em Inovação Colaborativa, que reúne pesquisadores, professores doutores e doutorandos que estudam empreendedorismo corporativo e redes de inovação. Os participantes poderão conhecer o “Observatório de Startups”, iniciativa que compila e disponibiliza dados sobre inovação e empreendedorismo para fins acadêmicos e fazer uma “visita guiada” à metodologia de categorização/classificação de startups.

“Com o amadurecimento da adoção de práticas de inovação aberta no país e o processo de transformação digital, as últimas edições do evento incluíram na pauta a conexão com startups digitais. Em 2017, com a consolidação do Movimento 100 Open Startups, a Oiweek tem como foco trazer de volta a geração de negócios e parcerias entre grandes e médias empresas, comunidade científica, startups digitais e empresas de base tecnológica”, diz Rondani.

Serviço: 9ª edição da Open Innovation Week

Dias: 21 e 22 de fevereiro – das 8:00 às 19:00
Local: Centro de Convenções Rebouças: Av. Rebouças, 600 – São Paulo

Saiba mais: www.oiweek.com.br/2017/

Conheça o Movimento “100 Open Startups”: http://www.openstartups.org.br/

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Start You Up se une a empresários capixabas e lança o AGROFIP

Encontrar soluções inovadoras para o agronegócio em Logística, Gestão, IOT, Big Data, Biotech, Água, Carbono e Sustentabilidade por meio da conexão de empreendedores a investidores do setor. Esse é o propósito do AGROFIP , um veículo de investimento formado pela Start You Up, aceleradora global de startups e um grupo de empresários capixabas.

Com a iniciativa, objetivo é investir até R$ 25 milhões durante os próximos cinco anos. Segundo Tiago Sarlo, diretor da Start You Up, existem vários setores interessantes para investimento quando se pensa em startups, mas o de agro tem ingredientes únicos que podem ajudar o Brasil se tornar referência mundial em agtech.

“O Brasil é um país de dimensões continentais, tem grandes centros de pesquisa e desenvolvimento ligados a instituições acadêmicas que precisam de investimento para ganhar escala global e colocar o Brasil no mapa da inovação. São negócios como estes, com uma clara vantagem competitiva e um time empreendedor de alto nível que buscamos. Por isso, temos todo o potencial para decolarmos com o agronegócio digital”, comenta Riegert.

Os criadores do AGROFIP têm como certo que a chegada de mais inovação ao campo é de extrema importância para a continuidade da evolução do setor e que esse desenvolvimento que chamará a atenção para mais investimentos.

O plano é investir até 10% do valor em ao menos 10 startups esse ano, sendo via aportes que podem variar entre R$ 250 mil e R$ 2 milhões por empresa: “O AGROFIP está com o radar ligado para captar negócios inovadores, com alta escalabilidade e com presença em setores com grande potencial ainda pouco explorados no agronegócio. A expertise da Start You Up tanto na escolha da melhores startups quanto na consultoria às selecionadas é um grande trunfo do projeto, comenta Sarlo.

Como funciona

Para além do aporte financeiro, o AGROFIP, por meio da Start You Up, promoverá para as empresas selecionadas uma série de atividades importantes para o sucesso do empreendimento, bem como a aplicação dos recursos investidos. Dentre elas estão workshops, palestras, consultorias e mentorias específicas a cada negócio.

Startups podem estar em estágio inicial bem como gerando receita

O principal objetivo é – através do aporte de capital – proporcionar um rápido crescimento para alcançar novos degraus de investimentos – Venture Capital – além da possibilidade de internacionalização e importação/exportação de tecnologias, independentemente de sua nacionalidade.

“Em parceria com empresários do ES montamos um veículo de investimento para participar de empresas do agronegócio. Esses investimentos podem transformar o agronegócio do Estado do Espírito Santo, bem como do Brasil”, afirma. “O Brasil já é referência mundial, imaginem quando as tecnologias se tornarem algo padrão. Existe muita oportunidade no nosso mercado e vamos buscá-la”.

As interessadas devem se inscrever no site do AGROFIP e preencherem um cadastro simples já à disposição. As inscrições podem ser feitas a qualquer momento e como não há prazo definido os primeiros projetos recebidos já serão avaliados.

Parceiros envolvidos no projeto junto com a Start You Up: Casa do Adubo , Grupo Pianna , Royse Law Firm e Coopttech.

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Fundadores da Trustvox falam sobre startups na 10ª edição da Campus Party

No dia 03 de fevereiro, os fundadores da Trustvox, primeira e única certificadora de reviews no Brasil, que atua com o propósito de tornar a sinceridade padrão de mercado no e-commerce, participam da 10ª edição da Campus Party, principal evento de internet, tecnologia, inovação e empreendedorismo do país. Tatiana Pezoa, CEO da empresa, ministrará a palestra sobre o motivo pela qual 99% das startups “morrem” e quais as estratégias para não fazer parte dessa estatística. Por outro lado, Horário Poblete, COO da startup, falará sobre como serão as startups do futuro e como podemos criá-las.

A Campus Party, que acontece dos dias 31 de janeiro a 05 de fevereiro, tem como objetivo incentivar, promover e compartilhar conhecimento, além de proporcionar ricos debates de assuntos relacionados a tecnologia, inovação, empreendedorismo e startups. Além disso, a ocasião é uma oportunidade para o empreendedor mostrar o seu trabalho, realizar networking, conhecer novas empresas e participar de mentorias com profissionais que têm conhecimento na área.

“É uma honra poder participar da Campus Party, pois é considerado o maior evento do ecossistema e referência no que diz respeito à tecnologia e inovação. Nosso objetivo é compartilhar as experiências que tivemos com o universo das startups e com a Trustvox, afim de auxiliar àqueles que estão começando a empreender e orientá-los nesta fase inicial”, afirma Tatiana Pezoa, CEO da Trustvox.

A empresa é a primeira e única certificadora de reviews no Brasil e tem o propósito de tornar a sinceridade padrão de mercado no e-commerce e, por consequência, gerar cada vez mais vendas aos comerciantes e melhorar a reputação de uma marca. Atualmente, a startup conta com mais de mil varejistas utilizando sua plataforma, nomes como O Boticário, Polishop, Época Cosméticos, Grupo Technos, World Tênis, Shopfato, Shoulder, Trifil, Mash, dentre outros.

“Me sinto muito lisonjeado em poder participar da 10ª edição da Campus Party. Esse ano o evento será de extrema importância para o ecossistema de startup e tecnologia, principalmente porque irá tratar de assuntos de grande relevância para o universo de empreendedorismo, já que podemos perceber muitas mudanças e descobertas que estão inovando esse segmento”, destaca Horácio Poblete, COO da Trustvox.

SERVIÇO

Palestra Tatiana Pezoa:

Quando: 03/02, das 16h15 às 17h
Local: Palco Startup & Makers

Palestra Horácio Poblete:

Quando: 03/02, das 14h15 às 15h
Local: Palco Startup & Makers

Endereço: Pavilhão de Exposições do Anhembi
Inscrições e programação:
http://brasil.campus-party.org/sobre-nos/entradas-2017

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Votorantim Metais divulga lista de startups finalistas do programa MINING LAB

A Votorantim Metais divulgou nesta terça-feira uma lista com 18 startups selecionadas para avançar no programa MINING LAB, a iniciativa de apoio a empreendedores lançada em outubro pela empresa. Entre as classificadas, há startups localizadas em cinco estados brasileiros: Minas Gerais, Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo.

As escolhidas se destacaram entre 115 participantes que apresentaram projetos nas áreas de energia renovável e nanotecnologia, aplicados à mineração. O número de inscritos superou as expectativas dos próprios organizadores. “Pela complexidade dos temas, nós imaginávamos um total de 50 startups inscritas”, diz Rodrigo Gomes, gerente de Tecnologia da Votorantim Metais.

A partir do dia 1º de fevereiro, representantes das startups passarão por uma imersão dentro da mineradora para entender os processos de produção e receber apoio técnico para elaborar a apresentação do projeto para a banca examinadora.

Os projetos classificados na primeira etapa são:

ENERGIAS RENOVÁVEIS

BCHEN (Itauna/MG)
Bioware (Campinas/SP)
Eduardo Biscolli Brandão (Videira/SC)
Mario Coelho (Santa Cruz do Sul/RS)
Naidion Motta Silvério (Itajubá/MG)
Oppus (Nova Lima/MG)
Paradigma (Carmo do Paranaíba/MG)
Tau Flow (Campinas/SP)
Tey Renováveis: Sorocaba/SP
Trigás (Caxias do Sul/RS)
Zeg Environmental (Água Branca/SP)

NANOTECNOLOGIA

Ecosoluções (Viçosa/MG)
Itatijuca Biotech (São Paulo/SP)
nChemi (São Carlos/SP)
Oppus (Nova Lima/MG)
Robson Rodrigues Amaro (Barão de Cocais/MG)
Tau Flow (Curitiba/PR)
WHPOS (Nova Lima/MG)

No dia 17 de fevereiro, a banca examinadora irá definir os vencedores. Até 10 projetos irão receber o apoio da empresa, acompanhamento pela FIEMG e pela aceleradora de startups Techmall até o Demo Day em 1º de setembro.

Ao final do programa, a Votorantim Metais poderá investir no desenvolvimento das soluções, bem como estabelecer parcerias para busca de investimentos, compra ou distribuição dos produtos e serviços das startups.

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Startup aposta no Rio de Janeiro e amplia serviços em plano de expansão nacional

Há três anos no mercado brasileiro, a Loggi, plataforma digital para solicitação de entregas expressas, tem apostado no Rio de Janeiro em seu plano de expansão no país. A empresa, que também atua em São Paulo, Belo Horizonte, Porto Alegre e Curitiba, chegou à capital fluminense há cerca de um ano e recentemente trouxe para a cidade sua vertical para o mercado de delivery de alimentos. Hoje, já são mais de 20.000 clientes e 16 mil entregas diárias somente para o setor corporativo.

Todos os mensageiros cadastrados pela Loggi são devidamente regularizados e estão equipados com smartphone, máquina de leitor de cartões e um baú exclusivo para garantir uma entrega mais ágil e eficiente. Entre as empresas que utilizam a plataforma no Rio, está o Mattos Filho, um dos principais escritórios de advocacia do país. “Optamos pelo serviço da Loggi pois achamos muito rápido. O motoboy que estiver mais próximo do pedido é quem atende e isso foi primordial para nós”, explica Luciana Pontual, coordenadora administrativa regional da Mattos Filho. “Além disso, tem um demonstrativo completo, que não é apenas um recibo de papel, é uma fatura única com atendimento quase imediato, evitando a burocracia desse tipo de serviço”.

Delivery rápido e eficiente

Inaugurado em meados de novembro na capital fluminense, o LoggiPresto integra o serviço de delivery com pagamento em um modelo inovador. Agora, restaurantes podem pedir um motoboy pelo site da Loggi de acordo com a demanda, sem a necessidade de gerir um time fixo de mensageiros e alugar máquinas de cartão, o que simplifica a operação e reduz custos. Em São Paulo desde abril do ano passado, a plataforma já conta com clientes de peso como Lanchonete da Cidade, Baccio di Latte e The Fifties.

“No começo, o grande diferencial foi o preço. Tínhamos um custo fixo muito alto para um entregador que não tinha a quantidade de entregas necessárias. Outro ponto muito positivo foi que os clientes pararam de nos ligar para saber aonde estava a entrega, pois já recebiam no celular uma posição de onde estava e quanto tempo vai demorar. Isso melhorou muito nossa rotina de trabalho”, afirma Mariana Racy, gerente administrativa da Torta & Cia.

Com LoggiPresto, o cliente final tem total controle do seu pedido com os alertas enviados pelo sistema: o primeiro quando o motoboy sai do restaurante, informando tempo de entrega e um link para rastrear o mensageiro em tempo real. Depois, quando o motoboy estiver a dois minutos de chegar, é enviada outra mensagem avisando que pode descer.

“Existe uma oportunidade enorme para o mercado de delivery crescer, mas para isso acontecer a operação logística precisa ser simplificada e otimizada, principalmente na gestão dos entregadores e pagamentos”, afirma Fabien Mendez, CEO da Loggi. “No caso dos restaurantes é comum que os clientes estejam um pouco ansiosos para receber o pedido, e o sistema da Loggi, oferecendo total transparência e rapidez, vai transformar ansiedade em encantamento. Já é possível perceber em São Paulo que a satisfação geral dos clientes melhora e, consequentemente, há mais fidelização”, explica.

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Startup americana investe no mercado brasileiro

A Swipe Memories, startup americana, pioneira no desenvolvimento de filtros customizados para Snapchat na América Latina, lança, no próximo dia 29 de janeiro, a ferramenta no Brasil. Com um site (www.swipememories.com.br) totalmente responsivo, a empresa vem com a proposta de popularizar os geofiltros e permitir a criação de artes inéditas para usuários da rede. Os preços variam entre R$ 49 e R$99.

O Brasil é um dos países mais ativos nas redes sociais. De acordo com uma pesquisa divulgada pela consultoria eMarketer, quase 50% da população brasileira tem acesso à tecnologia e o número de usuários vem crescendo ano a ano. O mercado latente abre espaço para um mundo de serviços agregados a estas inovações tecnológicas e é justamente com este nicho de atuação que a Swipe Memories investe no Brasil.

O usuário da ferramenta pode criar artes para suas publicações e personalizá-las com imagens e conteúdos exclusivos, ou ainda, inspirar-se em ídolos e influenciadores digitais para fazer um filtro igual. É possível desenvolver artes para o dia a dia ou para ocasiões especiais, como festas de casamento, debutantes, comemorações de empresas, entre outras.

“O Brasil tem uma população jovem e muito antenada com as novidades de tecnologia. A era do compartilhamento facilitou o trânsito de informações e de convivência das pessoas. Em um clique é possível acompanhar em tempo real a vida de amigos, familiares, marcas e empresa, mas mais que um espaço de compartilhamento, as redes sociais funcionam como um ambiente para expor o que pensam, o que gostam e crenças dos usuários. É neste contexto que os filtros ganham força, uma vez que reforçam a identidade e a mensagem que o usuário quer passar aos seguidores”, Josie Rushing, head de Marketing da Swipe Memories.

Como usar:

A produção do filtro é simples e autoexplicativa. A partir do acesso à plataforma, o usuário escolhe entre os mais de 100 layouts disponíveis que quer customizar. Com o laytout definido, o cliente pode incluir texto, brasão, imagens, caricaturas e outros elementos. O site funciona também como uma plataforma de market place, onde designers do mundo inteiro podem contribuir com artes para os filtros. Há também a possibilidade de o cliente solicitar a criação de um filtro exclusivo sob demanda, a Swipe Memories disponibiliza equipe de designers para desenvolver o novo esboço por um preço diferenciado.

Após finalizado, o conteúdo é enviado ao Snapchat para aprovação e, se aprovado, em até seis horas é disponibilizado à pessoa no dia, horário e local definidos.

O custo da criação da arte do filtro varia entre R$ 49 e R$ 99. Além deste valor, há uma taxa de R$ 70 para que a Swipe Memories faça a aprovação do filtro junto ao Snapchat para o cliente. É possível enviar o filtro para aprovação diretamente ao Snapchat sem este custo adicional, contudo, para definição do geofiltro, ou seja, local, data e tempo disponível de utilização da ferramenta o serviço é cobrado pelo próprio Snapchat.

O serviço espera atingir não apenas o usuário comum, mas principalmente as pequenas empresas que têm necessidade de comunicar-se com seu público de forma digital e rápida. A empresa estima faturar R$ 1 milhão neste primeiro ano de atuação, com um ticket-médio de R$ 169/mês e aproximadamente 6.000 filtros vendidos ao ano.

“Acreditamos muito no potencial do mercado brasileiro e por isso pensamos em uma comunicação em português, próxima da cultura e da realidade dos usuários brasileiros. Entendemos que há uma demanda muito exigente dos usuários comuns, mas visualizamos uma oportunidade positiva de pequenas empresas se colocarem de forma profissional e diferenciada nas redes sociais por meio da padronização dos filtros e de uma comunicação adequada, com valores e direcionada ao público que interage com ela”, conclui a empresária.

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Semifinal brasileira do Open Innovation Business Contest reúne seis projetos de realidade virtual

A everis, consultoria que oferece soluções de estratégia e de negócios, e a NTT DATA anunciam os semifinalistas brasileiros que concorrerão a uma vaga na grande final do Open Innovation Business Contest, competição global de startups, que reúne representantes de 10 países.

Entre os projetos inscritos na competição, de várias regiões do País, foram selecionados seis, todos de inovação empresarial na área de realidade virtual, aumentada e mista. No próximo dia 2 de fevereiro, o representante brasileiro será escolhido por uma comissão julgadora, formada por renomados profissionais do setor de tecnologia, no ISE Business School, em São Paulo, cidade sede da semifinal no Brasil.

O projeto brasileiro escolhido disputará a grande final da premiação, no mês de março, em Tóquio, no Japão, com outros nove projetos selecionados nas semifinais realizadas em São Francisco (Estados Unidos), Londres (Inglaterra), Tel Aviv (Israel), Tóquio (Japão), Toronto (Canadá), Madri e Barcelona (Espanha), Pequim (China) e Cingapura. E, também, ganhará uma bolsa de estudos para o curso WeSTART do ISE Business School, um programa para empreendedores e investidores se aperfeiçoarem e se conectarem.

O vencedor da grande final do Open Innovation Business Contest no Japão receberá US$ 30.000 para serem utilizados no desenvolvimento de seu projeto. Também faz parte da premiação, a oportunidade de trabalhar por três meses com uma equipe da NTT DATA – um dos principais fornecedores mundiais de serviços e inovação na área de TI – no desenvolvimento de um protótipo de serviço-produto, que será oferecido às empresas clientes da companhia.

O objetivo da everis e da NTT DATA é atrair ideias que promovam a inovação empresarial no campo da realidade virtual. Segundo Roberto Pereira, executivo responsável pelas iniciativas de Inovação na everis Brasil, as novas e crescentes exigências dão à inovação primazia nos mais diversos mercados. “Unir raciocínio produtivo e ação inovadora é essencial para obter vantagem competitiva”, destaca.

Os seis projetos semifinalistas

– Plataforma de Realidade Virtual 360º na Nuvem – Beenoculus
Responsável – Rawlinson Terrabuio – Curitiba- PR

Produto de economia criativa, com foco em potencializar o ecossistema de produção e distribuição de conteúdo 360º e o mercado publicitário. Trata-se de um óculos que transforma o smartphone em um ambiente de realidade virtual, permitindo o acesso a aplicativos e vídeos no formato side by. Em seu desenvolvimento foram utilizados recursos de realidade virtual e vídeo 360º. A base tecnológica emprega inteligência artificial e Big Data.

– Plataforma de Realidade Virtual para Projetos Imobiliários – Naked Monkey Games
Responsável – Pedro Matsumara Kayatt – São Paulo-SP

Essa plataforma de realidade virtual permite que arquitetos e profissionais em geral do setor imobiliário façam visitas, por um caminho mais simples aos empreendimentos imobiliários, usando as mais recentes tecnologias de realidade virtual como o HTC Vive e Oculus Rift.

– IOBike – Plataforma IoT para Bicicletas em Áreas Urbanas – LightUp
Responsável – Marcelo Abdala Daher – São Paulo-SP

Solução de iluminação que conecta bicicletas à IoT (Internet das Coisas), proporcionando aos ciclistas segurança e interatividade, além da possibilidade de geomarketing a anunciantes. Um hardware incorporado às rodas da bicicleta se comunica via Bluetooth com balizas geostáticas, que colhem os dados do tráfego de bicicletas, permitindo a interação com o local onde o ciclista circula. Além de melhorar o planejamento urbano e a infraestrutura cicloviária.

– Simulador integrado à gamificação que promove a reabilitação de pessoas com deficiência por meio da experiência de imersão produzida por realidade virtual – Fisioatual
Responsável – Dalton Kina – Catanduva-SP

O simulador utiliza o entretenimento dos jogos integrado a uma plataforma instável equipada com sensores que leem os movimentos das pessoas com deficiência, permitindo que a plataforma funcione como um simulador de exercícios por meio da imersão na realidade virtual. O equipamento é um motivador para a realização dos tratamentos de reabilitação.

– Plataforma de Realidade Virtual Inside Places – Inside Places
Responsável – Willian Machado – Londrina-PR

Com o uso desta ferramenta, arquitetos, designers de interiores e construtoras dão aos seus clientes a oportunidade de estarem dentro de seus imóveis antes mesmo de ficarem prontos, podendo conferir a textura dos materiais, as medidas do mobiliário e do ambiente. A plataforma permite que, por meio de um aplicativo, o cliente possa fazer um tour de 360º em realidade virtual pelo seu imóvel.

– Democratização do acesso à Inteligência Regulatória – LegalBot
Responsável – Alexandre Bess – São Paulo-SP

Com o uso de inteligência artificial, a solução auxilia os profissionais de governança, gestão de riscos e compliance na análise, seleção, classificação e organização dos diversos aspectos normativos. A plataforma aumenta o contato e a experiência do usuário junto às normativas, por meio de uma série de algoritmos que buscam e conseguem analisar e interpretar as informações desejadas.

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Sebrae-SP seleciona startups para programa de capacitação em Campinas

Campinas será uma das primeiras cidades do Estado de São Paulo a receber o Startup SP, o programa de desenvolvimento de startups do Sebrae-SP, que oferecerá capacitação gratuita e mentorias para startups digitais. As inscrições para participar da seleção estão abertas entre os dias 30 de janeiro a 24 de fevereiroe podem ser feitas no site http://sebr.ae/sp/campinas.

O objetivo do programa é ajudar o empreendedor a superar um dos principais desafios no processo de desenvolvimento da startup: validar sua proposta de valor e seu modelo de negócio, construindo algo que tenha aceitação no mercado. Uma situação comum no cenário de startups é que os empreendedores ficam muito focados no desenvolvimento do produto e dão pouca atenção para o que os potenciais clientes ou o mercado tem a dizer.

“É muito comum ouvirmos dos empreendedores que o desafio é nas vendas, no marketing. Mas na maioria das vezes, ao investigar mais a fundo, fica claro que na verdade o problema é o fit do produto com o mercado. Os empreendedores passam muito tempo desenvolvendo algo que as pessoas não querem, que não tem aceitação de mercado”, afirma o consultor do Sebrae-SP, Guilherme Ralisch.

A dificuldade existe porque as startups são inovadoras por natureza, seja no modelo de negócios ou na aplicação de tecnologias a novos mercados. Diferentemente de uma padaria, por exemplo, que já tem um modelo de negócio estabelecido e informações bastante confiáveis sobre mercado, precificação e estratégias de comunicação. “No caso das startups, o desafio é entender bem o que o cliente precisa e então desenvolver uma solução que resolva esse problema de maneira escalável”, afirma Ralisch.

As startups do interior ainda têm uma dificuldade a mais: os principais programas de mentoria estão concentrados nos grandes centros. “Campinas tem uma forte cultura empreendedora, sendo a terceira melhor cidade para se empreender no Brasil segundo pesquisa da Endeavor. O programa vem para apoiar e desenvolver os empreendedores e fortalecer ainda mais o ecossistema da região. Já contamos com 20 parceiros engajados para o sucesso desta iniciativa”, afirma a analista do Sebrae-SP em Campinas, Carla Cozer.

O programa conta com a parceria da Associação Campinas Startups; Associação Comercial e Industrial de Campinas; Baita Aceleradora; Corporate Garage; CPQD; Ecocampi; Founder Institute; Gaia; Gênese; Instituto Eldorado; Masterminds; Phomenta; Prefeitura Municipal – Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Social e de Turismo; PUC Campinas – Programa PUC Empreende; Rede Global do Empreendedorismo; Senai; Sindivarejista; Sindlojas; Softex; e Umbco 23.

Seleção

As startups inscritas passarão por uma seleção inicial e as melhores participarão de uma rodada de Pitches, a partir do dia 16 de março. Elas terão cinco minutos de apresentação e mais cinco minutos para responder as perguntas da banca avaliadora. Os critérios de seleção incluem uma avaliação do empreendedor e da equipe, do potencial de mercado e da solução proposta.

Serão selecionadas até dez startups para participar do programa, que terá workshops, oficinas, mentorias individuais e coletivas, monitoramento e acompanhamento do desenvolvimento do negócios, além de conexão com investidores e aceleradoras. O programa terá quatro meses de duração e tem previsão para durar entre março e julho de 2017. Entre os conteúdos trabalhados estão: comportamento empreendedor, modelagem de negócios, validação, testes de mercado, vendas, marketing digital e captação de investimento.

Fonte: Sebrae-SP

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Projeto social de startup brasileira transforma realidade de jovens na África

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O que pode ser mais sincero e gratificante do que o sorriso de uma criança? Foi pensando nisso que Samuel Toaldo e Eugen Braun, sócios da startup Goleiro de Aluguel (www.goleirodealuguel.com.br), desenvolveram um projeto social ligado ao esporte que está mudando a vida de jovens carentes em Mali, África.

Para quem não conhece, pioneira no mundo desde janeiro de 2015, a Goleiro de Aluguel é um verdadeiro marketplace que reúne apaixonados por futebol que precisam de um goleiro para sua partida entre os amigos e goleiros amadores em busca de mais amizades e oportunidades de jogar com frequência.

A responsabilidade social está no DNA da empresa. Ambos os sócios, até mesmo antes de se unirem já realizavam trabalhos voluntários: “Ter um olhar para ajudar o próximo vem do desejo de mudar realidades. Foi também o que me uniu ao Eugen para chegarmos onde estamos com a startup”, conta o CEO Samuel Toaldo.

Da ideia ao início de uma revolução

Tudo começou com uma mensagem no Facebook enviada pelos sócios ao malês Vadjiguiba Diaby. O recado era de incentivo por seu empenho em buscar alternativas para ajudar jovens da sua localidade mesmo diante de tantas dificuldades. Samuel e Eugen descobriram pela própria rede social a iniciativa que Diaby estava realizando à sua forma – treinamento de goleiros com meninos da sua comunidade. “Nos surpreendemos ao perceber o que pode ser feito de bom aos jovens quando se quer de verdade. Esse é o caso do hoje nosso amigo Vadjiguiba. Por isso, não exitamos em encontrarmos uma maneira de ajudá-lo”, comenta Eugen.

O que os sócios souberam foi que Diaby mantinha um treinamento improvisado para jovens goleiros às custas de muita criatividade. Isso chamou muito a atenção de Samuel e Eugen e logo depois tiveram a ideia de ajudar a iniciativa. Foi como uma fagulha prestes a gerar uma grande fogueira de solidariedade, como conta Samuel: “Vimos muita paixão no projeto e não hesitamos em ajudar da forma como podíamos, mesmo no início das operações. Começamos a disponibilizar uma verba mensal que financiou até o momento o aluguel do campo de jogo e uma sala para guardar equipamentos. Já era um grande salto para quem tinha pouco ou quase nada mas queríamos mais”.

A startup trabalha com o modelo de negócios que incentiva não só os sócios mas como todos os envolvidos a contribuírem. Funciona assim: 60% do valor por partida realizada fica com os goleiros e 40% com a startup. Destes 40%, parte da receita fica para os custos com a operação e outra com a contribuição recorrente ao projeto.

Projeto ganha ainda mais corpo com evolução da startup

Com o lançamento do primeiro aplicativo no fim de agosto de 2016, (até então as convocações eram feitas via site e contato por apps de mensagens) há três opções de valores para realizar convocações de goleiros, todos relativos ao tempo de jogo: Por 60 minutos, o valor a ser pago por cada convocação é de R$ 30,00. Por 90 minutos, R$ 45,00 e se for mencionado o tempo de 120 minutos, o “aluguel” fica por R$ 60,00. Também é possível escolher entre um goleiro específico – busca por nome – ou aleatório, onde a demanda do jogo é enviada a todos os goleiros da base.

Para esse ano, não só a parceria foi mantida como ampliada em 350% com a oficialização da chamada “Escuela de Porteros” – ou escola de goleiros – trazendo muito mais estrutura a esses jovens. Logo após o primeiro mês de aumento dos valores doados, os organizadores já anteciparam o pagamento de 6 meses do aluguel do espaço utilizado para treinos.

E agora em janeiro foi feita mais uma grande doação de materiais esportivos e a efetivação do mantenedor como pertencente da equipe da Goleiro de Aluguel. Agora com a aquisição de materiais esportivos o projeto ganhou oficialmente a marca da startup e suas cores oficiais, roxo e verde Até o momento são ajudados mais de 40 jovens entre 6 e 14 anos.

Segundo Samuel, “Há pouco enviamos luvas exclusivas com nossa marca e bolas oficiais para o treino. Também fabricamos obstáculos específicos em madeira, substituindo o improviso criativo necessário para o projeto acontecer. Fazer o bem não tem preço e nos dá ainda mais força para seguir avançando com a Goleiro de Aluguel. E pensar que bem há pouco tempo estávamos começando essa trajetória com apenas uma fan page no Facebook, depois com nosso site e agora com o primeiro aplicativo, nossa ideia é alcançar ainda mais pessoas e buscar fazer nossa parte por um mundo menos desigual e com mais sorrisos como os que recebemos desses jovens”, assinala.

Ajudar ao próximo está no DNA da Goleiro de Aluguel

Os empreendedores já se envolveram em outras quatro ações sociais, onde patrocinaram a Seleção Brasileira Feminina de Futsal para surdos, que recebeu todos uniformes dos atletas, comissão técnica e condições financeiras de disputarem a Copa do Mundo da modalidade, se sagrando vice-campeã.

A mais recente está agora no ar com o apoio à CBDS (Confederação Brasileira de Desportos para os Surdos) onde a startup está colocando à venda a camisa oficial da delegação que participará esse ano das Surdo-olimpíadas na Turquia. Todo valor ganho com a venda será revertido aos surdo-atletas.

Outra iniciativa surgiu a partir do contato inspirador com o menino Gustavo, de apenas 5 anos que luta bravamente contra a Leucemia. Em conjunto com um dos goleiros de aluguel, Thiago Merigui, foi realizada uma campanha com a hashtag #‎goleirosanguebom para incentivar a doação de medula óssea.

A ideia ganhou corpo e foi aderida por muitas pessoas, inclusive grandes atletas e treinadores de clubes de série A como o goleiro Vanderlei e o técnico Dorival Júnior, ambos do Santos. Como incentivo, o goleiro Douglas Friedrich , à época no Grêmio – hoje no Avaí para a temporada 2017, enviou suas luvas de jogo. “A ideia inicial era sortear essa luva entre os goleiros de aluguel, mas decidimos manda-las para esse grande campeão”, assinala Eugen Braun, COO da Goleiro de Aluguel.

E a cidade de Campo Largo, região metropolitana de Curitiba, também se tornou palco para uma goleada de solidariedade. Lá, o Professor Ivo, de 77 anos, trabalha voluntariamente como treinador de mais de 100 crianças. Nesse projeto, todos os materiais esportivos, sejam eles uniformes, bolas, coletes, foram doados pela Goleiro De Aluguel.

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Pequena cidade mineira se torna um dos principais hubs de startups na América Latina

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Localizada aos pés da Serra da Mantiqueira, no sul de Minas Gerais, a pequena Santa Rita do Sapucaí é uma cidade singular. Com apenas 40 mil habitantes, é também conhecida como Vale da Eletrônica, polo empreendedor em tecnologia com uma concentração de empresas do ramo que supera qualquer outra cidade da América Latina: quatro empreendimentos para cada mil habitantes. O vale mineiro coleciona casos de sucesso, como o desenvolvimento da urna eletrônica usada nas eleições brasileiras, do chip do passaporte eletrônico, do sistema brasileiro de TV Digital, além de potências que nasceram e cresceram ali, como a DL, que hoje lidera o mercado de tablets no Brasil, na frente de Apple e Samsung, com um produto frugal para a classe C e D. No total, são 160 empresas de tecnologia, entre startups e indústrias, com um faturamento de mais de 3 bilhões de Reais no último ano, segundo dados do Sindicato das Indústrias do Vale da Eletrônica (Sindvel). A força é tamanha, que o montante é o dobro do que faturou no mesmo ano o Porto Digital, de Recife, um dos hubs mais conceituados do país. O histórico de desenvolvimento e produção de hardware, entretanto, definiu um rumo distinto para as startups do Vale da Eletrônica.

A cena de Santa Rita contempla projetos de serviços digitais, mas em sua maioria está ligada a negócios que se baseiam em hardware. “É um polo de alta tecnologia”, afirma o dinamarquês Jesper Rhode, coordenador da escola de inovação Hyper Island no Brasil. “Historicamente o país tem um viés muito forte para software e programação. Com a Internet das Coisas e a impressora 3D, entretanto, a prototipagem rápida para desenvolver hardware e dispositivos está ganhando importância na economia digital. Santa Rita está no miolo desta revolução no Brasil”, conta Rhodes. “Várias startups estão abordando inteligência artificial, inclusive deep learning para análise de imagens, colocando o Brasil no mapa global do desenvolvimento de soluções para o futuro digital”, destaca. Para Fábio Veras, da Federação das Indústrias de Minas Gerais (FIEMG), o desenvolvimento de hardware é habilidade singular. “Startups e indústrias farão de Santa Rita a região com maior valor agregado de inovação e valor financeiro por metro quadrado de produção do Brasil nos próximos cinco anos”, complementa.

Empresas com potencial não faltam para exemplificar tais afirmações. O empreendedor Marcos David, da startup Dágora, cita nomes. Uma delas é a Das Coisas, que criou uma plataforma inovadora para IoT (Internet das Coisas) e vem trabalhando em projetos escaláveis com grandes multinacionais para levar conectividade a qualquer objeto. Outra é a Spark Telecom, que desenvolveu um sistema de conectividade para organizar o estacionamento de carros em espaços públicos e privados, já em teste em algumas cidades, além da BitVale, responsável por um caixa eletrônico de Bitcoin com enfoque na usabilidade para democratizar a moeda virtual no Brasil. David também ressalta a Photon Tic, que utiliza de IoT e deep learning para ajudar a monitorar e economizar no uso de energia elétrica, além da Inova GS, startup que oferece um sistema para que estudantes possam fazer estágio à distância. Também se destacam a 4intelligence, plataforma de Big Data para tomada de decisões empresariais, e a própria Dágora, que oferece uma plataforma de aprendizado coletivo.

“Esse movimento não começou de uma hora para outra”, conta João Rubens Costa, do Inatel. “A história peculiar do polo teve início com uma senhora muito rica que apostou em uma ideia futurística para a época e deu origem à primeira escola de eletrônica da América Latina. Foi o ponto inicial disso tudo, em meados do século passado. Nos anos 60, foram criados o Inatel, uma potência em engenharia, e a FAI, com ensino de qualidade em gestão e computação. Isso sem contar as cidades vizinhas, como Pouso Alegre e Itajubá, que formam programadores, publicitários e designers, e tem em Santa Rita seu principal mercado de trabalho. Em seguida, vieram as incubadoras e a consolidação do polo de industrias de alta tecnologia. Foi quando o Vale da Eletrônica ganhou notoriedade internacional”, ressalta.

“Todos esses programas pioneiros se mantêm em constante reinvenção, e hoje se misturam a eventos e programas disruptivos em empreendedorismo e inovação”, completa Costa. O Startup Hub Vale da Eletrônica é um deles. A comunidade é inspirada no grupo de desenvolvedores do Google e no do Facebook, ambos presentes em Santa Rita. O Hub vem unindo não somente as próprias startups, mas todos os demais protagonistas do polo, como a academia, a indústria e o poder público, para trocar conhecimento, realizar eventos e mentorias, formar parcerias estratégicas e, principalmente, atrair investidores. Carlos Henrique Vilela, executivo da Leucotron, empresa pioneira no Vale, destaca outros movimentos de alto impacto, como o Cidade Criativa, Cidade Feliz, plataforma colaborativa de lançamento para novos projetos criativos, a Inatel Business School, que segue uma linha global de núcleos de gestão, e o Hack Town, festival de inovação e empreendedorismo reconhecido com um dos mais inovadores do país.

Outro destaque é o projeto de geração de startups do Inatel, que envolve feiras de projetos estudantis, oficinas de Design Thinking, estudos dos Global Goals da Organização das Nações Unidas (ONU) para identificar problemas relevantes que possam ser solucionados por meio da tecnologia, hackathons, o Crowdworking criado em parceria com a Wayra e a Ericsson, além de constantes edições do Startup Weekend. João Rubens Costa ressalta que outro ponto que vem ajudando a impulsionar o ecossistema empreendedor do Vale da Eletrônica é a relação próxima com ex-alunos do Inatel que hoje ocupam cargos estratégicos nas principais empresas de tecnologia do mundo. “Estamos falando do CEO do AirBnB Brasil, CEO da Ericsson LatAm, de altos executivos do Facebook, do Google e da Qualcomm, entre vários outros, que reconhecem o Inatel e estão sempre de olho no que rola em Santa Rita”, lembra Costa.

“Com a proximidade que temos da capital paulista (cerca de 200 km), talentos de sobra, custo de vida baixo em relação aos grandes centros, qualidade de vida de interior, belezas naturais, e todos esses programas de alto nível”, destaca, “fica difícil segurar o Vale da Eletrônica. É por isso que nossa cena de startups vem não só crescendo, mas ganhando mais relevância e atenção a cada dia que passa”, finaliza Costa.

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Hackathon John Deere Campus Party: ainda há vagas

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Ainda há vagas disponíveis para campuseiros participarem do Hackathon agrícola que a John Deere promoverá na Campus Party 2017. Com o tema “A experiência do campo na palma da mão”, o desafio vai propor o desenvolvimento de um aplicativo em 48 horas. O único requisito para o concurso é que as equipem tenham um programador, além de participarem da Campus Party.

As inscrições devem ser feitas no website oficial do evento http://ocamponacampus.com.br, até o dia 31/1 ou enquanto houverem vagas. O Hackathon John Deere vai de quinta, 2/2, até sábado, 4/2. As equipes pré-inscritas deverão confirmar a participação no estande da John Deere no evento.

A equipe vencedora ganhará viagem para a sede da John Deere Intelligent Solutions, em Urbandale, nos Estados Unidos, enquanto os demais colocados visitarão o Escritório Regional para a América Latina da John Deere, em Indaiatuba (SP).

A John Deere é a primeira do setor agrícola a participar do evento que ocorre de 31 de janeiro a 5 de fevereiro, em São Paulo (SP). A participação da John Deere visa contribuir para a transformação da mentalidade acerca do setor agrícola e da produção de alimentos junto ao público das grandes cidades. O tema participação será #ocamponacampus, alusão à origem da palavra que une o público urbano e o rural.

Além do Hackathon, a John Deere também apresentará uma palestra sobre inovação e tecnologia para produzir alimentos em larga escala, que será apresentada no Palco Inovação. O palestrante será Paulo Herrmann, presidente da companhia no Brasil e vice-presidente de Marketing para a América Latina.

Outras atividades da empresa no estande serão um Quiz, com os estágios da produção agrícola (preparação do solo, plantio, tratos culturais e colheita – além da gestão), e a presença de um Simulador de colheitadeira de grãos, que é utilizado para treinar os operadores de máquinas, em que os participantes devem manobrar uma colhedora de maneira correta, realizando a melhor colheita, com menos desperdício.

Hackathon John Deere – Campus Party 2017

Data: De 2 a 4 de fevereiro de 2017
Local: Centro de Exposições Anhembi, São Paulo (SP)
Pré-inscrições e informações:
http://ocamponacampus.com.br/

Programação John Deere

2/2 – Quinta-feira – 15h – Palestra sobre inovação
2/2 – Quinta-feira – 10h – Confirmação das inscrições Hackathon John Deere
4/2 – Sábado – Final Hackathon John Deere – divulgação da equipe vencedora no palco de encerramento

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Oracle anuncia expansão do programa de aceleração de startups para promover inovação global na nuvem

A Oracle anuncia hoje a ampliação do programa Oracle Startup Cloud Accelerator. A iniciativa tem o objetivo de impulsionar a inovação e novas soluções na nuvem ao redor do mundo. Com isso, a Oracle vai levar o programa a sete novas cidades: Bristol, Deli, Mumbai, Paris, São Paulo, Cingapura e Tel Aviv.

Criado por membros da equipe de Pesquisa e Desenvolvimento da Oracle, o programa oferece seis meses de orientação de especialistas técnicos e de negócios, tecnologias avançadas, um espaço de coworking, acesso a clientes, parceiros e investidores além de créditos livres para as soluções de Oracle Cloud. A ação também oferece uma rede global em expansão composta por outras startups.

Com base nas próprias atividades iniciais de um novo negócio, a Oracle acredita que apoiar o empreendedorismo e a criatividade entre empresas emergentes é fundamental para a promoção da inovação tecnológica no mundo.

“Depois do sucesso do lançamento desse programa em Bangalore, na Índia, estamos empenhados em desenvolver um ecossistema de apoio às startups em todo o mundo”, afirma Thomas Kurian, presidente da área de Desenvolvimento de Produtos da Oracle. “A nuvem está abrindo espaço para inovações incríveis em todos os aspectos dos negócios e em todos os setores. Queremos apoiar essa nova revolução tecnológica impulsionada pela nuvem.”

Com sua moderna plataforma de nuvem, otimizada para garantir alto desempenho, capacidade, disponibilidade e diversos serviços, a Oracle democratizou essa tecnologia de nível empresarial com foco nas startups. O conjunto completo de recursos de nuvem da Oracle traz aos desenvolvedores de startups os recursos necessários para começar imediatamente e crescer à medida que os negócios se expandem e mudam, sejam em três camadas ou nativos na nuvem, ampliando-se vertical ou horizontalmente (scale-up ou scale-out). Com uma presença global, a Oracle presta mais de 50 serviços de nuvem integrados para dar suporte a empresas de todos os tamanhos.

A iniciativa, que teve seu programa-piloto lançado na Índia em abril de 2016, atraiu centenas de startups candidatas e muitos participantes já tiveram sucesso.

“O Oracle Startup Cloud Accelerator foi sem dúvida uma grande plataforma de para alavancar nosso negócio”, avalia Aardra Kannan Ambili, cofundador e diretor de Tecnologia da Riot Solutions, startup da área de IoT para o setor de saúde que participou do programa piloto. “Graças à Oracle, somos agora uma startup de rápido crescimento com capital de giro.”

Reggie Bradford, vice-presidente sênior de Desenvolvimento de Produtos da Oracle, será o líder para expandir o programa ao lado de Sanket Atal, vice-presidente do grupo de Desenvolvimento da Oracle, responsável pelo programa-piloto na Índia.

“Os próximos cinco a dez anos prometem em termos de inovações e crescimento que vão levar a novas ideias de negócio viabilizadas pela nuvem”, destaca Bradford. “A Oracle entende que as startups estão no centro de inovação e, por meio desse programa, pretendemos dar a elas acesso à vastos recursos e suporte para alavancar os negócios.”

O Oracle Startup Cloud Accelerator é aberto a startups de tecnologia ou baseadas em tecnologia em fase inicial. As empresas interessadas poderão se candidatar ao decorrer de 2017 de acordo com o cronograma de cada uma das novas cidades. Mais informações e inscrições pelo site: www.oracle.com/startup.

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Por que as startups precisam de um ecossistema fortalecido? – Por Rafael Ribeiro

Criar uma startup no Brasil cinco anos atrás era uma verdadeiro desafio. Para começar, poucos entendiam o que significava o termo “startup”. Mesmo os primeiros entusiastas também sofriam para divulgar seu negócio, conquistar os primeiros clientes, captar investimento, aprender mais sobre inovação e outras tarefas essenciais para qualquer empreendedor. Tudo isso demandava tempo e dinheiro, dois elementos que são escassos no ciclo de qualquer startup. Quem sobreviveu àquela época, hoje provavelmente é grande referência em seu setor de atuação.

Anos depois, a tecnologia avançou, novas oportunidades surgiram e o ambiente é muito mais propício para a fundação de novos empreendimentos. Não estou dizendo que ser empreendedor agora é fácil, mas te garanto que é menos complicado do que já foi no passado. Isso se explica porque hoje, em 2017, o Brasil possui um ecossistema de startups muito mais maduro.

Mas o que isso significa na prática? Primeiramente, nossa infraestrutura evoluiu muito. Temos inúmeras aceleradoras, fundos de investimentos, organizações de apoio ao empreendedorismo e diversos serviços personalizados para atender startups (como assessoria jurídica ou de comunicação, por exemplo).

No entanto, um dos maiores benefícios para quem empreende em 2017 é o excesso de informações. Ao contrário dos primeiros anos da década, hoje temos muito mais empreendedores no país, o que proporciona um compartilhamento de conhecimento que é extremamente rico. Temos ainda universidades com cursos e metodologias voltadas às startups e diversos eventos com conteúdo qualificado.

Para fomentar essa troca de ideias entre diferentes agentes do mercado, formam-se comunidades regionais dentro do Brasil, como exemplo, temos o Sururu Valley (em Alagoas), San Pedro Valley (em Minas Gerais), StartupSC (em Santa Catarina), entre outros ecossistemas.

Essa união é fundamental para todos que estão inseridos nessas comunidades. Elas dão a oportunidade de debater sobre temas em comuns, aprender ou ensinar algo e possivelmente até fechar negócios e conquistar um investimento. Um empreendedor nunca alcança o sucesso sozinho, por isso é muito importante ter essa proatividade para fazer novos relacionamentos e trocar informações.

De acordo com os dados da ABStartups, estados como São Paulo, Minas Gerais, Santa Catarina e Pernambuco se destacam com um grande número de empreendimentos inovadores. Não é coincidência que essas regiões possuem um ecossistema fortalecido, com muito compartilhamento de ideias. Nossa expectativa é que comunidades como essas se espalhem por todo Brasil ao longo dos próximos anos.

Rafael Ribeiro, diretor executivo da ABStartups. Formado em ciências da computação e com especialização em marketing, Rafael foi co-fundador da Weblinia e da Monster Joy.

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Evnts oferece descontos em hospedagem para Campus Party 2017

A Evnts, plataforma tecnológica de reserva de hotéis online, anuncia a 4a edição consecutiva de parceria com a Campus Party. A startup criou uma página personalizada para o evento que agrega diversas opções de hospedagem com descontos especiais exclusivos ao público do evento.

“Sabemos que a Campus Party é um evento que atrai milhares de pessoas de todos os locais do país. Muitos desses participantes preferem uma hospedagem com maior conforto. Pensando nesses campuseiros, criamos uma página personalizada que traz as melhores opções de hospedagem para quem vai ao evento. Proporcionamos até 20% de desconto e garantimos que as tarifas disponibilizadas na plataforma são as menores da internet”, afirma Alexandre Rodrigues, CEO da Evnts.

As opções disponibilizadas foram escolhidas com base no público e no local do evento. Dessa forma, os participantes podem se hospedar no lugar mais adequado às suas preferências e com o menor custo possível.

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Startup catarinense lança aplicativo para vendas

A Hiper, startup catarinense dedicada à gestão de micro e pequeno varejo, começa 2017 com o lançamento de seu aplicativo exclusivo para vendas, o Hiper Vendas. Trata-se de um avanço relevante para esse segmento do varejo, uma vez que, com tal facilidade, a ferramenta permite mais eficiência para o lojista fazer vendas sem precisar estar, necessariamente, no estabelecimento comercial. Além de ser fácil de manusear, o app também permite computar pedidos on e off-line.

“Todo o nosso time se dedicou bastante na confecção do aplicativo, tendo em vista os benefícios que conseguimos oferecer aos nossos clientes com a efetivação de vendas à distância. Entendemos a rotina atribulada do micro e pequeno lojista e, por isso, queremos garantir mais praticidade e segurança para evolução do negócio. Para tanto, uma ferramenta como o app Hiper Vendas se torna essencial na rotina desse varejista”, explica o CEO da Hiper, Tiago Vailati.

O aplicativo do Hiper é ideal para o vendedor que se movimenta, seja dentro ou fora da loja. Além de viabilizar pedidos on e off-line, permite a consulta de produtos e estoque, a consulta e o cadastro de clientes, o cadastro de pedidos e orçamentos e a seleção por filial da loja. E, para realizar o faturamento de vendas com emissão de NFC-e (incluindo o modo contingência) e SAT, é só utilizar o aplicativo ‘Hiper Frente de Caixa’.

Vale ressaltar que a questão tecnológica já se tornou realidade nessa camada do varejo. Segundo pesquisa do Sebrae, apresentada em agosto de 2016 e realizada em parceria com o E-Commerce Brasil, 90% das vendas feitas pela web provêm de micro e pequenos lojistas. Conforme Afif Domingos, presidente da entidade, trata-se de uma alternativa de baixo custo para identificar e acessar os clientes estratégicos, uma vez que os recursos existentes de redes sociais, a exemplo de Facebook e Instagram, possibilitam a exposição dirigida da marca.

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FINTECH AWARDS LATAM 2017 premiará as melhores soluções de fintechs da América Latina

Estão abertas até o próximo dia 31 de janeiro as inscrições para o prêmio FINTECH ARWARDS LATAM 2017, promovido pela Cantarino Brasileiro, empresa especializada em comunicação e marketing de relacionamento para o setor financeiro.

Com avaliações feitas por especialistas, investidores e mentores do setor, a premiação visa não apenas encontrar as melhores soluções financeiras com o potencial para revolucionar o mercado, mas também desenvolver o ecossistema de fintechs na América Latina.

Os contínuos avanços tecnológicos, o advento da digitalização, do mobile, da conectividade entre pessoas e coisas geram cada vez mais novos mercados e oportunidades de negócios, onde se destacam aqueles que oferecerem mais eficiência e praticidade em seus sistemas.

Responsável pela área de inovação da Cantarino Brasileiro, João Pedro Brasileiro, destaca que as fintechs já assumem esse papel, com a intenção de mudar profundamente cada aspecto da relação de pessoas e empresas com sua vida financeira. “As fintechs surgem justamente para atender o novo perfil de consumidor, que busca empresas que reflitam suas convicções e valores, que entendam seu comportamento e ofereçam produtos e serviços que superem as expectativas, disponibilizando soluções mais eficientes, baratas e que cultivam uma conexão mais próxima e transparente”, afirma o executivo.

O crescimento e a expansão destas novas soluções progridem de forma exponencial na América Latina. No entanto, ainda não se pode comparar a mercados como Londres, Singapura e China, que hoje são referências mundiais em startups financeiras, pois ainda é necessário um amadurecimento e, uma melhor interação entre empreendedores, bancos e investidores.

É justamente com a iniciativa de promover e expor as melhores soluções da América Latina, que o Fintech Awards Latam pretende proporcionar a união e o desenvolvimento desse ecossistema, diminuindo a distância entre os pilares do setor, para garantir um real avanço das fintechs nos países da região. Com 20 países participantes, o evento está reunindo os principais especialistas, mentores e investidores em fintechs do mundo para avaliar os projetos inscritos e, darão um feedback aos melhores cases, considerando a expansão dos negócios para outros países. “Constatamos que em diversos países existem muitos investidores buscando iniciativas estrangeiras para aplicar seus recursos, assim como existem muitas fintechs com interesse e potencial de expandirem seus negócios. Esse é o empurrão que faltava”, completa Brasileiro.

De fato, o mercado se apresenta muito promissor para as fintechs, especialmente no Brasil, país com maior número de startups na área financeira da América Latina. A área de atuação é muito ampla e vai desde operações independentes, até ações conjuntas com grandes instituições financeiras, com a proposta de complementar os serviços já oferecidos.

Especialista neste mercado e integrante do corpo de jurados do FINTECH AWARDS LATAM 2017, Marcelo Bradaschia, fundador do FintechLab, ressalta a curva crescente do setor e a importância do surgimento dessas novas startups. “Imagino que a crise econômica não afetou o mercado, pois estimamos que o investimento em fintechs em 2015 foi de aproximadamente R$ 200 milhões, sendo que em 2016 devemos chegar a R$ 450 milhões. Destaco também que premiações e eventos como o Fintech Awards são fundamentais para solidificar ainda mais a presença dessas empresas no mercado, com total credibilidade, além de oferecer a oportunidade de apresentarem seus projetos a possíveis investidores”, destaca Bradaschia.

O prêmio FINTECH AWARDS LATAM 2017 está dividido em cinco categorias, cada uma com seu critério e linha de análise. As startups podem utilizar a mesma inscrição em todas as categorias, que são:

User Experience – Projeto que tenha a melhor interatividade para seu usuário, analisando a facilidade para navegar pelo produto ou serviço.

Inclusão financeira – Iniciativa que tenha proporcionado acesso a serviços financeiros para empresas ou indivíduos.

Tração – Projeto que apresente sustentabilidade da ideia em relação ao cenário do mercado em que atua.

Modelo de negócios – Solução que tenha criado valor da melhor maneira para seu público de interesse.

Disrupção – Case de negócios que tenham atingido um novo mercado de consumidores, remodelando o nicho em que atuam.

O corpo de jurados é altamente qualificado, composto por especialistas do setor de diversos países como Singapura, Canadá, Argentina, Perú, Brasil, entre outros. Os cases enviados até dia 31 de janeiro passarão por uma pré-seleção, onde será observada a sustentabilidade do projeto e transferência de valor para a sociedade. Na etapa seguinte, os jurados farão a análise final dos projetos apresentados e selecionarão os vencedores em cada categoria.

Premiação

– Apresentação da Fintech em jantar para investidores, durante o Fintech World, em Abril.
– Feedback do corpo de jurados considerando a visão de cada país
– 2 entradas para cursos na Blockchain Academy
– R$ 30.000,00 em ações de marketing da Cantarino Brasileiro

O FINTECH ARWARDS LATAM 2017 tem por objetivo, não apenas premiar as melhores plataformas, mas conhecer as mais diversas e variadas soluções para o setor em toda América Latina.
Mais informações: http://www.fintechawardslatam.com/
Regulamento: http://www.fintechawardslatam.com/regulamento/

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