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Hub de inovação em Minas promove feira para microempreendedores locais

O Moinho – polo de empreendedorismo, inovação, e criatividade, localizado em Juiz de Fora (MG), promoverá, no próximo dia 14 de agosto, a I Feirinha de Negócios Locais, em parceria com a Enactus/UFJF – rede empreendedora internacional – e o Projeto Vivart. O evento acontecerá das 14h às 20h, no estacionamento do Moinho, e tem como objetivo oferecer gratuitamente para 15 micro e pequenos empreendedores locais a oportunidade de expor e comercializar seus produtos, neste momento especialmente desafiador da economia. O Moinho também abrigará um HUB de Impacto Social que está sendo preparado para, em breve, receber até 80 startups focadas em saúde, bem-estar, educação, longevidade, meio ambiente e geração de renda.

Além da feira, outros 150 empreendedores que se inscreveram na Feirinha participarão do curso Varejo de Elite, ministrado por Fred Rocha, especialista em varejo e consumo, com mais de 26 anos de experiência no mercado, nos próximos três meses. A ideia é que todos passem a integrar uma rede ampla de suporte, capacitação e mentoria, com todo o apoio do Moinho Lab, Enactus_UFJF e Projeto Vivart.

“Com o HUB, nosso foco principal é atrair a participação de empreendedores, startups e projetos que atuam nos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS), da ONU, focados em geração de renda que estejam alinhados ao propósito de transformação social, fortalecendo e integrando todo o ecossistema e a comunidade”, comenta Ricardo Podval, CEO do Moinho. O executivo que esteve à frente do Civi-Co, coworking na cidade de São Paulo, focado em empreendedorismo e inovação social, que se tornou referência para o ecossistema nacional de impacto, explica que o Moinho deseja gerar oportunidades de negócios em regiões pouco atendidas, descentralizando a geração de empregos e o fortalecendo a ação empreendedora.

Retrofit sustentável

O Moinho está revitalizando o antigo moinho de farinha Vera Cruz, localizado na zona norte de Juiz de Fora, desativado desde o início dos anos 2000, do qual estão sendo preservados mais de 80% da estrutura. O empreendimento tem 33 mil m² de área construída dedicados à saúde, educação, comércio e moradia. A revitalização do empreendimento, baseada no retrofit – processo de engenharia que significa “colocar o antigo em forma” – buscou gerar menor impacto ambiental, menos consumo de material e geração de entulho.

Transformar a estrutura do imóvel, construído na década de 1950, com vocação para a indústria num lugar de convivência representou um grande desafio para o empreendimento. Foram necessários diversos estudos de reformas estruturais e análises espaciais. Para se ter uma ideia, um dos dois silos de armazenamento de grãos de trigo – com 50m de altura e vão livre de 40 m – deu espaço a 14 andares dos 18 destinados à moradia.

Envolvimento da comunidade

O projeto de ocupação do Moinho é resultado de uma intensa pesquisa de place branding e place making com a população local para entender suas necessidades criando uma nova centralidade e abrindo perspectivas para o futuro. Foram dois anos de estudo e pesquisas realizadas por consultorias especializadas por meio de entrevistas com lideranças da comunidade, moradores, possíveis usuários e workshops com especialistas sobre as necessidades e possíveis melhorias na região para fortalecer o empreendedorismo e gerar impacto social.

“A revitalização do moinho não é apenas uma nova construção, é um investimento em uma maneira de pensar a vida de forma coletiva, apoiar a comunidade local e incentivar a inovação e a criatividade com base em alguns pilares principais: empreendedorismo, saúde preventiva e bem-estar e educação colaborativa”, comenta Ricardo Podval.

Os eixos: Saúde e Educação

Atendendo às necessidades identificadas no trabalho de place branding, boa parte do Moinho é destinada à saúde e à educação. Na área da saúde, o objetivo é investir na qualidade de vida e prevenção atraindo empreendedores e profissionais de diferentes áreas para criar um ecossistema integrado com variada opções de serviços, como laboratórios, clínicas médicas e odontológicas. Uma das parcerias já instaladas e em funcionamento nesse segmento é a Unimed Juiz de Fora, o que contribui para que a população da Zona Norte não precise se deslocar ao centro para atendimento em especialidades médicas, exames laboratoriais e de imagem.

Na área de educação, o Moinho está também potencializando a vocação da cidade como um polo de ensino técnico e superior na Zona da Mata mineira, Campos das Vertentes e sul fluminense, buscando parcerias com instituições de ensino para oferecer cursos técnicos e de empreendedorismo para capacitação e formação. “Juiz de Fora forma ótimos profissionais, porém eles não ficam na cidade. Ao saírem das faculdades, essas pessoas buscam oportunidades em grandes cidades e até fora do país, tamanho o nível de especialização. Queremos manter esse potencial aqui e contribuir para que a cidade se torne economicamente vibrante”, diz Podval.

Com a experiência do Moinho e do Civi-co, Podval vê a possibilidade de levar projetos semelhantes para outras cidades brasileiras. Ele acredita que em locais com até 1 milhão de habitantes, o modelo pode ser replicado, contribuindo para a descentralização do ecossistema de impacto nacional, expandindo para o interior. Para Podval, em localidades do porte de Juiz de Fora, esse é um modelo de negócios que pode gerar maior transformação social, pela possibilidade de integração entre o poder público e a iniciativa privada.

Eurekka é selecionada para o programa Scale-Up Endeavor

A Eurekka, sediada em Porto Alegre (RS), e considerada uma das principais startups em atendimento psicoterápico do País, foi selecionada para o programa realizado pela organização global sem fins lucrativos Scale-Up Endeavor. Líder no apoio a empreendedores de alto impacto ao redor do mundo, o programa de aceleração busca startups que tenham crescido pelo menos 20% ao ano, por três anos consecutivos em faturamento.

Com quatro anos de atuação, e com um investimento inicial de R﹩ 10 mil, a Eurekka já registra um crescimento acima dos 450%. No último ano, a empresa contabilizou faturamento de R﹩ 4,5 milhões.

Com 9 turmas, o programa já acelerou 204 empreendedoras e empreendedores à frente de 101 scale-ups de 17 estados do Brasil. No Brasil desde 2000, eles promovem um ecossistema que estimula o crescimento e impacto de pessoas que lideram scale-ups nos mais diversos segmentos, com diversas trocas de experiências e construindo conexões a fim de romper as paredes do escritório e abrir para um novo horizonte.

Com duração média de cinco meses, nesta edição, os encontros serão realizados 100% remotos por meio de plataformas disponibilizadas pelo time Endeavor, onde terão o acompanhamento de um mentor individual e meetups com pessoas que vivenciaram na pele o crescimento de empresa, como acesso a capital (fundraising), construção de times de liderança e cultura. Além disso, haverá a conexão com fundadores e empreendedores que mais crescem no mundo e que podem agregar e são referências para a startups e alguns desafios no período de participação.

Para o CEO da Eurekka, Júlio Frota Lisbôa Pereira de Souza, ser um dos selecionados é a consequência do esforço e dedicação ao setor da saúde. “Desde a criação da Eurekka trabalhamos para suprir demandas que encontrávamos no setor da Saúde. E ser um dos selecionados para um programa com o tamanho e renome da Endeavor, nos mostra que estamos no caminho certo. Isso é um marco no desenvolvimento da Eurekka e a certeza de que a qualidade e a satisfação dos nossos clientes é o fator chave para escalar”.

Recentemente, a startup ampliou o atendimento com a Eurekka Med, oferecendo telemedicina nas especialidades de clínico geral, ginecologista, endocrinologista, otorrinolaringologista, neurologista, infectologista, pediatra, psiquiatra, nutricionista e personal trainer. As consultas trazem vantagens como flexibilidade de horário, receita digital e valor acessível. Com o objetivo de expandir o atendimento cada vez mais, para o ano de 2021, a meta é alcançar a marca dos R﹩ 20 milhões.

Trybe anuncia abertura de mais de 100 vagas para início imediato

Trybe, escola de tecnologia que oferece formação de alta qualidade em programação e totalmente focada no sucesso profissional de seus estudantes, anuncia abertura de mais de 100 vagas para trabalho remoto com salário competitivo, para pessoas de diferentes senioridades (júnior / pleno / sênior) e início imediato. A edtech brasileira inovou com modelo de sucesso compartilhado em que o aluno pode pagar pela sua formação só quando já estiver trabalhando. Algumas das oportunidades oferecidas pela startup são exclusivas para mulheres. 

“No Brasil e no mundo, milhares de vagas criadas anualmente no mercado de tecnologia deixam de ser preenchidas por falta de pessoas qualificadas. Nós trabalhamos duro para que cada vez mais pessoas tenham a oportunidade de trilhar essas carreiras”, afirma Matheus Goyas, cofundador e CEO da Trybe. “Todos os dias usamos a educação para gerar oportunidades que podem mudar vidas.” Até julho deste ano, 92% dos profissionais formados pela Trybe estavam trabalhando em até 3 meses após a conclusão do curso. Mais de 140 mil pessoas já se inscreveram para estudar na escola.

Cerca de 50% das vagas são destinadas ao time de instrução da edtech. Como parte dessa equipe, as pessoas interessadas  estarão formando uma nova geração de pessoas desenvolvedoras para o mercado. O dia a dia envolve a condução de aulas ao vivo, produção, curadoria e revisão dos conteúdos lecionados, entrevistas de validação do conhecimento, além de plantões diários, para que estudantes possam tirar dúvidas sobre os conteúdos do curso. Com 250 funcionários e uma rede de mais de 100 empresas parceiras, como XP Inc, Ambev, Arco Educação, Localiza, Méliuz e Uber, a Trybe registra cerca de 2 mil estudantes de seu curso e pretende chegar a 2,7 mil ainda em 2021.

Fundada em agosto de 2019, a Trybe já recebeu US$ 21 milhões em duas rodadas de captação – seed e Série A – que contou com a participação de investidores de peso como Atlantico, Canary, Igah, Global Founders Capital, Maya Capital e Norte Ventures, além de profissionais renomados como José Galló, Nizan Guanaes e Arminio Fraga.

Para mais informações sobre as oportunidades abertas na Trybe acesse aqui.

Inova RS lança projeto de identidade digital para ambientes de inovação

O Rio Grande do Sul deu o primeiro passo em direção à criação de um sistema único e confiável de compartilhamento de dados e serviços entre ambientes de inovação. A Identidade Digital para usuários dos ambientes de inovação do ecossistema gaúcho (Inova ID-RS) faz parte de um projeto piloto liderado pelo Inova RS da região Metropolitana e Litoral Norte, programa da Secretaria de Inovação, Ciência e Tecnologia do Estado (SICT), em parceria com a Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP). A reunião virtual de lançamento ocorreu no dia 27 de julho e contou com a presença dos diretores de cinco ambientes de inovação convidados, que farão parte deste primeiro momento do projeto.

Dentre outras ações, o Inova ID-RS tem como objetivo possibilitar a colaboração e o compartilhamento de diversos serviços em um ambiente seguro para uma federação composta por estes atores. Com sua identidade digital federada, empreendedores e outros usuários poderão facilmente autenticar seu login de usuário e acessar os serviços online da federação. Com isso, o projeto visa conectar ambientes de inovação primeiramente em caráter regional e, posteriormente, podendo abranger instituições de todo o Brasil.

A iniciativa faz parte do projeto guarda-chuva da região dentro da área estratégica “Tecnologias de Informação e Comunicação”, o RS³, que tem como objetivo o desenvolvimento do ecossistema regional por meio de conexões, capacitações e captações. O RS³ foi priorizado pela própria região a partir da reunião da Mesa do Inova RS da região Metropolitana e Litoral Norte, realizada no dia 15 de outubro de 2020 e que contou com lideranças locais representando o tecido empresarial, universidades, sociedade civil organizada e entes públicos.

No encontro, foi gerado um cronograma conjunto de trabalho que estabelece a cooperação ativa dos ambientes de inovação juntamente às equipes da RNP e do Inova RS até dezembro de 2021. A próxima atividade programada é um treinamento sobre federação de identidade. Posteriormente, será iniciado o processo de design thinking com todos os participantes, a fim de possibilitar o início do desenvolvimento tecnológico do projeto piloto.

Estiveram presentes na reunião do dia 27 de julho: Pedro Valério, do Instituto Caldeira; Rafael Prikladnicki e Leandro Pompermayer, do Tecnopuc; Sandra Schafer e Marina Bohrer da Tecnosinos; Ana Paula Matei, do Parque Zenit/UFRGS; e Manuela Bruxel, do Feevale Techpark; além da equipe gestora do projeto. A abertura institucional do encontro foi realizada de forma síncrona pelo Secretário-Adjunto de Inovação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul, Ricardo Bastos, e de maneira assíncrona pela Diretora de Pesquisa e Desenvolvimento da RNP, Iara Machado.

“Para a RNP, é uma oportunidade de trabalhar junto com o ecossistema de inovação do Rio Grande do Sul na construção de uma federação de identidade digital, utilizando nossa experiência exitosa com a comunidade acadêmica. Acreditamos que esse projeto promoverá uma integração desse ambiente e propiciará uma maior interação entre a academia e as empresas emergentes. O seu aspecto inovador também é um ponto importante, pois essa solução poderá ser aproveitada para outras comunidades”, declarou a diretora de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação da RNP, Iara Machado, durante a primeira reunião de alinhamento do grupo.

O que é o Inova RS?

O Inova RS foi lançado em agosto de 2019 pelo Governo do Rio Grande do Sul e regulamentado pelo Decreto n. 54.767/2019. O programa é promovido pela Secretaria de Inovação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul (SICT/RS) e tem como objetivo tornar o Estado uma referência global em inovação como estratégia de desenvolvimento local.

Parque tecnológico de Ribeirão divulga projetos selecionados para incubação

Aprovados já iniciaram jornada de capacitações na Incubadora; prazo mínimo de incubação é de 24 meses

Onze empresas foram classificadas no processo seletivo de incubação da SUPERA Incubadora, uma das âncoras do SUPERA Parque de Inovação e Tecnologia de Ribeirão Preto. As empresas foram selecionadas por meio do processo seletivo do 1º semestre de 2021 e agora se juntam às outras 48 startups apoiadas pela Incubadora.

Saulo Rodrigues, gerente da Supera Incubadora, explica que, mesmo com a pandemia do Covid-19, foram continuadas as atividades para prestar apoio a estas empresas e fortalecer o ecossistema de inovação e tecnologia. “Sem dúvidas, é um momento desafiador, mas decidimos continuar com o nosso propósito de apoiar e acelerar projetos de base tecnológica, bem como fomentar o ecossistema empreendedor e de tecnologia e inovação. Elas contam, agora, com todo nosso apoio e expertise”, conta.

As empresas selecionadas receberão orientações para a elaboração do Planejamento Estratégico do Negócio, sobre questões jurídicas e financeiras (formalização do empreendimento), dentre outros assuntos. Também participarão de mentorias individualizadas e oficinas práticas.

Processo seletivo 2021.2 em inscrições finais


Empreendedores com negócios de base tecnológica, que estão em processo de validação da ideia ou em fase inicial de funcionamento, podem se inscrever para participar do processo seletivo do ciclo 2021.2 da Supera Incubadora de Empresas de Base Tecnológica, até o dia 13 de agosto pelo site http://superaparque.com.br/selecao-de-empresas, onde também pode ser acessado o edital. A inscrição é gratuita e o processo seletivo acontecerá em etapas, todas com caráter eliminatório.

A incubação no Supera Parque visa fomentar negócios inovadores de alto valor agregado, sobretudo, nas áreas de saúde, biotecnologia, tecnologia da informação e agronegócio, que são vocações científicas e empresariais dae região. Empresas de outros segmentos também podem participar do habitat de inovação, desde que sejam negócios de base tecnológica.

Todos os anos, a Incubadora realiza duas seleções de empresas, sendo uma por semestre.

Conheça as startups aprovadas:


AgroByte – plataforma digital para pesagem de gado, na qual o peso do animal é registrado automaticamente em um aplicativo de celular, conectado à balança por meio de uma central eletrônica, que cabe na palma da mão. O sistema permite um controle mais preciso dos pesos e maior segurança com o armazenamento na nuvem;

BIND – desenvolve um serviço para identificação e análise de nitrosaminas, que são impurezas com potencial cancerígeno, encontradas em alguns medicamentos, visando a auxiliar o controle dessas substâncias pela indústria farmacêutica, sendo este controle uma nova exigência da ANVISA e órgãos reguladores em todo o mundo;


ByMyCell – tem a proposta de identificação e produção de proteínas para a indústria de transgênicos;, e análise da microbiota (conjunto de micro-organismos presente no corpo humano) a partir de sequenciamento genético, destinado a grupos de pesquisas em universidades, hospitais, indústria alimentícia e farmacêutica;

Emgoma Lav – oferece serviços de lavanderia e passadoria de roupas, fornecidos por profissionais autônomos credenciados, criando a oportunidade de uma nova renda para pessoas impactadas pela crise;


Goox – plataforma online para a busca de médicos por localização, especialidade, avaliações e preços, a fim de facilitar o processo de agendamento de consultas;


MONISSA – oferece um sistema de monitoramento remoto de pacientes com demência no Brasil, baseado em padrões de sinais vitais e de sintomas, a fim de orientar cuidadores e familiares destes pacientes;


NOTRUCK – conecta empresas com transportadores de carga autônomos, demonstrando como o maior benefício uma maior flexibilização na contratação do serviço de transporte de cargas;


OBYKAA – desenvolve dermocosméticos personalizados, com nutrientes escolhidos pelo cliente, e de acordo com as características e necessidades da pele, visando a uma maior praticidade no cuidado com a pele e menores custos pelo uso de um único produto ao invés de vários, entre outros benefícios;


PET ADVISER – plataforma para localização dos estabelecimentos que aceitam animais de estimação, promovendo a avaliação e divulgação destes locais, além de benefícios exclusivos para os clientes;

PRESAVI – desenvolve uma plataforma para orientação nutricional de pacientes pré-diabéticos, contribuindo para uma melhor qualidade de vida, incluindo ainda um clube de benefícios com descontos em empresas parceiras como farmácias, academias, supermercados, etc.;


TAGMAVISIONS – oferece uma plataforma de treinamento médico, focada nas técnicas cirúrgicas, com utilização de impressão 3D e Realidade Aumentada.

CIP seleciona quatro startups para seu programa de inovação

A CIP selecionou, por meio de seu programa de Inovação Aberta – o InovaCIP – quatro startups parceiras que trouxeram soluções disruptivas para o seu negócio. As escolhidas – UpLexis, Receita Digital, ProntMed e Klavi – terão o desafio de realizar um projeto piloto e desenvolverem produtos e serviços com o apoio técnico e consultivo da CIP e da Innoscience, consultoria de inovação corporativa responsável pela execução do programa. O programa recebeu mais de 80 inscrições.

Os pilotos serão direcionados para três desafios propostos pelo programa: monetização de dados; prontuários eletrônicos e prescrições médicas e odontológicas; e gestão de caixa.

“O Programa InovaCip tem sido um sucesso de gestão e um processo inovador”, comenta Leonardo Demola Ribeiro, Superintendente de Negócios da CIP. “Trouxemos competitividade e visibilidade dentro do ecossistema de startups e fintechs. Mais um passo importante em nossa estratégia de Inovação Aberta, porque interage e articula com outras empresas e instituições para o desenvolvimento de novos produtos e serviços” acrescenta.

“O InovaCIP é a consolidação de diversas iniciativas da CIP que culminou em um processo estruturado para relacionamento com o ecossistema. Estar junto das startups será essencial para nos mantermos na vanguarda das tecnologias e novos modelos de negócios.” Raphael Mielle, Innovation leader da CIP.

Para mais informações do Programa InovaCIP, acesse o site https://www.cip-bancos.org.br/inovacip

Perto de IPO, Invest Tech mantém ritmo de investimentos

A LogComex, startup curitibana que oferece inteligência por meio de Big Data para o comércio exterior, acaba de receber um aporte de US﹩ 10,3 milhões (cerca de R﹩ 53,6 milhões) em rodada série A liderada por Alexia Ventures e Igah Ventures. Também participaram da rodada a Endeavor Scale Up Ventures e os investidores atuais da companhia, Invest Tech e Caravela Capital, que aumentaram suas participações.

Prestes a realizar seu IPO, que deve ocorrer em setembro, a Invest Tech não desacelera seus investimentos. Esta foi a terceira rodada realizada pela companhia nos últimos três meses. O cofundador e CEO da companhia, Maurício Lima, reforça o foco dos investimentos em empresas que usem a tecnologia como fator crítico para a melhoria de processos, eficiência e longevidade do negócio. “O IPO deve ampliar nossa capacidade de investimento e o alcance deste foco”, afirma.

Além da LogComex, outras duas empresas foram investidas pela Invest Tech nos últimos meses. Em junho, a Uello, logtech que usa de tecnologia e rede colaborativa para oferecer serviços de frete expresso com experiência superior, concluiu sua rodada de investimento Série A com um aporte de R﹩ 17 milhões. A rodada foi liderada pelo fundo britânico Better Tomorrow Ventures (BTV) e seguida pelos fundos Capital Lab e pela Invest Tech. A startup aproveitou a onda de crescimento do e-commerce impulsionada pela pandemia para lançar novos produtos, ampliar sua área de atuação, e, com isso, ver seu faturamento crescer 4x nos últimos 12 meses.

Já em julho, a GoBots, empresa especializada no desenvolvimento de inteligência artificial para lojas virtuais, recebeu R﹩ 2,2 milhões em investimentos. A rodada de investimento seed foi liderada pela Invest Tech e complementada pela Aimorés Investimentos. Além da rodada, a GoBots foi selecionada para o programa Growth do Startup Chile, a maior aceleradora da América Latina, onde receberá o investimento adicional de R﹩ 500 mil.

Lima destaca que o ritmo de investimentos deve crescer com IPO, acompanhando a própria dinâmica do mercado. Ele lembra que muito deste crescimento deve-se ao fato de que alguns setores, que antes eram reativos ou muito lentos em relação ao uso da tecnologia, estarem agora a adotando de forma massiva. “Isso fica muito claro nas áreas de saúde e finanças, por exemplo. Além disso, assistimos a algumas quebras de paradigmas, mesmo em setores acostumados a investir em TI”, diz, lembrando que o portfólio da Invest Tech tem hoje um crescimento médio de 18% ao ano, com algumas empresas crescendo mais de 100% ao ano.

Abstartups abre inscrições para o Batch#3 Impact

Ao longo de todo o mês de agosto estarão abertas as inscrições do Batch#3 Impact, programa da Associação Brasileira de Startups (Abstartups) para contribuir cada vez mais com o cenário de inovação no Brasil.

Os escolhidos para se tornarem um Associado Impact terão a oportunidade única de participar de programas de mentoria, treinamento de pitch, conversas com investidores e fazer networking em diversas oportunidades exclusivas, como o Jantar Impact. Além disso, os participantes poderão colaborar para o blog da Abstartups.

O interessado em tornar sua startup uma Associada Impact precisa estar pronto para uma criteriosa seleção que leva em conta o faturamento, time, investimentos, impacto no ecossistema e o produto. Startups que são consideradas grandes players do ecossistema, como Buser, Docket, Gama Academy, Track.co e PontoMais já fizeram parte do programa de Associado Impact e tiveram a oportunidades de alavancar o negócio.

O caso de sucesso mais recente entre os Associados Impact, é a Customer X, startup de software para gestão de Customer Success, que recebeu um aporte de R﹩1,5 milhão de cinco grandes grupos de investidores.

As inscrições para o Batch#3 Impact vão até o dia 05/09 e o resultado será divulgado no dia 08/09. Para se inscrever, basta acessar: https://abstartups.com.br/associados-impact/

Digibee capta R﹩ 13,5 mi em venture debt

Criada em 2017 com o objetivo de auxiliar grandes empresas na integração de sistemas digitais internos, a Digibee anuncia nova captação para impulsionar o grande momento de crescimento da empresa, que tem atraído um número expressivo de novos clientes. O valor total da captação é de R﹩ 13,5 milhões em modelo Venture Debt, aportado pelo Brasil Venture Debt . A modalidade foi escolhida por permitir à startup captar recursos relevantes sem implicar em diluição acionária dos atuais empreendedores e investidores.

Por meio da Digibee HIP, plataforma de integração de sistemas (Hybrid Integration Platform), a startup oferece a possibilidade de integrar diferentes sistemas (on premises e em cloud) utilizados dentro de uma companhia, aprimorando o tempo e processo de adaptação de novas ferramentas. Todo e qualquer processo pode ser realizado em uma velocidade até 10 vezes mais ágil e eficiente que as abordagens tradicionais. Tal modelo de negócios tem atraído grandes nomes que utilizam a solução oferecida pela Digibee, como Accenture, Bauducco, Carrefour, DASA, Porto Seguro, Cielo, Santander e B3.

A startup, que está em constante expansão, registrou crescimentos em diferentes aspectos nos últimos 12 meses. Atendendo empresas de diversas áreas, como indústria, varejo, financeiro, healthcare, TI e serviços, a startup viu seu número de clientes aumentar 57% entre julho de 2020 e junho de 2021. O quadro de colaboradores também aumentou, passando de 57 para 110 funcionários, resultando num crescimento de 93%. Naturalmente, a Digibee registrou um aumento de 246% no faturamento do último ano, passando de R﹩ 860 mil para mais de R﹩ 2 milhões de receita mensal recorrente.

Com tal crescimento, esta captação é vista pelo CFO da Digibee, Rafael Nardelli como um movimento natural. “Esta operação de Venture Debt faz parte da nossa estratégia de funding para estarmos robustos na nossa trajetória de consolidação do mercado brasileiro e de expansão global, além de nos posicionar muito bem para a próxima rodada de investimento nos EUA”, sinaliza.

Com boa reputação no mercado, a startup conta com grandes investidores, como Paulo Veras, cofundador e ex-presidente executivo da 99. “Comprei o sonho da Digibee logo na partida, entendendo a revolução que proporciona aos clientes e o tamanho da ambição. A Digibee vai se transformar numa referência global, acelerando a transformação e competitividade de seus clientes enterprise neste cenário de disrupção que só vai se intensificar nos próximos anos”, prevê.

Investimento em Venture Debt

O Venture Debt é um produto de dívida customizado para empresas inovadoras. “É uma forma de atender as necessidades das empresas e startups por meio de um produto com juros, garantias e prazos adequados à realidade financeira e operacional de cada negócio, tendo como foco a geração de valor de longo prazo. Com esse investimento, a Digibee ganhará fôlego para consolidar seus bons resultados, aumentar seu valuation e fazer uma captação maior no futuro”, conta Gabriela Gonçalves, Managing Partner do Brasil Venture Debt, fundo responsável por este aporte, que conta com fundo de R﹩ 140 milhões dedicado exclusivamente a operações de Venture Debt, e possui investidores como BNDES, XP Investimentos, BDMG e Bossa Nova.

O modelo de aporte é utilizado para complementar os investimentos de equity, promovidos por fundos de Venture Capital, ele tem o benefício de mitigar a diluição ao longo do das diversas etapas de fundraising, além de possuir processos ágeis de due diligence e de permitir que as startups alonguem suas runways, realizando captações em estágio com maior de maturidade, com um valuation maior.

Apesar de novidade no Brasil, o Venture Debt já é consolidado nos Estados Unidos como uma das principais opções de financiamento para startups. Em 2019, representou aproximadamente 20% do mercado estadunidense de Venture Capital, e estima-se que foi utilizado em 40% das rodadas de investimento levantadas por startups nesse país nos últimos 6 anos.

Startup de Big Data LogComex recebe aporte de US$ 10,3 milhões de Alexia Ventures e Igah Ventures

A LogComex, startup que oferece inteligência por meio de Big Data para o comércio
exterior, anuncia que recebeu um aporte de US$10,3 milhões – R$ 53,6 milhões pela
conversão atual – em rodada Series A liderada por Alexia Ventures e Igah Ventures, com
participação da Endeavor Scale Up Ventures e dos investidores atuais da companhia.
A empresa, fundada em 2016, começou sua operação trazendo transformação digital para
portos e recintos alfandegados, expandindo depois para operadores logísticos como
agentes de cargas, armadores e companhias aéreas. Com o investimento, existem dois
objetivos claros: aumentar a participação no mercado de importadores e exportadores e
acelerar o processo de internacionalização.

A startup pretende também lançar novassoluções para todos os segmentos de mercado que se conectam com o comércio exterior.”Todas as empresas envolvidas no mercado de comércio exterior carecem de tecnologia,
dados e inteligência, seja para automação de processos ou para informações mais
assertivas”, comenta Helmuth Hofstatter, CEO e cofundador da LogComex. “Existe uma
assimetria muito grande de informações entre os diferentes players da cadeia, tornando o
processo de importação e exportação muito complexo e ineficiente”.


“A LogComex tem tido enorme sucesso com soluções que trazem informação e visibilidade
para o comércio exterior. Temos um time de empreendedores e executivos muito forte,
combinando visão arrojada, foco em execução e tech expertise, focado em levar eficiência
para um mercado que a despeito do tamanho colossal ainda está nos estágios iniciais da
sua digitalização. Com o novo round, a Companhia estará capitalizada para acelerar ainda
mais seu plano de expansão”, explica Thiago Maluf, Managing Director na Igah, Ventures.


Patrick Arippol, co-fundador da Alexia Ventures, acredita no poder dos dados que a
LogComex tem para transformar o comércio exterior. “Acompanho a trajetória do Helmuth e
do Carlos desde o início de 2019. O poder que os dados que a LogComex organiza aliada a
ambição de internacionalização da empresa são transformadores”, completa.


“Ter dados a sua disposição é um dos diferenciais competitivos desse século e a LogComex
está muito bem posicionada para liderar essa transformação no comércio global”, declara
Igor Piquet, Managing Director da Endeavor Scale Up Ventures, que também participou da
rodada. “Além disso, os fundadores estão comprometidos com a construção de um
ecossistema local de apoio ao empreendedorismo, o que para nós é muito importante”.

A startup é líder no mercado de comércio exterior


As soluções que a LogComex oferece transformam processos que, em muitos casos, ainda
são feitos manualmente. “Sem dados assertivos, importadores e exportadores acabam
perdendo tempo e dinheiro nesse processo. A nossa proposta é propiciar essa informação
para melhor tomada de decisão, transformando a maneira como as empresas fazem
negócios”, explica Helmuth.


Para prover a inteligência, a LogComex organiza e enriquece dados de centenas de fontes
distintas, conectando toda a cadeia do comércio exterior. Dessa maneira, a plataforma
possibilita encontrar os melhores fornecedores com menores preços, analisar market-share
e entender qual é o comportamento do mercado. O objetivo é expandir essa tecnologia
também para outros países.


“Hoje, a LogComex já conta com centenas de clientes e milhares de usuários em 4
continentes. Estamos trabalhando para aumentar nossas bases e expandir o negócio
globalmente”, comenta Carlos Souza, COO e co-fundador. “O sucesso das operações de
importação e exportação depende da colaboração de empresas de diversos setores,
incluindo portos, aeroportos, despachantes aduaneiros, agentes de cargas, seguradoras e
instituições financeiras. O que todas têm em comum é que precisam da informação certa na
hora certa e é justamente isso que queremos facilitar”.


Crescimento acelerado

O trabalho vem trazendo frutos. Com essa tecnologia, a empresa apresentou um
crescimento de mais de 300% em receita no último ano e passou de 50 colaboradores no
início de 2020, para mais de 200 em agosto de 2021, mesmo com a pandemia do covid-19.
No período, foi adotado o modelo de home-office e hoje existem colaboradores da empresa
espalhados por 7 estados do Brasil.


“O nosso objetivo é passar da marca de 250 colaboradores até o fim do ano”, comenta
Carlos Souza, COO e co-fundador. “No momento, estamos com mais de 100 vagas abertas
para todos os setores da empresa”. A LogComex alcançou a certificação Great Place To
Work por três anos consecutivos.


Esse é o terceiro maior aporte recebido pela empresa. A última rodada ocorreu em maio de
2020 no valor de de R$ 3 milhões, com os fundos de venture capital Invest Tech e Caravela
Capital. Ambos decidiram aumentar suas participações nesta nova rodada de investimento.
A LogComex também participou, no passado, de um programa de aceleração da ACE
Startups.

Insider recebe investimento de R$ 12 mi de hub de tecnologia do BTG

Valor foi levantado em operação de venture debt junto ao BoostLAB e será aplicado na ampliação do portfólio e de operação da marca

A startup de roupas funcionais Insider acaba de levantar R$ 12 milhões via venture debt junto ao BoostLAB, hub de tecnologia do BTG Pactual. Ainda pouco conhecido no Brasil, o venture debt é uma opção de financiamento para startups, através de uma dívida não conversível. O acordo entre BTG e Insider inclui um equity kicker de 5 anos, o que permite que o centro de inovação capture parte da valorização da marca em caso de um evento de liquidez. 

Segundo Yuri Gricheno, um dos sócios da Insider, a rodada de venture debt funciona para a marca como uma ponte entre o atual modelo bootstrap da empresa e a Série A, que está nos planos da startup para acontecer até o final do ano. Com o valor levantado na atual rodada, a startup vai investir em contratações e na ampliação do portfólio de produtos. “Em 2020, crescemos 4 vezes em faturamento e saímos de 10 para 70 funcionários. Hoje, temos a perspectiva de contratar mais 20 pessoas, além de investir em marketing e nos produtos, tanto em tecnologia quanto em opções para serem disponibilizadas”, completa. 

Desde o início, há 4 anos, a startup busca unir funcionalidade e tecnologia às roupas, desenvolvendo peças duráveis e com ação anti odor, antibacteriana e com regulação térmica– um dos grandes sucessos da marca na pandemia foram as máscaras e camisetas desenvolvidas com tecnologia antiviral, que protege contra a contaminação direta e cruzada de vírus e bactérias, incluindo o coronavírus. A empresa também aposta na sustentabilidade: uma camiseta da marca feita com fibra celulósica, que gasta 2 mil litros a menos de água do que uma peça semelhante de algodão. 

“Trazemos mais praticidade para as roupas do dia a dia por meio de peças funcionais que, para isso, são feitas com tecnologia têxtil. Além disso, estamos lançando peças femininas que, além de funcionais, tem um aspecto fashion Também estamos trazendo novas cores e modelos para o masculino”, afirma Carolina Matsuse, outra sócia da marca. As novidades femininas incluem a Easy Legging, o casaco Wingsuit e a blusa-colete Techsture Vest, os dois últimos desenvolvidos em tecido TECHSTURE, um blend de fibras durável, leve, macio e capaz de regular a temperatura corporal. As novidades incluem também a nova cor Gray Mint. Para os homens, a Tech T-Shirt Long Sleeve chega para atender a uma demanda dos clientes fiéis à marca. “Apostamos no material e design funcional de cada peça como grande diferenciais, e o novo investimento viabilizará o aumento contínuo do nosso portfólio”, finaliza Carolina.

Aliança Empresarial Norte-RS abre inscrições para programa de conexão entre startups e empresas

A empresa busca por soluções da área de B.I. e Analytics que possam resolver 5 desafios de forma inovadora
Com o objetivo de fomentar oportunidades de negócio e fortalecer o desenvolvimento econômico e social, a Aliança Empresarial Norte-RS – programa que faz parte do ecossistema do Hub de Inovação IMED – e a Semente Negócios, empresa de educação empreendedora, se uniram para executar o Aliança em Rede. O programa vai conectar startups e empresas de tecnologia às organizações associadas à Aliança Empresarial, buscando solucionar desafios relacionados a B.I. e Data Analytics.

Nesta chamada, que receberá inscrições até o dia 21 de agosto, o Aliança em Rede espera selecionar negócios na área de ciência de dados que possam resolver 5 desafios, sendo eles: Dashboards Inteligentes; Modelos Preditivos baseados em Dados; Modelos Visuais baseados em Dados; Coleta Automatizada de Dados; Otimização da Operação.

“Nós definimos quatro pilares de atuação da Aliança Empresarial: Corporações; Startups; Capital e Cultura. Temos como objetivo criar um fundo de investimentos para fomentar a criação de novos negócios na região e vamos promover diversos eventos e cursos para a comunidade”, ressaltou Márcia Rodrigues Capellari, presidente da Fundação IMED, no evento de abertura do programa Aliança em Rede.

O detalhamento dos desafios e links para inscrições podem ser acessados no site https://www.aliancaempresarial.network/alianca-em-rede/, sendo que as inscrições são realizadas pela plataforma AxonHub.

FlexPag abre vagas de emprego em Recife

Fintech cresceu 400% em transações em 2020 e expande atuação nacional

Em um Brasil que bateu o recorde de desemprego devido à pandemia da Covid-19, a FlexPag, fintech de meios de pagamentos, segue na contramão deste cenário e anuncia a abertura de vagas de emprego em Recife. As oportunidades são para as funções de Desenvolvedor JAVA e Gerente DEV. Os interessados devem enviar currículo com o nome da vaga no título do e-mail para o endereço recrutamento@flexpag.com .

Para a função de Desenvolvedor Java, é necessário o conhecimento para Java 11, Spring boot, Angular e Postgresql. Já para a função de Gerente DEV, é exigido o conhecimento em gestão de equipes, Java 11, Spring boot, Angular e Postgresql.

Todas as vagas oferecem salário atrativo, além de pacote de benefícios com Vale Alimentação, Plano de Saúde, Plano Odontológico, Auxílio Educação, Auxílio Creche, Gympass, PLR e Reembolso Lentes.

Fintechs em alta

A crise econômica causada pela pandemia da Covid-19 não abalou o setor de fintechs, que em 2020 viveu o melhor ano da história em termos de investimento. Juntas, as startups financeiras brasileiras captaram 1,9 bilhão de dólares ao longo do ano, conforme dados do levantamento mensal Inside Fintech Report, realizado pelo Distrito Dataminer. O valor superou os resultados de 2019, que foi de 1,1 bilhão.

Segundo dados do FinTech Report 2020, do DISTRITO, existem hoje 742 startups financeiras no Brasil: um aumento de 34% em relação à 2019.

Esse crescimento é uma consequência de diversos fatores, sendo os dois principais: lacunas em nichos do mercado e o boom da digitalização no País. Praticamente 100% das soluções fornecidas pelas fintechs são digitais, tornando o negócio totalmente escalável.

BossaBox apresenta Jessica Muniz como nova sócia

A BossaBox, primeira empresa a operar por squad-as-a-service no Brasil, apresenta Jessica Muniz como nova sócia. Na empresa há mais de dois anos, a executiva chega com o desafio de continuar procurando as melhores pessoas para compor o time da startup, aumentar a diversidade e garantir que elas estejam no lugar ideal para alcançar sua performance.

Jessica Muniz é formada em Administração de Empresas pela FGV com passagem pela universidade HEC Paris, uma das mais importantes escolas de administração do país. A profissional entrou na BossaBox na fundação da empresa, como estagiária, e ajudou a consolidar a estratégia de crescimento até chegar na liderança de operação, como Head of Operations. Com experiência nas áreas de consultoria, financeiro e indústria de consumo e serviços, Muniz espera apoiar o progresso da startup e aumentar o impacto que a BossaBox tem na experiência dos clientes.

“Nesta nova fase, espero conseguir, através da liderança, promover o ‘sentimento de dono’ na equipe e apoiar o desenvolvimento individual de cada um para continuarmos crescendo na velocidade que precisamos e promovendo o impacto para as três vertentes que atendemos: clientes, prolancers e pessoas colaboradoras”, destaca Jéssica.

A BossaBox, tem como principal fundamento a cultura de inovação e visa disseminar conceitos como Economia da Paixão e Futuro do Trabalho. A empresa acredita que o poder de transformar o mundo está nas mãos das pessoas e, por isso, tem como missão o empoderamento de profissionais, como foi com a Jéssica, que começou estagiária e se tornou sócia. “Acreditamos na cultura e na qualidade da experiência do talento como base para o sucesso. A inovação é o futuro e investir nas pessoas é a forma mais eficiente de entregar projetos direcionados à necessidade do cliente e desenvolver times de alta performance”, finaliza André Abreu, CEO da BossaBox.

Mercer cria programa de consultoria para gestão de talentos em startups

O setor de startups fechou 2020 com investimentos de cerca de R﹩ 20 bilhões, mostrando resiliência em um ano bastante desafiador para a economia em geral, de acordo com dados da empresa de inovação aberta Distrito. Na verdade, a pandemia obrigou muitas empresas a adotarem a digitalização de processos e as startups acabaram tendo papel crucial nessa adaptação. Para ajudar o segmento nessa fase de crescimento acelerado, a Mercer, líder global de consultoria em carreira, saúde, previdência e investimentos, lança uma série de ofertas voltadas exclusivamente para as startups.

Desenvolvidos com metodologia ágil, os serviços incluem o desenho de planos de cargos e salários, estratégias de curto e longo prazo, planos de incentivo para a força de vendas e outras estratégias de premiação que fazem parte do pacote de remuneração dos funcionários de startups. Para Joaquim Patto, diretor da Mercer Brasil, a disputa pelos melhores talentos e o interesse em captar investimentos ou abrir o capital fazem com que as startups procurem a expertise de consultorias como a Mercer para promover a profissionalização da gestão de seus recursos humanos.

“À medida que crescem e ganham maturidade, as startups precisam de suporte para atrair e reter os profissionais mais inovadores e qualificados. Para isso, é necessário que as recompensas – principalmente os incentivos de longo prazo – estimulem a construção de uma parceria entre os profissionais e a startup, visando seu crescimento futuro”, explica o consultor.

Metodologias e valores personalizados

Os serviços ofertados pela Mercer para atender ao mercado de startups foram concebidos levando em conta as particularidades dessas empresas jovens, inovadoras e com modelos de negócios não tradicionais. “Desenvolvemos novas metodologias para esse contexto. Processos que normalmente levariam de três a seis meses em grandes multinacionais agora podem ser realizados em duas semanas”, afirma Patto. “Os custos são adequados à realidade das startups, pois demandam menos horas de trabalho, já que é possível reunir ao redor de uma mesa todos os que têm poder de decisão”.

Uma das primeiras startups a utilizar o novo serviço da Mercer foi a Semantix. Já subiu de patamar e hoje é uma das referências no país em Big Data, Analytics e Inteligência Artificial. “Somos uma empresa de alta tecnologia e nosso principal desafio no início era atrair e manter talentos. Contar com o apoio da Mercer, no desenvolvimento de um projeto que contemplasse a atração, desenvolvimento de pessoas e plano de retenção foi fundamental nessa jornada. Esse suporte tem sido fundamental para o sucesso da empresa. Temos orgulho de ser uma das primeiras companhias do programa”, conta Leonardo Santos, CEO e fundador da empresa.

Segundo Santos, essa jornada na atração e gestão de pessoas é mais simples para empresas conhecidas e tradicionais do mercado, mas acaba não sendo uma realidade para empresas recém-estabelecidas. “Contar com a experiência da Mercer faz diferença para se estabelecer, desenvolver e seguir um bom caminho para companhias que buscam crescer, atrair investidores, abrir capital e, quem sabe, virar unicórnios”, conclui.

Além de implementar novos processos e formatos de trabalho, a Mercer utiliza seu profundo conhecimento sobre as melhores práticas de RH e as estratégias de remuneração em vigor no mercado para recomendar aquelas que fazem mais sentido para a realidade do negócio de cada startup.

“A profissionalização da gestão de pessoas e o desenvolvimento de uma estrutura de governança sólida é fundamental para essas jovens e promissoras empresas que desejam receber aportes e ganhar projeção internacional”, finaliza Patto.

Conheça as oito startups selecionadas pelo BTG Pactual para o novo Batch #8 do boostLAB

Foram escolhidos negócios que possam ter sinergia com o roadmap de produtos do banco

O boostLAB, hub de negócios para empresas tech do BTG Pactual (BPAC11), apresenta as startups escolhidas para participarem da oitava edição de seu programa de potencialização, que conta com a parceria da ACE Startups. Com volume recorde de inscrições, o banco selecionou oito scale-ups. São elas: Dattos, Diretrix, Galax Pay, Iu Pay, Jota, Kor Solutions, Linker e Parcelex (leia ao final do comunicado um resumo sobre as startups).

Com 471 inscritas neste Batch, o programa já potencializou 53 startups, sendo que 70% delas já fizeram negócios com o Grupo. “O nosso objetivo é sermos o Banco do ecossistema Tech na América Latina. Entendemos as dores do mercado e estamos criando soluções para atender cada vez mais essas demandas”, destaca Frederico Pompeu, head do boostLAB. Dentre as verticais, o banco oferece diversos produtos financeiros como linhas de crédito, investimento, auxílio para fundraising, entre outros.

Em 2021, o boostLAB foi premiado pelo terceiro ano consecutivo como um dos melhores centros de inovação financeira do mundo (Best Financial Innovation Labs) pela revista Global Finance. O prêmio, que está em sua nona edição, busca reconhecer entidades que regularmente identificam novos caminhos e projetam novas ferramentas para o mercado financeiro. Esse foi o terceiro ano em que o prêmio elegeu os melhores laboratórios de inovação financeira do mundo, sendo o boostLAB o único centro do Brasil a figurar na lista ao longo dos 3 anos.

Conheça as oito scale-ups escolhidas pelo boostLAB:

Dattos – Automatizamos processos de batimentos de dados de qualquer área da empresa (contábil, fiscal, custódia, backoffice, tesouraria, RH). Lidamos com altos volumes de dados.

Diretrix – A Diretrix é uma empresa de Big Data Analytics com foco em Risco (subscrição de Risco) e Crédito (motores de crédito). Desenvolvemos produtos e disponibilizamos serviços que atendam às necessidades dos mais diversos segmentos de mercado.

Galax Pay – O Galax Pay é uma plataforma especializada em gestão de pagamentos recorrentes que oferece soluções de cobrança via cartão de crédito, boleto bancário e Pix.

iU Pay – Fundada por um grupo com larga experiência no mercado de tecnologia financeira e de pagamentos móveis,a iU Pay é uma empresa de inovação e tecnologia para o setor de meio de pagamento.

Jota – O JOTA oferece inteligência e dados para um público profissional que precisa tomar decisões estratégicas constantemente com base nas movimentações dos três poderes.

Kor Solutions – A solução da KOR é capaz de negociar incontáveis processos jurídicos ao mesmo tempo, na forma que for mais conveniente à parte contrária, seja por e-mail, SMS, WhatsApp ou através do nosso próprio sistema.

Linker – O Linker é um banco digital focado em ajudar os pequenos e médios negócios através da oferta de produtos financeiros transacionais, como cartões físicos e virtuais, transferências, pagamentos de contas, serviços de cobrança, etc.

Parcelex – A Parcelex é um credor financeiro de empréstimos a prestações para os consumidores utilizarem no ponto de venda para financiar uma compra. Seu primeiro produto é uma solução de pay-over-time-through- “boletos-OR-pix” para e-commerces.

Para conhecer mais sobre o boostLAB e acompanhar os lançamentos acesse o site https://www.boostlab.com.br/ e siga as redes sociais do banco.

EDP lança desafio a startups que visem transformar o setor elétrico

Gerar conexões imediatas e relevantes, desenvolver entregas de valor de forma rápida e co-criar novos negócios para o setor elétrico. É com esse objetivo que a EDP, companhia que atua em toda a cadeia de valor do setor elétrico, lança o Desafio EDP TransformAção, iniciativa de inovação aberta da companhia. A execução da chamada será feita em parceria com a Liga Ventures, que apoiara no desafio de buscar startups com soluções que possam agregar, promovendo novas formas de pensar e fazer para o setor de energia no Brasil.

No primeiro Desafio EDP TransformAção, a companhia procura empresas relacionadas ou não ao segmento de eletricidade, mas que apresentem propostas que possam auxiliar na Unidade de Distribuição da EDP, com foco majoritariamente no consumidor final. O projeto visa melhorar ainda mais a oferta de soluções e a experiência dos clientes, e por isso vai investir em tecnologias que tragam eficiência, redução de custos e melhorias tanto na operação, como no atendimento, criando um ecossistema de soluções completas e de ponta a ponta.

Entre os temas buscados para o primeiro desafio estão Inovação para Processos Internos; Arrecadação e Inadimplência; Digitalização para Atendimento; Apoio às Equipes de Campo; e Apoio à Infraestrutura. As startups selecionadas terão a oportunidade de realizar um piloto com a sua tecnologia já desenvolvida e validada no mercado, em ambiente controlado para que assim seja validada a aderência do projeto às necessidades da EDP. Ao final, caso o piloto seja bem-sucedido, as startups poderão ser contratadas como parceiras ou fornecedoras da companhia, e ainda serem avaliadas pela EDP Ventures, fundo de investimento da empresa em startups.

“A EDP sempre está buscando soluções inovadoras para continuar liderando a transição energética. O setor de energia vive em constante transformação e por isto queremos conhecer e buscar startups, soluções e tecnologias de qualquer segmento que possam ser aplicadas ao nosso negócio, podem ser soluções que hoje estão no segmento de varejo, banco ou outros, desde que agreguem à cadeia de valor e principalmente no contato com os clientes da distribuição”, diz Andrea Salinas, diretora de Inovação e Ventures da EDP.

Learning Village aposta em novo modelo de negócio para atrair startups

Fundado pela Singularity University Brazil e HSM, o Learning Village, primeiro hub de inovação e tecnologia com foco em educação e desenvolvimento de pessoas da América Latina, lança o LV Ventures. A iniciativa oferecerá serviços e benefícios para startups, em troca de participação nos negócios.

“Queremos oferecer às startups valor, marca e conteúdo, contribuindo para o desenvolvimento integral das mesmas e conectando-as com todo ecossistema de inovação do Brasil e do mundo, não só como membro, mas como parte desta estrutura. Com este formato de investimento podemos ir além, trazendo todo o know how da HSM para o negócio, além de incorporar as soluções aos nossos programas com grandes empresas, ajudando a consolidar a atuação da startup”, explica Reynaldo Gama, CEO da HSM e Co CEO da SingularityU Brazil.

O processo seletivo envolve etapas de análise e aprovação das inscrições submetidas pelas startups. A seleção leva em consideração critérios como modelo de negócio, estágio de maturidade, time, histórico de resultados e, principalmente, alinhamento com a comunidade, objetivos e propósitos do Learning Village.

A gonew.co é a primeira startup investida do LV Ventures. A edtech é uma plataforma educacional, que permite à alta administração criar empresas velozes e controles voltados ao futuro, impactando diretamente a sociedade e empresas. Além de contar com toda a infraestrutura do espaço e apoio dos parceiros, a gonew.co ainda será responsável pelo desenvolvimento de eBooks, artigos e pesquisas customizadas em conjunto com o Learning Village e HSM.

“Em apenas três anos criamos uma comunidade de mais de 22 mil pessoas, com mais de 10 milhões de impactos online. E nosso objetivo é continuar buscando soluções para as contradições do mundo digital e que tragam impactos positivos para as pessoas, empresas e sociedade. Práticas que vão ao encontro dos propósitos do Learning Village, por isso estamos tão otimistas com essa parceria”, explica Anderson Godz, fundador da gonew.co.

Além do LV Ventures, o hub disponibiliza o modelo tradicional, em que as startups aprovadas contratam um pacote de benefícios, que envolve a participação ativa no ecossistema, o uso do espaço físico, programas de conexão e desenvolvimento dos negócios, além de acesso aos conteúdos da HSM e da SingularityU Brazil.

Os interessados podem se inscrever por meio do link: https://www.learningvillage.com.br