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Tamboro recebe novo aporte e soma R$ 6 milhões em investimentos

A Tamboro, startup brasileira de inovação em educação, anuncia aporte de seu novo investidor, o empresário Paulo Ferraz. O montante será direcionado para desenvolvimento de novos cursos, e também para aprimorar as áreas de Comunicação, de Marketing e Comercial da empresa. Junto com os montantes recebidos do Leblon Equities e da Vox Capital, grupo que investe em empresas de impacto social, a empresa soma R$ 6 milhões em investimentos.

Com sólida carreira no mercado financeiro à frente de companhias como o banco Bozano, Simonsen, Paulo Ferraz é um investidor estratégico para a startup. Segundo Samara Werner, sócia e co-fundadora da Tamboro, a experiência em gestão e desenvolvimento do empresário – ex-conselheiro da agência de promoção de investimentos do Rio de Janeiro, a RioNegócios – contribui de forma relevante ao momento atual da empresa, que busca alavancar a nova unidade de negócios voltada para empresas e jovens que estão entrando no mercado de trabalho.

“Nosso primeiro encontro com o Paulo Ferraz ocorreu em 2010, mas, ao longo de todos estes anos, sempre mantivemos contato, pois temos esse interesse em comum de desenvolver uma educação de qualidade para todos”, comenta Samara. “Seu entusiasmo em temas que estão relacionados com a proposta da Tamboro fez com que ele acompanhasse de perto nossa trajetória, que culminou na consolidação de nossa parceria.” Desde 2011, a startup trabalha com soluções on-line que colaboram para um melhor desempenho de jovens, seja no ambiente escolar, seja no mercado de trabalho, por meio do desenvolvimento de habilidades e competências essenciais para atuar no mundo contemporâneo.

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Open Innovation Week chega à 10ª edição e prevê realizar 10.000 reuniões de negócios

O maior evento internacional de open innovation chega à sua 10a edição com números recordes. Realizada de 18 a 20 de março, no Golden Hall WTC, em São Paulo, a Oiweek X reunirá startups, cientistas, investidores e executivos de grandes empresas com o objetivo de compartilhar conhecimento, gerar negócios entre os envolvidos e cocriar soluções para os mais importantes desafios do mercado e da sociedade.

Com a expectativa de receber um público diário de 3.000 pessoas, o ambiente projetado para o evento prevê um espaço de 4.000m2, organizado para facilitar novas conexões e suportado pelas tecnologias mais avançadas de matchmaking. “Nesta edição, aplicaremos soluções para que as conexões sejam pelo menos 10 vezes mais efetivas que em um evento convencional”, comenta Bruno Rondani, chairman da Oiweek X.

A Oiweek encerra um ciclo de atividades promovidas ao longo de um ano de atividades. Para chegar neste momento, foram realizados mais de 80 eventos preliminares, em 26 cidades do mundo, para identificar e avaliar os projetos de startups e cientistas mais atraentes e promissores para o mercado. Ao todo, cerca de 6.000 executivos e investidores da América Latina analisaram mais de 4.500 projetos vindo de todo o mundo.

Nesta décima edição, a expectativa é realizar 10 mil reuniões de negócios para discutir parcerias, investimentos, contratos e formas de implementar soluções inovadoras em conjunto. Em 2017, foram realizadas 2.400 reuniões, que geraram 693 negociações entre os participantes, o dobro do que foi registrado em 2016. Para que isso ocorra, foram selecionadas 300 startups e 100 projetos científicos oriundos da academia para se apresentarem para um público esperado de 2.000 executivos de grandes empresas e investidores. A expectativa é que pelo menos 1.000 negócios sejam efetivados como resultado dessas conexões.

As reuniões serão realizadas no estilo speed-dating e aquelas que obtiverem melhor performance concorrerão ao Ranking Top 100 Open Startups 2018, que classifica as mais atraentes na opinião do mercado brasileiro para fazer negócios. Das 4,5 mil startups ativas do programa 100 Open Startups, mais de 300 atingiram o Nível 5, ou seja, firmaram contratos com grandes empresas. No mesmo período foram gerados mais de 700 contratos entre as iniciantes e as grandes companhias.

Entre as organizações patrocinadoras do programa e que já confirmaram presença na Oiweek, estão: Johnson&Johnson, Cemig, Vale, Atlas-Schindler, Dow, Bosch, BRF, Votorantim, Algar, Air Liquide, Accenture, Roche, Whirlpool, Natura, Microsoft, Givaudan, Edenred, Smartfit, Eletropaulo, CSU, Solvay, Faber-Castell, Suzano, Oi, Furukawa, Novozymes, Softplan, Grupo Oncoclínicas, Matera, ilegra, Pieracciani, ABDI e Fibria. Muitas delas participarão dos Open Talks, abordando os desafios do mercado e apontando para as startups e comunidade científica onde estão as melhores oportunidades. A organização espera receber mais de 3 mil participantes do Brasil, América Latina e demais países.

A Oiweek é uma comunidade formada por executivos de mais de 500 companhias líderes, distribuídas em mais de 20 grandes desafios globais, como: Indústria do Futuro, Plataformas Científicas e Tecnológicas, Saúde & Bem-Estar, Serviços Financeiros, Varejo e Moda e Beleza. Desde 2008, executivos, investidores, startups e organizações se juntaram e criaram essa comunidade que já ultrapassa 30 mil pessoas.

Área de Conhecimento
Temas que envolvem o universo de todo o ecossistema de inovação terão destaque na Oiweek X. O objetivo é trazer uma ampla discussão sobre assuntos ligados a esse universo e o quanto esse movimento irá mudar o futuro das companhias e sociedade. As palestras serão conduzidas por empresas-referência nas áreas em discussão.

Encontro Acadêmico em Inovação Colaborativa
A 6ª edição do Encontro Acadêmico sobre Inovação Colaborativa reunirá pesquisadores, professores e estudantes de doutorado em pesquisas atuais sobre redes empresariais corporativas e de inovação. Os participantes terão acesso ao Observatório de Startups, iniciativa que compila e divulga dados sobre inovação e empreendedorismo para fins de pesquisa acadêmica.

Oiweek X (10ª Open Innovation Week)
Dias: 18/03, das 19h às 22h – 19/03, das 8h30 às 19h – 20/03, das 8h30 às 20h
Local: WTC Golden Hall – Avenida das Nações Unidas, 12.551 – Brooklin Paulista – São Paulo, SP

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CQ1 Lab: aceleradora busca startups de RH

A CQ1 Lab, aceleradora para HRTechs, com tecnologias para o mercado de Gestão do Capital Humano, está em busca de startups para serem aceleradas. As inscrições podem ser feitas a qualquer momento no portal http://wwww.cq1lab.com.br/ .

As candidatas passarão por uma análise que verificará o nível de maturidade do negócio, o estágio de desenvolvimento do produto/solução, aplicabilidade ao mercado, entre outros. Todas as fases buscam garantir que a ideia da acelerada esteja alinhada aos critérios da CQ1 Lab. Vale lembrar que a aceleradora não descarta a possibilidade de investimentos financeiros diretos nas aceleradas.

A Conquest One, consultoria brasileira especialista em Staffing de TI, anunciou a criação da CQ1 Lab no início de fevereiro, e como time de mentores principal, as startups contarão com a experiência de 21 anos dos empreendedores e cofundadores da Companhia, Antonio Loureiro e Marcelo Vianna, além da expertise em finanças do investidor-anjo Rafael Brunacci, que possui experiência em mentoria, acompanhamento das startups, modelagem financeira, e desenvolvimento dos MVPs (Minimum Viable Product – Produto Mínimo Viável).

A aceleradora está instalada em um ambiente voltado à inovação na sede da própria Conquest One, e do qual todas as startups poderão aproveitar. “Queremos compartilhar da nossa experiência e ajudar empreendedores a transformarem suas startups em negócios de sucesso. Além disso, também temos um DNA de empreendedores e conhecemos profundamente o processo de desenvolvimento de uma ideia de negócio, bem como do seu ciclo evolutivo.” analisa Antonio Loureiro.

Aceleração corporativa

Não serão apenas as startups que se beneficiarão da CQ1 Lab. O time de mentores aproveitará todo o ecossistema criado, para alavancar a inovação em empresas já estruturadas.

O foco desse sistema será o de impulsionar negócios inovadores e diferentes ideias dentro de estruturas convencionais, as quais geralmente sufocam novas possibilidades.

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Buscando dinheiro para sua startup? Dicas para negociar um bom investimento

O Brasil conta com mais de 4.200 startups afiliadas à Associação Brasileira de Startups (ABStartups) e esse número cresce todo dia. As startups se tornaram cada vez mais atrativas principalmente para jovens criativos que possuem o sonho de empreender ou criar um novo negócio. Gerenciá-las pode ser um desafio, mas quando o negócio começa a dar certo, é comum que grandes empresas demonstrem interesse de investimento ou compra total da startup.

Somente entre julho de 2016 a julho de 2017 o número de contratos entre grandes empresas e startups aumentou 194% no Brasil, segundo dados do 100 Open Startups – se comparado com o mesmo período do ano anterior – mostrando o potencial deste mercado.

De acordo com Pedro Schaffa, advogado especialista em startups e PMEs e sócio fundador da SBAC, receber a oferta de um grande player pode ser o sonho de muitos empreendedores, porém, é preciso ficar de olho em diversos pequenos fatores para evitar que o valor da sua empresa seja reduzido numa negociação de compra ou investimento e que o investimento afunde seu negócio.

“A falta de conhecimento do dia a dia de uma empresa é um dos principais problemas que as startups enfrentam tanto no início da operação como no decorrer do seu funcionamento. Muitas vezes os empreendedores sabem muito do lado comercial e técnico, mas pouco do lado administrativo e burocrático de uma empresa”, explica, “isso pode fazer com que boas ideias sejam prejudicadas por má administração e o valor do negócio seja diminuído consideravelmente no momento de uma avaliação da empresa”.

O especialista dá dicas essenciais para startups que pretendem começar a negociar investimentos:

1. Recebi uma oferta e agora?

A proposta de receber um investimento pode ser irresistível para os empreendedores, mas é preciso analisar todas as possibilidades antes de fechar o negócio para que o sonho não acabe virando pesadelo. “Ao receber uma oferta, o empreendedor iniciante muitas vezes não imagina todos os aspectos jurídicos e burocráticos que precisa analisar. Ter uma consultoria jurídica especializada pode ajudar a evitar erros de principiante. Investimentos em startups são muito diferentes de investimentos em empresas normais, pois muitas vezes o objetivo final de uma startup é usar o dinheiro para aumentar o próprio valor de mercado, visando uma venda futura, e não gerar capital para ser distribuído futuramente o lucro para os sócios. Nesta hora, contar com especialistas é essencial para entender a proposta que está na mesa, chegar em um preço que favoreça ambas as partes, e, até mesmo, rebater possíveis pontos que não atendam às necessidades do empreendedor e, principalmente, da startup”, explica Schaffa.

2. E o que pode diminuir o valor da venda?

O famoso valuation, ou valor de mercado da empresa, pode ser calculado de diversas maneiras diferentes, principalmente para empresas em estágio inicial, quando o que se está comprando é muito mais o potencial da startup do que seu momento atual. No entanto, há alguns pontos que sempre serão levados em conta no momento da avaliação.

“Quando trabalhamos pelo investidor ou comprador, há cinco coisas que sempre olhamos: o passivo trabalhista, o passivo tributário, os contratos com os clientes, as questões relacionadas à propriedade intelectual e a organização societária”, afirma. Às vezes, para ser rápido e economizar no momento inicial da empresa, os empreendedores contratam seus funcionários de maneira errada, pagam seus impostos a menor ou esquecem de firmar contratos com os seus clientes. Tudo isso terá reflexos no valuation da startup e, com certeza, diminuirá seu valor no momento do investimento, às vezes, essa diminuição é maior do que a economia que o empreendedor achou que estava tendo.

3. E Quais são minhas obrigações?

Os empreendedores precisam ficar atentos às novas obrigações que terão na empresa após o investimento. É comum, por exemplo, o investidor exigir cláusulas que impedirão o empreendedor de sair da empresa por um certo tempo, de aumentar o próprio salário ou de abrir qualquer outro negócio que concorra com a startup. Além disso, é certeza que os investidores terão poderes de veto em algumas decisões da sociedade como tomada de empréstimo, aumento de gastos ou mudanças de sócios e funcionários chave.

De acordo com Schaffa, “muitas vezes, após receber um investimento, o empreendedor acaba se sentindo funcionário da própria empresa e fica frustrado ao perceber que o investimento custou sua liberdade”.

4. E o que eu nunca devo fazer numa negociação?

É muito comum que os empreendedores façam loucura no momento de receber o investimento. No entanto, é importante que a pessoa tenha uma visão global do investimento e consiga projetar no futuro quais os impactos da entrada de capital.

Contratos de investimento que contenham a não-diluição do investidor em rodadas futuras de investimento, que supervalorizam o valor atual da empresa ou que prevejam direitos exagerados para o investidor farão com que sua empresa tenha dificuldade em arrumar outros investimentos no futuro. Além disso, o empreendedor nunca deve garantir o investimento com os seus bens pessoais.

A função de um especialista neste momento, é verificar quais as cláusulas do contrato de investimento dificultarão a vida da startup e do empreendedor nos meses seguintes. “Muitas vezes, é melhor ficar sem o dinheiro do que vender a própria alma”, conclui Schaffa.

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5 dicas para criar uma startup fora dos grandes centros

Por Igor Chalfoun

Montar uma startup nunca é uma tarefa fácil, e fazê-lo fora de um grande centro, sem um ecossistema propício, torna esse desafio muito maior. O maior risco de estruturar uma empresa fora dos grandes centros é ficar distante dos principais clientes. Por outro lado, os custos operacionais das cidades do interior são menores, o que é um fator crucial para se iniciar um negócio.

Vale destacar que as cidades do interior são as que mais se destacam em termos de eficiência em geração de startups no Brasil. A campeã é a mineira Itajubá, que tem apenas 97 mil habitantes. Confira abaixo 5 dicas para obter mais êxito ao empreender em uma startup no interior do Brasil, longe das capitais:

1) Utilize concursos e eventos online para se promover: A Internet pode atenuar a distância física entre sua empresa e seus clientes, possibilitando oportunidades de negócios e networking que antes dificilmente aconteceriam. Sites como 100 open startups, além de não exigirem presença física ou investimento, propiciam visibilidade e permitem avaliar sua reputação no mercado.

2) Busque apoio das entidades locais: Mesmo sendo pequena, sua cidade pode contar com instituições de apoio, ensino e pesquisa. Sebrae, Senai e universidades locais, por exemplo, podem oferecer programas de apoio a startups, criando oportunidades de incubação, aceleração, networking e desenvolvimento tecnológico.

3) Mobilize e eduque localmente: Uma vez que o conceito de empreendedorismo e de startups não é muito conhecido no interior, principalmente em lugares distantes dos grandes centros, é vital que o empreendedor exponha sua proposta de inovação para atrair apoio, colaboradores, fornecedores e potenciais clientes na sua própria cidade e em regiões próximas.

4) Exposição online: O site é o cartão de visitas de qualquer empresa, e as redes sociais são uma excelente maneira de divulgar seus produtos e/ou serviços. Apresente sua proposta de maneira clara e gere conteúdo informativo na página da sua empresa e em canais como Facebook, YouTube e LinkedIn. Desse forma, é possível mobilizar a comunidade empreendedora, formando network de apoio e aumentando seu acesso a potenciais clientes.

5) Acesse recursos à distância: Um empreendedor precisa estar sempre atualizado em relação à sua área de atuação. Com os cursos à distância, é possível empreender no interior e continuar estudando ao mesmo tempo. Esses cursos, por vezes gratuitos, também são uma ótima oportunidade para entrar em contato com grupos de investidores-anjo, fundos de investimento, incubadoras e aceleradoras.

Igor Chalfoun é CEO e cofundador da Tbit, startup mineira que cria sistemas de análise de sementes a partir de Inteligência Artificial e processamento digital de imagens. É formado em Ciências da Computação pela Universidade Federal de Lavras e tem MBA em Gestão de Negócios pela USP.

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Startup brasileira é selecionada para viajar ao Vale do Silício

No começo de janeiro deste ano, a startup brasileira Greengow Technology esteve na Silicon House, no Vale do Silício. O espaço foi fundado em 2012 pela brasileira Andrea Litto. Durante uma semana, os executivos da startup tiveram a oportunidade de estar na casa que fomenta empreendedorismo e inovação tecnológica.

“Ficamos muito lisonjeados em sermos selecionados pela Silicon House para participar dessa imersão. Nosso grande objetivo era entender como funcionava o ecossistema do Vale do Silício e fazer networking” conta Carlos Tanaka, diretor da Greengow. De acordo com o empresário a semana foi produtiva, pelo contato com executivos e advogados do principal espaço de inovação do mundo.

“O aplicativo Greengow é uma solução global, e o Vale do Silício é o melhor lugar para os executivos de start-ups fazerem networking e aprenderem as melhores práticas de lançamento de inovação tecnológica”, comenta Andrea Litto, fundadora da Silicon House. Durante a imersão, a startup foi bastante elogiada e fechou parceria com um conselheiro que agora compõe o time da Greengow, e também iniciou negociações com fundos de investimentos da região.

“Foi uma agenda bastante rica e muito bem organizada pela Silicon House, tornando nossa imersão bastante produtiva, com foco em negócios e networking. Superou nossas expectativas”, conta Tanaka.

Atualmente, o aplicativo Greengow está disponível para Android e iOS e permite que o usuário faça chamadas de voz com tradução em tempo real em até 10 idiomas diferentes. A tecnologia da plataforma foi desenvolvida em parceria com a Microsoft, através do programa de incentivos BizSpark.

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Alelo compartilhará experiências no centro de inovação colaborativa InovaBra Habitat

Com o movimento, companhia investe na aproximação com startups e novas tecnologias; Objetivo é promover relação de troca com as outras empresas habitantes

Buscando uma aproximação cada vez maior com o mundo de inovação e novas tecnologias, a Alelo, bandeira especializada em benefícios e gestão de despesas corporativas, compartilhará experiências no InovaBra Habitat, centro de inovação colaborativa do Bradesco. Com a aproximação, a companhia aproveitará ao máximo um ambiente pensado para que empresas, startups, investidores, mentores e empreendedores gerem novos negócios e busquem soluções inovadoras com base no networking e na colaboração.

O novo espaço conta com ambientes integrados para troca de conhecimentos e experiências, além de laboratórios para ideação, prototipação e testes de conceitos. Nele, empresas, startups, investidores, mentores e educadores têm a real oportunidade de trabalharem juntos. O ecossistema foi pensado para aproximar as demandas das grandes empresas às startups mais inovadoras, sob os olhos de investidores com o capital para fazer com que elas aconteçam.

“Fazer parte do InovaBra Habitat é importantíssimo para Alelo, já que a empresa tem a inovação como pilar estratégico e vem passando por uma grande transformação digital nos últimos anos. O contato com novas tecnologias e startups tem sido fundamental neste processo. A expectativa é que a proximidade com esse ecossistema seja uma relação de troca importante: ao mesmo tempo que nos trará insights para novos produtos, serviços e melhorias em tecnologia, também servirá para compartilharmos experiências de mercado com estes empreendedores”, avalia Raul Moreira, presidente da Alelo.

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Oiweek: startups podem submeter propostas para o maior evento de inovação aberta

Startups interessadas em participar da Oiweek 2018 – evento líder mundial de inovação aberta – podem apresentar suas soluções para os desafios do mercado e da sociedade conectando seus projetos no site http://www.oiweek.com.br/queroirstartup até o próximo dia 04 de fevereiro.

Os inscritos serão sugeridos pela ferramenta de matchmaking para os mais de 5.000 executivos de grandes companhias que integram a plataforma 100 Open Startups. As avaliações geradas pela rede indicarão as startups mais atraentes para o mercado, as quais serão convidadas para o Speed-Dating do evento, dinâmica de reuniões junto às 100 principais empresas líderes engajadas em cocriar soluções de impacto, discutir parcerias, investimentos e contratos, gerando negócios sustentáveis para todos os envolvidos.

Realizada de 18 a 20 de março, no WTC – Golden Hall, em São Paulo, a Oiweek reunirá empresas líderes de todos os setores da indústria e as startups mais atraentes para o mercado, além de cientistas e investidores. A expectativa é que sejam realizadas mais de 5.000 reuniões.

Os participantes desta fase concorrerão ao Ranking das 100 Open Startups, fase final do ciclo anual do programa 100 Open Startups, principal plataforma de conexão entre grandes empresas e startups, com mais de 4.000 startups ativas, 5.000 executivos avaliadores e 500 grandes companhias conectadas.

A 10ª edição da Oiweek deve reunir 400 startups nacionais e internacionais, 100 grandes empresas, 200 investidores, além de 100 universidades.

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Johnson & Johnson recebe inscrições de startups para Desafio América Latina até 31 de janeiro

Maior e mais diversificada empresa de saúde do mundo, a Johnson & Johnson está com inscrições abertas até o dia 31 de janeiro de 2018 para o Desafio América Latina, que busca startups com ideias inovadoras, tecnologias ou soluções nas áreas específicas de: Dispositivos Pessoais, Diagnósticos ou Terapêutica Digital, Ativos Naturais e Microbioma, Cuidados ao Ar Livre e Oncologia, Neurociências e Doenças Infecciosas.

O programa é realizado em parceria com o movimento 100 Open Startups, principal plataforma internacional de conexão entre grandes empresas e startups, e está aberto a todas as companhias sediadas na América Latina. As inscrições devem ser feitas pelo site www.openstartups.net/events/jnj/#top. Os vencedores serão anunciados em março de 2018, durante a Oiweek, em São Paulo, Brasil.

As startups que apresentarem as melhores ideias, tecnologias ou soluções para avançar nos cuidados com a saúde concorrerão a até US$ 25 mil em subsídios, residência em uma incubadora JLABS, além da oportunidade de trabalhar com especialistas da Johnson & Johnson. “O segundo ano de desafio é reflexo do nosso compromisso com a pesquisa e inovação na América Latina. Estamos entusiasmados em poder dar continuidade ao apoio a empreendedores para desenvolverem soluções inovadoras e importantes para o futuro do cuidado com a saúde de pacientes e consumidores”, comenta Fabiana Gargaro, vice-presidente de Pesquisa e Desenvolvimento da Johnson & Johnson Consumo para a América Latina.

“Estamos bem otimistas com mais este desafio lançado, abrindo novas oportunidades para que startups de toda a América Latina concorram a uma vaga e trabalhem em conjunto com uma das maiores referências na área de saúde”, observa Bruno Rondani, CEO e fundador do movimento 100 Open Startups.

Desafios:

– Dispositivos pessoais, diagnósticos ou terapêutica digital: para o autocuidado e o tratamento diário do consumidor, particularmente nas áreas de sono, cuidados com a pele, dor, cuidados com a mãe e o bebê e saúde bucal.

– Ativos naturais e microbioma: eficácia superior em novos ingredientes para cuidados bucais, cuidados com a pele, saúde digestiva, cuidados femininos, dor ou alergias.

– Cuidados ao ar livre: proteção contra o sol, poluição, desidratação, alérgenos, insetos e germes.

– Oncologia, neurociências e doenças infecciosas: prevenção, diagnóstico e novas soluções terapêuticas.

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Dassault Systèmes anuncia programa global de empreendedores para apoiar startups, empresários e produtores

A Dassault Systèmes anuncia essa semana o Global Entrepreneur Program, programa global para empreendedores para acelerar o desenvolvimento de inovações revolucionárias por startups, empresários e fabricantes. O programa, que utiliza a plataforma 3DEXPERIENCE da Dassault Systèmes, seus aplicativos, conhecimentos e sua comunidade de mentores e de serviços, oferece um portfólio completo de soluções customizadas e com diferentes tipos suporte para acompanhar inovadores em todas as etapas de seus desenvolvimentos: do início até o final.

Mais de 1.000 startups, empresários e produtores já estão utilizando os serviços da Dassault Systèmes na criação digital de produtos e experiências de produtos para o mundo real. Com o Global Entrepreneur Program, eles podem utilizar mundos virtuais, colaboração, inteligência coletiva e comunidades para facilitar a inovação, a criatividade e a concretização das ideias. Os inovadores podem promover projetos que integram Internet das Coisas (IoT) e outras tecnologias, projetar e testar produtos, além de acessar serviços de prototipagem online. Todo o processo utilizando os mais recentes métodos de impressão 3D, além de compartilhar conhecimentos e competências com uma rede qualificada de profissionais, especialistas e colegas de várias indústrias.

As startups têm necessidades diferentes em cada fase do seu ciclo de vida. Uma abordagem tecnológica, de orientação e comercialização única, não é suficiente para fornecer os diversos níveis de suporte necessários para ajudá-los a comercializar produtos mais rapidamente, ao mesmo tempo em que aborda os desafios empresariais inerentes ao mundo das startups, como financiamento, recrutamento de pessoas, infraestrutura de TI ou vendas.

O Global Entrepreneur Program inclui aplicativos de design e treinamento da SOLIDWORKS for Entrepreneurs para projetos focados na inovação mecânica, bem como aceleração imersiva no 3DEXPERIENCE Lab para startups disruptivas que trabalham para transformar a sociedade que precisam de apoio de mentores, protótipos e suporte de marketing, inclusive de uma rede de incubadoras, aceleradoras e parceiros Fab Labs nos Estados Unidos e na Europa.

O Global Entrepreneur Program também inclui a plataforma 3DEXPERIENCE baseada na Nuvem (cloud-based), gerenciamento de comunidade, suporte e serviços que trazem velocidade, agilidade, flexibilidade, experimentação e colaboração para projetos que exigem mais do que apenas uma nova atividade de engenharia de produtos.

“Os empresários nos informaram que valorizam a comunidade social de uma incubadora acima de tudo, e nós ouvimos”, afirma Frédéric Vacher, Diretor de Estratégia Inovadora Corporativa da Dassault Systèmes. “A Dassault Systèmes adora as startups e o nosso Programa Global Entrepreneur oferece suporte aos seus processos de inovação, fornecendo aplicativos em Nuvem, comunidades e serviços online, qualquer que seja a indústria, produto, necessidade ou nível de maturidade.

“Podemos considerar ‘passado’ os dias em que apenas as grandes empresas possuíam inúmeras habilidades, recursos e capacidades para produzir avanços. Hoje somos um catalisador e facilitador para grandes empresas e startups na criação de conceitos, reunião de mundos virtuais e reais, além de fortalecer o renascimento da inovação”, enfatiza o executivo.

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Solução de startup brasileira automatiza mais de 100 integrações entre plataformas

Entre tanta informação sendo gerada no mundo digital há um fato – ninguém sobrevive sozinho. Qualquer “feliz proprietário de um terreno na internet” – seja site, plataforma ou e-commerce – sabe que em algum momento vai precisar integrar uma ferramenta externa. Atualmente, já estão entre nós mais de 16.500 API’s (tipo mais comum de integração), mas há motivos para acreditar que essa seja apenas a ponta do iceberg.

Neste oceano de particularidades tecnológicas, uma startup brasileira tomou para si a tarefa de centralizar em uma única plataforma inúmeras possibilidades de integração. A proposta do LinkApi é simples, funcionar como um hub de conexão às principais ferramentas digitais, mais de 100, além da possibilidade de personalização.

A demanda do mercado para facilitar as integrações é tão relevante que a startup também oferece sua tecnologia em modelo White Label. Empresas usam a tecnologia do LinkApi para fazer integração de suas plataformas com seus parceiros estratégicos, podendo utilizá-la como um serviço próprio, aumentando a oferta de valor para os clientes. Outra vantagem é a redução de custos, pois enquanto o LinkApi resolve as particularidades das integrações, times internos de produto estão focados no core business, otimizando a operação.

A Olist, uma plataforma que integra pequenas lojas virtuais a grandes marketplaces, é um dos players que aderiu a solução do LinkApi e oferece o serviço a seus clientes.

Quem também agrega valor ao negócio “emprestando” a tecnologia do LinkApi é a plataforma de logística Mandaê, cujo core business exige 100% de integração com o ERP de seus clientes, seja qual for.

“Somos especialistas em integrações e temos um time focado em desenvolvimento. Nossos clientes se favorecem dessa expertise, simplificam sua operação e ainda oferecem maior valor agregado a seus clientes”, conclui Thiago Lima, idealizador e CEO do LinkApi.

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O que podemos aprender com o modelo de sucesso de Inovação de Florianópolis?

Jamile Sabatini Marques, Diretora de Inovação e Fomento da ABES

Florianópolis foi eleita, pelo 3º ano consecutivo, a segunda cidade mais empreendedora do País, segundo o Índice de Cidades Empreendedoras – ICE 2017, publicado pela Endeavor Brasil. Essa classificação é resultado de um histórico de mais de 30 anos de investimento em tecnologia, focado no conhecimento e na colaboração. A cidade se consolidou como um modelo de sucesso de inovação, com iniciativas públicas e privadas de fomento, que podem ser replicadas em outras regiões do Brasil.

O ponto de partida para o desenvolvimento de um ecossistema de inovação no setor tecnológico na cidade foi a implantação da Universidade Federal de Santa Catarina, em 1960, voltada para os cursos de engenharia e, posteriormente, a criação da Fundação Certi – que foi responsável pela Incubadora Celta, a primeira e do Brasil. Houve também um movimento interessante de organização do setor privado, como a criação da Associação Catarinense de Empresas de Tecnologia (Acate), da Incubadora Midi Tecnológico. Mais recentemente, em 2015, foi criado Programa Excelência SC, desenvolvido pelo Sebrae/SC, Fiesc e Fecomércio/SC, que reúne boas práticas de companhias com foco na inovação.

Da perspectiva das políticas públicas de incentivo, a prefeitura de Florianópolis contribui criando um conselho de inovação, composto por várias entidades do setor e também com várias ações e legislação para incentivar a competitividade das empresas. Nessa linha, neste último mês, o Governo do Estado criou o “Pacto pela Inovação” para integrar a academia, governos, empresas e a sociedade civil.

O programa Geração Tec, uma iniciativa também do governo estadual, foi criado para o desenvolvimento de jovens talentos, bem como o Sinapse da Inovação, ação da Fapesc e Fundação Certi, para fomentar o empreendedorismo. Além disso, o governo apoia o Parque Tecnológico Sapiens, resultado de um trabalho em parceria com a Fundação Certi.

Entre outras iniciativas, a cidade também possui condomínios empresarias com o foco no setor tecnológico – como o Corporate Park, localizado na SC 401, denominada como a rota da inovação.

Em um passado recente, Florianópolis dependia de cargos públicos, comércio e turismo. Hoje, a cidade, além de reter os seus jovens, consegue atrair mentes brilhantes para o desenvolvimento baseado no conhecimento, que se tornou um ativo para a cidade. Este processo ficará ainda melhor quando o governo começar a proporcionar dados abertos, pois, com isto, o empreendedorismo será ainda maior e o ecossistema de inovação poderá ser fomentado de forma natural e orgânica.

Para 2018, a expectativa é que os investimentos em inovação aumentem bastante, uma vez que tem sido perceptivo o aumento dos espaços de coworking, de profissionais capacitados e do volume de oportunidades de emprego no setor. Além disso, o Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), Finep e o BNDES têm incrementado suas iniciativas de financiamento para inovação.

Por outro lado, ainda que Florianópolis seja um exemplo de inovação, como um living lab, há espaço para melhorar e tornar suas empresas ainda mais competitivas. Com a evolução do mercado, na era do conhecimento, este deve passar a ser um grande ativo das empresas, cujo valor deve ser percebido pelos agentes de fomento e pela sociedade. Por isso, é muito importante construir um ecossistema de inovação que atenda a esses novos modelos de negócios, baseados no conhecimento.

Historicamente, muitas foram as iniciativas modelo da cidade – desde a criação da Universidade Federal de Santa de Catarina, focada na engenharia, até a implementação de políticas de incentivo da prefeitura e do governo do Estado.

No entanto, as maiores lições que podemos aproveitar desse case de sucesso é a importância da integração entre os atores e a organização da classe empresarial buscando o bem comum.

Florianópolis se desenvolveu com empresas que nasceram e se fortaleceram na região, dando um grande destaque aos processos de incubação e do fomento às companhias nascentes. Nesse contexto, a exemplo da cidade, um dos esforços da ABES têm sido criar canais de diálogo entre os diferentes atores do mercado em esfera nacional (governo, educação, empresas) para desenvolver uma agenda coletiva, com o objetivo de aprimorar a competitividade global do Brasil.

A capital catarinense é um exemplo importante, uma cidade que pode ser considerada um parque tecnológico urbano a céu aberto e hoje possui um dos melhores IDHs do Brasil – resultado de muito trabalho conjunto, por mérito de diferentes atores que se doam para formar um ecossistema de inovação.

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