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Cia Hering junta-se a startup brasileira de chat inteligente para mensurar resultados de treinamento do time comercial

Emmanuel Denaui

Durante o lançamento da coleção Inverno 2017 das marcas da Cia Hering, colaboradores de todo o Brasil tiraram seus smartphones dos bolsos para acelerar seu entendimento sobre os novos produtos que em breve vão estar à venda nas 824 lojas físicas (franquias e lojas próprias) e em mais de 11.000 lojas multimarcas e e-commerce. O time comercial contou com a plataforma Indica, da Hondana, usada para avaliar a compreensão dos colaboradores e garantir que todos estejam devidamente preparados para vender as novas peças.

Os resultados de vendas de uma empresa como a Cia Hering estão diretamente atrelados à capacitação dos seus colaboradores e à visibilidade do entendimento de toda a equipe. A plataforma Indica levou informações sobre as novas campanhas e validou os resultados de maneira igualmente rápida, em tempo real, alcançando uma resposta positiva dos colaboradores de 98% graças ao formato inovador da plataforma, parecido com uma conversa de Whatsapp.

“Foi um prazer ajudar a Cia Hering atingir toda a equipe, não importa onde esteja, e conquistar tamanha adesão voluntária a um projeto como este”, comenta Greg Bateman, Diretor Executivo da Hondana. “Esta tendência de capacitação através de “chat” que trouxemos dos EUA permitiu que a Cia Hering tivesse uma participação e engajamento 450% maior por se tornar um hábito tão comum para os colaboradores quanto checar o celular.”

Previamente um programa fechado para empresas globais, a Hondana abriu sua carteira em 2017 para receber novos clientes. Saiba mais no site www.hondana.com.br.

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Conheça sete dicas para atrair investimentos com segurança jurídica em startups

Na comédia ‘Quero Matar meu Chefe 2’ (2014), os amigos (Nick Bateman), Dale (Charlie Day) e Kurt (Jason Sudeikis) resolvem abrir um negócio próprio com uma tecnologia inovadora para duchas de banho. O problema é que eles apresentam a ideia para um investidor mal intencionado e, sem segurança jurídica, tomam um golpe, perdendo os direitos do negócio e tendo que arcar com todos os passivos adquiridos para a abertura da empresa. Apesar de ser uma ficção, trata-se de um caso provável no mundo das startups, onde geralmente há pessoas com ideias brilhantes mas sem meios legais para protegê-las.

Confira sete dicas para evitar esse tipo de complicação na hora de procurar investimentos. Quem dá recomendações é Luiz di Sessa, associado da área de Tecnologia & Propriedade Intelectual do Souza, Cescon, Barrieu & Flesch Advogados.

1) Avaliar a necessidade real de um investidor

Os empreendedores devem estar preparados para mudanças estruturais que tornem a administração da sociedade mais complexa e podem reduzir o poder inicialmente exercido pelos empreendedores, o que ocorre com frequência no âmbito da convivência com novos investidores. Por isso, a decisão de aceitar investimentos deve ser estudada previamente. Caso positivo, a busca pelo investimento invariavelmente passa pela justificativa dos motivos pelos quais determinado valor é desejado, o que preferencialmente é acompanhado de um plano de ações objetivo.

2) Conhecer o mercado de atuação e se antecipar a possíveis questionamentos de investidores

Os investimentos são, via de regra, condicionados a uma auditoria legal na startup. Se por um lado os possíveis investidores estão acostumados a encontrar um certo grau de informalidade e de falta de procedimentos em empresas emergentes, é importante que o empreendedor demonstre conhecimento e domínio destes fatos frente às obrigações impostas por lei e saiba se antecipar a possíveis questionamentos acerca da legalidade de seu modelo de negócio, forma de contratação de funcionários, regime tributário adotado, forma de coleta e tratamento de dados de usuários de seus serviços, etc.

3) Definir o papel a ser exercido por cada participante do projeto na sociedade

A definição de cargos, direitos, obrigações, riscos, remuneração, incentivos e poder decisório de cada pessoa envolvida no projeto é imprescindível, tendo em vista a dificuldade em prever o período necessário para que uma startup comece a gerar resultados pretendidos e as altas expectativas dos empreendedores e investidores deste mercado. Tal definição possibilita a administração de conflitos e ansiedade de todos os envolvidos.

4) Atentar para a segurança jurídica nas operações de investimento

Os investidores neste mercado geralmente têm muito mais experiência em negociações do que os empreendedores; por outro lado, também interessa aos investidores que os empreendedores contem com assessoria jurídica adequada na negociação dos instrumentos jurídicos que regularão a relação entre as partes, mitigando o risco de entendimentos diferentes sobre os direitos de cada acionista e possibilitando que a condução do negócio foque exclusivamente no seu objeto social – mais do que garantir sua fatia no equity de empresas, os investidores muitas vezes precisam manter os empreendedores estimulados, pois são estes quem têm a completa visão do negócio e as melhores chances de desenvolvê-los. Vale dizer que muitos dos termos e das estruturas adotadas neste mercado encontram inspiração no direito estrangeiro, sendo imprescindível que os assessores legais observem as particularidades do Brasil na execução dos documentos.

5) Verificar a razoabilidade do custo para manutenção da startup frente à necessidade de aportes financeiros e incerteza da obtenção de recursos

O endividamento de uma sociedade é comum neste estágio, mas os seus sócios devem estudar as melhores formas de se obter recursos, quando necessário, estabelecendo limites aceitáveis e zelando por suas obrigações legais à frente da sociedade.

6) Conhecer as possíveis formas de proteção das vantagens competitivas da sociedade

Por vezes, os direitos de propriedade intelectual, tais como marcas, patentes, segredos de negócio, desenhos industriais, softwares, nomes de domínio e direitos autorais são o verdadeiro coração do negócio. Sendo assim, é recomendável que o inventor (ou o titular da invenção) garanta seus direitos de exclusividade sobre estas criações, sem esquecer de avaliar se vale a pena ter referida exclusividade também no exterior (muitos dos direitos de propriedade intelectual seguem o princípio da territorialidade, ou seja, a proteção é limitada ao território no qual encontram-se registrados). Além de aumentar a atratividade perante investidores, a precaução com este assunto pode evitar o desperdício de dinheiro com questões que poderiam ser facilmente resolvidas no início da operação – não é raro uma startup se ver diante de uma discussão sobre a possibilidade de uso de determinada marca após já ter investido tempo, esforço e dinheiro em ações de marketing e material publicitário.

7) Cuidar da divulgação das informações confidenciais da sociedade

Além das criações registráveis acima mencionadas, as startups contém muitas informações protegidas pelo instituto conhecido como segredo de negócio. Sendo assim, é imprescindível que todo o fluxo de informação sensível circulado entre sócios, funcionários e colaboradores e terceiros seja regulado por acordos de confidencialidade.

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VivaReal participa de programa de mentoria para startups da Prefeitura de São Paulo

O VivaReal estará presente no SP Stars 2017. Diego Simon (Co-fundador do VivaReal e CEO do Viva Decora), Lucas Vargas (CEO do VivaReal) e Gabriel Porto (Vice-presidente de marketing do VivaReal) integram a rede de profissionais que prestará mentoria para 50 empreendedores. A partir de fevereiro, as startups receberão acompanhamento de sua evolução em seis edições mensais ao longo de 2017.

No SP Stars 2017, cada startup receberá até 24 mentorias presenciais e individuais junto a diferentes executivos do ecossistema de startups de São Paulo, dentre investidores, aceleradoras, fundadores de startups e especialistas em marketing digital e vendas. Fundado em 2009, o VivaReal se tornou líder do segmento em oferta e demanda de imóveis, com mais de 15 milhões de visitas por mês e mais de 5 milhões de anúncios para compra e locação em todo o Brasil. Desde sua fundação, a empresa brasileira recebeu mais de R$ 170 milhões de investimentos dos fundos Monashees Capital, Kaszek Ventures, Valiant Capital, Dragoneer Investment Group e Spark Capital. “O VivaReal possui um mindset de startup, apesar de ter mais de 500 colaboradores. Atraímos investimentos, escalamos nossa operação e temos 15 escritórios. Superamos diversos desafios, que são similares para muitas empresas iniciantes. Desejamos auxiliar o ecossistema de startups e beneficiar São Paulo e todo o País”, explica Diego Simon, co-fundador do VivaReal e CEO do Viva Decora, portal de conteúdo com as melhores ideias e referências em decoração.

A rede de mentores do SP Stars conta com mais de 200 especialistas voluntários, dos quais já participaram executivos do Spotify, Amazon, Google, Twitter, Movile, Nubank, Buscapé, GetNinjas, VivaReal, BankFácil, Kekanto, Easy Taxi, Loggi, IBM, Guia Bolso, dentre outros.

Os empreendedores participarão ainda de workshops temáticos do SP Stars Academy, além de sessões de mentoria coletiva facilitadas por parceiros do ecossistema, divulgação das soluções, acesso à Rede SP Stars, descontos e benefícios oferecidos por parceiros do Programa. Desde seu lançamento em 2015, o SP Stars recebeu cerca de mil inscrições e atendeu mais de 350 startups, ultrapassando mil sessões de mentoria realizadas.

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Startup LegalBot é a finalista brasileira do Open Innovation Business Contest no Japão

A startup LegalBot é a finalista brasileira do Open Innovation Business Contest, competição global que incentiva a inovação empresarial, promovida pela everis, multinacional de consultoria que oferece soluções de estratégia e de negócios, desenvolvimento e manutenção de aplicações tecnológicas e serviços de terceirização, e a NTT DATA. O anúncio da representante do Brasil aconteceu, no ISE Business School, em São Paulo.

A LegalBot disputou a semifinal da competição com outras cinco startups. Os projetos apresentados tinham foco em realidade virtual, aumentada e mista, Internet das Coisas (IoT) e inteligência artificial. Eles foram avaliados por um corpo de jurados de renomados profissionais do setor de tecnologia.

Dentro desse novo cenário disruptivo, a representante brasileira no Open Innovation Business Contest desenvolveu uma solução que visa democratizar o acesso à inteligência regulatória. Ela ganhou uma bolsa de estudos para o curso WeSTART do ISE Business School, um programa para empreendedores e investidores, e concorrerá na final, em Tóquio, no Japão, com outros nove projetos selecionados nas cidades de São Francisco, Londres, Tel Aviv, Tóquio, Toronto, Madri, Barcelona, Cingapura e Pequim.

O vencedor da grande final receberá um prêmio de US$ 30.000 e terá a oportunidade de trabalhar, por três meses, com uma equipe da NTT DATA – um dos principais fornecedores mundiais de serviços e inovação na área de TI – no desenvolvimento de um protótipo de serviço-produto, que será oferecido às empresas clientes da companhia.

Projeto finalista

Baseada em inteligência artificial, a plataforma da LegalBot auxilia os profissionais de governança, gestão de riscos e compliance na análise, seleção, classificação e organização dos diversos aspectos normativos.

Alexandre Bess, CEO da startup, explica que a regulação é hoje um problema global, que impacta diretamente a competitividade das empresas e dos países, inclusive, pode gerar enormes prejuízos. “Um dos principais problemas enfrentados pelos que atuam nessa área é o grande volume de normativas. No mercado financeiro, por exemplo, surgem mais de 300 regulações todos os meses”, comenta.

Para facilitar o contato e a experiência dos profissionais com as normativas de seus segmentos, a plataforma desenvolvida pela startup busca, analisa e interpreta as informações por meio de algoritmos. Dessa forma, cada usuário, conforme sua seleção, tem acesso aos dados pela web e aplicativo, ou seja, a tecnologia leva ao usuário o que ele realmente precisa saber sobre regulação.

“A sensação de ser o representante brasileiro na final do Open Innovation Business Contest é maravilhosa, pois sabemos o quanto a tecnologia é relevante para o mundo e teremos a oportunidade de apresentá-la para um público internacional”, comemora Bess.

Para Roberto Pereira, executivo responsável pelas iniciativas de Inovação na everis Brasil, o projeto da LegalBot tem total sinergia com a companhia, uma vez que a tecnologia de inteligência artificial oferece aos clientes maior agilidade para entrarem em novos mercados, principalmente no setor financeiro e de seguros, que são altamente regulados. “O fato de podermos acelerar o entendimento da regulação e aportar novas tecnologias, novos serviços e soluções, é importantíssimo”, destaca.

A semifinal brasileira do Open Innovation Business Contest, segundo Pereira, mostrou a força do ecossistema de inovação e o quanto é importante entender as novas tecnologias desde o início, para desenvolver capacidades, parceiros e identificar possíveis problemas durante a adaptação. “Por ser nosso modelo de negócios B2B2C, precisamos compreender o que nossos clientes pretendem ofertar aos clientes deles para que, juntos, possamos levar à sociedade soluções mais robustas”, observa.

Os outros cinco projetos semifinalistas

Plataforma de Realidade Virtual 360º na Nuvem – Beenoculus
Produto de economia criativa, com foco em potencializar o ecossistema de produção e distribuição de conteúdo 360º e o mercado publicitário.

Plataforma de Realidade Virtual para Projetos Imobiliários – VR Monkey
Permite que arquitetos e profissionais em geral do setor imobiliário façam visitas aos empreendimentos imobiliários, usando as mais recentes tecnologias de realidade virtual.

IOBike – Plataforma IoT para Bicicletas em Áreas Urbanas – LightUp
Solução de iluminação que conecta bicicletas à IoT (Internet das Coisas), proporcionando aos ciclistas segurança e interatividade, além da possibilidade de geomarketing a anunciantes.

Simulador integrado à gamificação que promove a reabilitação de pessoas com deficiência por meio da experiência de imersão produzida por realidade virtual – Fisioatual
Utiliza o entretenimento dos jogos integrado a uma plataforma instável, equipada com sensores. Funciona como um simulador de exercícios por meio da imersão na realidade virtual.

Plataforma de Realidade Virtual Inside Places – Inside Places
Com o uso desta ferramenta, arquitetos, designers de interiores e construtoras dão aos seus clientes a oportunidade de estarem dentro de seus imóveis antes mesmo de ficarem prontos.

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Visa e Kyvo lançam programa de aceleração focado em fintechs brasileiras

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A Visa e Kyvo, parceira da GSVlabs no Brasil, se unem em busca de até 5 fintechs com potencial para revolucionar a indústria de pagamentos eletrônicos no país e no mundo. Por meio do programa “Track” de aceleração de startups e do Visa’s Everywhere Initiative, implementado pelas duas empresas, Visa e Kyvo supervisionarão os empreendedores na definição do modelo de negócio e no aprendizado de técnicas e ferramentas nas áreas de produto, serviço, design e marketing. No total, serão até 6 meses de programa – sendo aproximadamente três de aceleração e outros três meses de incubação. E o mais importante: dos meses de aceleração, dois deles serão no Brasil e um no Vale do Silício (EUA). O Visa’s Everywhere Initiative é um programa criado em 2015 para impulsionar novos relacionamentos com talentos emergentes na comunidade startup e trazer novas ideias para melhorar o ecossistema de pagamento.

Após selecionar os melhores participantes, as startups passam por períodos de imersão, bootcamp e elaboração de estratégias. Os participantes ainda poderão ter acesso ao conteúdo, às práticas, aos estudos de casos da GSVlabs e a uma rede estratégica de 170 mentores da comunidade Global Silicon Valley. Ao final do programa, cada startup poderá apresentar seu pitch para um comitê nomeado pela Visa, Kyvo e GSVlabs no Demo Day, que deve acontecer em outubro de 2017. As inscrições devem ser realizadas até o dia 31 de março no site oficial do programa. As startups selecionadas poderão receber o equivalente a aproximadamente R$ 235 mil cada em tecnologias e em serviços profissionais que vão ajudá-las a entrar no mercado.

“Estamos nessa missão para sermos tão bem sucedidos no mundo digital quanto somos no físico, o que significa que estamos em busca de parceiros capazes de trabalhar com flexibilidade e rapidez”, conta Percival Jatobá, Vice-presidente de produtos da Visa do Brasil. “O Visa’s Everywhere Initiative é a forma que encontramos para integrar essa nova mentalidade da comunidade de startups com o plano digital da Visa. Queremos parceiros inovadores que façam a diferença”.

Observando o grande potencial do mercado brasileiro, a GSVlabs fechou parceria, em 2016, com a Kyvo Design-Driven Innovation. A GSVlabs contará com o conhecimento da Kyvo sobre o mercado local e seu relacionamento com investidores, mentores e empresas para apoiar o desenvolvimento de startups. O objetivo é criar uma ponte com o Vale do Silício e dar suporte ao ecossistema que está se desenvolvendo rapidamente no Brasil. “O empreendedor terá à disposição toda a rede de mentores e técnicas empregadas no Vale do Silício a partir do Brasil, com a vantagem de poder otimizar a concepção e o planejamento da empresa para o mercado nacional”, diz Hilton Menezes, sócio-fundador da Kyvo.

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Telit adquire a startup do Vale do Silício GainSpan

A Telit, líder global em Internet das Coisas (IoT) anuncia a aquisição da startup GainSpan Corporation, provedora de soluções de conectividade sem fio – especializada no design e desenvolvimento de tecnologias Wi-Fi de potência ultrabaixa. A startup possui mais de 90 funcionários de Investigação & Desenvolvimento (I&D) e engenheiros de suporte espalhados em centros de Pesquisa & Desenvolvimento (P&D) em Bangalore, São José e Califórnia.

“À medida que nós entrarmos em uma era de maturidade IoT, começaremos a testemunhar outros novos espaços voltados para a Internet de Sensores, a Internet de Carros e a Internet do Digital”, avalia Oozi Cats, CEO da Telit. Com matriz localizada no Vale do Silício, a startup é responsável pela fabricação e comercialização de chips e módulos para dispositivos alimentados por bateria e propriedade intelectual relacionada (IP), o que inclui network stacks (pilhas de rede) e projetos referência em aplicativos.

A aquisição expande o portfólio da Telit em soluções end-to-end e a posiciona como marca referência no mercado de dispositivos alimentados por bateria e que dependem do Wi-Fi e de outras tecnologias de baixo consumo de energia. As soluções da GainSpan estão presentes em vários segmentos de mercado emergentes da IoT tais como saúde, gestão de edifícios, logística, comercial e industrial.

As soluções da startup oferecem integração de Wi-Fi com tecnologias de baixo consumo como BLE e 6LoWPAN para conectividade segura. Os ativos da GainSpan alinham-se bem com os produtos da Telit, incluindo módulos celulares BT/ BLE e GNSS, além da plataforma IoT, o que reforça a proposta de solução “sensor-to-cloud” da empresa.

Além disso, de acordo com a recente pesquisa da IoT Forecasts da Machina Research, em 2025 a previsão é que 75% das mais de 27 bilhões de conexões IoT serão de curto alcance. As conexões, em grande parte, são compostas pelos vários tipos de Wi-Fi – tecnologia líder em aplicações dentro do cenário IoT e que depende da bateria devido ao seu baixo consumo de energia associado.

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Startup de saúde cria a primeira enfermeira digital do Brasil

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Segundo levantamento do Ministério da Saúde, mais de 40% da população adulta brasileira, o equivalente a mais de 58 milhões de pessoas, possui pelo menos uma doença crônica não transmissível. Estas doenças são responsáveis por mais de 72% das causas de morte no Brasil.

As pessoas estão vivendo mais e melhor, porém, ligado ao aumento da expectativa de vida está o crescimento das doenças crônicas, como diabetes, hipertensão e infarto, por exemplo.

Havendo uma doença, para evitar complicações de saúde, é comum que os pacientes recebam tratamentos médicos, normalmente à base de medicamentos, para estabilizar a condição e permitir que os mesmos tenham mais qualidade de vida. Porém a grande verdade é que: É chato e é difícil gerenciar um tratamento e, por conta disso, menos de 50% dos pacientes seguem o tratamento como deveriam. Um bom exemplo de dificuldades é da avó de um dos sócios do CUCO, que toma mais de 10 diferentes medicamentos durante a semana. Já imaginou como é difícil saber qual medicamento deve ser tomado em qual horário? E como a família pode administrar o controle da medicação e saber se ela está tomando na hora certa? O ideal seria que alguém auxiliasse em tempo integral estes pacientes. Foi justamente para mudar esse cenário que surgiu o CUCO.

Como um assistente de saúde digital, carinhosamente chamado de “Enfermeira Digital”, por conta do papel da área de enfermagem de cuidar da vida, o aplicativo é uma oportunidade de oferecer o auxílio em tempo integral, acompanhando o tratamento de saúde dos pacientes, lembrando-os da hora certa de tomar seus medicamentos, educando-os com conteúdos de saúde de acordo com suas doenças e tratamentos, e informando familiares e amigos quando o paciente esqueceu de tomar o remédio na hora certa, para que estes possam tomar uma atitude e contribuir no cuidado.

Por meio de conceitos de games, a nova versão do aplicativo foi lançada esta semana e permite que o paciente acompanhe seu histórico de saúde e seja estimulado a seguir o tratamento corretamente até o final, evitando que o mesmo desista no meio do caminho.

“Lembrar o paciente na hora certa de tomar seu medicamento aumenta consideravelmente os níveis de adesão ao tratamento, o que pode ser comprovado pelos números de adesão dos mais de 6.000 usuários diários do CUCO em sua primeira versão”, aponta Gustavo Comitre, diretor de produto da empresa.

O aplicativo, que é gratuito para pacientes, possui diversas funcionalidades que ajudam pacientes e familiares em seus desafios de saúde, confira algumas delas:

• Lembre-se de tomar seus medicamentos com o CUCO (despertador de remédios);

• Lista de Medicamentos da Anvisa;

• Histórico do seu Tratamento sempre em mãos;

• Mensagens e dicas sobre tratamentos e doenças;

• Crie seu time de saúde no aplicativo e receba alertas quando alguém do seu time esquecer de tomar o remédio;

• Uma incrível Enfermeira Digital para pacientes de operadoras de saúde e hospitais parceiros do CUCO, o qual utiliza tecnologias do IBM Watson;


Além do CUCO para pacientes, a empresa CUCO Health possui também diversas soluções que atendem Operadoras de Saúde, Hospitais e Prefeituras, permitindo acompanhar e melhorar a adesão ao tratamento de seus pacientes, reduzindo custos e trazendo mais saúde, informação e qualidade de vida a seus beneficiários.
Quer ajuda com seu tratamento ou tem alguém da sua família que precisa ser monitorado? Então baixe agora mesmo a nova versão do aplicativo CUCO para celulares Android clicando aqui. Em março a nova versão para iOS (iPhone) também estará disponível, mas por enquanto você pode baixar a versão antiga aqui.

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Confira os destaques da John Deere na Campus Party!

1. Hackathon: começa nesta quinta o hackathon John Deere – maratona de programação de software, desafiando os participantes a desenvolverem um aplicativo. A equipe vencedora vai ganhar uma viagem para os Estados Unidos, para visitar a sede da John Deere Intelligent Solutions Group, em Urbandale.

2. Simulador de colheitadeira de grãos: o visitante pode experimentar o quão tecnológico e desafiador é operar uma colhedora de cana, ao contrário da imagem que muitos ainda tem com relação ao operador de máquina agrícola. A ideia é que os jovens se divirtam e se surpreendam.

3. Quiz interativo: o campuseiro que for ao estande pode participar de um rápido jogo eletrônico, exibido num telão de LED, no qual ele conhece um pouco mais de como a tecnologia se aplica às principais etapas de produção agrícola – preparo de solo, plantio, tratos culturais, colheita e gestão. Ele vai conhecer, por exemplo, como funciona a plantação de milho. Ao fim do jogo, ganha um saquinho de pipoca.

4. Entretenimento: o Monster Tractor, o maior trator de controle remoto da John Deere, também está na Campus Party para quem quiser brincar.

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ABStartups participa da Campus Party 2017 e discute políticas públicas

A Associação Brasileira de Startups, entidade que representa e promove o ecossistema de startups no país, participa do talk “Fomentando o ecossistema brasileiro de inovação”, na 10ª edição da Campus Party Brasil, um dos maiores eventos de tecnologia e inovação do país. A palestra acontece no palco “Startup & Makers”, nesta quinta-feira (2), às 17h15.

A associação será representada por Thiago Melo, Community Manager da ABStartups. Formado em administração, Thiago esteve, nos últimos anos, à frente de projetos de alto impacto, como empreendedorismo para jovens universitários e a criação de uma rede de desenvolvedores para fomentar o aprendizado de novas tecnologias. Também participa da atividade Tony Celestino, diretor da Techstars no Brasil; Rodrigo Afonso, diretor executivo da ONG Ação da Cidadania e Luis Felipe Baptista Luz, fundador do Baptista Luz Advogados, especializado em direito societário, fusões e aquisições e direito tributário.

O objetivo da palestra é entender como as políticas públicas e o fomento à cultura de inovação podem beneficiar o ecossistema de empreendedorismo no país, transformando o Brasil em uma potência mundial no ramo de startups. Mais informações sobre a palestra podem ser acessadas neste link. Todas as atividades do palco Startup & Makers são abertas ao público.

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FOXBIT participa de palestra sobre o que é Bitcoin na Campus Party Brasil

A FOXBIT, maior corretora de bitcoins do Brasil, participa do painel “Bitcoin e Blockchain – O que é Bitcoin?”, na 10ª edição da Campus Party Brasil, um dos maiores eventos de tecnologia e inovação do país. A palestra acontece no espaço Campuseiro Curador II, nessa sexta-feira (03), às 11h.

A FOXBIT será representada por João Paulo Oliveira, CBO (Chief Blockchain Officer) da startup, que terá como objetivo falar sobre o que é a criptomoeda, que reproduz em pagamentos eletrônicos a eficiência e baixo custo dos pagamentos com cédulas. Além disso, abordará também como funciona e qual o futuro deste sistema de pagamento, que possibilita que as pessoas continuem a realizar transações financeiras e investimentos de forma segura.

Além da discussão, a FOXBIT também possui um stand interativo que funcionará nos dias 02 e 03 de fevereiro, das 10h às 20h, entregando brindes aos participantes. Durante todo o evento, o CEO da startup João Canhada, também estará presente para tirar dúvidas, explicar o que são os bitcoins e como funciona a empresa. Mais informações sobre a palestra podem ser acessadas aqui.

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Open Innovation Week reúne 150 startups e 100 grandes empresas

O principal evento de empreendedorismo e inovação aberta entre startups e grandes empresas, a Open Innovation Week, vai reunir no mesmo ambiente empreendedores, executivos e pesquisadores da comunidade científica, com o intuito de engajar e propor novas práticas e metodologias de modelos de negócios para a inovação.

Com o tema central “Novos modelos de negócios para inovação”, a 9ª edição da Open Innovation Week acontece entre os dias 21 e 22 de fevereiro, em São Paulo, e mostrará ao ecossistema a importância da inserção de empresas de base científica e tecnológica, em conjunto com as digitais, para a colaboração aberta com companhias de diferentes setores da indústria.

Neste ano, foram selecionadas mais de 150 startups e 100 grandes empresas, entre elas: IBM, 3M, Accenture, HP, Microsoft, Cemig, Atlas Schindler, Johnson&Johnson, Grupo Algar, AES Brasil, Votorantim, Whirpool, BRF, Roche, Senai, Catho, Natura e Grupo Oncoclínicas. Com isso, a Oiweek se consolida como o principal palco mundial de conexão e geração de negócios de inovação aberta entre pequenas e grandes companhias.

“Em 2016, a 8ª Oiweek proporcionou mais de 1.000 reuniões entre as top startups e as grandes empresas. De lá, mais de 100 contratos e parcerias foram firmadas. Por isso, nosso objetivo principal é mostrar que é possível conectar modelos e portes de negócios tão distintos para gerarem negócios que impactam diretamente em diversas áreas da sociedade, como saúde e bem-estar, educação, energia, finanças, construção e cidades inovadoras”, explica Bruno Rondani, Cofundador da Open Innovation Week.

Isabela Botelho, Cofundadora da Pin People, plataforma de recrutamento e seleção de pessoas, conta que durante os dois dias da 8ª Oiweek conversou com pelo menos 20 grandes empresas. ”Provavelmente demoraríamos um ano para ter acesso aos executivos dessas companhias, se não estivéssemos neste evento”. A empreendedora afirma que quase dez projetos pilotos devem surgir dessas reuniões.

Participante das 7ª e 8ª edições da Oiweek, a Lean Survey liderou a lista das startups mais inovadoras de 2016. Criado em 2014 pelos empreendedores Alessandro Andrade e Fernando Salarori, o aplicativo permite que empresas utilizem a tecnologia mobile e o crowdsourcing para realizarem pesquisas de mercado presenciais. Entre as companhias que já contrataram a Lean Survey estão a Dell e a Ambev. ”É um orgulho fazer parte de um movimento que conecta grandes empresas e startups criando juntas o futuro do nosso país”, afirma Andrade.

Movimento 100 Open Startups

Durante a 9ª edição da Oiweek ocorre a etapa final do movimento que chega com recorde de avaliações. No último semestre, mais 2.100 avaliadores representaram 317 grandes empresas que classificaram online (4.356 avaliações) e presencialmente (2.287 avaliações) cerca de 2.700 projetos de startups. As etapas incluíram reuniões e demo days em diversas cidades do Brasil –Campinas, Curitiba, Rio de Janeiro, São José dos Campos, Recife, Porto Alegre, São Paulo, Florianópolis e Belo Horizonte– e do exterior – Bangalore (Índia) e Pittsburgh (Estados Unidos). As 150 startups selecionadas para o evento passarão por novas reuniões, avaliações e pitches com investidores e executivos. As que tiverem melhor desempenho na Open Innovation Week irão compor o ranking do Movimento 100 Open Startups 2017.

O evento também receberá a 5ª edição do Encontro Acadêmico em Inovação Colaborativa, que reúne pesquisadores, professores doutores e doutorandos que estudam empreendedorismo corporativo e redes de inovação. Os participantes poderão conhecer o “Observatório de Startups”, iniciativa que compila e disponibiliza dados sobre inovação e empreendedorismo para fins acadêmicos e fazer uma “visita guiada” à metodologia de categorização/classificação de startups.

“Com o amadurecimento da adoção de práticas de inovação aberta no país e o processo de transformação digital, as últimas edições do evento incluíram na pauta a conexão com startups digitais. Em 2017, com a consolidação do Movimento 100 Open Startups, a Oiweek tem como foco trazer de volta a geração de negócios e parcerias entre grandes e médias empresas, comunidade científica, startups digitais e empresas de base tecnológica”, diz Rondani.

Serviço: 9ª edição da Open Innovation Week

Dias: 21 e 22 de fevereiro – das 8:00 às 19:00
Local: Centro de Convenções Rebouças: Av. Rebouças, 600 – São Paulo

Saiba mais: www.oiweek.com.br/2017/

Conheça o Movimento “100 Open Startups”: http://www.openstartups.org.br/

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Start You Up se une a empresários capixabas e lança o AGROFIP

Encontrar soluções inovadoras para o agronegócio em Logística, Gestão, IOT, Big Data, Biotech, Água, Carbono e Sustentabilidade por meio da conexão de empreendedores a investidores do setor. Esse é o propósito do AGROFIP , um veículo de investimento formado pela Start You Up, aceleradora global de startups e um grupo de empresários capixabas.

Com a iniciativa, objetivo é investir até R$ 25 milhões durante os próximos cinco anos. Segundo Tiago Sarlo, diretor da Start You Up, existem vários setores interessantes para investimento quando se pensa em startups, mas o de agro tem ingredientes únicos que podem ajudar o Brasil se tornar referência mundial em agtech.

“O Brasil é um país de dimensões continentais, tem grandes centros de pesquisa e desenvolvimento ligados a instituições acadêmicas que precisam de investimento para ganhar escala global e colocar o Brasil no mapa da inovação. São negócios como estes, com uma clara vantagem competitiva e um time empreendedor de alto nível que buscamos. Por isso, temos todo o potencial para decolarmos com o agronegócio digital”, comenta Riegert.

Os criadores do AGROFIP têm como certo que a chegada de mais inovação ao campo é de extrema importância para a continuidade da evolução do setor e que esse desenvolvimento que chamará a atenção para mais investimentos.

O plano é investir até 10% do valor em ao menos 10 startups esse ano, sendo via aportes que podem variar entre R$ 250 mil e R$ 2 milhões por empresa: “O AGROFIP está com o radar ligado para captar negócios inovadores, com alta escalabilidade e com presença em setores com grande potencial ainda pouco explorados no agronegócio. A expertise da Start You Up tanto na escolha da melhores startups quanto na consultoria às selecionadas é um grande trunfo do projeto, comenta Sarlo.

Como funciona

Para além do aporte financeiro, o AGROFIP, por meio da Start You Up, promoverá para as empresas selecionadas uma série de atividades importantes para o sucesso do empreendimento, bem como a aplicação dos recursos investidos. Dentre elas estão workshops, palestras, consultorias e mentorias específicas a cada negócio.

Startups podem estar em estágio inicial bem como gerando receita

O principal objetivo é – através do aporte de capital – proporcionar um rápido crescimento para alcançar novos degraus de investimentos – Venture Capital – além da possibilidade de internacionalização e importação/exportação de tecnologias, independentemente de sua nacionalidade.

“Em parceria com empresários do ES montamos um veículo de investimento para participar de empresas do agronegócio. Esses investimentos podem transformar o agronegócio do Estado do Espírito Santo, bem como do Brasil”, afirma. “O Brasil já é referência mundial, imaginem quando as tecnologias se tornarem algo padrão. Existe muita oportunidade no nosso mercado e vamos buscá-la”.

As interessadas devem se inscrever no site do AGROFIP e preencherem um cadastro simples já à disposição. As inscrições podem ser feitas a qualquer momento e como não há prazo definido os primeiros projetos recebidos já serão avaliados.

Parceiros envolvidos no projeto junto com a Start You Up: Casa do Adubo , Grupo Pianna , Royse Law Firm e Coopttech.

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Fundadores da Trustvox falam sobre startups na 10ª edição da Campus Party

No dia 03 de fevereiro, os fundadores da Trustvox, primeira e única certificadora de reviews no Brasil, que atua com o propósito de tornar a sinceridade padrão de mercado no e-commerce, participam da 10ª edição da Campus Party, principal evento de internet, tecnologia, inovação e empreendedorismo do país. Tatiana Pezoa, CEO da empresa, ministrará a palestra sobre o motivo pela qual 99% das startups “morrem” e quais as estratégias para não fazer parte dessa estatística. Por outro lado, Horário Poblete, COO da startup, falará sobre como serão as startups do futuro e como podemos criá-las.

A Campus Party, que acontece dos dias 31 de janeiro a 05 de fevereiro, tem como objetivo incentivar, promover e compartilhar conhecimento, além de proporcionar ricos debates de assuntos relacionados a tecnologia, inovação, empreendedorismo e startups. Além disso, a ocasião é uma oportunidade para o empreendedor mostrar o seu trabalho, realizar networking, conhecer novas empresas e participar de mentorias com profissionais que têm conhecimento na área.

“É uma honra poder participar da Campus Party, pois é considerado o maior evento do ecossistema e referência no que diz respeito à tecnologia e inovação. Nosso objetivo é compartilhar as experiências que tivemos com o universo das startups e com a Trustvox, afim de auxiliar àqueles que estão começando a empreender e orientá-los nesta fase inicial”, afirma Tatiana Pezoa, CEO da Trustvox.

A empresa é a primeira e única certificadora de reviews no Brasil e tem o propósito de tornar a sinceridade padrão de mercado no e-commerce e, por consequência, gerar cada vez mais vendas aos comerciantes e melhorar a reputação de uma marca. Atualmente, a startup conta com mais de mil varejistas utilizando sua plataforma, nomes como O Boticário, Polishop, Época Cosméticos, Grupo Technos, World Tênis, Shopfato, Shoulder, Trifil, Mash, dentre outros.

“Me sinto muito lisonjeado em poder participar da 10ª edição da Campus Party. Esse ano o evento será de extrema importância para o ecossistema de startup e tecnologia, principalmente porque irá tratar de assuntos de grande relevância para o universo de empreendedorismo, já que podemos perceber muitas mudanças e descobertas que estão inovando esse segmento”, destaca Horácio Poblete, COO da Trustvox.

SERVIÇO

Palestra Tatiana Pezoa:

Quando: 03/02, das 16h15 às 17h
Local: Palco Startup & Makers

Palestra Horácio Poblete:

Quando: 03/02, das 14h15 às 15h
Local: Palco Startup & Makers

Endereço: Pavilhão de Exposições do Anhembi
Inscrições e programação:
http://brasil.campus-party.org/sobre-nos/entradas-2017

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Votorantim Metais divulga lista de startups finalistas do programa MINING LAB

A Votorantim Metais divulgou nesta terça-feira uma lista com 18 startups selecionadas para avançar no programa MINING LAB, a iniciativa de apoio a empreendedores lançada em outubro pela empresa. Entre as classificadas, há startups localizadas em cinco estados brasileiros: Minas Gerais, Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo.

As escolhidas se destacaram entre 115 participantes que apresentaram projetos nas áreas de energia renovável e nanotecnologia, aplicados à mineração. O número de inscritos superou as expectativas dos próprios organizadores. “Pela complexidade dos temas, nós imaginávamos um total de 50 startups inscritas”, diz Rodrigo Gomes, gerente de Tecnologia da Votorantim Metais.

A partir do dia 1º de fevereiro, representantes das startups passarão por uma imersão dentro da mineradora para entender os processos de produção e receber apoio técnico para elaborar a apresentação do projeto para a banca examinadora.

Os projetos classificados na primeira etapa são:

ENERGIAS RENOVÁVEIS

BCHEN (Itauna/MG)
Bioware (Campinas/SP)
Eduardo Biscolli Brandão (Videira/SC)
Mario Coelho (Santa Cruz do Sul/RS)
Naidion Motta Silvério (Itajubá/MG)
Oppus (Nova Lima/MG)
Paradigma (Carmo do Paranaíba/MG)
Tau Flow (Campinas/SP)
Tey Renováveis: Sorocaba/SP
Trigás (Caxias do Sul/RS)
Zeg Environmental (Água Branca/SP)

NANOTECNOLOGIA

Ecosoluções (Viçosa/MG)
Itatijuca Biotech (São Paulo/SP)
nChemi (São Carlos/SP)
Oppus (Nova Lima/MG)
Robson Rodrigues Amaro (Barão de Cocais/MG)
Tau Flow (Curitiba/PR)
WHPOS (Nova Lima/MG)

No dia 17 de fevereiro, a banca examinadora irá definir os vencedores. Até 10 projetos irão receber o apoio da empresa, acompanhamento pela FIEMG e pela aceleradora de startups Techmall até o Demo Day em 1º de setembro.

Ao final do programa, a Votorantim Metais poderá investir no desenvolvimento das soluções, bem como estabelecer parcerias para busca de investimentos, compra ou distribuição dos produtos e serviços das startups.

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Startup aposta no Rio de Janeiro e amplia serviços em plano de expansão nacional

Há três anos no mercado brasileiro, a Loggi, plataforma digital para solicitação de entregas expressas, tem apostado no Rio de Janeiro em seu plano de expansão no país. A empresa, que também atua em São Paulo, Belo Horizonte, Porto Alegre e Curitiba, chegou à capital fluminense há cerca de um ano e recentemente trouxe para a cidade sua vertical para o mercado de delivery de alimentos. Hoje, já são mais de 20.000 clientes e 16 mil entregas diárias somente para o setor corporativo.

Todos os mensageiros cadastrados pela Loggi são devidamente regularizados e estão equipados com smartphone, máquina de leitor de cartões e um baú exclusivo para garantir uma entrega mais ágil e eficiente. Entre as empresas que utilizam a plataforma no Rio, está o Mattos Filho, um dos principais escritórios de advocacia do país. “Optamos pelo serviço da Loggi pois achamos muito rápido. O motoboy que estiver mais próximo do pedido é quem atende e isso foi primordial para nós”, explica Luciana Pontual, coordenadora administrativa regional da Mattos Filho. “Além disso, tem um demonstrativo completo, que não é apenas um recibo de papel, é uma fatura única com atendimento quase imediato, evitando a burocracia desse tipo de serviço”.

Delivery rápido e eficiente

Inaugurado em meados de novembro na capital fluminense, o LoggiPresto integra o serviço de delivery com pagamento em um modelo inovador. Agora, restaurantes podem pedir um motoboy pelo site da Loggi de acordo com a demanda, sem a necessidade de gerir um time fixo de mensageiros e alugar máquinas de cartão, o que simplifica a operação e reduz custos. Em São Paulo desde abril do ano passado, a plataforma já conta com clientes de peso como Lanchonete da Cidade, Baccio di Latte e The Fifties.

“No começo, o grande diferencial foi o preço. Tínhamos um custo fixo muito alto para um entregador que não tinha a quantidade de entregas necessárias. Outro ponto muito positivo foi que os clientes pararam de nos ligar para saber aonde estava a entrega, pois já recebiam no celular uma posição de onde estava e quanto tempo vai demorar. Isso melhorou muito nossa rotina de trabalho”, afirma Mariana Racy, gerente administrativa da Torta & Cia.

Com LoggiPresto, o cliente final tem total controle do seu pedido com os alertas enviados pelo sistema: o primeiro quando o motoboy sai do restaurante, informando tempo de entrega e um link para rastrear o mensageiro em tempo real. Depois, quando o motoboy estiver a dois minutos de chegar, é enviada outra mensagem avisando que pode descer.

“Existe uma oportunidade enorme para o mercado de delivery crescer, mas para isso acontecer a operação logística precisa ser simplificada e otimizada, principalmente na gestão dos entregadores e pagamentos”, afirma Fabien Mendez, CEO da Loggi. “No caso dos restaurantes é comum que os clientes estejam um pouco ansiosos para receber o pedido, e o sistema da Loggi, oferecendo total transparência e rapidez, vai transformar ansiedade em encantamento. Já é possível perceber em São Paulo que a satisfação geral dos clientes melhora e, consequentemente, há mais fidelização”, explica.

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Startup americana investe no mercado brasileiro

A Swipe Memories, startup americana, pioneira no desenvolvimento de filtros customizados para Snapchat na América Latina, lança, no próximo dia 29 de janeiro, a ferramenta no Brasil. Com um site (www.swipememories.com.br) totalmente responsivo, a empresa vem com a proposta de popularizar os geofiltros e permitir a criação de artes inéditas para usuários da rede. Os preços variam entre R$ 49 e R$99.

O Brasil é um dos países mais ativos nas redes sociais. De acordo com uma pesquisa divulgada pela consultoria eMarketer, quase 50% da população brasileira tem acesso à tecnologia e o número de usuários vem crescendo ano a ano. O mercado latente abre espaço para um mundo de serviços agregados a estas inovações tecnológicas e é justamente com este nicho de atuação que a Swipe Memories investe no Brasil.

O usuário da ferramenta pode criar artes para suas publicações e personalizá-las com imagens e conteúdos exclusivos, ou ainda, inspirar-se em ídolos e influenciadores digitais para fazer um filtro igual. É possível desenvolver artes para o dia a dia ou para ocasiões especiais, como festas de casamento, debutantes, comemorações de empresas, entre outras.

“O Brasil tem uma população jovem e muito antenada com as novidades de tecnologia. A era do compartilhamento facilitou o trânsito de informações e de convivência das pessoas. Em um clique é possível acompanhar em tempo real a vida de amigos, familiares, marcas e empresa, mas mais que um espaço de compartilhamento, as redes sociais funcionam como um ambiente para expor o que pensam, o que gostam e crenças dos usuários. É neste contexto que os filtros ganham força, uma vez que reforçam a identidade e a mensagem que o usuário quer passar aos seguidores”, Josie Rushing, head de Marketing da Swipe Memories.

Como usar:

A produção do filtro é simples e autoexplicativa. A partir do acesso à plataforma, o usuário escolhe entre os mais de 100 layouts disponíveis que quer customizar. Com o laytout definido, o cliente pode incluir texto, brasão, imagens, caricaturas e outros elementos. O site funciona também como uma plataforma de market place, onde designers do mundo inteiro podem contribuir com artes para os filtros. Há também a possibilidade de o cliente solicitar a criação de um filtro exclusivo sob demanda, a Swipe Memories disponibiliza equipe de designers para desenvolver o novo esboço por um preço diferenciado.

Após finalizado, o conteúdo é enviado ao Snapchat para aprovação e, se aprovado, em até seis horas é disponibilizado à pessoa no dia, horário e local definidos.

O custo da criação da arte do filtro varia entre R$ 49 e R$ 99. Além deste valor, há uma taxa de R$ 70 para que a Swipe Memories faça a aprovação do filtro junto ao Snapchat para o cliente. É possível enviar o filtro para aprovação diretamente ao Snapchat sem este custo adicional, contudo, para definição do geofiltro, ou seja, local, data e tempo disponível de utilização da ferramenta o serviço é cobrado pelo próprio Snapchat.

O serviço espera atingir não apenas o usuário comum, mas principalmente as pequenas empresas que têm necessidade de comunicar-se com seu público de forma digital e rápida. A empresa estima faturar R$ 1 milhão neste primeiro ano de atuação, com um ticket-médio de R$ 169/mês e aproximadamente 6.000 filtros vendidos ao ano.

“Acreditamos muito no potencial do mercado brasileiro e por isso pensamos em uma comunicação em português, próxima da cultura e da realidade dos usuários brasileiros. Entendemos que há uma demanda muito exigente dos usuários comuns, mas visualizamos uma oportunidade positiva de pequenas empresas se colocarem de forma profissional e diferenciada nas redes sociais por meio da padronização dos filtros e de uma comunicação adequada, com valores e direcionada ao público que interage com ela”, conclui a empresária.

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Semifinal brasileira do Open Innovation Business Contest reúne seis projetos de realidade virtual

A everis, consultoria que oferece soluções de estratégia e de negócios, e a NTT DATA anunciam os semifinalistas brasileiros que concorrerão a uma vaga na grande final do Open Innovation Business Contest, competição global de startups, que reúne representantes de 10 países.

Entre os projetos inscritos na competição, de várias regiões do País, foram selecionados seis, todos de inovação empresarial na área de realidade virtual, aumentada e mista. No próximo dia 2 de fevereiro, o representante brasileiro será escolhido por uma comissão julgadora, formada por renomados profissionais do setor de tecnologia, no ISE Business School, em São Paulo, cidade sede da semifinal no Brasil.

O projeto brasileiro escolhido disputará a grande final da premiação, no mês de março, em Tóquio, no Japão, com outros nove projetos selecionados nas semifinais realizadas em São Francisco (Estados Unidos), Londres (Inglaterra), Tel Aviv (Israel), Tóquio (Japão), Toronto (Canadá), Madri e Barcelona (Espanha), Pequim (China) e Cingapura. E, também, ganhará uma bolsa de estudos para o curso WeSTART do ISE Business School, um programa para empreendedores e investidores se aperfeiçoarem e se conectarem.

O vencedor da grande final do Open Innovation Business Contest no Japão receberá US$ 30.000 para serem utilizados no desenvolvimento de seu projeto. Também faz parte da premiação, a oportunidade de trabalhar por três meses com uma equipe da NTT DATA – um dos principais fornecedores mundiais de serviços e inovação na área de TI – no desenvolvimento de um protótipo de serviço-produto, que será oferecido às empresas clientes da companhia.

O objetivo da everis e da NTT DATA é atrair ideias que promovam a inovação empresarial no campo da realidade virtual. Segundo Roberto Pereira, executivo responsável pelas iniciativas de Inovação na everis Brasil, as novas e crescentes exigências dão à inovação primazia nos mais diversos mercados. “Unir raciocínio produtivo e ação inovadora é essencial para obter vantagem competitiva”, destaca.

Os seis projetos semifinalistas

– Plataforma de Realidade Virtual 360º na Nuvem – Beenoculus
Responsável – Rawlinson Terrabuio – Curitiba- PR

Produto de economia criativa, com foco em potencializar o ecossistema de produção e distribuição de conteúdo 360º e o mercado publicitário. Trata-se de um óculos que transforma o smartphone em um ambiente de realidade virtual, permitindo o acesso a aplicativos e vídeos no formato side by. Em seu desenvolvimento foram utilizados recursos de realidade virtual e vídeo 360º. A base tecnológica emprega inteligência artificial e Big Data.

– Plataforma de Realidade Virtual para Projetos Imobiliários – Naked Monkey Games
Responsável – Pedro Matsumara Kayatt – São Paulo-SP

Essa plataforma de realidade virtual permite que arquitetos e profissionais em geral do setor imobiliário façam visitas, por um caminho mais simples aos empreendimentos imobiliários, usando as mais recentes tecnologias de realidade virtual como o HTC Vive e Oculus Rift.

– IOBike – Plataforma IoT para Bicicletas em Áreas Urbanas – LightUp
Responsável – Marcelo Abdala Daher – São Paulo-SP

Solução de iluminação que conecta bicicletas à IoT (Internet das Coisas), proporcionando aos ciclistas segurança e interatividade, além da possibilidade de geomarketing a anunciantes. Um hardware incorporado às rodas da bicicleta se comunica via Bluetooth com balizas geostáticas, que colhem os dados do tráfego de bicicletas, permitindo a interação com o local onde o ciclista circula. Além de melhorar o planejamento urbano e a infraestrutura cicloviária.

– Simulador integrado à gamificação que promove a reabilitação de pessoas com deficiência por meio da experiência de imersão produzida por realidade virtual – Fisioatual
Responsável – Dalton Kina – Catanduva-SP

O simulador utiliza o entretenimento dos jogos integrado a uma plataforma instável equipada com sensores que leem os movimentos das pessoas com deficiência, permitindo que a plataforma funcione como um simulador de exercícios por meio da imersão na realidade virtual. O equipamento é um motivador para a realização dos tratamentos de reabilitação.

– Plataforma de Realidade Virtual Inside Places – Inside Places
Responsável – Willian Machado – Londrina-PR

Com o uso desta ferramenta, arquitetos, designers de interiores e construtoras dão aos seus clientes a oportunidade de estarem dentro de seus imóveis antes mesmo de ficarem prontos, podendo conferir a textura dos materiais, as medidas do mobiliário e do ambiente. A plataforma permite que, por meio de um aplicativo, o cliente possa fazer um tour de 360º em realidade virtual pelo seu imóvel.

– Democratização do acesso à Inteligência Regulatória – LegalBot
Responsável – Alexandre Bess – São Paulo-SP

Com o uso de inteligência artificial, a solução auxilia os profissionais de governança, gestão de riscos e compliance na análise, seleção, classificação e organização dos diversos aspectos normativos. A plataforma aumenta o contato e a experiência do usuário junto às normativas, por meio de uma série de algoritmos que buscam e conseguem analisar e interpretar as informações desejadas.

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Sebrae-SP seleciona startups para programa de capacitação em Campinas

Campinas será uma das primeiras cidades do Estado de São Paulo a receber o Startup SP, o programa de desenvolvimento de startups do Sebrae-SP, que oferecerá capacitação gratuita e mentorias para startups digitais. As inscrições para participar da seleção estão abertas entre os dias 30 de janeiro a 24 de fevereiroe podem ser feitas no site http://sebr.ae/sp/campinas.

O objetivo do programa é ajudar o empreendedor a superar um dos principais desafios no processo de desenvolvimento da startup: validar sua proposta de valor e seu modelo de negócio, construindo algo que tenha aceitação no mercado. Uma situação comum no cenário de startups é que os empreendedores ficam muito focados no desenvolvimento do produto e dão pouca atenção para o que os potenciais clientes ou o mercado tem a dizer.

“É muito comum ouvirmos dos empreendedores que o desafio é nas vendas, no marketing. Mas na maioria das vezes, ao investigar mais a fundo, fica claro que na verdade o problema é o fit do produto com o mercado. Os empreendedores passam muito tempo desenvolvendo algo que as pessoas não querem, que não tem aceitação de mercado”, afirma o consultor do Sebrae-SP, Guilherme Ralisch.

A dificuldade existe porque as startups são inovadoras por natureza, seja no modelo de negócios ou na aplicação de tecnologias a novos mercados. Diferentemente de uma padaria, por exemplo, que já tem um modelo de negócio estabelecido e informações bastante confiáveis sobre mercado, precificação e estratégias de comunicação. “No caso das startups, o desafio é entender bem o que o cliente precisa e então desenvolver uma solução que resolva esse problema de maneira escalável”, afirma Ralisch.

As startups do interior ainda têm uma dificuldade a mais: os principais programas de mentoria estão concentrados nos grandes centros. “Campinas tem uma forte cultura empreendedora, sendo a terceira melhor cidade para se empreender no Brasil segundo pesquisa da Endeavor. O programa vem para apoiar e desenvolver os empreendedores e fortalecer ainda mais o ecossistema da região. Já contamos com 20 parceiros engajados para o sucesso desta iniciativa”, afirma a analista do Sebrae-SP em Campinas, Carla Cozer.

O programa conta com a parceria da Associação Campinas Startups; Associação Comercial e Industrial de Campinas; Baita Aceleradora; Corporate Garage; CPQD; Ecocampi; Founder Institute; Gaia; Gênese; Instituto Eldorado; Masterminds; Phomenta; Prefeitura Municipal – Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Social e de Turismo; PUC Campinas – Programa PUC Empreende; Rede Global do Empreendedorismo; Senai; Sindivarejista; Sindlojas; Softex; e Umbco 23.

Seleção

As startups inscritas passarão por uma seleção inicial e as melhores participarão de uma rodada de Pitches, a partir do dia 16 de março. Elas terão cinco minutos de apresentação e mais cinco minutos para responder as perguntas da banca avaliadora. Os critérios de seleção incluem uma avaliação do empreendedor e da equipe, do potencial de mercado e da solução proposta.

Serão selecionadas até dez startups para participar do programa, que terá workshops, oficinas, mentorias individuais e coletivas, monitoramento e acompanhamento do desenvolvimento do negócios, além de conexão com investidores e aceleradoras. O programa terá quatro meses de duração e tem previsão para durar entre março e julho de 2017. Entre os conteúdos trabalhados estão: comportamento empreendedor, modelagem de negócios, validação, testes de mercado, vendas, marketing digital e captação de investimento.

Fonte: Sebrae-SP

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