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Finep aprova investimento de R$ 18,5 milhões em startups selecionadas em programa

A Finep vai investir R$ 18,5 milhões em 19 startups (média de R$ 973 mil em cada), como resultado da rodada inicial do primeiro edital do programa Finep Startup. Após visita técnica e due diligence de 25 finalistas, a financiadora autorizou o aporte nas seguintes empresas: Byond; Fitbank; GeekSys; Incentivendas; Kokku; Mainô; Marina Tecnologia; Meerkat; Metha Soluções; NeuroUP; Oktagon; Omics; Optimale; Pragas.com; Projeta Sistemas; Prosumir; @Tech; Treevia Forest Technologies; e VM9.

A operação será concluída depois de análise jurídica e assinatura do contrato de investimento. Caso apresentem resultados promissores, as propostas selecionadas poderão receber nova injeção de recursos no futuro.

“Trata-se de uma iniciativa inédita no país, em que a Finep compartilha com o empreendedor o risco inerente aos estágios iniciais de desenvolvimento de empresas nascentes de base tecnológica. Por isso, está pautada em um processo de seleção robusto (foram 503 propostas submetidas somente na primeira rodada). A inovação é condição necessária para a escolha da empresa, mas não suficiente: as startups precisam atender a uma demanda real de mercado e estar ancoradas em um modelo de negócios viável e escalável”, explica Raphael Braga, gerente do departamento de Empreendedorismo e Investimento em Startups da Finep.

Os temas de maior destaque entre as 19 startups qualificadas foram Internet das Coisas (IoT, na sigla em inglês), Fintech e Agritech, com quatro aprovadas em cada categoria – cerca de 60% do total. As demais empresas atuam nas áreas de Economia Criativa – jogos eletrônicos (2), Energia (2), Biotecnologia (1), Cidades Sustentáveis (1) e Petróleo (1). São Paulo é o estado com o maior número de propostas selecionadas (6 empresas). Na sequência, aparecem Rio de Janeiro (4), Rio Grande do Sul (3) e Pernambuco (2). Espírito Santo, Mato Grosso do Sul, Paraná e Santa Catarina estão representados com uma startup cada.

A segunda rodada de investimentos da primeira chamada do programa, em andamento, recebeu 366 inscrições. Desse total, 75 startups foram classificadas para a etapa seguinte, uma banca de avaliação presencial realizada entre os dias 17 e 19 de abril, em São Paulo. O resultado final e o início das visitas técnicas às sedes das empresas aprovadas estão previstos para o dia 25 de maio.

Para mais detalhes sobre o Finep Startup, acesse: www.finep.gov.br/apoio-e-financiamento-externa/programas-e-linhas/finep-startup

Confira abaixo a lista das 19 startups aprovadas para investimento na 1ª rodada do programa, em ordem alfabética:

– Byond (Estado: SC / Tema: IoT)

Incubada na Associação Catarinense de Tecnologia (ACATE), a Byond atua no setor de automação industrial baseada em IoT. A startup pretende explorar uma tendência de mercado (Indústria 4.0), oferecendo serviços de rastreamento e monitoramento de estoques e de produção. Site: http://getbyond.com/

– Fitbank (Estado: SP / Tema: Fintech)

A startup paulista atua com gestão de tesouraria e meio de pagamentos. Sua solução automatiza todas as rotinas de tesouraria de uma empresa sem a necessidade de atividades manuais e integra aos principais sistemas de gestão e controle (ERPs) e aos grandes bancos de forma transparente, simples e barata. Site: http://www.fitbank.com.br/

– GeekSys (Estado: SP / Tema: IoT)

Startup fundada por dois jovens engenheiros, a GeekSys utiliza soluções de inteligência para aumentar a eficiência e conversão do varejo físico a partir da captura e análise, em tempo real, do comportamento dos consumidores. Empresa foi pioneira ao disseminar no país o conceito de Store Performance Management. Site: http://www.geeksysgroup.com/pt-br/

– Incentivendas (Estado: RJ / Tema: Fintech)

A empresa atua no setor de varejo e serviços por assinatura. Desenvolveu plataforma que gerencia o processo de incentivos: vendedores acessam via aplicativo e recebem cartão para recebimento do prêmio. Clientes são as empresas, que usufruem de maior gestão, informação em tempo real, compliance e relatórios gerenciais. Site: http://www.incentivendas.com.br/

– Kokku (Estado: PE / Tema: Economia Criativa – Jogos Eletrônicos)

A startup pernambucana oferece serviços de Arte 2D/3D, desenho de UI/UX (user interface e user experience), Animação e Programação para o setor de jogos. A inovação está no processo de desenvolvimento de código e de arte. A empresa busca automatizar e otimizar o processo de desenvolvimento para obter resultados mais robustos tecnicamente e maior margem de lucratividade. Site: http://www.kokkuhub.com/home/

– Mainô (Estado: RJ / Tema: Fintech)

A startup carioca desenvolveu um software de gestão, no modelo SaaS, para empresas importadoras atacadistas e varejistas. Solução automatiza os processos de emissão de Notas Fiscais, gestão de estoque, cobranças (faturamento) e atendimento de obrigações fiscais acessórias. Site: http://www.maino.com.br/

– Marina Tecnologia (Estado: RS / Tema: Petróleo)

A startup atua no setor de petróleo e gás e desenvolve anéis de vedação de perfluorelastomero (FFKM) com elevada resistência térmica e química. Formulados com cargas especiais, formam uma composição química eficiente, que atende aos padrões de normas internacionais do setor. É a única empresa brasileira que fabrica anéis de vedação com essas características. Site: http://www.marinatecnologia.com.br/

– Meerkat (Estado: RS / Tema: Fintech)

A startup atua no setor de Tecnologia da Informação – Visão Computacional. Desenvolveu tecnologia proprietária para reconhecimento facial, detecção de logos e objetos, reconhecimento de caracteres e detecção de fraudes. Site: http://www.meerkat.com.br/

– Metha Soluções (Estado: PR / Tema: Energia)

Startup atua no setor de geração de energia renovável. Desenvolveu a Micro Central Hidrelétrica (MCH), unidade de geração de energia hidráulica capaz de operar em situações de baixa disponibilidade de água, com captação a fio d’água (rios e riachos, sem reservatórios) ou de água sob pressão (tubulação industrial, vertedouros de grandes hidrelétricas, etc.). Primeira solução com arranjo tecnológico voltado para minigeração, maximizando as eficiências de cada componente. Site: http://methasolucoes.com.br/

– NeuroUP (Estado: PE / IoT)

A startup trabalha com equipamentos médicos e oferece alternativa para diagnóstico e tratamento da cefaléia crônica, em especial aquela classificada como tensional, causada por bruxismo e DTM (Disfunção Temporomandibular). Desenvolveu uma solução baseada na técnica de biofeedback – treinamento do paciente para controlar conscientemente algumas de suas funções corporais – suportada por um conjunto composto por hardware (vestível), software e base de dados. Site: http://neuroup.com.br/

– Oktagon (Estado: RJ / Tema: Economia Criativa – Jogos Eletrônicos)

A startup carioca utiliza aplicações de Deep Learning e Machine Learning para prestação de serviço de Liveops (etapa pós-lançamento) para grandes produtores de jogos eletrônicos, principalmente em mobile. As técnicas tornam o serviço assertivo, automatizado, escalável e único no mercado. Site: http://oktagongames.com/

– Omics (Estado: SP / Tema: Biotecnologia)

A empresa de Biotech pretende disponibilizar um tratamento eficaz à base de células-tronco, numa forma resfriada. Realiza o isolamento, cultivo, expansão e criopreservação das células-tronco alogênicas e autólogas para aplicação clínica em cães e equinos no processo de terapia celular regenerativa. A inovação está na forma de apresentação do produto, com células prontas para aplicar por até 48h. Através do seu processo, também conseguem disponibilizar a maior dose de células do mercado. Site: http://www.omicsbiotecnologia.com.br/

– Optimale (Estado: MS / Tema: Cidades Sustentáveis)

A startup atua com gestão de águas (Smart Water Management). Desenvolveu uma solução inovadora plug and play para gestão inteligente de água, com uso de algoritmos que transformam dados brutos em informações para a tomada de decisão (ex: alertar sobre anomalias na rede, estimar perdas em tempo real, identificar áreas de vazamentos e apontar tendências – predição). Site: http://www.optimale.com.br/

– Pragas.com (Estado: SP / Tema: Agritech)

A startup oferece soluções para controle químico e biológico. A Pragas.com® fornece organismos-alvo, insumos biológicos, materiais e suprimentos de apoio à pesquisa, além da prestação de serviços em experimentação agrícola. É a primeira empresa a oferecer em território nacional insumos de alta qualidade para pesquisa biológica. Site: http://pragas.com.vc/

– Projeta Sistemas (Estado: ES / Tema: Agritech)

Atuando no setor de pecuária, a startup utiliza tecnologia de Visão Computacional aliada à Estatística e Modelagem Matemática para prover um método prático e rápido de pesagem animal, sem estresse. Para isso, criou um software que se baseia em imagens 3D para reconstruir a volumetria de bois, usando algoritmos especialmente desenvolvidos. Site: http://www.projetasistemas.com.br/

– Prosumir (Estado: RS / Tema: Energia)

O produto oferecido pela Prosumir é uma turbina a vapor compacta que executa a mesma função operacional da válvula redutora, aproveitando o desperdício de energia (perda de carga) para a geração de energia elétrica, sem o consumo extra de combustível. Promove eficiência energética e redução de custo operacional. Trata-se de uma tecnologia proprietária. Site: http://www.prosumir.com.br/

– @Tech – Inovação Tecnológica para a Agropecuária (Estado: SP / Tema: Agritech)

A startup desenvolveu plataformas de inteligência de informações de mercado para a maximização do lucro de produtores e frigoríficos, através de sensores cada vez mais sofisticados para descrever e monitorar em tempo real o processamento dos animais in vivo e post-mortem. Site: http://www.techagr.com/

– Treevia Forest Technologies (Estado: SP / Tema: Agritech)

Criou um sistema integrado de monitoramento florestal. A plataforma inteligente, em nuvem e oferecida em modelo SaaS, utiliza de sensores IoT para medição em tempo real de dados como produtividade na fazenda, risco de incêndio e resultados de inventário florestais, além de analytis e apresentação inteligente. Site: http://treevia.com.br/

– VM9 (Estado: RJ / Tema: IoT)

Desenvolvedora e fornecedora de software e serviços para instituições públicas e privadas, direcionada aos mercados nacional e internacional de tecnologias inteligentes. A inovação criada pela startup consiste na transformação de um ativo intangível da empresa, desenvolvido para indústria cimenteira (CAD Browser), num ativo relevante como solução para cidades inteligentes: um visualizador de dados diversos em ambiente georreferenciado. Site: http://www.vm9it.com/

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Nove em cada dez profissionais pretendem trabalhar em uma startup, revela pesquisa

Nove em cada dez profissionais estão dispostos a trocar o tradicional ambiente corporativo por uma startup. É o que revela pesquisa exclusiva realizada pela Michael Page, empresa líder mundial em recrutamento executivo de média e alta gerência, parte do PageGroup. De acordo com o levantamento da consultoria, sete em cada dez executivos estão dispostos a abrir mão de parte do salário para ter mais flexibilidade de horário e por acreditarem em uma maior qualidade de vida para atuarem em novos modelos de negócio.

“As startups estão vindo com propostas inovadoras e isso tem chamado muito a atenção de executivos que atuam no mercado tradicional. Além de modelos disruptivos e dinâmicos, essas empresas oferecem a possibilidade de profissionais se destacarem e crescerem junto com elas. É um tipo de desafio que tem despertado o interesse de muitos executivos, de olho não apenas em remuneração, mas em outros aspectos, como flexibilidade de horários e em estruturas mais enxutas e menos hierarquizadas. Tem sido um diferencial na hora de atrair grandes talentos do mercado”, analisa Genis Fidelis, gerente da Michael Page.

A pesquisa foi realizada em março deste ano contando com a participação de cerca de 1000 executivos de alta e média gerência para entender a relação desse público com as startups.

O levantamento também procurou saber se os profissionais estariam dispostos a responder para um presidente de startup mais novo que eles. De acordo com 96% dos respondentes, eles se sentiriam bem em lidar com essa questão ante 4% contrários à subordinação de um presidente mais jovem.

A pesquisa buscou entender dos executivos se o perfil profissional deles estava adequado para trabalhar em uma startup. Foram 94% os que se julgaram apropriados para embarcar em um novo modelo de negócios enquanto 6% informaram que não possuem as características ideais para vagas desse gênero.

Outros aspectos foram identificados no levantamento. Oito em cada dez respondentes julgaram-se aptos tecnicamente a liderar um projeto de startup. Há um grupo de 63% apostando que ainda há muito o que acontecer no mercado de startups. E, ainda, 54% creditam que há preconceito dos executivos de startups com profissionais de idade mais avançada.

“Essa pesquisa traz revelações importantes sobre a disposição dos profissionais em atuar num modelo de startup e como eles imaginam que são percebidos pelos líderes dessas empresas. São informações reveladoras e que podem apontar novas tendências no recrutamento e seleção de candidatos”, destaca Genis Fidelis.

Contratação de executivos em startups cresce 50%

As startups não têm poupado esforços para atrair profissionais qualificados. De acordo com dados da Michael Page, a procura por analistas, especialistas, coordenadores e gerentes cresceu 50% até março deste ano frente o mesmo período do ano anterior. Ainda de acordo com a consultoria, os cargos mais demandados foram Customer Hapiness, Marketing de Performance, Marketing de Transformação Digital e User Experience.

“As startups querem profissionais orientados ao desafio e à inovação. Buscam pessoas dedicadas ao negócio e orientadas ao resultado. Os executivos com boa formação técnica, de bons relacionamentos e perfil analítico, são os mais desejados por essas empresas”, explica o consultor. O salário médio para executivos de porte gerencial desses níveis está em torno de R$ 18 mil.

O consultor explica ainda que, para aqueles que ainda pretendem migrar para esse universo, há alguns cargos que devem ser mais demandados nos próximos anos. “Há expectativa de alta demanda para posições mais sêniores como gerentes sêniores de canais digitais, gerentes sêniores de UX e Customer Success Managers”, conclui.

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Mercado imobiliário e as startups – Por Márcia Taques

O uso crescente de tecnologia aliado ao avanço da economia compartilhada está alterando o comportamento do consumidor do mercado imobiliário. Já temos 3,8 bilhões de pessoas conectadas à internet no mundo, o que equivale a 46% da população mundial.

Esse incremento permite ao consumidor o acesso a todo tipo de informação de qualquer lugar, alterando sua relação com os espaços em que vive. Além disso, é possível, por meio da tecnologia e do compartilhamento, usar, emprestar e dividir todo tipo de ativo, somente acessível anteriormente por meio da propriedade. Daí, a importância de as empresas tradicionais de se envolverem cada vez mais com tecnologia.

O ambiente de trabalho tinha importância elevada, considerando que era o local em que as informações se tornavam acessíveis aos colaboradores de determinada corporação por meio dos equipamentos ali existentes, e onde também era possível se conectar e trabalhar em conjunto com colegas. Embora o contato humano seja insubstituível e desejável, é mesmo necessário se deslocar a um local por causa de informação, equipamentos e contatos, quando tudo isso está disponível no celular?

O que importa de fato na indústria imobiliária sempre foi e será a forma com que nossos consumidores querem e precisam fazer dos espaços. Os imóveis devem permitir que o consumidor exerça suas atividades – seja morar, trabalhar ou comprar – da forma mais confortável, eficiente, produtiva e agradável possível. Ora, se muda o comportamento do consumidor, muda a forma como ele exerce seu trabalho, alteram os hábitos de compra e as necessidades dentro e fora do lar. Esses espaços também devem evoluir.

Os três “cês” pertinentes a todas as gerações anteriores aos Millenials ‘cargo, casa e carro’ não norteiam os indivíduos nascidos após 1990. Esta geração, que é a primeira nativa digital, que nasceu conectada à internet e com conteúdo de interesse disponível como, quando e onde quiser. É este consumidor que visitará algumas dezenas de apartamentos decorados daqui a algum tempo até achar àquele que o atenda. Será que ele esperará 30 meses até a entrega da unidade? Talvez não. Pois, essa geração imediatista, quer um produto feito a partir das suas necessidades, e agora.

Diante deste contexto, ou as empresas tradicionais abraçam estes novos conceitos, ou serão atropeladas por aqueles que a enxergam. Existem exemplos de disrupção em nosso mercado: Airbnb e Quinto Andar são apenas dois exemplos de empresas que pensam tecnologia e economia compartilhada. As proptechs (empresas de tecnologia dedicadas ao mercado imobiliário) receberam investimento de USD 2,67 bilhões em 2016. Em 2011, haviam sido aportadas com apenas USD 186 mil.

As organizações terão de mudar internamente para atender o desafio: a cultura, o modelo de negócios, a forma de trabalhar. É necessário que elas se apoiem em tecnologias e se aproximem das startups, com o objetivo de produzir insights acerca do seu modelo de negócios. Há muitas ferramentas disponíveis e acessíveis, que, aliadas a experiência e quantidade de informação acumulada nas empresas tradicionais do mercado, têm potencial de produzir produtos incríveis.

É preciso que nosso mercado se prepare e conheça as tecnologias que suportarão as necessidades deste novo consumidor. É nesta esteira que surgiu o Movimente, iniciativa dos Novos Empreendedores do Secovi-SP. Por meio de uma chamada de startups, pretendemos estabelecer o intercâmbio entre elas e as empresas tradicionais, de forma que novas tecnologias sejam criadas com base em problemas empresariais conhecidos, propondo soluções tecnológicas existentes. Teremos eventos de aproximação entre empresários e startups, bem como rodadas de negócios, visando extrair o máximo de cada um para a construção de um mercado imobiliário mais conectado às necessidades do consumidor do futuro.

Márcia Taques é empresária e coordenadora de Estratégias Digitais do Secovi-SP (Sindicato da Habitação).

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10 vantagens do uso de chatbots no varejo

Cada vez mais presentes em todos os setores da economia, as inovações envolvendo inteligência artificial já são familiares para os consumidores, seja para auxiliar durante uma compra, sanar uma eventual dúvida sobre determinado produto ou receber atualizações no pós-venda. Uma pesquisa da consultoria PointSource mostra que, em 2017, 54% dos consumidores utilizaram aplicações envolvendo IA em algum momento da jornada de compra. A pesquisa também perguntou se o auxílio de um chatbot os faria comprar com mais frequência, e metade (49%) dos entrevistados respondeu que sim.

Outra pesquisa, divulgada pela Accenture, no Fórum Econômico Mundial deste ano, projeta que, entre 2018 e 2022, o faturamento do varejo no mundo cresça 41% em decorrência da adoção da Inteligência Artificial. Para os varejistas brasileiros que desejam seguir essa tendência já incorporada pelas principais empresas do varejo mundial, a Nama – startup brasileira que oferece uma plataforma de chatbots baseada em linguagem natural -, preparou uma lista com 10 vantagens da aplicação de chatbots no varejo.

1) Oferecer atendimento 24/7

Apenas varejistas gigantes conseguem atender seus clientes a qualquer hora do dia e em todos os dias da semana. Manter uma equipe tão numerosa de funcionários pesa no orçamento de qualquer empresa. Esse desafio pode ser solucionado com o uso de chatbots, que não descansam nunca e trabalham 24h por dia, 7 dias por semana.

2) Atender em todos os canais

Colocar em prática o conceito de omnichannel, descrito como o atendimento dos clientes em todos os canais disponíveis de maneira idêntica e complementar, talvez seja um dos maiores desafios do varejo. Um chatbot robusto é capaz de começar o atendimento via Facebook Messenger e continuá-lo no portal da empresa, sem prejuízo de informação. Chatbots funcionam no Facebook Messenger, Skype, Telegram, no portal da loja e no smartphone por meio de mensagens SMS. O consumidor pode estar em qualquer um desses canais ou em todos eles, e sua marca também estará lá.

3) Auxiliar na jornada de compra

Nos Estados Unidos, a Whole Foods colocou em funcionamento um chatbot que ajuda os consumidores a encontrarem os alimentos mais indicados para cada receita. Pelo Messenger do Facebook, o cliente insere uma palavra-chave ou um emoji de um alimento, e recebe como resposta uma dica culinária. A funcionalidade de reconhecer emojis também está disponível nos chatbots desenvolvidos pela Nama.

4) Fornecer respostas em tempo real

Chega de clientes estressados pelas músicas intermináveis que tocam durante a espera dos atendimentos via telemarketing. Os clientes estão ansiosos para uma resposta rápida. Um assistente virtual inteligente responde em segundos a demanda já com a solução ou seu encaminhamento.

5) Demonstrar empatia com diferentes perfis de público

Os avanços na compreensão e no processamento de linguagem natural tornaram esse fenômeno factível. Os chatbots que utilizam Deep Learning (conjunto de técnicas mais avançadas que o machine learning) conseguem entender a comunicação humana, mesmo com erros de português. Esse fenômeno possibilita que pessoas de diferentes classes sociais, idades e níveis educacionais sintam-se compreendidas pelo atendente virtual.

6) Abordar o consumidor de maneira proativa

Chatbots podem abordar os consumidores de maneira proativa a partir de condições pré-definidas. Um assistente virtual de uma farmácia ou de um supermercado, por exemplo, pode ter seu gatilho interativo configurado para, sempre que o clima estiver muito quente, indicar aos consumidores que estão na loja uma promoção de protetor solar.

7) Fidelizar seu cliente

Clientes mal atendidos migram para marcas concorrentes. Fornecer um atendimento cordial em tempo real, com detalhes técnicos e informações adicionais para aquele produto pesquisado deixará o cliente muito mais satisfeito com sua marca.

8) Melhorar os processos internos

O chatbot pode ser usado também de maneira interna pelo varejista, como forma de orientar funcionários e melhorar processos. O bot se integra com os sistemas de gestão, CRM e de estoque dos produtos, norteando, por exemplo, o abastecimento de acordo com a frequência que aquele produto vai sendo vendido.

9) Aprimorar a logística

Os chatbots podem servir para cancelar pedidos ou levantar informações sobre seu status, emitir números de protocolo ou segunda via de boleto/nota fiscal, rastrear produtos e calcular o tempo de entrega.

10) Fortalecer a marca no pós-venda

Há outros usos possíveis para os chatbots no setor varejista. Ele pode ser utilizado para fazer pesquisas de pós-venda para coletar insights sobre a experiência de compra e fornecer feedbacks detalhados sobre a maneira como o cliente enxerga a marca.

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Instabridge recebe US$ 3 milhões para expansão na Ásia

A Instabridge, startup sueca de tecnologia que desenvolve a maior comunidade mundial de compartilhamento de conexões WiFi por meio de um aplicativo mobile de mesmo nome, se mostrou bastante popular no Brasil e no México e recebeu um financiamento adicional de US$ 3 milhões para investir em sua expansão na Ásia, começando pela Índia.

A nova rodada é liderada pela Luminar Ventures (Magnus Bergman e Jacob Key), com a participação dos patrocinadores anteriores Balderton Capital, Draper Associates, Moor e Creandum. A empresa já havia levantado cerca de US$ 5 milhões.

Fundada no final de 2012 originalmente como uma forma de permitir o compartilhamento de WiFi com amigos no Facebook, a empresa sediada em Estocolmo transformou-se em uma comunidade mais ampla de compartilhamento de WiFi e encontrou força nos mercados em desenvolvimento, onde os dados de celular permanecem altos.

O Instabridge permite que você compartilhe os detalhes de qualquer ponto de WiFi público e forneça acesso aos pontos de internet compartilhados para todos os outros membros da comunidade. Isso permitiu criar um banco de dados crowdsourced de pontos de WiFi, além de uma lista de locais públicos conhecidos que têm acesso gratuito à internet, como McDonald’s ou Starbucks.

Instabridge planeja trilhar o mesmo caminho que seguiu na América do Sul para atingir a população indiana de mais de 1 bilhão de pessoas, das quais apenas 400 milhões atualmente têm acesso à internet. “Isto inclui a formação de uma equipe na Índia e a nova missão da empresa de expandir o acesso à Internet aos países em desenvolvimento, onde os serviços de internet permanecem relativamente caros e o acesso à internet é um dos meios comprovados de ‘reduzir a desigualdade de renda’”, diz Niklas Agevik, CEO da Instabridge.

Hoje o Instabridge possui 2,3 milhões de usuários ativos mensais e está crescendo a uma taxa de 50.000 novos usuários por dia. O banco de dados do aplicativo contempla atualmente 2 milhões de pontos WiFi. Hoje já são 1 milhão de pontos de WiFi do Brasil cadastrados no aplicativo: metade do total de redes compartilhadas por usuários do Instabridge em todo mundo. São Paulo (245 mil), Rio de Janeiro (105 mil), Minas Gerais (95 mil), Bahia (80 mil), Paraná (60 mil), Rio Grande do Sul (40 mil), Distrito Federal (15 mil) e Paraíba (23 mil) aparecem no ranking brasileiro com o maior número de pontos de WiFi cadastrados. Esse aumento do número de redes no País reflete um crescimento de 200% comparando o último trimestre de 2017 e 2016, período que somava 300 mil redes. O número de downloads somente no Brasil também cresceu: de 3,6 milhões de usuários no último trimestre de 2016 para 11,7 milhões no mesmo período do ano passado, o que representa um crescimento de 225%. No mundo, o Instabridge soma 19 milhões de usuários.

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Startups e a Lei do Bem

Por Rafael Costa

A Lei do Bem (11.196/05) foi criada com o objetivo de viabilizar a concessão de incentivos fiscais por parte do Governo Federal às empresas que realizarem pesquisa e desenvolvimento de inovação tecnológica (P&DI). No entanto, segundo os dados do MCTIC o ano onde teve o maior número de empresas usufruindo este benefício foi 2014, onde 1206 empresas apresentaram seus projetos. Em 2015 e 2016 o número caiu, ficando próximo das 1000 empresas em cada ano, o que representa um aproveitamento de menos de 1% das empresas, segundo dados do IBGE. Nesse sentido, é preciso que as empresas saibam a grande oportunidade que este incentivo fiscal constitui para que o utilizem cada vez mais, a fim de inovar, aumentar a competitividade e, assim, prosperar.

Para aproveitar-se do principal e mais significativo benefício da Lei do Bem, a empresa tem de ser optante pelo regime do Lucro Real e ter lucro fiscal, pois justamente esse benefício consiste em uma diminuição desse resultado fiscal tributável. Logo, considerando que o Lucro Real é mais amplamente encontrado nas grandes empresas e a lucratividade pode não ser uma constante nas empresas que estão em fase de desenvolvimento tecnológico, as startups – empresas jovens e inovadoras que têm crescido exponencialmente no Brasil – têm dificuldade em beneficiar-se do mais significativo incentivo fiscal à P, D & IT.

Como as startups podem se beneficiar com a Lei do Bem

A Lei do Bem é um meio legal para a startup adquirir recursos financeiros para desenvolver seus próprios projetos. Se uma startup não se encontra no regime tributário do Lucro Real e não é lucrativa, é possível participar do sistema da Lei do Bem via parceria com outra empresa que se enquadre nos requisitos da Lei do Bem, através do desenvolvimento parceiro com essas empresas. Desta forma, a legislação prevê que as receitas obtidas por essas startups, que sejam oriundas de projetos incentivados pela Lei do Bem, não sejam tributadas e, para a empresa parceira, o dispêndio que se tenha com a startup torna-se elegível para o principal benefício da Lei do Bem.

Existem alguns mecanismos que permitem essa adequação. A startup precisa prestar serviços na condição de apoio para um projeto de P, D & IT e será remunerada financeiramente pelo serviço, porém, quem será beneficiado diretamente pela Lei do Bem será a empresa parceira que contou tecnicamente com o apoio da startup para o projeto. O benefício da empresa parceira será a redução da Base de Imposto de Renda e CSLL que gera um retorno de até 34% do investimento em P, D & IT. É importante lembrar que para beneficiar-se a empresa precisa enquadrar-se em três condições: estar no regime tributário do Lucro Real; estar lucrativa no ano de apuração e estar em dia com a Receita Federal.

No entanto, a necessidade de inovar tem contribuído para o aumento de empresas incubadoras que recrutam startups para ajudarem em seus projetos de P&D. Fazer parcerias com incubadoras agrega conceitos novos e inovadores, ajudando na criação de novos produtos e serviços e impulsionando o desenvolvimento de novos projetos. Assim, essas empresas podem destacar-se em um mercado globalizado e cada vez mais competitivo, resultando em um grande diferencial em relação à concorrência.

Limitações da Lei do Bem

Principalmente, a falta de conhecimento sobre as leis de incentivo é um entrave para o aumento do número de empresas que participam da Lei do Bem. Outra barreira é a questão do lucro tributável, pois não é raro empresas que tenham um investimento alto em P, D & IT não apresentarem resultado fiscal positivo. Atualmente, somente as empresas que aferem lucro fiscal podem utilizar-se do principal benefício, justamente por este tratar-se de uma diminuição do resultado tributável da empresa, onde quando não há lucratividade fiscal, não há onde diminuir o resultado tributável, não sendo possível beneficiar-se em anos futuros. Uma solução seria espelhar-se em países como a Espanha ou França, por exemplo, onde as empresas podem retroagir o levantamento de dispêndios em P&D, quando em prejuízo ou mesmo receber créditos diretos do governo, não ficando limitadas ao lucro tributável.

Ampliar a visibilidade desse tema para que as empresas tenham mais informação sobre as leis de incentivo já seria um grande passo na direção de uma economia mais estável e mais inovadora. Nada é mais atrativo do que utilizar a dedução fiscal como principal via para alcançar a inovação.

Rafael Costa é Gerente de Operações da F. Iniciativas, consultoria especializada na gestão de incentivos fiscais e financiamento à Pesquisa & Desenvolvimento (P&D)

Startups: estão abertas as inscrições para o MoviMente 2018

Iniciativa dos Novos Empreendedores do Secovi-SP chega à segunda edição em busca de projetos inovadores para o setor imobiliário

Imagine apresentar o seu projeto inovador para o mercado imobiliário em um dos mais renomados e respeitados eventos do segmento, a Convenção Secovi, para centenas de empresários de olho em novidades?

Para concorrer a essa oportunidade, startups estão convidadas a inscrever trabalhos inéditos, até o dia 30/6, na segunda edição do MoviMente, iniciativa do grupo de Novos Empreendedores do Secovi-SP (Sindicato da Habitação), entidade que representa mais de 90 mil empresas do mercado imobiliário do Estado de São Paulo, como loteadoras, incorporadoras, imobiliárias e administradoras de condomínios, e reúne as principais lideranças do setor.

“O MoviMente tem como objetivo aproximar startups de empresas tradicionais do mercado imobiliário, promovendo renovação e oxigenação deste mercado, tão tradicional”, explica Marcia Taques, coordenadora-adjunta do Secovi NE e coordenadora do MoviMente. “A iniciativa estabelece uma conexão entre essas duas pontas, dando visibilidade para novas ideias e oportunidade de inovação para empresas estabelecidas”, complementa.

A segunda edição traz algumas novidades: as startups poderão se inscrever em três estágios de desenvolvimento: ideação, operação (com MVP) e tração (busca de clientes).

Os projetos serão submetidos à triagem de uma comissão avaliadora. Quinze trabalhos em estágio de tração e cinco em estágios de ideação/MVP serão selecionados e anunciados durante o evento de Warm-Up, no dia 25/6, aberto a todos os inscritos. As etapas seguintes serão divididas de acordo com os estágios em que os projetos foram inscritos.

As quinze startups em estágio de tração selecionadas participarão do Pitch Battle, onde farão apresentações a uma banca composta por grandes profissionais e empresários do setor. Daí sairão cinco semifinalistas, às quais estão reservadas sessões de mentoria com especialistas em inovação e no mercado imobiliário, com o intuito de aprimorar seus trabalhos e chegar ao momento mais especial do MoviMente: a apresentação na Convenção Secovi 2018, em agosto. As três startups vencedoras serão conhecidas neste grande evento e, depois, participarão de rodadas de negócios com players do setor.

Aos cinco projetos em ideação/MVP escolhidos pela comissão avaliadora estão reservadas participação no Pitch Battle e sessões de mentoria. Regulamento e inscrições estão disponíveis no site: http://movimente.secovi.com.br/ .

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Brasil ganha primeira corrida de startups para escolher quem pode ser o próximo Unicórnio

No ecossistema de inovação, unicórnios são aquelas startups que valem mais de US$ 1 bilhão. No Brasil, foram poucas que já conseguiram atingir este nível, exemplos como 99, PagSeguro e, recentemente, a Nubank. Hoje no mercado especula-se quem será o próximo unicórnio brasileiro e existe o debate para entender o porquê do Brasil não conseguir ser um grande celeiro de startups valiosas. Com o objetivo de elencar as empresas com o maior potencial de mudar mercados tradicionais, surgiu a Corrida de Unicórnios, o maior desafio de startups do País.

A Corrida de Unicórnios avaliará startups em três eixos: Varejo, Customer Experience e Inovação – nesta categoria podem ser inscrever empresas que têm soluções nas seguintes áreas: Mobilidade, Fintechs, Healthtechs, HRtechs, Insurtechs, Educação, Construtechs, Lawtechs, Transformação Digital, Cidades Inteligentes, Logística, Robótica e soluções que ajudem companhias a aumentarem sua eficiência operacional.

Os participantes passarão por avaliações e bancas de pitches comandadas por executivos, especialistas e investidores. As startups que chegarem às semifinais já terão benefícios, como a oportunidade de se conectar a grandes empresas e investidores nos principais eventos corporativos do País – BR Week, Whow! Festival de Inovação e Conarec, que juntos reúnem mais de 12 mil executivos qualificados de diversos setores da economia.

Serão, ao todo, sete etapas da Corrida, divididas em inscrição, pitches e semifinais de cada vertical de eixo. A grande final será em agosto, entre 04 e 05 de setembro, no evento Conarec, onde seis startups finalistas, duas por vertical, se apresentarão. Serão escolhidos três vencedores de cada categoria que, além dos benefícios conjunto, receberão uma viagem com tudo pago para Madri (Espanha) com grandes executivos para participar do X.

Em sua primeira edição, o desafio conta com apoio de empresas que atuam no ecossistema de inovação, como ABComm, ABFintech, Fiap, Inseed, OasisLab, RME – Rede Mulheres Empreendedoras, USP, WeWork, além do apoio e metodologia de avaliação de Felipe Matos, autor da obra “10.000 Startups” e um dos maiores especialistas de startups do País.

As inscrições são gratuitas e estão abertas até o dia 6 de maio. Para todas as informações, clique aqui.

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Algar Tech inicia sua atuação no inovaBra habitat

A Algar Tech, multinacional brasileira que oferece soluções de Gestão de Relacionamento com Clientes, de Ambiente de Tecnologia e de Serviços de Telecom, inaugurou ontem (12) seu “Innovation Lab” em São Paulo, localizado no inovaBra habitat, do Bradesco.

A ideia é que o ambiente seja usado para estreitar o relacionamento com o ecossistema de inovação, encontros com clientes, prospects e outros parceiros para desenvolvimento de projetos relacionados ao aprimoramento da experiência dos clientes e usuários finais.

Inteligência Artificial, Design de Serviço, Advanced Analytics, IoT e Plataformas Digitais são algumas das frentes escolhidas pela Algar Tech para auxiliar na construção das melhores jornadas dos seus clientes. Além disso, a companhia participará da seleção de startups que compartilharão esse espaço de inovação, bem como fará parte do Conselho do inovaBra habitat.

Mais que um espaço físico, a presença da companhia em um ambiente que estimula a geração de novas ideias em conjunto e onde os projetos serão desenvolvidos por meio de parcerias e utilização de metodologias ágeis, reforça o seu compromisso com o desenvolvimento dos mercados de gestão de relacionamento com clientes e ambiente de tecnologia e a imersão na transformação digital dos seus clientes.

“Estamos muito otimistas com essa novidade”, afirma Marco Aurélio Matos, CDO da Algar Tech. “É uma grande oportunidade de ampliarmos nosso ecossistema de inovação com criação de soluções disruptivas que vão aprimorar e até mesmo transformar nosso portfólio de ofertas, para atender nossos clientes nesta jornada de transformação digital”, acrescenta o executivo.

Recentemente, a Algar Tech lançou metodologias ágeis e próprias de inovação e transformação digital, que facilitam o entendimento do negócio dos clientes e a aplicação de modelos de negócio sob medida, com foco em resultados. “Somos percursores em transformação digital nas soluções de atendimento com foco em eficiência e na melhor experiência do consumidor e usuários de tecnologia. Iniciativas desenvolvidas a partir da nossa atuação com os habitantes do inovaBra nos ajudarão a manter esse protagonismo”, enfatiza Matos.

A Algar Tech investe em inovação incremental, colaborativa e disruptiva para fortalecer a jornada de transformação digital dos negócios. Em seu Innovation Lab em Uberlândia (MG) são realizadas várias atividades como palestras, workshops, apresentações de cases, oficinas de metodologias ágeis, maratona de programação (hackathon), projetos de cocriação, práticas de mercado e soluções/tendências em tecnologia, engajando associados (como são tratados seus funcionários), clientes e parceiros.

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ABFintechs e Insper firmam parceria para atrair talentos para o mercado empreendedor

A Associação Brasileira de Fintechs e o Insper, instituição sem fins lucrativos de ensino superior e pesquisa, anunciam um acordo que tem por objetivo central aproximar talentos ao mercado empreendedor, principalmente das fintechs. A parceria, iniciada em março deste ano, contempla dois eventos e, ainda, abre espaço para que as fintechs possam cadastrar suas vagas de trabalho no banco de oportunidades da universidade.

“O Insper é um núcleo empreendedor, pois prepara seu aluno para o mercado de hoje. Essa parceria é extremamente valiosa às fintechs, já que teremos acesso a talentos que têm os valores empreendedores que o Insper incentiva e que são muito importantes para nós” pontua Rodrigo Soeiro, diretor-presidente da ABFintechs.

Entre os eventos acordados, o primeiro deles é o Fintech Day, que acontece no dia 18 de abril, em que a ABFintechs levará cerca de 20 fintechs associadas para divulgarem seus negócios no campus do Insper. O segundo evento, que acontece no segundo semestre deste ano, ainda está em desenvolvimento.

Sobre o Fintech Day

O evento irá debater e fomentar temas relacionados ao ecossistema das fintechs, gerando compreensão sobre as mudanças de mercado, tendências e stakeholders importantes. Na ocasião, haverá quatro painéis de debates: regulamentação, criptomoedas, investimento e crédito.

Estarão presentes as fintechs: Acesso, App RF, Atlas Project, Banco de Formaturas, Bancoin, Bene, Biva, DinDin, Exchange Câmbio e Comex, F(x), Foxbit, ISF, Juntos, Kavod Lending, Nexoos, SmartMEI, Urbe.me e Yubb.

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Brasil tem mais de 120 startups com soluções para área de RH, revela estudo Liga Insights HR Techs

No Brasil, existem atualmente 122 startups com soluções tecnológicas para o segmento de Recursos Humanos, sendo que 17% delas trazem soluções para a área de Recrutamento e Seleção, outros 17% em Cursos, Treinamentos e Learning, seguido pelas startups com soluções para Pontos, Operações e Folhas de Pagamento com 12%. Outras 10% oferecem tecnologias para a Saúde Ocupacional e 9% para Avaliação de Performance; Plataforma de Vagas e Engajamento de Funcionários ficam com 7% cada; no final da lista temos Análise de Pessoas e Perfis (People Analytics) com 5%, mesma porcentagem da área de Gestão de Benefícios e portais de Temporários / Freelancers.

Os dados são do Liga Insights HR Techs – insights.liga.ventures/hrtechs -, maior estudo já feito no Brasil sobre startups do setor, realizado pela Liga Ventures – aceleradora e0specializada em gerar negócios entre startups e grandes empresas – que analisou um banco de dados com mais de 8 mil startups em todo país e destacou as que atendem o setor de RH.

O levantamento apresenta o crescimento no número de HR Techs nos últimos anos no Brasil e revela uma tendência para os próximos anos: incluir cada vez mais soluções tecnológicas para melhoria de áreas como Aquisição de Talentos, Operações, Desenvolvimento Organizacional, Performance e Monitoramento. “As tecnologias para o setor de RH têm o propósito não só de solucionar problemas estruturais e operacionais, mas também de serem ferramentas para reinventar processos do segmento e dar espaço para o RH ser ainda mais ativo na estratégia das organizações”, explica Rogério Tamassia, cofundador da Liga Ventures.

Tecnologia ajuda na análise de comportamento, acompanhamento do bem-estar e engajamento dos colaboradores

As startups oferecem soluções para análise de dados e acompanhamento do comportamento dos colaboradores por meio de analytics e inteligência artificial. “Equipes de RH de grandes corporações já estão aplicando essas novas tecnologias para entender e analisar processos e pessoas, e essas novidades já mostram resultados bastante positivos, como redução de custos e do tempo gasto com atividades repetitivas, além de melhoria de performance e aumento do engajamento dos colaboradores”, analisa Raphael Augusto, startup hunter da Liga Ventures e responsável pelo estudo.

Maioria das startups são de São Paulo

Os estados de São Paulo, Minas Gerais, Santa Catarina e Rio de Janeiro concentram o maior número das startups do segmento. O estudo mostra, no entanto, que a grande maioria das startups estão localizadas em SP (66%), seguido de MG com 8%, SC e RJ ficam com 7%.

Liga Insights HR Techs

Veja o levantamento completo aqui:

insights.liga.ventures/hrtechs

Fonte:

Banco de dados com 8.434 mil startups brasileiras, que incluem inscrições para os programas de aceleração e eventos da Liga Ventures, recomendações, notícias em portais de negócios e busca ativa de startups.

O estudo contou com o apoio de conteúdo do Ibmec-SP e Astella Investimentos.

Número de startups no segmento: 122.

Entrevistados no estudo: mais de 20 pessoas – entre empreendedores e líderes de RH de grandes empresas.

Áreas das startups mapeadas:

– Plataforma para Entrevistas
– Gestão de Benefícios
– Temporários / Freelancers
– People Analytics (Análise de pessoas e perfis)
– Engajamento de Funcionários
– Plataforma de vagas
– Avaliação de Performance
– Saúde Ocupacional
– Controle de Ponto, Operações, Folha e GED
– LMS, Cursos, Treinamentos e Learning
– Recrutamento e Seleção

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Confira 40 vagas de emprego em startups de tecnologia

É claro que em um cenário de recuperação econômica como este que vivemos, boas vagas de emprego são sempre bem-vindas. Selecionamos 40 vagas bem interessantes para diferentes perfis de profissionais. Todas elas são para o quadro de colaboradores da Arquivei, de gestão de documentos e notas fiscais, da Gupy, que digitaliza o processo de recrutamento e seleção, Nama, pioneira em Inteligência Artificial no Brasil, e IDwall, regtech especializada em identificação e checagem de dados.

Arquivei

Para a área Comercial, a Arquivei está com duas vagas abertas para Gestor de Desenvolvimento Comercial e duas outras para o time de Field Sales Enterprise, ambas em São Paulo.

Para a vaga de Gestão de Desenvolvimento Comercial, o candidato deve possuir habilidades técnica e comercial com ênfase em sistemas de mercado. As funções do cargo incluem desde intermediar demandas comerciais com área de produtos até acompanhar os projetos em andamento, validando status e fazendo a gestão dos parceiros envolvidos.

Já para a vaga no time de Field Sales, o profissional será responsável pelo desenvolvimento das vendas no mercado corporativo, em diversas indústrias e regiões do Brasil. O candidato selecionado representará a Arquivei e divulgará os benefícios promovidos pela solução, levando ao mercado a mensagem de valor e impacto nos negócios dos clientes, buscando sempre atingir seus resultados de vendas e firmar a marca.

Para a área de Marketing, há uma vaga para Desenvolvedor e Analista de Data e uma para Gerente de Marketing, ambas em São Carlos, SP.

Para o cargo de Desenvolvedor e Analista de Data, o candidato deve ter experiência em desenvolvimento de web com conhecimentos em HTML, CSS, JavaScript, PHP, MySQL e Google Analytics. Experiência prévia com Growth Hacking, Inbound Marketing, SEO, SEM Rush, AHREFs, Majestic ou similares são diferenciais.

As atividades são desde pesquisa, teste, gerenciamento e implementação de qualquer coisa que tenha o potencial de causar impacto no crescimento escalável, até a criação de landing pages para conversão (CRO).

Já para o cargo de Gerente de Marketing, o candidato será responsável por construir e manter a operação do marketing voltado para grandes empresas, além de definir estratégias de geração de leads e vendas. Para se candidatar à vaga, o profissional deve ter experiência em liderar equipes, budgets e estratégias, além do entendimento proficiente de canais tradicionais e emergentes do marketing.

Os interessados podem se candidatar através da página de vagas da empresa, onde constam mais informações sobre as vagas.

A Arquivei é uma empresa que fornece plataforma de armazenamento, organização e consulta de informações de notas fiscais. Criada em 2014, em São Carlos (SP), surgiu para suprir uma dificuldade das empresas na gestão mais eficiente de seus dados fiscais.

Gupy

A HRtech Gupy está com 15 vagas abertas para 11 cargos, em São Paulo, incluindo seis vagas para estágio.

Para as vagas efetivas, há duas oportunidades para o cargo de Analista de Experiência do Cliente, no qual o profissional será responsável tanto pela triagem e gestão de tickets de atendimento, quanto pela criação e monitoramento de métricas de suporte e identificação de oportunidades de melhoria. Conhecimento técnico e inglês a partir do intermediário são os requisitos essenciais.

Para as duas vagas de Inside Sales Outbound (Conta) e uma para Inside Sales Outbound (SDR), o candidato precisa ter experiência no ramo de RH, vendas e relacionamento B2B (Empresa para Empresa), além de excelente comunicação verbal e escrita.

Já para as duas vagas de Senior DevOps Engineer, o profissional precisa ter, no mínimo, quatro anos de experiência em DevOps, Amazon Web Services, bancos de dados relacionais e NoSQ.

Para o cargo de Engenheiro de Software – Node.js, é exigido um mínimo de quatro anos de experiência com desenvolvimento, sólido conhecimento em Node.JS, Infrastructure as code (Docker, Chef, Puppet, Ansible, Kubernetes), bancos de dados Relacionais, Redis, ou similar.

Já para a vaga de Sucesso do Cliente, o candidato precisa ter experiência prévia na área ou em vendas, inglês e espanhol a partir do intermediário, resiliência e inteligência emocional para contornar situações de crise e foco na experiência do cliente frente à Gupy.

Em relação aos estágios, estão abertas seis vagas para cinco cargos. Na área Jurídica, o estudante precisa estar cursando graduação em Direito, com alguma experiência em Direito Empresarial; ter pensamento a longo-prazo, encadeamento lógico e visão estratégica para garantir um crescimento sustentável; além de resiliência e inteligência emocional para contornar situações adversas.

Para o estagiário de Eventos e Comunicação, o estudante precisa estar cursando Engenharia, Administração, Marketing, Relações Públicas ou Publicidade e Propaganda, além de possuir conhecimento em Pacote Office, Mídias Sociais, Produção de Conteúdo e organização de eventos. Ele será responsável pelo planejamento, estruturação e execução de eventos, pela investigação do mercado e levantamento de oportunidades para fortalecer a marca em eventos estratégicos.

Há, também, duas vagas abertas para Estágio de Recrutamento e Seleção e uma para Estágio de Gente. Para os dois cargos, o candidato precisa estar cursando Engenharia, Administração ou Psicologia. O estagiário será responsável pela condução dos processos de atração e seleção da Gupy. Já para a vaga de Estágio em Computação, o candidato será responsável por ajudar os usuários com eventuais problemas, desenvolvendo ferramentas internas e automatizando a geração de relatórios.

Os interessados devem acessar o site oficial da Gupy ou a página de vagas no linkedin da empresa.

A Gupy é a startup líder de recrutamento com base em Inteligência Artificial e machine learning no Brasil.

IDwall

A IDwall tem 18 vagas abertas para as áreas de Sucesso do Cliente, Móvel, Vendas, Suporte e Tecnologia. Todas as vagas são para São Paulo.

Na área de Sucesso ao cliente, a vaga destina-se ao candidato com experiência de pelo menos um ano em gerenciamento de contas ou vendas, conhecimento em técnicas de CRM e habilidades em análise de data. Familiaridade com Hubspot CRM, SQL e Postgresql database são diferenciais.

No segmento móvel, a empresa tem duas vagas abertas para Desenvolvimento de Android e IOS. Os profissionais precisam ter acima de dois anos de experiência em desenvolvimento em Java, Android, IOS e em testes unitários e automatizados. De sua função constará desenvolver aplicativos android e IOS usando SDK, além de fazer melhorias contínuas e análise de desempenho.

Na área de vendas, o cargo de Analista de Vendas precisa ter experiência de B2B, pacote office e experiência prévia em startup de ritmo acelerado. Para a vaga em Técnico de Suporte, o candidato precisa ter conhecimento em SQL, postgresql databases e raciocínio lógico.

Na área de tecnologia, há uma vaga para Arquiteto de Segurança e Desenvolvedor de Python. Para a primeira vaga, entre as atribuições, o candidato irá desenvolver e manter um processo de arquitetura de segurança de aplicativos que permita que a empresa desenvolva e implemente soluções e recursos de segurança que estejam claramente alinhados aos negócios, tecnologia e ameaças. Já para a segunda vaga, o candidato precisa ter conhecimento da linguagem Python, interesse no processamento de imagens e concentração em resultados e entregas.

Os interessados devem acessar a página de vagas da empresa.

Criada em 2016, a IDwall tem a proposta de tornar os processos de cadastramento, verificação e validação de dados mais ágeis, transparentes e seguros por meio de tecnologias de reconhecimento facial, cruzamento de dados e background check.

Nama

Estão abertas duas vagas para Desenvolvedor (a) de Ruby Pleno e uma para Desenvolvedor (a) de Ruby Senior, na Nama, em São Paulo. O candidato precisa ter experiência com sistemas Web, Ruby, Rails e Git, além de estar acostumado com testes unitários.

Os interessados devem acessar o site oficial da empresa e se candidatarem.

A Nama é uma empresa que combina inteligência artificial, processamento de linguagem natural e bots para automatizar conversas e conectar pessoas emocionalmente com robôs.

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