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Estudo aponta as tendências de inovação mais desejadas pelo mercado

Com a finalidade de entender quais são as tecnologias e inovações demandadas pelo mercado e as que vêm sendo desenvolvidas por startups, o movimento 100 Open Startups acaba de lançar o estudo “As tendências de inovação mais desejadas pelo mercado e as oportunidades para startups”.

A lista, composta por 43 tecnologias, é uma compilação do relatório do Observatório de Inovação de Negócios da Comissão Europeia, do Index de Tendências Tecnológicas da KPMG e da pesquisa realizada na base do movimento 100 Open Startups.

Foram recebidas 3.665 respostas de aceleradoras, executivos de grandes empresas, investidores e especialistas. As top cinco tendências, na opinião do mercado, são Big Data, Internet das Coisas, Design para Inovação, Inovação em Modelos de Negócio para Competitividade Global e Experiência do Consumidor.

“Como Big Data & Analytics e Internet das coisas integram o desenvolvimento de outras tendências, essas acabam se destacando como as mais desejadas e também exploradas. Entretanto, o estudo aponta oportunidades de desenvolvimento de inovação em setores menos explorados em relação à demanda existente, como Computação Quântica, Nanotecnologia, Realidade Aumentada, Impressão 3D, além do desejo por Parcerias Público Privadas”, explica Bruno Rondani, CEO e fundador do movimento 100 Open Startups.

O estudo também traz as soluções oferecidas pelas startups, demonstrando as principais oportunidades de desenvolvimento de projetos inovadores. Segundo Rondani, ao analisar os resultados, identificou-se que há um grupo de startups atuando nessas áreas. “Com isso, estimulamos as empresas iniciantes a atuarem nessas tendências e as grandes empresas e investidores a encontrarem as soluções e conhecimentos que necessitam, além de incentivar a articulação de políticas públicas para o desenvolvimento do conhecimento demandado”, comenta Rondani.

Com operações na América Latina e Índia, a plataforma 100 Open Startups conta com o engajamento de mais de 5.000 executivos de 500 grandes empresas de um lado e mais de 4 mil startups ativas e 200 investidores do outro. Das startups cadastradas na plataforma, mais de 300 atingiram o Nível 5, ou seja, são consideradas atraentes e preparadas para colocar suas inovações no mercado em parceria com grandes empresas. Também já foram gerados, nos últimos dois anos, mais de 700 contratos entre as startups e as grandes empresas.

O estudo completo está disponível em formato de ebook no site http://www.openstartups.net. Basta preencher o formulário para receber o conteúdo gratuitamente por e-mail.

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Startup brasileira participa de programa de incentivos da Microsoft

A startup Greengow Technology agora conta com o apoio do BizSpark, programa criado pela Microsoft para apoiar startups através da oferta gratuita de produtos e serviços. A parceria inclui a tecnologia da Microsoft Translator, que está inserida no algoritmo de tradução “push-to-talk” do aplicativo Greengow que permite usuários falar em tempo real em até 10 idiomas diferentes.

A plataforma foi recentemente lançada na versão beta no Brasil, e é o único aplicativo que foi projetado nativamente para ser um tradutor de chamadas de voz em tempo real. “Usando a plataforma não é necessário comprar nenhum acessório para funcionar e funciona em qualquer modelo de smartphone, tanto para plataforma iOS ou Android. É possível se comunicar com uma pessoa do seu lado, ou localizada a milhares de quilômetros de distância, bastando estar conectado à internet.”, diz Carlos Tanaka, CEO da companhia.

Estabelecimentos comerciais podem disponibilizar o número Greengow para seus clientes de qualquer lugar do mundo se comunicarem, sem mais a barreira do idioma e sem custo de ligação. “Hotéis, restaurantes, parques, clubes, lojas podem agora oferecer o número Greengow para seus clientes, e dessa forma, aumentar suas vendas ou mesmo, melhorar a qualidade de atendimento permitindo a comunicação em uma mesma chamada em idiomas diferentes. Todas as informações destes estabelecimentos ficam disponíveis para consulta dos usuários Greengow.” explica Tanaka.

“Nós estamos realmente orgulhosos em apoiar o Greengow via BizSpark e também animados sobre o impacto que este extraordinário aplicativo pode trazer para cidadãos de todo o mundo, ajudando a construir pontes através do uso de novas conexões da Microsoft Translator que antes não eram possíveis”, diz Alessandro Jannuzzi, diretor de inovação e novas tecnologias da Microsoft Brasil.

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Finep prorroga até 26 de janeiro inscrições para programa de apoio a startups

Investimento de até R$ 1 milhão da financiadora vai ajudar empresas nascentes a inserir novas tecnologias no mercado ou ganhar escala de produção

A Finep prorrogou até 26 de janeiro o prazo de inscrições para a segunda rodada do Finep Startup, programa que pretende aportar recursos e conhecimento em empresas nascentes de base tecnológica. As startups interessadas em concorrer ao edital poderão enviar suas propostas pelo site da financiadora. No processo, serão selecionadas mais 25 empresas a serem investidas pela Finep, em operação que pode chegar a R$ 25 milhões (até R$ 1 milhão por startup).

Após a alta demanda na primeira rodada (mais de 500 inscrições), a Finep ampliou os temas do programa, com a inclusão de Healthtech, além da categoria Tecnologias Habilitadoras, composta por: Blockchain; Inteligência Artificial; Microeletrônica; Nanotecnologia; e Realidade Aumentada, Realidade Virtual e Realidade Mista. O principal objetivo da mudança é atender a empresas nascentes intensivas em conhecimento que não se enquadraram nos pré-requisitos da primeira rodada.

Sobre o Finep Startup

Lançado em junho de 2017, o programa Finep Startup pretende alavancar empresas que estejam em fase final de desenvolvimento de produto, processo ou serviço, para colocar no mercado, ou que precisam ganhar escala de produção (não são apoiáveis tecnologias em fase de ideia ou pesquisa). Para isso, a financiadora vai aportar conhecimento e recursos financeiros via participação no capital das startups selecionadas. O investimento vai ser feito por meio de contrato de opção de compra de ações e pode chegar a R$ 1 milhão, baseado no plano de negócios.

O foco da Finep é cobrir o gap de apoio existente entre o investimento feito por programas de aceleração, investidores-anjo e ferramentas de financiamento coletivo (crowdfunding) e o aporte feito por Fundos de Seed Money e Venture Capital. Assim, a agência espera ajudar startups brasileiras a superar o chamado “vale da morte”, fase em que empresas promissoras se desmantelam por dificuldades de ganhar tração e cobrir fluxo de caixa negativo.

Outro ponto positivo do programa é que a Finep não pretende tornar as startups dependentes de recursos públicos. Para estimular o empreendedor a buscar capital privado, a financiadora vai dar até 5 pontos a empresas que forem aportadas por investidores-anjo. A quantidade de pontos dependerá do valor do investimento, cujo mínimo é R$ 50 mil. Ao todo, são 20 pontos possíveis: 15 da avaliação da proposta de valor da startup e 5 obtidos caso ela receba investimentos privados de R$ 250 mil ou mais.

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Votorantim em parceria com startups para gestão patrimonial inteligente

Desafio “Territórios Inteligentes” da Votorantim S.A. entra na última fase e contará com quatro projetos

Entre setembro e novembro, 54 startups participaram da iniciativa realizada pela Votorantim S.A. em parceria com a 100 Open Startups, plataforma internacional que conecta startups e grandes companhias. No programa foram selecionadas quatro finalistas que apresentaram soluções inovadoras ao desafio proposto: tecnologias para inspecionar e gerir propriedades da Votorantim e suas empresas. As startups selecionadas foram Altave, Maply, Pix Force e Treevia.

Na próxima fase – prevista para terminar em março de 2018 – as startups realizarão testes práticos no Legado das Águas em SP, onde deverão mostrar capacidade de suas propostas em um grande território. “Cada uma dessas startups oferece um produto diferente, que podem se complementar. Nossa expectativa é contar com todas elas como parceiras da Votorantim, ao final desse período de teste”, diz André Carloni, gerente de gestão imobiliária da Votorantim.

O desafio “Territórios Inteligentes” é uma iniciativa do Centro de Excelência da Votorantim, que atua na área de gestão de ativos imobiliários. Em quase 100 anos de história, a Votorantim acumulou um conjunto bem diversificado de imóveis. Entre eles, constam fazendas, minas, galpões, plantações de eucalipto e reservas ambientais. Ao todo, este patrimônio soma 450.000 hectares e equivale a três vezes o território da cidade de São Paulo.

“A ideia é encontrar parceiros com tecnologias diferenciadas que possam oferecer, por exemplo, não só a captura de imagens desses territórios, mas uma forma de lidar com elas e transformá-las em dados úteis para a Votorantim”, explica André Carloni. “Nosso foco nesse desafio é encontrar tecnologias que incorporem eficiência e inovação aos processos de gestão de grandes ativos em diferentes aplicações, desde o monitoramento de áreas de mineração, mapeamento de invasões, acompanhamento das plantações, identificar eventos de causa natural e construir mapas de uso e ocupação do solo”.

Cada uma das startups possui uma expertise distinta. A Altave desenvolve soluções de monitoramento baseadas em balões cativos – que são fixos em um ponto específico e alimentados por gás hélio ou hidrogênio, funcionando como uma torre inflável – e ganhou destaque internacional com a segurança das Olimpíadas 2016. O foco da Pix Force é processar imagens próprias e de terceiros, gerando um conhecimento de negócios para a companhia, com base no data analytics. Já a Maply desenvolve solução inovadora de automação de voos, processamento, visualização, análise e compartilhamento de dados captados por drones. No que diz respeito ao monitoramento de ativos florestais, a Treevia trabalha com novas formas de realizar o processo, por meio da integração de big data, machine learning e internet das coisas.

A Votorantim acredita que soluções propostas por startups podem aumentar a eficiência de sua atuação em diversas áreas.

A plataforma 100 Open Startups é patrocinada por empresas globais que, juntas, avaliam e classificam startups do mundo inteiro. As jovens empresas mais atraentes são selecionadas a partir de uma metodologia que envolve cinco etapas e uma produção baseada em atratividade, geração de negócios e atração de investimentos.

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Easy Carros firma parceria com Ticket Log e oferece nova forma de pagamento

A Easy Carros, startup que oferece tecnologia para gestão de frotas e promove a conexão entre grandes empresas e prestadores de serviços automotivos, firmou parceria com a Ticket Log. A partir de agora, quem já utiliza o cartão vai poder usufruir de serviços automotivos como lavagem ecológica de veículos, enceramento, higienização interna, troca de óleo lubrificante e bateria, entre outros.

Essa é a primeira vez que o Ticket Log, um dos maiores players do setor automotivo, abre seu sistema para o pagamento de serviços de uma outra empresa. “Essa parceria proporciona uma experiência muito mais fácil para os clientes poderem contratar, gerenciar e reduzir os custos da sua gestão de frotas”, explica Fernando Saddi, CEO da Easy Carros.

Para aproveitar essa nova funcionalidade, é necessário ter um cartão Ticket Log como forma pagamento. Presente em 63 cidades em 14 estados brasileiros, mais DF, a Easy Carros está disponível para empresas através do seu site.

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Fintech de Santa Catarina ganha prêmio do maior programa de aceleração de startups da América Latina

A Best Soluções Financeiras é uma plataforma de empréstimos online multibancos e multiprodutos, que encontra e estrutura a melhor opção em empréstimos entre os bancos. Com sede em Balneário Camboriú, a Best atende em torno de 3 mil clientes do Brasil inteiro por mês e conta com uma equipe de 25 colaboradores.

A Best foi premiada pelo Programa Inovativa Brasil, um programa de aceleração de startups inovadoras, realizado pelo Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC) e pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (SEBRAE), com execução da Fundação Centros de Referência em Tecnologias Inovadoras (CERTI).

No total, mais 1000 empresas se inscreverem ao programa, 255 foram selecionadas na primeira fase, 120 para a final e 14 empresas ganharam premiação do Facebook. Durante um ano, a Best receberá benefícios que vão desde créditos em anúncios na rede social a acesso gratuito a softwares e ferramentas de parceiros do Facebook para desenvolvimento, gestão, comunicação e marketing. Além disso, terá acesso permanente à ampla comunidade de startups e desenvolvedores do Facebook, e mentoria com técnicos e executivos da empresa para aprimorar o desempenho dos aplicativos.

Em 2017, a Best atingiu a marca de 150 milhões em empréstimos e com o apoio do FBStart espera crescer 600%, e lançar novos produtos ao mercado.

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Startup Mecasei.com recebe investimento de R$ 800 mil

O Mecasei.com foi criado em 2014 com o objetivo de facilitar e deixar mais fluído o caminho até o altar. Com mais de 270 mil usuários e movimentação crescente, deve fechar 2017 o valor transacionado na plataforma em R$ 20 milhões, 65% a mais que em 2016, o site acaba de receber o primeiro “round” de investimento com aporte no valor de R$ 800 mil em uma rodada liderada pelos investidores anjo Eduardo Smith e Marco Poli.

O Mecasei.com foi fundado por dois amigos, Márcio Acorci e Daniel Tamiosso, que encontraram dificuldades ao planejarem e organizarem seus próprios casamentos e, por este motivo, decidiram criar um serviço único, onde seria possível centralizar todas as etapas sem dificuldades e stress. “O pensamento era tornar tudo mais simples, social e divertido na jornada de qualquer casal de noivos, possibilitando a descoberta, o planejamento e a organização do casamento através da internet”, revela Acorci.

“Estamos construindo inteligência de mercado baseada em dados para entregar aos noivos sugestões personalizadas para cada casal organizar o seu casamento dos sonhos”, destaca Acorci.

O mercado de casamentos vive um momento de constantes mudanças. A internet torna cada vez mais fácil a descoberta, a escolha e a contratação de qualquer serviço. Toda execução do dia-a-dia (offline) têm o potencial de ser organizado online.

O comportamento da geração “millennials” tem a tendência de valorizar a experiência em detrimento da posse e do luxo específicos é a maior prova das transformações no mercado. “96% dos Millennials nos EUA já confiam na internet como ponto de partida para o processo de preparação de seus casamentos”, comemora Acorci.

Com uma plataforma tecnológica moderna e uma experiência pessoal e humana o site auxilia os noivos a planejar, organizar e compartilhar as emoções do casamento: desde o primeiro encontro até o grande dia. Mecasei.com é um site de casamento contemporâneo, que sintoniza os sentimentos dos noivos com os seus diversos convidados e familiares.

O site é construído não apenas por tecnologias que estão em voga no mercado de inovação, mas também por um time com experiência em startups com o conhecimento do Vale do Silício.

Combinamos expertise técnica com soluções de aprendizado de máquina, análise preditiva, processamento natural de linguagem e um big data com mais de 200 mil casamentos vivenciados.

“Atendemos noivos em todas as regiões do Brasil. Normalmente são pessoas com o dia-a-dia agitado, que necessitam dar os primeiros passos na organização do seu casamento e precisam de muita ajuda para definir cada etapa. Com o Mecasei, eles têm à disposição 970 fornecedores cadastrados e uma equipe altamente especializada para atender todas as suas autênticas demandas”, finaliza Acorci.

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Projeto para compra secundária de participação de Investidor Anjo em Startup é lançado no Brasil

Bossa Nova Investimentos, Micro Venture Capital sediada no Brasil, cria projeto original em parceria com a Anjos do Brasil, a maior rede de investidores anjo do país, que possibilita ao investidor anjo saídas de seus investimentos e ao mesmo tempo impulsiona o ecossistema de investidores em inovação no país

Em uma ação inédita na América Latina e principalmente no Brasil, o projeto irá alimentar e incentivar ainda mais o investimento anjo no país. Segundo Cassio Spina, presidente da Anjos do Brasil, “as poucas opções de saída disponíveis para os investidores anjo brasileiros limitam sua capacidade de reinvestirem em novas startups, uma vez que utilizam apenas recursos próprios, assim, esta parceria irá contribuir muito para o crescimento do ecossistema como um todo”.

A partir de agora, os investidores anjo que tenham investimentos em startups em seu portfólio poderão ter um caminho mais claro para realizar saída delas. Para isso, é necessário que apresentem à BNI sua startup investida ou o seu portfólio de startups contendo as seguintes informações: nome e site da empresa; valor investido e data do investimento; valuation na entrada; valuation hoje; cap table na startup e qual o percentual que deseja vender.

Com as informações fornecidas, a BNI, que tem interesse em aumentar seu portfólio de investimentos em startups, fará as analises necessárias para a escolha e decisão de aquisição. É preciso que a startup esteja de acordo com a tese de investimento da Bossa Nova, ou seja, startups com modelos de negócios B2B ou B2B2C, que sejam negócios inovadores, digitais e escaláveis, com mais de 1 ano de vida, que já estejam validados, operando, faturando (mesmo que pouco) e rumo direcionado ao break-even. Além disso, que tenha anuência dos fundadores e demais investidores.

Outro ponto importante é que a startup deve manter um ou mais investidor Anjo no cap table, que pode ser o mesmo, fazendo uma saída parcial ou outro que fique no negócio. Isso significa dizer que para a Bossa Nova, o smart Money do Anjo é muito importante para a continuidade da Startup. “Ter opções claras de saídas, tanto em possibilidades, quanto de tempo, é um dos maiores gargalos hoje no mercado para a entrada de novos investidores e também para que os mais antigos possam continuar investindo”, comenta João Kepler, partner da Bossa Nova, que esse ano foi eleito novamente o melhor Investidor Anjo do Brasil pelo prêmio Startup Awards.

Os segmentos alvo da Bossa Nova são de educação, saúde, fintech, agro, lawtech, soluções para PME, softwares para varejo (mas não venda de produtos no varejo). A Bossa Nova, não investe em negócios de mídia (adtech), governo, e-commerce (que vendam produtos), games ou hardware. Além disso, avalia outros pontos como: modelo de negócios, tração, time e tam (Total Adressable Market).

A única contrapartida exigida pelo projeto é que o investidor anjo que pretender efetuar a venda de sua participação deverá reinvestir 50% do valor recebido a título de cash out em uma nova startup a ser escolhida por ele mesmo dentro da plataforma da Anjos do Brasil. “Acreditamos que, com esta iniciativa, ajudaremos o ecossistema brasileiro a crescer e se profissionalizar ainda mais”, declara Pierre Schurmann, Managing Partner da Bossa Nova.

A Bossa Nova reservou o valor de R$ 5 milhões para a operação. Maior investidora em número de startups da América Latina, a BNI já investiu nos últimos 12 meses R$ 19,5 milhões em 110 startups.

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Programa Alpha Inova é destaque na Corporate Startup Innovation Conference

O Alpha Inova, o programa de inovação da Alphaville Urbanismo, que promove a parceria entre startups e a maior urbanizadora do país, será um dos destaques da Corporate Startup Innovation Conference, que unirá grandes nomes do setor e estratégias consolidadas de inovação. O evento ocorrerá no dia 12 de dezembro, no WTC Tower, e tem o objetivo de fomentar a inovação como fator principal para a diferenciação de negócio e aumento de competitividade.

Além de promover o networking entre os participantes, a conferência visa o compartilhamento de experiências e boas práticas estabelecidas entre empresas e startups. A gerente geral de negócios da Alphaville Urbanismo, Patricia Hulle, apresentará o case Alpha Inova, com expectativas iniciais e resultados até o momento.

As vagas para participar da Corporate Startup Innovation Conference são limitadas e interessados podem conferir mais informações no site https://eventos.startse.com.br/corporatestartupinnovation/ .

Corporate Startup Innovation Conference
Data: 12/12 (terça-feira)
Endereço: WTC TOWER: Av. das Nações Unidas, 12.551 – Brooklin Novo – São Paulo
Horário: 9h às 18h

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Oi inaugura hub de inovação e divulga startups selecionadas para última etapa

A Oi inaugura nesta quinta-feira o Oito, hub de empreendedorismo e inovação que vai funcionar em parceria com empresas de tecnologia e centros de pesquisa. O objetivo do novo espaço (localizado em Ipanema, no Rio de Janeiro) é se tornar um centro de referência em inovação, contribuindo para a geração de novos negócios, desenvolvimento de soluções tecnológicas e digitais, aceleração de startups e suporte a negócios sociais. A companhia divulga também os 18 projetos selecionados para passar por um curto período de avaliação, já trabalhando no espaço Oito sob a supervisão do Instituto Gênesis e do time Oi. Os seis que forem melhor avaliados nesse período receberão aporte de R$ 150 mil cada para se instalar no Oito e desenvolver seu negócio ao longo de 2018.

“A Oi é uma empresa que sempre se caracterizou pelas transformações que promove no mercado. Com o Oito, demos um passo adiante e criamos com parceiros estratégicos um espaço dedicado à inovação. Será um ambiente totalmente voltado para inovação, suporte ao empreendedorismo e também economia criativa, que é uma das vocações do Rio de Janeiro”, afirma o presidente da Oi, Eurico Teles.

Pelo interesse que a iniciativa despertou nas startups na fase de inscrição de projetos, não faltarão boas ideias no Oito. O edital para seleção dos participantes recebeu inscrições de mais de 500 projetos de 23 estados. Entre os inscritos, houve projetos também de outros países – Estados Unidos, França e Chile. O processo seletivo incluiu uma banca composta por executivos da Oi e parceiros.

“Os principais critérios usados na escolha dos projetos selecionados para o Oito foram o grau de inovação, a qualificação da equipe, além do potencial de contribuir para o atendimento das novas demandas dos clientes ou gerar economia de custos e aumento de produtividade para a companhia”, acrescenta o executivo. Dos 18 escolhidos para o período de pré-incubação em dezembro, metade é do Rio de Janeiro. Os demais são de São Paulo (3), Minas Gerais (2), Distrito federal (1), Paraná (1), Rio Grande do Sul (1) e Santa Catarina (1). Eles inscreveram projetos para desenvolver soluções em áreas como Internet das Coisas, Smart Cities, Serviços de Saúde, Serviços Educacionais, Digital Advertising e Soluções de Eficiência e Produtividade.

Parcerias com multinacionais, instituições e centros de pesquisa

A Oi é a fundadora do Oito, mas o espaço vai funcionar no modelo de parceria e construção de rede com outras empresas e instituições. Entre os parceiros estão Nokia, IBM, Oracle, Amazon Web Services, CPqD, Instituto Nacional de Telecomunicações (Inatel), Senai, escritório Montaury Pimenta, Machado & Vieira Mello, Oi Futuro e Yunus Negócios Sociais Brasil. As soluções e produtos desenvolvidos no Oito terão o suporte da área de Inovação da Oi para serem testados e potencialmente adotados pela companhia, tanto para uso interno quanto para se tornarem parte do portfólio de soluções da empresa oferecido ao mercado.

O Oito será financiado pela Oi e desenvolvido em parceria com o Instituto Gênesis, instituto de empreendedorismo da PUC-Rio, que fará a coordenação técnica do projeto com a consultoria do empreendedor carioca Rafael Duton, sócio e fundador da aceleradora 21212. O modelo será inovador: além de mentorias e de espaço de trabalho, as startups terão apoio nas áreas gerencial, jurídica, financeira e de comunicação para estruturar o crescimento de seus negócios. O Oito atua em três frentes, o que representa um diferencial no mercado de inovação por tornar a iniciativa completa: aporte e apoio para o desenvolvimento de startups em estágio inicial; seleção de startups mais maduras para aceleração, com acesso à área de coworking e aos parceiros do Oito; e o IoT Lab, laboratório para desenvolvimento e teste de soluções de Internet das Coisas em parceria com a Nokia. Essas frentes terão o suporte de um espaço totalmente dedicado ao ecossistema, voltado para eventos e programação cultural, para inspirar ideias e criar conexões entre pessoas e empresas.

Aceleração e Coworking

O Oito também terá espaço para empresas residentes, que dividirão o espaço de coworking com as selecionadas. Serão startups mais maduras, que vão se beneficiar da troca de experiências proporcionada pelo Oito e alugarão as posições de trabalho a valores subsidiados, abaixo da média do mercado. Elas também serão selecionadas a partir de propostas enviadas pelo site www.oito.net.br. A área de coworking do Oito abrigará um andar com 78 posições de trabalho: 68 para empresas selecionadas, residentes e negócios sociais e mais dez assentos para convidados, que poderão ser ocupados de forma rotativa. O objetivo é criar um ambiente estimulante para as empresas, com a infraestrutura necessária para as startups. O Oito investirá ainda em aceleração tecnológica, por meio do laboratório de testes e soluções de Internet das Coisas, criado pela Oi em parceria com a Nokia. Toda essa estrutura, localizada no Leme, no Rio de Janeiro, poderá ser usada por desenvolvedores das empresas selecionadas além de também estar aberto ao mercado.

Iniciativas de negócios sociais e programação cultural

Outro diferencial do Oito será a presença do Oi Futuro, instituto de responsabilidade social da Oi, por meio do Labora, laboratório de inovação social, e do Labsônica, laboratório de experimentação sonora. Projetos de novos negócios sociais acelerados pelo Labora, através de parceria com a Yunus Negócios Sociais Brasil, terão até dez posições de trabalho no Oito, garantindo interação com as startups incubadas. Dois projetos do Labora já serão instalados no Oito: 818 Energia Solar e Diáspora Black. Já o Labsônica, iniciativa também do Oi Futuro, vai liderar a curadoria da programação cultural com experimentações artísticas na área multiuso, fomentando a circulação de pessoas e ideias criativas no Oito. A área multiuso vai receber atividades diversas tais como cursos, seminários, hackatons, demo days, lançamentos e meetups. Os eventos poderão ser organizados pela Oi e também pelos parceiros.

Projetos selecionados para avaliação ao longo de dezembro

1. Allugator (MG): Plataforma de aluguel de produtos diversos.
2. Banco Maré (RJ). Solução de pagamento para o público não bancarizado.
3. Cíngulo (RS): Aplicativo de suporte/desenvolvimento emocional e agendamento de consultas psicológicas.
4. Easyglic (DF): Relógio de monitoramento de hipoglicemia.
5. Energy2go (RJ): Solução de aluguel de baterias portáteis para recarga de celulares.
6. Entropia (RJ): Plataforma de soluções de saúde para pré-diagnóstico, indicação de médicos usando blockchain e inteligência artificial.
7. ePHealth (SC): Aplicativo de suporte ao trabalho dos Agentes de Saúde Comunitários.
8. Everywhere Analitics (PR): Solução de contagem de tráfego de pessoas via Wi-Fi.
9. Farmaki (RJ): Comparador de preços de medicamentos.
10. Field Control (SP): Solução de controle de força de campo.
11. Gamer Trials (RJ): Plataforma de testes de games.
12. Genesis Training (RJ): Plataforma de padronização de treinamentos para franquias de futebol.
13. DEMONL (RJ): Solução de proteção de ativos com “barreira elétrica” inovadora.
14. JUSTTO (SP): Solução de mediação de acordos judiciais.
15. Legal Cloud (RJ): Solução de controle de prazos legais.
16. NEARBEE (MG): Botão de pânico via bluetooth aliado à rede de pronto atendimento colaborativo e relógio de rastreamento infantil.
17. Power Drones (SP): Solução de video-inspeção automatizado feito através de drones.
18. Top2You (RJ): Plataforma de coaching com executivos de mercado.

Negócios sociais selecionados pelo Labora (Oi Futuro)

19. 818 Energia Solar (RJ): Democratização do acesso à energia solar.
20. Diáspora Black (RJ): Empreendimento que busca articular uma rede social de viagens para usuários afrodescendentes que compartilhem interesses e referências culturais comuns.

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Grupo Panalpina investe em startup para a cadeia de suprimentos

Em um mundo cada vez mais digital e automatizado, o Grupo Panalpina, uma das principais operadoras logísticas globais, inova e investe na criação de uma startup dedicada exclusivamente à cadeia de suprimentos. Trata-se da Validaide, uma plataforma online, da qual é co-desenvolvedora, que tem como objetivo principal proporcionar a qualificação de seus principais fornecedores. A ferramenta, lançada recentemente, já está disponível em alguns dos países em que a companhia atua e a previsão é que todas as suas outras filiais recebam a novidade até o final de 2018, inclusive a Panalpina Brasil.

“Nossos clientes, especialmente os da área da saúde, confiam em nós para trabalhar com fornecedores qualificados. É por isso que mantemos um dos mais sofisticados programas de gerenciamento de subcontratados e de avaliação de riscos do mercado”, diz o chefe global de aquisições de frete aéreo e de gerenciamento de produtos do Grupo Panalpina, Markus Muecke. “A Validaide torna o processo de qualificação dos fornecedores e a identificação dos riscos ao longo das rotas de transporte mais eficiente, dinâmico e transparente”, acrescenta.

A coleta, manutenção e compartilhamento das informações sobre os parceiros de logística é um tópico que ganhou interesse significativo nos últimos anos, especialmente no setor de saúde, uma vez que as diretrizes de boas práticas de distribuição da União Europeia foram atualizadas em 2013. De acordo com esses regulamentos, os produtores de medicamentos devem sempre avaliar as capacidades de seus fornecedores da cadeia de distribuição.

Ao usar a Validaide, a Panalpina pode qualificar seus fornecedores e avaliar as rotas de transporte de forma mais rápida e fácil, podendo compartilhar os resultados com os próprios clientes. “A Validaide é uma plataforma aberta com uma abordagem comunitária única”, explica o co-fundador e diretor-gerente da startup, Eelco de Jong. “Os integrantes da comunidade criada no sistema, por exemplo, companhias aéreas, agentes de trânsito e empresas de transporte rodoviário, podem mostrar suas competências tanto para clientes existentes quanto para parceiros em potencial, ou seja, provedores de logística terceirizados como a Panalpina. Os fornecedores são responsáveis por seus dados e decidem com quem eles querem compartilhar”, complementa.

Transparência – Com a Validaide, todos os dados ficam disponíveis online, em um único lugar e a qualquer momento, além de estarem sempre atualizados. “Por meio desse sistema, podemos oferecer aos clientes maior visibilidade aos seus negócios globais. Com o programa, eles conseguem ter acesso a toda a cadeia de transportes de onde estiverem e podem mitigar os riscos potenciais. Graças às informações e relatórios fornecidos em tempo real, podem tomar decisões rápidas com base em fatos e agilizar seus respectivos processos de auditoria”, afirma o supervisor de qualidade e de operações aéreas do Grupo Panalpina, Daniel Lutz.

O Grupo Panalpina é parceiro da Validaide, empresa co-fundadora da startup que leva o mesmo nome, desde que a plataforma foi criada, em 2016. As duas empresas trabalharam em estreita colaboração para construir uma ferramenta segura, alinhada com listas de verificação padronizadas e com um fluxo eletrônico sutil, que torna a qualificação do provedor mais eficiente e confiável. Em conjunto com os dados dos próprios fornecedores e centenas de rotas de transporte avaliadas pelos especialistas da companhia, a nova tecnologia oferece a mais completa transparência em informações para a cadeia de suprimentos mundial.

Brasil– O Grupo Panalpina segue em processo de implementação da start-up em todos os outros países em que atua diretamente, inclusive o Brasil, um dos mais importantes mercados para os negócios da companhia em todo o mundo. O país é o quarto mais relevante para as operações da corporação atualmente e deve receber o sistema até o final de 2018.

“Temos certeza que a nova tecnologia agregará ainda mais valor às nossas operações no país e que também será um diferencial na cadeia de distribuição nacional, reforçando nossa característica mais conhecida por nossos clientes e pelo mercado, de especialistas em soluções integradas e altamente customizadas”, finaliza o presidente da Panalpina Brasil, Marcelo Caio D’Arco.

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Finep seleciona 25 startups para investir e abre para novas propostas

A Finep divulga em novembro as 25 empresas selecionadas na primeira chamada do edital do seu programa voltado para startups. As escolhidas irão receber investimento da financiadora de até R$ 1 milhão, baseado no plano de negócios apresentado. Em paralelo, a agência também dá início a segunda rodada do Finep Startup, que visa selecionar mais 25 empresas.

A região Sudeste foi a que mais teve startups contempladas – 15 no total –, seguida por Sul (7), Nordeste (2) e Centro-Oeste (1). São Paulo foi o estado com mais empresas selecionadas (7), seguido por Rio de Janeiro (6) e Rio Grande do Sul (4). Paraná e Pernambuco estão representados por 2 startups cada, enquanto Minas Gerais, Espírito Santo, Santa Catarina e Mato Grosso do Sul têm 1 empresa cada. Todas as selecionadas ainda passarão pela visita técnica, última etapa do processo.

Segunda rodada
As startups que não conseguiram submeter proposta na primeira etapa do edital terão nova chance. Novas inscrições estão disponíveis até 26 de dezembro, no processo que selecionará mais 25 empresas para receber investimento da Finep. Devido a alta demanda (mais de 503 startups inscritas) na primeira rodada, a Finep ampliou os temas presentes no programa (inclusão de Healthtech) e incluiu a categoria tecnologias habilitadoras, composta por: Blockchain; Inteligência Artificial; Microeletrônica; Nanotecnologia; e Realidade Aumentada, Realidade Virtual e Realidade Mista.

O principal objetivo com a mudança é atender empresas nascentes de base tecnológica que tenham como elemento central de sua estratégia competitiva o desenvolvimento de produtos, processos ou serviços baseados nas tecnologias habilitadoras listadas, cobrindo, dessa maneira, empresas que não foram atendidas pela primeira rodada do edital.

Sobre o Finep Startup
O programa Finep Startup pretende alavancar empresas que estejam em fase final de desenvolvimento do produto, para colocar no mercado, ou que precisem ganhar escala de produção. Para isso, a Finep vai aportar conhecimento e recursos financeiros via participação no capital dessas startups. O investimento vai ser feito por meio de contrato de opção de compra de ações.

Para estimular o empreendedor a buscar recursos privados, a Finep vai dar até 5 pontos às empresas que forem aportadas por investidores-anjo. A quantidade de pontos dependerá do valor do investimento privado, cujo mínimo é R$ 50 mil. Ao todo, são 20 pontos possíveis: 15 da avaliação da proposta de valor da startup e 5 obtidos caso ela receba investimentos privados de R$ 250 mil ou mais.

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